<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="4098" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.libertar.org/items/show/4098?output=omeka-xml" accessDate="2026-06-04T14:28:28-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="3167">
      <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/29/4098/SNBU2002_088.pdf</src>
      <authentication>6d194adc0325ed44aa326014c56fa349</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="46395">
                  <text>LISTA DE ASSUNTOS FFLCH/USP
(relato de experiência da elaboração)

Maria Célia Amaral
E-mail: mcamaral@usp.br

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Serviço de Biblioteca e Documentação
Av. Prof. Lineu Prestes, Travessa 12, nº 350
Cidade Universitária – Butantã
05508-900 – São Paulo – SP
1

�LISTA DE ASSUNTOS FFLCH/USP
(relato de experiência da elaboração)

Maria Célia Amaral(*)
Resumo : Este projeto tem o propósito de apresentar o produto de um trabalho de pesquisa terminológica, sistemática,
monolíngüe, relativa aos termos a serem utilizados pelos bibliotecários do processamento técnico da Biblioteca da
FFLCH/USP, no processo de análise documentária. Numa primeira etapa apresentamos um levantamento parcial. Os
demais termos serão incorporados em etapa posterior a ser definida. Justificamos a necessidade deste trabalho
normalizador, cujo cerne é uma lista de termos/descritores classificada e arranjada alfabeticamente, pelo fato de existirem,
atualmente, diferentes listas para cada uma das seções do SBD. O público-alvo desta pesquisa, é constituído,
principalmente, pelos bibliotecários do processamento técnico do SBD/FFLCH/USP. O “corpus” tomado por base para o
levantamento dos termos r epresentativos das diversas áreas da estrutura curricular da FFLCH, constitui-se de
enciclopédias e dicionários gerais e especializados, obras da coleção básica, tesauros, “corpus”de divulgação e, várias
edições do sistema de classificação decimal de Melvil Dewey (CDD). A macroestrutura da Lista de Assuntos compreende
os campos conceituais formadores dos domínios das dez classes principais da CDD. A presente lista é formada por 1798
termos e remissivas. Contém, lista de siglas e abreviaturas, anexos com par te da estrutura temática, informações sobre o
uso das tabelas de autor (Cuttern-Sanborn e “PHA”) e, bibliografia utilizada.

1. INTRODUÇÃO

As linguagens documentárias (LD) são instrumentos auxiliares da análise documentária
(AD) e, são também são determinant es para a recuperação da informação. Dentre os vários
tipos existentes, podemos classificá-las em dois grupos: as pré-coordenadas, que combinam ou
coordenam os termos no momento da indexação, como por exemplo, os sistemas de
classificação CDD, CDU, LC, de Ranganathan, que são considerados as mais antigas linguagens
documentárias. Abrangem todas as áreas do conhecimento e, representam os conceitos através
de notações compostas de números, letras ou a mistura de ambos. Atualmente, têm basicamente
a função, de ordenar por assunto, os livros nas estantes. As listas de cabeçalhos de assunto,
também linguagens pré-coordenadas, são listas gerais que arrolam termos de todas as áreas do
conhecimento, alfabeticamente organizadas, com sinais como o traço, a vírgula e o parêntese
para estruturar os cabeçalhos indiretos. Apresentam sinais de relação entre os cabeçalhos. No
Brasil, as mais conhecidas são a Library of Congress Subject Headings e a Sears List of Subject
Headings.

(*) Bibliotecária-chefe do Serviço Técnico de Livros do Serviço de Biblioteca e Documentação

2

�da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. E-mail: mcamaral@usp.br

As linguagens de indexação pós-coordenadas, são as que combinam ou coordenam os
termos no momento da busca. As mais conhecidas são o sistema Unitermo, criado por Mortimer
Taube em 1953 e, os tesauros, que baseados nas classificações facetadas, apresentam relações
de equivalência, hierárquicas (gênero/espécie; coisa/tipo), relações parte/todo, poli-hierárquicas,
relações associativas e/ou não-hierárquicas. Possuem sinais para indicar a função dos
descritores. Ex: TG (BT) = termo geral; TE (NT) = termo específico.

Ao realizar a análise documentária, o bibliotecário executa “um conjunto de
procedimentos com o fim de expressar o conteúdo de documentos, sob formas destinadas a
facilitar a recuperação da informação“ ( CUNHA, 1987, p.38), considerando sempre, que
fatores sócio -culturais, ideológicos e lingüísticos naturalmente interferem nestas operações
semânticas.

A leitura, a compreensão e a transposição destes signos está diretamente relacionada
com o sucesso/insucesso na busca da informação processada. Datam da década de 70, as
primeiras pesquisas acerca do processo de análise documentária e, das inevitáveis questões
lingüísticas envolvidas (SMIT, 1987, p.5).

Como elemento do processo comunicativo acervo/pesquisador, a AD expressa a
integração e a fragmentação, diversidades e desigualdades, o jogo dos conflitos e das
acomodações do discurso, especialmente no âmbito das Ciências Humanas, onde a comunicação
se estabelece em vários níveis de especialização; vão desde um nível de alta especialidade até os
chamados discursos de banalização científica.

A elaboração de um instrumento com o objetivo de padronizar, exigiu a utilização de
técnicas combinadas de documentação e de terminologia, afim de se obter representações
semelhantes de um mesmo documento, submetido a diferentes bibliotecários/analistas e também,
para tornar este instrumento de trabalho eficaz, ao evitar ambigüidades na comunicação
documentária.

3

�1.1 Justificativa

Por serem antigas, múltiplas e inconsistentes as Listas de Assuntos existentes no
SBD/FFLCH, justifica-se a necessidade da elaboração de um novo instrumento auxiliar do
trabalho de análise documentária.

As antigas listas, são um produto da compilação de cabeçalhos de assuntos, criados
aleatoriamente e, apostos na parte superior das fichas catalográficas, que remetiam à notação da
obra indexada. Assim, por exemplo: à uma obra cujo assunto principal era o COMUNISMO e,
portanto cuja notação seria 335.43 (CDD), foram atribuídos cabeçalhos de assunto como
ECONOMIA, TRABALHO, PROPRIEDADE, e, também a estes, naturalmente, foi atribuída a
mesma notação, pois tratava-se da mesma obra analisada. As notações CDD dos últimos
cabeçalhos mencionados seriam, respectivamente 330, 331 e 333.3232.

Pelo fato de não contextualizar os termos, as antigas listas acabavam por induzir a erros
ou distorções nas análises documentária e temática dos documentos. Podemos ilustrar este
fenômeno “polissêmico” da seguinte forma:

COMUNISMO (335.43)
ECONOMIA (330)
335.43
TRABALHO (331)
PROPRIEDADE (333.3232)

Como a notação determina a localização dos livros na estante, pode-se deduzir as
conseqüências destes “desvios” para a organização do acervo e para a recuperação da
informação.

Assim como a terminologia, a documentação visa atender a uma exigência de
padronização, para que haja comunicação sem ambigüidades, isto é, um termo/descritor deve
expressar apenas um conceito e vice-versa.

4

�Além disso, as listas do SBD/FFLCH, que foram elaboradas há mais de 10 anos sem
atualizações ou correções, deixam de contemplar um grande número de conceitos novos
surgidos neste período. Outros termos caíram em desuso ou evoluíram semanticamente e, devem
ser eliminados, substituídos ou transformados em remissivos.

1.2 Objetivos do trabalho
O trabalho propõe-se a cumprir os seguintes objetivos:

1.2.1 Contribuir para a melhoria da qualidade da análise documentária dos textos/documentos
do SBD/FFLCH/USP;

1.2.2 Elaborar uma lista de termos/descritores, classificada, com base em um “corpus”
determinado, com a finalidade de auxiliar os bibliotecários do processamento técnico nas
operações de análise documentária.

2. FUNDAMENTOS TEÓRICOS

“A fines del siglo XX, cuando la ciencia y la tecnologia forman y
determinan una parte esencial de nuestra existencia con un impacto
nunca antes experimentado, parece existir el acuerdo general de que las
terminologías

– las palabras y frases usadas en el discurso

especializado – constituyen un elemento del lenguaje

de creciente

importancia. ... y es también natural que se haja creado una profesión
de especialistas en información y comunicación entre los especialistas y
el público profano, superando así los obstáculos terminológicos creados
por el contacto de lenguas. “ (CABRÉ, 1993, p.11).

2.1 Comunicação

A palavra “comunicação” deriva do latim “ communicare”, que significa ‘fazer saber’,

5

�‘participar’.

A comunicação é, genericamente, permuta, ou troca de informação – que se processa
entre um emissor, que envia a mensagem, e um receptor, que a recebe. Para que a comunicação
se estabeleça, é necessário haver um canal, um meio de comunicação e um código conhecido,
ainda que parcialmente, por ambos, emissor e receptor.

EMISSOR

MENSAGEM

RECEPTOR

Canal

(Representação esquemática da comunicação)

Shanon e Weaver, propõem um esquema geral de comunicação que permite a
identificação de seis partes do processo comunicativo:

1. a fonte da mensagem - constituída de vários elementos, que são o repertório do emissor:
letras, palavras, números, etc... e, por um sistema de regras, destinadas a ordenar aqueles
elementos, para transformá-los em mensagem.
2. o destino da mensagem – o receptor, como o emissor, também possui o seu repertório,
embora diversos, nos casos mais gerais, possuem, no entanto, uma parte comum, para que a
comunicação seja possível.
3. o emissor – transforma, converte os sinais ou signos. É tarefa do emissor efetuar uma
codificação que permita levar a mensagem de uma linguagem para outra.
4. o receptor – converte os sinais ou signos, decodificando-os, ou seja, retorna a mensagem à
linguagem inicialmente formulada.
5. o canal – o meio que torna possível a transmissão da informação. Podem ser: livros, discos,
fitas gravadas, quadros, etc.
6. o objetivo de cada comunicação é partilhar informações. Esse objetivo pode ser afetado por
diferentes fatores.

A comunicação documentária segue, em linhas gerais, o mesmo processo, no entanto sua

6

�função é restritiva a contextos documentários, ou seja, devem tornar possível a comunicação
usuário/sistema.

2.2 Terminologia

A terminologia é um termo polissêmico usado para denominar diversos conceitos.
Selecionamos aqui algumas definições:

FELBER:

a) “Ciência da terminologia, campo inter/transdisciplinar do conhecimento que trata dos
conceitos e de suas representações (termos, símbolos, etc.).
b) Conjunto de termos que representam o sistema e conceitos de uma área determinada do
conhecimento.
c) Publicação em que o sistema de conceitos de uma determinada área do conhecimento é
representado por termos”. (FELBER, 1987, p. 1)

RONDEAU:

a) “O conjunto de termos de uma área, ou de uma disciplina.
b) Os métodos de coleta e classificação de termos, de criação de neologismo, de padronização
de termos, de difusão de termos.
c) Uma ciência cujo objeto de estudo é de natureza lingüística, mas que abrange na sua
essência várias disciplinas e se fundamenta na Lingüística , na Lógica, na Ontologia, na
Normalização e na Informática”. (RONDEAU, 1984, p. 18)

CABRÉ:

a) “El conjunto de princípios y bases conceptuales que rigem el studio de los términos”.
b) El conjunto de directrices que se utilizan en el trabajo terminográfico.
c) El conjunto de términos de una determinada área de especialidad”. (CABRÉ, 1993, p. 82)

7

�ISO 1087:
“Conjunto de termos que representa um sistema de conceitos de um domínio particular”.
(Norma Internacional, que trata do vocabulário da terminologia)

Para alguns autores, entre eles os da Escola Germano-Austríaca, a terminologia
subdivide-se em terminologia descritiva e terminologia prescritiva. A terminologia descritiva,
segundo Felber (1987, p. 10-11) é o registro de dados terminológicos de conceitos isolados em
uma ou mais línguas, citando-se a fonte, sempre que possível.
A terminologia prescritiva atende a uma exigência de padronização que visa à comunicação sem
ambigüidade, por isso, a polissemia, a homonímia e a sinonímia devem ser evitadas.

2.3 Linguagens documentárias
Uma linguagem documentária (LD) é um conjunto de termos, providos ou não de regras
sintáticas, utilizado para representar conteúdos de documentos técnicos – científicos, com fins de
classificação ou busca retrospectiva de informações “ (GARDIN apud CINTRA et al,1994, p.
25)”. Para o autor, uma LD deve integrar três elementos básicos:
-

um léxico, identificado com uma lista de elementos descritores, devidamente filtrados e
depurados;

-

uma rede paradigmática para traduzir certas relações essenciais e, geralmente estáveis, entre
os descritores; e

-

uma rede sintagmática destinada a expressar as relações contingentes entre os descritores,
relações essas que só são válidas no contexto particular onde aparecem. (CINTRA et al,
1994, p. 25).

As LDs são formadas de palavras preferenciais, combinando palavras de vocabulários de
deter minados domínios e palavras utilizadas pelo usuário, englobando vários discursos,
cumprindo assim a sua função intermediadora, sua função “tradutora”.

3. METODOLOGIA DE TRABALHO

8

�Na elaboração de nosso trabalho, tomamos por base alguns procedimentos da
terminologia prescritiva, i. é., buscamos a comunicação sem ambigüidades: cada termo
selecionado deve expressar apenas um conceito e vice-versa.

A coleta dos dados consistiu em “garimpar” termos nos textos das diversas áreas, o
processamento constituiu-se de operações de delimitação, de sistematização e representação de
conceitos; a organização, diz respeito à preparação da lista para apresentação com base em
alguns pressupostos teóricos, procuramos respeitar as recomendações técnicas e formais
exigidas pelo trabalho terminológico.

Segundo critérios adotados por Cabré (1993), este trabalho pode ser classificado como
monolíngue, no que se refere ao número de línguas e, quanto à abrangência, pode ser
considerado como uma pesquisa sistemática, pois procura abranger todo o vocabulário das áreas
em questão. A função normalizadora, restringe-se ao uso dos termos no âmbito da análise
documentária.

Inicialmente, foi feita uma pesquisa bibliográfica para levantar textos básicos das áreas e,
textos para a fundamentação teórica e metodológica do trabalho terminológico. Freqüência a
cursos de terminologia e consulta a especialistas, foram recursos também utilizados nesta
pesquisa.

Na pesquisa terminológica, com metodologia temática, três procedimentos podem ser
utilizados: o procedimento onomasiológico, que parte dos conceitos classificados em forma
sistemática fazendo-os corresponder aos respectivos termos; o procedimento semasiológico, que
parte da unidade lexical ou de sintagmas oriundos do discurso falado ou escrito que são
considerados termos. Este procedimento baseia -se nos métodos lexicológicos e lexicográficos e,
consiste em fazer o levantamento das denominações que pertencem a um determinado domínio
ou subdomínio, para em seguida, analisar as noções que representam e, assim classificá-las
hierarquicamente; o procedimento misto, mais comumente utilizado, consiste na utilização
simultânea dos dois procedimentos citados anteriormente. Neste trabalho, foi utilizado o
procedimento misto, porque se configurou como mais adequado para o proposto. Numa

9

�primeira etapa, estabeleceu-se a árvore de domínio com base na CDD. Num segundo momento,
procedeu-se à coleta dos termos, e finalmente, os termos foram analisados quanto às noções que
representam, para serem posteriormente classificados segundo sua situação dentro da árvore de
domínio. As fichas terminológicas foram elaboradas com os seguintes dados: termo, na forma
lematizada, ou seja, limitados à sua forma morfológica básica (substantivos e adjetivos sempre no
masculino singular, com exceção para os casos em que os substantivos aparecem sempre no
plural ou são femininos); termo(s) remissivo(s), constituído(s) por sinônimos ou quase-sinônimos;
nota de escopo, definição do termo + fonte; termo genérico ou hiperônimo; e número de
classificação CDD.

3.1 Critérios para a escolha dos termos

Estabelecemos inicialmente o limite de três classes ou domínios principais para a coleta
dos termos, respectivamente, as classes 100 (Filosofia); classe 200 (Religião) e, classe 300
(Ciências sociais), que inclui os subdomínios Antropologia, Política e Sociologia. Posteriormente,
termos de áreas já trabalhadas em projetos anteriores foram incorporados. São os termos
pertencentes às seguintes áreas: literatura, língua, civilização e culturas grega, latina, árabe,
armênia, chinesa, coreana, japonesa, romena, russa, hebraica e, literatura sânscrita, do Projeto
de Transliteração (1998). Foram inclusos também os termos das classes 100, 200 e 300 da nova
lista/USP,coletados para o Projeto Meta 01, do SIBi/USP.

Para a seleção desses termos, utilizamos os critérios da pertinência e da
representatividade, independente da sua freqüência.

Foram incorporados os termos substantivos e em alguns casos para evitar ambigüidades,
esses substantivos foram adjetivados ou combinados com outros substantivos, utilizando-se os
sinais convencionais de relação entre os termos, contextuando-os assim em sua área de domínio.
Nomes próprios, siglas e títulos de coleções também constam da lista. Os termos remissivos são
identificados pela entrada em itálico. Os termos adotados estão sempre em caixa alta.

3.2 Elaboração da lista

10

�Com base nos dados coletados nas fichas terminológicas previamente elaboradas,
estruturamos o nosso trabalho da seguinte forma :

A macroestrutura é composta de uma introdução contendo a justificativa e objetivos da
lista; os fundamentos teóricos que balizaram o trabalho; a metodologia utilizada e a lista
propriamente dita, contendo os termos ordenados alfabeticamente com suas respectivas
classificações baseadas nas dez classes ou campos conceituais da CDD e, em anexo, mapa de
distribuição das Tabelas de Cutter -Sanborn e PHA e, bibliografia utilizada na execução do
trabalho.

A microestrutura observou que os termos adotados fossem destacados pela
apresentação gráfica (sempre em caixa alta) e, quando apresentassem ambigüidade ou
dificuldade de compreensão fossem contextualizados. Os termos remissivos figuram com
caracteres itálicos.

BIBLIOGRAFIA
1. AITCHISON, J.; GILCHRIST, A. Manual para construção de tesauros. Rio de Janeiro :
BNG/BRASILART, 1979. 142 p.
2. ALVES, I.M. Neologismo : criação lexical. São Paulo : Ática, 1990. 93 p.
3. AUBERT, F.H. Introdução à metodologia da pesquisa terminológica bilingüe. São Paulo :
FFLCH/CITRAT, 1996. 99 p. (Cadernos de Terminologia;2)
4. BARBOSA, M.A. Contribuição ao estudo de aspectos da tipologia de obras lexicográficas.
Ciência da Informação , Brasília, v.24, n.3, p. 322-327, set./dez. 1995.
5. CABRÉ, M.T. La terminologia : representación y comunicación - elementos para una teoría
de base comunicativa y otros artículos. Barcelona : Universidad Pompeu Fabra. Instituti
Universitari de Lingüística Aplicada, 1999. 369 p.
6. __________. La terminología : teoría, metodología, aplicaciones. Barcelona : Editorial
Antártida/Empúries, 1993. 529 p..

11

�7. ___________. La terminología hoy: concepciones, tendencias y aplicaciones. Ciência da
Informação, Brasília, v.24, n.3, p.289-298, set./dez. 1995.
8. CINTRA, A.N.M. et al. Para entender as linguagens documentárias. São Paulo :
Pólis/APB, 1994. 72 p. (Coleção Palavra Chave; 4)
9. A CONSTITUIÇÃO da normalização terminológica no Brasil. Cadernos de Terminologia,
São Paulo, n.1, 1996.
10. CUNHA, I.M.R.F. A análise documentária. In: SMIT, J. (Org). Análise documentária : a
análise da síntese. Brasília : IBICT, 1987. p. 37-60.
11. CURRÁS, E. Tesauros : linguagens terminológicas. Brasília : IBICT, 1995. 286 p.
12. DUBOIS, J. et al. Dicionário de lingüística. São Paulo : Cultrix, 1988. 653 p.
13. DUBUC, R. Manuel pratique de terminologie . 2.ed. Montréal : Linguatech, 1985.
14. FELBER, H. Manuel de terminologie. Paris : UNESCO/Infoterm, 1987.
15. GOMES, H.E. (Coord). Diretrizes para a elaboração de tesauros monolíngües. Brasília,
IBICT, 1984. 70 p.
16. GUSMÃO, H.R. Tesauros : análise e utilização. Niterói : CEUFF, 1985. 126 p.
17. ISO 1087. Principes de terminologie. Génève: ISO, 1990.
18. JAKOBSON, R. Lingüística e comunicação. São Paulo : Cultrix, 1985. 162 p.
19. LUCAS, C.R. Leitura e interpretação em biblioteconomia . Campinas : Editora da
UNICAMP, 2000. 91 p. (Coleção Pesquisas)
20. MACHADO, M.D. Aspectos para um vocabulário técnico-científico da área
biomédica, sub-domínio de ortopedia e traumatologia : tratamento lexicográfico e
terminológico, 1997. (Dissertação de Mestrado) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências
Humanas da Universidade de São Paulo.
21. SMIT, J. (Coord). Análise documentária : análise da síntese. Brasília : IBICT, 1987. 133
p.

12

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="29">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="42108">
                <text>SNBU - Edição: 12 - Ano: 2002 (UFPE - Recife/PE)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="42109">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="41">
            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="42110">
                <text>Tema: Bibliotecas universitárias: espaços de (r) evolução do conhecimento e da informação.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="42111">
                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="42112">
                <text>UFPE&#13;
</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="42113">
                <text>2002</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="42114">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="42115">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="42116">
                <text>Recife (Pernambuco)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="46387">
              <text>Lista de assuntos FFLCH/USP: relato de experiência da elaboração.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="46388">
              <text>Amaral, Maria Célia</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="46389">
              <text>Recife (Pernambuco)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="46390">
              <text>UFPE</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="46391">
              <text>2002</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="46393">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="46394">
              <text>Este projeto tem o propósito de apresentar o produto de um trabalho de pesquisa terminológica, sistemática, monolíngüe, relativa aos termos a serem utilizados pelos bibliotecários do processamento técnico da Biblioteca da FFLCH/USP, no processo de análise documentária. Numa primeira etapa apresentamos um levantamento parcial. Os demais termos serão incorporados em etapa posterior a ser definida. Justificamos a necessidade deste trabalho normalizador, cujo cerne é uma lista de termos/descritores classificada e arranjada alfabeticamente, pelo fato de existirem, atualmente, diferentes listas para cada uma das seções do SBD. O público-alvo desta pesquisa, é constituído, principalmente, pelos bibliotecários do processamento técnico do SBD/FFLCH/USP. O “corpus” tomado por base para o levantamento dos termos r epresentativos das diversas áreas da estrutura curricular da FFLCH, constitui-se de enciclopédias e dicionários gerais e especializados, obras da coleção básica, tesauros, “corpus”de divulgação e, várias edições do sistema de classificação decimal de Melvil Dewey (CDD). A macroestrutura da Lista de Assuntos compreende os campos conceituais formadores dos domínios das dez classes principais da CDD. A presente lista é formada por 1798 termos e remissivas. Contém, lista de siglas e abreviaturas, anexos com par te da estrutura temática, informações sobre o uso das tabelas de autor (Cuttern-Sanborn e “PHA”) e, bibliografia utilizada.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="67624">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
  <tagContainer>
    <tag tagId="16">
      <name>snbu2002</name>
    </tag>
  </tagContainer>
</item>
