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                  <text>GUIA PARA IMPLANTAÇÃO DA NORMA NBR ISO 9001:2000 EM
BIBLIOTECAS

Valéria dos Santos Gouveia Martins∗
Luciane Politi Lotti∗∗

RESUMO
Face à necessidade premente de controle e gestão do conhecimento, não
somente daquele oriundo de informações as quais constituem a própria razão de
ser de uma Biblioteca, mas também do conhecimento gerado por sua própria
estrutura, o presente trabalho possui como objetivo a proposição de um guia para
implantação da Norma NBR ISO 9001:2000, vista pela ótica da tecnologia da
informação, que possibilite a gestão por processos em uma Biblioteca. Para tanto,
o método a ser utilizado será uma análise comparativa e integrativa entre a
Norma NBR ISO 9001:2000 e uma estrutura organizacional básica de uma
Biblioteca para desmembramento dos seus requisitos e sugestão de documentos
que possam cobrir todas as necessidades operacionais ou mesmo um possível
processo de certificação. Como resultado será proposto um guia para implantação
da Norma NBR ISO 9001:2000 visando à operacionalização por processos de
uma Biblioteca bem como demais sugestões a título de melhoria contínua para
itens não cobertos pela Norma NBR ISO 9001:2000.

PALAVRAS-CHAVE: Gestão pela Qualidade. Processo de Certificação. Norma
ISO NBR 9001:2000. Gestão por processos. Bibliotecas Universitárias.

1 INTRODUÇÃO
O sistema de qualidade ISO 9000 tem sido largamente implementado por
vários tipos de segmento de negócios, e por organizações públicas em todo o
mundo, com vistas à obtenção de um mesmo tipo de certificação cujo objetivo é o
surgimento de um ambiente uniforme de sistemas da qualidade para garantia da
produção e fornecimento de produtos que visem à satisfação das necessidades
dos clientes. Nesta concepção, as normas ISO, da família 9000, têm-se
transformado em guias visando à manutenção e a uniformização destes sistemas
de qualidade.

�Segundo Feigenbaum (1994), a definição de sistema da qualidade traz
explícito seu caráter global por toda a organização, sendo um sistema efetivo de
integração dos esforços de concepção, desenvolvimento, manutenção e
aperfeiçoamento da qualidade dos diferentes subsistemas da organização, tendo
como estrutura proposta os elementos, tais como: base de apoio (organização),
pilares de sustentação (procedimentos e técnicas, medição e correção) e como
cobertura à mudança cultural.

2 UNIDADES DE INFORMAÇÃO E O PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO
Para as Unidades de Informação, segundo Barbalho (1996), as
certificações podem ser realizadas em três níveis, ou seja:
[...] 1° nível quando todos os elementos das normas de
certificação são aplicados; 2° nível quando os pontos essenciais
estabelecidos pelas normas são aplicados e onde há evidência de
um processo contínuo de melhoria em direção ao nível 1; 3° nível
quando a aplicação dos pontos essenciais exige a cooperação de
bibliotecas maiores para subsidiar os serviços e que haja um
progresso contínuo de melhorias para o nível 2.

Barbalho (1996) ressalta, ainda, que os pontos avaliados para
certificação nos sistemas de informação em bibliotecas são: filosofia (cultura);
acomodação e equipamentos; coleção da biblioteca; finanças; recursos humanos;
serviços básicos; cooperação entre bibliotecas e tecnologia da Informação.
O processo de certificação recomenda, ainda, a busca da melhoria
contínua, que deve ser considerado como premissa básica no cotidiano das
Unidades de Informação, para que se tenha como resultado o estímulo na
renovação dos processos inerentes às atividades desenvolvidas pela biblioteca,
trazendo como contrapartida uma grande motivação dos recursos humanos
envolvidos. Para focalizar a melhoria nas Unidades de Informação, algumas
atividades

devem

fazer

parte

do

planejamento

estratégico,

tendo

acompanhamento através dos resultados obtidos, avaliações periódicas de

�acordo com as mudanças da organização, e comparativos de desempenho
através de indicadores estabelecidos.
Assim, e de forma geral, certificar o sistema de gestão da qualidade de
uma organização de acordo com os seus requisitos, significa que a organização
reune as condições que satisfazem à diversidade e complexidade dos conceitos
da qualidade que, resumidamente, conforme Barbalho (1996) seriam:
[...] Qualidade consiste nas características que o produto deve ter
para satisfazer as necessidades do consumidor; Qualidade
consiste na inexistência de não-conformidade; Qualidade é
adequação ao uso; e Qualidade está relacionada à capacidade da
organização de satisfazer a requisitos pré-determinados e
pressupostos.

3 A FAMÍLIA DAS NORMAS ISO 9000 NAS ÁREAS DE SERVIÇOS
Historicamente, os sistemas de qualidade formais e seus procedimentos
estiveram restritos às indústrias de manufatura e de processamento, porém nos
últimos anos têm-se expandido rapidamente no setor de serviços, na medida em
que as organizações procuram aumentar sua reputação como fornecedores de
serviços de qualidade. A série das normas internacional ISO 9000, apesar de ter
seu princípio aplicado na indústria, possui atualmente seus princípios no
segmento de serviços. Entretanto, há que se reconhecer que a interpretação da
norma para o setor de serviços ainda constitui uma tarefa complexa.
A série das normas ISO é elaborada pela federação mundial – ISO –
International Organization for Standartization, sendo que seu representante legal
no Brasil é a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas a quem cabe o
papel de fórum Nacional de Normalização e que também pode ser considerado
um órgão certificador, que é aquele que, após a execução da auditoria pode
conferir à organização aspirante o Certificado do Sistema de Gestão da
Qualidade.
Recentemente, as normas da família ISO 9000 passaram por uma revisão
cujo resultado final pode ser observado no Quadro 1, demonstrando o status atual

�de cada família dentro da nova concepção. Em linhas gerais, a revisão efetuada
trocou a perspectiva da versão de 1994, que era calcada sob o ponto de vista do
cliente, que exigia uma série de comprovações para o produto sem muito
privilegiar a importância de um sistema de gestão da qualidade implementado;
pela versão de 2000, que foi elaborada sob o ponto de vista da organização
proprietária do negócio, que precisa do cliente para se manter, desejando garantir
a eles que possui um sistema de gestão da qualidade voltado para a sua
satisfação.
Nesta nova versão, o escopo inclui: I. requisitos adicionais de satisfação
dos clientes, II. Melhoria contínua como requisito formal e III. Novo foco na
responsabilidade da administração e garantia de recursos. E, para que as
organizações pudessem absorver estas alterações, foi concedido um período
para a “transição”, da versão antiga para a nova, com prazo findo em dezembro
de 2003 sendo que, para aquelas que já possuíam a versão de 1994 implantadas,
não foi requerido à alteração da estrutura de documentos para atendimento ao
novo modelo, mas tão somente a elaboração de uma tabela de correlação,
adequando os itens antigos aos novos.
Quadro 1 - Revisão da Norma ISO Família 9000
Até 2000
8402- Gestão da Qualidade e Garantia da
Qualidade – Terminologia
9000-1 – Gestão da Qualidade e Garantia da
Qualidade - Parte 1: Diretrizes para Seleção e
Uso
9000-2 – Parte 2: Diretrizes para Aplicação das
ISO 9001, 9002, 9003
9000-3 – Parte 3: Diretrizes para Aplicação da
ISO 9001 em Desenvolvimento, Fornecimento e
Manutenção de “Software”
9000-4 – Parte 4: Guia para a Gestão de
Programa de Dependabilidade
9001 – Sistemas da Qualidade – Modelo para
Garantia da Qualidade para
Produto/Desenvolvimento, Produção, Instalação
e Serviços Associados.

Situação Atual 2004
Nova ISO 9000 – Sistemas de Gestão a
Qualidade – Fundamentos e Vocabulário
Nova ISO 9000
Nova ISO 9000
Incorporada às novas ISO 9001 e 9004

Será a norma IEC
Nova ISO 9001-Sistemas de Gestão da
Qualidade - Requisitos

�9002 – Sistemas da Qualidade – Modelo para
Garantia da Qualidade em Produção, Instalação
e Serviços Associados

Incorporada à nova ISO 9001

9003 – Sistemas da Qualidade – Modelo para
Garantia da Qualidade em Inspeção e Ensaios
Finais

Incorporada à nova ISO 9001

9004-1 – Gestão da Qualidade e Elementos do
Sistema da Qualidade – Parte 1: Diretrizes

Nova ISO 9004

9004-2 – Parte 2: Diretrizes para Serviços
9004-3 – Parte 3: Diretrizes para Materiais
Processados

Incorporada às Novas ISO 9001 e 9004

9004-4 – Parte 4: Diretrizes para Melhoria da
Qualidade

Incorporadas às novas ISO 9001 e 9004
e a TR sobre Técnicas da Qualidade

Incorporada às Novas ISO 9001 e 9004

3.1 ABORDAGENS DA NORMA NBR ISO 9001:2000
A Figura 1 demonstra o sentido que o fluxo dos requisitos da norma
assumem para dar origem ao modelo de sistema de gestão da qualidade,
baseado

na

abordagem

de

processos,

que

leva

ao

desenvolvimento,

implementação e melhoria contínua da eficácia deste sistema o que resulta no
aumento da satisfação dos clientes.
Melhoria contínua do sistema
de gestão da qualidade

Responsabilidade
CLIENTE

análise e

recursos

Entrada

melhoria

Realização
do produto

Produto

Legenda:
agregação de valor
informação

Figura 1 - Modelo de Sistema de Gestão da Qualidade
Fonte: Norma NBR ISO 9001:2000, p.3.

4 JUSTIFICATIVA

Satisfação

Medição

Gestão de

Requisitos

CLIENTE

da administração

Saída

�Segundo Okland (1994), em um cenário de crescente competição
internacional e expectativas dos clientes, mais e mais clientes do setor de
serviços estão exigindo evidências objetivas da qualidade e consistência de
seus fornecedores, tornando a forma de confirmação e certificação por terceira
parte independentemente de conformidade com normas reconhecidas.
Uma organização, assim como um sistema de informação em bibliotecas,
começa com fluxos de insumos – pessoas, energia, materiais ou informações – a
partir de fontes situadas no ambiente externo, sendo estes insumos então
convertidos, por meio de um sistema técnico e/ou humano, em saídas
(produtos/serviços) que são fornecidas aos usuários.
Se a certificação em ambientes de bibliotecas depende, fundamentalmente,
da percepção de seus colaboradores da importância da transferência da
informação para seus clientes, sendo realizado mediante uma prestação de
serviço, a importância da implantação da norma, ou mesmo da certificação, se dá
quando assegura a integração entre os requisitos desta norma e o ambiente de
gestão, visando a quem se presta ao serviço de “informar”.
5 OBJETIVO
O presente trabalho tem como objetivo a proposição de um guia para
implantação da Norma NBR ISO 9001:2000, vista pela ótica da tecnologia da
informação, que possibilite a gestão por processos em uma Biblioteca.
6 MÉTODO
O método a ser utilizado consta da pesquisa descritiva e análise
interpretativa para a divisão dos requisitos da norma perante os componentes da
estrutura organizacional de uma biblioteca.
7 RESULTADOS E DISCUSSÕES
Seguindo a proposta de atribuir o contexto de uma filosofia de gestão
abrangente a NBR ISO 9001:2000, o redesenho do seu fluxo possui como

�resultado a realocação de seus requisitos de acordo com os níveis de atuação de
uma estrutura organizacional.
Para Martins (2004), é necessário que os níveis de atuação da estrutura
organizacional respondam às questões que envolvem seu sistema de gestão,
caracterizado conforme segue:
•

Estratégico – componente básico de qualquer estratégia institucional, visando
assegurar a competitividade de qualquer empreendimento, a capacidade
sustentada de sobreviver, desenvolver e se aprimorar ao longo dos anos de
operação, mantendo níveis adequados de satisfação do cliente;

•

Gerencial – implica no conhecimento dos conceitos básicos de qualidade, de
como organizar e planejar ações, projetos e programas de qualidade, e de
como proceder para acompanhar e avaliar o andamento de todos os trabalhos,
a fim de averiguar se os critérios e os princípios da qualidade estão sendo
aplicados;

•

Operacional – engloba o conhecimento e o uso de ferramentas de trabalho,
normas e padrões, instrumentos, procedimentos e práticas que conduzam ao
controle e à garantia da qualidade.
Se aliarmos os requisitos da norma às áreas que comumente são alvos de

avaliação nos momentos de certificação, conforme Barbalho (1996), temos no
Quadro 2 o indicativo de como os requisitos podem ser enquadrados na estrutura
de uma biblioteca.
Quadro 2 - Correlação entre Requisitos, Áreas de Avaliação e Nível da Estrutura
Requisitos da Norma
4 Sistema de Gestão da
Qualidade
5 Responsabilidade da
Administração
6 Gestão de Recursos
7 Realização do Produto
8 Medição, análise e
melhoria

Área na Estrutura
(alvo para avaliação e certificação)
Filosofia (cultura)

Nível da
Estrutura
Estratégico

Acomodação, equipamentos e tecnologia Estratégico
da Informação.
Coleção da biblioteca; finanças; recursos Gerencial
humanos; serviços básicos; cooperação Operacional
entre bibliotecas.

Fonte: adaptação da fonte Barbalho (1996)

�A Figura 2 demonstra a reordenação dos requisitos da norma de acordo com
os níveis da estrutura organizacional proposta sendo que, da junção entre as
atividades a serem desempenhadas por estes níveis e dos requisitos a serem
contemplados, surgem os processos que podem ser utilizados na busca da
certificação do sistema e na ordenação mais coerente destes processos para
aproximar a gestão pela qualidade ao cotidiano dos colaboradores, evitando o
engessamento desnecessário da organização e a motivação do capital humano
envolvido.
Requisitos

Nível
Estratégico

CLIENTE

Responsabilidade
da administração
Gestão de
recursos
Realização do produto

Nível
Gerencial

Saída

Produto
Medição
análise e
melhoria

Nível
Operacional

Melhoria contínua do sistema de gestão da qualidade

Legenda:
agregação de valor

Satisfação

CLIENTE

informação

Figura 2 - Redesenho do Fluxo de Requisitos da Norma NBR ISO 9001:2000
7.1 GUIA PARA IMPLANTAÇÃO DOS REQUISITOS
O guia consta da apresentação dos requisitos, documentos sugeridos para
sua evidência, sua interpretação e, por fim, a sugestão de processos contendo a
reordenação dos requisitos para um sistema de gestão da qualidade mais
abrangente e integrado à estrutura operacional das bibliotecas.

�Requisitos da ISO 9001:2000
4 Sistema de gestão da
qualidade
4.1 Requisitos gerais
4.2 Requisitos de
documentação
4.2.1Generalidades
4.2.2 Manual da qualidade

4.2.3 Controle de documentos

4.2.4 Controle de registros

Tipo de Documento
Manual da Qualidade
Manual da Qualidade
Manual da Qualidade
Manual da Qualidade
Manual da Qualidade

Procedimento para
Controle de Documentos
e Dados
Procedimento para
Controle de Registros

5 Responsabilidade da Administração
5.1 Comprometimento da
Manual da Qualidade
direção
5.2 Foco no cliente
Estabelecimento de
Convênio, Interface com
Cliente
5.3
Política da qualidade
Manual da Qualidade
5.4 Planejamento
5.4.1 Objetivos da qualidade
Objetivos da organização
5.4.2 Planejamento do sistema Manual da Qualidade
de gestão da qualidade
5.5 Responsabilidade, autoridade e comunicação
5.5.1 Responsabilidade e
Níveis Mínimos de
autoridade
Autoridade
Estrutura Organizacional

Interpretação
Mapeamento das interações dos processos
da organização. (evidências)
São todos os documentos necessários para
traduzir o sistema de gestão da qualidade na
seguinte ordem hierárquica: política e
objetivos da qualidade, manual da qualidade,
procedimentos, processos operacionais e
registro. (evidências)
Agregam as normas, diretivas, modelos de
documentos, padrões, instruções, entre
outros e revelam a forma como se encontram
disponibilizados para consulta e
normatização do sistema de gestão da
qualidade.(procedimentos documentados)
Estabelecimento da missão, visão, objetivos,
metas, propósitos, valores da organização.
(evidências)

Planejamento estratégico:elaboração,
acompanhamento, ação preventiva e
corretiva, divulgação. (evidências)
Pode incluir também processos de
estabelecimento de cargos que engloba as
atividades a serem desenvolvidas por cada
colaborador bem como as (evidências)

Integração
Tecnologia da
Informação:
todos os itens
com o tipo de
documento de
Manual da
Qualidade
podem ser
substituidos pela
intranet
Processo de
Normatização
englobando os
itens: 4.23 e
4.2.4

Processo
Estratégico
englobando os
itens: 5.1, 5.2,
5.3, 5.4.1 e 5.4.2

Processo de
Regulamentos
englobando os
itens 5 5 1 e

Nível

Sistêmico

Estratégico

Estratégico

Estratégico

�5.5.2 Representante da direção

Manual da Qualidade

5.5.3 Comunicação interna

Manual da Qualidade

5.6
Análise crítica pela
direção
5.6.1 Generalidades
5.6.2 Entradas para análise
crítica
5.6.3 Saídas da análise crítica
6 Gestão de Recursos
6.1Provisão de recursos

Processos Estratégicos
Processos Estratégicos
Processos Estratégicos

Indicação de um membro da organização
para: assegurar o estabelecimento, a
implantação e a manutenção dos
documentos do sistema de gestão da
qualidade incluindo a disseminação da
cultura da qualidade e a comunicação de
desvios nos procedimentos e processos.
Processo do nível estratégico referente aos
veículos de comunicação a serem utilizados
pela organização para comunicar aos
coloboradores a eficácia do sistema de
gestão da qualidade. (evidências)
Estes itens fazem parte do processo de
auditoria interna em seu desenvolvimento,
controle e manutenção referente ao nível
geral de eficiência do sistema de gestão da
qualidade.(prodecimento documentado)

Processos Estratégicos
Processos Estratégicos

Recrutamento, Seleção e Admissão de
recursos humanos. (evidências)

6.2 Recursos Humanos
6.2.1 Generalidades
6.2.2 Competência,
conscientização e treinamento

Manual da Qualidade
Procedimento para
Gestão de Competência

Processos envolvidos: Concessão de Bolsa
de Estudos e Política de Treinamentos.
(evidências)

6.3 Infra-estrutura

Manual da Qualidade

Planejamento estratégico para definição,
processo de aquisição (prestação de
serviços ou fornecimento) e Tecnologia da
informação. (evidências)

itens 5.5.1 e
5.5.2

Processo de
Comunicação
Interna
englobando o
item 5.5.3

Estratégico

Processo de
Auditoria Interna
englobando os
itens: 5.6.2 e
5.6.3

Estratégico

Processo de
Desenvolviment
o de Habilidades
englobando os
itens: 6.2.1 e
6.2.2
Processo de
Projeções
Econômicas
englobando os

Estratégico

Estratégico

�6.4 Ambiente de trabalho

Manual da Qualidade

Conformidade do sistema de gestão da
qualidade e, para prestação de serviços de
terceiros, critérios para assegurar a
qualidade de terceiros contratados.
(evidências)

englobando os
itens: 6.1, 6.3 e
6.4

7 Realização do Produto
7.1 Planejamento da realização
do produto

Manual da Qualidade

São os processos de negócio voltados para a
realização da finalidade da organização, que
são os processos relacionados aos clientes,
internos e externos. (evidências)

Todos os
processos para
a realização dos
serviços da
biblioteca,
voltados para os
clientes internos
ou externos,
podem ser
descritos
conforme as
seguintes
etapas:
- Processo de
Desenvolviment
o Geral do
serviço: 7.3.7,
7.3.4,
7.2.3,7.5.4.
- Processo de
Iniciação: 7.3.1;
- Processo de
Planejamento:
7.1,7.2.2;
- Processo de
Execução:
7.3.2,7.2.1;

7.2 Processos relacionados a clientes
7.2.1 Determinação de
Processo de Negócio
requisitos relacionados ao
produto
7.2.2 Análise crítica dos
Estabelecimento de
requisitos relacionados ao
Convênio com Associado
produto
Interface – Associado

7.2.3 Comunicação com o
cliente

7.3 Projeto e desenvolvimento
7.3.1 Planejamento do projeto e
desenvolvimento
7.3.2 Entradas de projeto e
desenvolvimento
7.3.3 Saídas de projeto e
desenvolvimento
7.3.4 Análise Crítica de projeto
e desenvolvimento

Manual da Qualidade
Estabelecimento de
Convênio com Cliente
Interface – Cliente
Processo de Projeto

Forma de tratamento dos requisitos
solicitados pelo cliente, usualmente, liga-se
ao departamento de Marketing que são os
primeiros a contatarem o cliente e
entenderem suas necessidades. Observa
também os requisitos regulamentares e
estatutários para a conformidade do produto
e a capacidade da organização para o
atendimento dos requisitos. (evidências)
Forma de manter contato direto com o
cliente: reuniões, relatórios de
acompanhamento, retroalimentação das
reclamações. (evidências)
Pode ser dividido conforme as seguintes
etapas: início, desenvolvimento, execução,
controle e encerramento. (evidências)

Gerencial

�- Processo de
Controle:
7.3.3,7.3.5,
7.3.6;
- Processo de
Encerramento:
7.5.3.

7.3.5 Verificação de projeto e
desenvolvimento
7.3.6 Validação de projeto e
desenvolvimento
7.3.7 Controle de alterações de
projeto e desenvolvimento
7.4 Aquisição
7.4.1 Processo de aquisição
7.4.2 Informações de aquisição
7.4.3 Verificação do produto
adquirido

Contratação de Serviços
Aquisição de Materiais,
Fornecimentos

7.5 Produção e fornecimento de serviço
7.5.1 Controle de produção e
fornecimento de serviço
7.5.2 Validação dos processos
de produção e fornecimento de
serviço
Recursos Humanos,
7.5.3 Identificação e
Acomodação e
rastreabilidade
Equipamentos, Finanças,
7.5.4 Propriedade do cliente
Coleções, Cooperação
7.5.5 Preservação do Produto
entre Bibliotecas.
7.6 Controle de dispositivos de
medição e monitoramento
8 Medição, análise e melhoria

Avaliação de fornecedores com base na
capacidade para atender as necessidades da
organização, sistema de avaliação contínua
destes fornecedores e tipo de controle a ser
exercido mediante o produto ou serviço a ser
adquirido. (evidência)
Processos para realização dos serviços
inerentes à organização. Constituem a
descrição dos processos que são utilizados
para a realização do produto interno,
(utilizado pelas áreas), como externo
(servindo como suporte para a realização de
produtos originário dos projetos).
(evidências)

Processo de
Suprimentos,
englobando os
itens: 7.5.1,
7.4.1, 7.4.2,
7.4.3, 7.5.2.

Processo de
Encerramento
Proc.Des.Geral
Processo de
“Pós Prestação
Serviços”: 7.5.4

Gerencial

Gerencial
Gerencial
Gerencial

�8.1

Generalidades

Manual da Qualidade

8.2.1 Satisfação dos clientes
8.2.2 Auditoria interna

Processos Gerenciais
Procedimento para
Auditoria Interna do SGQ

8.2.3 Medição e
monitoramento de processos
8.2.4 Medição e
monitoramento de produto
8.3 Controle de produto nãoconforme

Processos Gerenciais

8.4

Análise de dados

8.5 Melhorias
8.5.1 Melhoria contínua
8.5.2 Ação corretiva
8.5.3 Ação preventiva

Controle de Projeto
Relatório de Atividades
Procedimento de
Tratamento de NãoConformidades
Manual da Qualidade

Processos Gerenciais
Procedimento de Ações
Corretivas e Preventivas

Processo de
Qualidade do
Serviço
Prestado: 8.1,
7.6, 8.5.3, 8.5.2,
8.2.1, 8.3, 8.2.4.

Trata-se da forma como serão medidos os
requisitos do item 5. (procedimento
documentado)
Forma de monitorar os requisitos 7.5
(evidências)
Forma de medir os requisitos 7.2
(evidências)
Utilizado tanto para o controle dos requisitos
7.2 e 7.5 (evidências)
Possui como entrada todas as demais
medições e deve também buscar
informações no processo de planejamento
estratégico. (evidências)

Processo de
Melhorias e
Garantias: 8.2.2,
8.2.3, 8.4, 8.5.1

Operacional

Operacional

Análise, acompanhamento e adequação da
política da qualidade para suportar o sistema
de gestão. Deve priorizar e controlar o prazo
para resolução de não-conformidades, dando
sugestões para melhorias a serem
realizadas. (procedimento documentado)

Nota: as numerações em negrito somente constam como item na Norma, o item 0.0 refere-se a Introdução, o 1.0 ao Objetivo, o 2.0 à Referência
Normativa e o 3.0 as Definições, que não possuem designação de requisitos a serem cumpridos.

�7.2 DICAS PARA IMPLANTAÇÃO
Na ordem teríamos: o comprometimento da administração com a gestão
pela qualidade, se possível, com inclusão prevista como meta em seu
planejamento estratégico, escolha de um departamento para gerenciar o processo
de implantação da norma dentro da biblioteca bem como o preparo, oficial, do
membro que será designado como auditor interno. A implantação pode ocorrer
mediante a aplicação de um “projeto interno” à biblioteca, sendo uma equipe
multifuncional, com membros de todos os departamentos, com considerável visão
de suas atividades pertinentes deve ser formada para desenvolvimento das
atividades requeridas pelo projeto o que incluiu, principalmente, o desenho dos
processos. Uso contínuo de “propaganda” junto aos colaboradores a título de dar
informação sobre o desenvolvimento do projeto e para que seja criada a cultura
da qualidade.

7.3 COMPLEMENTOS À NORMA NBR ISO 9001:2000
Comparativamente ao Prêmio Nacional da Qualidade – FPNQ/2003 a NBR
ISO 9001:2000 deixa de cobrir os seguintes tópicos: questão ambiental, gestão do
capital intelectual e da informação, planejamento estratégico, gestão da saúde e
ocupacional, faltas estas que podem ser sanadas a partir de um processo de
melhoria contínua em que o sistema de gestão das bibliotecas possam também
garantir sua capacidade de inovação.

7.4 UTILIZAÇÃO DE TI PARA A CERTIFICAÇÃO NBR ISO 9001:2000
A criação de uma rede interna pode economizar a utilização de papel e pode
agilizar a elaboração de diferentes documentos pelas áreas. A TI é um
instrumento ímpar no que tange à possibilidade de criar paralelismo visual de
procedimentos comuns aos departamentos o que implica em menor retrabalho e
um processo menos traumático quando da necessidade de atualização destas
documentações. Em termos práticos, isto ajuda na identificação dos papéis e
responsabilidades a serem desempenhados pelos colaboradores dentro de uma

�organização, assim como auxilia no redimensionamento do fluxo de tarefas e
estabelecimento de processos necessários para o atingimento dos objetivos
almejados, clarificando a troca de informações entre as áreas o que potencializa a
agilidade organizacional, vez que normatiza as atividades repetitivas, colabora
para a análise comparada entre os departamentos e evita o retrabalho que é
típico de uma instituição que opera ad hoc.

8 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A qualidade é a base de qualquer sistema de produção de trabalho,
garantindo a homogeneidade de resultados, a redução de perdas, a adequação
de produtos e serviços aos interesses do mercado, a diminuição de custos e a
maximização de resultados, respondendo também pelo sucesso ou fracasso de
um empreendimento sujeito à competição e concorrência, pois terá uma influência
decisiva na escolha e satisfação dos clientes e na rentabilidade e competitividade
do negócio.
Huidobro (1995) já ressaltava que:
[...] la gestión de calidad es algo totalmente opuesto al
seccionalismo, pues trata de mentalizar a todos los componentes
de la biblioteca o serviço de documentación de que forman una
entidad compacta cuya única razón de ser es tener, mantener y
adquirir clientes”.

REFERÊNCIA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR IS0 9001: sistemas
de gestão da qualidade : requisitos. Rio de Janeiro, 2000.
BARBALHO, Célia Regina Simonetti. Gestão pela qualidade: referencial teórico.
Revista Transinformação. v.8, n.3, set./dez. 1996.
FEIGENBAUM, Armand V. Controle da qualidade total: gestão e sistemas. São
Paulo: Makron Books, 1994. v. 1.
FUNDAÇÃO PARA O PRÊMIO NACIONAL DA QUALIDADE (FPNQ). Critérios
de excelência. São Paulo: FPNQ, 2003.

�HUIDOBRO, E. Garcia-Morales. Aportaciones de la gestion de calidad a
bibliotecas y servicios de documentacion. Rev. Esp. Cient., v. 18, n. 1, 1995.
MARTINS, V. S. G. Sistemas de Informação das Bibliotecas da UNICAMP:
identificação e avaliação dos principais indicadores para gestão estratégica. 2004.
132 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Gestão da Qualidade Total) – FEM.
UNICAMP, Campinas, 2004.
OKLAND, John S. Gerenciamento da qualidade total. São Paulo: Nobel, 1994.

∗

Bibliotecário Mestre em Gestão da Qualidade. Assessor Técnico de Planejamento - Biblioteca
Central - Unicamp. valeria@unicamp.br.
∗∗
Economista Mestre em Gestão da Qualidade. Analista de RH – Diretoria Geral de Recursos
Humanos da UNICAMP. lucianelotti@aol.com.br
Universidade Estadual de Campinas. Cidade Universitária “Prof. Zeferino Vaz” Barão Geraldo –
Campinas – SP

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              <text>Face à necessidade premente de controle e gestão do conhecimento, não somente daquele oriundo de informações as quais constituem a própria razão de ser de uma Biblioteca, mas também do conhecimento gerado por sua própria estrutura, o presente trabalho possui como objetivo a proposição de um guia para implantação da Norma NBR ISO 9001:2000, vista pela ótica da tecnologia da informação, que possibilite a gestão por processos em uma Biblioteca. Para tanto, o método a ser utilizado será uma análise comparativa e integrativa entre a Norma NBR ISO 9001:2000 e uma estrutura organizacional básica de uma Biblioteca para desmembramento dos seus requisitos e sugestão de documentos que possam cobrir todas as necessidades operacionais ou mesmo um possível processo de certificação. Como resultado será proposto um guia para implantação da Norma NBR ISO 9001:2000 visando à operacionalização por processos de uma Biblioteca bem como demais sugestões a título de melhoria contínua para itens não cobertos pela Norma NBR ISO 9001:2000.</text>
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