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                  <text>¬AVALIAÇÃO DAS INCORREÇÕES DAS ENTRADAS DE NOMES
GEOGRÁFICOS COMO ASSUNTO NO CATÁLOGO DE
AUTORIDADES DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UFRGS

Inês Maria de Gasperin (UFRGS) - inesmaria.degasperin@gmail.com
Edina Maria Gomes da Cunha Pureza (UFRGS) - edinadabiblio@yahoo.com.br
Elisa Alves de Oliveira (UFRGS) - eaorcg@yahoo.com.br
Renata Cristina Grun (UFRGS) - renata.grun6@gmail.com
Vanessa Inácio (UFRGS) - vanessa@bc.ufrgs.br
Ana Paula Araujo Cabral da Silva (UFRGS) - anapaula.araujocabral@gmail.com
Resumo:
Este artigo apresenta o resultado da avaliação das incorreções nas entradas de nomes
geográficos como assunto no catálogo de autoridades do SBUFRGS, em relação às regras do
documento Entradas de Nomes Geográficos como Assunto: Padrão para o Sistema de
Automação de Bibliotecas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (SABi/UFRGS). Inclui
referencial teórico sobre processo de indexação e indexação de nomes geográficos, além de
uma breve descrição do Padrão. Descreve as etapas da avaliação de 10.308 descritores, que
foram analisados para identificar incorreções. Essa análise permitiu a identificação dos tipos
de erros mais frequentes, bem como em quais categorias de nomes geográficos houve mais
incorreções. Observa-se que a maioria das incorreções encontradas tem relação direta com a
aplicação de regras específicas do Padrão. Concluiu-se que o Padrão foi eficiente na redução
das incorreções no catálogo de autoridades, no entanto, constatou-se a necessidade de
atualização do Padrão e da realização de capacitações para os indexadores.
Palavras-chave: Indexação (Biblioteconomia). Nomes geográficos.
Área temática: Eixo 2 - Responsabilidade Política, Técnica e Social
Subárea temática: Organização e tratamento da informação

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XIX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA COMO AGENTE DE SUSTENTABILIDADE INSTITUCIONAL

1 Introdução
Os nomes geográficos como assunto são pontos de acesso que, por suas características,
requerem um tratamento diferenciado em sua representação.
Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), os nomes geográficos como
assunto passaram a ter um campo específico a partir do ano 2000, após a implementação do
software Aleph. Com a necessidade de padronização dessas entradas e de outras demandas na
área de indexação, em 2005 foi criado o Grupo de Estudos em Indexação (GEI), composto
por bibliotecários atuantes nas bibliotecas do SBUFRGS.
O GEI, desde então, estuda e elabora padrões e políticas para uniformizar as entradas
de assuntos no catálogo de autoridades do Sistema de Automação de Bibliotecas (SABi).
Tem como objetivo principal orientar o trabalho dos bibliotecários indexadores do Sistema de
Bibliotecas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (SBUFRGS), otimizando a prática
de indexação e, consequentemente, qualificando a recuperação da informação pelos usuários.
O primeiro resultado das atividades do GEI foi o documento intitulado Entradas de
Nomes Geográficos como Assunto: Padrão para o Sistema de Automação de Bibliotecas da
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (SABi/UFRGS), denominado no SBUFRGS de
Padrão, e que se tornou ferramenta de trabalho obrigatória para os indexadores.
Após a implantação do Padrão, em 2007, o GEI analisa, periodicamente, as entradas
de nomes geográficos como assunto. Quando necessário, solicita que os indexadores realizem
as correções dessas entradas.
Apesar da obrigatoriedade do uso do Padrão e do monitoramento constante do
catálogo de autoridades, persistem incorreções em descritores de assuntos geográficos. Por
essa razão, houve a necessidade de realizar uma avaliação detalhada das incorreções
verificadas nessas entradas, a fim de identificar as suas possíveis causas. Além disso, buscouse verificar a aplicabilidade do Padrão, bem como identificar prováveis lacunas em suas
regras.
A avaliação realizada considerou a quantidade de descritores incorretos, os tipos de
erros mais frequentes, assim como em quais categorias de nomes geográficos ocorreram o
maior número de incorreções de acordo com o Padrão.
Este artigo tem como objetivo apresentar os resultados obtidos com essa avaliação.

2 Revisão de literatura
Na elaboração deste referencial teórico, foi considerado relevante abordar os tópicos
relativos ao processo de indexação e à indexação de nomes geográficos. Além disso, para
esclarecer a avaliação realizada nos descritores geográficos, foi incluída uma breve
apresentação do Padrão utilizado no SBUFRGS.
2.1 Processo de indexação
O processo de indexação em bibliotecas é uma das principais etapas do tratamento da
informação, pois tem como objetivo descrever um documento através de seu conteúdo para
que ele possa ser recuperado. Uma indexação realizada de forma consistente poderá garantir
ao usuário o acesso ao documento que irá atender as suas necessidades informacionais.
Conforme Rubi e Fujita (2003, p. 67): “[...] pode-se considerar a indexação como a
parte mais importante dentro de um sistema de recuperação da informação. É a partir da
realização desse processo que os resultados da questão de busca do usuário estarão
condicionados”.
Para que a indexação seja realizada de forma eficiente, é importante que o indexador

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disponha de instrumentos que possam orientá-lo nesse processo. Segundo Sousa e Fujita
(2014, p. 32): “O processo de indexação é uma atividade complexa e as normas e políticas são
suportes, com os quais o profissional pode ter amparo na execução da tarefa, ao invés de
adotar a perspectiva do bom senso”.
O uso desses instrumentos auxiliares à indexação contribui para a consistência do
catálogo de autoridades. Sobre isso, ressalta Assumpção (2016, p. 12):
[...] a compreensão do controle de autoridade possibilita o desenvolvimento e o
aperfeiçoamento de meios para garantir a consistência e a padronização à
catalogação, e ainda o desenvolvimento de catálogos que assegurem precisão no
acesso à informação e atuem efetivamente como um meio através do qual as
informações contidas nos recursos informacionais dos acervos das bibliotecas e
demais unidades de informação possam chegar aos usuários que delas necessitam.

A indexação realizada de forma consistente e o controle do catálogo de autoridades
são fundamentais para uma eficiente recuperação da informação, através dos diversos pontos
de acesso de assunto. Dentre esses, os nomes geográficos se destacam por representarem uma
importante área do conhecimento e por possuírem características que requerem tratamento
diferenciado.
2.2 Indexação de nomes geográficos
Os nomes geográficos são nomes próprios que têm a função de identificar lugares.
Segundo Maroun e Neves (1996, p. 7):
Os nomes geográficos são uma expressão viva da interação entre o homem e o meio
ambiente. Desta forma quando um lugar ou um elemento geográfico adquire uma
significação determinada para o homem, surge a necessidade de identificá-los. Esta
identificação só gera uma informação precisa quando seguida de uma padronização.

Os nomes geográficos podem ser o assunto principal de um documento ou o
delimitador geográfico de um assunto principal. São pontos de acesso importantes, e por suas
características, necessitam de regras específicas em sua padronização. Conforme a Fundação
Getulio Vargas (1995, p. 33):
A padronização dos nomes geográficos tem sido matéria de constantes debates entre
geógrafos, cartógrafos e filólogos, em busca da uniformização internacional. Na
linguagem documental esta padronização constitui um capítulo a (sic) parte, já que
muitas vezes se afasta dos princípios e regras estabelecidas para as linguagens
controladas, a fim de melhor se adequar aos parâmetros internacionalmente aceitos.

Considerando essas peculiaridades, os nomes geográficos requerem políticas e
instrumentos específicos que padronizem suas entradas. Conforme mencionado
anteriormente, no SBUFRGS este instrumento é o Padrão, o qual será tratado no tópico
seguinte.
2.3 Padrão
Até 2007, as Normas do IBGE1 eram a única fonte utilizada pelos indexadores do
SBUFRGS para auxiliar na definição das entradas de assuntos geográficos. Porém, em muitos
1

MAROUN, Maria Célia dos Santos; NEVES, Maria de Lourdes Therezinha Pacheco. Nomes geográficos:
normas para indexação. Rio de Janeiro: IBGE, 1996.

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casos, essas normas não contemplavam todas as especificidades dos nomes geográficos
incluídos no SABi. A partir dessa constatação foi elaborado o Padrão, tendo como base a
publicação do IBGE, que foi adaptada e complementada para atender as necessidades do
SBUFRGS.
Conforme Kautzmann et al. (2009), o Padrão está dividido em quatro partes:
a) Regras Gerais: pontuação, qualificador geográfico, grafia, categoria administrativa
como parte integrante do nome de um topônimo e nomes geográficos como
adjetivos que indicam direções ou partes;
b) Nomes Geográficos com Categoria Administrativa: países, estados, províncias,
condados, distritos, municípios, vilas, bairros, regiões e áreas associadas a estes
lugares;
c) Nomes Geográficos sem Categoria Administrativa: rios, regiões de acidentes
topográficos, ilhas, áreas de folhas topográficas, bacias sedimentares, cidades
extintas, cidades da antiguidade e sítios arqueológicos;
d) Acidentes Topográficos Artificiais: portos e aeroportos, cemitérios, ginásios de
esportes, conjuntos residenciais, condomínios, palácios, pontes, viadutos,
barragens, represas, edifícios, museus, bibliotecas, monumentos, túneis, canais,
ruas, avenidas, estradas, rodovias e ferrovias e outras construções; parques, praças,
reservas, assentamentos, reservas indígenas, comunidades quilombolas entre outros
lugares.
As regras do Padrão buscam orientar o indexador na construção de entradas de assunto
de forma que cada nome geográfico seja identificado, respeitando sua unicidade. Nesse
sentido, a representação correta de nomes geográficos requer a definição da categoria do
nome geográfico, a distinção de homônimos, o uso correto de qualificadores, a identificação
do tipo de acidente geográfico, a pesquisa para identificação do nome geográfico oficial, entre
outros aspectos.
A partir de 2007, o Padrão passou a ser o instrumento que orienta a definição das
entradas de nomes geográficos como assunto no SBUFRGS. Periodicamente, os novos
descritores geográficos autorizados no catálogo são analisados pelo GEI. Logo após, aqueles
que apresentam discordância com as regras do Padrão são corrigidos.
Em 2009, algumas regras do Padrão foram revisadas e atualizadas. A modificação
mais significativa ocorreu no item “Acidentes Topográficos Artificiais”, onde, além da
revisão, foram incluídas regras específicas. Essas alterações resultaram na segunda edição do
Padrão vigente até o momento.

3 Materiais e métodos
Este estudo teve como objetivo avaliar as entradas de nomes geográficos como assunto
no catálogo de autoridades do SABi em relação às regras do Padrão.
Trata-se de um estudo avaliativo que, para uma melhor compreensão, será descrito em
três etapas.

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3.1 Primeira etapa – Emissão de lista
Na primeira etapa, foi solicitada à gerência do SABi a emissão de uma lista com todos
os descritores do campo de assunto geográfico do catálogo de autoridades, incluídos de
janeiro de 2000 até janeiro de 2016. Essa lista, contendo 10.308 descritores, foi gerada em
uma planilha Excel e ordenada alfabeticamente. Com a finalidade de otimizar o processo de
análise, essa lista de descritores foi dividida entre sete (7) integrantes do GEI.
3.2 Segunda etapa – Análise dos descritores
Nesta etapa, cada integrante do GEI analisou os descritores de sua lista, separando-os
em três planilhas: descritores corretos, descritores incorretos e dúvidas com relação à entrada
correta.
Os descritores que apresentaram incorreções foram assinalados e a entrada correta foi
indicada ao lado de cada um. Os que geraram dúvidas quanto a sua entrada foram levados
para análise e discussão entre todas as integrantes do GEI. Após, esses descritores foram
identificados como corretos ou incorretos, e transferidos para a planilha correspondente.
Ao término dessa etapa, todos os descritores foram reagrupados em duas planilhas:
descritores corretos e descritores incorretos.
Para auxiliar nessa etapa do trabalho, foram utilizadas outras fontes além do Padrão,
sendo que as principais foram a Base de Dados Geográficos Geonames 2, o Banco de Dados
do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística3 e sítios eletrônicos de órgãos
governamentais.
3.3 Terceira etapa – Avaliação dos dados
A última etapa consistiu em avaliar e quantificar os dados obtidos a partir da análise
da planilha dos descritores geográficos incorretos. Os erros encontrados nesses descritores
foram classificados em quatro grupos: erros de ortografia, erros de digitação, representação
incorreta do nome oficial e discordância com regras específicas do Padrão.
Além disso, foi identificada em qual das divisões do Padrão há o maior número de
descritores incorretos. As divisões consideradas foram: Nomes Geográficos com Categoria
Administrativa, Nomes Geográficos sem Categoria Administrativa e Acidentes Topográficos
Artificiais.
Para verificar a eficácia da aplicabilidade do Padrão, foi realizada uma comparação
entre a porcentagem de incorreções da lista emitida em 2007, antes da implantação do Padrão,
e a porcentagem de incorreções da lista emitida em 2016.

4 Resultados finais
Foram verificadas 10.308 entradas de nomes geográficos como assunto, das quais 638
(6,18%) apresentaram algum tipo de erro. Posteriormente, as entradas incorretas foram
analisadas pelo tipo de erro, pela quantidade de erros por divisão do Padrão e em relação à
porcentagem de erros constantes na lista emitida em 2007. Os resultados dessas análises estão
descritos a seguir.

2

GEONAMES. Disponível em: &lt;http://www.geonames.org/&gt;. Acesso em: 10 fev. 2016.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Disponível em:
&lt;http://www.ibge.gov.br&gt;. Acesso em: 10 fev. 2016.
3

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A divisão Nomes Geográficos sem Categoria Administrativa apresentou a maior
quantidade de incorreções, com 39,34% dos descritores incorretos. A divisão Nomes
Geográficos com Categoria Administrativa apresentou 36,05% de descritores incorretos,
enquanto que Acidentes Topográficos Artificiais apresentou 24,61% de descritores incorretos.
Observa-se que há pouca variação com relação à quantidade de erros por divisões do
Padrão. Isso ocorre devido à quantidade de descritores, que, provavelmente, é semelhante em
cada divisão, sem a prevalência de uma ou outra.
4.3 Comparação entre as listas de descritores geográficos de 2007 e 2016
A última análise realizada foi uma comparação entre a lista emitida em 2007, antes da
implantação do Padrão, e que continha 4.300 descritores, com a lista emitida em 2016,
contendo 10.308 descritores.
O quadro a seguir demonstra essa comparação:
Quadro 1 – Comparação das listas de 2007 e 2016
Ano
2007
2016

Total de descritores
4.300
10.308

Descritores incorretos
684
638

Porcentagem
15,90%
6,18%

Fonte: Elaborado pelo autor.

Percebe-se que houve uma diminuição na porcentagem de descritores incorretos em
comparação com a lista emitida em 2007. Naquela lista havia 15,90% de descritores
incorretos, enquanto que na lista atual o percentual é de 6,18% de incorreções.
Conforme mencionado anteriormente, até 2007 as Normas do IBGE eram o único
instrumento de indexação para nomes geográficos, e não contemplavam todas as suas
especificidades. A partir de 2007 essa carência foi minimizada com a implantação do Padrão.
A redução significativa das incorreções na lista de 2016 demonstra a eficácia do Padrão como
instrumento de padronização de entradas de nomes geográficos.

5 Considerações finais
A partir da análise das entradas de nomes geográficos como assunto do catálogo de
autoridades do SABi, foi possível avaliar a aplicabilidade do Padrão na representação desses
assuntos.
Através da primeira análise, referente aos tipos de erros, pode-se observar que a
maioria das incorreções encontradas tem relação direta com a aplicação de regras específicas
do Padrão, seguida pela representação incorreta de nome oficial, erros de digitação e erros de
ortografia.
Quanto à discordância com regras específicas, determinados erros são recorrentes. Isso
se deve à falta de clareza na redação, visto que em alguns casos, apesar da existência da regra,
essa não é aplicada de forma correta. Outro motivo para esses erros pode ser a carência de
regras ou de exemplos para determinados tipos de nomes geográficos. É visível a necessidade
de atualização do Padrão, que deve ser realizada com a inclusão, exclusão ou alteração de
regras, e com o acréscimo de novos exemplos.
No tipo de erro relativo à representação incorreta do nome oficial, ficou evidente a
falta de pesquisa do indexador em fontes de referência, embora o Padrão indique diversas
fontes para consulta.

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Já os erros de digitação e ortografia encontrados nos descritores geográficos podem ter
ocorrido por desconhecimento de regras gramaticais ou por desatenção do indexador. Este
problema poderá ser minimizado através do controle de autoridades realizado com mais
frequência.
Essa primeira análise possibilitou concluir que algumas incorreções encontradas
ocorreram por lacunas do Padrão. Supõe-se que outras incorreções ocorreram por falhas de
procedimento do indexador, que não consultou o Padrão, que não aplicou corretamente as
regras, ou que não realizou pesquisa nas fontes especializadas no momento de definir uma
entrada de nome geográfico.
Na segunda análise, com relação à quantidade de erros por divisão do Padrão
constatou-se pouca variação entre as três divisões, o que demonstrou a necessidade de uma
revisão geral do Padrão e não apenas de uma divisão específica.
Finalmente, quanto à eficácia da aplicabilidade do Padrão, foi constatada uma
significativa redução nos erros dos descritores geográficos após sua implantação. Observou-se
também uma maior consistência na padronização das entradas, qualificando, assim, a
recuperação da informação.
Esta avaliação detalhada das incorreções das entradas de nomes geográficos como
assunto foi de grande relevância, pois demonstrou a iminente necessidade da elaboração da
terceira edição do Padrão, e consequentemente, a realização de capacitações para os
indexadores, que contemplem todo o seu conteúdo. Outro resultado dessa avaliação foi a
comprovação da importância da criação do Padrão como instrumento auxiliar no processo de
indexação.
Este estudo atingiu seus objetivos visto que forneceu elementos para auxiliar o GEI na
definição de políticas de indexação para o SBUFRGS.

6 Referências
ASSUMPÇÃO, Fabrício Silva; SANTOS, Plácida Leopoldina Ventura Amorim da Costa. A
importância do controle de autoridade: uma abordagem baseada nos objetivos e nas funções
dos catálogos. In: ENCONTRO NACIONAL DE CATALOGADORES, 1., 2012, Rio de
Janeiro. Anais eletrônicos... Rio de Janeiro, 2012. Disponível em:
&lt;https://www.academia.edu/7848443/A_importância_do_controle_de_autoridade_uma_abord
agem_baseada_nos_objetivos_e_nas_funções_dos_catálogos?auto=download&gt;. Acesso em:
19 abr. 2016.
FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS. Divisão de Tecnologia da Informação. Rede Bibliodata.
Manual de cabeçalhos de assunto: normas e procedimentos: versão 1.0. Rio de Janeiro:
FGV, 1995.
KAUTZMANN, Carolina et al. Entradas de Nomes Geográficos como Assunto: padrão
para o Sistema de Automação de Bibliotecas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
(SABi/UFRGS). 2. ed. rev. e ampl. Porto Alegre: UFRGS, 2009. 52 f.
MAROUN, Maria Célia dos Santos; NEVES, Maria de Lourdes Therezinha Pacheco. Nomes
geográficos: normas para indexação. Rio de Janeiro: IBGE, 1996. (Documentos para
disseminação. Fontes de documentação, 2).

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RUBI, Milena Polsinelli; FUJITA, Mariângela Spotti Lopes. Elementos de política de
indexação em manuais de indexação em sistemas de informação especializados. Perspectivas
em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 8, n. 1, p. 66-77, jan./jun. 2003.
SOUSA, Brisa Pozzi de; FUJITA, Mariângela Spotti Lopes. Análise de assunto no processo
de indexação: um percurso entre teoria e norma. Informação &amp; Sociedade: estudos, João
Pessoa, v. 24, n. 1, p. 19-34, jan./abr. 2014.

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
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              <text>Avaliação das incorreções das entradas de nomes geográficos como assuntos no catálogo de autoridades do Sistema de Bibliotecas da UFRGS.</text>
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          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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              <text>Gasperin, Inês Maria de et al.</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Manaus (Amazonas)</text>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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              <text>UFAM</text>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>2016</text>
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          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
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              <text>Evento</text>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Este artigo apresenta o resultado da avaliação das incorreções nas entradas de nomes geográficos como assunto no catálogo de autoridades do SBUFRGS, em relação às regras do documento Entradas de Nomes Geográficos como Assunto: Padrão para o Sistema de Automação de Bibliotecas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (SABi/UFRGS). Inclui referencial teórico sobre processo de indexação e indexação de nomes geográficos, além de uma breve descrição do Padrão. Descreve as etapas da avaliação de 10.308 descritores, que foram analisados para identificar incorreções. Essa análise permitiu a identificação dos tipos de erros mais frequentes, bem como em quais categorias de nomes geográficos houve mais incorreções. Observa-se que a maioria das incorreções encontradas tem relação direta com a aplicação de regras específicas do Padrão. Concluiu-se que o Padrão foi eficiente na redução das incorreções no catálogo de autoridades, no entanto, constatou-se a necessidade de atualização do Padrão e da realização de capacitações para os indexadores.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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