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                  <text>PROPOSTA DE IMPLANTAÇÃO DE UM REPOSITÓRIO DE OBJETOS
DE APRENDIZAGEM NO ENSINO A DISTANCIA DO IFPI
Josué de Moura Costa (IFPI) - mourajosue@yahoo.com.br
Ana Ursula Farias Pereira (IFPI) - anaursula@ifpi.edu.br
Antonio Francisco da Silva Júnior (IFPI) - tony@ifpi.edu.br
Luana Karen Rodrigues de Carvalho (IFPI) - luana@ifpi.edu.br
Neila Marta Sa (PI) - neilamarta@yahoo.com.br
Resumo:
O objetivo principal deste artigo é propor a implantação de um repositório digital de objetos
de aprendizagem com o intuito de promover o compartilhamento e reutilização de materiais
elaborados por professores conteudistas na educação à distância do Instituto Federal do Piauí
(IFPI). A metodologia utilizada foi bibliográfica e descritiva, com abordagem qualitativa. No
primeiro momento um levantamento bibliográfico para identificar as plataformas tecnológicas
já utilizadas foi apresentado e, a seguir, os materiais e métodos utilizados são descritos
visando contextualizar o assunto em questão e adquirir conhecimentos para fundamentar a
proposta. Como resultados finais/parciais sugere-se o esboço do repositório digital e, na
sequência apresenta-se as considerações finais/parciais sobre a importância da integração de
repositórios digitais no contexto educativo, visto que as novas tecnologias dispostas com
repositórios digitais contribuem de maneira singular para a pesquisa e ensino, principalmente
quando se referem à utilização dos objetos de aprendizagem.
Palavras-chave: Repositório. Objetos de Aprendizagem. Educação à distância
Área temática: Eixo 3 - Ecologia da Informação
Subárea temática: Repositórios institucionais

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1 Introdução
Nos últimos anos a educação tem recebido uma atenção especial, pois todos tiveram
que se adaptar às mudanças nos processos de ensino e aprendizagem ocasionados pelo
surgimento das tecnologias.
De acordo com Teles (2008) a comunicação humana pelo computador teve um
aumento considerável para fins educativos e isso ocasionou uma proliferação de tecnologias
com o propósito de oferecer ambientes educacionais online.
Com o surgimento das tecnologias novas possibilidades se consolidaram no âmbito da
educação. Um cenário repleto de vídeos, jogos digitais, hipertextos, hipermídias, interfaces
gráficas e inteligentes, se abriu, permitindo novas aplicações e usos educacionais.
Realizou-se esse estudo com objetivo de elaborar a proposta de criação do repositório
de objetos de aprendizagem e, com o propósito de promover o compartilhamento e
reutilização do material elaborado pelos professores conteudistas e formadores do Ensino à
Distância do IFPI.
Sendo assim, o objetivo maior desse trabalho é apresentar uma proposta de criação de
um Repositório que reúna toda a produção acadêmica dos professores conteudistas e
formadores do Ensino à Distância do IFPI.
A pesquisa ainda está em curso, sendo que este trabalho apresenta resultados parciais
do que fora desenvolvido até o presente momento.

2 Revisão de literatura
No atual contexto do uso das novas tecnologias de comunicação e de informações, os
repositórios são reconhecidos como um fato inovador frente ao sistema de comunicação da
ciência e na maneira como o acesso à informação é gerenciado.
Em sentido amplo, a expressão ‘repositórios digitais’ significa os diversos tipos de
aplicações de provedores de dados que são destinados ao gerenciamento de informação
científica, constituindo-se em vias alternativas de comunicação científica. Repositórios
digitais, segundo o IBICT (2005, p. 47), são “sistemas de informação que armazenam,
preservam, divulgam e dão acesso à produção intelectual de comunidades”.
Basicamente são identificados três tipos de repositório: repositórios institucionais:
voltados à produção intelectual de uma instituição, especificamente nas universidades e
institutos de pesquisa; repositórios temáticos ou disciplinares: referem-se à produção
intelectual de áreas específicas com conhecimento particular; e repositórios de teses e

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dissertações: aqueles que lidam especificamente com teses e dissertações (LEITE, 2009).
Conforme Tomaél e Silva (2007), a concepção de repositórios, embora não seja
recente, está intimamente relacionada aos conceitos de acesso aberto (open access) ou acesso
livre à informação, de arquivos abertos (open archives) e de softwares libres (open source);
conceitos esses incrementados diante do cenário tecnológico que ora se apresenta por conta do
desenvolvimento crescente das tecnologias de informação e comunicação. Na sua essência,
salientam Ribeiro e Vidotti (2009) que os repositórios são tidos como ferramentas que buscam
a promoção científica através da disponibilidade de informação para as pesquisas científicas
de modo gratuito, facilitando o acesso ao mundo acadêmico e alcançando como resultado a
obtenção do conhecimento e incentivo à pesquisa. Complementam Camargo e Vidotti (2008)
que, além de serem ambientes informacionais digitais que gerenciam e controlam a produção
acadêmica e científica de instituições, também apresentam como vantagens o acesso irrestrito,
interoperabilidade dos dados e, ainda, a preservação da informação ao longo prazo.
Nessa abordagem, emerge a compreensão dos repositórios digitais institucionais de
acesso à informação científica, os quais tratam da produção intelectual de uma instituição,
excluindo, portanto, conteúdos externos ou de outra natureza. De modo específico,
repositórios institucionais constituem-se em um conjunto de serviços oferecidos para os
membros de sua comunidade visando ao gerenciamento e disseminação do material digital
gerado pela instituição. Márdero Arellano (2008, p. 124) define repositórios institucionais
como “[...] sistemas de informação que armazenam, preservam, divulgam e dão acesso a
produção intelectual de instituições e comunidades científicas [...]”.
Os repositórios são utilizados, dentre outras funções, para: melhorar a comunicação
científica na instituição; maximizar a acessibilidade, o uso e a visibilidade e impacto da
produção científica; reunir, armazenar, organizar, recuperar e disseminar a produção científica
da instituição (LEITE, 2009), comprovando-se assim uma série de benefícios que a adoção e
uso efetivo dos repositórios proporcionam a uma comunidade educacional.
Não obstante, é importante destacar que os benefícios da adoção de repositórios
dependem das possibilidades tecnológicas, do planejamento elaborado e contextualizado para
sua implantação, e das funções a serem desempenhadas. Nesse sentido, duas são as
abordagens acerca da implantação dos repositórios institucionais: a rígida e a flexível.
Na abordagem rígida, Leite (2009) informa que os repositórios priorizam conteúdos
submetidos a processos avaliativos pelos pares, pois visam a um controle de qualidade,
potencializando a comunicação científica formal ligada ao sistema de publicações científicas;
ao passo que na abordagem flexível amplia-se a destinação dos repositórios ao contemplar,

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além de conteúdos científicos avaliativos, outros conteúdos de natureza científica produzida
por membros da instituição, como os produtos da literatura cinzenta, conteúdo audiovisual,
imagens, vídeos e, dentre estes, os objetos de aprendizagem.
Os objetos de aprendizagem dispostos em repositórios proporcionam facilidade aos
interessados na busca de informações, servem de base para os processos de mediação
pedagógica e isto tem influenciado a instituições de ensino a optarem por dispor desses
repositórios em forma digital, demonstrando a utilização de recursos tecnológicos como
ferramentas relevantes, uma vez que essas ferramentas permitem ao professor uma
acessibilidade maior ao mundo de interesse dos alunos, por tratar o conhecimento de forma
mais colaborativa e interativa, e, nesse contexto, o conhecimento deixa de ser unilateral e o
aluno passa a ter papel mais ativo nesse processo (GALLOTA, 2006), já que pode também ter
acesso aos objetos de aprendizagem.
Além disso, conforme Pavão (2010, p. 51), um repositório institucional sustenta
“mudanças tecnológicas com o intuito de preservação e, o mais importante, oferecer os
recursos necessários para o apoio à pesquisa e ao ensino da instituição”.
Conforme Ochoa e Durval (2009), disponibilizar os objetos de aprendizagem
significar efetivamente promover e facilitar a aprendizagem, uma vez que, o ato de publicar
torna-se responsável pela disseminação de conteúdos educacionais. Pressupõe-se que o uso de
repositórios associados a objetos de aprendizagem representam sistemas que possibilitam o
aproveitamento e reutilização desses objetos, estruturando, desse modo, um acervo dinâmico
que atenderá as múltiplas práticas pedagógicas de uma instituição educacional.
Portanto, é salutar a integração de repositórios digitais no contexto educativo,
porquanto, como destaca Leite (2009, p. 22) no mundo inteiro as instituições “utilizam os
repositórios institucionais e o acesso aberto com o intuito de gerenciar informação científica
provenientes das atividades de pesquisa e ensino oferecendo suporte a ambas”, demonstrando
assim que as novas tecnologias dispostas com repositórios digitais contribuem de maneira
singular para a pesquisa e ensino, principalmente quando se referem à utilização dos objetos
de aprendizagem.

3 Materiais e métodos
No primeiro momento fizemos o levantamento bibliográfico sobre a criação e
implantação de repositórios, com o objetivo de contextualizar o assunto em questão e adquirir
conhecimentos para fundamentar a nossa proposta. Em uma segunda fase buscou-se conhecer

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as Instituições que já possuem Repositórios, como por exemplo: o Repositório REI da
Universidade Federal da Paraíba e o Lume da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
(UFGRS), como também, o Banco Internacional de Objetos Educacionais do Ministério da
Educação (MEC).
A fase de planejamento e desenvolvimento de um Repositório envolve custos iniciais
como: hardwares e softwares, instalações e políticas, recursos humanos, treinamentos, dentre
outros; custos de implementação: convencimento da comunidade, suporte técnico, etc.; e
custos futuros: manutenção, segurança da informação, preservação digital e desenvolvimento
de novas funcionalidades (LEITE, 2009).
Para a implantação do Repositório Digital do IFPI é preciso ter algumas diretrizes:
criação de uma equipe interdisciplinar para organizar, administrar e manter o referido
repositório. De acordo com Gibbons (2004) um repositório institucional deve ser um projeto
com representação de toda a Instituição incluindo profissionais de várias especialidades, entre
eles: bibliotecários, analista de sistema, design gráfico, auxiliares de administração e demais
representação de todos os segmentos do grupo de usuários: alunos, técnico-administrativos,
professores e pesquisadores.
Existem alguns processos fundamentais na implantação um Repositório: planejamento
e definição de quais os serviços que serão oferecidos a comunidade; formação de uma equipe
para assumir as responsabilidades e manutenção; qual será a tecnologia utilizada (escolha do
software e da plataforma), pois um repositório deve ser de fácil utilização; divulgação do
repositório, é essencial para atrair utilizadores que façam uso ao repositório;
desenvolvimento de um projeto-piloto, pois ao desenvolver um projeto-piloto é mais fácil ter
a noção do que está bem e do que ainda pode ser melhorado na implementação do repositório;
lançamento do repositório é uma boa divulgação para que o mesmo seja procurado nesta fase
inicial; manutenção do repositório para garantir a qualidade do mesmo.
3.1 Utilização da Plataforma DSpace
O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) é a instituição que
ajuda a implantação do RI nas Instituições no Brasil e, desde 2003, realiza estudos sobre
ferramentas para repositórios institucionais.
O IBICT distribui o software DSpace, desenvolvido pelo Massachussetts Institute of
Technology MIT, em conjunto com a Hewlett Parcart (HP). O DSpace é um software de uso

gratuito destinado à construção e manutenção de repositórios digitais. Esse sistema captura,

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armazena, indexa, preserva e dissemina a produção intelectual de universidades, institutos de
pesquisa, tribunais e escolas em formatos digitais. Essa plataforma pode ser customizada de
acordo com o perfil institucional e as comunidades que serão inseridas, aceitando todas as
formas de materiais como arquivos de texto, imagem, vídeo e áudio, livros, artigos, relatórios
técnicos, teses. Está escrito em Java e esse utiliza versão atualizada do vocabulário de
metadados em Dublin Core que facilita a busca e recuperação dos itens no processo de
submissão de documentos, permite a interoperabilidade com outras aplicações que,
porventura, possam ser incorporadas ao repositório.
O DSpace, que atualmente está sendo o software para construção de repositórios
institucionais mais usados internacionalmente, no Brasil é utilizado por mais de 70 Instituições
para a criação de seus repositórios. A rede internacional de repositórios institucionais que usam o
DSpace provê amplo conteúdo e serviços entre instituições de ensino e pesquisa, além de possuir
uma federação já constituída.

3.2 Metadados
O termo metadado surge como instrumento de tratamento, estruturação e
administração dos recursos de informação da internet.
Basicamente, a literatura conceitua metadados de maneira bem simples como sendo
“dados sobre dados”. De forma mais rebuscada, pode-se dizer que são dados que descrevem a
essência e atributos de um recurso, caracterizam suas relações, possibilitam a sua recuperação,
seu uso e sua existência no ambiente eletrônico.
Segundo Turner (2004), os metadados servem para “descrever e estruturar, de maneira
estável e uniforme, as informações registradas sob os diferentes suportes documentais,
permitindo o acesso fácil a essas informações”.
O DSpace permite três tipos de metadados: descritivos, administrativos e estruturais.
No de contexto descritivo é possível criar campos adicionais para resumos e palavraschave dos documentos, o que facilita sua identificação e o gerenciamento das informações. Os
metadados administrativos são utilizados na gestão de recursos de informação e referem-se
aos direitos de autor com três campos obrigatórios: título, idioma, e data de depósito, sendo
todos os outros campos opcionais. Já os metadados estruturais descrevem a forma como os
objetos se interligam.

4 Resultados parciais/finais

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Começamos pelo esboço de como faríamos a interface do repositório: página inicial, a
seguir visualizada:

Figura 1: Esboço do Repositório Digital (Ideia inicial)

A partir do desenho da interface do Repositório demos início a instalação do DSpace
versão 5.2 usando a interface JSPUI em um servidor utilizando o sistema Linux.
As normas que regem a Política Institucional de Informação Técnico-Científica do
IFPI quanto ao seu Repositório e a portaria de criação de uma equipe interdisciplinar para
organizar, administrar e mantê-lo está em fase de escolha dos membros, dentre os quais, irão
ser contemplados servidores de áreas diversas do conhecimento e membros da comunidade
interna do IFPI.

5 Considerações parciais/finais
Ao longo da pesquisa e em face à fundamentação teórica apresentada sobre
Repositório acreditarmos que a proposta de implantação do mesmo é viável devido a grande
quantidade material produzida pelos professores conteudistas e formadores do Ensino a
Distância.
Instalarmos o DSpace em um servidor onde está sendo customizado de acordo com as
necessidades das informações a serem introduzidas nele. A perspectiva é que em breve iremos

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disponibilizá-lo para teste junto à comunidade acadêmica do IFPI.
A criação do repositório se mostra de grande valia para Instituição à medida que
reafirma seu caráter educacional e a possibilidade de aprimoramento profissional por meio do
acesso aos conhecimentos gerados pelo IFPI através do aproveitamento e reutilização dos
objetos de aprendizagem que atenderá as múltiplas práticas pedagógicas presentes na
Instituição.

6 Referências
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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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              <text>Costa, Josué de Moura; Pereira, Ana Ursula Farias; Silva Júnior, Antonio Francisco da; Carvalho, Luana Karen Rodrigues de; Sa, Neila Marta</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Manaus (Amazonas)</text>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>2016</text>
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          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>O objetivo principal deste artigo é propor a implantação de um repositório digital de objetos de aprendizagem com o intuito de promover o compartilhamento e reutilização de materiais elaborados por professores conteudistas na educação à distância do Instituto Federal do Piauí (IFPI). A metodologia utilizada foi bibliográfica e descritiva, com abordagem qualitativa. No primeiro momento um levantamento bibliográfico para identificar as plataformas tecnológicas já utilizadas foi apresentado e, a seguir, os materiais e métodos utilizados são descritos visando contextualizar o assunto em questão e adquirir conhecimentos para fundamentar a proposta. Como resultados finais/parciais sugere-se o esboço do repositório digital e, na sequência apresenta-se as considerações finais/parciais sobre a importância da integração de repositórios digitais no contexto educativo, visto que as novas tecnologias dispostas com repositórios digitais contribuem de maneira singular para a pesquisa e ensino, principalmente quando se referem à utilização dos objetos de aprendizagem.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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