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                  <text>BIBLIOTECA DIGITAL DE MONOGRAFIAS DA FACULDADE DE
ODONTOLOGIA DA UFRN: RECUPERAÇÃO E DEMOCRATIZAÇÃO
NA PRODUÇÃO ACADÊMICA

Mônica Karina Santos Reis (UFRN) - monicabiblioufrn@gmail.com
Hadassa Daniele Silva Bulhões (UFRN) - hadassabulhoes@gmail.com
Cecilia Isabel Santos (UFRN) - cecilia@bczm.ufrn.br
Resumo:
Discute a implantação de um repositório digital de monografias do Curso de Odontologia da
UFRN visando disponibilizar a qualquer usuário, a qualquer tempo, de qualquer lugar a
literatura produzida no âmbito acadêmico. Conceitua repositórios digitais como coleções
digitais que armazenam, preservam, divulgam e dão acesso a produção intelectual de uma
determinada comunidade ou área do conhecimento, onde os documentos são disponibilizados
na Web sem custos para o usuário final. Destaca as principais vantagens na implantação dos
repositórios para autores e instituição. Conclui destacando a importância de aderir a
plataforma de acesso aberto visando uma maior promoção e desenvolvimento da Ciência.
Palavras-chave: Biblioteca Digital de Monografias. Repositórios Institucionais. Produção
Científica.
Área temática: Eixo 3 - Ecologia da Informação
Subárea temática: Repositórios institucionais

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BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA COMO AGENTE DE SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL

1 INTRODUÇÃO
Com a evolução das novas tecnologias disponíveis e o advento da WEB, novas ferramentas e
formas de comunicação, organização e preservação do conhecimento surgiram, facilitando a
disseminação do conhecimento. Esses avanços tecnológicos permitiram o surgimento de redes
de comunicação eletrônica, revolucionando os fluxos de informação, forma de acesso e troca
de informação, ampliando assim o espiral do conhecimento.
Até o início dos anos 90, os principais meios de acesso as produções intelectuais eram através
das revistas científicas. Weitzel (2006), afirma que as revistas científicas surgiram da
necessidade de trocas de experiências científicas entre os cientistas e pesquisadores visando
promover o desenvolvimento da ciência.
Com as iniciativas dos arquivos abertos e o movimento de acesso livre, as revistas científicas
passaram a dividir sua atenção com os Repositórios Digitais que surgem como alternativa ou
complemento dos sistemas tradicional de comunicação científica. Essa nova forma de
divulgação do conhecimento permitiu uma maior integração entre comunidades científicas e o
compartilhamento de ideias, experiências e do próprio conhecimento.
De uma forma sintética, repositórios digitais são coleções digitais que armazenam, preservam,
divulgam e dão acesso a produção intelectual de uma determinada comunidade ou área do
conhecimento, onde os documentos são disponibilizados na Web sem custos para o usuário
final.
As instituições de ensino superior são responsáveis por grande parte da produção científica do
país. As monografias aparecem como importante divulgadores de informação científica, visto
que, há no desenvolvimento de uma monografia muito esforço cognitivo, disciplina e
comprometimento por parte do aluno e muita exigência e controle por parte do professor,
além de que são avaliadas por uma banca examinadora (PETINARI, 2007).
Segundo Pavão (2010), “na sua grande maioria, os documentos gerados como produto de
pesquisa encontram-se dispersos dentro das instituições ou armazenados em bibliotecas, o que
pode dificultar o acesso devido às barreiras de tempo e espaço”. Os repositórios surgem como
forma de minimizar os problemas de acesso aos documentos, permitindo reunir, preservar e
divulgar, por meio de arquivos digitais, a produção científica de uma instituição.
Dessa forma, podemos entender que os repositórios digitais de acesso livre muito
colaborariam para disseminação da informação produzida e depositada até então apenas no
âmbito acadêmico, no suporte papel e de acesso limitado; as monografias (PETINARI, 2007).
A proposta desse artigo é a implantação de um repositório digital das monografias do Curso

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de Odontologia da UFRN. A Biblioteca da Faculdade de Odontologia não tem em seu acervo
as monografias produzidas pelos alunos da graduação em Odontologia, visto que o acervo não
comporta o grande número de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) que são produzidos ao
final do curso. Com a implantação do repositório, a biblioteca ampliaria seu leque de serviços
oferecidos, possibilitando desta forma acesso dessas informações a qualquer usuário, a
qualquer tempo, de qualquer lugar, criando a perspectiva de se ter com apenas alguns cliques
a literatura produzida no âmbito acadêmico.

2 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO E A COMUNICAÇÃO
CIENTÍFICA
Os trabalhos de conclusão de curso são documentos originados das disciplinas de final
de curso, como forma de avaliar e comprovar os conhecimentos e competências adquiridos
durante todo o curso. É uma forma de despertar o lado investigativo e reflexivo do aluno,
fazendo que ele deixe de ser mero ouvinte para ser um agente construtor de novos
conhecimentos. Geralmente o aluno desenvolve o tema com base em suas observações,
pesquisas, interesses e afinidades.
Petinari (2007) apresenta os trabalhos de conclusão e curso como trabalho escrito,
sistemático e completo tratando de tema específico (único) e delimitado; um estudo
pormenorizado no tratamento (profundidade), mas não extenso no alcance; exigindo
metodologia científica e trazendo contribuições importante, originais e pessoais para ciência.
Assim, entendemos que faz parte do papel do pesquisador divulgar os resultados de suas
pesquisas, gerando informação científica, que sabemos ser insumo básico para o
desenvolvimento científico e tecnológico de um país.
Até o início dos anos 90, os principais meios de acesso as produções intelectuais eram
através das revistas científicas. Com o surgimento da internet, muitas mudanças ocorreram
nos canais de comunicação científica. As facilidades de criação de ferramentas para
armazenamento e disponibilização de informação em meio eletrônico revolucionaram a forma
de fazer e comunicar ciência.

Essa disponibilidade on-line de estoques informacionais,

evidenciou novas formas para a comunicação científica, tanto para fins de armazenamento
quanto para disseminação e acesso a informação, dinamizando assim o processo de
comunicação científica.
A maioria dos TCC, documentos resultados de pesquisas, mesmo sendo produzidos

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primeiramente me meio eletrônico, são impressos e arquivados nos departamentos e
bibliotecas das Instituições de Ensino Superior (IES), o que dificulta o acesso e coloca
colocando em risco a preservação do documento a longo prazo. Para enfrentar esse cenário de
acesso limitado e mínima divulgação dos novos conhecimentos produzidos nos TCCs dentro
das IES, surge a necessidade de construir e implementar novos ambientes institucionais a fim
de reunir, organizar, armazenar, compartilhar, disseminar e preservar

informação e

conhecimento frutos desses trabalhos. Assim, os repositórios digitais de acesso livre, surgem
como alternativa para minimizar os problemas de acesso aos documentos, permitindo reunir,
preservar e divulgar, por meio de arquivos digitais, a produção científica da instituição.
Essa nova forma de divulgação do conhecimento permite, assim, uma maior
integração entre comunidades científicas e o compartilhamento de ideias, experiências e do
próprio conhecimento.

2.1 REPOSITÓRIOS DIGITAIS
Para o IBICT (2013):

Os repositórios digitais são bases de dados online que reúnem de
maneira organizada a produção científica de uma instituição ou área
temática, [...] proporcionam maior visibilidade aos resultados de
pesquisas e possibilitam a preservação da memória científica de sua
instituição [...].
O IBICT ainda destaca que os repositórios digitais podem ser institucionais ou
temáticos, onde os repositórios institucionais lidam com a produção científica de uma
determinada instituição, e os repositórios temáticos com a produção científica de uma
determinada área do conhecimento (IBICT, 2013).
Para Martins, Rodrigues e Nunes (2008, p. 2) repositório digital:

É aquele onde conteúdos digitais, recursos, estão armazenados e
podem ser pesquisados e recuperados para uso posterior. Um
repositório suporta mecanismos de importação, exportação,
identificação, armazenamento e recuperação de recursos digitais.
Marques e Maio (2013, p. 2), afirmam que os repositórios digitais surgem para:

Desenvolver uma cultura de publicação de informação científica em

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moldes que facilite a sua visibilidade, avaliação e crítica por parte
dos cientistas de uma determinada área do conhecimento ou
comunidade, cumprindo o objetivo de investigação, progresso e
difusão do conhecimento.
Corroborando com o IBICT (2013), Marques e Maio (2013) ainda afirmam que os
Repositórios Digitais se dividem em duas categorias, os Repositórios Institucionais e os
Repositórios Temáticos. Onde os Repositórios Temáticos tratam de coleções digitais de uma
área específica do conhecimento e os Repositórios Institucionais que “constituem coleções
digitais que armazenam, preservam, gerem e divulgam em livre acesso a produção intelectual
de comunidades académicas ou científicas” (MARQUES; MAIO, 2013, p. 3).
Segundo Marcondes e Sayão (2009, p. 9) o repositório institucional “é uma biblioteca
digital destinada a guardar, preservar e garantir livre acesso, via internet, á produção científica
no âmbito de uma dada instituição”. Ainda continua destacando que:
[...] são entendidos hoje como elementos de uma rede ou
infraestrutura informacional de um país ou de um domínio
institucional destinados a garantir a guarda, preservação a longo prazo
e, fundamentalmente, o livre acesso à produção científica de uma dada
instituição (MARCONDES; SAYÃO, 2009, p. 10).
De forma geral, entendemos que os repositórios digitais estão ligados ao contexto do
movimento de apoio ao livre acesso a informação científica e que, portanto, são criados para
facilitar o acesso a produção científica, sem custos para o usuário final, dando maior
visibilidade a produção intelectual e aos resultados de pesquisa de forma a organizar e manter
a memória institucional.
A construção dos repositórios digitais, em sua maioria, tem sido realizada nas
instituições de ensino e pesquisa. Isso por que está inteiramente ligado ao processo de
comunicação científica. Para a construção dos repositórios digitais, uma série de aspectos
deve ser levada em consideração, desde a aquisição dos kits tecnológicos, até a elaboração das
políticas de depósitos.
A maior vantagem da implantação de repositórios institucionais é oferecer acesso
irrestrito a documentos científicos, possibilitando um amplo uso dessas informações e assim
atingir um público bem maior do que o proposto pelas publicações nos canais formais
tradicionais.
Outra grande vantagem é que a visibilidade obtida através do depósito de uma
pesquisa científica em um repositório é percebida não somente pelo autor do documento, mas

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também a instituição à qual o pesquisador está vinculado. Outra vantagem para a instituição é
reunir em um só lugar todo o conhecimento gerado por ela, sem falar que os repositórios
oferecem estatísticas de acesso, download e upload dos documentos depositados permitindo a
instituição traçar planejamentos estratégicos a partir dessas informações (LEITE, 2009).
O país também se beneficia com a implantação de repositórios institucionais, pois a
produção científica brasileira encontra-se dispersa em diversas fontes de informações pelo
mundo, o que dificulta a divulgação de dados relativos ao desenvolvimento da Ciência no
Brasil e os repositórios institucionais possibilitam minimizar esses dados. Esses dados
estatísticos também servirão de subsídio para traçar melhores políticas de informação que
favoreçam o planejamento da Ciência no país (LEITE, 2009).

3 Materiais e métodos
Para implantação do repositório de monografias da BSO foi necessário a definição das
políticas e diretrizes que dizem respeito, principalmente, a aspectos técnicos, da instituição e
da comunidade envolvida da qual o repositório será destinado. O projeto de criação e
implantação da BDM da BSO, iniciado em março de 2015, foi executado em três etapas: o
planejamento, o desenvolvimento e a implantação.
A BSO enxergou uma oportunidade para criar um repositório de monografias dos
cursos de graduação em Odontologia nos mesmos parâmetros do Sistema de publicação
Eletrônica (TEDE) e da Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRN (BDTD) cedidos
pelo IBICT, contando para tanto com a assessoria especial das bibliotecárias que compõem a
equipe do setor de Repositórios Digitais da Biblioteca Central Zila Mamede (BCZM/UFRN).
Para a implantação da Biblioteca Digital de monografias da BSO, foi utilizada a metodologia
e infraestrutura já existente do Repositório Institucional (RI) da UFRN. Os padrões de
metadados utilizados para submissão de documentos também será baseado no já existente
utilizado no RI da UFRN.
Serão depositados no repositório apenas os trabalhos de conclusão de cursos de
graduação dos alunos do curso de Odontologia da UFRN. A biblioteca será responsável por
implantar e manter o repositório. Para adicionar conteúdo ao DSpace, software utilizado pelo
RI, é necessário ter o direito de autor do material, ou a permissão para depositar os trabalhos,
portanto, todos os trabalhos de conclusão de curso apresentados deveram ter assinado o termo
de autorização repassando os direitos a Biblioteca para o deposito no repositório.
Futuramente, depois de estabelecida a rotina e o uso do repositório, repassaríamos aos alunos
concluintes a responsabilidade do depósito pelo auto arquivamento.

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Durante o planejamento foi realizado estudo de viabilidade através de análise técnica e
levantamento de requisitos com os usuários, decidindo-se por aproveitar o sistema orientado à
código aberto do TEDE/BDTD para enquadrá-lo à nova necessidade da instituição, a BDM.
No desenvolvimento foi utilizada toda infraestrutura (equipamento, sistema operacional,
aplicativo de proteção dos trabalhos a serem armazenados, código fonte e o banco de dados),
bem como as regras de negócio do sistema TEDE/BDTD (critérios, normas, validações).
A partir da documentação original foram identificadas todas as funcionalidades do
sistema e levantados os pontos a serem alterados através da reutilização do código fonte. Para
a implantação, em março de 2015, foi feita uma comunicação junto aos colegiados de
graduação e as coordenações do curso de Graduação em Odontologia, para a sensibilização
quanto à importância da biblioteca digital e da alimentação da base, através do envio dos
trabalhos monográficos à BSO-DOD.
Nessa etapa do processo a equipe de bibliotecários da BSO/DOD participou das
reuniões do colegiado de curso que tinham o propósito de criar a resolução que iria
regulamentar a elaboração do trabalho de conclusão de curso exigido para obtenção do grau
de Cirurgião Dentista. Nesse ciclo de reuniões foi formulada a Resolução no 01/2015CCO/UFRN 19/03/2015 que regulamenta a aplicação das normas para o Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) do Curso de Odontologia do Departamento de Odontologia da
UFRN e dá outras providências.
No que se refere a inclusão do arquivo na BDM da BSO/DOD a resolução apresenta
em seu parágrafo quarto a seguinte orientação: “§ 4° - Caso aprovado, o aluno deverá entregar
1 (uma) cópia do trabalho à Coordenação do Curso de Odontologia - UFRN, com as possíveis
correções sugeridas, no formato PDF, para arquivamento no Repositório Institucional, desta
Universidade.”(UFRN, 2015)
O responsável por alimentar o repositório da BDM foi o secretário da coordenação do
curso de Odontologia, sob a supervisão da equipe de bibliotecárias da BSO/DOD. No
primeiro mês da implantação e experiência de funcionamento da BDM, foram incluídas 49
monografias do curso de graduação em Odontologia.

4 Resultados parciais/finais
Com a implantação da BDM a BSO/DOD ganhou com a portabilidade e o espaço que
seria necessário para acomodar o acervo de monografias nas estantes já que o conteúdo
(digital) está armazenado em um servidor, acessível na internet, reduzindo assim os problemas

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com espaço físico. Outro benefício alcançado está relacionado à imagem da biblioteca perante
a comunidade universitária, pois a BDM é ecologicamente correta por não consumir papel.
Ao final do primeiro semestre de implantação da BDM, o repositório já contava com cerca de
90 trabalhos de conclusão de curso, oriundos dos dois semestres do ano de 2014.2 e 2015.1.

5 Considerações parciais/finais
O crescimento da disponibilização dos documentos em meio digital é uma realidade e
o repositório digital é um grande aliado para administração desse fluxo. Os repositórios
digitais se constituem hoje como um dos principais atores no movimento de acesso livre a
informação científica e surge da necessidade de ampliar o acesso a comunicação científica e a
disseminação da informação, visando também a manutenção da memória institucional.
Com a implantação do repositório das monografias do Curso de Odontologia da
UFRN, a biblioteca ampliou seu leque de serviços oferecidos, possibilitando desta forma
acesso dessas informações a qualquer usuário, a qualquer tempo, de qualquer lugar, com
apenas alguns cliques a literatura produzida no âmbito acadêmico.
Grandes são as vantagens na implantação desse repositório, tanto para autores das
monografias, como para a instituição e, assim, para a promoção do desenvolvimento da
Ciência. A visibilidade proporcionada pelo repositório colaboraria para disseminação da
informação produzida e disseminada, até então, apenas no âmbito acadêmico. Permitindo
também a instituição reunir em um só lugar todo o conhecimento gerado por seus alunos, sem
falar que os repositórios oferecem estatísticas de acesso, download e upload dos documentos
depositados permitindo a instituição traçar planejamentos estratégicos a partir dessas
informações.
Vários países têm apoiado o movimento de acesso livre e adotado plataformas que
sigam as recomendações da Iniciativa dos Arquivos Abertos, para que assim, no futuro, seja
possível construir uma rede mundial de repositórios interoperáveis com acesso ao texto
integral dos documentos ali depositados, independentemente da origem do país de depósito,
tudo isso livre de custos e de barreiras de acesso, como o movimento de acesso livre ao
conhecimento científico almeja.

6 Referências
IBICT. Repositórios digitais. Sobre repositórios digitais. Disponível em:
&lt;http://www.ibict.br/informacao-para-ciencia-tecnologia-e-inovacao%20/repositoriosdigitais&gt;. Acesso em: 8 maio 2013.

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LEITE, F. C. L. Como gerenciar e ampliar a visibilidade da informação científica
brasileira: repositórios institucionais e acesso aberto. Brasília: IBICT, 2009. Disponível em:
&lt;http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/4841/1/LEITE_ComoAmpliareGerenciar.pdf&gt;.
Acesso em: 8 maio 2013.
MARCONDES, C. H.; SAYÃO, L. F. À guisa de introdução: repositórios institucionais e
livre acesso. In: SAYÃO, L. F. (Org.). Implantação e gestão de repositórios institucionais:
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MARQUES, A. M. N.; MAIO, S. R. S. Repositórios Institucionais. Disponível em:
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MARTINS, A. B.; RODRIGUES, E.; NUNES, M. B. Repositórios de informação e ambientes
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responsabilidade social. Rede de bibliotecas escolares, n. 3, 2008. Disponível em:
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PAVÃO, C. G. Contribuição dos repositórios Institucionais à comunicação científica: um
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PETINARI, V. S. Repositórios digitais de acesso livre de monografias na área da Ciência
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WEITZEL, S. R. O papel dos repositórios institucionais e temáticos na estrutura da produção
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&lt;http://revistas.univerciencia.org/index.php/revistaemquestao/article/viewFile/3709/3497&gt;.
Acesso em: 8 maio 2013.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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                <text>Tema: A biblioteca universitária como agente de sustentabilidade institucional.</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
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              <text>Biblioteca digital de monografias da Faculdade de Odontologia da UFRN: recuperação e democratização na produção acadêmica. </text>
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              <text>Reis, Mônica Karina Santos; Bulhões, Hadassa Daniele Silva; Santos, Cecilia Isabel </text>
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              <text>Manaus (Amazonas)</text>
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              <text>Discute a implantação de um repositório digital de monografias do Curso de Odontologia da UFRN visando disponibilizar a qualquer usuário, a qualquer tempo, de qualquer lugar a literatura produzida no âmbito acadêmico. Conceitua repositórios digitais como coleções digitais que armazenam, preservam, divulgam e dão acesso a produção intelectual de uma determinada comunidade ou área do conhecimento, onde os documentos são disponibilizados na Web sem custos para o usuário final. Destaca as principais vantagens na implantação dos repositórios para autores e instituição. Conclui destacando a importância de aderir  plataforma de acesso aberto visando uma maior promoção e desenvolvimento da Ciência.</text>
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