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                  <text>EMPRÉSTIMO DE SACOLA RETORNÁVEL JUNTO AOS LIVROS
NUMA BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA DO ESPÍRITO SANTO:
RELATO DE EXPERIÊNCIA

Danielly Crystine Peixoto (UVV) - daniellypeixoto@yahoo.com.br
Marcileia Seibert de Barcellos (IFES) - marcileia.seibert@ifes.edu.br
Resumo:
Considerando o papel educativo que a biblioteca universitária deve realizar com seus usuários,
o projeto objetiva conscientizar o público que frequenta a Biblioteca Central e utiliza o serviço
de empréstimos de livros, para que esses sejam capazes de compreender seu importante papel
na preservação do meio ambiente, fazendo-os refletir sobre suas atitudes no dia a dia,
modificando o hábito de usar sacolas plásticas para acondicionar seus livros, substituindo-as
por sacolas retornáveis, colaborando, assim, com a diminuição de intoxicação do ecossistema e
com foco na sustentabilidade. Este trabalho tem o intuito de identificar, após uma avaliação
final, onde se realizou um estudo de caso, com pesquisa exploratória, através de relatórios do
Sistema Pergamum, a quantidade de usuários que optaram pela prática de empréstimos das
sacolas ecológicas, bem como identificar possíveis sinistros, além de fazer uma avaliação
quanto à durabilidade do material com que foram confeccionadas as sacolas, nesses últimos
quatro anos de uso. Pretende-se, com tais ações, não somente informar a comunidade
acadêmica sobre os prejuízos que as sacolas plásticas lançadas no meio ambiente têm causado
ao nosso habitat natural, como também oferecer-lhes alternativas para substituí-las a médio e
longo prazo, bem como disponibilizar uma vasta programação que mobilize nossos usuários de
forma a reconhecer a responsabilidade social que todo cidadão deve ter.
Palavras-chave: Sacola Retornável 1. Preservação do meio ambiente 2. Empréstimo 3.
Área temática: Eixo 1 - Gestão sustentável
Subárea temática: Planejamento Estratégico e Sustentabilidade

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XIX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA COMO AGENTE DE SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL

1 Introdução
A Biblioteca torna-se uma instituição democrática por excelência ao prestar serviços
de informação para os usuários de sua comunidade acadêmica e também ao conscientizá-los
na compreensão do seu papel enquanto sujeitos históricos e cidadãos capazes de integrar-se
plenamente numa sociedade que vive constantes transformações.
Nesse sentido, o projeto, a princípio, consistiu na conscientização do público que
frequenta a Biblioteca Universitária Central da Universidade Vila Velha (UVV) e utiliza o
serviço de empréstimos de livros, com foco na sustentabilidade e ação social voltada à
valorização do meio ambiente. Com a elaboração dessa proposta, espera-se que os usuários da
Biblioteca Central sejam capazes de compreender seu importante papel quanto o equilíbrio e a
preservação do meio ambiente e, ainda, de refletir sobre suas atitudes no dia a dia,
modificando o hábito de usar sacolas plásticas para acondicionar seus livros, substituindo-as
por sacolas retornáveis, colaborando com a diminuição de intoxicação do meio ambiente.
Diante disso, pretende-se aprimorar os serviços oferecidos pela Biblioteca Central, a
fim de fazer com que nosso usuário reflita sobre a importância da preservação ambiental e do
consumo sustentável, de forma a perceber a relevância do uso da sacola ecológica retornável,
em vez de sacolas plásticas, conscientizando os usuários sobre os impactos da produção
excessiva de lixo no meio ambiente, visando que os mesmos repensem acerca de suas atitudes
cotidianas, produzindo e estilizando sacolas retornáveis, para armazenar de forma segura o
material emprestado e que deverá ser devolvida junto com o livro no momento da devolução
de seu empréstimo.
Em sintonia com o papel educativo que a biblioteca universitária deve realizar e com a
necessidade de conscientizar seus usuários, pretendemos não somente informar nossa
comunidade acadêmica sobre os prejuízos que as sacolas plásticas lançadas no meio ambiente
têm causado ao nosso habitat natural, como também oferecer-lhes alternativas para substituílas a médio e longo prazo, bem como disponibilizar uma vasta programação que os mobilize
de forma a contribuir com a responsabilidade social que todo cidadão deve ter.

2 Biblioteca x Sustentabilidade
A biblioteca é um espaço no qual há um vasto repositório de informações oriundas das
mais diversas produções literárias, as quais estão disponíveis para consulta e que contribuem
para a aprendizagem permanente. Segundo José Barboza Mello (1972), a origem de sua
palavra vem do “grego biblion, livro, e theke, caixa, cofre, armazém ou depósito de livros.
[...] Acervo formado por livros gravados em placas de argila, pedras ou metais. [...]”
(MELLO, 1972, p. 212).
Wilson Martins (2001) relata que a história das bibliotecas físicas antecede a criação
dos livros na forma impressa como se conhece hoje, e é, até mesmo, anterior aos seus
manuscritos. Elas tiveram sua origem como depositárias de informações em suportes como
tabletes de argila - bibliotecas “minerais”-, e também em rolos de papiros, pergaminhos e
códices - bibliotecas “animais e vegetais”, respectivamente. Ao longo do tempo, essas
transformações ocorridas fizeram com que a visão de que as bibliotecas eram “depósito de
livros” foi deixando de existir e nos últimos anos este estigma foi dando lugar a um conceito
novo de que a biblioteca é um espaço de transmissão da cultura e do conhecimento,
disponibilizando a comunidade o acesso a seu acervo.
A criação da Universidade é o maior acontecimento medieval, que decide o destino de
toda a civilização. Hoje, as atividades exigidas à Biblioteca são totalmente diferentes daquelas

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realizadas antigamente. Na sociedade do conhecimento, a biblioteca universitária passa por
um momento importante no que se refere ao seu papel de apoio ao processo educacional.
As Bibliotecas Universitárias são organizações complexas com inúmeras funções e
serviços que foram desenvolvidos ao longo do tempo, dessa forma, fica evidente que a
Biblioteca, com todas as transformações realizadas, carrega em si uma responsabilidade de
assumir o papel social de forma perene, visto que sua principal atividade é transmitir cultura.
Diante do exposto, o ambiente de uma Biblioteca não é visto somente como depósito,
mas também como um espaço que exerce as funções educacional, informacional, cultural e de
lazer, além da consciência cidadã. Ainda nesse contexto, em que a Biblioteca se torna
importante no processo cultural e cidadão, é importante uma reflexão sobre atividades
sustentáveis, principalmente aquelas práticas que podem fazer parte da rotina das bibliotecas,
com a intenção de promover uma consciência ambiental. É notável a urgência de uma
consciência ecológica, considerando os problemas e as agressões praticadas ao planeta. Nesse
momento, a Biblioteca entra como colaboradora para a educação ambiental, incorporando
práticas sustentáveis nas pequenas atividades diárias (ARRUDA; GOMES, 2011).
Há mais de 10.000 anos é que surgiam as primeiras embalagens, as quais eram
utilizadas como simples recipientes para guardar água ou estocar alimentos. Tais utensílios,
nada mais eram que as cascas de coco ou conchas do mar, usadas em seu estado natural, sem
qualquer beneficiamento. Ainda hoje, existem muitos materiais reutilizáveis no mundo, tais
como no passado, e temos plena consciência de que, se nos esforçarmos, será possível
vivermos sem os descartáveis vindos do plástico, através da conscientização do passado e
presente, para a preservação do futuro da nossa geração (A HISTÓRIA..., 2007).
Por isso, entendemos que a utilização de sacolas plásticas para acondicionamento de
material bibliográfico após o empréstimo por parte dos usuários, tinha que ser revista, uma
vez que tal prática prejudica o meio ambiente. Sabemos, por exemplo que um simples saco
plástico é derivado de petróleo e sua degradação no ambiente pode levar séculos. Depois de
usadas, muitas sacolas são descartadas de maneira incorreta, aumentando a poluição e
entupindo bueiros que escoam as águas das chuvas ou indo parar nas matas e oceanos, sendo
ingeridas por animais que morrem sufocados ou presos nelas. Pouquíssimas chegam a ser
recicladas. (BRASIL, 2016).
Diante de tais informações, nos articulamos e elaboramos o projeto, além de urgir em
nós, bibliotecários, a necessidade de fazermos algo em benefício do nosso meio ambiente.
Movidos por tais pensamentos e por pedidos de nossos dirigentes, surgiu a ideia de
substituirmos nossas sacolas plásticas descartáveis por sacolas não descartáveis (retornáveis).

3 Materiais e métodos
A implantação do empréstimo das sacolas retornáveis na UVV foi previamente
elaborada em comum acordo com a Direção da Biblioteca e foi aprovada preliminarmente
pela Vice-Reitoria e com a ciência do Setor de Comunicação Institucional. O objetivo da
proposta operacional de empréstimo das sacolas retornáveis foi algo experimental, sendo que
foram encontrados muitos desafios na realização de tal trabalho, os quais foram estudados
com toda a cautela necessária.
Num primeiro momento, as sacolas retornáveis foram cadastradas no Sistema de
Gerenciamento de Bibliotecas (Pergamum), num único acervo, e foram gerados aos poucos
seus respectivos exemplares. Após tal procedimento, anexamos uma etiqueta de identificação
para leitura do código de barras em um pequeno bolso transparente, confeccionado
especificamente para a efetuação do empréstimo domiciliar deste item. (FIGURA 1).

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Figura 1 – Código de barras para empréstimo
Fonte: Comunicação Institucional – UVV (2012)
O empréstimo domiciliar das sacolas retornáveis foi facultado aos alunos de graduação e aos
funcionários da Instituição, que poderiam retirá-las, por empréstimo, juntamente com seu
material bibliográfico impresso (livros), por um período de sete dias úteis. Já os alunos de
pós-graduação e professores poderiam retirá-las, juntamente com seu material bibliográfico
impresso, por empréstimo, por um período de 14 dias úteis. Porém, os usuários só poderiam
retirar uma sacola retornável quando acompanhada de seu material bibliográfico impresso,
por empréstimo. Ou seja, não seria permitido o empréstimo somente de sacolas retornáveis.
Caso o usuário devolvesse o material bibliográfico atrasado, ele teria que efetuar o
pagamento de uma multa de R$1,00 (um real) por exemplar e por dia (exceto sábados e
domingos e feriados). Em caso de sinistro da sacola retornável, o usuário de posse da
responsabilidade de tal material deverá justificar-se pessoalmente no Setor de Atendimento ao
Usuário e/ou com alguma bibliotecária de plantão.
Tais atividades iniciaram em meados do ano de 2012, e consistiu num primeiro
momento numa fase experimental e de adaptações, mas com o projeto já implantado e em
pleno vapor, surgiu a necessidade de averiguação dos resultados esperados. Avaliação do
material que foi confeccionado as sacolas retornáveis, quantificar o número de empréstimos
dessas sacolas juntos aos seus livros entre outros detalhes que pudemos explanar mediante à
nossa pesquisa.
Inicialmente, sabemos que dar início a uma pesquisa, em qualquer campo do
conhecimento humano, é como partir a uma viagem instigante e desafiadora, pois traz consigo
uma sensação do novo em confronto com o desconhecido, ou seja, urge o preenchimento de
algo que se encontra insuficiente, e até escasso, na nossa área de estudo. A pesquisa, segundo
José D'Assunção Barros (2007), é uma atividade para dar-se prosseguimento a esse processo,
ou melhor, a essa viagem em busca do desconhecido ou do preenchimento de certas lacunas
do âmbito científico.
Em parte, demonstrar-se-á também como uma pesquisa do tipo levantamento, que
apresenta a vantagem da investigação direta da realidade, de certa maneira econômica e
rápida, ao permitir entrevistar os sujeitos, cujas opiniões se desejam conhecer. Nessa
perspectiva, Antônio Carlos Gil (1999, p. 20) afirma que “[...] as pesquisas deste tipo se
caracterizam pela interrogação direta das pessoas cujo comportamento se deseja conhecer [...]
procede-se à solicitação de informações a um grupo significativo de pessoas acerca do
problema estudado para em seguida [...] obter as conclusões correspondentes dos dados
coletados.”

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Sacolas Retornáveis
3 3

11

24
Excluídas
Rasgadas
Alça Solta
Manchas

Descosturadas

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Gráfico 4 – Situação das sacolas
Fonte: Elaborada pelo autor
Das 420 sacolas existentes, 33%, ou seja, 139, apresentaram algum tipo de defeito,
sendo 112 sacolas que estão sem condições de utilização, o que corresponde 26,6% do total e
27 sacolas, 6,4% foram levadas para reparo.
Com as sacolas cada vez mais sofrendo os desgastes naturais, à medida que aparecem
os problemas, as sacolas são afastadas no Sistema Pergamum, com isso, a quantidade de
sacola disponível para o empréstimo diminuiu fazendo com que o número de alunos atendidos
também diminuísse. Diante desse novo cenário, com as sacolas desgastadas, é necessário que
ocorra a substituição por novas sacolas. Mesmo com a substituição do material, os códigos
cadastrados no sistema serão os mesmos, mantendo assim o histórico dos empréstimos
realizados. As sacolas que estão em situação de excluídas foram sacolas perdidas por alunos e
que também serão substituídas. As sacolas estragadas (rasgadas, manchadas) serão
descartadas, pois muitas delas não estão em condições de uso. Já as sacolas com problemas na
alça ou descosturadas foram enviadas para o conserto, retornando então, para utilização diária.

5 Considerações parciais/finais
Enfim, concluímos então que este projeto de substituição de sacolas plásticas por
sacolas retornáveis é de extrema importância para nossa comunidade acadêmica, uma vez
que, tal ação, não somente serve para informar nossa comunidade acadêmica sobre os
prejuízos que as sacolas plásticas lançadas no meio ambiente têm causado ao nosso habitat
natural, mas também oferecer-lhes alternativas para substituí-las a médio e longo prazo, bem
como disponibilizar uma vasta programação que mobilize nossos usuários de forma a
contribuir com a responsabilidade social que todo cidadão deve ter.
O foco da conscientização da comunidade acadêmica usuária da Biblioteca Central da
UVV para redução, a princípio, e substituição possível, após essa avaliação final através de
nossa pesquisa, mostrou que nosso público está mais antenado quanto à preservação do meio
ambiente e esse foi um fator motivador para que mais ações sejam desenvolvidas por nossa
biblioteca, no que tange o meio ambiente.
Campanhas de divulgação do serviço são realizadas ao longo do ano com o objetivo de
conseguir uma adesão maior a esse hábito por parte dos usuários de nossa Biblioteca. As

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ações realizadas pela Biblioteca para a preservação do acervo reforçam ainda mais a
importância do projeto “Sacolas Retornáveis”, visto que, além do desgaste natural causado
pela grande rotatividade dos livros, temos observado que muitas vezes o material é devolvido
sem etiqueta, com a capa úmida e suja. O controle racional e sistemático de condições
ambientais não reduz apenas os problemas de degradação, mas também e, principalmente,
evita seu agravamento.
Sendo assim, acreditamos que nosso projeto aumentou valores que às vezes são
esquecidos e deixados de lado por nossos usuários, valores esses que são importantes na
formação dos indivíduos, para que eles tenham uma visão mais ampla do mundo ambiental,
visem um entendimento pleno sobre a longevidade dos livros e documentos enquanto bens
culturais e sejam formadores de opinião para a geração futura.

6 Referências
ARRUDA, Ylka Danielle Lima Prado de; GOMES, Oriana Gonçalves. Educação Ambiental
na Biblioteca. XIV Encontro Regional de Estudantes de Biblioteconomia, Documentação,
Ciência da Informação e Gestão da informação. São Luís, MA, 16 a 22 de janeiro de 2011.
A HISTÓRIA das embalagens. 2007. Disponível em:
&lt;http://www.inovaembalagens.com.br/link.php?id=26&gt;. Acesso em: 15 abr. 2016.
BARROS, José D'Assunção. O projeto de pesquisa em história: da escolha do tema ao
quadro teórico. 3. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Saiba mais. Disponível em: &lt;
http://www.mma.gov.br/responsabilidade-socioambiental/producao-e-consumosustentavel/saco-e-um-saco/saiba-mais&gt;. Acesso em: 15 abr. 2016.
GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 15. ed. Rio de Janeiro: J.
Zahar, 2002.
MARTINS, Wilson. A palavra escrita: história do livro, da imprensa e da biblioteca.
3. ed. São Paulo: Ática, 2001.
MELLO, Jose Barboza. Síntese histórica do livro. Rio de Janeiro: Leitura, 1972.

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              <text>Evento</text>
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          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Considerando o papel educativo que a biblioteca universitária deve realizar com seus usuários, o projeto objetiva conscientizar o público que frequenta a Biblioteca Central e utiliza o serviço de empréstimos de livros, para que esses sejam capazes de compreender seu importante papel na preservação do meio ambiente, fazendo-os refletir sobre suas atitudes no dia a dia, modificando o hábito de usar sacolas plásticas para acondicionar seus livros, substituindo-as por sacolas retornáveis, colaborando, assim, com a diminuição de intoxicação do ecossistema e com foco na sustentabilidade. Este trabalho tem o intuito de identificar, após uma avaliação final, onde se realizou um estudo de caso, com pesquisa exploratória, através de relatórios do Sistema Pergamum, a quantidade de usuários que optaram pela prática de empréstimos das sacolas ecológicas, bem como identificar possíveis sinistros, além de fazer uma avaliação quanto à durabilidade do material com que foram confeccionadas as sacolas, nesses últimos quatro anos de uso. Pretende-se, com tais ações, não somente informar a comunidade acadêmica sobre os prejuízos que as sacolas plásticas lançadas no meio ambiente têm causado ao nosso habitat natural, como também oferecer-lhes alternativas para substituí-las a médio e longo prazo, bem como disponibilizar uma vasta programação que mobilize nossos usuários de forma a reconhecer a responsabilidade social que todo cidadão deve ter.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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