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ANÁLISE DAS INSTRUÇÕES AOS AUTORES UTILIZADAS PELOS
PERIÓDICOS DO PORTAL PEPSIC
NASCIMENTO, M. M.1

RESUMO
Foram analisadas as “Instruções aos autores” em 57 periódicos latino-americanos
disponíveis no portal de Periódicos Eletrônicos em Psicologia (PEPsic). Os dados
serviram de base para o estudo dos itens: forma de apresentação das citações no
texto e referências no final do artigo e a presença de resumos e descritores em mais
de um idioma, como exigência aos autores para publicação de seus artigos. Os
resultados obtidos evidenciam que existe uma diferenciação entre os tipos de estilo
de referências adotados pelos periódicos, embora haja uma grande tendência entre
os editores em se adotar o estilo APA. Quanto às exigências em apresentar resumos
e descritores em mais de um idioma, ficou evidente que o idioma inglês é mais
solicitado. Isso permite concluir que autores e profissionais da informação devem
estar atentos a essa grande diversidade de padrões existentes e que os editores
devem adotar estilos de normalização que não deixem dúvidas aos autores.
Palavras-chave: Editoração. Periódicos. Psicologia.

ABSTRACT
Analyze the "Instructions to authors" in 57 Latin American periodicals available on the
portal of Electronic Journals of Psychology (PEPsic). The data served as the basis
for the study of items: manner of presentation of quote in the text and list of
references, and the presence of summaries and descriptors in more than one
language. The results showed the distinction between types of reference style
adopted by journals, although there is a big trend among publishers to adopt the APA
style. As the requirements to submit abstracts and descriptors in more than one
language, it was evident that English is the language most usual. This indicates that
authors and professionals in the information must be attentive to the great diversity of
existing standards and that publishers should adopt style that leave no doubt to
authors.
Keywords: Publishing. Periodicals. Psychology.

�2

1 INTRODUÇÃO
O periódico se consolidou há muito tempo como o principal instrumento de
divulgação científica em todo o mundo. Desde sua origem, datada de 1668, até os
dias atuais, o periódico científico passou por diversas transformações. A evolução da
ciência, o surgimento de agências de fomento à pesquisa, mudanças nas carreiras
acadêmicas, entre outras coisas, contribuíram para o crescimento da produção
científica e, conseqüentemente, para o aumento na produção de periódicos,
tornando-os cada vez mais temáticos e específicos.
Essas mudanças ocasionaram problemas no modo tradicional de produzir
o periódico, como por exemplo, a morosidade na divulgação dos resultados obtidos
com pesquisas, elevado custo de produção - tornando o produto mais caro para
aquisição, aumento da diversidade de títulos, ocasionando maiores dificuldades na
localização e recuperação da informação relevante (GRIEBLER; MATTOS, 2007).
Com as rápidas transformações ocorridas no mundo globalizado, não se
pode mais pensar no periódico como antes, pois a demora no processo editorial e a
dificuldade na aquisição por parte de alguns países podem significar atrasos no
desenvolvimento de estudos, pesquisas e descobertas científicas. Soma-se a isso,
conforme Mendes e Marziale (2002), o fato de hoje, os próprios cientistas já exigirem
maior agilidade na divulgação, intensificando o problema da editoração.
O desenvolvimento e aprimoramento das Tecnologias de Informação e
Comunicação (TICs) vieram contribuir para suprir as barreiras geográficas, facilitar e
democratizar o acesso à informação, e também contribuíram para aumentar a
produção de títulos de periódicos científicos. Em muitos casos esses periódicos são
produzidos

no

formato

eletrônico,

aumentando

sua

visibilidade

(DANTAS;

CAREGNATO, 2007).
Nesse contexto, tais acontecimentos, acarretaram a necessidade de se
desenvolver padrões de qualidade para a produção de periódicos científicos. Na
literatura, podem-se encontrar vários artigos sobre avaliação de periódicos técnicos
e científicos, o que demonstra a necessidade de se estabelecer critérios para
mensurar a qualidade da informação neles registrada.

�3

Segundo estudo realizado por Yamamoto et al. (2002) um dos problemas
de qualidade encontrado nos periódicos científicos é a falta de normalização dos
artigos, o que dificulta a indexação em bases de dados reconhecidas.
Em uma investigação realizada em 19 periódicos brasileiros que publicam
artigos de cirurgia, Goldenberg et al. (1995) concluíram que há falta de clareza,
objetividade e homogeneidade das informações disponíveis nas “instruções aos
autores” em toda a amostra analisada.
Para Castro, Ferreira e Vidili (1996), que analisaram 311 títulos de
periódicos latino-americanos, o quesito normalização nos periódicos obedece aos
critérios desejáveis de apresentação. Mesmo assim, a “baixa freqüência de
normalização das referências bibliográficas nos artigos prejudica a identificação e
localização da bibliografia citada, o que pode ser indicativo de pouco rigor científico
na apresentação de trabalhos nesses periódicos”. Constataram, também, que os
descritores (palavras-chave), que deveriam ser agregados pelos autores ou editores,
na maioria dos casos analisados é praticamente inexistente.
Visto isso, esse trabalho procurou analisar as “Instruções aos autores” dos
periódicos disponíveis no portal PEPsic (Periódicos Eletrônicos em Psicologia), no
que diz respeito à apresentação de referências e citações no texto e ao uso de
descritores e resumo em mais de um idioma.

1.1 A importância da normalização
“NORMALIZAR É SALUTAR. Evita angústias e confusões. Principalmente
quando a normalização é CONSENSO E UNIVERSAL.” São essas as palavras de
Goldenberg (2000) em seu editorial para a revista Acta Cirúrgica Brasileira.
A normalização das publicações científicas, conforme uma revisão da
literatura sobre o assunto realizada por Delgado López-Cózar (1997), é fator
essencial para assegurar aos autores intelectuais do trabalho a legitimidade, a
continuidade, a credibilidade e a acessibilidade de suas investigações.

�4

Além disso, significa ganho de tempo e economia de esforços por parte de
todos os agentes da informação, como é o caso dos editores dos periódicos
científicos, implicando numa maior racionalização dos processos produtivos.
Para os bibliotecários, ainda segundo Delgado López-Cózar, identificar de
maneira rápida e precisa os elementos informativos para a análise documental
contida nos artigos, possibilita implantar serviços de difusão e de recuperação da
informação mais eficiente.
Para os leitores dos periódicos, implica no aumento e na melhora da
informação consumida, uma vez que propicia e beneficia a captação de dados e
idéias.

1.2 A escolha do portal PEPsic (Periódicos Eletrônicos em Psicologia)
O PEPsic (Periódicos Eletrônicos em Psicologia), é fruto da parceria entre
a Biblioteca Virtual em Saúde – Psicologia (BVS-Psi) e a Associação Brasileira de
Editores Científicos de Psicologia (ABECiP).
A escolha do portal para subsidiar a análise dos padrões adotados pelas
revistas de psicologia se deu pelo fato de ser um instrumento de pesquisa de acesso
livre, democrático e universal, e permite aos editores disponibilizarem suas coleções
de periódicos científicos de maneira descentralizada.
No ano de 2006 o PEPsic foi incorporado ao Portal de Periódicos CAPES
e considerado como fonte de informação essencial para a área da psicologia.1

2 MÉTODO
A partir do portal de revista PEPsic (Periódicos Eletrônicos em Psicologia),
foram analisados 57 títulos de periódicos (Anexo 1), conforme descrito na tabela 1,
de 11 países latino-americanos.

1

Informações extraídas do site PEPsic, em www.bvs-psi.org.br

�5

Tabela 1 - Distribuição de títulos de periódicos analisados por país

País
Argentina
Brasil
Chile
Colômbia
Costa Rica
Cuba
México
Peru
Republica Dominicana
Uruguai
Venezuela

Títulos analisados
2
42
1
5
1
1
1
1
1
1
1

Foram analisadas as “Instruções aos autores” em cada um dos periódicos,
no que diz respeito à forma de apresentação das referências bibliográficas no texto
(citação) e no final do artigo (lista de referências) e a presença de resumos e
descritores em mais de um idioma, como exigência aos autores para publicação de
seus artigos.
Os dados obtidos foram organizados em grupos e tabelados, conforme
apresentados a seguir.

3 RESULTADOS E DISCUSSÃO
A análise das informações contidas nas “Instruções aos autores” dos
periódicos disponíveis no portal PEPsic mostrou que há uma tendência por parte dos
editores em adotarem estilos de normalização internacional.
Dos 57 títulos analisados, 30 utilizam as recomendações do Manual de
Publicação,

editado

pela

Associação

Americana

de

Psicologia

(American

Psychological Association, APA) para a elaboração das referências e citações no
texto. Em dois deles, a recomendação é utilizar o estilo do Grupo de Vancouver,
também conhecido como Comitê Internacional de Editores de Revistas Médicas
(International Committee of Medical Journal Editors, ICMJE), em um caso,
recomenda-se utilizar APA, Vancouver ou ISO (International Organization for
Standadization). Entre as 42 revistas brasileiras analisadas, 11 utilizam a norma

�6

NBR 6023 da Associação Brasileira de Normas Técnica (ABNT), essa norma é
regulamentada para uso no Brasil.
Do total de títulos analisados, 13 não especificam o padrão a ser seguido
ou não disponibilizam instruções. Nesse grupo, encontraram-se cinco títulos que não
disponibilizam as instruções no site PEPsic, enquanto oito títulos não especificam o
padrão mas trazem exemplos de como proceder para elaborar as referências e
citações.
Esses dados podem ser confirmados na tabela abaixo:
Tabela 2 - Distribuição por tipo de normalização utilizada para elaboração de
referências e citações no texto

Instruções
Utilizam APA
Utilizam ABNT
Utilizam Vancouver
Utiliza APA/Vancouver/ISO
Exemplos próprios
Exemplos de acordo com APA
Exemplos de acordo com ABNT
Não disponibilizam instruções

no. de revista
30
11
2
1
5
1
2
5

%
52,6
19,3
3,5
1,8
8,7
1,8
3,5
8,7

Pode-se notar, por essa análise, que é crescente entre os editores de
revistas de psicologia, a adoção dos modelos de referências e citações propostos
pela APA, visto a prevalência de 52,6% do uso deste estilo de normalizar nos
periódicos analisados.
Em estudo anterior, Sabadini, Nascimento e Cadidé (2006) constataram
que entre as revistas brasileiras disponíveis eletronicamente em portais de acesso
livre na Internet, 51% delas utilizam o estilo APA, o que corrobora com os resultados
aqui encontrados. Das revistas brasileiras analisadas, 22 utilizam o estilo APA, o que
correspondem a 52,4%. Apesar disso, ainda é grande a diversidade de padrões
adotados pelas revistas brasileiras de psicologia.
Entre os títulos internacionais analisados, há predominância pela adoção
do estilo APA. Embora a amostragem seja pequena, é possível verificar, conforme a
tabela 3, que a padronização elaborada pela Associação Americana de Psicologia,
está sendo aceita e adotada pelos editores.

�7

Tabela 3 - Distribuição pela adoção do estilo APA por países

País
Argentina
Brasil
Chile
Colômbia
Costa Rica
Cuba
México
Peru
Rep. Dominicana
Uruguai
Venezuela

no. de revistas
analisadas
2
42
1
5
1
1
1
1
1
1
1

Adotam o estilo APA

%

Não informam
22
1
4
1
Não informa
Não informa
1
1
Não informa
1

52,4
100
80
100
100
100
100

Quanto às exigências para apresentação de resumos e descritores em
mais de um idioma, verificou-se que é predominante entre as revistas a utilização do
idioma inglês. Dos títulos analisados que apresentam aos autores a instrução para
redigirem resumos e descritores, apenas 3,5% não indicam fazê-los em inglês.
Mesmo assim, exigem um segundo idioma, nesse caso específico, o idioma adotado
é o espanhol, conforme demonstrado na tabela abaixo:
Tabela 4 - Idioma dos resumos e descritores adotado pelas revistas analisadas

Idioma dos resumos e
descritores
Português/Inglês
Português/Espanhol
Português/Inglês/Espanhol
Português/Inglês/Espanhol/Francês
Espanhol/Inglês
Inglês/Francês/Espanhol
Português/Inglês/Francês
Português com Inglês opcional
Idioma original do texto e Inglês
Não tem a instrução

no. de revistas

%

22
2
10
2
4
1
1
1
6
8

38,5
3,5
17,5
3,5
7,1
1,7
1,7
1,7
10,5
14,1

Nota-se, conforme apresentado na tabela 1, que a maioria das revistas
presentes no PEPsic é editada no Brasil, o que justifica a grande ocorrência do
idioma português na elaboração dos resumos e dos descritores. Percebe-se,
também, que em muitos casos, as revistas exigem um terceiro idioma, na sua
maioria, é solicitado o idioma espanhol.

�8

Isso indica que os editores das revistas de psicologia preocupam-se em
tornar suas revistas com maior visibilidade internacional, tendo em vista a
necessidade de atingir o público também no exterior.
Vale ressaltar que o autor que queira publicar seu trabalho deve redigi-lo
de acordo com as exigências determinadas pelo editor do periódico escolhido. “Eis
por que o sucesso de um bom trabalho científico não depende apenas da
qualificação e da competência dos autores que são analisados pelos referees, mas,
principalmente do veículo de divulgação” (GOLDENBERG et al., 1995, p. 58).

4 CONCLUSÃO
Por essa análise pode-se concluir que embora haja prevalência entre as
revistas de psicologia em adotar os padrões propostos pela APA - uma vez que
52,6% dos títulos analisados indicam sua utilização na elaboração de referências e
citações no texto -, ainda existe uma grande diversidade na adoção de padrões
editoriais normativos.
A importância de se adotar padrões, conforme divulgado na literatura
acima citada, faz com que entidades de classe de várias áreas do conhecimento
estabeleçam seus critérios, dificultando aos editores a escolha de um padrão
uniforme, principalmente em áreas multidisciplinares como é o caso da psicologia.
Nesse contexto, cabe aos autores uma atenção especial no tocante às
exigências editoriais estabelecidas pelas revistas ao redigirem e submeterem seus
trabalhos para apreciação.
Para os bibliotecários e profissionais que trabalham com a organização da
informação, é importante salientar que esses devem desenvolver habilidades para
trabalhar com uma gama tão diversificada de padrões, uma vez que, muitas revistas
contam com o trabalho do bibliotecário para realizar a normalização técnica dos
artigos a serem publicados, pois a maioria das revistas científicas é produzida em
universidades. Além disso, são esses profissionais que organizam índices e banco
de dados, tornando a informação acessível.

�9

Aos editores, ao estabelecerem as “instruções aos autores”, é importante
que as façam de forma clara e objetiva, buscando minimizar dúvidas por parte dos
autores. É importante também ressaltar, que essas instruções devem estar sempre
atualizadas nos websites das revistas e também nos portais eletrônicos, pois esses
canais facilitam a busca de informação.

REFERÊNCIAS
CASTRO, R. C. F.; FERREIRA, M. C. G.; VIDILI, A. L. Periódicos latino-americanos:
avaliação das características formais e sua relação com a qualidade científica.
Ciência da Informação, Brasília, v. 25, n. 3, 1996. Disponível em
http://www.ibict.br/cienciadainformacao/viewarticle.php?id=500&amp;layout=abstract.
Data de acesso: 03 de jun. de 2008.
DANTAS, G. G. C.; CAREGNATO, S. E. Busca e uso de informação em periódicos
científicos eletrônicos. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA
INFORMAÇÃO – ENANCIB, 8., 28 a 31 de outubro de 2007.
DELGADO LÓPEZ-CÓZAR, E. Incidencia de la normalización de las revistas
científicas em la transferencia y evaluación científica. Revista de Neurologia, v. 25, n.
148, p. 1942-1946, 1997.
GOLDENBERG, S. et al. Editoração de revistas científicas. Análise das instruções
aos autores de 19 revistas brasileiras. Acta Cirúrgica Brasileira, v. 10, n. 2, p. 55-60,
1995.
GOLDENBERG, S. Editorial. Normalizar é salutar. Acta Cirúrgica Brasileira, v. 15, n.
2, 2000. Disponível em:
&lt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S010286502000000200001&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt&gt;. Data de acesso: 03 de jun. de
2008.
GRIEBER, A. C. F.; MATTOS, A. M. Novas tecnologias, novas mídias, velhas
dificuldades: aprimorando a interface com o usuário para a escolha de bases de
dados ou periódicos. Encontros Bibli: Revista Eletrônica de Biblioteconomia e
Ciência da Informação, Florianópolis, n. 23, p. 73-87, 2007.
MENDES, I. A. C.; MARZIALE, M. H. P. As novas exigências da comunicação
científica na era do conhecimento. Revista Latino-americana de Enfermagem, v. 10,
n. 3, p. 259-260, 2002.
SABADINI, A. A. Z. P.; NASCIMENTO, M. M.; CADIDÉ, I. Análise das Normas de
referências adotadas pelas revistas brasileiras de Psicologia. In: SEMINÁRIO
INTERNACIONAL DE BIBLIOTECAS DIGITAIS BRASIL, 2007. São Paulo.
Resumos... São Paulo, 2007. Disponível em
&lt;http://libdigi.unicamp.br/document/?code=23553&gt;. Data de acesso: 03 jun. de 2008.

�10

YAMAMOTO, O. H. et al. Avaliação de periódicos científicos brasileiros da área de
psicologia. Ciência da Informação, Brasília, v. 31, n. 2, p. 163-177, maio/ago., 2002.

ANEXO 1 – Títulos das revistas analisadas
n

país

(continua)

Título

1. Argentina

Psicologia para América Latina

2. Argentina

Revista electrónica de psicología política

3. Brasil

Aletheia - revista do curso de psicologia

4. Brasil

Arquivos brasileiros de psicologia

5. Brasil

Avaliação psicológica

6. Brasil

Boletim de psicologia

7. Brasil
8. Brasil

Cadernos de psicologia social do trabalho

9. Brasil

Cogito

Cadernos de psicopedagogia

10. Brasil

Construção psicopedagógica

11. Brasil
12. Brasil

Epistemo-somática
Escritos sobre educação

13. Brasil

Estilos da clínica

14. Brasil

Estudos de psicanálise

15. Brasil
16. Brasil

Estudos de Psicologia (Campinas)
Estudos e pesquisas em psicologia

17. Brasil

Imaginário

18. Brasil

Interações – estudos e pesquisas em psicologia

19. Brasil

Latin American Journal of Fundamental
Psychopathology On Line

20. Brasil
21. Brasil

Mental

22. Brasil

Psic: revista da Vetor Editora

23. Brasil

Psicologia da Educação

24. Brasil
25. Brasil

Psicologia em revista
Psicologia Escolar e Educacional

26. Brasil

Psicologia hospitalar

27. Brasil

Psicologia USP

28. Brasil
29. Brasil

Psicologia: Ciência e profissão

30. Brasil

Psicologia: teoria e prática

31. Brasil

Psico USF

32. Brasil

Reverso

33. Brasil

Revista brasileira de crescimento e desenvolvimento
humano

Natureza humana

Psicologia: pesquisa e trânsito

�11

Títulos das revistas analisadas
n

país

(conclusão)

Título

34. Brasil

Revista brasileira de orientação profissional

35. Brasil

Revista brasileira de psicanálise

36. Brasil

Revista brasileira de terapia comportamental e
cognitiva

37. Brasil

Revista brasileira de terapias cognitivas

38. Brasil

Revista da SBPH

39. Brasil
40. Brasil

Revista da SPAGESP
Revista de etologia

41. Brasil

Revista interamericana de psicología

42. Brasil

SMAD: revista eletrônica saúde mental, álcool e
drogas

43. Brasil

Temas em psicologia

44. Brasil

Vínculo

45. Chile
46. Colômbia

Cuadernos de neuropsicología
Diversitas - Perspectivas en Psicología

47. Colômbia

Psicología desde el Caribe

48. Colômbia

Revista Latinoamericana de Psicología

49. Colômbia
50. Colômbia

Suma Psicologica
Universitas psychologica

51. Costa Rica

Actualidades en psicología

52. Cuba

Revista cubana de psicología

53. México
54. Peru

Revista mexicana de orientación educativa
Revista de investigación en psicología

55. República Dominicana

Perspectivas psicológicas

56. Uruguai
57. Venezuela

Boletín (Sociedad de Psicología del Uruguay En línea)
Revista de psicología - Escuela de Psicología,
Universidad Central de Venezuela

__________________
1

Maria Marta Nascimento, Universidade de São Paulo (USP), Instituto de Psicologia, Biblioteca Dante
Moreira Leite, martamn@usp.br.

�</text>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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            <description>An account of the resource</description>
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                <text>Tema: Empreendedorismo e inovação: desafios da biblioteca universitária</text>
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                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
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              <text>Análise das instruções aos autores utilizados pelos periódicos do Portal PEPSIC. (Pôster)</text>
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          <name>Creator</name>
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          <name>Coverage</name>
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          <name>Publisher</name>
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          <name>Date</name>
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              <text>Foram analisadas as “Instruções aos autores” em 57 periódicos latino-americanos disponíveis no portal de Periódicos Eletrônicos em Psicologia (PEPsic). Os dados serviram de base para o estudo dos itens: forma de apresentação das citações no texto e referências no final do artigo e a presença de resumos e descritores em mais de um idioma, como exigência aos autores para publicação de seus artigos. Os resultados obtidos evidenciam que existe uma diferenciação entre os tipos de estilo de referências adotados pelos periódicos, embora haja uma grande tendência entre os editores em se adotar o estilo APA. Quanto às exigências em apresentar resumos e descritores em mais de um idioma, ficou evidente que o idioma inglês é mais solicitado. Isso permite concluir que autores e profissionais da informação devem estar atentos a essa grande diversidade de padrões existentes e que os editores devem adotar estilos de normalização que não deixem dúvidas aos autores.</text>
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      <name>snbu2008</name>
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