<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="4711" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.libertar.org/items/show/4711?output=omeka-xml" accessDate="2026-04-15T04:35:02-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="3780">
      <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/44/4711/SNBU1991_050.pdf</src>
      <authentication>2fff052b46732378da96bbdc9a354af1</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="52318">
                  <text>634

PROJETO: TEXTO FALADO

Marília Mesquita Guedes Pereira
Ipojucan R. da Silva
Marcos Antonio Nicolau
Paulo S. Chagas

RESUMO: O aparecimento do Texto Falado no campo da

irnforma

ção criou no espírito de muitos Bibliotecários a ilusão

de

que, em futuro não muito longínquo, poderão libertar-se das
antiqualhas chamadas técnicas Braille. Acham que o Texto

lado em parte dispensará toda e qualquer técnica

F~

Braille.

Com esta proposta de um Serviço de Gravação de Fitas no

Se

tor Braille da Biblioteca Central da UFPb, os interesses das

pessoas portadoras de deficiência visual diminuirão a
taçâo do seu acervo cultural.

lim1

�635

1. INTRODUÇÃO

A Biblioteca Central da UFPb teve seu processo de

i~

plantação através da Portaria R/DP/nQ 126 de 21 de setembro
de 1976, surgindo como um dos órgãos suplementares da
versidade , diretamente subordinado ã Reitoria,

Uni-

oferecendo

apoio bibliográfico aos programas de ensino, pesquisa e extensão cultural da UFPb.
De acordo com o seu Regulamento, aprovado pelo

Cons~

lho Universitário - Resolução nº 201/80, em 07/08/1980,
SISTEMOTECA - Sistema de Biblioteca - é concebido

como

conjunto de Bibliotecas integradas sob aspectos funcional

O
um
e

operacional. Tendo por objetivo a unidade e harmonia das ati
vidades de coleta, tratamento, armazenagem, recuperação
disseminação da informação. A sua função é servir de

e

meca-

nismo alimentador dos planos e programas da Universidade

F~

deral da Paraíba, de maneira a suprir em caráter permanente
as atividades de ensino, pesquisa e extensão com as informa
çoes disponíveis. Servirá também à comunidade paraibana nos
seus objetivos relacionados à Educação, Cultura e Pesquisa.
Muitos têm sido os esforços dispendidos pela Biblioteca Central no sentido de melhor adequar o atendimento

ao

usuário cego, entretanto, ela continua apresentando uma situação muito aquém do que seria obrigatório no que se refere a gravação em fitas cassetes dos textos mais

procurados

e de interesse à clientela cega da comunidade universitária.

�636

2. JUSTIFICATIVA

A informação no mundo de hoje é um artigo de

prime!

ra necessidade, seja no dia a dia das pessoas, seja na

rea

lização de um trabalho científico.

Nesse quadro de preocupações, se insere

a pesquisa,

aqui relatada, para a qual as palavras proferidas por ROMA-

Nr

(24) salienta que por volta de 1966 foi estabelecido

um

programa de serviços bibliotecários para o cego nos Estados
Unidos,

lembrar que os cegos poderiam tomar

cabendo

empr,estado livros falados,

textos falados e cassetes da Bi-

blioteca do Congresso através de bibliotecas locais e

esta

duais. Sabe-se que 3,8% dos cegos usam o Braille, daí a necessidade de outras técnicas quando as letras grandes
são mais adequadas

I

nao

sendo aí utilizados os livros, textos fa

lados e os cassetes.
A Nelson Associates dos Estados Unidos, mostrOu
estudo que 91,3% dos leitores cegos, preferem livros,
tos falados e outros equipamentos. Os usuários

em
tex-

tornaram-se

dependentes deste tipo de serviço e sentiram que ele era sa
tisfatório tendo suas necessidades sido preenchidas.
Conforme levantamento feito por ADAMS, (1) o
de Bibliotecas do Condado Monroe, Estados Unidos,

Sistema
revelou

particularidades como:
a)

o livro., a revista ou jornal. Informações

mostram

que os livros falados, os textos falados e os jornais

fala

dos parecem ser as aquisições mais populares das bibliotecas.
b) materiais impressos em tipos grandes tem se

dese~

volvido bastante, nos últimos anos, tanto em conteúdo, corno
em formato e aparência. Além do material em tipos

grandes,

�637

a

coleç~o

grandes,

em

de Rochester inclui cartas de baralhos

tipos

livros com figuras e cores, quebra-cabeças sonoros

e tácteis,

"arra-

jogos e brinquedos, livros "toque-me" e

nhe-e-cheire

tl

e uma quantidade limitada de braille.

Tais

itens fornecem estímulos adicionais e atraem outros sócios.
Outros materiais desejáveis incluem o dicionário e a

clopédia à disposição, em fita, e com índice tonal

enci-

para

fácil acesso. Estes materiais exigem que a Biblioteca
sua um gravador e espaço disponível para o uso de

o

pos-

equipame~

to de fone de ouvido;
c) convém ressaltar que o serviço de referência tele
fônica que as bibliotecas deveriam fornecer ao usuário
go,

já que ele possibilita acesso adicional ao material

ceda

biblioteca e às fontes de informação. Usuários, com necessl
dades especiais, devem ser instruídos a colocarem seus pedi
dos, com uma explicação das necessidades, sob

consideração

especial;
d) não se pode deixar de mencionar a programação tra
dicional, como programas musicais, crítica de

livros

programações com filmes podem ser aproveitados por

etc,

pessoas

com visão limitada;
e) indivíduos cegos podem servir em comitês de
selhamento nas bibliotecas e podem apresentar programas
público. Alguns podem utilizar suas experiências para

acon
ao
con-

sertar máquinas de livros falados; outros podem'proyidenciar
serviços reservados ou treinarem os ,usuários
KURZWELL, de materiais em fitas e/ou braille e

da

,máquina

conduzirem,

conforme o caso, passeios pela biblioteca;
f)

serviços de leitura pelo rádio estão recebendo elo

gios no Estado de New york. são dirigidOS e produzidos

.por

�638

agências comunitárias, estações de rádios ou Universidades.
Este serviço existia em 09 municípios, em volta de Rochester,
pl~

em meados de 1984, mais de 9 anos depois do lQ grupo de
nejamento ter sido convocado.
Um outro programa para cegos concentrado,

inicialme~

te, na provisão de livros falados, textos braille para lei tQ
res cegos foi recomendado por HAYCRAFT (14). Atualmente,
programa inclui o "talking booksl1
dos em discos)

1

o

(livros e revistas grava-

as máquinas para tocar os discos, fitas rnag

néticas e uma variedade de outros serviços. Convém

salien-

tar que, desde 1966, o programa está disponível, por

lei,

para todas as pessoas incapazes de ler materiais e editados
convencionalmente, por causa de limitações físicas, inclusi
ve no caso de cegos.
Após essas considerações, pode-se voltar

a

atenção

para PURDUE (23), bibliotecário em cuja biblioteca, em Mans
field, criou-se e utilizou-se um programa de Jtjornal

fala-

do" destinado a descrever a grande variedade de revistas
jornais gravados em cassetes e distribuídos semanal,

e

quinz~

nal, mensal ou mesmo trimestralmente aos cegos e às pessoas
de visão parcial. Convém lembrar que o autor afirma

ainda,

que, sendo ele um voluntário de um jornal falado e um

bi-

bliotecário, poderia ser acusado de ser super entusiasta na
tentativa de reforçar a importância do jornal falado.

Mas

eles têm surgido em todo o Reino Unido e estão desenvolvendo seus serviços e sempre melhorando seus padrões. '"Com
passar do tempo, espera-se uma contribuição muito

o

signific~

tiva não apenas para a vida dos cegos como também,\ indireta
mente, para a comunidade local como um todo.

�639

CRADDOCK (7), complementando a argumentação do autor
paraosc~

acima referenciado, afirma que os jornais falados

gos estão bem estabelecidos na Inglaterra e Irlanda do

Nor

te.

No que diz respeito à Biblioteca da Universidade
Monash, FERNANDO (la)

lembra que, um serviço

de

embrionário,

fornecendo fitas com o material de leitura básico para

alu

nos cegos foi implantado naquela Universidade. Lembra ainda
que um programa regular tornou-se necessário com a matrícula, em 1974, de 5 alunos cegos na referida Universidade .. Com

essa finalidade, um membro da equipe de Biblioteca, com

o

nível de Assistente Graduado, foi designado, em tempo semiintegral, para organizar e coordenar um efetivo programa de
leitura. Esse serviço foi oferecido como um complemento

do

serviço básico de leitura em fita do Real Instituto vitoria
no para os Cegos, o qual é ainda responsável pela

gravação

de livros, quando requeridos integralmente, para os estudan
teso Em 1974, as gravações em Monash eram restritas a extra
tos de textos básicos, artigos de jornais e outras
relevante de publicações recomendadas pelo corpo

partes
discente

como leitura essencial.
Com a implantação do supra citado serviço, a

partir

das solicitações destes contingentes cegos, espera-se

su-

prir uma antiga deficiência da Universidade na prestação de
um serviço mais amplo ao deficiente visual, ao mesmo

tempo

em que permitirá a participação de alunos das áreas de Comu
nicação Social e Biblioteconomia no desenvolvimento de

uma

atividade nova e imprescindível a essa pequena parcela

do

meio universitário.
A consecução deste serviço implicaria no

rompimento

�640
de estruturas arcaicas, perm! tindo maior afirmação ou

expre~

sividade do Bibliotecário. O novo perfil do Bibliotecário de

veria surgir para se tornar o mediador e catalizador
diálogo x ação, apagando a imagem distorcida deste

desse
técnico
~

de "fazer fichas e ordenar o acervo bibliográficó".
ter afirmar que a informação disponível nos diferentes

mis
ti-

pos de registros de conhecimento torna-se cada vez mais

Um

dos fatores de maior peso no desenvolvimento da vida dos

p~

vos.

o

alcance do nível de viabilidade requerido pela im-

plantação deste serviço está intrisicamente relacionado com
a adoção de um modelo realista e consistente, capaz, em último estágio, de adequar-se cornO um dos elementos na composição de uma futura rede nordestina de gravação de fitas, o
que por certo, caracterizaria, no plano global, fonte perene de benefícios a uma população marginalizada sempre crescente de usuários voltados para o Mestrado e Doutorado,

e

motivados pela oferta de uma acervo de informação abrangente,
sistematizado e disponível de um tempo útil.

3. DIRETRI ZES

A diretriz básica deste documento é propor a constituição de um Serviço de Gravação de fitas no setor
da Biblioteca Central da UFPB, onde será prestado

Braille
atentime~

to a clientela cega universitária, atendendo, desta

forma,

os interesses das pessoas portadoras de 'deficiência na tentativa de diminuir a limitação do acervo cultural
bliotecas em Braille.

das

Bi-

�641
4. OBJETIVOS

4.1. Objetivo Geral

Dinamizar o desempenho operacional do Setor de

Brail-

le, a fim de oferecer um serviço centralizada e eficaz

de

informações no que se refere a textos gravados em fitas cas
setes.
4.2. Objetivos Específicos

. Proporcionar aos alunos, professores

e

funcionã-

rios deficientes visuais uma forma alternativa de acesso aos

textos de interesse nas suas áreas de estudo, contribuindo,
inclusive, com o aumento do acesso da Biblioteca

Central.

Ao mesmo tempo em que se conscientizará a comunidade para

necessidade de se dar urna maior atenção ao cego na

a

própria

Universidade e fora dela;
· Promover cursos de dicção e de postura de voz para
os alunos de Comunicação Social e de Biblioteconomia,

bem

como voluntários de outras áreas da UFPB e da comunidade lo
cal (pessoas idosas) para que possam desenvolver a

ativida

de de gravação de textos para a clientela cega com técnicas
apropriada s;
• Promover cursos de processamento técnico -

regis-

tro, catalogação e classificação - de textos gravados
alunos de Biblioteconomia para o bom desempenho dos

com
traba-

lhos no Setor Braille da Biblioteca;
· Coletar, processar e disseminar as informações
interesse do pesquisador cego contidas em documentos
sos em várias fontes;

de

dispe~

�642

Facilitar o acesso à informação gravada;
Divulgar este serviço de gravação e atualizá-lo p~
ra a clientela cega interessada da comunidade universitária
de maneira eficiente e eficaz;
. oferecer, futuramente, quando este serviço estiver
consolidado os jornais falados, os serviços de leitura pelo
rádio,os livros e revistas gravados em discos;
Relatar e avaliar os resultados do projeto.

5. METODOLOGIA
A metodologia a ser seguida corresponderá as

segui~

tes e principais fases:
a) Determinação das etapas a serem desenvolvidas

du

rante o projeto que serão afetadas pelo estudo, importância
e prioridade dos casos i
b) Elaboração de um programa das etapas onde serão di
vididas as tarefas com clareza e equilíbrio,

fixando prazos

para execução e conclusão do trabalho i
c) Preparação de instrumentos de trabalho, tais
mo: entrevista com os alunos de Comunicação Social e

co-

Bibli~

teconomia, assim como urna análise crítica do levantamento de
cada etapa;
d) Organização de um Manual de Serviço onde serão de
finidas todas as fases de execução e rotina das metas

esta

belecidas;
e)

Treinamento de todo o pessoal técnico a ser envol

vido nos serviços;
f) Elaboração de um relatório final onde serão desta

�643

cactos todos os aspectos resultantes das atividades desenvol
vidas no projeto.

6. METAS

As metas a serem atingidas no período de 1991-92, atra

ves do presente projeto, estão discriminadas no Quadro 1, a
baixo:

QUADRO 1

METAS 1991-92

N2
Ordem

Dl

Órgãos

Indicação

Atividades

Implantação de
Texto falado.

Celebração de Convênios.

CNPq -

Elaboração de um plano para

Biblioteca

execução do projeto.

tral Setor Braille

Envolvidos
UFPE -

BC

Cen-

Realização de um curso de dic

cão para os alunos de

Comu

rere

nicação Social. No que se
DECOM
re às aulas, serão trabalha
das atividades de orientaçã~
e esclarecimento sobre dic-

ção para gravação de fitas.
Encaminhamento de ofício cir
cular a todos os deficientes
visuais que fazem parte da

Biblioteca
Central Setor Braille
- Órgão da UFPb.

comunidade universitária, e.§.
clarecendo sobre o projeto.
Elaboração do
Regulamento
de uso do Projeto.

Biblioteca
Central Setor Braille

Inscrição dos deficientes
visuais solicitantes.

Biblioteca
Central Setor Braille

Treinamento para o
sarnento técnico.

Biblioteca
Central Setor Braille

proce~

Pr{)j~

to.

DECOM - BC
Setor Braille

Acompanhamento, controle e
avaliação.

DECOM - BC
Setor Braille

Execução do referido

�644

7. INTERFACES

pr~

As atividades a serem desenvolvidas no presente

jeto e seus respectivos responsáveis constam do Quadro 2.

QUADRO 2
INTERFACES

1991-1992

Quant.
01

Pessoal

Qualificação

Atribuição

Bibliotecário

Mestre em Biblíote-

Orientador; Supervisor; PIa

conomia

nejador; Responsável

pelo

treinamento do pessoal

(al~

nos de Biblioteconomia-UFPb)

01

Professor de

Bacharel em Comuni-

Comunicação

caça0

nejador e Responsável

Social
03

Orientador; Supervisor; PIa
pelos

Cursos de Dicção

Estagiário

Alunos do Curso de

Responsável

de Comunica

Comunicação/UFPb

dos textos solicitantes

Estagiário

Alunos do Curso de

Processamento dQ

de Bíbliote

Biblioteconomia

pela

gravaçao

çao Social

03

01

/

materiaJ

(registro, catalogação

e

nomia

UFPb

c1assi f icação) .

Bibliotecã-

Bacharel em Bíblia

Processamento do material em

rio cego

teconomia

Braille,

(registro, catalo-

gaçao e classificação)

01

Datilógrafo

Auxiliar de Biblia

Datilografar as tarefas

teca

tinentes ao projeto

B. REQUISITOS
8.1. Institucionais

pe~

�645

. Cumprimento do convênio do CNPq com a

Bibli0teca

Central da UFPb;
. Garantia de aprovação do ato de criação do Serviço

de Gravação de Textos na Setor Braille da Biblioteca

Cen-

traI;

Elaboração de normas internas objetivando a

regul~

mentação do mencionado serviço.
8.2. Humanos

Disponibilidade de recursos humanos em qualidade

e

quantidade necessárias ao desenvolvimento das atividades que

serão desenvolvidas.
8.3. Físicos e Materiais
Disponibilidade de recursos físicos, ambientais e ma
teriais para a execução das atividades.

8.4. Financeiros
Disponibilidade de recursos financeiros para a

con-

tratação de pessoal responsável (Estagiários de Comunicação

Social e Biblioteconomia), voluntários da comunidade local,
datilógrafos, etc.

9. PREVISAo DE RECURSOS

Os recursos financeiros necessários para a

execuçao

do presente projeto, num total de Cr$ 2.924.000,00 (dois mi
lhões, novecentos e vinte e quatro mil cruzeiros)
criminados no Quadro 3, a seguir.

estão dis

�646

QUADRO 3

PLANO DE CUSTO - 1991 - 1992
1. DESPESAS CORRENTES COM PESSOAL
Cr$

1.124.000,00

Cr$

100.000,00

3.1. Obras e Instalações

Cr$

500.000,00

3.2. Equipamentos e Material Permanente

Cr$

700.000,00

TOTAL

Cr$

2.924.000,00

L 1. Salários
1. 2. Diárias

1.3. Obrigações Patronais
2. OUTRAS DESPESAS CORRENTES
2.1. Material de Consumo
2.2. Serviços de Terceiros/Encargos
2.2.1. Remuneração de Serviços Pessoais

2.2.2. Bolsa de IncentiVo à Pesquisa
2.2.3. Viagens
2.2.4. Outros serviços e encargos

SUB-TOTAL (1 + 2)
3. DESPESAS DE CAPITAL

10. ACOMPANHAMENTO, AVALIACAO E CONTROLE
10.1. Acompanhamento

o acompanhamento deverá ser feito através de formulá
rios, dados estatísticos, relatórios, objetivando

acompa-

nhar as atividades, identificando forças restritas que bloqueiam o desenvolvimento do trabalho.

�647
10.2. Avaliação

A avaliação das atividades deverá

ter periodicidade

mensal. Será feita através dos resultados obtidos do

acomp~

nhamento e das metas estabelecidas.
10.3. Controle
o controle decorrente da retroalirnentação propiciada

pela avaliação segue sistematicamente à execução, indicando
quais as modificações, diretrizes, normas a serem

desenvol

vidas.

11. COMUNICAÇAO E DIFUsAo

Para o êxito do Projeto é necessário que se estabele
çam canais de comunicação entre o Bibliotecário
Braille, professores de Comunicação Social e

do

Setor

Bibliotecono-

mia, executores e os diretamente beneficiados pelo serviço.
A participação destes diferentes grupos é feito atra
ves de:
a)

Divulgação por meios impressos dos objetivos

que

manterão cada meta;
b)

Reuniões, debates, etc., com o grupo a ser envol-

vido no projeto.

12. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES

As atividades serao desenvolvidas de acordo
no grama estabelecido nO Quadro 4, a seguir.

comocr~

�648

QUADRO 4
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES

M E S E S

CRONOGRAMA DE ATIVIDADES
J

F

M

A

M

J

J

A

S O N

D

Planejamento, estudo e
pesquisa

-

Elaboração

c--

Aprovação

-

Execução

Acompanhamento e avaliaçao

e controle

Comunicação e difusão

13. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. ADAMS, R.C. More than meets the eye (service to the blind

and partially sighted) CLIC Q"

v. 3, pp. 25-28,

j~

ne, 1984.
2. BECKERS, Johannes. Sound cassettes in the library. Unse
resamrnlung, n. 2, pp.

39-42, apr./june., 1982.

3. BEHR, Alisan. Feminist audio books a tape library
blind women. New - Library - World, v. 88, n.

for
1047,

sept., 1987.
4. BILINSKI, Lucyan. Books on cassettes.
tekarza. n. 11-12, pp. 20-21, 1986.

Poradnik - Bilio

�649

5. BRITO, Edna Maria Torreãoi SILVA, Francisco Antônio

Ca

valcanti; GARCIA, Joana Coeli Ribeiro. Projeto: Texto Falado, João Pessoa, UFPb, 1988. 18 p. mimeog.
6. BRUHN, Susane. Joint guidelines for public and

commer-

cial talking book producers in Denmark, Scandinavian
Public Library Quarterly, v. 19, n. 3, pp.

87 - 91,

1986.

7. CRADDOCK, P.R. Talking news papeis: implications

for

libraríans. An Leabharlaann. The Irish Library.
6,

n.

1, pp.

v.

15-17, 1977.

8. CRISTENSEN - SKOLD, Beatrice. The swedisk library

of

talking books and braille. Phonographic Bulletin. n.
45, pp.

22-24,

june, 1986.

9. EIJKELENBOOM, Huib. Problems with communication:
aphasia, reading and library services.

on

Biblio,theek

en Samenlevinq, v. 15, n. 2, p. 55-59, feb. 1987.
10. ELLENBROEK, Carla. Use of cassete books in south Austra
1ian public 1ibraries. South. Australian

Advisory

Committee on Library Servives

Disab1ed

to

the

News1etter. n. 14, pp. 1-6, apr. 1985.
l I . FERNANDO, Jeni. He1ping the visua11y handicapped

dents: an account of the tape reading

stu-

service

at

Monash University Library. Austra1ian Academic

and

Library. v. 6, n. 2, pp. 82-86, 1975.
12. FIKENSCHER, Hans. The introduction of e1ectronic

data

processing in the boan system at the Bavarian Library
of ta1king books for the blind.

Bib1iothetsforum -

Bayem, v. 12, n. 3, pp. 243-244, 1984.
13. FZORDBO, Mette. Books saund for vesterbro's immigrante.

�650'

Bibliotek, Denmark, v.

70, n. 15, pp.

500-501, 1987.

14. llAMMER, Sharon. Radio reading a logical form of library

service. Health and Rehabilitative Library

Services

Division Journal. V. 2, n. 2, pp. 17-19, falI,
15. HAYCRAFT, Howard. Books for the blind and

1976.

physicall

a

postscript and an appreciation. Washington: Oivislon
for the Blind Physicall Handicapped, s.d. 1972, 19 p.

16. HEBERT, Francoise. Public library service for the
dicapped Ont Libr. Revolvo 61, n. 4, p.

han-

266-273,dec.

1977 .

17. HEIMERS, Wilhelm. Como devo educar meu filho cego?

um

guia para a educação de crianças cegas e de visão pre

judicada. são Paulo: MEC, 1970, 79 p.
18. HOLT; Cynthia; WAZNIS, Betty Arizona regional

conducts

its first summer reading programo Oikta, V. 9, n.3,
pp. 100-103, falI,

1984.

19. LARSEN, John. Books are the eyes of the blind.

Bogens

Verden. V. 62, n. 9, 579 p. 1980.
20. LAW, Cliff. Cliff law ' s visit to sweden and
Link-up.

Denmark.

n. 38, pp. 1-5, may., 1986.

21. LUCCOCK, Graham Laundring a library service

for

the

blind in Trofford. Health - Libraries Revieuw, v. 3,
n.

2, pp. 123-125, june, 1986.

22. PEREIRA, Ana Maria Gonçalves dos Santos; PEREIRA,

Mari

lia Mesquita Guedes. Projeto para criação de um

ser

viço de pesquisa bibliográfica e de documentação

no

SID/BC-UFPb, Cadernos de Biblioteconomia, Recife, n.
6, p. 116-124, jun., 1983.
23. _________ . Marília Mesquita Guedes. A biblioterapia

em

�651

instituições de deficientes visuais: um
caso. João Pessoa, 1988. 318 p.

estudo

(Mestrado em

de

Biblia

teconomia). Centro de Ciências Aplicadas. Universida
de Federal da Paraíba.
24. PURDUE, Bill. Talking newspapers and magazines.
visual Library. V. 10, n.

2, pp. 82-85, spring, 1984.

25. ROMANI, Dorothy. Reading interests and needs Df

alder

people. Library Trends, Illinois, v. 21, n. 3,
390-403,

pp.

jan. 1973.

26. TELEPHONE - Pioneers of America. pionnering is

people

helping people. Dikta. V. 9, n. 1, pp. 10-13, 1984.
27. VANAUSDALL, Jeannette. History talks. Dikta. V. 9, n.3;
pp. 194-109, 1984.

28. ZARKOV, D.S. Libraries for the blind in the Russian
viet Federal Socialist Republic. Unes co Journal

50
of

Inforrnation Science Librarianships and Archives Admi
nistration. V. 3, n. 3, pp. 185-198, july-sept.,1981.

29.

________ o

Las bibliotecas para ciegos en

la

Republica

Socialista Federativa Soviética da Russia Ruciba. v.
3, n. 3, july-sept., 1981.
30. ZOLLER, M.F.K. O custo econômico da cegueira.
do mundo. pp.

41-43, fev.jrnaio, 1976.

A

saúde

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="44">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51351">
                <text>SNBU - Edição: 07 - Ano: 1991 (UFRJ - Rio de Janeiro/RJ)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51352">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="41">
            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51353">
                <text>Tema: Padrões nacionais para planejamento e avaliação em bibliotecas universitárias.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51354">
                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51355">
                <text>UFRJ</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51356">
                <text>1991</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51357">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51358">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51359">
                <text>Rio de Janeiro (Rio de Janeiro)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="52292">
              <text>Projeto: texto falado.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="52293">
              <text>Pereira, Marilia Mesquita Guedes; Silva, Ipojucan R. da; Nicolau, Marcos Antonio; Chagas, Paulo S.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="52294">
              <text>Rio de Janeiro (Rio de Janeiro)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="52295">
              <text>UFRJ</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="52296">
              <text>1991</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="52298">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="52299">
              <text>O aparecimento do texto falado no campo da informação criou no espírito de muitos bibliotecários a ilusão de que, no futuro não muito longínquo, poderão liberta-se das antiqualhas chamadas técnicas Braille. Acham que o texto falado em parte dispensará toda e qualquer técnica Braille. Com esta proposta de um Serviço de Gravação de Fitas no Setor Braille da Biblioteca Central da UFPb, os interesses das pessoas portadoras de deficiência visual diminuirão a limitação do seu acervo cultural.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="68215">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
