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                  <text>A VISÃO DOS USUÁRIOS DA BIBLIOTECA CENTRAL DA PUCPR
EM RELAÇÃO AO USO DE LIVROS ELETRÔNICOS NA
UNIVERSIDADE

Teresinha Teterycz (PUCPR) - teresinha.teterycz@pucpr.br
Resumo:
A evolução das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) revolucionou o formato do
suporte da escrita que, absorvida pelo texto digital, transformou também o suporte físico do
livro, suporte que de acordo com pesquisas ainda não tem total aceitação pelos leitores. O
presente estudo tem como objetivo geral investigar qual é a visão dos usuários da Biblioteca
Central da PUCPR em relação ao uso de livros eletrônicos na universidade. Os objetivos
específicos são: a) verificar se os usuários conhecem o acervo de livros eletrônicos disponíveis
na biblioteca; b) verificar quais os fatores que pesam de forma positiva e/ou negativa no uso
desse material; c) analisar qual é a preferência dos usuários em relação ao livro impresso e/ou
eletrônico. A metodologia contempla um aporte teórico a partir da literatura sobre o assunto,
com isso o método adotado é o estudo de caso. Como instrumento de pesquisa para coleta dos
dados foi aplicado um questionário com questões abertas e fechadas. Diante dos resultados e
do panorama apresentado considera-se que os objetivos do presente estudo foram alcançados,
pois possibilitam visualizar ações que a biblioteca pode adotar, como por exemplo: a) reforçar
a divulgação do acervo eletrônico desenvolvendo campanhas em parceria com os docentes da
instituição; b) ampliar as capacitações para o uso do acervo eletrônico oferecendo cursos de
EaD; c) incluir no acervo de livros eletrônico títulos que se assemelham com os indicados nas
bibliografias dos Projetos Pedagógicos dos Cursos.
Palavras-chave: Estudo de usuários. Bibliotecas universitárias. Livros eletrônicos. Pontifícia
Universidade Católica do Paraná.
Área temática: Eixo 2 - Responsabilidade Política, Técnica e Social
Subárea temática: Estudos de usos e usuários de serviços de informação

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XIX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA COMO AGENTE DE SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL

1 Introdução
A evolução das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) revolucionou o
formato do suporte da escrita que desde a sua concepção passou por várias transformações no
que diz respeito ao suporte físico. Das paredes das cavernas aos tabletes de argila, evoluindo
para o papiro, o pergaminho, o papel e hoje ao suporte eletrônico, consequentemente o mesmo
aconteceu com formato do livro.
Na visão de Oliveira (2013, p. 22): “a evolução da escrita interfere na evolução do
livro e vice-versa”. A escrita como é conhecida foi absorvida pelo texto digital – o hipertexto
– que com o auxílio das TICs permite “o enriquecimento da obra com imagens, vídeos, sons
ou links” (OLIVEIRA, 2013, p. 23), possibilitando ao leitor a interação com o texto.
O uso de livros técnicos no formato eletrônicos tornou-se prática recorrente nas
instituições de ensino superior. Esse tipo de material didático com conteúdo dinâmico,
interativo e visual vem de encontro com o perfil dos estudantes da era digital, pois esses
“tendem a reagir melhor a aprendizagem baseada em contexto interativo e dinâmico”
(BIDARRA et al., 2012, p. 91).
Devido a essa evolução, a biblioteca universitária organizadora e disseminadora do
conteúdo técnico e científico que tem como meta “atender as necessidades de informação de
seus clientes”, deve empenhar-se para assegurar “a eficiência e eficácia de seus serviços e
produtos”, adotando políticas de desenvolvimento de coleções e de acessibilidade à
informação (GUSMÃO, 2009, p. 293). “Os e-books são uma alternativa para as bibliotecas
manterem-se atuantes, participativas, inovadoras e com processo de comunicação ativo
permanente com os seus usuários” (JULIANI; FELDMAN; LIMA, 2015, p. 314).
No entanto, no ambiente das bibliotecas a inserção desse novo formato impacta
diretamente em duas questões: no desenvolvimento de coleções que exige planejamento em
vista dos altos custos ainda praticados pelo mercado editorial de livros eletrônicos e também
na educação dos usuários que requer trabalhar a aceitação das novas mídias, pois essa
transição provocou reações favoráveis e contrárias devido à necessidade de adaptação a uma
nova cultura.
O leitor ainda está na fase de adaptação a essa nova possibilidade de leitura e precisa
desenvolver aptidões não exigidas pelo livro impresso. “Fala-se inclusive em uma nova
alfabetização, mais complexa, pois além de saber ler, o leitor precisa saber usar algum tipo de
aparelho eletrônico que possibilite a ele fazer esta leitura” (OLIVEIRA, 2013, p. 37).
Considerando alguns estudos percebe-se que a aceitação desse novo tipo de suporte
ainda é um pouco nebulosa, pois de acordo com essas pesquisas, a expressiva venda de
publicações eletrônicas colocou o Brasil em 10o lugar entre os catálogos de livros digitais do
mundo (e-BOOKS, 2013; SIMÃO, 2013 apud JULIANI; FELDMAN; LIMA, 2015, p. 314).
A comercialização de livros eletrônicos cresceu 1.260% entre 2008 e 2010, causando uma
reviravolta no mercado livreiro impresso. “Alguns analistas chegaram a afirmar que os ebooks ultrapassariam os livros impressos até 2015”, no entanto, as vendas digitais perderam
força (LIVRO..., 2015, p. 4).
Estudos recentes como da Associação de Editores Americanos mostram que a venda
de e-books teve queda de 10% nos primeiros meses de 2015. E de acordo com pesquisas, “os
leitores jovens, considerados nativos da cultura digital ainda preferem ler o livro impresso”.
(LIVRO..., 2015, p. 4). Uma pesquisa realizada neste ano pela American University com
estudantes dos EUA, Japão, Alemanha e Eslováquia constatou que 92% dos universitários
preferem livros impressos (DELCOLLI, 2016), o que mostra a resistência para o uso do livro
eletrônico no meio universitário.
O Sistema Integrado de Bibliotecas da Pontifícia Universidade Católica do Paraná
(SIBI/PUCPR) disponibiliza para seus usuários as bases de dados Ebrary, Biblioteca Virtual

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3.0 e Cengage Learning, e com o propósito de prestar serviços de qualidade e buscar a
satisfação permanente de seus usuários, tem como perspectiva ampliar o acervo de livros
eletrônicos. Porém, pautando-se nas estatísticas de uso observa-se que a utilização desse tipo
de fonte de informação está aquém do esperado.
Diante do contexto teórico e prático exposto, o presente estudo tem como objetivo
geral investigar qual é a visão dos usuários da Biblioteca Central da PUCPR em relação ao
uso de livros eletrônicos na universidade. Os objetivos específicos são: a) verificar se os
usuários conhecem o acervo de livros eletrônicos disponíveis na biblioteca; b) identificar
quais os fatores que pesam de forma positiva e/ou negativa no uso desse material; c) analisar
qual é a preferência dos usuários em relação ao livro impresso e/ou eletrônico.

2 O livro eletrônico e a biblioteca universitária
A revolução tecnológica trouxe um novo formato não só para a escrita mas para o seu
suporte que de impresso passou para o digital. Para esse novo formato de livro encontramos
na literatura nomenclaturas como: e-book, livro eletrônico e livro digital. No entanto, até
então não se tem um conceito único para o novo formato do livro tradicional.
Em relação ao termo e-book, considerando a questão de Procópio (2010, p. 135) que
questiona se “um simples arquivo eletrônico com texto pode ser considerado um eBook?”, são
apresentados a seguir conceitos de diferentes autores sobre o novo formato do livro.
O termo livro eletrônico ou e-book (eletronic book) “designa uma publicação em
formato digital que, para além do texto, pode incluir também imagens, vídeo e áudio. Outras
designações são livro digital ou livro digitalizado. Muitas vezes utiliza-se, erradamente, o
termo e-book para designar um e-reader” (PINHEIRO, 2011, p. 14).
Para Oliveira (2013, p. 37):
o e-book é formado pelo conteúdo, aplicativo e suporte. O conteúdo é o texto criado
pelo autor para representar suas ideias, pesquisas ou relatar um fato histórico; o
aplicativo é o software utilizado para ler o e-book [...] e o suporte é o hardware, ou
seja, o e-reader, computador, tablete, smartphone, cada um com suas características
próprias.

Cordón-Garcia (2011, p. 17) define livro eletrônico como todo arquivo em formato
digital e que pode conter elementos: textuais, sonoros e visuais, podendo ser consultado em
computador, e-reader, tablete, smartphone e outros.
Corroborando Almeida (2012 apud MAGALHÃES; CERAVOLO, 2015, p. 122)
afirmam que:
livro digital é uma propriedade intelectual composta por diferentes componentes
(software, dados, voz, imagem) e que não precisa necessariamente ser
disponibilizado em mídia física para ser alienada ou fruída por meio de diferentes
plataformas tecnológicas digitais.

Oddone (2013) apresenta a diferença entre livro eletrônico e livro digital: “livros
digitais são aqueles que estão disponíveis na web em versões html, txt ou pdf”. Para sua
visualização é necessário estar conectado à internet e um programa de navegação. Já os livros
eletrônicos “são aqueles que estão disponíveis em versões epub, mobi, azw e ios, entre outros.
Para lê-los é preciso de websites especializados, baixar arquivos com o conteúdo dos livros”.
As definições contempladas compreendem o e-book como livro em formato digital,
porém não são consideradas definitivas pois, existem peculiaridades próprias e mais
complexas desse tipo de publicação não mencionadas que de acordo com Reis (2013, p. 30)
essa complexidade “se dá, em parte, pela ausência de normalização sobre o tema, pois, o livro

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eletrônico pode ser criado, produzido e comercializado exclusivamente em meio eletrônico,
ou pode ser digitalizado, visando sua preservação, como no caso dos livros raros”.
Diante das abordagens apresentadas, é possível concluir que a diferença entre livro
eletrônico e livro digital está centrada no suporte das Tecnologias de comunicação e
informação da forma de acesso.
Em relação à inserção do livro eletrônico nas bibliotecas para Serra (2012) já é uma
realidade sem retorno e as bibliotecas devem pensar essa inserção com o intuito de cumprir a
função de preservação de publicações e disponibilização ao público.
Uma questão a ser enfatizada nesse sentido é a mudança das regras de avaliação do
Ministério da Educação (MEC) com relação aos livros eletrônicos, que de acordo com essas
regras, “para conseguir uma nota de avaliação 3, por exemplo (numa escala de 1 a 5), uma
instituição de ensino precisa ter pelo menos um exemplar dos títulos exigidos como
bibliografia básica para cada grupo de 10 a 15 alunos (CAMPASSI, 2012)”. Já para a
bibliografia complementar a exigência é de, “pelo menos cinco títulos por unidade curricular,
com dois exemplares de cada título ou com acesso virtual” (BRASIL, 2015, p. 30, grifo
nosso).
Isso só mostra que as bibliotecas deverão investir cada vez mais na inclusão de livros
eletrônicos em seus acervos.

3 Materiais e métodos
Diante do propósito desta pesquisa que é obter informações sobre o uso de livros
eletrônicos no meio universitário, caracterizando um contexto específico, o método adotado
nesta pesquisa é o estudo de caso pautando-se na afirmação de Yin (2010, p. 22) que
conceitua “como método de pesquisa o estudo de caso é usado em muitas situações, para
contribuir ao nosso conhecimento, dos fenômenos individuais, grupais, sociais, políticos e
relacionados”.
Como instrumento de pesquisa para coleta dos dados foi aplicado um questionário,
que na definição de Gil (2006, p. 2) é uma “técnica de investigação composta por um número
mais ou menos elevado de questões apresentadas por escrito às pessoas, tendo por objetivo o
conhecimento de opiniões, crenças, sentimentos, interesses, expectativas, situações
vivenciadas, etc”.
No caso desta pesquisa foram aplicados 200 questionários aos alunos do Câmpus
Curitiba da Escola de Arquitetura e Design; Escola de Comunicação e Artes; Escola de
Direito; Escola de Educação e Humanidades; Escola de Medicina; Escola de Negócios;
Escola Politécnica e Escola de Saúde, Agrociências e Biotecnologia, contemplando assim,
todas as áreas do conhecimento. A distribuição foi aleatória considerando o critério de os
pesquisados não serem calouros, pois esses ainda não teriam tempo hábil para o conhecimento
do ambiente acadêmico e de pesquisa.

4 Resultados finais
A coleta dos dados foi efetivada no período de 07 a 21 de março de 2016, utilizando
para tal questionário com questões abertas e fechadas.
Para a análise dos resultados dividiu-se o estudo em quatro categorias: a) identificação
das áreas de conhecimento a que os participantes estão vinculados; b) conhecimento dos
acervos de livros eletrônicos disponíveis na biblioteca; c) uso de livros eletrônicos e; d) visão
dos participantes sobre o uso de livros eletrônicos.
4.1 Identificação das áreas de conhecimento a que os participantes estão vinculados

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Dos 200 questionários distribuídos retornaram 154, e conforme o Gráfico 1 a Escola
Politécnica destacou-se com maior quantidade de participantes totalizando 27%, seguida da
Escola de Educação e Humanidades com 17%, Escola de Negócios com 15%, Escola de
Direito 12%, Escola de Saúde, Agrociências e Biotecnologia 11%, Escola de Medicina 10%,
Escola de Arquitetura e Design 6% e por último a Escola de Comunicação e Artes com 2% de
participantes.
Gráfico 1 – Participantes por área do conhecimento

Fonte: as autoras, 2016.

4.2 Conhecimento do acervo de livros eletrônicos disponíveis na biblioteca
A biblioteca divulga constantemente o acervo de livros eletrônicos utilizando-se de
canais de comunicação tais como: intranet, site da biblioteca, palestras de calouros, exposição
de livros, entre outros. Entretanto as estatísticas de uso das bases de dados disponíveis para os
usuários demonstram pouca demanda desse tipo de acervo, fato este que motivou as questões
desta categoria.
Quando indagados sobre terem conhecimento da existência do acervo de livros
eletrônicos nota-se que a maioria, em sua totalidade 67%, sabe que a biblioteca disponibiliza
esse tipo de material, enquanto que 33% desconhecem (Gráfico 2).
Gráfico 2 – Conhecimento das bases de dados oferecidas pela biblioteca

Fonte: as autoras, 2016.

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Com base no Gráfico 3, constatou-se que 58% dos pesquisados sabem que podem
acessar o acervo mesmo estando fora do ambiente da universidade, no entanto 42% não
conhece essa possibilidade. Essa constatação levanta a necessidade de dar mais atenção à
divulgação do recurso de acesso remoto.
Gráfico 3 – Acesso remoto

Fonte: as autoras, 2016.

Ainda nessa categoria, buscou-se saber se os canais de divulgação utilizados pela
biblioteca têm alcançado seu objetivo e constatou-se que as formas de comunicação que mais
têm surtido efeito na divulgação do acervo são as orientações na própria biblioteca com 30%,
seguidas de indicação de professores com 25%, site da biblioteca com 20%, palestras de
calouros com 8%, divulgação no Eureka (intranet) com 5%, divulgação nas capacitações e email marketing com 3% e por último ficou a exposição de e-books com 2%. Observou-se que
5% dos participantes tomaram conhecimento através de colegas (Gráfico 4).
Gráfico 4 – Conhecimento do acervo de livros eletrônicos disponibilizados pela Biblioteca

Fonte: as autoras, 2016.

Ao analisar quais bases de dados são as mais usadas pelos usuários (Gráfico 5), os
resultados evidenciam que a base de dados Biblioteca Virtual foi a mais citada entre os

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pesquisados que já fizeram uso de tipo de fonte, mesmo tendo uma quantidade de títulos
disponíveis inferior ao Portal da CAPES e a Ebrary. Acredita-se que tal situação prende-se ao
fato do acervo dessa base de dados disponibilizar títulos que fazem parte e/ou são mais
próximos das bibliografias dos cursos. Entretanto o que merece atenção é a quantidade dos
que afirmaram nunca terem feito uso desse tipo de fonte de informação que é de 38% dos
participantes.
Gráfico 5 – Acesso e uso de bases de dados

Fonte: as autoras, 2016.

4.3 Uso de livros eletrônicos
Quando interrogados sobre o uso de livro eletrônico na realização de suas atividades
acadêmicas percebe-se que somente 4% fazem uso desse formato, 30% afirmaram que usam
somente o livro impresso e 66% afirmaram que usam ambos os formatos (Gráfico 6). No
entanto ao analisar o resultado do Gráfico 7, infere-se que o uso “ambos” indicado pelos
participantes no gráfico anterior referem-se aos artigos, teses e dissertações.
Gráfico 6 – Utilização de livros eletrônicos

Fonte: as autoras, 2016.

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Gráfico 7 – Uso de materiais bibliográficos on-line

Fonte: as autoras, 2016.

Tendo em vista que o maior número dos pesquisados fazem parte da geração “nativos
digitais” supõe-se que os mesmos não têm dificuldade com o uso das novas tecnologias. No
entanto, analisando o Gráfico 8 nota-se um dado intrigante, pois 59% dos participantes não
sabem como fazer uso de livros eletrônicos, o que mostra a necessidade de ampliar a
capacitação no uso das bases de livros eletrônicos.
Gráfico 8 – Sabem fazer uso de livros eletrônicos

Fonte: as autoras, 2016.

Questionados se os professores sugerem o uso de livros eletrônicos, o resultado foi que
51% dos docentes tem essa prática (Gráfico 9). Isso indica que a biblioteca pode fazer um
trabalho em conjunto com os docentes no incentivo ao uso desse tipo de formato.

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Gráfico 9 – Indicação de livros eletrônicos por professores

Fonte: as autoras, 2016.

4.4 Visão dos participantes sobre o uso de livros eletrônicos
Na opinião dos participantes sobre os fatores que influenciam o uso de livros
eletrônicos os resultados indicam que os pontos positivos mais citados foram: portabilidade,
facilidade de acesso, facilidade de armazenamento e compartilhamento. Quanto aos aos
fatores negativos, o fator não gostar de ler em meio eletrônico foi o que teve mais destaque
com 37%, seguido da necessidade de energia elétrica para os equipamentos e restrição de
títulos, ambas com 24%, dificuldade de uso de eletrônicos com 11% e barreira linguística com
4% (Gráfico 10).
Observa-se que o fator que mais influencia negativamente o uso de livros eletrônico é
“Não gostar de ler em meio eletrônico”. Outros fatores negativos que devem ser
considerados é a “restrição de títulos”, o que leva a repensar o desenvolvimento da coleção
desse tipo de material e a “dificuldade de uso de equipamentos eletrônicos”, que indica a
necessidade de reforçar a capacitação para o uso dos recursos eletrônicos.
Gráfico 10 – Fatores que influenciam o uso de livros eletrônicos na formação acadêmica

Fonte: as autoras, 2016.

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Quando questionados se a biblioteca deve disponibilizar livros eletrônicos ao invés de
impressos, percebeu-se que a maioria, 77%, sugere ambos os formatos, 14% dos participantes
não aceitam e apenas 9% concordam em acervo totalmente eletrônico. Entretanto ao serem
questionados sobre substituir os títulos da bibliografia de seu curso de formato impresso para
online 89% afirmaram que não deixariam de usar o impresso, somente 11% dos pesquisados
concordam em trocar o formato do acervo. Observa-se assim, que a biblioteca deve usar o
acervo de livros eletrônicos como mais uma alternativa, mantendo o acervo de livros
impressos.
Gráficos 11 e 12 – Preferência pelo livro impresso ou eletrônico

Fonte: as autoras, 2016.

5 Considerações finais
O resultado deste estudo vem de encontro com as pesquisas que de modo geral
apontam a resistência dos leitores pelo livro eletrônico e os motivos para tal são semelhantes.
Nas questões que abrangem a categoria do objetivo que é analisar o conhecimento
quanto à existência do acervo eletrônico, percebeu-se que a maioria dos participantes
desconhece o acervo em questão. Diante desse resultado pode-se inferir que os canais de
divulgação utilizados pela biblioteca não têm atingido seu objetivo, necessitando desenvolver
outras formas de divulgação.
No que se refere ao objetivo que é a identificação dos fatores que pesam de forma
positiva e/ou negativa no uso desse material, fica evidente a “resistência” ao uso do livro
eletrônico expressados nos fatores: não gostar de ler na tela, necessidade de energia para
equipamentos de leitura e principalmente no item dificuldade de uso, já que a biblioteca
oferece capacitações para a utilização desse tipo de acervo. Quanto a restrição de títulos
percebe-se que é necessário que o desenvolvimento da coleção do acervo online deve estar
atrelado especialmente aos títulos da bibliografia dos Projetos Pedagógicos dos Cursos, o que
na prática é uma tarefa difícil, pois as principais publicações que normalmente são indicadas
nas ementas das disciplinas não fazem parte dos títulos oferecidos pelos editores. Ainda
dentro dessa questão merece destaque o caso dos títulos que por políticas de distrato entre
autores e editores são retirados da base, fato este que prejudica os professores que indicaram
esses títulos para bibliografias das disciplinas. A solução é a biblioteca fazer aquisição de
bases de dados que disponibilizam a categoria de aquisição permanente.

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Na análise da categoria que avalia a preferência dos usuários percebe-se que a maioria
dos pesquisados, totalizando 89%, não deixaria de fazer uso do livro impresso em detrimento
do eletrônico, o que reforça a resistência dos participantes ao formato eletrônico e a
necessidade da biblioteca disponibilizar o acervo em formato híbrido para assim atender
satisfatoriamente seus usuários.
Diante dos resultados e do panorama apresentado considera-se que os objetivos do
presente estudo foram alcançados, pois possibilitam visualizar ações que a biblioteca pode
adotar, como por exemplo: a) reforçar a divulgação do acervo eletrônico desenvolvendo
campanhas em parceria com os docentes da instituição; b) ampliar as capacitações para o uso
do acervo eletrônico oferecendo cursos de EaD; c) incluir no acervo de livros eletrônico
títulos que se assemelham com os indicados nas bibliografias dos Projetos Pedagógicos dos
Cursos.

6 Referências
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2016.
YIN, Robert K. Estudo de caso: planejamento e métodos. Porto Alegre: Bookman, 2010.

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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text>A evolução das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) revolucionou o formato do suporte da escrita que, absorvida pelo texto digital, transformou também o suporte físico do livro, suporte que de acordo com pesquisas ainda não tem total aceitação pelos leitores. O presente estudo tem como objetivo geral investigar qual é a visão dos usuários da Biblioteca Central da PUCPR em relação ao uso de livros eletrônicos na universidade. Os objetivos específicos são: a) verificar se os usuários conhecem o acervo de livros eletrônicos disponíveis na biblioteca; b) verificar quais os fatores que pesam de forma positiva e/ou negativa no uso desse material; c) analisar qual é a preferência dos usuários em relação ao livro impresso e/ou eletrônico. A metodologia contempla um aporte teórico a partir da literatura sobre o assunto, com isso o método adotado é o estudo de caso. Como instrumento de pesquisa para coleta dos dados foi aplicado um questionário com questões abertas e fechadas. Diante dos resultados e do panorama apresentado considera-se que os objetivos do presente estudo foram alcançados, pois possibilitam visualizar ações que a biblioteca pode adotar, como por exemplo: a) reforçar a divulgação do acervo eletrônico desenvolvendo campanhas em parceria com os docentes da instituição; b) ampliar as capacitações para o uso do acervo eletrônico oferecendo cursos de EaD; c) incluir no acervo de livros eletrônico títulos que se assemelham com os indicados nas bibliografias dos Projetos Pedagógicos dos Cursos.</text>
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