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                  <text>325
CATALOGACÃO COOPERATIVA,

PADRi5ES E PRODUTIVIDADE

LG::i.l21 11ercadante
Mari~ngela

I~isoni

Zanaga

Biblioteca Central - UNICAHP
Cai)(Q Postal - 6136
13083 -

Campln..

SP

I;:esulllo

Trata a
formacio,

enfocando itens como;

balho cooPErativo,
lidade,

entre

qU~st~o

da

catalogac~o

vantagens e Ilarreiras do tra-

novo perfil prOfissional,

e padrões de produtividade.

a

situac~o

em redes de in-

controle de qua-

Traca uln pequeno paralelo

no Br2lsil e nos Estados Unidos.

e apresenta

a experi&amp;ncia das bibliotecas da UNICAI1P em Sua integrac~o ao
BIBI_IODATA/CALCO,

atrav~s

dos enfoques citados.

Recomenda

o

fortalecimento de baSES de dados que possibilitem a recuperac~o

das informac5es dom acervos bibliográficos nacionais,

ra

atender ~s demandas da comunidade acad2mica do pail5 alra·-

vés de servicos aos usu~rios

pa-

�326

INTRODUC!O

A
forlnac~o

prillciral caracteriatica de uma rede de in-

segundo ALLEN KENT (1) ci o compartilhalnento de
e

curmos,

objetivo básico

SEU

membros participantes,
to

qualitativo.
n~niero

Inalor
~

informacgo,

~

re-

prover melhores servicos aoS

tanto sob o aspecto quantitativo quan-

O primeiro deve ser visto como:

de material processado,

baixo custo,

maior rapi.dez no acessO

e o segundo como: canveniincia de acesso e hos-

pilalidade do ambiente da rede.
Conforme
des

apeSai"

das ativida-

das redes afetareln quase todas as func5es da biblioteca,

a maior
gundo
de

RUTH HAFTER (2),

impacto das mesmas tem sido na catalogac~o.
ela,

Ainda se-

a produto da catalogacio em rede ci um instrumento

localizacâo

e n~o bibliogr1fico, uma vez que ela nio

se

ateRI fielmente aos padr5es Estabelecidos pelos cddigos de catalogac5o,

mas ~ um mista dE padr5Es de cddigos e de adminis-

tradores.
Nos Estados Unidos em 1969,
do formato MARC na Biblioteca do Congresso,
de

se inVEstir sy·andes somas,

houve necessidade

tanto em equipamento e softwa-

l-e,

quanto em recursos hu~anos.

dES,

as bibliotecas julgar~m mais razoável

cOOPErativas ou redes,

com a aparecimento

Eln funcio dessas

necessida-

formar cons6rcios,

objetivando compartilhar custos e pro-

mover programas para a criacio de uma base de dados comum.
elativamente

curta, essas redes se organi2aram E

Em
se

transformaram

em grandes bases existentes atuallnente nos Es-

tados Unidos,

integrando inclusive bibliotecas de olltros paí-

�327
SE9.

Enquanto

DeLe

11 convivem atualmente redes como

que possui mais de 5.000 bibliotecas participantes E 18
al~m

milh5es de registros,

ela,

MONTE-MOR

~JANNICE

contemporaneidade

volvimento
resultou

de
rIo

~

conceito

catalogac~o

bem diferente, conforme afirma-

(3)

das iniciativas nacionais visando o desen-

um formato de calalo9acio automaliz.da
CALCO, a

implEmEntac~o

nia se deu imediatamente.

quanto

~

conforme JANET FREDERICK (4), apesar da

Aqui,

do

de outras ,'eds$ da mesma importin-

no Brasil a realidade

(:5a5 de

50

a

A autora

de redes de

catalogacio

faz um diagn6stico preci-

dificuldade brasileira na campreensio e aceitacio
de trabalho cooperativo e COnSeQllsntemente,

da

compartilhada.
Nos prj.meiros dez anos de funcionamento,

dE

BIBI_IODATA/CALCO crESCEI! lentamente, mesmo com o

da

própria Fundac50

das

que

E

Get~lio

a Re-

esforco

Vargas, da Biblioteca Nacional e
n~o

bibliotecas pioneiras que a ela se integral-amo Como

possuía grande nJmero de participantes, n50 contava com gran-

de

nJmero de registros e essa situac~o n~o atraia novos mem-

bl-OS.

Em 1987, com as ac5ee do PNBU recomendando e apoiando a

entrada
um

LOS

das bibliotecas

período de maior

universit~rias,

expans~o.

é que a baSE

inicia

Conforme WANDA PARANHOS e CAR-

ALBERT·O CARVALHO (5), o apOio significoll crescimento

na

rede r n05 indicEs de cooperacio.
A

TA/CAI_CO

se deu

entrada

da UNICAMP para a

Rede

e)(atamente nessa ocasi5o, e pode

como fruto dos estudos e

an~lises

BIBLIODASE1-

vista

desenvolvidas pelo PNBU, em

�328
q\le SE demonstrou a necessidade crescente e a oportunidade da
cooperativa,

catalogac5c

como condic~o de uma basE

nacional

bibliográfica.
positiva

uma

enriquecedora

gerou, além do prcirrio rEsultado da cata-

profissionalmentE,

logac5o,

e

série de acHes que interferiram nas rotinas

E

ocasionaram mudancas de trabalho em vários setores da Biblio-

inclusiVE na DirEc~o.

teca Central,

A proposta desse trabalho 6 apl-esenlar a e)epeda

riincia

e

países,

existem ponto9 em comum,

n.

e devem ser orientadas,

literatura

E

pode SE'" medida pe-

tamh~m

pela fundamentac;o te6ri"-

e pela atit\Jde de seus respons~veis"

DAI~REIRAS

DO

l"RABALI~O

redes de

valltagenS,
que

sendo

DE

CATAI_OGA('~O

catalogac~o

COOPERA"rIVA

~ooPErativa

o compartilhamento

caracteriza a Inodalidade de

de

Assim,

informac~o

mais amplo e nlai5 r~pido"

oferecem
recuY"SOS

execuc50

oferece menolO custo do servico,

atividade"

acesso

da

à

Em situac5es determina-

o tl-abalho com redes de catalogacão perlnite a
"backlo8s",

dia,

\Jn:iversit~ria

As
in~meras

atinas do dia a

A característica

ca do que se decide,

VAI~1"A0'-I~S

ou-

a partir de dRcis5es e"lbasadas

la qualidade do trabalho realizado,

das,

área.

e em pesquisas realizadas

acadimica de UlnB biblioteca

aquela

literatul"a da

objetivos semelhantes,

principalmente, a certeza de que as

rodem

de

~

situando-a junto

da enorme diferenca entre nossa ("ealidade E a de

ApEsar
trom

UNICAMP,

diminuic~o

problema tradicional no processamento t~cnico

�329

de materiais bibliográficos de bibliotecas.
PnreCE qUE a 91-ande bnr"feira a SE enfrentaI"
relac~o

compartilhamento da catalogac~o diz

ao

aceitacio

devEm

deve-sE ter em mente qUE E)cistcln radr5es,

SEr sEguidos e

que a rede obter~ consistincia

consequentemente se fortalecerá através de
A

SEUS

de LIma base de dados,

que
e

membros.
a partir

do

a prilneira Tesponsabi-

e principal interesse dos que trabalhal" em fede.

lidade

Se-

RIJ"j"H HAFTER (2), a basE de dados a ser gerada consiste

91Jndo

na

criac~o

cooperativo de calalogac5o, i

servico

à

da filosofia do trabalho cooperativo. Ao SE vincu-

lar a uma fede,
eles

respeito

RI"

criacio de registros que podem ser utilizados por

bibliotecas,

muitas

com variados prOPósitos e com um mínimo ou

ne-·

nhuma revioâo, o que pode ser visto como a maior vantagem.
Todos esses fatorES foraln examinados ao se toI"ar

a decis50 quanto aO ·Formato de registro de dados que in-

tegra o Plano de

se

Automac~o

das Bibliotecas da UNICAMP. Optou-

pelo formato CALCO, tendo em vista principalmente

05

5e--

9Uilltes pontos:o desejo de contribuir para uma base nacio-

nal

monografias, acreditando que sd

de

maiores,

~

atrav~s

soluc6es

que o usu~rio poderá ser beneficiado;

a possibilidade de através da

diminuir

de

cooperac5o,

o esforco de catalogac5o do acervo de Ciências

So-

ciais e Humanidades, com maior enfoqUE na Economia;
o compartilhamento dos padr6es j i desenvol-

vidas
~s

pelo BIBLIODATA/CALCO principalmente no que SE

entradas de autoridades e assuntos,

refere

elElnentos imprsscindi-

�330
veie para a manutencio de uma base de dados;
a oportunidade de gerar a base local,

cc)m o

mesmo formato de registro da base nacional

Uma
nobre

t~o

mudanca

~rea

radical em

da biblioteca: o PTocesSBlnento ticnico,

tradicional e
nia se faz fa-

cilmente, ainda mais quando se trata de um sistema de biblioApcis o treinamento dirigido aos catalogadores, millistrado

pela FGV,

cão,

E o desenvolvimento do trabalho de cataloganece5s~rio

considerou-se

investir em

treinamento

abrangesse lodos os bibliotec~rios da UNICAMP.

cal desenV11vE\1 o
com

em

conte~do

que

Uma eqLlipe lo-

e ministrou 11m CIITSO de 30 h/aula,

os objetivos de Esclarecer a

import5ncia da parlicipacio

rede nacional, a filosofia do trabalho cooperativo, e

aplicativos locais que
Ao

sendo desenvolvidos.

se adotar medidas para

autolnac~o

dos

devem ser tomadas vdrias decisaes, uma vez que

lo90~5,

est~

est~o

0$

cat~-

n~o

se

partindo do nada, e deveri se conviver com 05 catdlo90S

manual'.';

por

longo tempo.

H~

tamb~m

o deSEjo

dessa

Inudanca

menos tempo e dinheiro empregado no processamento
técni.co,
colecio

e principalmente, melhorar o acesso dos usu~rios

~

existente. Em artigo recente, MARIE BEDNAR (6) exp5e

a experi@nl:ia da automacâo de

cat~logos

na Penn State Univer-

sj.t~,

destacando tr@s pontos: corltrole de autoridade, catalo-

gBcâo

partilhada, e o desempenho do staff. Quanto \ satisfa-

c~o

do u511~rio,

conclui que a e){perigncia logrou sucesso

na

melhor·ia e rapidez de acesso ao material mais novo.
Na
após

&lt;11.

lJNICAMF', implal1tou-SE a seguinte

inl:r::9r-,;l.cão ao

BII!LIOD~TA/Cr--lLC();

diretriz

cat ~ I o.9ando pr ior1. t a--

�331

l"aleriaI novo,
~rEa

cio, com E)(CECio da

adquirido por cOlnpra E

doa-

de Econoolia, em qUE se catalogou to-

da a (:olecio existente;
os
feito

Estudo

títulos mais usados,

para os quais

foi

acervo

na

todas as tesES gEradas na Universidade:

1"e-

que apontou 8pro)cimadamenle 20% do

primeira etapa realizada;

centes e arltigas.
Para

i:\celeral" a entr"ada de dadof."

cursas humanos disponíveis,

O~;,

com

I-e-

adotaram-58 alguol8s medidas faci-

lit.:\diJr"al:"i como;"

&lt;,d

coorer":acão "abr"angentlo--:''',

:i.~!;to

€ o aprovei-

tamento da entrada de uma obra, com variac5es de edicão,

ANI~

C()P~j".

lin-

AL.LAN (7) relata uma PEsquisa realizada em quatro

Ilases, em qUE.' o resultado apontou maior índice de recuperacio
d()~;

t:í.t:ulof:;,

o. C. L ...'.
de

quando a busca era Feita nessas condic5es.

catalogac5es

cop~",

existentEs

SIJbiu para 97,2%

de assunto da
finitivas,

uso das bases dE autoridades e

Librar~

a

"help

tativa

da
~

~o

cabecall,05

cf CongrEss, estabelecendo entradas de-

dispensando buscas auxiliares.
Quantos aos aplicativos locais,

teca

com

e nas outras bases o resultado foi semelhante;
b)

CALCO,

86,3%

para 1.000 títulos pesquisados, o índice

,

instalac~o

al~m

da e)(pec-

da ba5E local a partir dos registros em

ilnportante salientar o resultado obtido pela BiblioInstituto de Economia,

que na ocasi~o da

l.ntE9racão

�332
ao BIBLIODATA/CALCO resolvEu catalogar todo seu acervo no novo

formato.

ram

Com o trabalho realizado,

os registros CALCO fo-

transformados, pela FGV, em formato de saída MICRO-ISIS,

sendo

os disquetes illslalados em micro PC na biblioteca PDS-

sibilitarldo

a recuperacio do acervo local por SEUS usuários,

com excelentes resultados.

NOVO PERFII_ PROFISSIONAL DO CATALOGADOR EM REDE

I~

bibliotec~rio

perfil do

cos

para

gador,

redes. indo de afir'macHes como as de

h

RUTH

"desprofissionalizac~o"

HAFTER

do catalo-

de JUDITH B. BARNETT (8), que considera Esses

EC ~í.r in~:;

"f:iUP ~~r

D

que desenvolve registros catalogrifi"

que discorre sobre a

(2) ,

ti 1 :i. ot:

literatura atual norte-americana discute

·-c at a 1 OgadCll" 125"

,

que formam a

elite

bi-ela

&lt;:\n",a.

qualj.dades

canlo: alto grall de adaptabilidade e facilidade de

integrac~o

s~o

senso

essenciais, assim como grandes doses de

e julgamento. O senso crítico é outro requisito neces·-

5&lt;:\rio, permitindo a
local
t: ant. e,

avaliac~o

do

qUE

está sendo feito a nível

e que passari a il1te9rar a rede. Essa análise é imporpois

o trabalho do catalogador é que imprime ~

credibilidade e
possui

bom

consiBt~ncia.

rede

A rede, enquanto estrutura, nio

estas qualidades, elas 550 adquiridas

atrav~5

da con-

tribuic50 profissional de cada catalogador.
A autonomia do catalogador, que segundo alguns
autores

~

cerceada rlB catalogacio em rede, pode ser discuti-

�333

o

da.

trabal110 de catalogac~o nunca é totalmente

lIma vez que se atem a regras pri-eslabQlecidas. Portanto,
a

catalogac~o

nem

local confere total autonomia ao bibliotecirio

catalogador.
Ao analisa1" esse novo perfil
se

acrescentar

que quanto maior capacidade

equipe de catalogadores possuir,
para a integracio em rede.
e

na lJNICAMP,

profissional

melhores condic5es existirio

A experi&amp;ncia de passagem imediata

direta para os padr5es da rede (AACR2 E outros)

qui1a

e

foi

tran-

uma vez qu~ n~o hOUVE a preocupacio e

o

de tempo com o treinamento específico em AACR2.

As

P1"odutiva,

dispindio

pode-

ji

qualidades

citadas foram postas ~ prova, aliadas ~

nova

vi.s5o do trabalho que inclui o abandor1o das práticas locais e
a

ades~o

equipe
de
por

ao radr50 da rede.

pela

Foram destacados como pontos importantes a visibilida-

do trabalho a nível nacional, aspecto bastante

RUTH

comentado

HAFTER (2), a necessidade de manter o controle

de

e a possi.bilidade de estabelecer uma "cultura 10-

qualidade,
eal"

Na allto-an~lise realizada

quanto ~ ancilise de conte~do e à adocio de cabecalhos de
mesmo pe1"tencendo e convivendo em rede. Esse item

assunto,
essencial,

~

pois a base local i estruturada a partir do regis-

tro da rede.

o
~j.mentn

catalogador na UNICAHP obteve maior reconhe-

pelo trabalho,

individual

adotoll mecanislnos de avaliac~o

como da eqlt:ipe,

atrav~s

dos padrBes de py·oduttvi-

dade e das eKig&amp;ncias do controle de qualidade,
receu conto profissional

tanto

enfim,

_madu-

A capacidade da equipe hoje pe'·mite,

com a lideranca muito bem exercida pela chefia,

propor conti-

�334
nuamente

prio
aos

medidas qUE Inelhorem o flu)(o das rotinas,

trab~lho

padr5es,

realizado.

h~

NSo

adoc:io passiva e

o que e)ciste sio análisEs.

e o

pró-

irrestrita

muitas sugestôes,

e

criticas construtivas ~ fede.

CONTROLE DL QUALIDADE

Segundo EDWARD T. O'NEILL e DIANE VIZINE-GOETZ
(9)

I

campo

o cOf,traIe de qualidade de servico5 de informacio

vasto e envolve v~rios aSPEctoS:
ElE

final

nistrac~o,

inclui

t~cnicas,

~

um

da sua geracio ao uso

atividades e

filosofia de

admi-

necessárias para gerar produtos/servicos de quali-

dade sufj.ciente que atendam ~s necessidades e ~s expectativas

dos llslldrios.

o

controle de qualidade visa a economia de re-

cursos e os padr6es sio instrumentos que imprimem controle de

a

qualida(je
dEt~cc~o

Eles tamb~m colaboram para

qualquer servico.

e correcio de erros que
Segundo MARY K.

talogac~o

ven~lam

a

a ocorrer.

BOLIN (10). um registro de ca-

de alta qualidade é aquele que identifica o

item e

o

coloca aO lado de outros de seu tipo. contando com análiSE

de

conte~do,

cabec~lhos

cio

pontos de

aCESSO

necessários e acurados.

isto

autorizados e estabelecidos corretamente. pontua-

e campos corretos, etc. Tal registro pode ser usado,

alteracâo,

~.

sem

por outro membro da rede. Para RUTH HAFTER (2), o

conceito de qualidade de catalogacio envolve os requisitos da

rede,

as regras de catalogacio,

dos, os programas utilizados.

a forma de arma2enagem de da-

�335

Dentre

05

mecanismos de controle de qualidade

da

rede pode-se citar o controle de autoridade e a

de

dllPlicac~o.

Para EDWARD T. O'NEILL
~,

\"E'~gistro

DIANE VIZINE-GOETZ

(9),

S'l€:' abn\nge

dos

de autoridade e o uso deles para assegurar

nos

arquivos.

que

c: tí€S

c.r"iacão, o

e

Ainda segundo

05

detecc50

e a manutencão dos da-

consistlncia

autores citados. as

duplica-

por ventura Existirem levam ao comprometimento

desempenJlo

do

da indexacão. aumento de custos com armazenagem E

manutencão de dados,
Devem

impede buscas efetivas.

E

Existir mecanismos centralizados E des-

centralizados de controle qualidade. Os pl-imeil-os sio os man-pela rede para assegurar consistincia à baSE de

tidos

E os descentralizados

gel-ada,

participante

das redes,

venham
sua

agem a nível de cada elltidade
manutenc~o

que colaboram para a

padr5es imprimidos por ela e

dados

tamb~m

na

ctetecc~o

de erros,

dos
que

a ocon-er. Toda int:;tituicão pai-ticipant(,.' colabo\-a com

parcela

exig@ncia

de dados para a

manutenc~o

da

consist@ncia.
~

de um maior controle de qualidade

vista por

A
al-

guns profissionais como uma desvantagem na integracio a redes
de catalogac5o cooperativa.

tratou-se imediatamente
estabelecer
qualidade
erros

i

mecanismos
local

r~pida,

para assegurar tanto o

quanto o dos dados enviados. A

de

controle

de

detecc~o

de

e o alerta e)(iste em cada rotina

executada.

Procura-se dividir a responsabilidade Pelos dados registrados
ent:r~~

ou
como

0&lt;;, catalogadon?:!:'i, e não centr::u- na

pe~;soa

chefe. Atualmente a incidincia de erros

~

do "revisor"

muito

pequena,

por exemplo, na remessa referente a 30/07/91, em 6 dis-

�336
implantac~o

(284 regj,stl"OS; 238 de

quetes

a BasE solicitou apenas correcio em J

e 46 de cooperacio)

rEgi1Slros.

PADR6ES DE PRODU"rIVIDADE
Um

11ARY K.
um

padd;\o
~

BOLIN (10),

indivíduo,

cumento

n~mEro

o

de catalogac5es realizadas por

considerando-se falores como a natureza do do-

e o tempo dispendido. Gel-almente,

sistênc:ia

entre

Pfoclucão,

e

05

h~

re-

lIma grande

catalogaclores para estabelecer padrões de

',iTlero~~,o~;

al"gU,mentos

qUE a

justifiC;;'.I!I:

'0.

e1:ipE,'Cl'"

de cada item, a j.mpossibilidade de fazer rápido com

ficidade

qualidade, e pl-incipalmente a
bibliote~~rio5

id~ia

de que a produtividade de

em outras func5es nâo i medida tão estritamen-

te.
Teln-se que admitir, no entanto,
É'

~

de

tem

Sem reforco de financiamento

contratacão interna, a equipe local de

mantido

sempre que

num~rico

deve

catalogadores

h~

ac~mulo$

que admite troca de ta-

em Ulna das fases.

Qualquer dado

ser visto com certo cuidado, uma vez

grande

diferenca

sempr·e

o ílldicE entre os rloi.s se mantem eqlJilibrado.

ríodos

eln que o índice de coorerac5es

;::i0Y.

liar

do~:;

E)(terno

uma produtividade satisfatciria. Um dos

positivos É' a fle)cibilidade do grupo,
refas

rede,

visível em gmbito nacional, enquanto a quantidade

uma e)(ig@ncia local

OU

Iluantidade

impol-tante quanto qualidade. No trabalho em

tão

qualidade
É'

!~ue

1"r,,~9i~;tr-ol~,

que

h~

entre a implantacão e a cooperacão, e

nem

H~

pe-

f~

E~m

outl-or,i,

~

elevado, em torno de

fic;:?\ 12m 210Y.. É:

pn,~Cij50

ava-·

tambJm toda a pl-odllCio da equipe, cOln grande geracio de

�337
cabecall,os de assunto e de fichas de autoridades,

que chega a

atingir' 80% dos registros de implantacio.
Com a finalidade de avaliar a produtividade da

UNICAMP em relacio

~s

demais bibliotecas integrantes da Base,

sua IJorcentagem de p~rticipac~o nos 01tilnos 10

mediu-se

me-

ses. Os dados, considerados sempre como a soma dos registros,
irnplantac~o

isto &amp;,
58

participac~o,
~

equipe

cio

e cooreracio,

apontam uln crescimento des'-

o que demonstra que a produtividade

maior que a

m~dia

das demais.

Assim,

dessa

sua participa"·

cresceu de 2,17% em setembro/90 para 4,34K, em junho/91,

considerados o crescimento da Base e o da UNICAMP.
Os padr5es de produtividade alcancados hoje na

UNICAMP

s6 poderio ser modificados se forem introduzidas al-

gumas mudancas nas condic5e5 e}(istentes. Por parte do BIBLIODATA/CALCO espera-se:
de

com rdpida atualizacio das microfichas;

assunto,

possibilidade
inst.alacão
esse
local,

a) a melhoria da insercio de cabecalhos
e b)

de l-eceber a base de a\ltoridades eln fita

local,

visando

&lt;ri

consulh"\ "on line",

de responsabilidade da UNICAMP,

~ a

a

para

Outro fatal",

instalacão da

base

com recuperacão "on line" dor, \'"egistror, já in,;,el-idos.

CONSIDERACBES FINAIS

é impr"escindível acrescentar
catalogacio cooperativa,
dades

com todas suas Exig€ncias E dificul-

deve ser visto em sua amplitude,

que pode significar uma baSE nacional
públ:i.co,

qUe o trabalho de

e prinCipalmente,

no

que agregue servicos ao

E que possa influir e afetar n50 56 a área de

pY'O-

�338

cEssamento

t~cnico

cu de desenvolvimento de

colec5es,

mas

pril1cipaImente a área de usuários.
Uma

rrcipria

rede de catalogac5o cooperativa,

pela sua

informac~o

biblio-

natureza representa uma fonte de

gráfica E torna-SE basE de outros servicos,
se refere ~ localizac~o de documentos.

que
(11)

e~1

I

trabalho recente sobre

empr~stimo5

principalmente no

ANTONIO

MIRANDA

entre bibliotecas

exp5e de maneira clara e precisa a import~ncia desse servico,

s prop5e modelo para sua instalac50 no Brasil. sendo condicio
b~sica

a exist&amp;ncia do controle tlibliográfico,

tálogos
Nesse

coletivos ou bases de dados aCEssíveis aos usu1rios.
sentido,

sem medidas de formaliz8cio do servico de em-

entre bibliotecas, a UNICAMP tem se valido

préstimo

do

BIBLIODATA/CALCO para

para

atravis de ca-

S€L\5

usu~rios,

cido

documentos

país

como o ar·asi1,

lecali2ac~o

atrav~s

e empréstimo de livros,

cemo tamb~m tem recebido pedidos e forne-

de seu acervo.

A

pr~tica

dElllonstra que

com tantas crises e dificuldades

nUlo

finan-

que bloqueiam e i"IPedem o desenvolvimento dos acervos

ceiras

biblio~r~ficoffi,

mesmo uma base com um n~mero li"litadc de re-

gistros e uma biblioteca que teln ainda pequena porcentagem de
seu

acervo

\Jsuirio.
cas

nessa Base, conseguem melhorar o atendimento

Essa con5tatac~o ~ 16gic8, urna vez que as bibliote-

inserem na rede,

PEsquisas

aO

prioritariamente as novas aquisic5es,

norte-americanas,

relatadas por

ANTONIO

demonstraram que os itens transacionados em

entre

bibliotecas recaem em sua maioria em material
~ltimos

dez anos.

MIRANDA

empr~stimo

(tU,

publicado nos

e

recente,

�339
Ao COnCl\lir, pode-sE afirmar qUe nesse proces50

de

cas da
a

integrac~o

UI~ICAMP

gr~fico

facilitando
atrav~5

locais. seja pela contrlbuicio ao controle

dos

biblio-

do país, na formac5o de uma rede nacional.

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o~le~~e~

TvE

80Q511

0luo1u~

'~aN~~IW

11

�</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text>Mercadante, Leila Magalhães Zerlotti; Zanaga, Mariângela Pisoni</text>
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              <text>Trata a questão da catalogação em redes de informação, enfocando itens como: vantagens e barreiras do trabalho cooperativo, novo perfil profissional, controle de qualidade d padrões de produtividade. Traça um pequeno paralelo entre a situação do Brasil e nos Estadios Unidos, e apresenta a experiência das bibliotecas da UNICAMP em sua integração ao BIBLIODATA/CALCO, através dos enfoques citados. Recomenda o fortalecimento de bases de dados que possibilitem a recuperação das informações dos acervos bibliográficos nacionais, para atender as demandas da comunidade acadêmica do país através dos serviços aos usuários.</text>
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