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                  <text>O SIBi/USP E A ADMINISTRAÇÃO POR PROJETOS
Adriana Cybele Ferrari∗
Márcia Elisa Garcia de Grandi∗∗
Roberto Barsotti∗∗∗

RESUMO

É apresentado o novo modelo de gestão adotado pelo Sistema Integrado de
Bibliotecas da Universidade de São Paulo – SIBi/USP, implantado em fins de
2001 e fundamentado na filosofia de gerenciamento por projetos. Descreve-se
a seqüência de operações, desde o levantamento das necessidades sistêmicas
ate à concretização dos projetos e sua transformação em processos contínuos,
bem como a infra-estrutura preparada para o acompanhamento e os controles
necessários. Embora o modelo adotado esteja baseado no PMBOK – Project
Management Body Knowledge, alterações foram efetuadas visando simplificar
e adaptar aquele modelo à realidade do SIBi/USP. Nesse sentido, alterou-se o
fluxo original; introduziram-se rotinas; estabeleceram-se diretrizes e normas
próprias; criou-se um site para acolher a documentação produzida e uma
Secretaria de Operações para coletar, analisar a documentação gerada e
torná-la disponível no site, além de auxiliar na aplicação da nova metodologia.
O nosso modelo não é definitivo; está em construção e, por esse motivo,
sujeito a alterações. Isto não nos impede de divulgá-lo, seja para oferecer um
ponto de partida para quem quiser adotar semelhante ferramenta, seja para
receber contribuições por parte de quem já tenha experiência nessa
modalidade de gerenciamento. O fato de estarmos inseridos numa academia
nos obriga a ensinar e a aprender. Em todo caso, nada é definitivo e as
circunstâncias poderão nos obrigar a buscar novas fórmulas. O importante é
estarmos atentos e prontos para aprender.

1 INTRODUÇÃO
O mundo contemporâneo, graças à tecnologia da informática e às
telecomunicações, caracteriza-se por rápidas e significativas mudanças que
demandam das organizações em geral uma busca permanente por maior
produtividade, maior qualidade e menores custos, que as tornem eficazes e,
portanto, competitivas. Por outro lado, a globalização e a decorrente
possibilidade de acesso rápido a todo tipo de informação criou nos indivíduos
uma cultura que os tornou mais exigentes. Diante desse panorama, as

�organizações buscaram formas de gerenciamento capazes de acelerar a
produtividade, melhorar a qualidade, reduzir os custos e satisfazer seus
clientes, tentando, não raro, superar suas expectativas. Assim tem sido ao
longo da história, onde foram experimentados os mais diversos modelos de
condução dos negócios de uma empresa, até se chegar a uma das
metodologias mais recentes que é a de gerenciamento por projetos, que
permite concentrar e dirigir os esforços, de forma dinâmica, onde for prioritário,
dependendo dos objetivos a serem alcançados.
Uma universidade pública, por suas características intrínsecas, ou
melhor, por sua própria razão de existir, não pode deixar de buscar a melhoria
contínua da qualidade, atendendo às exigências da sociedade como um todo.
Assim sendo, e com seus recursos às vezes escassos ou incertos, várias
universidades públicas passaram a procurar caminhos alternativos visando a
melhoria do desempenho e maximização dos recursos, a exemplo do que
ocorre no setor privado.
O Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo –
SIBi/USP, pela finalidade inerente a todas as bibliotecas, e por pertencer a uma
Academia, tem uma preocupação muito grande em atender eficazmente seus
usuários internos e externos, aplicando, da melhor forma possível, os recursos
públicos.
Dessa maneira, o SIBi/USP desenvolveu alguns estudos sobre novas
formas e modelos de gestão que pudessem aprimorar o desempenho de seus
processos e atividades. Optou-se, então, pela adoção da gerência por projetos
para viabilizar a implementação das estratégias definidas pelo Sistema.
Independentemente do tamanho, da complexidade e dos recursos
envolvidos, um projeto pode ser conceituado como sendo um empreendimento
temporário, não repetitivo, caracterizado por uma seqüência de eventos, com o
objetivo claro e definido de criar um produto ou serviço único. Temporário,
porque um projeto deve ter um começo e um fim bem definidos; único, porque
o produto ou serviço deve ser de alguma forma diferente de outros similares
(PROJECT, 2000).

�A metodologia de gestão por projetos vem sendo adotada pelas
organizações com o objetivo de agilizar o desenvolvimento e implementação de
novos produtos e serviços, a despeito das estruturas hierárquicas e funcionais
existentes. O desenvolvimento de projetos configura-se, assim, como opção
para a flexibilização das estruturas funcionais a partir da formação de equipes
transorganizacionais, que permitem maior mobilidade das funções institucionais
para atender a demandas emergenciais (ANDRADE et al., 1998).
Segundo

o

PMBOK-

Project

Management Body of Knowledge

(PROJECT, 2000), usado como modelo, a gerência de projetos implica a
aplicação de conhecimentos, habilidades e técnicas para planejar atividades
que visem atingir ou exceder as necessidades e expectativas das partes
envolvidas com o projeto, levando-se em conta os fatores: escopo, prazo, custo
e qualidade.
Para obtenção de resultados positivos em relação ao aprimoramento dos
processos vigentes nas organizações, os projetos devem ser definidos
criteriosamente, ou seja, devem focar áreas estratégicas e causar impactos
positivos no atendimento às necessidades dos clientes / usuários. Além disso,
recomenda-se que o projeto tenha um escopo bem definido e pontual, de forma
a facilitar o desenvolvimento e implementação das mudanças previstas
(NOREZO; VAUGHAN, 2000).
A definição das equipes para execução dos projetos é de extrema
relevância para o sucesso das atividades propostas, pois cada componente
deve ter habilidades pessoais, técnicas e gerenciais que atendam às
exigências e escopo do projeto. No caso específico do gerente de projetos, as
habilidades exigidas estão baseadas em vários dos conceitos da administração
geral, tais como: liderança, comunicação, negociação, solução de problemas,
entre outros (PROJECT, 2000).
Entre as atividades previstas no gerenciamento dos projetos estão
aquelas relacionadas a: geração, coleta, distribuição, armazenamento e
controle das informações relevantes para o desenvolvimento do trabalho.
Gattoni (2003) discorre sobre a gestão do conhecimento aplicada ao

�gerenciamento de projetos. Apresenta algumas técnicas e instrumentos que
podem ser empregados pelas equipes, com foco na maximização dos níveis de
aprendizagem

necessários

para

a

melhoria

do

desempenho

no

desenvolvimento dos projetos e para aproveitamentos de experiências em
iniciativas futuras.

2 HISTÓRICO
Instituído pela Resolução da Reitoria n. 2.226 de 08.07.1981, o Sistema
Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo – SIBi/USP, é
constituído por um Conselho Supervisor – CS, um Departamento Técnico – DT
e um conjunto de 39 bibliotecas, instaladas junto às Unidades Universitárias
nos diversos Campi.
Em outubro de 2001, o Departamento Técnico do Sistema Integrado de
Bibliotecas da Universidade de São Paulo – SIBi/USP, implantou um novo
modelo de gestão, elaborando seu primeiro Planejamento Estratégico,
previamente aprovado pelas Bibliotecas e pelo Conselho Supervisor do
Sistema. A partir dos levantamentos de necessidades efetuados pelas
bibliotecas, a equipe responsável pelo Planejamento definiu as estratégias
sistêmicas e, para cada uma, os projetos necessários. Criaram-se equipes de
trabalho, constituídas por integrantes de diferentes Bibliotecas do Sistema, e
preparou-se a infra-estrutura necessária à gerência dos projetos.
Em fevereiro de 2002 as equipes iniciaram suas atividades, tendo o mês
de Dezembro como prazo final para execução de cada projeto. Parte dos
projetos alcançou os resultados esperados, outros, apresentaram problemas no
decorrer de sua execução, atrasando seu término, e alguns foram
descontinuados. A implantação da nova metodologia foi um aprendizado
importante, com resultados positivos que permitiram a confirmação do modelo
nos anos posteriores.
A adoção do novo modelo de gestão por projetos teve implicações
profundas

no

gerenciamento

do

SIBi/USP

pois,

além

de

alterar

�significativamente

vários

procedimentos,

passou

a

exigir

novos

posicionamentos e novos conhecimentos por parte de seus profissionais, em
todos os níveis. Em síntese, essa nova maneira de administrar o Sistema foi
decorrente de vários fatores, entre os quais podemos destacar:
•

Novas relações de trabalho, ditadas pelo fenômeno da globalização, que
transcende os aspectos puramente financeiros e comerciais, afetando as
estruturas produtivas, as relações institucionais e os contratos entre
indivíduos e/ou empresas;

•

Advento de novas tecnologias causando forte impacto, seja nas estruturas
das organizações, seja no seu gerenciamento;

•

Surgimento de novos paradigmas, tais como: qualidade total e satisfação do
cliente;

•

Necessidade de racionalização na aplicação dos recursos financeiros.

3 OPERACIONALIZAÇÃO DO NOVO MODELO DE GESTÃO
Num gerenciamento por projetos é preciso diferenciar as atividades do
cotidiano, que podemos chamar de operacionais ou funcionais, e que devem
continuar sendo executadas normalmente, das atividades relacionadas com a
criação de novos produtos/serviços, as quais podem ser definidas e tratadas
como projetos. No caso do SIBi/USP, foram também estabelecidas, a partir do
Planejamento Estratégico, as ações de contingência, que não demandam
necessariamente um projeto, mas decisões do DT e/ou do Sistema como um
todo.
A implementação do novo modelo deu-se basicamente na seguinte
seqüência:
•

Recebimento das estratégias definidas pelas bibliotecas;

•

Diferenciação das estratégias sistêmicas e locais;

•

Definição dos Pontos fortes, Pontos fracos, Oportunidades e Ameaças do
Sistema;

•

Definição dos projetos, a partir das estratégias sistêmicas;

�•

Descrição do escopo dos projetos;

•

Constituição das equipes de cada projeto;

•

Definição da coordenação de cada equipe.
Uma vez definida a equipe e a respectiva coordenadoria, os trabalhos

iniciaram, obedecendo ao fluxo e às diretrizes previamente estabelecidos e
gerando uma documentação a ser incorporada no site “Gestão de Projetos do
SIBi/USP”
O site foi criado para facilitar o acompanhamento dos projetos, reunindo
toda a documentação relativa aos mesmos, bem como informando as normas e
procedimentos a serem seguidos. Para coletar a documentação dos projetos,
analisá-la, sugerir eventuais alterações e torná-la disponível no site, bem como
para auxiliar na aplicação da metodologia de gestão de projetos, foi criada a
Secretaria de Operações. Pouco depois foi criado também o Conselho de
Operações, para atuar como instância consultiva e auxiliando na formação dos
comitês avaliadores dos projetos. Este Conselho é formado pela Diretoria
Técnica do SIBi/USP e por 3 Diretorias de Bibliotecas, uma da cada área:
humanas, exatas e biológicas.

4 DESCRIÇÃO DO MODELO DE GESTÃO POR PROJETOS

A descrição do modelo de gestão de projetos pode ser feita a partir do
próprio site interno de gestão, uma vez que este reúne toda a documentação
relativa ao gerenciamento e desenvolvimento dos projetos. O site de gestão
apresenta a seguinte estrutura de informação:

1 VISÃO GERAL DO PROCESSO

1.1 FLUXOGRAMA

�1.2

Descrição: detalhamento das etapas do fluxograma, incluindo

responsáveis, resultados, recursos e atividades.
2

Padrões e diretrizes: procedimentos estabelecidos para a

manutenção do “site”, elaboração do Caderno de Projeto, composição das

�equipes dos projetos e composição e funcionamento dos times de avaliação
dos projetos.

3

Informações operacionais: dados sobre o desenvolvimento dos

projetos em andamento, além do histórico dos projetos encerrados ou que se
tornaram processo.

4

Informações administrativas: objetivos e composição do Conselho

de Operações e da Secretaria de Operações e relação dos componentes das
equipes de trabalho.

5

Material para os avaliadores: documentação a ser encaminhada

aos avaliadores dos projetos.

6 Novidades: destaque aos documentos recentes.

7 Histórico dos projetos

8 Veja também: documentos adicionais.

5 PANORAMA DOS PROJETOS

Os Planejamentos Estratégicos de 2002, 2003 e 2004 definiram 28
projetos, os quais foram ou vêm sendo implementados pelas respectivas
equipes do SIBi/USP. O quadro abaixo apresenta os projetos dentro de
grandes áreas estratégicas para o Sistema:

�ÁREA

Administração

Automação

Formação e
Desenvolvimento
de Acervo

Gestão de Pessoas

Marketing

ESCOPO DO PROJETO
•

Implantar o modelo de gestão e indicadores para o
SIBi/USP

2002

•

Identificar fontes alternativas de captação de recursos
internos e sistematizar procedimentos de submissão de
projetos

2002

•

Aprimorar o Relatório Individual por Bibliotecas - RIBi

2002

•

Implantar nova versão do Aleph

2002

•

Implementar circulação automatizada (local)

2002

•

Projeto para implantação de um sistema de inventário
automatizado para as bibliotecas da USP

2004

•

Propor programa para gerenciamento do processo de
aquisição de livros

2003

•

Aprimoramento do processo de assinaturas de periódicos
e serviços de acesso on-line do SIBi/USP

2002

•

Avaliar o uso de coleções de livros

2003

•

Aprimoramento do processo de aquisição de livros

2002

•

Avaliar coleções de periódicos

2002

•

Especificar / desenvolver sistema automatizado de
aquisição

2002

•

Institucionalizar procedimento para capacitação contínua
de equipes

2002

•

Criar portal de capacitação das equipes do SIBi/USP

2003

•

Atualização do caderno “Estudo da estrutura
organizacional para as bibliotecas da USP”

2004

•

Gestão de competências no Sistema Integrado de
Bibliotecas da USP

2002

•

Institucionalizar processo de marketing no Sistema

2002

•

Promover produtos e serviços

2003

•

Programa de Avaliação da Qualidade dos Produtos e
Serviços do SIBi/USP

2002

•

Identificar as necessidades de informação sobre
preservação nas bibliotecas do SIBi/USP

2002

•

Divulgação de informações sobre preservação de acervos
documentais nas bibliotecas do SIBi/USP

2003

•

Elaborar programa para capacitação de usuários em nível
sistêmico

2003

Preservação

Produtos/Serviços

Ano

�aos Usuários

Tratamento da
Informação

•

Rever a versão preliminar do manual para elaboração de
dissertações e teses

2002

•

Definição de políticas de atendimento entre bibliotecas do
Sistema

2004

•

Aprimorar os procedimentos / mecanismos de controle de
consistência de dados

2002

•

Efetuar correções de dados para a consistência de
registros no DEDALUS

2002

•

Armazenamento da produção científica em ambiente
digital

2004

•

Gerenciamento do vocabulário controlado da USP

2002

6 CONCLUSÕES
Na terminologia e procedimentos empregados pelo PMBOK (PROJECT,
2000), está incluído a documentação referente às “Lições Aprendidas” durante
o desenvolvimento de projetos. Após o período inicial da adoção do modelo de
gestão por projetos, algumas considerações em relação às experiências
vivenciadas pelas equipes do SIBi/USP podem ser mencionadas.
Primeiramente, foi constatado ser necessário o cuidado com o número
de projetos a serem desenvolvidos concomitantemente. Uma carteira de
projetos mais modesta, em termos numéricos, é mais factível para
implementação e obtenção de melhores resultados.
Aliado à limitação do número total de projetos delineados para execução
simultânea, é importante que o escopo de cada projeto seja definido com
clareza e com especificidade de modo que a equipe responsável pela
condução e execução do trabalho não perca o foco principal do mesmo,
acarretando atrasos ou resultados não condizentes com a proposta original.
Outro fator crítico de sucesso do projeto está na formação das equipes.
Conforme apontado na literatura, e observado na prática, não é recomendável
a composição de grupos com muitos elementos, uma vez que pode dificultar a
operacionalização e gerenciamento do fluxo de trabalho.

�Paralelamente, as equipes precisam contar com profissionais que
tenham competências e habilidades específicas para o desenvolvimento eficaz
das atividades previstas.

Embora esteja previsto o aprendizado derivado da

própria prática de desenvolvimento dos projetos, é necessário que os
componentes das equipes apresentem um nivelamento conceitual na área
específica de atuação.
Os coordenadores / gerentes de projetos , por sua vez, devem ser
capazes

de

atuarem

como

catalisadores

no

processo

de

mudança

representado pela nova forma de trabalho, uma vez que a maior parte das
atividades
limitados

é efetuada separadamente, estando os encontros presenciais
pelas

exigências

das

tarefas

cotidianas.

Habilidades

de

gerenciamento de equipes, além das competências técnicas específicas são
exigidas, além, obviamente, do comprometimento e alinhamento com as
diretrizes sistêmicas.
O SIBi/USP não foi o primeiro a adotar a filosofia de gerenciamento de
bibliotecas através de projetos e, certamente, não será o último. O modelo
apresentado não é definitivo; está em construção; por esse motivo, está sujeito
a alterações, tanto na forma como no conteúdo. Tal fato, entretanto, não nos
impede de divulgá-lo, seja para oferecer um ponto de partida para quem quiser
adotar esta ferramenta, seja para receber contribuições por parte de quem já
tenha experiência nessa modalidade de gerenciamento de bibliotecas.
A permanente expansão da tecnologia, acarretando sua própria
obsolescência; novas técnicas gerenciais, novos fenômenos sociais e novos
paradigmas poderão resultar na busca de novas fórmulas. O importante é
permanecer atento e prontos para aprender e compartilhar o conhecimento.

REFERÊNCIAS

ANDRADE, M.T.D. et al. Mudanças e inovações: novo modelo de organização
e gestão de biblioteca acadêmica. Ciência da Informação, v.27, n.3, p.311318, 1998.

�GATTONI, R.L.C. A gestão do conhecimento aplicada à prática da gerência de
projetos. In: Congresso Íbero-Americano de Gerência de Projetos, 4., 2003,
Rio de Janeiro. Disponível em: &lt;http://www.pmisp.org.br/congresso&gt;. Acesso
em: 13 Jul. 2004.
NOZERO, V.A.; VAUGHAN, J. Utilization of process improvement to manage
change in academic library. Journal of Academic Librarianship, v.26, n.6,
p.416-421, 2000.
PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. MINAS CHAPTER. PMBOK: Project
Management Body of Knowledge – Português. Belo Horizonte, PMI, 2000.
∗

Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo (SIBi/USP) - Departamento
Técnico. Av. Prof Luciano Gualberto, trav. J, 374, Cidade Universitária, São Paulo, SP, Brasil.
dtsibi@org.usp.br
∗∗
Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo (SIBi/USP) - Faculdade de
Filosofia Letras e Ciências Humanas. Av. Prof. Lineu Prestes, trav 12, 350, Cidade
Universitária, São Paulo, SP, Brasil. bibfflch@edu.usp.br
∗∗∗
Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo (SIBi/USP) - Departamento
Técnico. Av. Prof Luciano Gualberto, trav. J, 374, Cidade Universitária, São Paulo, SP, Brasil.
dtsibi@org.usp.br

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              <text>Ferrari, Adriana Cybele; Grandi, Márcia Elisa Garcia de; Barsotti, Roberto</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Natal (Rio Grande do Norte)</text>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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              <text>UFRN</text>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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            <elementText elementTextId="52242">
              <text>2004</text>
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          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
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              <text>Evento</text>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>É apresentado o novo modelo de gestão adotado pelo Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo – SIBi/USP, implantado em fins de 2001 e fundamentado na filosofia de gerenciamento por projetos. Descreve-se a seqüência de operações, desde o levantamento das necessidades sistêmicas até à concretização dos projetos e sua transformação em processos contínuos, bem como a infra-estrutura preparada para o acompanhamento e os controles necessários. Embora o modelo adotado esteja baseado no PMBOK – Project Management Body Knowledge, alterações foram efetuadas visando simplificar e adaptar aquele modelo à realidade do SIBi/USP. Nesse sentido, alterou-se o fluxo original; introduziram-se rotinas; estabeleceram-se diretrizes e normas próprias; criou-se um site para acolher a documentação produzida e uma Secretaria de Operações para coletar, analisar a documentação gerada e torná-la disponível no site, além de auxiliar na aplicação da nova metodologia. O nosso modelo não é definitivo; está em construção e, por esse motivo, sujeito a alterações. Isto não nos impede de divulgá-lo, seja para oferecer um ponto de partida para quem quiser adotar semelhante ferramenta, seja para receber contribuições por parte de quem já tenha experiência nessa modalidade de gerenciamento. O fato de estarmos inseridos numa academia nos obriga a ensinar e a aprender. Em todo caso, nada é definitivo e as circunstâncias poderão nos obrigar a buscar novas fórmulas. O importante é estarmos atentos e prontos para aprender.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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              <text>pt</text>
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