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                  <text>430

CDU 001.8:027.7.007.1
AVALIAÇÃO DAS NECESSIDADES

DE PESSOAL DO SISTEMA DE BIBLIOTECAS

DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA
ISNAIA VEIGA SANTANA CRB-5/118
Biblioteca Central - Divisão de Informação
MARLY MAGALHÃES DE FREITAS CRB-5/27
Assessoria de Planejamento - Setor de Documentação
HENRIETTE FERREIRA GOMES CRB-5/771
Escola Politécnica - Biblioteca Bernadete Sinay Ne
ves
Rua Barão de Geremoabo, S/n - Campus de Ondina
40.210 - Salvador - Bahia
RESUMO
Descreve a metodologia desenvolvida para avaliar a situa
çao das bibliotecas setoriais da UFBA quanto aos recursos
hurna
nos de que dispõem, a qual compreende 3 etapas. Na l~, procura~
se categorizá-las mediante a combinação de diversas
variáveis,
obje~ívando gosicioná-las, mais clar~mente. no ~mb~to da Insti
tuiçao; na 2., selecionam-se os paclroes de ava11açao a serem eon
frontados com os seus dados estatísticos anuais, para xerificar~
com maior precisão, suas necessidades de pessoal; na 3., descre
vem-se os procedimentos levados a efeito para calcular essas ne
cessidades. Esta metodologia não foi aplicada à Biblioteca Cen
traI devido às características que a distinguem das demais inte
grantes do Sistema de Bibliotecas da UFBA: a estrutura organiza
cíonal prevísta para a consecução dos seus objetívos básícos
que determinou suas necessidades mínimas de pessoal.
Informa sobre os resultados obtidos e conclui que,
junta
mente com outras propostas, este trabalho poderá contribuir para
levantar discussões no 79 SNBU que resultem no estabelecimento
de metodologias e padrões adequados as
bibliotecas universitã
rias brasileiras.

e

1

INTRODUÇÃO
Em agosto de 1989, a Biblioteca Central elaborou um do

cumento onde analisava a distribuição dos recursos humanos

no

Sistema de Bibliotecas da UFBA 1 e, diante das distorções detect~
das, apresentava propostas de remanejamento de bibliotecários, de
contratação de auxiliares, de horário mínimo de funcionamento

e

de reciclagem de pessoal.
Urna vez que a situação então encontrada pouco

se modi

�431

ficou, a atual Direção deste órgão resolveu proceder à uma

lização daquele trabalho, porém aprofundando a abordagem
guns aspectos.

Por isso, a equipe designada para essa

atua

de

aI

tarefa,d~

vidamente assessorada por uma Professora do Departamento de Esta
tistica desta Universidade, procurou desenvolver, para esse estu
do 2

,

u'a metodologia que lhe permitisse avaliar, com a maior

bibli~

jetividade possível, as necessidades atuais de pessoal das

tecas do Sistema.

Concluído o estudo, a equipe julgou

ob

oportuno

divulgar a referida metodologia neste Seminário, esperando,

as

sim, obter as críticas necessárias à sua revisão e ao seu

ape~

feiçoamento.

2

METODOLOGIA
2.1

l~ ETAPA: CATEGORIZAÇÃO DAS BIBLIOTECAS
Procurou-se, inicialmente, categorizar as 35

cas setoriais

bibliote

(vide Anexo I) - mediante a combinação de diversas

variáveis - objetivando posicioná-las, mais claramente, no
to da Instituição.

Optou-se pela sua distribuição em 3

de modo que, dentro de cada grupo, houvesse certa

âmbi

gr1lpos,

homogeneidade

quanto às variáveis consideradas: assim, chegou-se à seguinte c~
tegorização: 19) bibliotecas grandes; 29) bibliotecas médias; 39)
bibliotecas pequenas.

convém salientar, contudo, que estas

gorias têm valor apenas relativo, isto é, as bibliotecas
tratadas como grandes e médias, somente podem ser assim

cat~

aqui
conside

radas no contexto da Universidade Federal da Bahia.
Para a realização desta etapa, trabalhou-se com

as

se

guintes variáveis:
Usuários em potencial
Inscrição de usuários na biblioteca
Acervo de livros

(volumes)

Consulta e empréstimo de material bibliográfico
Freqüência de usuários
Estas variáveis foram selecionadas nao só pelo seu pr~
prio significado num estudo dessa natureza, como também
rem as únicas disponíveis.

por se

Este conjunto, porém, foi adotado pa

�432

La categorizar apenas as 27 bibliotecas das Unidades
ÀS

de Ensino.

8 bibliotecas dos Órgãos Suplementares, devido às peculiarid~

des desses 6rgãos, receberam tratamento um tanto diferenciado, eon
[arme exposto na seção 3 deste trabalho.
2.1.1

Definição das variáveis

' 1 - t o t a 1 d e a 1 unos d e
l a.) Usua-rl'os em po t
enCla

çao e de pós-graduação efetivamente

gradu~

matriculados

nas disciplinas oferecidas pela Unidade de Ensino,
no 19 semestre de 1990 3

I

mais o total de

docentes

dessa mesma Unidade, o que expressa o conjunto
usuários aos quais a biblioteca deve atender

de
priQ

ritariamente.

2~) Inscrição de usuários na biblioteca - total

de

usuários inscritos no serviço de empréstimo da

bi

blioteca, em 1990.

3~) Acervo de livros - total de volumes registrados na
biblioteca, desde a sua criação até 1990.

4~) Consulta e empréstimo

de material bibliográfico -

total de livros emprestados a domicilio, mais o

t~

tal de livros e periódicos consultados na bibliote
ca, em 1990.

5~) Freqüência de usuários - total de individuas

que

freqüentaram a biblioteca em 1990, inclusive

aqu~

1es não integrantes da UFBA.
Uma vez que estas variáveis apresentam unidades de

me

dida distintas, tornou-se necessário estabelecer um critério que
permitisse a agregação das informações.

Para tanto, foi

criada

uma escala de pontuação para cada variável, segundo valores
viamente definidos

(vide Anexo 11).

Os dados referentes às variáveis utilizadas
ram

a

pr~

determina

inserção da biblioteca num dos intervalos da escala e,cog

seqüentemente, o número de pontos que lhe caberia, por variável.

�433

Por exemplo: se uma biblioteca de Unidade de Ensino

efetuou

14.200 consultas/empréstimos por ano, esse dado colocou-a

no

ram atribuídos 3 pontos.
teca recebeu a

39

fQ

intervalo da escala dessa variável, o que significa que lhe

Para cada dado não fornecido, a bíblio

pontuação mínima 1.
2.1.1.1

Fontes utilizadas

Relatório do CPD - para o número de alunos de

gra

duação matriculados por Unidade de Ensino, no 19 se

mestre de 1990.
UFBA.

Relatório Anual de Atividades - 1990 -

para

o número de alunos de pós-graduação, por Unidade de
Ensino.
Assessoria de Planejamento da UFBA (ASSPLAN) - para

o número de docentes, por Unidade de Ensino,

em

1990.
Estatísticas anuais

(1990) das bibliotecas do

Si.s-

tema - para todos os demais dados.
2.1. 2

Ponderação das variáveis
(vide

Anexo

11), segundo a sua relevância para a caracterização de

A cada variável foram atribuidos pesos

bibliote

cas universitárias, a saber:

à variável Usuários em potencial foi atribuído peso
máximo - 5 - uma vez que, ao menos teoricamente,

ca

da biblioteca do Sistema existe para atender às

ne

cessidades de informação desses usuários;

à variável Inscrição de usuários também foi atribuí
do peso 5 pois, embora o número de inscritos

nos

serviços de empréstimo - na grande maioria das

nos

sas bibliotecas - seja inferior à demanda potencial,
essa variável indica o quanto daquela demanda é
tisfeita;

sa

�434

à variável Acervo de livros foi atribuido peso 4,já
que, a simples existência de uma grande coleção, por
si só, não garante a eficácia de uma biblioteca uni
versitária em termos de satisfação do usuário~; por
outro lado, como a tendência atual dessas

bihliote

cas é a busca da integração em redes e sistemas
bio de informações dai resultante tornará cada
menos justificável a antiga pretensão de

(em

intercâ~

nível local, nacional e internacional), o

veZ

atingirem

bibliQ

uma certa auto-suficiência quanto ao acervo

gráfico e lhes possibilitará maior concentração dos

seus esforços no oferecimento de serviços

e

produ

tos de qualidade aos seus usuários;

à variável Consulta e Empréstimo foi atribuído peso
4 pois, embora ela não reflita todo o potencial

de

uso da coleção, ao menos indica, concretamente, o seu
grau de demanda efetiva, tal como esta se

verifica

hoje; além disso, ela também oferece indicações
guras sobre o volume de trabalho que os

se

servidores

das bibliotecas realmente executam;

à variável Fregüência de usuários foi atribuído o peso
mínimo I, pois não só o grau de precisão dessas
formações é menor do que o das demais, como

in

também

porque nem sempre a freqüência significa uso da
leção; no entanto, foi necessário considerá-la

co
nes

te estudo, porque aí se incluem alguns serviços pro
curados pelos usuários - por exemplo, orientação no
uso dos catálogos, referenciação

bibliográfica,

COMUT etc. - os quais necessitam de pessoal

para

realizá-los.
~

preciso salientar que nao foi possível trabalhar com

uma variável de grande relevância para a avaliação das necessida
des de pessoal das bibliotecas - o Processamento técnico

de

vros - não tanto pelo número de livros incorporados ao ano
aquisição é mínima), mas pelo acúmulo daqueles não
existentes na maioria delas.

Ocorre que, 80,6% das

li(a

processados,
bibliotecas

do Sistema não fornecem informações a esse respeito e as que

o

�435

fazem nao apresentam dados consistentes.
2.1. 3

Pontuação obtida pelas bibliotecas

Segundo já se disse no item 2.1.1, os dados
cos foram confrontados COm as tabelas das variáveis

estatísti

(Anexo

11),

verificando-se, assim, os pontos que caberiam à biblioteca,

cada variável.

em

Esses pontos foram então multiplicados pelo peso

atribuído à respectiva variável, obtendo-se, desse modo, o total

de pontos por variável.

A soma desses totais representa

po~

a

tuação final da biblioteca.
Concluído esse procedimento, as bibliotecas das
des de Ensino obtiveram entre 19 e 108 pontos

(vide Anexo

Aquelas que alcançaram mais de 75 pontos, ficaram

na

Unida
111).

categoria

das grandes; as que obtiveram entre 45 e 75 pontos, na categoria
das médias; e as que obtiveram menos de 45 pontos, na

categoria

das pequenas (vide Anexo IV).
Os cortes na pontuação atribuída às bibliotecas
feitos de modo a permitir a reunião daquelas

que

foram

apresentassem

caracteristicas semelhantes quanto às variáveis consideradas. Com
a ordenação das pontuações, estabeleceu-se que os limites

(coE

tes) de cada categoria ocorreriam onde houvesse maior dispersão.
2.2

2~ ETAPA: ESCOLHA DOS PADRÕES DE AVALIAÇÃO
Embora ainda nao se disponha de padrões brasileiros

ra a avaliação de bibliotecas universitárias, procurou-se
tar alguns indicadores levantados na literatura consultada,
mando-os como parâmetros para uma verificação mais precisa

p~

adaE
to
das

reais necessidades de pessoal das bibliotecas da UFBA.
Foram então adotados, como padrões de avaliação:
1 bibliotecário para o planejamento de serviços

e

administração da biblioteca;
1 bibliotecário para o processamento técnico de, em
média, 8 títulos de livros por diaj

�436
m~

1 bibliotecário de referência para orientar, em
dia, 50 usuários por dia;
2 a 3 auxiliares para cada bibliotecário.
Considerou-se que estes padrões, confrontados

volume de trabalho efetivamente executado em cada
possibilitariam a avaliação pretendida.

com

o

biblioteca,

Quanto ao volume de tra

balho, seria conhecido através do exame dos dados

estatísticos

anuais referentes a:
empréstimo de livros:
consulta de livros e de periódicos:
inscrição de usuários;
freqüência de usuários;
livros

(volumes) incorporados no ano;

fasciculos de periódicos incorporados no ano.
Além desses dados, decidiu-se também considerar outros

fatores que interferem no dimensionamento do quadro de pessoal, a
saber:

horário de funcionamento da biblioteca;
tipo de acesso à coleção (livre, restrito, fechado);
cursos de pás-graduação oferecidos pela Unidade

de

Ensino;
cursos noturnos oferecidos pela Unidade de Ensino;
disposição física e área global da biblioteca;
participação no COMUT como biblioteca-base.

2.3

3~ ETAPA: CÁLCULO DAS NECESSIDADES DE PESSOAL

MEDIANTE

UTILIZAÇÃO DOS PADRÕES ADOTADOS
Inicialmente, procurou-se conhecer as médias de
mento diário, por grupo de bibliotecas.

movi

Sabendo-se que, nos

úl

timos 4 anos, o Sistema funcionou, em média, 211 dias úteis,

di

vidiram-se por este número as quantidades médias obtidas, por v~
riável, em cada grupo (vide Anexos IV e VII).
Tomando-se como exemplo as bibliotecas

~'

s das Uni

�437

dades de Ensino, verificou-se que elas apresentam o seguinte

vimento médio diário (vide Anexo V,

mo

~):

Empréstimo/Consulta: 115,21 livros/periódicos
Inscrição no serviço de empréstimo: 12,53 usuários
Freqüência: 85,29 usuários

Livros incorporados

(volumes): 0,88

Fascículos incorporados: 3,6
Estas médias foram então analisadas em função dos

drões adotados, o que possibilitou o estabelecimento de um
dro médio de pessoal para cada grupo de biblioteca 5

•

pa
qu~

No caso das

bibliotecas grandes das Unidades de Ensino, por exemplo, o

qu~

dro médio foi o seguinte:
Bibliotecário: 2

Datilógrafo: 1
Assistente em administração: 5
Para se chegar a este resultado, além dos padrões

ado

tados, estabeleceu-se também que:
a)

todas as bibliotecas grandes e médias de

Unidades

de Ensino devem dispor de, pelo menos, 1 bibliotecário de referência, isto é, aquele

familiarizado

com as fontes de informação na sua área e

respons~

vel pela orientação do seu usuário;
b)

toda biblioteca deve dispor de, pelo menos, I

da-

tilógrafo (ou digitador) i
c)

toda biblioteca deve dispor de assistentes
ministração, devidamente treinados, para

em adrealiza

rem os serviços de empréstimo, de inscrição
usuários, de registro de livros e

de

de

periódicos,

dentre outros, de modo que o bibliotecário

possa

efetivamente dedicar-se às funções técnicas de sua
competência.
Ainda com relação ao quadro médio de pessoal das

bi

�438
bliotecas grandes das Unidades de Ensino, verificou-se que estas

funcionam, em média, 12 horas por dia.

Esse dado foi

considera

do para o cálculo do volume de trabalho dos serviços de consulta
e empréstimo de material bibliográfico e de inscrição
rios.

usuã

de

Desse modo, dividindo-se a média diária desses

serviços

por 12, chegou-se às médias de trabalho realizado por hora, a sa
ber:

la

consultas/empréstimos de material bibliográfico

1,05 inscrição de usuários no serviço de empréstimo
Para a execuçao desses serviços, num período de 12

ras, seriam suficientes 4 assistentes em administração (2

ou

ho

3

em cada turno de trabalho, a depender dos horários de maior movi
menta, em função dos quais esses servidores seriam distribuidos) .
Para cálculo da demanda dos serviços de referência,
dado considerado mais próximo desse indicador foi o de

freguên-

cia de usuários, embora nele também se incluam os usuários
serviço de empréstimo e, até mesmo, aqueles que freqüentam
blioteca apenas como local para estudo do seu próprio

o
do

a

bi

material,

sem utilização do acervo e/ou serviços ali existentes; assim,

é

preciso ressaltar que essa demanda, certamente, está superestima
da.

Considerando que a média diária de freqüência, neste grupo,

é de 85,29 usuários e que o padrão adotado foi de

1

bibliotecã

rio de referência para 50 usuários por dia, calculou-se
bibliotecário mais

l

auxiliar devidamente treinado

em administração) seriam suficientes

que

1

(assistente

para o atendimento

desses

usuários.
Convém destacar que, devido às médias extremamente ba~
xas de livros e de fasclculos de periódicos incorporados ao ace~
vo, por dia - respectivamente, 0,88 e 3,6 - considerou-se também
que:
o próprio bibliotecário-chefe será o responsável p~
lo processamento técnico de livros:
o datilógrafo estará encarregado da correspondência
da biblioteca, do registro de livros, da

confecção

das fichas para os catálogos e de atividades afins;

�439

o auxiliar do serviço de referência estará
incumbido do registro dos fascículos de

também

periódicos

e de outras atividades pertinentes.
Definido o quadro médio de pessoal para cada grupo,inl
ciou-se a avaliação propriamente dita das necessidades de

recur

50S humanos das bibliotecas do Sistema, caso a caso. Evidentemen
te, essas necessidades oscilaram, para mais ou para menos, em tOE
no da média do respectivo grupo, segundo a situação

específica

de cada uma, situação essa que se evidenciava, mais

precisame~

te, através da verificação da ocorrência daqueles outros fatores

que também influenciam no cálculo de pessoal, mencionados

no fi

nal do item 2.2 deste trabalho.

3

BIBLIOTECAS DOS 6RGÃO SUPLEMENTARES
As bibliotecas dos Órgãos Suplementares da UFBA,

como

já se disse, foram estudadas separadamente, embora mantendo-se a
metodologia aplicada àquelas das Unidades de Ensino.

ap~

Houve

nas alterações nos pesos atribuídos às variáveis consideradas p~
ra a sua categorizaçao, e não se trabalhou com a variável

Usuá-

rios em potencial, urna vez que, ao contrário das Unidades de Ensi
no, esse universo não está claramente delimitado nesses Órgãos.
Assim, as variáveis Acervo de livros e Consulta

e

préstimo de material bibliográfico, obtiveram peso 4, o

Em-

mesmo

atribuído quando se procedeu à categorizaçao das bibliotecas das
Unidades de Ensino.

A variável Frequência de usuários,

porém,

obteve peso 2, pois a mesma, nessas bibliotecas, tem maior

rele

vância: 19) porque algumas delas não realizam empréstimo

domi

a

cílio e a freqüência, portanto, também reflete a consulta
acervo;

ao

29) porque, em outras, o acervo é basicamente

utilizado

pelos próprios técnicos dos órgãos, o que também está

contido

nos dados de freqüência.

Â variável Inscrição de usuários

atribuído peso mínimo - 1 - porque, nao havendo empréstimo

foi
a

do

micílio em algumas dessas bibliotecas e não se tendo considerado
a variável Usuários em potencial, a inscrição nos serviços de e~
préstimo tornou-se pouco significativa para a sua
(vide Anexo VI).

categorizaçao

Após os cálculos relativos à pontuação

total

de cada biblioteca (vide item 2.1.3), chegou-se à sua categoriz~

�440
çao em bibliotecas médias e pequenas

(vide Anexo VII).

O

cálcu

lo das necessidades de pessoal foi efetuado como descrito no item
2.3 deste trabalho.
3.1

BIBLIOTECA CENTRAL
Diferentemente das demais bibliotecas deste grupo,

Biblioteca Central constitui, ela própria, um Órgão
da UFBA.

a

Suplementar

Além disso, distingue-se das 35 bibliotecas

setoriais

pelas seguintes finalidades básicas:
coordena o Sistema de Bibliotecas;
centraliza serviços e informações;

é depositária da memória documental da UFBA.
Desse modo, as suas funções específicas, a

estrutura

organizacional prevista para a consecução dos seus objetivos fun
damentais e a própria área física do seu edifício - 8.000m L

dis

tribuidos em 3 pavimentos - determinaram, independentemente

de

qualquer parâmetro aqui adotado, as suas atuais necessidades

mí

nimas de pessoal.
4

RESULTADOS
A análise dos resultados obtidos confirmou

a

existên

cla de vários problemas na distribuição e no dimensionamento
quadro de pessoal, bem como no horário de funcionamento de
sas bibliotecas setoriais.

do

dive~

Essa situação tornou evidente que

a

Biblioteca Central, além de coordenar tecnicamente o Sistema, ne
cessita de autonomia para implementar ações administrativas

que

garantam o seu bom desempenho.
Do ponto de vista apenas quantitativo, o estudo

co~

cluiu que:
a}

o número de bibliotecários é insuficiente em 11 bi
bliotecas: seria necessária a contratação de 9 des
ses profissionais e o remanejamento de 8 deles,
cedentes, segundo o estudo, em 7 outras
cas do Sistema;

e~

bibliot~

�441
b)

há carência de pessoal auxiliar em 19 bibliotecas:
seria necessário o remanejamento de 21 deles,

eon

siderados excedentes em 11 outras bibliotecas, e a
relotação e/ou contratação de mais 18 auxiliares;
c)

apenas 5 bibliotecas do Sistema possuem quadro

pessoal compatível com o seu nível atual de

de

ativi

dades.

5

CONCLUSÃO
Durante a elaboração do estudo, a equipe

responsável

freqüentemente questionou-se quanto ã validade de alguns

proced~

mentos adotados no desenvolvimento desta metodologia - variáveis
consideradas e padrões utilizados, principalmente - pois nao dis
punha de trabalhos semelhantes em que se pudesse apoiar.
Por outro lado, verificou que será necessária uma revi
são completa dos formulários utilizados na coleta de dados
tísticos das bibliotecas do Sistema: muitos desses dados

esta

aprese~

tam baixo grau de confiabilidade, devido, provalvehrente, a falha de
interpretação sobre o que se pretende coletar; além disso, esses
formulários não possibilitam o registro de informações

importaQ

tes, como, por exemplo, aquelas relativas aos serviços

de

refe

rência.
De todo modo, a Direção da Biblioteca Central e a
pria equipe responsável, esperam que as propostas

prQ

apresentadas

naquele estudo sejam implementadas o quanto antes pelas

autorid~

des competentes da UFBA, de forma que as bibliotecas do

Sistema

passem a atender aos seus usuários de maneira mais satisfatória.
Quanto à metodologia aqui apresentada, as autoras

nao

tiveram outra pretensão que não fosse divulgá-la entre seus

p~

res, na expectativa de que este trabalho - ao lado de outras prQ
postas - suscite discussões que resultem no estabelecimento
metodologias e padrões adequados às bibliotecas
brasileiras.

de

universitárias

�442
NOTAS

1 Cf. Universidade Federal da Bahia. Biblioteca
traI Reitor Macedo Costa, Análise da distribuição ...
2

Cen

Id., Estudo sobre a situação ...

3 A escolha do 19 semestre deve-se ao fato de que, nes
sa etapa, obtem-se o dado mais globalizado da matrícula, já que
aí se incluem, além dos aprovados no vestibular, os concluintes
desse período.
4
It(, •• ) a university library should be judged not by
its size in collections or expenditures ar staffing but by how
well i t serves students I
facul ty, and other
academic staff."

stubbs, p.527.
5

Ainda com relação às bibliotecas das Unidades

de

Ensino, foram estabelecidos os seguintes quadros médios de
pes
soaI para os dois outros grupos: bibliotecas médias
2 bibliote

cários; 1 datilógrafo; 2 assistentes em adminIstração.
biblia
tecas pequenas - 1 bibliotecário; 1 datilógr~fo; 1 assistente em
administraçao. - Para as bibliotecas dos órgaos
Suplementares,
os quadros médios de pessoal, por grupo, foram os seguintes: bi
bliotecas medias
1 bibliotecário; 1 datilógrafo; 2 assistentes
em administraçao. - bibliotecas peguenas - 1 bibliotecário; 1 d~
tilógrafo; 1 assistente em administraçao.

As autoras agradecem a contribuição valiosa da Professora
Lia Ter~zinha Lana Pimenta de Moraes. sem a qual não teria sido posf'.1vel a realização deste trabalho.

�443

ANEXO I - SISTEMA DE BIBLIOTECAS

DA UFBA: BIBLIOTECAS SETORIAIS

(Siglas utilizadas)

ÁREA
L
2.
3.
4.
5.
6.
7.

I

ARQ
ENG
FIS

-

MATEMÁTICA, CIllNCIAS FíSICAS E TECNOLOGIA

-

Faculdade de Arquitetura

-

CPD 1'(

Escola Politécnica
Instituto de Física
Instituto de Geociências
Instituto de Matemática
- Instituto de Química
- Centro de Processamento de Dados

ÁREA I r

-

9.
10.

AGR
BIO
ENF

- Escola de Agronomia
- Instituto de Biologia

lI.

FAR

12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.

ICS
MED
MEV
NUT
ODO

8.

-

GEO

-

MAT
QUI

HUPES
MCQ 1(

-

CIllNCIAS BIOL6GICAS E PROFISSÕES DA SAÚDE

Escola de Enfermagem
Faculdade de Farmácia
Instituto de Ciências da Saúde

- Faculdade de Medicina
- Escola de Medicina Veterinária
- Escola de Nutrição

l~

Faculdade de Odontologia

-

Hospital Universitário Professor Edgard Santos

-

Maternidade Climêrio de Oliveira

ÂREA 111 - FILOSOFIA E crgNcIAs HUMANAS
19.

20.
21.

22.
23.
24.
25.
26.
27.
28.
29.
30.

35.

t&lt;

DAN
EBA
MUS
TEA

Faculdade de Direito

- Escola de Biblioteconomia e Documentação
- Faculdade de Ciências Econômicas
- Faculdade de Educação

-

Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Centro de Estudos Afro-Orientais
Centro de Estudos Baianos
- Centro de Recursos Humanos
- Centro de Estudos Interdisciplinares para o Setor Público
- Museu de Arte Sacra

IV - LETRAS

LET
ÁREA

32.
33.
34.

-

MAS 1(

ÁREA

31.

- Escola de Administração
- Faculdade de Comunicação

ADN
COM
DIR
EBD
ECO
EDC
FCH
CEAO 1&lt;
CEB *
CRH 1&lt;
ISP ~&lt;

V

-

Ins ti tuto de Letras

-

ARTES

- Escola de Dança

-

Escola de Belas Artes

- Escola de Música
- Escola de Teatro

6rgãos Suplementares

�444
ANEXO 11 - TABELAS

DAS VARIÁVEIS: BIBLIOTECAS

DAS

UNIDADES DE

ENSINO

Q
USUARIO

EM

POTENCIAL

&amp;

li

A NT I DA DE

Até 500
501 - 1.000

2

1. 001 - 1. 500

3

1. 501 - 2.000

4

2.001 - 2.500

5

2.501 - 3.000

6

Acima de 3.000

7

Q li A N T I D A D E

1

501 - 1. 000

2

1.001 - 1.500

3

1.501 - 2.000

4

2.001 - 2.500

5

2.501 - 3.000

6

Acima de 3.000

7

Até 5.000

&amp;

PONTOS

Até 500

VOLUMES

ACERVO

PONTOS

PONTOS

1

5.001 - 10.000

2

10.001 - 15.000

3

15.001 - 20.000

4

ZO.aOl - 25.000

5

25.001 - 30.000

6

Acima de 30.000

7

�445

ANEXO II -

(Continuação)

QUANT I DAOE

I PONTOS

_______________________________- L _

CONSULTAI
EMPRllSTIMO

~

Até 5.000

1

5.001 - 10.000

2

10.001 - 15.000

3

15.001 - 20.000

4

20.001 - 25.000

5

25.001 - 30.000

6

Acima de 30.000

7

Q UA N T I DA D E
Até 5.000

pONTOS

1

5.001 - 10.000

2

10.001 - 15.000

3

15.001 - 20.000

4

20.001 - 25.000

5

25.001 - 30.000

6

Acima de 30.000

7

�446
ANEXO 111 -

PONTUAÇÃO ATRIBUíDA

ÀS

BIBLIOTECAS

DAS

UNIDADES DE

ENSINO, SEGUNDO AS VARIÂVEIS
VARIÁVEIS E PESOS CORRESPONDENTES
UNIDADES

NÚMERO
CONSULTAI
DE
ACERVO
INSCRIÇÃO FREQÜÊNCIA
EMPRÉSTIMO
POTENCIAL
PONTOS
(PESO = 4)
(PESO = 5) (PESO = 1)
(PESO = 5)
(PESO = 4)

USUÁRIO EM

04

02

01

01

45

03

04

01

59

04

07

04

82

04

03

02

56

01

01

19

01

01

19

ADM
AGR (1)

03
02

04

ARQ

03

03

EIO
COM(2)

03

02

01

01

01

DAN

01

01

01

DIR

04

06

03

04

02

78

EBA

02

02

04

01

01

40

EBD

01

01

01

01

01

19

ECO

04

07

07

05

07

108

EDC
ENF(3)

06

05

02

02

01

69

01

02

04

07

05

69

ENG

05

07

05

04

05

98
33

FAR

02

02

02

01

02

FCH

07

07

04

05

03

107

FIS

04

02

03

05

03

68

GEO

03

04

05

03

05

71

01

03

05

03

64

ICS

04

LET

04

04

04

02

02

64

MAT

07

04

05

07

Dl

107

MEO

03

05

04

07

Dl

87

MEV

Dl

02

01

01

01

23

02

29

MUS

02

02

01

01

NUT

Dl

02

02

01

02

28

01

28

ODO

02

01

02

01

QUI

04

02

05

05

02

75

01

01

01

01

01

19

TEA

(1) DADOS DE FEV. Ã OUT./1990.

(2) ESTIMATIVA.

(3) DADOS DE 1989.

�447
ANEXO IV - CATEGORIZAÇÃO DAS BIBLIOTECAS DAS UNIDADES DE ENSINO
BIBLIOTECAS GRANDES

(acima de 75 pontos)
USUÁRIO EM
POTENCIAL

UNIDADES

M

ECO

37.841

FCH
MAT
ENe
MED
ARQ
DIR

38.471
15.356
40.564
24.710
13.558
28.819

64.168
18.766
21. 357
20.273
15.569
18.222
11.819

2.470
2.363
3.680
1.614
3.051
3.692
1.642

28.474

24.311

2.645

ED

I A

BIBLIOTECAS M~DIAS
UNIDADES

62.109

16.046
8.497

1.945
4.930
4.432
2.312
1.378
1.489
1.645

17.998

2.590

13.115

22.992
3.229

(de 45 a 75 pontos)
USUÁRIO EM
POTENCIAL

ACERVO

8.435
19.844
20.199
8.202
8.355

QUI
eEO
EDe
ENF
FIS

24.058
22.688
9.676
19.763
12.239

2.009
1. 385
706
4.925
2.416

9.589
21. 835
22.032
10.846
12.498

res

3.651

13.339

2.249

LET
AGR
BIO
ADM

19.924
19.675
6.914
17.367

16.421
13.676
15.384
9.172

765
1.960
1.101

6.646

MÉ D I A

13.257

15.642

1. 752

9.203

BIBLIOTECAS PEQUENAS
UNIDADES

I

ACERVO

17.262
6.123
2.886
8.982
6.817

DAN

MÊ D I A

4.622

5.417

EBD

COM

2.029

820
4.389
4.600
269

1.427

(abaixo de 45 pontos)

CONSULTAI
EMPRÉSTIMO

5.341
5.390
6.746
5.276
4.114
8.183
3.200
4.064
3.500
406

EBA
FAR
MUS
NUT
OUO
MEV
TEA

8.5R6

1.549
1. 205
2.995
388
1. 528
1.926
1.610
507
1.065
1.498

INSCRIÇÃO

321
64
08
251
420
351
170
274
160

I FREqÜÊNCIA I ~~.:~gI:~
7.034
6.372
6.075
2.204
3.683
500
1.200

72

209

2.~

752
501
561
254
539
442
241
353
376
425
444

�448

ANEXO V - MOVIMENTO

M~DIO

OlÂRIO DAS BIBLIOTECAS DAS UNIDADES DE

ENSINO
a)

BIBLIOTECAS GRANDES

,
MÉDIA DIÂRIA
DA
CONSULTA E
BIBLIOTECA
EMPRESTIMO

,mDIA OlARIA
DO
GRUPO

NOTA:

V

A

R

I

Â

V

FREQüENCIA

INSCRIÇÃO

E

I

LIVROS

S
IN

CORPORADOS

FAScíCULOS
INCORPORADOS

3,6

115,21

12,53

85,29

ECO

304,11

11,70

294,35

2,38

6,52

FCH

88,93

11,19

62,15

0,83

0,28

MAT

101,21

17,44

ENG

96,08

7,64

108,96

0,78

2,64

MED

73,78

14,45

15,30

0,47

13,90

ARQ

86,36

17 ,49

76,04

1,05

0,55

DIR

56,01

7,78

40,27

0,63

1,03

0,88

Horário medio de funcionamento diário: 12 horas
Média de dias de funcionamento, nos últimos 4 anos: 211

b)

MÉDIA DIÂRIA
DA
CONSULTA E
BIBLIOTECA

BIBLIOTECAS MÉDIAS
V

A

R

I

Â

EMPRÉSTIMO

V

E

I

S

LIVROS IN

FASCÍCULOS

CORPORADOS

INCORPORADOS

MÉDIA OlARIA

74,13

8,30

43,61

1,22

2,03

QUI

114, Dl

9,52

45,44

0,20

4,65

GEO

107,52

6,56

103,48

1,66

7,68

EDC

45,85

3,34

1,57

0,49

DO
GRUPO

NOTA:

ENF

93,66

23,34

104,41

1,27

2,32

FIS

58,00

II ,45

51,40

0,62

1,52

ICS

63,21

10,65

59,23

1,06

1,85

LET

77 ,82

3,62

40,69

3,10

0,33

AGR

64,81

9,28

BlO

72,90

5,21

ADM

43,46

1,42
31,49

0,36

0,89

0,98

0,55

Horário médio de funcíonamento díárío: 11 horas
Médía de días de funcíonamento, nos últímos 4 anos: 211

�449

ANEXO V -

(Continuação)
c)

BIBLIOTECAS PEQUENAS
V

MÉDIA DIÁRIA
DA

BIBLIOTECA

CONSULTA E
EMPRÉSTIHO

A

INSCRIÇÃO

R

I

Â

E

V

FREQÜÊNCIA

I

S

LIVROS "I&lt;
CORPORADOS

I:

FAScícULOS
INCORPORADOS

MÉDIA DIÁRIA
DO

25,67

0,99

12,82

0,43

0,42

1,02

0,80

33,33

0,25

0,36

0,05

GRUPO

(1 )

NOTA:

EBA

81,81

1,52

FAR

29,01

0,30

MUS

13,67

0,03

30,19

(1)2 70

NUT

42,56

1,18

28, 79

0,73

0,19

ODO

32,30

1,99

10,44

0,49

0,60

HEV

9,61

1,66

17,45

0,68

l,46

TEA

3,88

O,BO

2,36

EBD

20,80

1,29

0,82

0,70

CQH

21,80

0,75

DAN

1,27

0,34

0,32

0,02

5,69

Inclui discos e partituras.

Horário médio de funcionamento diário: 10 horas
Média de dias de funcionamento, noS últimos 4 anos: 211

�450

ANEXO VI - TABELAS DAS VARIÁVEIS: BIBLIOTECAS DOS 6RGÃOS

SUPLE-

MENTARES

v

O

L

U

M

E

Até 5.000
ACERVO

6

PONTOS

1

5.001 - 10.000

2

10.001 - 15.000

3

15.001 - 20.000

4

20,001 - 25.000

5

25.001 - 30.000

6

Acima de 30.000

7

QUANT I DADE
Até 5.000

CONSULTAI

S

PONTOS

1

5.001 - 10.000

2

10.001 - 15.000

3

15.001 - 20.000

4

20.001 - 25.000

5

25.001 - 30.000

6

Acima de 30.000

7

QUANT I DA DE
Até 5.000

PONTOS

1

5.001 - 10.000

2

10.001 - 15.000

3

15.001 - 20.000

4

20.001 - 25.000

5

25.001 - 30.000

6

Acima de 30.000

7

�451

ANEXO VI -

(Continuação)

QUANT I DADE

PONTOS

Até 500
501 - 1.000

2

1.001 - 1. 500

3

1.501 - 2.000

4

2.001 - 2.500

5

2.501 - 3.000

6

Acima de 3.000

7

�452

ANEXO VII - CATEGORIZAÇÃO DAS BIBLIOTECAS DOS ÓRGÃOS SUPLEMENTA-

RES
BIBLIOTECAS MÉDIAS

(de 20 a 45 pontos)

FREQÜÊNCIA

UNIDADES

CEB

HUPES

32.985

1. 276

2.640

724

2.887

18.177

1.286

16.992

3.856

CEAO

10.756

7.304

58

ISP

19.608

1. 744

491

M Ê D I A

16.559

7.125

1.119

5.393

BIBLIOTECAS PEQUENAS (abaixo de 20 pontos)

UNIDADES

INSCRIÇÃO

FREQÜÊNCIA

CPD

1.662

2.963

1. 333

1.854

CRH

3.315

1.659

122

955

MAS

4.314

4.231

MCa

2.134

1.338

103

1. 223

MÊ D I A

2.856

2.548

389

1.436

1. 714

�453

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CARVALHO, M. C. R. de.

cas universit5rias.
STUBBS, K.
Zege

Estabelecimento de padrões para bibliot~

Fortaleza: UFCE; BrasIlia: ABDF, 1981.

University libraries: standards and statistics.

Col

&amp; Research Libraries, v.42, n.6, p.527-538, 1981.

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA.
Costa.

Biblioteca Central Reitor Macedo

An5Zise da distribuiç50 dos recursos humanos no

tema de Bibliotecas da UFBA.

Sis-

Salvador, 1989.

Estudo sobre a situaç50 dos recursos humanos do Bis
tema de Bibliotecas da UFBA: proposta de dimensionamento. Sal

vadar, 1991.

�</text>
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        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
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                <text>SNBU - Edição: 07 - Ano: 1991 (UFRJ - Rio de Janeiro/RJ)</text>
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            <description>The topic of the resource</description>
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              <elementText elementTextId="51352">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
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                <text>Tema: Padrões nacionais para planejamento e avaliação em bibliotecas universitárias.</text>
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            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
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            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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                <text>UFRJ</text>
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            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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                <text>1991</text>
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            <description>A language of the resource</description>
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                <text>Português</text>
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            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
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            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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                <text>Rio de Janeiro (Rio de Janeiro)</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
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              <text>Avaliação das necessidades de pessoal do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal da Bahia: uma proposta metodológica.</text>
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          <name>Creator</name>
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              <text>Santana, Isnaia Veiga; Freitas, Marly Magalhães de; Gomes, Henriette Ferreira</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Rio de Janeiro (Rio de Janeiro)</text>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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          <name>Date</name>
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              <text>1991</text>
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          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Descreve a metodologia desenvolvida para avaliar a situação das bibliotecas setoriais da UFBA quanto aos recursos humanos de que dispõem, a qual compreende 3 etapas. Na primeira, procura-se categorizá-las mediante a combinação de diversas variáveis, objetivando posicioná-las mais claramente, no âmbito da Instituição; na segunda, selecionam-se os padrões de avaliação a serem confrontados com os seus dados estatísticos anuais, para verificar com maior precisão, suas necessidades de pessoal; na terceira,  descrevem-se os procedimentos levados a efeito para calcular essas necessidades. Esta metodologia não foi aplicada à Biblioteca Central devido às características que a distinguem das demais integrantes do Sistema de Bibliotecas da UFBA: a estrutura organizacional prevista para a consecução dos seus objetivos básicos e que determinou suas necessidades mínimas de pessoal. Informa sobre os resultados obtidos e conclui que,  juntamente com outras propostas, este trabalho opderá contribuir para levantar discussões no 7.º SNBU que resultem no estabelecimento de metodologias e padrões adequados às bibliotecas universitárias brasileiras.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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