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                  <text>CIRCULAÇÃO AUTOMATIZADA NO SISTEMA DE BIBLIOTECAS DA UFRGS:
GERÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO
Janise Silva Borges da Costa∗
Carla Metzler Saatkamp
Caterina Groposo Pavão
Lais Freitas Caregnato
Zaida Horowitz
Zita Prates de Oliveira

RESUMO

Relato do planejamento, metodologia e avaliação da implantação da circulação
automatizada no Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Rio Grande
do Sul. Aborda aspectos relativos à definição de políticas e procedimentos,
elaboração da documentação técnica e operacional do sistema, treinamento da
equipe de operadores e divulgação do serviço aos usuários. Enfatiza a
necessidade de unificar procedimentos, otimizar as rotinas e avaliá-las com o
objetivo de atender às demandas dos operadores do sistema e de qualificar o
serviço de circulação oferecido aos usuários.
PALAVRAS-CHAVE: Circulação automatizada.
bibliotecas. Bibliotecas universitárias.

UFRGS.

Automação

de

1 INTRODUÇÃO

A implantação da circulação automatizada na Universidade Federal do Rio
Grande do Sul - UFRGS concretizou um desejo antigo das bibliotecas e de seus
usuários. As primeiras visando agilizar e controlar o crescente volume de
transações de circulação e os últimos buscando rapidez e eficiência no
atendimento.
Além de incorporar os conceitos de controle, rapidez e eficiência ao serviço
das bibliotecas, a circulação automatizada reforçou o caráter sistêmico do
trabalho bibliotecário no Sistema de Bibliotecas da UFRGS - SBU. As bibliotecas
que possuíam políticas, rotinas e prazos diferenciados no empréstimo manual
passaram a se confrontar com a necessidade de agir e decidir de forma comum,

�uma vez que decisões particulares acabam afetando as rotinas e os usuários das
demais bibliotecas.
A implantação da circulação automatizada ocorreu entre junho de 2002 e
junho de 2003. A disponibilidade de equipamentos e infra-estrutura de rede, o
número de obras registradas na base de dados e procedimentos de circulação
consolidados foram fatores decisivos para a implantação do módulo de Circulação
de Coleções na UFRGS.
O processo foi planejado e coordenado pela Comissão de Automação,
responsável pela implantação do software Aleph no SBU, e exigiu a realização de
inúmeros levantamentos de dados e controles, em função das peculiaridades das
bibliotecas: a dispersão geográfica (32 bibliotecas distribuídas em quatro campi e
1 em outro município); o volume de acervo na base bibliográfica (30 bibliotecas
com acervos parciais na base SABi); a diversidade dos procedimentos de
empréstimo, de equipamentos e instalações; o grande número de operadores e
gerentes a serem treinados e a implantação escalonada do módulo, com
operação simultânea de circulação manual e automatizada nas diferentes
bibliotecas.

2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

2.1 DO SISTEMA

O sistema utilizou o software Aleph 500, versão 11.5, e o banco de dados
Oracle, instalado em equipamento SUN Ultra 450, com sistema operacional
Solaris.

2.2 DO MÓDULO

O módulo de Circulação de Coleções implantado na UFRGS tem como
características principais:

�- cadastro único de usuários do Sistema de Bibliotecas, integrado com
outros bancos de dados da Universidade;
- realização do empréstimo utilizando a leitura de código de barras do
cartão de identificação do usuário e da etiqueta colocada em cada documento;
- opção de uso de correio eletrônico como recurso de comunicação com o
usuário para o envio de correspondências (lembrete, avisos de reserva e de
atraso na devolução de documentos);
- possibilidade de renovação e de reserva de documentos em qualquer
equipamento com acesso à Internet;
- identificação e impedimento do usuário em débito de documento ou de
taxa por atraso em utilizar o empréstimo em qualquer das bibliotecas do SBU e
- geração de relatórios com dados administrativos e estatísticos como
apoio aos procedimentos de gerência da biblioteca e de desenvolvimento de
coleções.

3

METODOLOGIA DE IMPLANTAÇÃO

A implantação da circulação automatizada envolveu uma série de
atividades de coleta de dados, de definições do sistema, de elaboração de
documentação e de treinamento das equipes responsáveis pela operação do
módulo.

3.1 COLETA DE DADOS

O trabalho de implantação foi precedido por coleta de dados relativos ao
número do acervo total e do acervo processado na base SABi, volume mensal e
anual de empréstimos e equipamentos (micros, leitoras de código de barras e
impressoras)

disponíveis

em

cada

biblioteca.

Foi

efetuado,

ainda,

um

levantamento dos controles de empréstimo e de caixa, dos impressos e
correspondências utilizados, no empréstimo manual, pelas bibliotecas. Estas
informações foram utilizadas para estabelecer o cronograma de implantação e

�para adequar os impressos e relatórios gerados pelo sistema às necessidades
das bibliotecas do SBU, sem prejuízo de dados e informações disponíveis até
então.

3.2 DEFINIÇÕES

Após análise criteriosa da documentação enviada pelas bibliotecas foram
feitas as definições do sistema que englobam a parametrização de tabelas; a
customização de telas das interfaces GUI (utilizada pelos operadores do sistema)
e WEB (utilizada pela comunidade usuária do sistema) e as correspondências,
impressos e relatórios a serem emitidos através do sistema.
O cronograma de implantação da circulação automatizada foi elaborado
com base no número de usuários da unidade acadêmica que já possuía cartão de
identificação, no percentual do acervo registrado na base SABi, na disponibilidade
e adequação de equipamentos, no volume mensal de transações de circulação e
no número de operadores a serem treinados.

3.3 DOCUMENTAÇÃO &amp; DIVULGAÇÃO

Para subsidiar o processo de implantação, a operação e a divulgação do
módulo de Circulação de Coleções foram elaborados documentos e impressos.
O novo Regulamento de Circulação de Coleções proposto pela Biblioteca
Central (BC), órgão coordenador do SBU, para regular as transações de
circulação manual/automatizada nas bibliotecas foi analisado pela Comissão de
Automação, com vistas a adequar as possibilidades do SABi às normas previstas
pela BC para categorias de usuários, prazos de empréstimo e penalidades na
circulação de documentos.
Também foram elaborados:
- manuais de operação dos módulos de Circulação de Coleções &amp; Caixa e
de Tarefas &amp; Serviços;

�- treinamentos para operadores e para gerentes dos módulos (incluindo
parte teórica e prática);
- listas de verificações a serem realizadas com as bibliotecas na reunião
preparatória e na visita de instalação dos equipamentos naquelas agendadas
para implantação;
- pauta para reunião preparatória de implantação;
- questionário de implantação a ser preenchido pelas bibliotecas;
- cartazes e lembretes a serem afixados pelas bibliotecas, antes e durante
a implantação, e
- folhetos de divulgação a serem distribuídos aos usuários (Informações
sobre a circulação automatizada e Guia do usuário WEB).

3.4 TREINAMENTO DAS EQUIPES

Nesta etapa teve início a participação direta das bibliotecas no processo de
implantação, mediante a:
- realização de reunião preparatória da Comissão com cada grupo de 3
bibliotecas agendadas para implantação, quando foram repassadas instruções
para o treinamento e para instalação dos equipamentos no balcão de empréstimo,
entregues listas para correções e consistências de registros bibliográficos e de
itens na base SABi, definidas as datas de implantação em cada biblioteca e
esclarecidas possíveis dúvidas.
- realização de treinamentos com 12h aula (9 horas para operadores e
gerentes e 3 horas para gerentes). O Quadro 1 apresenta os números da
atividade.

QUADRO 1 - Treinamentos oferecidos ao SBU em 2002-2003
Informações
Treinamento
Módulos de Circulação de
Coleções &amp; Caixa e de
Tarefas &amp; Serviços

Nº de

Nº de

Percentual
por
participantes
categoria

treinamentos

Categoria

11

Bibliotecário

62

31%

Auxiliar

96

48%

�Tarefas &amp; Serviços

Bolsista
Total

41

21%

199

100%

3.5 IMPLANTAÇÃO DO MÓDULO

A efetiva implantação do módulo de Circulação de Coleções em cada
biblioteca constou de entrevista para verificação da instalação dos equipamentos
no balcão de empréstimo e da conclusão das atividades de consistência da base,
imprescindíveis para o bom funcionamento do mesmo.
O início da operação aconteceu com o acompanhamento, durante dois
dias, por membros da Comissão de Automação, o que contribuiu para a revisão
dos treinamentos e manuais e, conseqüentemente, a realização de eventuais
alterações e ajustes para as próximas implantações. O Quadro 2 apresenta a
situação das bibliotecas no período da implantação.

QUADRO 2 - Implantação do módulo de Circulação de Coleções no SBU:
jun. 2002-jun. 2003
Números iniciais da implantação
Bibliotecas

Terminais

Operadores

33

60

199

Além do treinamento e do acompanhamento acima mencionados, os
operadores mantêm contato direto com a Comissão de Automação, por telefone
ou correio eletrônico, a fim de dirimir dúvidas sobre políticas e procedimentos ou
operação do módulo, o que tem contribuído para a consolidação e padronização
das ações no SBU.

�4

AVALIAÇÃO

O processo de avaliação foi realizado com o intuito de identificar problemas
e possíveis soluções a serem adotadas, alterações nas responsabilidades/rotinas
de gerentes e operadores e para dirimir eventuais dúvidas sobre a operação da
circulação.
A avaliação foi realizada mediante entrevista com o bibliotecário-chefe e,
pelo menos, um representante dos operadores, após um intervalo mínimo de dois
meses de uso efetivo do sistema na biblioteca. Na oportunidade, foram
detectadas alterações significativas na organização do espaço físico do balcão de
empréstimo, nos turnos e atividades dos operadores, os quais passaram a
desempenhar outras funções de administração, auxílio ao usuário e manutenção,
além da circulação propriamente dita.
Os pontos positivos da automação da circulação foram associados à
imagem do serviço (padronizou e profissionalizou o atendimento no SBU), à
operação (agilidade, maior controle dos procedimentos, redução do estresse no
atendimento) e ao usuário (mais satisfeito, responsável e cuidadoso no controle
de seus empréstimos).
A avaliação identificou a necessidade dos gerentes adaptarem-se às
práticas administrativas requeridas para a eficiente gerência do serviço, uma vez
que os relatórios disponíveis para geração de informações de caixa, circulação e
usuários vinham sendo subutilizados como instrumentos gerenciais.
A avaliação deu origem ao Encontro sobre Circulação para uniformizar
políticas definidas para a operação da circulação e esclarecer pontos
problemáticos da utilização do módulo. O documento final, contendo as decisões
do Encontro, foi divulgado a todas as bibliotecas da Universidade para imediata
adoção.
Outro subproduto das entrevistas de avaliação foi uma lista de sugestões
de alterações e melhorias de políticas e procedimentos de circulação feitos por
gerentes e operadores. As mesmas foram analisadas e algumas implementadas

�de imediato. Outras aproveitadas na customização da versão 14.2 do Aleph,
implantada na UFRGS no início de 2004.

5

CONSIDERAÇÕES FINAIS DA IMPLANTAÇÃO

A implantação do módulo de Circulação de Coleções proporcionou
significativa melhoria na operação do serviço de empréstimo, com maior rapidez
no atendimento e controles mais eficientes das transações de circulação para
bibliotecas e usuários.
O início da operação do módulo provocou, também, várias alterações nas
habilidades e conhecimentos requeridos da equipe da biblioteca para sua correta
operação e gerência. O treinamento dos auxiliares, encarregados do balcão de
empréstimo, reforçou a necessidade de pessoal com conhecimentos básicos de
Windows ou com disposição para esta aprendizagem. Por sua vez, os
bibliotecários, responsáveis pela gerência do serviço, precisaram redefinir suas
rotinas para acompanhar, de forma regular e sistemática, o trabalho realizado
pela equipe do setor de empréstimo. O sistema possibilita a geração de relatórios
de monitoria os quais, sendo emitidos regularmente, subsidiam o correto e
sistêmico funcionamento da circulação em todas as bibliotecas do SBU.
A integração de informações propiciada pela circulação automatizada
alterou também as relações biblioteca-biblioteca e biblioteca-usuário. As
bibliotecas que realizavam cadastros, controles e rotinas de circulação/caixa, de
forma independente, passaram a contar com um sistema integrado, onde é
possível visualizar todos os empréstimos de um usuário realizados em todas as
bibliotecas e as ações corretas ou incorretas realizadas em uma delas passam a
afetar o trabalho nas demais, ou seja, um procedimento de devolução não
efetuado numa biblioteca do SBU impede que o usuário retire documentos nas
demais. Já a relação biblioteca-usuário foi fortalecida pelo acesso facilitado a
esse último das informações sobre transações de circulação (empréstimos,
reservas e débitos) via Internet e pela ampliação do canal de comunicação
através do uso do correio eletrônico para o envio de correspondências alertando o

�usuário sobre a data de vencimento de seus empréstimos, documentos em atraso
e reservas disponíveis/canceladas.

6

MÓDULO DE CIRCULAÇÃO DE COLEÇÕES EM 2004

Em março de 2004 o sistema SABi migrou para a versão 14.2 do Aleph,
implantada em equipamento 2x Pentium IV XEON 2.8 MHz SMP, com sistema
operacional Linux.
No módulo de Circulação de Coleções foram incorporadas as facilidades
de renovação e consulta a histórico de empréstimos do usuário via Internet. A
consolidação da circulação automatizada em todas as bibliotecas, a partir de julho
de 2003, e as facilidades de coleta de dados estatísticos permitem estabelecer
um panorama mais apurado do crescimento das transações de circulação no
SBU, conforme apresentado no Quadro 3.

QUADRO 3 - Transações de circulação no SBU em 2002-2004
Transações

jun. 2002/jun. 2003

jul. 2003/jun. 2004

Empréstimos

208.828

456.967

Renovações

164.700

794.407

Consultas na sede

76.512

141.055

Reservas

4.620

30.425

Observa-se um crescimento expressivo no número de renovações (382%)
o qual deve-se, sobretudo, à possibilidade de renovação pela Internet. O
incremento de 558% na reserva de documentos deve-se à divulgação e
familiaridade do usuário no uso dos recursos do sistema.
A adoção do cadastro único de usuários permitiu dimensionar corretamente
a parcela da comunidade universitária também usuária do SABi. O alto percentual
identificado (84%) autoriza a afirmar que a maioria dos integrantes da
comunidade universitária realiza algum tipo de transação de circulação (Quadro
4).

�QUADRO 4 - Relação de usuários ativos do SABi x comunidade da UFRGS - 2004
Usuários ativos
do SABi
882

Comunidade da
UFRGS
2.547

Percentual
SABi x UFRGS

Docentes

1.476

2.597

57%

Alunos

25.487

27.961

91%

27.845

33.105

84%

Categoria de usuários
Serv. técnico-administrativos

Total

35%

As informações relativas aos usuários por categoria, associadas às
estatísticas de consulta geradas pelo módulo específico do SABi, fornecem
subsídios importantes para aquisição e desenvolvimento de coleções no SBU.
É importante mencionar que, passado um ano do final da implantação da
circulação automatizada no SBU, as políticas relativas a este serviço, assim como
a operação do módulo, estão consolidados e são eventuais os casos em que é
executado algum procedimento não recomendado, apesar do grande número e da
rotatividade de pessoas envolvidas nesta atividade junto às bibliotecas.

AUTOMATED CIRCULATION IN THE UFRGS LIBRARY SYSTEM: MANAGING
IMPLEMENTATION

ABSTRACT
This paper relates the planning, methodology and evaluation of the
implementation of automated circulation in the Federal University of Rio Grande
do Sul Library System. Aspects related to the definition of policies e procedures,
technical and operational documentation, training of the operating team, and
communication with the patrons are described. The need for procedure unification,
routine optimization and evaluation are emphasized in order to fulfill the operators‘
needs and to qualify the circulation services offered to the patrons.
KEYWORDS: Automated circulation. UFRGS. Library automation. University
library.

�REFERÊNCIAS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Comissão de
Automação. Avaliação da implantação do módulo de circulação e caixa: relatório
final. Porto Alegre, set. 2003.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Comissão de
Automação. Relatório de Atividades 2002. Porto Alegre, 2002.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Comissão de
Automação. Relatório de Atividades 2003. Porto Alegre, 2003.

∗

Bibliotecária de sistemas. janise@cpd.ufrgs.br; Programadora. lala@cpd.ufrgs.br; Bibliotecária
de sistemas. caterina@cpd.ufrgs.br; Bibliotecária de sistemas. lais@cpd.ufrgs.br; Analista de
sistemas. zaida@cpd.ufrgs.br; Bibliotecária de sistemas. zita@cpd.ufrgs.br;
Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. Centro de Processamento de Dados
Rua Ramiro Barcelos, 2574. 90035-003 Porto Alegre, RS, Brasil. Tel: +55 (51) 3316-5029/33165071. Fax: +55 (51) 3331-1215. E-mail: comissao@cpd.ufrgs.br

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
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              <text>Relato do planejamento, metodologia e avaliação da implantação da circulação automatizada no Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Aborda aspectos relativos à definição de políticas e procedimentos, elaboração da documentação técnica e operacional do sistema, treinamento da equipe de operadores e divulgação do serviço aos usuários. Enfatiza a necessidade de unificar procedimentos, otimizar as rotinas e avaliá-las com o objetivo de atender às demandas dos operadores do sistema e de qualificar o serviço de circulação oferecido aos usuários.</text>
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