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                  <text>8.16

A BUSCA PELA PADRONIZAÇÃO:
PROCEDIMENTOS PARA COLETA DE DADOS QUANTITATIVOS

Sueli de Fátima Faria*

RESUMO

Relata a experiência do Sistema de Bibliotecas da Unicamp na busca pela
padronização e sistematização da coleta de dados quantitativos de seus serviços e
produtos. Aponta as dificuldades em geral, analisando a postura dos diretores das
bibliotecas seccionais em relação a esse serviço, e sua filosofia administrativa para
uma biblioteca universitária integrada a um Sistema.

1 INTRODUÇÃO

O desenvolvimento e uso de indicadores de performance é parte do
empreendimento de um órgão para estabelecimento de um esquema que identifique
a distinção entre a provisão do serviço e o monitoramento do mesmo. Os
indicadores não são um fim em si mesmo, são mais propriamente instrumentos
práticos para a administração de biblioteca e tomada de decisão. A coleta e análise
dos dados sobre performance podem prover uma base para fixação de prioridades e
alocação de recursos. O monitoramento da performance pode oferecer um guia de
como a biblioteca se encontra em seus objetivos, o quadro do progresso em direção
a metas específicas e identificar alguma área-problema. A habilidade para
*

Bibliotecária da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP

�8.16

demonstrar que níveis de performance estão sendo alcançados pode ser útil para
justificativa de alocação de recursos, ou argumento para se obter mais (CRAM,
1995).
A prática tem apontado que a coleta de dados quantitativos sobre os serviços
e produtos de bibliotecas é algo que toma tempo e que nem sempre é possível
fazer na hora certa. Isso sem contar os ítens difíceis de serem mensurados e os
diferentes procedimentos de rotina. Por conta desses fatores, nem sempre pode-se
garantir confiabilidade e precisão nos dados sobre o desempenho, quando da
necessidade de se elaborar relatórios para avaliação e planejamento administrativos
de bibliotecas.
A literatura sobre medidas de performance é bem crítica em relação aos
dados de bibliotecas, apontando fatores que depõem contra o desenvolvimento de
um bom programa de medidas assim descritas: rústicas, demasiadamente
simplificadas, utilização de resultados de curto prazo para enfatizar o custo de
metas de longo raio de ação, ênfase demais em algumas metas do desempenho
organizacional às custas de outras, e até sistemas estatísticos similares aos de uma
loteria (CRAM, 1995; DEMING, apud ALURI e REICHEL, 1994).
A regularidade com que estão disponíveis e a qualidade das informações
estatísticas das bibliotecas universitárias brasileiras, segundo CARVALHO (1995),
também não têm merecido a devida atenção. A autora menciona alguns indicadores
estatísticos que incluem dados de bibliotecas, observando a falta de uniformidade e
o propósito para o macroplanejamento. Dedica, enfim, uma obra inteira sobre essa
problemática, objetivando orientar as bibliotecas universitárias. Esse trabalho vem
justamente ao encontro de uma de nossas preocupações na Unicamp, que é o

�8.16

estabelecimento de procedimentos para a coleta de dados para medida de
desempenho, imprescindíveis à tomada de decisão. Um trabalho nessa linha
começou a ser desenvolvido, de forma modesta, no Sistema de Bibliotecas da
Unicamp, por volta de 1990.

2 HISTÓRICO

O Sistema, criado em 1983, é integrado por dezenove Bibliotecas Seccionais
e uma Biblioteca Central (BC). Das Seccionais, quinze são acadêmicas (de
Institutos/Faculdades), uma de Colégio Técnico, três de Centros Especializados. A
Biblioteca Central atua como coordenadora do Sistema, centralizando a parte
técnica e executando o orçamento para material bibliográfico. Tendo em vista a
dificuldade de contato com todas as Bibliotecas, criou-se, na estrutura da BC, uma
Diretoria de Serviços de Seccionais, com a missão de promover a integração das
Bibliotecas, objetivando um perfeito entrosamento das mesmas em relação às
diretrizes e políticas traçadas no âmbito do Sistema. Tais políticas e diretrizes são
definidas pelo Órgão Colegiado, que é constituído por membros docentes
participantes das Comissões de Bibliotecas e bibliotecários representantes de áreas
(BIBLIOTECA, 1984).
A Diretoria de Serviço de Seccionais, conforme sua missão, solicitava os
dados sobre as atividades das Bibliotecas para organização do Relatório Anual de
Atividades do Sistema, que na época era bastante simplificado. Os dados eram
captados aleatoriamente e percebeu-se, ao longo do tempo, que a ausência de
sistematização nos procedimentos e

normas

gerava dados extremamente

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discrepantes e inconsistentes. Desencadeou-se, assim, um estudo a partir do
levantamento dos ítens (serviços/produtos) relevantes à coleta: rotina dos serviços,
produtos gerados, instrumentos e formas de registro. Em um segundo momento,
passou-se à projeção de normas e procedimentos da coleta. A seguir, elaborou-se
modelos de formulários específicos para cada item, juntamente com suas variáveis
e subvariáveis. Na última fase, montou-se um glossário de termos utilizados em
biblioteca e pertinentes à tarefa, buscando colocar à mão do executor da coleta um
instrumento conceitual para compreensão de cada item.
Desse trabalho, resultou a primeira versão do Manual de Procedimentos para
Coleta de Dados Estatísticos, em 1991, que foi distribuído nas Bibliotecas
Seccionais.
Por ocasião da compilação dos dados para o Relatório do Sistema de
Bibliotecas- 1991, editado no início de 1992, observou-se que os dados de algumas
Bibliotecas mantinham as mesmas discrepâncias e/ou inconsistências. Após uma
investigação,

constatou-se que eles não foram coletados de acordo com as

instruções do Manual, e havia até mesmo bibliotecários que nunca o tinham lido ou
passado orientação ao seu pessoal. Em consequência disso, a Biblioteca Central
ministrou um curso de treinamento ao pessoal de apoio, onde se tentou imprimir a
importância da coleta dos dados, seus objetivos finais e a filosofia que norteia os
serviços de nossas bibliotecas, bem como toda estrutura do Sistema. A melhora nos
resultados subseqüentes foi sensível, mas apresentava duplicidade em relação a
serviços cuja automação estava em fase de transição.
No ano seguinte, 1993, procurou-se esclarecer dúvidas por contato telefônico,
formalizando-as em instruções normativas sobre os ítens polêmicos cujas rotinas

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tinham mudado. Obteve-se resultados nada animadores durante a organização do
Relatório 1992, tendo em vista, também, que a automação progressiva dos serviços
centralizados, como aquisição/tombamento, gerava dados diferenciados daqueles
das Seccionais.
Partiu-se, dessa vez, para uma visita programada às Bibliotecas Seccionais
localizadas no Campus Zeferino Vaz (quinze participantes), para uma discussão
acerca da problemática da coleta dos dados. Esse programa possibilitou identificar
as dúvidas, bem como esclarecê-las diretamente ao pessoal das Bibliotecas, entre
diretores e auxiliares. O programa culminou na atualização do Manual.
Verificou-se, finalmente, uma melhora qualitativa nos dados coletados pela
maioria das Seccionais, maior rapidez na compilação dos mesmos para organização
de um relatório (1994) mais abrangente e baixa incidência de inconsistências.
Cumpre ressaltar que esse salto foi obtido ao longo de quatro anos, conduzidos por
um processo de conscientização não só sobre o conteúdo pragmático da coleta
como também sobre o aspecto conceitual dessa tarefa. Diga-se de passagem,
tarefa essa sempre relegada a segundo plano, embora seja ela, contraditoriamente,
o ponto de partida para análise dos programas informacionais de uma instituição.
Recentemente, quando do lançamento do relatório 1995 no fórum do Órgão
Colegiado do Sistema de Bibliotecas, ocorreu um fato inédito: bibliotecários de
algumas unidades colocaram a necessidade de mudanças na forma de
apresentação de alguns dados que não contemplavam as expectativas das
mesmas. Seriam os dados sobre alguns dos serviços prestados, que vinham sendo
apresentados em bloco, e a reivindicação se pautou pela apresentação
personalizada nas tabelas. Essa preocupação com o produto final do Relatório

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sugere uma mudança na postura bibliotecária também em relação à coleta de
dados.
A coleta, naturalmente, nunca esteve isenta de pontos polêmicos e
pendentes, mas só depois de percebido esse amadurecimento, é chegada a hora de
discutir as arestas e fechá-las de forma consensual, consolidando, assim, a
padronização da coleta de dados quantitativos em nossas bibliotecas.

Pode-se

inferir que isto é o resultado de um processo em que pessoas e idéias se transpõem
na via do progresso, em direção às mesmas metas.

3 PROCESSO CONTÍNUO

E como todo processo se caracteriza pela continuidade, algumas ações já
estão sendo planejadas para encaminhamento futuro. Serão duas ações a cumprir:
a primeira será a realização de um fórum de discussões sobre a coleta de dados,
cuja introdução ficará por conta de um expert no assunto, com um enfoque teóricoconceitual sobre a problemática. A segunda ação será a elaboração de um
programa de gerenciamento de dados, voltado inicialmente à instrumentalização da
coleta e posteriormente à construção de um banco de dados para fins gerenciais.
Automatizar o registro de quantificação sobre os serviços e produtos de uma
biblioteca está longe de ser uma tarefa fácil, pela natureza dos mesmos - difíceis de
serem mensurados com exatidão, no momento em que são realizados, sem perdêlos de vista, principalmente em se tratando de serviços de atendimento ao público,
em especial nas questões de referência. É bem possível, entretanto, informatizar os
dados que podem ser captados segundo um formato relativamente fixo, vindo a

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beneficiar a própria execução da tarefa, que terá redução no tempo de registro, sem
problemas de sinonímia, sem possíveis erros de cálculo, bem como fornecer
subsídios ao processo de tomada de decisão, com a disponibilização dos mesmos
em qualquer tempo e momento necessários.
A sistematização do registro estatístico é fundamental para a informatização
da coleta. Naturalmente, a existência de relatórios já bem organizados, manuais
com formulários, campos e procedimentos bem definidos, facilita em muito a
implantação de um banco de dados, permitindo uma transição quase que direta
entre os formulários e um esquema de gerenciamento automático dos dados.

4 DISCUSSÃO/CONCLUSÃO

Cabe aqui fazer algumas colocações acerca da dificuldade de estabelecer
padrões para os procedimentos da coleta. Tão complicado quanto coletar é esbarrar
na falta de compreensão sobre a importância dos dados gerados, bem como
reconhecer a finalidade do Relatório do Sistema de Bibliotecas, que é o produto
concreto desse serviço.
Há profissionais que o utilizam no gerenciamento de sua biblioteca, para
elaborar projetos para captação de recursos, avaliar serviços, entre outras
finalidades, e esses já se ressentem de mudanças sobre a apresentação de alguns
tópicos de seu interesse. Por outro lado, há administradores que não reconhecem a
necessidade nem mesmo de uma biblioteca coordenadora dos serviços, tampouco a
importância de um relatório global. Estes, sem dúvida, não elaboram projetos por
iniciativa própria, não avaliam constantemente os serviços que estão sob sua

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administração e, notoriamente, não têm uma visão do

que representa uma

organização sistêmica. Naturalmente, esses consideram a coleta de dados uma
cobrança dispensável.
Anteriormente, quando a maioria das bibliotecas eram organismos estáticos
dentro de uma instituição, essa visão até que seria passível de compreensão. Mas
hoje, quando o conceito de organização, de administração de serviços, de qualidade
dos produtos, tomam outro caráter para se adequarem à dinâmica exigida pelo
contexto desta era eminentemente de informação, não se pode pensar que a
simples circulação de fascículos de períodicos pelos usuários, por exemplo, seja
item para destaque em um relatório que busca colocar dados relevantes ao
planejamento local, à análise da alta administração da Universidade em seus
projetos globais, e aos organismos de fomento aos projetos de ampliação e
modernização das bibliotecas que atuam como suporte

ao desenvolvimento do

ensino e da pesquisa.
O crítico W. Edwards DEMING, anteriormente citado, condena a avaliação de
performance como uma doença mortal que aflige os administradores americanos, e
toma como exemplo os administradores de bibliotecas, que embora valorizem esse
serviço, têm dificuldade em definir medidas de performance significativas. Afirma,
ainda, que a literatura biblioteconômica focaliza o indivíduo e exclui o ponto de vista
do sistema organizacional para avaliação de performance (ALURI e REICHEL,
1994).
Considerando que há relatórios para diversas finalidades, vale lembrar que o
Relatório do Sistema de Bibliotecas da Unicamp objetiva subsidiar o processo de
tomada de decisão em todos os níveis de gerenciamento, possibilitando a análise

�8.16

sobre os serviços e produtos que constituem a performance das Bibliotecas. Com tal
propósito, o Relatório não tem que apontar números sobre correspondências
expedidas e recebidas, despesas de custeio, processamentos que estão por fazer,
não tem que detalhar cada rotina, o tempo e pessoal gasto para executá-las, não
tem que tratar dados não significativos, nem enriquecê-los com gráficos e alusões
óbvias. Ao nosso ver, ele deve fornecer indicadores para apontar a evolução que o
Sistema de Bibliotecas apresentou na prestação de serviços à comunidade, bem
como no uso de seus recursos para a consumação dos objetivos junto à
Universidade, além de ser um referencial idôneo para elaboração de projetos
específicos e avaliações mais aprofundadas sobre a atuação do mesmo,
funcionando como um banco de dados que possibilite gerar novos dados com
índices sobre os diferentes aspectos de uma abordagem. Essas prerrogativas
podem ser retratadas em um relatório composto de dados concisos, simples e ao
mesmo tempo abrangentes em termos qualitativos. Por isso, a seleção dos ítens e
de como enfatizá-los deve fugir aos padrões de um relatório que aponta tarefas
multi-detalhadas e com análises de crescimento virtual sobre recursos e serviços.
Digamos virtual, porque o crescimento sempre é proporcional aos investimentos
previstos pela conjuntura e política vigentes. Será que ao invés de mostrar que o
acervo de livros aumentou em x%, não é mais importante divulgar a aquisição de
novos tipos de acervo, como as bases de dados em CD-Rom, ou de novos acessos
a acervos remotos, para o usuário não ficar a navegar nesse infinito de informações
dispersas? Não será mais importante mostrar que os bibliotecários estão
capacitados para operarem as novas tecnologias e trabalharem na organização e
tratamento da informação além de suas tarefas tradicionais? Dentro dessa ótica,

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considera-se válido apontar a dinâmica do desempenho do Sistema para a
modernização

das

Bibliotecas

e

qualificação

dos

profissionais,

condições

imprescindíveis ao atendimento às necessidades da comunidade em que a
biblioteca se insere. Aí sim, vale mostrar no Relatório a que veio aquele recurso tão
batalhado pela Instituição.
Enfim, o que se preconiza aqui é que tão necessário quanto assimilar as
mudanças em termos de conceitos e valores organizacionais e gerenciais é
transportar esses novos conceitos para a formulação dos instrumentos que retratam
a performance da biblioteca - os procedimentos da coleta dos dados quantitativos.

�8.16

ABSTRACT

This paper describes the experiences of the University of Campinas (UNICAMP)
library system in its attempt to standardize the collection of quantitative data about its
services and products. It points out the difficulties in general, analyzing the attitudes
of section heads towards this service, and their administrative philosophy for a
university library integrated in a system.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1 ALURI, Rao, REICHEL, Mary. Performance evaluation: a deadly disease?
The Journal of Academic Librarianship, Greenwich, CT, v. 20, n. 3, 1994.
2 CARVALHO, Maria Carmen Romcy de. Estatísticas e padrões para o
planejamento e avaliação de bibliotecas universitárias. Brasília: [s. n.],
1995 (Florianópolis: Imprensa Universitária da UFSC). 195 p.
3 CRAM, Jennifer K. Measuring quality and productivity: performance
measures for non-school libraries. Austrália : Queeland Department of
Education, 1995.
4 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. Biblioteca Central.
anual das atividades. Campinas, 1983. 15 p.

Relatório

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