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                  <text>INOVAÇÕES NO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA BIBLIOTECA DA DIBD /
ESALQ / USP: RESULTADO DA BUSCA DA MELHORIA CONTINUADA

Antonio Carlos Fabretti Facco∗
Marcia Regina Migliorato Saad∗∗
Pedro Luiz Schiavuzzo∗∗∗

RESUMO
O Sistema de Informação baseia-se em indicadores elaborados para o nível
operacional, tático e estratégico da Divisão de Biblioteca e Documentação da
Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq), os quais são analisados
para se tornarem informações e seu acúmulo se tornar conhecimento. Uma
consideração importante é que sua análise deve ser ágil o suficiente para que a
Organização possa implementar medidas corretivas, preventivas e preditivas.
Esse processo acontece a cada três meses e é chamado de Análise Crítica, cujos
resultados provocam mudanças de rumo e redefinição de políticas quando
realizado no nível estratégico, sendo as decisões comunicadas aos níveis tático e
operacional. O Sistema de Informação também necessita de uma atuação efetiva
por parte das lideranças junto às células de trabalho, questionando, através de
fatos e dados, se os respectivos processos estão ou não de acordo com os
requisitos propostos, o que pode significar uma solicitação à equipe no sentido de
propor ações corretivas e preventivas. Esses indicadores foram desenvolvidos no
aplicativo MS Excel e todas as planilhas estão interligadas através da rede local,
propiciando às unidades de trabalho o acesso fácil para atualização e geração de
relatórios e gráficos, os quais ficam expostos nos “Quadros de Administração
Visível” e seu objetivo é a tomada de decisão just in time.
PALAVRAS-CHAVE: Informações Gerenciais. Indicadores de Desempenho.
Sistema de Informação. Monitoramento.

1 INTRODUÇÃO

Um Sistema de Informação Gerencial para bibliotecas tem por objetivo
fornecer fatos e dados à alta administração para que esta possa tomar suas
decisões, despidas da intuição ou da emoção, buscando sempre o máximo de
eficácia dos processos.

�Outro objetivo é alimentar as células de trabalho com fatos e dados para
que elas possam, de forma ágil, corrigir as falhas que venham acontecer, tendo
como meta a eficiência nos processos.
Sistema de Informação Gerencial implantado em 2000 é uma das técnicas
do “Sistema DIBD de Gestão“ que, por sua vez, é uma adaptação do Sistema DIA
da empresa de Consultoria DIAGRAMA, responsável pela sua implantação na
Divisão de Biblioteca e Documentação da Escola Superior de Agricultura “Luiz de
Queiroz” da Universidade de São Paulo, em Piracicaba.

2 GERENCIAMENTO DA ROTINA

O Sistema de Informação Gerencial tem início nas Unidades Gerenciais
Básicas (UGB’s)1, onde são realizados os processos rotineiros que possuem
indicadores de desempenho (requisitos) a serem negociados com a chefia para
se tornarem metas, as quais são monitoradas através de planilhas eletrônicas que
geram gráficos.
Por sua vez, estes gráficos são expostos nos quadros de Administração
Visível, próximos às áreas de abrangência das UGB’s, os quais servem de base
para a adoção de medidas corretivas, necessárias para os processos que
porventura escapem do controle (Figura 1).

1

Terminologia adotada para Seções e Setores da Biblioteca.

�Figura 1- Quadro de Administração Visível

A padronização da rotina serve como referência de método para execução
dos processos, na qual a equipe tem autonomia para utilizar-se dos fatores de
produção (máquinas, processos, pessoas e materiais), e também responde pelas
metas (indicadores) negociados com a Diretoria.
Esse é o ponto principal da valorização do ser humano, na busca da
obtenção máxima dos resultados das UGB’s, e representa a fonte da motivação e
inovação propostas pelos colaboradores nos processos produtivos.
O quadro de Administração Visível traz dois aspectos a serem
mencionados. Em primeiro lugar, representa um de espaço físico onde cada UGB
pode fixar os seus indicadores de desempenho (metas) e, com bases neles,
realizar o seu autocontrole.
O segundo aspecto é que a Diretoria Técnica e a Diretoria de Serviço, na
sua visitação pelas áreas, possam interagir de forma rápida com as UGB’s,
fazendo um reforço positivo quando as metas são atingidas, ou mesmo quando
não são, embora a UGB tenha demonstrado ações fortes para ajuste das

�mesmas; ou ainda quando as metas foram atingidas e a equipe ainda não tomou
nenhuma ação corretiva em relação a elas.

2.1 GERENCIAMENTO DA MELHORIA

Anualmente, desde 2000 a Divisão de Biblioteca e Documentação define o
escopo de políticas que deverão ser atendidas. Para cada uma delas, são
estabelecidos indicadores de desempenho de forma a medir sua eficácia.
Cada política deve contar com, no mínimo, um Plano de Ação (PDCA) que
sirva de suporte para a mesma (Figura 2), no qual os indicadores representam as
metas dos respectivos planos. As UGB’s monitoram suas metas, propiciando a
perambulação da Diretoria, como também a interação das UGB’s com as suas
chefias.

PROCEDIMENTO DE PLANEJAMENTO
PLA 027/02
Gerência: GTI

UGB: Monografias

Política : Nº 2
Objetivo: Efetuar a consistência do Módulo Monografias do DEDALUS
Meta: Consistência de no mínimo1950 monografias (Set/Nov) até 29/11/02
Métodos
Ação 01:

Ação 02:

Ação 03:

Separar diariamente monografias sem código de barra de
acordo com critérios

Efetuar a consistência das monografias de acordo com
critérios

Devolver as monografias corrigidas para guarda (estante
extra)

Executor

Data de
Controle

Lurdes, Thaís,
Ronaldo, Aírton,
Ubirajara,
Armando,
Raphael, Célia,
Roseli, Luciane,
Sidnei

02/09/02

Sidnei, Célia,
Luciane, Iara,
Geraldo, Cristina,
Roseli

29/11/02

Célia, Luciane,
Sidnei, Roseli

29/11/02

Ação 04:
Data Workshop: 04/12/02
Equipe:

________________
________________
________________
________________
________________
________________

________________
________________
________________
________________
________________

_______________
_______________
_______________
_______________
_______________

Aprovação: _____________________

Figura 2 – Plano de Ação (PDCA)

�O aspecto principal do gerenciamento da melhoria é a prestação de contas
(workshop), realizada pelas UGB’s no encerramento da execução dos planos,
geralmente a cada 3 meses, quando são apresentadas as evidências objetivas de
cada ação.
Neste caso, a função do Sistema de Informação é garantir que as políticas
contem com um gráfico de controle para monitorar suas metas, pois durante o
workshop este gráfico é apresentado como forma de demonstrar se a política foi
implementada ou não.

2.2 ANÁLISE CRÍTICA DA DIRETORIA

Outro aspecto importante é que o Sistema de Informação Gerencial serve
de base para que a Diretoria da DIBD possa medir a saúde da organização e, em
períodos regulares (trimestralmente), implemente modificações necessárias ou
reforce condutas assertivas, para buscar o máximo de eficácia. Para esta análise
não é necessário avaliar 100% dos indicadores, e sim, aqueles de maior impacto.
Cada diretora avalia previamente os indicadores de sua área e, juntamente
com sua equipe, define quais serão as melhores soluções para cada problema
encontrado. Estas soluções são discutidas durante as reuniões de Análise Crítica
realizadas a cada três meses, para se definir em conjunto a solução que será
implementada para que os indicadores da respectiva UGB voltem ao controle da
meta pré-estabelecida.
Na Análise Crítica são também discutidas possíveis alterações no rumo
das políticas estabelecidas no início do ano devido a fatores externos que possam
comprometer o cumprimento das mesmas, tais como problemas com recursos,
políticas do governo, licitações e alta do dólar, por exemplo.
Como conseqüência, a definição de uma nova política e um novo indicador
para monitorá-la, ou ainda, no caso desta política ser crítica para a organização,
deverá ser incorporada no escopo de indicadores da Biblioteca.

�2.3 A CONSTITUIÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO

O Sistema de Informação foi elaborado nos aplicativos MS Excel e no MS
Word, os quais geram planilhas diárias, mensais e anuais (Figuras 3, 4 e 5), com
links que garantem o inter-relacionamento das tabelas e geram gráficos
relevantes ao sistema.

Figura 3 – Tela de acesso ao Sistema de Informação da DIBD

�Figura 4 – Planilha diária da UGB Seleção e Aquisição – Maio/2004

�Figura 5 – Planilha anual da UGB BS-Economia – 2004

�Através da rede local da Biblioteca o acesso é permitido a todos os
interessados: funcionários e chefias. Além disso, a flexibilidade do sistema
permitiu que até a presente data fossem realizadas muitas modificações nas
definições das planilhas.

2.4 METODOLOGIA

A metodologia adotada foi amplamente discutida com docentes da área de
estatística da ESALQ, consultores, líderes das UGB’s e Diretoria de Serviço.
Foram levantadas as principais tarefas que deveriam ser monitoradas por
indicadores, como também foi definido o layout dos gráficos.
As tarefas consideradas relevantes foram classificadas pelo seu grau de
importância, utilizando-se a Curva ABC (ISHIKAWA, 1991), onde “A” é um serviço
de suma importância para se atingir a meta, “B” é um serviço de risco menor e “C”
é um serviço que não afeta a meta.
Como metodologia da empresa DIAGRAMA, o Sistema de Informação é
uma das técnicas do modelo de gestão e como tal deve passar por auditorias e
avaliações trimestrais, buscando sempre a melhoria contínua do sistema.

2.5 RESULTADOS

A atualização on-line do sistema propicia à Diretoria interação rápida com
as UGB’s, de forma que quando os problemas ocorrem possam ser solucionados
de forma rápida e precisa.
Nos casos de sazonalidades, devido às quais as UGB’s não podem atingir
suas metas, a diretoria solicita o remanejamento temporário de pessoas para as
equipes sobrecarregadas, buscando sempre que as metas sejam atingidas
(Figuras 6 e 7).

�Estratificação Anual da Meta - Aquisição Disponibilizada

Meta Anual da Aquisição Disponibilizada: 75%

Aquisição Selecionada/ Disponibilizada / Pendência

1.000

-13%
Disponibilizada

Pendência

113%

889
787

800

600

400

200

0
Selecionada

Disponibilizada

Pendência
-102

-200

Estratificação Mensal da Aquisição Disponibilizada

Aquisição Selecionada/ Disponibilizada / Pendência

300
241

250

218

210

200

180
165

152

150

137

134

126

113

100

Selecionada

50

Disponibilizada

30

21

15
0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

Pendência

0
Janeiro

Fevereiro

Março

Abril

Maio

Junho

Julho

Agosto

Setembro

Outubro

Novembro

Dezembro

-50
-76

-100

-92

-150

Figura 6 - Gráfico anual da UGB Seleção e Aquisição – 2004

Meta Anual de Seriados Processados: 90%

0,0%
Processado

Pendência

100,0%

1546

Meta Anual de Artigos Indexados: 75%

Seriados

Estratificação Anual da Meta - Artigos
Indexados

1600

4,5%

1400
1200

Indexado

1000

Pendência

800
600

95,5%

400
200

0

0
Selecionado

Processado

468

500
450
400
350
300
250
200
150
100
50
0

1546

447

Artigos Selecionados / Indexados /
Pendências

Seriados Selecionados/ Processados /
Pendências

Estratificação Anual da Meta Processados
1800

21

Pendência

Selecionado

Indexado

Pendência

Periódicos Selecionados / Processados /
Pendências

Estratificação Mensal de Seriados Processados
450
390 390

400
350
300

305 305
276 276

258 258

250
180 180

200

Selecionado
137 137

150

Processado

Pendência

100
50

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

Janeiro

Fevereiro

Março

Abril

Maio

Junho

Julho

Agosto

Setembro

Outubro

Novembro

Dezembro

0

0

Estratificação Mensal de Artigos Indexados
233

Artigos Selecionados / Indexados /
Pendências

250
200

135

150
100

83

98

83

50

98
70

0

82

70

0

61
21

0

Selecionado
0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0
-50

Janeiro

Fevereiro

Março

Abril

Maio

Junho

Julho

Agosto

Setembro

Outubro

Novembro

-100

-98
-150

Figura 7 - Gráfico anual da UGB Seriados – 2004

Dezembro

Indexado

Pendência

�Em um Sistema de Informação onde as metas são definidas pela própria
equipe pode-se notar o comprometimento das pessoas, pois os índices definidos
são sugeridos de acordo com o potencial e produtividade de cada um e evita que
a chefia faça cobranças desnecessárias já que as metas são negociadas
previamente em uma rodada de discussão e acordadas pelas partes envolvidas e
são expostas no quadro de Administração Visível (Figura 8).

Meta do Prazo de Entregas do Documento - Meta
90%

Prazo de Entrega do Documento - Meta: 2 Dias

Estrat. - Meta do Prazo de Entr. - Meta: 2 Dias

1200
1042
1000

0,6%
4,4%
1 Dia

12,9%

2 Dias

Meta

3 Dias

Fora

4 Dias
95,6%

5 Dias

Nº de Pedidos

1,3%
2,4%

800
600
400

82,8%

200
48
0
Meta

Estratificação da Meta Anual - Meta: 2 Dias

Estratificação da Meta Anual - Meta: 2 Dias

350

902

302

900

300

Nº de Pedidos

800

600
500
400

250

219

236

200
150

138

147

00

00

00

00

00

00

00

Novembro

Dezembro

13

Outubro

9

Setembro

17

2 Dias

7

4 Dias

5 Dias

Maio

14

3 Dias

0

Abril

26

Março

0

100
1 Dia

8

Agosto

1

140

Julho

50

200

Junho

100

300

Fevereiro

Nº de Pedidos

700

Janeiro

1000

Fora

Figura 8 - Gráfico anual da UGB Comutação – 2004

Com base nas informações obtidas pelo Sistema de Informação e
discutidas na Análise Crítica, citamos como exemplo algumas ações que foram
implementadas:
1. Alteração de horário de alguns serviços;
2. Investimentos em novos equipamentos de informática;
3. Remanejamento de equipes de atendimento em horário de pico.

�3 CONCLUSÕES

O Sistema de Informação Gerencial na DIBD é o indutor da inovação das
melhorias. Quanto à sua estruturação para produção de conhecimento:
a) Mantém os sensores críticos ligados às atividades;
b) Identifica a origem da busca da informação, seus parâmetros e benchmark;
c) Tem por base a tecnologia crítica do negócio permitindo a definição dos
processos que devem ser desenvolvidos;
d) Gera sensibilidade para selecionar o que é relevante do que não é;
e) É realimentador do sistema de planejamento;
f) Cria um ambiente favorável à criatividade induzindo o seu rumo.
A próxima evolução do Sistema de Informação é a inserção da DIBD no
Banco de Dados denominado MONITORADOR da empresa de consultoria
DIAGRAMA (http://www.monitorador.com), no qual cada organização alimenta as
suas planilhas de modo a obter informações precisas sobre as técnicas de
gestão, dos indicadores de desempenho, dos PDCA’s em andamento, do índice
dos 5 S, do índice de liderança, gerando um benchmark com outras organizações
cadastradas neste mesmo sistema.
O MONITORADOR começou a ser implantado no início de 2004, portanto
ainda não gerou dados confiáveis para servirem de parâmetro para a organização
e serem explicitados no presente momento.

ABSTRACT
The Information System is based on indicators made to operational, tactical and
strategical levels of the Documentation and Library Division of the “Luiz de
Queiroz” College of Agriculture that are analyzed to become information and the
accumulation of information becomes knowledge. An important subjective is that
this analysis should be quick enough for the Organization could implement
corrective, preventive and predictive actions. This process happens in every three
months and it is called Critical Analysis whose results provoke direction changes
and politics redefinition when realized on strategic level and the decisions are
communicated to tactics and operational levels. The Information System needs
also an effective action of leadership close to work cells, questing through the
facts and data if respective process are in agreement which proposed requisites or

�not, that could means a kind of solicitation to the team in order of offering
corrective and preventive actions. These indicators were developed on MS Excel
and all the plans were linked through the local net giving to the work units the easy
access to updating and generation of graphics and reports which stay shown at
Visible Administration Frames and the goal is the taken of decision “just in time”.

REFERÊNCIAS

ANDRIANI, C. S. Sistema de gestão: conceitos e linguagem. Campinas: FDA,
2001. 162p.
ANDRIANI, C. S. Gestão sistêmica com base nos valores humanos.
Campinas: Ed. Dialivros, 2004. 175 p.
CALEGARE, A.J.A. Os mandamentos da qualidade total. 3.ed. Barueri:
International Quality Systems, 1999. 110 p.
ISHIKAWA, K. Introduction to quality control. Tokyo: 3A Corp., 1991.
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Escola Superior de Agricultura “Luiz de
Queiroz”. Divisão de Biblioteca e Documentação – DIBD. Piracicaba, 2003.
15 p.

∗

acffacco@esalq.usp.br; Universidade de São Paulo / Escola Superior de Agricultura“Luiz de
Queiroz” Divisão de Biblioteca e Documentação Av. Pádua Dias, 11, Caixa Postal 9, PiracicabaSP Brasil 13418-900
∗∗
mrmsaad@esalq.usp.br; Universidade de São Paulo / Escola Superior de Agricultura “Luiz de
Queiroz” Divisão de Biblioteca e Documentação Av. Pádua Dias, 11, Caixa Postal 9, PiracicabaSP Brasil 13418-900
∗∗∗
pedro@diagrama-dia.com.br ; DIAGRAMA – Consultoria em Gestão, Campinas-SP Brasil
http://www.diagrama-dia.com.br

�</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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                <text>Natal (Rio Grande do Norte)</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
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              <text>Inovações no Sistema de Informação da Biblioteca da DIBD/ESALQ /USP: resultados da busca da melhoria continuada.</text>
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          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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              <text>Facco, Antonio Carlos Fabretti; Saad, Marcia Regina Migliorato; Schiavuzzo, Pedro Luiz</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Natal (Rio Grande do Norte)</text>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>2004</text>
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          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>O Sistema de Informação baseia-se em indicadores elaborados para o nível operacional, tático e estratégico da Divisão de Biblioteca e Documentação da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq), os quais são analisados para se tornarem informações e seu acúmulo se tornar conhecimento. Uma consideração importante é que sua análise deve ser ágil o suficiente para que a Organização possa implementar medidas corretivas, preventivas e preditivas. Esse processo acontece a cada três meses e é chamado de Análise Crítica, cujos resultados provocam mudanças de rumo e redefinição de políticas quando realizado no nível estratégico, sendo as decisões comunicadas aos níveis tático e operacional. O Sistema de Informação também necessita de uma atuação efetiva por parte das lideranças junto às células de trabalho, questionando, através de fatos e dados, se os respectivos processos estão ou não de acordo com os requisitos propostos, o que pode significar uma solicitação à equipe no sentido de propor ações corretivas e preventivas. Esses indicadores foram desenvolvidos no aplicativo MS Excel e todas as planilhas estão interligadas através da rede local, propiciando às unidades de trabalho o acesso fácil para atualização e geração de relatórios e gráficos, os quais ficam expostos nos “Quadros de Administração Visível” e seu objetivo é a tomada de decisão just in time.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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