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                  <text>MODELAGEM E IMPLANTAÇÃO DE PROGRAMA DE
COMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO
Maria Helena Segnorelli (UNICAMP) - mhelenas@unicamp.br
Valéria Santos Gouveia Martins (UNICAMP) - valeria@unicamp.br
Regiane Alcantara Bracchi (Unicamp) - regiane@unicamp.br
Resumo:
A explosão da informação desencadeada pelas Tecnologias de Informação e Comunicação
requerem novas habilidades de acesso, avaliação e organização da informação, principalmente
em ambientes mediatizados pelas tecnologias digitais. Ao mesmo tempo, nas sociedades onde
o conhecimento tem um papel central, não tem sido suficiente o acesso para o processamento
e organização da informação, sendo necessária a modelação e transformação para criar novos
conhecimentos para usá-la como fontes de novas ideias. As típicas habilidades requeridas para
esta dimensão são habilidades de investigação e resolução de problemas, que levam a algum
ponto de definição, busca, avaliação, seleção, organização, análise e interpretação da
informação. O objetivos do presente trabalho são: conceber a modelagem de um programa de
competência em informação para o Sistema de Bibliotecas da UNICAMP (SBU) e implementar
de acordo com os preceitos estabelecidos. Os procedimentos metodológicos propostos são de
natureza qualiquantitativa, sendo do tipo descritiva exploratória. A modelagem do método foi
embasado nos conceitos de Belluzzo e no Relatório "Euroreferencial em Información y
Documentación, v.1 - Competencias y aptitudes de los profesionales europeos de información y
documentación", sobre a temática Competência Informacional. Os instrumentos utilizados
para coleta e tratamento dos dados foram entrevista, pesquisa em fontes de informação e
Software Excel. Os resultados obtidos foram: Modelagem do Programa de Competência em
Informação para o SBU, onde foi concebido duas vertentes, os profissionais da informação e
usuários; Implantação do Programa de Competência em Informação.
Palavras-chave: Gestão por Competência;
Universitárias

Competência

Área temática: Eixo 1 - Gestão sustentável
Subárea temática: Gestão do Conhecimento e da Informação

Powered by TCPDF (www.tcpdf.org)

em

Informação;

Bibliotecas

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XIX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA COMO AGENTE DE SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL

MODELAGEM E IMPLANTAÇÃO DE PROGRAMA DE
COMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO
Resumo:
A explosão da informação desencadeada pelas Tecnologias de Informação e Comunicação
requerem novas habilidades de acesso, avaliação e organização da informação, principalmente
em ambientes mediatizados pelas tecnologias digitais. Ao mesmo tempo, nas sociedades onde
o conhecimento tem um papel central, não tem sido suficiente o acesso para o processamento
e organização da informação, sendo necessária a modelação e transformação para criar novos
conhecimentos para usá-la como fontes de novas ideias. As típicas habilidades requeridas para
esta dimensão são habilidades de investigação e resolução de problemas, que levam a algum
ponto de definição, busca, avaliação, seleção, organização, análise e interpretação da
informação. Os objetivos do presente trabalho são: conceber a modelagem de um programa de
competência em informação para o Sistema de Bibliotecas da Unicamp (SBU) e implementar
de acordo com os preceitos estabelecidos. Os procedimentos metodológicos propostos são de
natureza qualiquantitativa, sendo do tipo descritiva exploratória. A modelagem do método foi
embasada nos conceitos de Belluzzo e no Relatório "Euroreferencial em Información y
Documentación, v.1 - Competencias y aptitudes de los profesionales europeos de información
y documentación", sobre a temática Competência Informacional. Os instrumentos utilizados
para coleta e tratamento dos dados foram entrevista, pesquisa em fontes de informação e
Software Excel. Os resultados obtidos foram: Modelagem do Programa de Competência em
Informação para o SBU, onde foi concebido duas vertentes, os profissionais da informação e
usuários; Implantação do Programa de Competência em Informação.
Palavras-Chave: Gestão por Competência; Competência em Informação; Bibliotecas
Universitárias

Abstract:
The information explosion triggered by information and communication technologies
require new skills access, evaluation and organization of information, especially in
environments mediated by digital technologies. At the same time, in societies where
knowledge has a central role, it has not been enough access for processing and
organizing information, modeling and transformation is necessary to create new
knowledge to use it as a source of new ideas. Typical skills required for this dimension
are research skills and problem solving, leading to a set point, search, evaluation,
selection, organization, analysis and interpretation of information. The objectives of
this work are: design modeling a competence program information for the SBU and
implement in accordance with established principles. The proposed methodological
procedures are quali-quantitative nature, being of exploratory descriptive. The
modeling method was based on the concepts of Belluzzo and Report "Euroreferencial
in Información y Documentación, v.1 - Competencias aptitudes y de los profesionales
europeos of información y documentación" on the subject information literacy. The
instruments used for collecting and processing the data were interview, research
information sources and Excel software. The results were: the Competence in
Information Program modeling for the SBU, which was designed two parts,
information professionals and users; Implementation of Competency in Information
Program.
Key words: Competence Management; Competence in information; University
libraries

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XIX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA COMO AGENTE DE SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL

1 Introdução
Nos últimos anos as instituições educacionais públicas e privadas lançaram-se em uma
busca de métodos e técnicas que as ajudassem a melhorar a qualidade da educação brasileira
em todos os níveis e modalidades. Nesse processo de desafio e reflexão, em que os governos
vem adotando políticas de modernização, implementando sistemas de informação, inclusive
tornando digitais suas inúmeras bases de dados, adentramos na era do conhecimento em rede
em que formas padronizadas e eficientes são requisitadas para se extrair conhecimento e
potencializar a inteligência pública.
Neste contexto o Prof. Murilo Bastos em seu artigo “Construindo o futuro: a biblioteca
universitária brasileira em 2010” analisa os fatores que podem impactar o futuro das
bibliotecas universitárias e indaga sobre o contexto do ensino superior.
As Bibliotecas e o Ensino Superior passaram por fusões, terceirização, oferta de
produtos e serviços como bibliotecas digitais, aumento do alunado da graduação e pósgraduação, crescimento de EAD, impactando tanto em espaço físico quanto em produtos e
serviços, pois se tornaram organizações complexas com múltiplas funções. Seu propósito
fundamental é o mesmo, mudança comportamental em buscas informacionais. A internet onipresente - se tornou o maior depósito de informações do mundo um bilhão e 800 milhões
de pessoas com acesso a internet em 2010. Mesmo antes da web ter sido criada em 1994, as
bibliotecas digitais foram criadas.
A explosão da informação desencadeada pelas Tecnologias de Informação e
Comunicação requerem novas habilidades de acesso, avaliação e organização da informação,
principalmente em ambientes mediatizados pelas tecnologias digitais. Ao mesmo tempo, nas
sociedades onde o conhecimento tem um papel central, não tem sido suficiente o acesso para
o processamento e organização da informação, sendo necessária a modelação e transformação
para criar novos conhecimentos para usá-la como fontes de novas ideias. As típicas
habilidades requeridas para esta dimensão são habilidades de investigação e resolução de
problemas, que levam a algum ponto de definição, busca, avaliação, seleção, organização,
análise e interpretação da informação.
As TIC's proporcionam ferramentas úteis para manejar muitos dos processos dessa
atividade, tais como integrar a informação, conhecer como funciona um modelo e as relações
entre seus elementos e finalmente, gerar novas informações chaves que anima os estudantes a
desenvolver seu próprio pensamento nesta subdimensão que são: a criatividade, a inovação, a
resolução de problemas e tomada de decisão.
A grande massa de informação disponível e a proliferação de bases de dados exigem
encontrar e organizar rapidamente a informação e desenvolver certa habilidade de seleção da
informação. Dessa forma, o conceito de alfabetização informacional se centra neste processo
(Antunes, 1996), e pressupõe que um estudante entenda primeiro, e logo define claramente a
informação que embasa a uma pergunta ou tarefa determinada. Saber como identificar
digitalmente as fontes de informação consideradas de modo efetivo e eficiente para a solução
do problema, uma vez que a informação é localizada, é fundamental que o estudante seja
capaz de avaliar a quanto útil e valiosa é a fonte e seus componentes para uma tarefa
determinada, assim como ser capaz de organizar dados e informações digitais eficazmente de
modo que possa ser usada.
Marshall Mcluhan em sua obra de 1964, intitulada “Os meios de comunicação como
extensão do homem”, retrata esse contexto, ponderando que “toda tecnologia gradualmente
cria um ambiente humano totalmente novo”, traçando paralelos entre a primeira revolução
industrial até a era eletrônica, demonstrando com exemplos fartos a necessidade de estudos
sobre os meios de comunicação como introdutores de novos hábitos, tais como: mudanças

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conceituais na relação entre as pessoas e os aspectos do trabalho; novos formatos na
comunicação de massa e na palavra escrita e falada; formas de aglomerações nas organizações
sociais e nas institucionais; nos meios de produção agrícola, de vestuário dentre outros; e,
finalmente, até na saúde mental do homem.
A partir desses novos cenários, há que se refletir sobre o significado atual da
competência e habilidades do profissional da informação. A competência do indivíduo não é
um estado, não se reduz a um conhecimento ou Know-how específico. Le Boterf (1995) situa
a competência numa encruzilhada, com três eixos formados pela pessoa (sua biografia,
socialização), pela sua formação educacional e pela sua experiência profissional. A
competência é o conjunto de aprendizagens sociais e comunicacionais, nutridas pela
aprendizagem e formação, tendo como vazão o sistema de avaliações. Ainda segundo este
autor, competência é um saber agir responsável e que é reconhecido pelos outros. Implica
saber como mobilizar, integrar e transferir os conhecimentos, recursos e habilidades, num
contexto profissional determinado.
Neste sentido e em consonância com o avanço da Universidade no que tange aos
aspectos de desenvolvimento e expansão do ensino, da pesquisa e extensão, no âmbito
nacional e internacional, o Sistema de Bibliotecas da Unicamp (SBU) tem procurado atuar de
forma convergente neste novo cenário, buscando fomentar a produção de novos
conhecimentos por meio da disseminação de informações técnicas, científicas, culturais e
históricas, atuando como propulsor das atividades de ensino, pesquisa e extensão. E para que
tal ação possa ser viabilizada, estabelece em seu plano de gestão o "Programa de Competência
em Informação".
Desta forma, o presente trabalho tem como objetivos: conceber a modelagem de um
programa de competência em informação para o SBU e implementar de acordo com os
preceitos estabelecidos.

Caracterização do SBU
O Sistema de Bibliotecas da UNICAMP, criado através da Deliberação CONSU-A-30,
de 25 de novembro de 2003, como órgão complementar da Universidade, diretamente
subordinado à Coordenadoria Geral da Universidade (CGU), tem como finalidades:
I - dar suporte às atividades de ensino, pesquisa e extensão;
II - definir a política de desenvolvimento dos diferentes acervos que compõem as bibliotecas
da Universidade;
III - possibilitar à comunidade universitária e à comunidade científica o acesso à informação
armazenada e gerada na UNICAMP;
IV - promover intercâmbio de experiências e acervos.
Em seu regimento, artigo 4ª, aprovado através da Deliberação CONSU-A-15/2013,
compete ao Sistema de Bibliotecas da UNICAMP:
I - adotar padrões ou critérios de organização e administração de sistemas de informação;
II - elaborar e encaminhar à Administração da Universidade sua proposta orçamentária;
III - executar o orçamento gerindo recursos financeiros, tanto orçamentários quanto de outras
fontes;
IV - emitir parecer sobre aquisição de material bibliográfico para a Universidade;
V - emitir parecer, quando solicitado, sobre ingresso e seleção de profissionais e auxiliares da
área, bem como afastamentos para participação em eventos e cursos afins;
VI - promover o aperfeiçoamento dos profissionais integrantes do SBU;
VII - realizar a incorporação de todos os materiais bibliográficos adquiridos para o SBU,
inclusive através de convênios, e torna-los acessíveis;
VIII - cadastrar e disseminar a produção técnico-científica gerada na Universidade,

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assessorando quanto à apresentação técnica das publicações;
IX - integrar-se a sistemas nacionais e internacionais de informação, visando o acesso e a
divulgação da produção técnico-científica gerada pela Universidade.

Principais Indicadores do SBU
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Número de Bibliotecas do SBU - 29
Livros eletrônicos – 331.017
Publicações periódicas impressas e eletrônicas – 40.630
Teses e Dissertações – 42.770 (todas disponíveis digitalmente)
Bases de dados eletrônicas: 532 bases que disponibilizam dezenas de milhões de
registros referenciais e em texto completo. Essas bases contêm informações
produzidas pelas melhores instituições científicas e editoras do mundo.
Outros Indicadores: O acervo de periódicos da Universidade abrange um universo de
17.074 títulos, sendo 6.371 correntes. Participa do Programa de Biblioteca Eletrônica,
que disponibiliza mais de 25.000 títulos de periódicos eletrônicos de revistas
científicas internacionais e nacionais, possibilitando uma consulta rápida e atualizada a
toda comunidade da UNICAMP.
Orçamento anual para aquisição de fontes de pesquisa: R$ 15.0000.000,00
Biblioteca Digital: disponibiliza artigos, fotografias, ilustrações, obras de arte, revistas,
registros sonoros, teses, vídeos e outros documentos de interesse ao desenvolvimento
científico, tecnológico e sócio cultural.
Repositório Institucional da Produção Científica: O Repositório da Produção
Científica e Intelectual da Unicamp tem por objetivo reunir e disseminar a produção
intelectual, acadêmica e cultural da universidade e preservar sua memória
institucional, além de contribuir para ampliar a visibilidade da instituição e dos seus
pesquisadores em âmbito nacional e internacional.

2 Revisão de Literatura
Sistemas de Gestão do Conhecimento
Entende-se por conhecimento, segundo Dumont (2006), a informação interpretada, ou
seja, o que cada informação significa e que impactos no meio cada informação pode causar,
de modo que ela possa ser utilizada para importantes ações e tomada de decisão.
Dumont (2006), ainda traça como objetivos da gestão do conhecimento: tornar
acessíveis grandes quantidades de informação corporativa, compartilhando as melhores
práticas e tecnologias; permitir a identificação e o mapeamento dos ativos de conhecimento e
de informações ligados a qualquer organização, seja ela com ou sem fins lucrativos (Memória
Organizacional); apoiar a geração de novos conhecimentos, propiciando o estabelecimento de
benefícios administrativos; dar vida aos dados, tornando-os utilizáveis e úteis, transformandoos em informação essencial ao nosso desenvolvimento pessoal e comunitário; organizar e
acrescentar lógica aos dados de forma a torná-los compreensíveis.
O processo de aprendizagem organizacional tem se destacado como um dos temas
emergentes para o ambiente no qual as organizações encontram-se inseridas, constituindo-se
em um importante instrumento na formulação e o desenvolvimento de estratégias que atuam
na forma de rede. Ao incorporar a aprendizagem na definição de seus propósitos corporativos,
as organizações que atuam em rede passam a incorporar um conjunto de interesses que
perpassam as questões de cunho meramente econômico, atendendo, assim, às necessidades e

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inteligência artificial, o que proporciona uma base de conhecimento em aprendizado e
aprimoramento contínuos, os sistemas de gestão do conhecimento ganham poder no
fornecimento de análises complexas e tendências da organização. Além disto, estas aplicações
permitem simular processos de negócio complexos e testar diversos cenários, oferecendo um
meio seguro de avaliar e aperfeiçoar os planos de ação propostos antes que eles sejam
implementados, entendendo as tendências verificadas no passado, fazer previsões quanto ao
futuro ou compreender melhor o funcionamento de seus negócios.
Portanto, segundo Dumont (2006), gestão do conhecimento é o processo sistemático de
identificação, criação, renovação e aplicação dos conhecimentos que são estratégicos na vida
de uma organização. É a administração dos ativos de conhecimento das organizações.
“Permite saber o que a organização sabe”.
A gestão do conhecimento leva as organizações a mensurar com mais segurança a sua
eficiência, a tomar decisões acertadas com relação à melhor estratégia a ser adotada em
relação aos seus clientes, concorrentes, canais de distribuição e ciclos de vida de produtos e
serviços, saber identificar as fontes de informação, administrar dados, informações e saber
gerenciar seus conhecimentos.

Inteligência Organizacional
A inteligência organizacional se dá pela gestão da informação e pela gestão do
conhecimento, sendo que suas definições:
“A gestão do conhecimento atua diretamente com os fluxos informais da
organização; seu foco é o capital humano intelectual corporativo e sua ação é restrita
à cultura e comunicação corporativa, ou seja, o que não está explicitado. Na
literatura, utiliza-se de forma recorrente a expressão conhecimento tácito. Assim
defende-se que gestão do conhecimento pode ser definida como um conjunto de
estratégias para criar/construir, adquirir/apreender, compartilhar/socializar e
usar/utilizar ativos do conhecimento, bem como para aplicar métodos, técnicas,
instrumentos e ferramentas que apoiem esse conjunto de estratégias”. (VALENTIM;
GELINSKI, 2005, p. 2)
“A gestão da informação atua diretamente com os fluxos formais da organização;
seu foco é o negócio da organização e sua ação é restrita as informações
consolidadas em algum tipo de suporte (impresso, eletrônico, digital, etc.), ou seja, o
que está explicitado. Desse modo, pode-se definir a gestão da informação como um
conjunto de atividades para prospectar/monitorar, selecionar, filtrar, tratar, agregar,
valor e disseminar informação, bem como para aplicar métodos, técnicas,
instrumentos e ferramentas que apoiem este conjunto de atividades”. (VALENTIM,
2008, p. 18)

O desenvolvimento econômico, social e tecnológico dos países tem exigido uma postura
mais agressiva das organizações frente aos objetivos, buscando maior agilidade e confiança
nas próprias decisões, pois trabalhar com ambiente significa trabalhar com mudanças e a
aceleração dessas mudanças numa organização é considerada uma vantagem competitiva que
agrega valor aos produtos ou serviços oferecidos, bem como proporciona sua sobrevivência
sustentada.
Sustentabilidade, vantagem competitiva, capital intelectual são as principais
características dos novos sistemas produtivos automatizados e de relação do trabalho, também
entendido como a base da Era da Informação.
Dumont (2006) menciona em seu texto sobre a Era da Informação:
“[...] disponibilizar aos gestores públicos acesso ao sistema de inteligência
em um local onde todas as informações estarão reunidas e relacionadas é a base para

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o processo de geração do conhecimento do negócio, proporcionando uma gestão
pública moderna, baseada em: resultado de indicadores, previsões de cenários,
análise de riscos, auditorias, avaliação do desempenho governamental,
desenvolvimento de metas públicas, análises comparativas e aplicação de outras
técnicas existentes. ” Dumont (2006, p.152)

Partindo dos pressupostos abordados pelos autores, as modernas organizações tendem a
incorporar em seu corpo estratégico, assim como nas linhas de negócio, as competências do
profissional da informação, permitindo desta forma o tratamento, a disponibilização, o acesso
e a mediação da informação, para posterior composição do fluxo de comunicação, tanto no
sentido vertical, quanto no horizontal.
Assim como afirma Cândido; Valentim; Contani (2005) e Valentim; Gelinski (2005):
“Se a informação e o conhecimento têm papel fundamental nos ambientes
corporativos, porque todas as atividades desenvolvidas, desde o planejamento até a
execução das ações planejadas, assim como o processo decisório, são apoiadas por
dados, informação e conhecimento”. (CÂNDIDO; VALENTIM; CONTANI, 2005,
p. 1)
“Se a falta de uma estrutura organizacional sensível e atenta à gestão da informação
impede a sinergia entre os diferentes setores, tanto em virtude do excesso como da
falta de informação, ou mesmo o acesso de forma inadequada aos conteúdos
informacionais pode levar os membros da organização a trabalhar com elevados
níveis de tensão e imprecisão”. (VALENTIM; GELINSKI, 2005, p. 2)

Competência em Informação
O desenvolvimento da Competência em Informação, segundo Belluzzo (2008), requer
um tratamento que envolve desde a compreensão da informação em seu sentido amplo e as
exigências das sociedades humanas, dependendo fundamentalmente da educação,
recomendando-se que haja um trabalho integrado entre educadores e bibliotecários no sentido
de:
 Preparação de diretrizes básicas para iniciativas conjuntas sob o enfoque das
necessidades da sociedade da informação e dos princípios da Competência em
Informação, uma atividade intra-curricular;
 Definir as condições para que tais iniciativas possam ser apoiadas por políticas e pelas
comunidades assistidas;
 Implementar e criar mecanismos de manutenção e avaliação das práticas pedagógicas
e informacionais.
Belluzzo, ainda, ressalta que o conceito de competência traz à tona várias concepções,
porém, vamos entendê-la como sendo um composto de duas dimensões distintas: a primeira,
um domínio de saberes e habilidades de diversas naturezas que permitem a intervenção
prática na realidade e, a segunda, uma visão crítica do alcance das ações e o compromisso
com as necessidades mais concretas que emergem e caracterizam o atual contexto social.
Desse modo, fundamentando-nos nessa dupla dimensão da competência é que situamos a
Competência em Informação ou Information Literacy (CI). É uma área onde o processo de
ensino e aprendizagem deve centrar-se e constitui um processo contínuo de interação e
internalização de fundamentos conceituais, atitudinais e de habilidades específicas como
referenciais à compreensão da informação e da sua abrangência, em busca da fluência e das
capacidades necessárias à geração do conhecimento novo e sua aplicabilidade ao cotidiano
das pessoas e das comunidades ao longo da vida (BELLUZZO, 2004). A implementação
desse processo na escola dependerá, em parte, mediante o manejo das tecnologias da
informação e da comunicação, da utilização de métodos válidos de pesquisa, porém,
sobretudo por meio do pensamento crítico e da racionalidade humana. Nesse cenário,

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certamente, tem importância o uso da Aprendizagem Significativa de Ausubel e da concepção
dos mapas conceituais como abordagens teóricas e instrumentos de apoio ao desenvolvimento
de estratégias e das ações pedagógicas, congregando esforços conjuntos entre a biblioteca e a
escola (BELLUZZO, 2007).

3 Materiais e Métodos
Os procedimentos metodológicos propostos para o desenvolvimento do trabalho são
de natureza qualiquantitativa, sendo do tipo descritiva exploratória. A modelagem do método
foi embasada nos conceitos de Belluzzo e no Relatório "Euroreferencial em Información y
Documentación, v.1 - Competencias y aptitudes de los profesionales europeos de información
y documentación", sobre a temática Competência Informacional. Os instrumentos utilizados
para coleta e tratamento dos dados foram:
 Entrevista com os Diretores de Biblioteca do SBU, visando o levantamento das
demandas de qualificação dos profissionais da informação;
 Pesquisa em fontes: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), onde foi
levantado as competências e habilidades do profissional da informação; perfil
do profissional estabelecido na carreira da Universidade de Campinas, gestão
por competência: competência individual e competência organizacional
(UNICAMP); Planejamento estratégico do SBU; CoInfo (Declaração de
Maceió, Manifesto de Florianópolis e Carta de Marília).
 Software Excel para coleta e tratamento dos dados.

4 Resultados Parciais/Finais
Os resultados do trabalho estão elencados de acordo com as etapas estabelecidas nos
procedimentos metodológicos, alinhados aos objetivos propostos.
 Etapa 1- Modelagem do Programa de Competência em Informação para o
SBU, onde foi concebido duas vertentes, os profissionais da informação e
usuários. A partir de uma necessidade de aprendizado o programa apresenta um
ponto de convergência que são os recursos informacionais e após se segmenta
para as necessidades de aprendizado mais específicas, conforme demonstra as
Figuras 2 e 3.
 Etapa 2 - Implantação do Programa de Competência em Informação: esta fase
foi desenvolvida a partir das necessidades informacionais demandadas, onde
foram classificadas por modalidade de qualificação e após, foi elaborado uma
agenda com as propostas de qualificação, conforme demonstra o Quadro 1.
Salientamos que esse Programa recebeu menção honrosa em concurso organizado pela
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), durante a realização
do Seminário Internacional do Portal de Periódicos Capes, evento que ocorreu de 10 a 12 de
novembro de 2015, em Brasília.

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Figura 2 - Modelagem do Programa de Competência em Informação

Fonte: Elaboração Própria

Figura 3 - Programa de Competência em Informação - Necessidades Específicas

Fonte: Elaboração Própria

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Quadro 1 - Implantação do Programa de Competência em Informação
MODALIDADE

DATAS

CURSOS

PROGRAMA DE
CAPACITAÇÃO (GT)

TARDES DE
ATUALIZAÇÃO SBU:
Ciclo de Palestras

TEMA
Dia do
Bibliotecário e
Abertura do
Programa de
Qualificação SBU

Curso de Inglês
Instrumental
(Equipe SBU) –
Supervisão e Apoio:
AFPU
Curso Modular:
Elaboração de
artigos, Elaboração
de Projetos (Revista
Profissionais da
Unicamp, Prêmio
PAEPE, SIMTEC)
Curso de
Qualificação in
Company: FRBR
Treinamentos
Coleções Digitais do
SBU e CAPES Consulte
programação
Gerenciadores
Bibliográficos
(EndNote, Zotero
etc.) - Consulte
programação

Serviço de
Referência:
conceitos e
reflexões e novos
caminhos para a
inovação (Sueli)
Profissionais com
Participação em
Projetos
Internacionais:
Rosana e Isabella
Papel da
Biblioteca na Gestão
Científica
(Sandra/IFGW)

INÍCIO DA
CAPACITAÇÃO

PÚBLICO ALVO

APOIO

19/03/2015

Bibliotecários do
SBU, Estagiários de
Biblioteconomia,
Técnicos em
Biblioteconomia

Coordenadoria SBU
e CGU

06/04/2015

Auxiliares/Técnicos
de Biblioteconomia
/ Administrativo

SBU/AFPU

A Definir

01/06/2015

Profissionais da
Unicamp

Bibliotecários
Catalogadores SBU

SBU/G4

SBU/AFPU/FEBAB

Março a Junho

Bibliotecários de
Referência

GT de Capacitação e
Fornecedores

Abril a Junho

Bibliotecários de
Referência

GT de Capacitação e
Fornecedores

Abril

Profissionais da
Informação

Coordenadoria SBU

Abril

Profissionais da
Informação

Coordenadoria SBU

Maio

Profissionais da
Informação

Coordenadoria SBU

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Fator de Impacto
e Índice H
Rankings
Nacionais e
Internacionais
Gestão dos
Direitos de
Propriedade (DRM)
Plataformas
Colaborativas
(Google Docs etc.),
Ferramentas de
apresentação
(SlideShare,
PowerPoint, Prezi)
Marketing, Mídias
Sociais (RSS,
Facebook, Twitter) e
Introdução de
Arquivo nas Nuvens
AGENDA
CULTURAL

Maio

Profissionais da
Informação

Coordenadoria SBU

Junho

Profissionais da
Informação

Coordenadoria SBU

Junho

Profissionais da
Informação

Coordenadoria SBU

Julho

Profissionais da
Informação

SBUDTI/AFPU/CCUEC

Julho

Profissionais da
Informação

SBUDTI/AFPU/CCUEC

Público em Geral

SBU/Campus
Tranquilo/Unidades

Clique aqui para
Acessar a
Programação
2º SEMESTRE PREVISÃO
MODALIDADE

EVENTOS

IFLA
FE (Profa. Heloisa)
em parceria com o
SBU
Seminário
Internacional:
Modelos de Gestão
de Bibliotecas
Universitárias
Encontro dos
Técnicos em
Biblioteconomia
Fórum
Permanente:
Repositório
Institucional

CURSOS

Cursos Específicos
para os Profissionais
de TI
Cursos Específicos
para os Profissionais
de RH e
Administrativos
Cursos Específicos
para os Profissionais

Agosto

Bibliotecários

SBU/AFPU

2ª Quinzena de
Agosto

Profissionais da
Informação

FE/SBU

Outubro

Profissionais da
Informação

VRERI/SBU

Setembro

Técnicos em
Biblioteconomia

SBU/AFPU

Novembro

Profissionais da
Informação

CGU/SBU/SIARQ

Setembro

Analistas de
Sistemas

SBU/AFPU

Setembro

Técnicos em RH e
Profissionais de
Administração

SBU/AFPU

Setembro

Técnico de Áudio e
Video

SBU/AFPU

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XIX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA COMO AGENTE DE SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL
de Áudio e Video
Curso de
Especialização:
Gestão de Unidades
de Informação
Cursos Específicos
para os Profissionais
de Preservação de
Materiais
Bibliográficos
A biblioteca
universitária:
histórico,
contextualização
dentro da estrutura
da universidade,
contextualização
dentro do Sistema
de Bibliotecas,
hierarquia, os
serviços/tarefas que
serão realizados em
bibliotecas
universitárias da
competência do
técnico, da
importância do
atendimento ao
público

Agosto

Bibliotecários

SBU/AFPU/PUCCAM
P

Setembro

Profissionais da
Informação

SBU/AFPU

Setembro

Técnicos em
Biblioteconomia

SBU/AFPU

Fonte: Elaboração Própria

Com a programação estabelecida obteve-se os indicadores em 2015:
 40 treinamentos em bases de dados efetuados no período de março a setembro de
2015;
 690 usuários e profissionais da informação capacitados;
 03 "Tardes de Atualização" oferecidas no período de março a setembro de 2015;
 183 profissionais da informação capacitados;
 A partir de 2016 serão computados os indicadores para a agenda cultural.

5 Considerações Parciais/Finais
O Sistema de Bibliotecas da Unicamp vem, ao longo do tempo, estabelecendo parcerias e
convênios em nível nacional, visando melhorar as formas de atendimento a comunidade
acadêmica da UNICAMP, a constante otimização no uso dos recursos informacionais, a
formação de redes colaborativas, consórcios, entre outras ações. Contudo, a excelência
presente no cenário internacional deve ser englobado e ser o objeto de análise, uma vez que
este momento de globalização tem requisitado esta expansão para o cenário internacional,
tendo como objetivo conhecer a composição de suas estruturas e como estas instituições estão
se reorganizando mediante as mudanças globais que se apresentam.
Sabemos que devemos transformar as bibliotecas em lugares que promovam a

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BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA COMO AGENTE DE SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL

convivência e o debate de ideias. Devemos, ainda, promover o aperfeiçoamento constante dos
nossos acervos e das técnicas de tratamento e organização da informação e o mais importante:
devemos trabalhar com afinco para desenvolver em nossos alunos e professores habilidades
na busca e seleção de informação de qualidade, as quais ofereçam ampla possibilidades de
desenvolvimento pessoal e profissional.

6 Referências
ANTUNES, W. de A. Biblioteca e sistema de ensino. Boletim ABDF Nova Série, Brasília,
v.9, n.2, p.121-125, abr./jun. 1986
BELLUZZO, R. C. B. et al. Information literacy: um indicador de competência para a
formação competente de professores na sociedade do conhecimento. Educação Temática
Digital, Campinas, v.6, n.1, p.81-99, dez. 2004.
BELLUZZO, R. C. B. Construção de mapas: desenvolvendo competências em informação e
comunicação. 2.ed. ver. e ampliada. Bauru: Cá entre Nós, 2007.
CHOO, Chun Wei. A organização do conhecimento: como as organizações usam a
informação para criar signifi cado, construir conhecimento e tomar decisões. Tradução de
Eliana Rocha. São Paulo: SENAC, 2003.
CUNHA, M.B. Construindo o futuro: a biblioteca universitária brasileira em 2010. Ciência
da Informação, Brasília, v.29, n.1, p.71-89, jan./abr. 2000.
DAVENPORT, T.; PRUSAK, L. Ecologia da informação: por que só a tecnologia não basta
para o sucesso na era da informação. São Paulo: Futura, 1998. 316p.
DUMONT, D.M.; RIBEIRO, J.A.; RODRIGUES, L.A. Inteligência pública na era do
conhecimento. Rio de Janeiro: Revan, 2006. 332p.
FONSECA, E. N. (org.) Bibliometria: teoria e prática. São Paulo: Cultrix, 1986. 135p.
MOTTA, P.R. Gestão contemporânea: a ciência e a arte de ser dirigente. 7. ed. Rio de
Janeiro, 1996. p. 111-142.
MCLUHAN, M. Os meios de comunicação como extensões do homem. 18.ed. São Paulo:
Cultrix, 2000
VALENTIM, M.L.P.(org.) Informação, conhecimento e inteligência organizacional. 2. ed.
Marília,SP: FUNDEPE Editora, 2006. 282p.
_______________
Informação e conhecimento em organizações complexas. In:
______(org). Gestão da informação e do conhecimento. São Paulo: Polis, 2008. p.11-25.
________________; GELINSKI, J. V. V. Gestão do conhecimento como parte do processo de
inteligência competitiva. Informação&amp;Sociedade: estudos, João Pessoa, v.15, n.2, p.1-12,
jul./dez. 2005. Disponível em: &gt; http://www.informacaoesociedade.ufpb.br&gt;. Acesso em 20
fev. 2015.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
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              <text>A explosão da informação desencadeada pelas Tecnologias de Informação e Comunicação requerem novas habilidades de acesso, avaliação e organização da informação, principalmente em ambientes mediatizados pelas tecnologias digitais. Ao mesmo tempo, nas sociedades onde o conhecimento tem um papel central, não tem sido suficiente o acesso para o processamento e organização da informação, sendo necessária a modelação e transformação para criar novos conhecimentos para usá-la como fontes de novas ideias. As típicas habilidades requeridas para esta dimensão são habilidades de investigação e resolução de problemas, que levam a algum ponto de definição, busca, avaliação, seleção, organização, análise e interpretação da informação. O objetivos do presente trabalho são: conceber a modelagem de um programa de competência em informação para o Sistema de Bibliotecas da UNICAMP (SBU) e implementar de acordo com os preceitos estabelecidos. Os procedimentos metodológicos propostos são de natureza qualiquantitativa, sendo do tipo descritiva exploratória. A modelagem do método foi embasado nos conceitos de Belluzzo e no Relatório "Euroreferencial em Información y Documentación, v.1 - Competencias y aptitudes de los profesionales europeos de información y documentación", sobre a temática Competência Informacional. Os instrumentos utilizados para coleta e tratamento dos dados foram entrevista, pesquisa em fontes de informação e Software Excel. Os resultados obtidos foram: Modelagem do Programa de Competência em Informação para o SBU, onde foi concebido duas vertentes, os profissionais da informação e usuários; Implantação do Programa de Competência em Informação.</text>
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