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                  <text>POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE ACERVO PARA O
SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UFMG
Dora Aparecida da Silva∗
Ana Lúcia Anchieta Ramirez
Carmem Maria Cortez Duraes
Márcia Meireles de Melo Diniz
Maria Angélica Ferraz Messina-Ramo
Maria Elisa Americano do Sul Barcelo

RESUMO
A Política de Desenvolvimento de Acervo proposta para o Sistema de Bibliotecas
da Universidade Federal de Minas Gerais, servirá de base para o planejamento
global da coleção oferecendo parâmetros para dar consistência, qualidade e
equilibrio ao acervo. Servirá, também, como guia para tomadas de decisões nos
processos de seleção, aquisição, avaliação e desbaste. Com a explosão
bibliográfica, a multiplicidade de suportes e as limitações orçamentárias torna-se
necessário a implantação de mecanismos de controle que auxiliem os
bibliotecários na composição do acervo de forma a promover a integração das
fontes eletrônicas às coleções e serviços, alterando o paradigma centrado no
armazenamento para o centrado no acesso. Para o alcance dos objetivos
propostos é fundamental que a Política esteja em consonância com os objetivos
da Instituição e atenda as expectativas e demandas dos usuários.
PALAVRAS CHAVE : Desenvolvimento de coleções - Sistema de Bibliotecas.
Material bibliográfico - Seleção e aquisição. Política de desenvolvimento de
Coleção.

1 IDENTIFICAÇÃO
O documento tem como objetivo apresentar as diretrizes básicas da
Política de Formação e Desenvolvimento do Acervo no Sistema de Bibliotecas da
Universidade Federal de Minas Gerais - SB/UFMG e servir de instrumento para o
planejamento e guia das ações para tomada de decisões na alocação e aplicação
dos recursos orçamentários, para manutenção e atualização das coleções
bibliográficas.

�2 BREVE HISTÓRICO
O Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal de Minas Gerais –
SB/UFMG é composto por vinte e oito bibliotecas, distribuídas em áreas
geograficamente distintas e são responsáveis pelo oferecimento de serviços e
produtos de informação indispensáveis ao desenvolvimento das atividades de
ensino, pesquisa e extensão na UFMG. Seu acervo conta com mais de seiscentos
e setenta e nove mil e quatrocentos registros nas diversas áreas do
conhecimento, além de dezoito mil trezentos vinte e quatro títulos de periódicos.
Suas coleções estão à disposição de toda comunidade interna e externa à
Universidade.

3 JUSTIFICATIVA
O processo de Desenvolvimento de Coleções foi, durante muito tempo,
considerado como uma soma das atividades de seleção e aquisição. Hoje, os
termos seleção e aquisição já não são mais capazes de expressar toda a
complexidade das atividades correlatas, necessárias para formar e desenvolver
coleções. Seu conceito foi ampliado para gerenciamento de coleções, e é
representado por um processo cíclico e dinâmico, que envolve a análise da
comunidade e dos programas acadêmicos, concretizando-se nas atividades de
alocação de recursos financeiros, seleção, aquisição (compra/doação/permuta),
desbastamento (descarte/remanejamento) e avaliação de coleções.
Os bibliotecários, para determinar a inclusão de uma obra na coleção,
deparam-se com grandes desafios. Destacam-se, notadamente, as limitações
orçamentárias vigentes em todo o país, o acelerado avanço das novas
tecnologias, a multiplicidade do suporte e a explosão bibliográfica. Deve-se
considerar ainda, o alto grau de exigência do público universitário, especialmente
nas instituições em que a pesquisa científica é fundamental. Tudo isso faz com
que

os

bibliotecários

sejam

obrigados

a

definir

critérios

e

assumir

responsabilidades para a composição do acervo promovendo a integração das
fontes eletrônicas às coleções e serviços, alterando o paradigma centrado no

�armazenamento para o centrado no acesso.
Nesse contexto, o SB/UFMG verificou a necessidade de implantar uma
Política de Formação e Desenvolvimento do Acervo, que servirá de base para o
planejamento global da coleção oferecendo parâmetros para dar consistência,
qualidade e equilíbrio ao acervo, dimensionando seu perfil, objetivos e
especificações. Essa política desenvolver-se-á em consonância com os
interesses da Instituição de forma a ser incorporada como filosofia e metodologia
de trabalho dos bibliotecários.
Ressalta-se que, a inexistência de uma política de formação e
desenvolvimento

do

acervo,

tem

como

conseqüência:

a

duplicidade

desnecessária de material bibliográfico; grande número de obras obsoletas
ocupando espaços preciosos nas bibliotecas; dificuldade em realizar permutas no
SB/UFMG e um crescimento desordenado das coleções.

4 OBJETIVO GERAL
Proporcionar à equipe de bibliotecários do SB/UFMG uma ferramenta de
trabalho para planejar e acompanhar de forma padronizada e segura o
desenvolvimento de coleções, desde sua seleção até o seu possível descarte.

5 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
•

permitir o crescimento racional e equilibrado do acervo nas áreas de atuação
da Instituição;

•

atender as expectativas, exigências e necessidades informacionais dos
usuários;

•

racionalizar e otimizar os recursos financeiros e tecnológicos disponíveis,;

•

estabelecer prioridades para aquisição de materiais bibliográficos;

•

traçar diretrizes para o desbastamento do acervo;

•

determinar critérios para evitar a duplicidade de títulos entre as bibliotecas do

�SB/UFMG;
•

otimizar o aproveitamento do espaço físico;

•

incentivar os programas cooperativos (consórcios e redes);

•

preservar a memória da Instituição, bem como a produção intelectual de sua
comunidade;

•

mostrar a conveniência da Diretoria da Biblioteca Universitária ser a gestora
dos recursos orçamentários destinados à aquisição de materiais bibliográficos
no âmbito da UFMG.

6 DESENVOLVIMENTO

6.1 ESTUDO DE USUÁRIO
Conjunto de estudos que trata de analisar qualitativa e quantitativamente
os hábitos, necessidades e demandas de informação dos usuários mediante a
aplicação de métodos analíticos, principalmente os estatísticos.
O estudo de usuário é um dos instrumentos utilizados para subsídio às tomadas
de decisões relativas ao desenvolvimento do acervo.

6.2 SELEÇÃO
Processo decisório fundamentado no controle bibliográfico de documentos
em oferta, e, de acordo com as necessidades da comunidade universitária,
determinar as melhores opções para a aquisição. A seleção bibliográfica deverá
ser efetuada pela Comissão de Bibliotecas, formada por representantes docentes
e discentes, coordenada por um bibliotecário.
Critérios para seleção para aquisição de materiais bibliográficos:

•

adequação do material aos objetivos da Universidade;

•

existência da obra em outras bibliotecas do SB/UFMG;

•

autoridade do autor e/ou editor;

�•

atualidade;

•

qualidade técnica;

•

escassez de material sobre o assunto nas coleções das bibliotecas;

•

aparecimento do título em bibliografias, catálogos de editores, e índices;

•

preço acessível;

•

idioma;

•

número de usuários potenciais;

•

condições físicas do material;

•

trabalhos acadêmicos em desenvolvimento;

•

relevância histórica;

•

conveniência do formato e compatibilização com equipamentos existentes;

A seleção deve ter como instrumentos auxiliares:
•

bibliografias, índices e abstracts especializados;

•

guias e manuais de referências;

•

bibliografias básicas das disciplinas;

•

catálogos comerciais de editores e livreiros;

•

catálogos e boletins bibliográficos instituições;

•

catálogos coletivos;

•

sugestões das comunidades acadêmicas;

•

sugestões dos bibliotecários de referência;

•

estatísticas de empréstimo e consulta;

•

lista de reserva;

•

resenhas bibliográficas.

Fatores que influenciam na seleção:
•

objetivos e programas da universidade;

•

conhecimento dos currículos oferecidos;

•

número de matrícula por disciplina;

•

número de professores e pesquisadores;

•

coleções existentes nas bibliotecas;

•

acervo e disponibilidade de acesso a outras bibliotecas do SB/UFMG;

•

recursos financeiros da União, próprios e externos;

�•

normas das instituições e das responsabilidades pelo reconhecimento e
avaliação dos cursos;

6.3 AQUISIÇÃO
Processo de agregar material bibliográfico ao acervo por meio de compra,
doação ou permuta.

6.3.1 Compra
As aquisições no âmbito das Instituições Públicas Federais seguem as
modalidades permitidas pela legislação vigente.
Devido às restrições orçamentárias e a grande quantidade de documentos
produzidos, torna-se impossível adquirir todo o material bibliográfico disponível no
mercado editorial. Sendo assim as bibliotecas devem estabelecer prioridades de
acordo com a área do conhecimento. Exemplo:
•

bibliografia básica e complementar para os cursos de graduação e pósgraduação;

•

obras de referência (dicionários, enciclopédias, bibliografias, bases de dados,
etc.);

•

patentes;

•

normas técnicas;

•

cds, fitas, slides, mapas e outros materiais especiais;

6.3.2 Doação
As aquisições por doação/permuta de livros e periódicos de interesse da
biblioteca deverão ser incentivadas, principalmente no que se refere às
publicações não comercializadas e as governamentais.
A seleção das obras aceitas em doação será efetivada após pré - seleção
pelos bibliotecários e com aprovação da Comissão de Bibliotecas.

�A seleção de doações recebidas submete-se aos mesmos critérios
adotados para materiais adquiridos por compra. Os materiais não selecionados
para fazerem parte do acervo poderão ser descartados, doados ou permutados
com outras Instituições.
As bibliotecas deverão evitar aceitação de doações com restrições
específicas tais como localização especial e uso limitado.
Doações qualitativamente importantes para a UFMG e que possuírem
exigências

específicas

para

sua

incorporação

ao

acervo

deverão,

obrigatoriamente, ser submetidas à Comissão de Bibliotecas para emissão de
parecer e encaminhado para decisão da Congregação da Unidade. O Conselho
Diretor da BU deverá ser ouvido quanto a incorporação dessas Coleções ao
Patrimônio da UFMG.

6.3.3 Permuta
A permuta deverá adotar os mesmos critérios para seleção de materiais
bibliográficos.

7 DESBASTAMENTO
Processo pelo qual se retira do acervo ativo, após criteriosa avaliação,
títulos e/ou exemplares para remanejamento ou descarte. Deve ser um processo
contínuo e sistemático, visando manter a qualidade do acervo e a economia de
espaço nas bibliotecas.

7.1 DESCARTE
Processo de retirada de material bibliográfico, com a aprovação da
Comissão de Biblioteca, que não mais atende às necessidades da comunidade,
para fins de doação ou eliminação.

�O descarte deve seguir os seguintes critérios:
•

inadequação: obras que por modificações ou alterações dos programas de
ensino e/ou pesquisa não apresentam mais interesse para a Instituição. Inclui
também obras incorporadas ao acervo sem uma seleção prévia;

•

desatualização: obras cujo conteúdo já foi superado ou atualizado por novas
edições. Esse critério deve levar em consideração a área do conhecimento;

•

desuso: obras que não são consultadas depois de um determinado tempo;

•

duplicidade: número excessivo de exemplares de um mesmo título em relação
à demanda, observando-se uma quantidade mínima no acervo;

•

desgate: obras danificadas (sujas, deterioradas, infectadas, infestadas,
rasgadas, etc.) pelo excesso de uso e sem condições de reparo.

Para periódicos deve-se observar os seguintes critérios:
•

coleções não correntes e que não apresentam demanda;

•

periódicos de divulgação geral;

•

periódicos de interesse temporário;

•

periódicos recebidos em duplicata.

7.2 REMANEJAMENTO
Processo de retirar títulos ou partes da coleção para outros locais menos
acessíveis ou para outras unidades, onde o material será melhor aproveitado.
Critérios para o remanejamento:
•

títulos históricos;

•

títulos não utilizados durante os últimos anos;

•

coleções de periódicos de publicações encerradas e que não tenham
possibilidade de serem reativadas;

•

adequação dos títulos de periódicos por área do conhecimento;

•

reunião dos títulos de periódicos que estiverem desmembrados em mais de
uma biblioteca.

�8 AVALIAÇÃO
Processo utilizado para determinar o valor e a adequação da coleção em
função dos objetivos da Biblioteca e da própria Instituição.
A avaliação quantitativa (tamanho e crescimento) e qualitativa (julgamento
por especialistas, análise do uso real) dos materiais bibliográficos é condição
essencial para elaboração ou reformulação da Política de Formação e
Desenvolvimento do Acervo, pois esta só será possível a partir do conhecimento
exato da coleção já existente e da demanda de sua utilização.
Critérios para avaliação de coleção:
•

distribuição percentual do acervo por áreas;

•

quantidade de exemplares por aluno matriculado;

•

necessidade de inclusão de novos títulos e/ou edições mais recentes;

•

estatísticas de utilização de materiais bibliográficos;

•

sugestões de usuários;

•

comparação do acervo com listas e catálogos e índices bibliográficos;

•

análise das bibliografias básicas e recomendadas.

9 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A implantação de uma Política de Formação e Desenvolvimento do Acervo
do SB/UFMG, agilizará e uniformizará os procedimentos necessários à sua
composição, garantindo uma coleção consistente e harmoniosa em todas as
áreas do conhecimento. Apontará métodos de trabalhos e funcionará como
argumento para a necessidade de obtenção de novas aquisições.
É imprescindível que no processo de aquisição sejam priorizados a
inclusão de obras que atendam os cursos em processo de implantação e/ou
reconhecimento e também as mudanças curriculares.
Servirá também como instrumento de planejamento que viabilizará uma
eficaz aplicação dos recursos orçamentários, possibilitando uma atualização
constante do acervo. Proporcionará uma aquisição objetiva, clara e sem

�desperdícios, afinada com interesses da Instituição, contribuindo para que as
biblioteca do SB/UFMG ampliem ainda mais a qualidade de seus serviços.
Para o alcance dos objetivos propostos nessa Política de Formação e
Desenvolvimento do Acervo é fundamental a existência de recursos financeiros
destinados à aquisição de material bibliográfico e, ainda, que a Biblioteca
Universitária seja a gestora desses recursos. Além disso, é primordial que essa
política seja flexível, de modo a permitir alterações ou ajustes, sempre que for
constado que os critérios estabelecidos não estão atendendo às expectativas e
demandas dos usuários, bem como os objetivos da Instituição.

REFERÊNCIAS
ANDRADE, Diva, VERGUEIRO, Waldomiro. Aquisição de materiais de
informação. Brasília: Briquet de Lemos, 1999. 118 p.
BERTUCCI, Liane Maria. Seleção: aspecto primordial do gerenciamento da
biblioteca universitária no século XXI.
&lt;http://snbu.bvs.br/snbu2000/docs/pt/doc/t069.doc&gt;. Acesso em : 13 maio 2004.
CUNHA, Murilo Bastos da. Construindo o futuro : a biblioteca universitária
brasileira 2010. Ciência da Informação, Brasília, v.29, n. 1, p. 71-89, jan./abr.
2000.
FUNDAÇÃO Escola de Sociologia e Política de São Paulo: política de
desenvolvimento de coleções das bibliotecas.
&lt;http://www.fespsp.org.br/biblioteca/pdc_fespsp.pdf&gt;. Acesso em: 15 abr. 2004.
KLAES, Rejane Ralfo. Sistema de informação gerencial para desenvolvimento de
coleções. Ciência da Informação, Brasília, v.20, n. 2, p. 220-228, jul./dez. 1991.
LANCASTER, F.W. Avaliação de serviços de bibliotecas. Brasília : Briquet de
Lemos, 1996. 81 p.
MARTINS, Valéria dos Santos Gouveia, CAMARA, Maonterrat Urpi, VILLAS
BOAS, Maria de Lourdes Fernandes. Estabelecimento de uma política de
desenvolvimento de coleções no Sistema de Bibliotecas da UNICAMP.
&lt;http://libdigi.unicamp.br/document/?view=1110&gt;. Acesso em: 19 abr. 2004.

�MIRANDA, Ana Cláudia Carvalho de. A qualidade enquanto instrumento na
política de desenvolvimento de coleções jurídicas. In: CIBERETICA, 2.;
SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE PROPRIEDADE INTELECTUAL,
INFORMAÇÃO E ÉTICA, 2.; ENCONTRO NACIONAL DE INFORMAÇÃO E
DOCUMENTAÇÃO JURIDICA/ENIDJ, 8.; PAINEL BIBLIOTECONOMIA EM
SANTA CATARINA, 22., 2003, Florianópolis. Anais... Disponível em:
&lt;www.ciberetica.org.br/trabalhos/anais&gt;. Acesso em: 20 abr.2004.
Política de Desenvolvimento de Coleções da Rede de Bibliotecas - UNOESTE
&lt;http://bib.unoeste.br/biblioteca/politica.htm&gt;. Acesso em: 13 maio 2004
VERGUEIRO, Waldomiro. Desenvolvimento de coleções. São Paulo: Polis, APB,
1989. 96 p.
____________. Seleção de materiais de informação: princípios e técnicas. 2. Ed.
Brasília: Briquet de Lemos, 1997. 126 p.
WEITZEL, Simone R. O desenvolvimento de coleções e a organização do
conhecimento: suas origens e desafios. Perspectiva em Ciência da Informação,
Belo Horizonte, v.7, n. 1, p. 61-67, jan./jun. 2002.

∗

Bibliotecária - Divisão de Formação e Desenvolvimento do Acervo/Biblioteca Universitária da
UFMG. Especializando em Gestão Estratégica da Informação na Escola de Ciência da Informação
da UFMG. E-mail: dfda@bu.ufmg.br
Bibliotecária – Escola de Veterinária da UFMG. Especialização em Bibliotecários de Instituições de
Ensino Superior – IES. E-mail: ana@vet.ufmg.br
Bibliotecária – Faculdade de Farmácia da UFMG. E-mail: carmem@farmacia.ufmg.br
Bibliotecária – Biblioteca Central da UFMG. E-mail: diniz@ufmg.br
Bibliotecária – Instituto de Geociências da UFMG. Especialização em Gestão Estratégica da
Informação. E-mail: ferrazmessina@terra.com.br
Bibliotecária – Faculdade de Direito da UFMG. Especialização em Bibliotecários de instituições de
Ensino Superior – IES. E-mail: measb@terra.com.br

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              <text>A Política de Desenvolvimento de Acervo proposta para o Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal de Minas Gerais, servirá de base para o planejamento global da coleção oferecendo parâmetros para dar consistência, qualidade e equilibrio ao acervo. Servirá, também, como guia para tomadas de decisões nos processos de seleção, aquisição, avaliação e desbaste. Com a explosão bibliográfica, a multiplicidade de suportes e as limitações orçamentárias torna-se necessário a implantação de mecanismos de controle que auxiliem os bibliotecários na composição do acervo de forma a promover a integração das fontes eletrônicas às coleções e serviços, alterando o paradigma centrado no armazenamento para o centrado no acesso. Para o alcance dos objetivos propostos é fundamental que a Política esteja em consonância com os objetivos da Instituição e atenda as expectativas e demandas dos usuários.</text>
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