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                  <text>PLANO

NACIONAL

DE

BIBLIOTECAS

UNIVERSITÃRIAS

DERBLAY GALVÃO
MEC/SESu

Inicialmente quero apresentar desculpas por não estar
aqui presente o Prof. Paulo Elpídio de lienezes Neto, Secretário da
SESu, que, convocado pelo Sr. Ministro da Educação, deverá
participar, hoje à tarde, de uma reunião do mais alto interesse
das Universidades Brasileiras.
Na certa, sua presença

daria a esse momento um maior

brilho, devendo, no entanto, estar aqui

para o encerramento

deste seminário.
Como Secretário-Adjunto, procurarei desincumbir-me da
tarefa que me foi cometida, expressando, desde já, a minha
satisfação de estar participando deste V Seminário Nacional de
Bibliotecas Universitárias.
A minha vinda, mesmo de forma imprevista, a presença
do Secretário da SESu no encerramento significa que o MEC
se diz presente, através da SESu, não só com o

fito de

prestigiar esse evento, mas, acima de tudo, de participar
efetivamente, trazendo sua contribuição para o desenvolvimento
das Bibliotecas Universitárias.
No Brasil, historicamente, o ensino foi a função
primordial desempenhada pelas instituições de ensino superior. A
Lei n9 5.540/68, ao estabelecer o princípio da indissociabilidade
entre o ensino e a pesquisa, propõe esta última como um elemento
associado, em igualdade de condições, à atividade de ensino.

5

�Assim,

~

redefinido o papel das instituições de educação superior,

em especial das universidades, consideradas legalmente como as de
ensino superior por excelência.

Esta concepção de universidade tomada como

natu~al,

esvaziada, portanto, de seu conteúdo histórico, introduz um
elemento estranho à tradição de nosso ensino superior: a pesquisa.
Da tentativa homogeneizadora da forma de organização
das instituições de ensino superior surge hoje, dezoito anos
depois, um sistema complexo e heterogêneo onde se distingue dois
grandes tipos de instituições. Num, que tem como projeto o
preconizado pela Lei, foi possível, apesar de conflitos e tensões,
o desenvolvimento da pesquisa e da pós-graduação, em algumas
insti tuições, nem sempre compensac10, contudo, pela melhor ia da
qualidade do ensino de graduação. No outro, o modelo legal sequer
foi tentado, resultando num projeto institucional onde a pesquisa
simplesmente nào existe.
É de notar,

tamb~m,

que a tentativa de promover o

desenvolvimento cientifico e tecnológico autônomo do Pais, via
expansão da pesquisa universitária, esbarrou no modelo de
desenvolvimento dependente, com a internacionalização da economia,
4ue o Pais conheceu durante o periodo.
Ao analisarmos mais profundamente os pressupostos
teóricos do modelo de instituiçào preconizado na Lei n? 5.540/68,
reco:1heecemos duas vertentes: uma, vinculada ao desenvolvimento
econômico; a outra, fundada em paradigmas humanistas e liberais,
dá

~nfase

ao desenvolvimento do individuo enquanto ser.

6

�Apesar das duas vertentes, o texto legal e seu
desenvolvimento, nas medidas adicionais tomadas a partir daquela
época, visaram a conduzir o sistema mais para sua ligaç50 com
O

desenvolvimento econõmico do que com o compromisso com o

desenvolvimento do indivíduo crítico.
Por outro lado, a política de expansão do sistema
conduziu à disseminação de instituições isoladas, onde nem a
universidade de campo, nem a atividade de pesquisa estavam
presentes.
De tudo isso resultou uma necessidade de consolidação,
de integração e articulação das ações de execução, crescimento e
qualificação do sistema da educação superior.
A revitalização da universidade, além de traduzir uma
vontade política do governo, significa a adoção de mecanismos
ágeis de apoio a seus programas de ação. Significa, mais do que
isso, o propósito de reestruturá-la como instituição

voltada

para a geração de ciência, conhecimento filosófico, arte e
tecnologia. Reafirma a intenção de situã-la como centro de
elaboração, de formação, de comunicação do saber, como
instituição a serviço do homem, comprometido com o objetivo
estratégico de redução da dependência científica e tecnológica do
País.
Isso significa, que a Universidade deverá preparar
mecanismos capazes de mobilizar esforços para enfrentar um
conjunto de carências e distorções o qual, associado
sócio-econômicos e políticos,

responsável

é

7

a fatores

pelo quadro atual

�do ensino de graduação e de pesquisa, distantes da efetiva
capacitação humana, profissional e técnico-científica.
A manutenção do ensino de baixa qualidade e da pesquisa
sem um objetivo definido contraria qualquer prática pedagógica.
Sabe-se que a elevação dos padrões de qualidade de
ensino e pesquisa não será obtida por normas, regulamentos e
instrumentos burocráticos de inspeção. Esta qualidade está
associada a um conjunto de condições que enformam

o processo

educativo.
Nesse sentido, todos os estudos que têm sido realizados,
em maior ou menor escala, sobre a qualidade do ensino e a
necessidade de aprimoramento e desenvolvimento de pesquisa,
levam invariavelmente à conclusão de que a deficiência das
bibliotecas se inclui entre as principais causas das dificuldades
enfrentadas nessa área de ensino e pesquisa. A biblioteca no
contexto acadêmico se constitui não somente em sua mais importante
infra-estrutura, como também em elemento integrador, uma vez
que a comunidade universitária é, simultaneamente, geradora e
transmissora de conhecimentos.
Foi considerando esses aspectos que a SESu tomou a

firme decisão de priorizar em sua programação o apoio às
bibliotecas. Pretende-se com es.se apoio recuperar o acervo
nacional de ciência

~

tecnologia e também criar condições para

a transformação dessas bibliotecàs em especializados centros de
informação, capazes de assegurar a professores, pesquisadores e
alunos o assessoramento informacional que lhes garanta o acesso

8

�à informação armazenada na universidade e nos demais sistemas
de informação existentes.
A idéia de consolidar a experiência das Bibliotecas
Universitárias Brasileiras em um Sistema seja a nivel
institucional, seja a nivel nacional, vem sendo perseguida desde
a implantação da Reforma Universitária. Em 1972, os dirigentes de
Bibliotecas Centrais formaram um Grupo de Implantação da Comissão
Nacional de Diretores de Bibliotecas Centrais Universitárias,
o qual, no ano seguinte, criou a Associação Brasileira de
Bibliotecas Universitárias (ABBU), cujos objetivos básicos eram
a formulação de uma politica nacional para a área, a colaboraçáo
com os setores nacionais e regionais responsáveis pelo Ensino
Superior, o desenvolvimento de estudos e projetos e a coordenação
de esforços isolados.
Entretanto, a ABBU, por razões politicas e legais, foi
transformada numa Comissão Permanente da Federação Brasileira
de Associação de Bibliotecários, após uma frustrada tentativa de
filiação ao Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras,
e acabou sendo desativada após alguns anos.
Em 1975 com a criação do Núcleo de Assistência Técnica
para Sistemas de Bibliotecas, NAT-08, vinculado ao Departamento
de Assuntos Universitários e de responsabilidade administrativa da
Universidade Federal de Pernambuco, o MEC pretendia prestar
assistência técnica

para implementação e implantação de sistemas de

bibliotecas universitárias. Posteriormente, o NAT-08 vinculou-se ao
programa PREMESU IV.

9

�9utros órgãos do MEC, como a SESu, através de sua
extinta Coordenação de Ciências Agrárias, a CAPES, com a
Assessoria de planejamento Bibliotecário e o COMUT prestaram e
prestam ainda grande apoio às Bibliotecas Universitárias. Tal
apoio, entretanto, tem sido fraccionado devido à inexistência
de diretrizes globais. As ações se desenvolvem em certas áreas da
biblioteca universitária, não considerando outras que necessitam
ser desenvolvidas paralelamente.
Por iniciativa das próprias universidades, foram
realizados em 1978 e 1981, respectivamente no Rio de Janeiro (UFF)
e em Brasília (CAPES/UnB), o 19 e 29 Seminário Nacional de
Bibliotecas Universitárias, cujas conclusões reivindicavam a
constituição de um grupo de estudo para viabilizar a criaçáo de um
Sistema Nacional de Bibliotecas Universitárias.
A criação do Plano Nacional de Bibliotecas
Universitárias, em 24 de abril de 1986, teve como objetivo
-harmonizar e estimular o desenvolvimento das bibliotecas
universitárias".

o

"embrião" do PNBU foi o documento apresentado

pelo IBICT no 49 Seminário Nacional de Bibliotecas
Universitárias (Campinas 1985),0 qual coletou as recomendações
oriundas de diversos seminários e reuniões realizadas sobre o assunto.
A primeira versão do PNBU, preparada pela SESu, foi
discutida por grupo de especialistas e representantes de
bibliotecas universitárias, tendo sido produzida sua
Esta foi distribuída a 80 IES, tendo-se obtido

cerc~

2~

de 300

sugestões. Foi então produzida a versão final do I PNBU.

10

versão.

�Em 24 de abril, portanto, no mesmo dia, o Ministro da
Educação criava também o Programa Nacional de Bibliotecas
Universitárias, com o objetivo maior de assegurar as condições
necessárias à implantação do PNBU. O Programa dispõe atualmente
de um Conselho Técnico Assessor, já instalado, além de uma
Secretaria Executiva.
Vale ressaltar que, do mesmo modo como foi na fase
de planejamento - quando se considerou fundamental o respeito

à autonomia da universidade e às características de suas
bibliotecas-o mesmo princípio orientará as fases posteriores,
bem como todas as atividades do PNBU.
A apresentação do I PNBU marcou o início de nova
etapa de trabalho que contou com a participação da comunidade
universitária. Espera-se contar, para as etapas que se
seguirão em 1987, com a mesma colaboração.
Em 1986, iniciou-se a implantação do PNBU através de
2 projetos: BIBLOS e Programa de Aquisição Planificada de
Periódicos - PAP, ambos voltados para a recuperação do acervo
das bibliotecas. Através do BIBLOS, foram inicialmente apoiadas
83 IES e, posteriormente, 104 projetos oriundos de Bibliotecas
de universidades federais, estaduais, municipais, particulares
e escolas isoladas. Através do PAP foram contempladas 54 IES
correspondendo a cerca de 10.000 assinaturas de periódicos.
A Programação do PNBU para o presente ano incluiu
ações, dentre as quais vale destacar:

11

�a) Acervo
- BIBLOS - o projeto terá continuidade com
características que serão posteriormente divulgadas.
- PAP - a continuidade do Programa está assegurada,
com a participação da FINEP e do CNPq. O PAP não deverá apresentar
crescimento do número de IES beneficiadas nem na quantidade de
assinaturas financiadas.
b) Pessoal
- Curso de especialização para bibliotecários de IES Neste Seminário serão apresentadas três propostas de programas
para o Curso, as quais serão debatidas por grupo de especialistas.
O resultado dos trabalhos será encaminhado ao PNBU, para
operacionalização, com apoio da SESu e CAPES.
- Estudo sobre composição de quadro funcional de
bibliotecas universitárias - Esse estudo será apresentado e
discutido neste Seminário, sendo as recomendações dele resultantes
encaminhadas ao PNBU.
c) Tratamento da informação
- Catalogação cooperativa - Também no presente
Seminário serao apresentados trabalhos sobre o tema, os quais
serão objeto de discussão por grupo de especialistas. As
recomendações do grupo serão igualmente encaminhadas ao PNBU.
d) Serviços
- COMUT - Este Programa continuará realizando suas
operações rotineiras. Concomitantemente a isso, efetuará a
automação dos serviços da Secretaria Executiva e, possivelmente,
elaborará projeto-piloto, junto com o FGNT, para automação das
solicitações e fornecimentos de cópias. Deverá ser realizado
estudo para implantação do COMUTEX.

12

�Acesso is teses brasileiras - O Assunto será
amplamente discutido neste Seminário. Estamos seguros que as
recomendações dele advindas receberão todo o apoio da CAPES e
da SESu, para sua operacionalização.
A SESu, através do PNBU, pretende apoiar as bibliotecas
das IES, independentemente de sua natureza administrativa.
Devemos, no entanto, em função de nossa obrigação legal, dar
prioridade em nossa programação is IES federais, que são
diretamente supervisionadas pelo MEC.
Destacar a importãncia deste Seminário, seria
desnecessário, diante do prestígio que o mesmo desfruta ao
longo desses anos, em que vem sendo realizado. Entretanto, seria
conveniente lembrar que, a partir do 49, ocorrido em 1985, é que
teve início a discussão, da qual resultou o PNBU.
O Seminário presente constituir-se-á em foro de
planejamento dos mais importantes, para a programação do PNBU
em 1987, assegurando, dessa forma, a total participação da
comunidade bibliotecária no Plano Nacional de Bibliotecas
Universitárias.

13

�</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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              <text>Discurso do representante do MEC/SESu sobre o Plano Nacional de Bibliotecas Universitárias- PNBU. Menciona que a biblioteca, no contexto acadêmico se constitui não somente em sua mais importante infra-estrutura, como também em um elememento integrador, uma vez que a comunidade universitária é, simultaneamante geradora e transmissora de conhecimento. Foi considerando este aspecto que a SESu tomou a forte decisão de priorizar em sua programação o apoio às bibliotecas.</text>
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