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                  <text>IMPACTO DOS PROJETOS FINANCIADOS PARA AS BIBLIOTECAS
UNIVERSITÁRIAS DA UFF

Maria da Penha Franco Sampaio∗
Clarice Muhlethaler de Souza∗∗

RESUMO
Apresenta os aspectos mais relevantes do impacto dos projetos financiados para
as bibliotecas universitárias da UFF – Universidade Federal Fluminense, através
de recursos da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) aplicados no período
de 2000-2004. Descreve a forma de construção dos projetos. Apresenta os
aspectos mais relevantes da execução dos projetos, os resultados da aplicação
dos recursos na melhoria da infra-estrutura e serviços das bibliotecas e o impacto
positivo do financiamento na valorização das bibliotecas, como integrantes da
infra-estrutura de pesquisa da Universidade.

1 CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES
Como ocorre com a maioria dos sistema de bibliotecas de Instituições
Federais de Ensino Superior (IFES) a manutenção e desenvolvimento da infraestrutura tecnológica, física e acervo está cada vez mais difícil.
Vários são os fatores que dificultam a manutenção e o desenvolvimento
das atividades básicas das bibliotecas destas instituições.
Uma das formas que historicamente vem ocorrendo é o apoio das agências
de fomento com a criação de programas de apoio ao ensino e a pesquisa, e
alguns raros específicos de apoio às bibliotecas, centros de informação e coleções
raras.
Participar desse Programas e Editais nem sempre é muito fácil. Exige uma
parceria com pesquisadores da instituição e em alguns casos é necessário que a

�Administração Superior da instituição coloque como prioridade as atividades e
Serviços de informação.
A participação do Sistema de Bibliotecas e Arquivos, coordenado pelo
Núcleo de Documentação (NDC ) da

Universidade Federal Fluminense (UFF)

nesses programas possibilitou historicamente várias ações que mudaram a face
do Sistema.
Pretendemos abordar como ocorreu a participação) do NDC no Edital CT
INFRA 01/2001 e o impacto da aplicação dos recursos no Sistema.

1.1 O SISTEMA DE BIBLIOTECAS E ARQUIVOS DA UFF
O Sistema de Bibliotecas e Arquivos da Universidade Federal Fluminense,
coordenado pelo

Núcleo de Documentação, nasceu centralizado em seus

aspectos técnico e administrativo. Idealizado pelas professoras e bibliotecárias
Hagar Espanha Gomes e Célia Ribeiro Zaher, em 1967, apenas em 1969 foi
apresentado ao Conselho Universitário pelo professor e bibliotecário Paulo PY, em
reunião do Conselho Universitário, na seção ordinária ocorrida em 20 de agosto
de 1969. Criado em 22 de setembro deste mesmo ano, através do art.17 do
Estatuto da UFF, publicado no Diário Oficial da União.
O que motivou a sua criação foi à constatação da necessidade de um
controle efetivo e de utilização racional do material bibliográfico existente na
Universidade.
Ao longo dos anos que se seguiram à gestão do primeiro Diretor do NDC,
Paulo PY Cordeiro (1969-1976), este Órgão Suplementar, manteve-se vinculado
ao Reitor, na estrutura formal
informal,

até aos nossos dias.

Contudo, na estrutura

ele fica apoiado politicamente a uma das quatro

Pró-Reitorias.

Atualmente, encontra-se vinculado à Pró-Reitoria de Assuntos Acadêmicos.

�Durante esta trajetória modificações ocorreram na localização da sua sede
e na sua estrutura. Os nove Diretores que já atuaram no NDC, cada um com seu
estilo, empreenderam várias ações, mas

mantiveram o NDC como o órgão

coordenador administrativa e tecnicamente do Sistema de Bibliotecas e Arquivos
da Universidade. Contudo, implantaram uma descentralização de forma gradual,
iniciada

com

os

serviços

processamento técnico.

de

comutação

bibliográfica,

seguindo-se

o

Hoje apenas a aquisição de livros e publicações

periódicas internacionais mantém-se centralizada. Os demais serviços técnicos
estão sendo realizados nas 25 bibliotecas do Sistema.

1.2 A SITUAÇÃO DAS IFES
As Instituições Federais de Ensino Superior do país têm enfrentado um
clima permanente de debate sobre questões relativas à carreira docente e sua
remuneração, às formas de financiamento e ao papel das IFES no sistema de
ensino superior do país.
De forma emblemática esse debate tem sido identificado na mídia através
de “sucateamento do ensino superior” ou “privatização da Universidade pública”.
Entretanto, entendemos que a situação das universidades públicas deva ser
analisada a partir do entendimento de sua verdadeira missão, e para além dos
chavões e palavras de ordem, considerando por princípio que é a sociedade que
financia seus objetivos.
Indicadores oficiais demonstram que as IFES alcançaram desenvolvimento
significativo no período de 1994 a 2000, no qual ocorreu um crescimento
quantitativo e qualitativo na graduação e na pós-graduação. As matrículas na
graduação cresceram 31,2%, o número de vagas 38% e de formandos 38,3%.
Além disso, as Universidades vêm se transformando para atender aos estímulos
das políticas públicas e das demandas mais urgentes da sociedade e acompanhar
as inovações. Esse crescimento se deve à universalização do ensino fundamental
e à expansão do ensino médio no mesmo período.

�Na pós-graduação o número de cursos cresceu 30,4%, o de matrículas
60,3% com a expectativa de 18 mil titulados/ano a partir de 2000.
Entretanto, as IFES não poderão absorver essa demanda se não forem
feitas profundas mudanças no seu perfil de desempenho e de financiamento.
No período de 1994-2001 a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal
de Nível Superior (Capes/MEC) investiu investiu R$ 1,3 bilhão na pós-graduação
brasileira e em seu relatório Avaliação dos Programas de Pós-Graduação 2001
registrou os resultados da avaliação de 2.357 cursos em todo os país, dos quais
135 foram considerados de excelência, 57% entre os níveis médio e muito bom e
apenas 81 foram desqualificados.
O avanço mais notável nas IFES diz respeito ao seu corpo docente que é
hoje mais qualificado, como conseqüência de uma política deliberada de estímulo
à titulação, com concessão de bolsa e manutenção dos salários aos professores
afastados da docência e inscritos em programas de pós-graduação.
De 1994 a 2000, o percentual de professores doutores passou de 22% para
39% e o percentual total de professores com titulação de mestrado ou doutorado,
que em 1994 era próximo de 60%, no final de 2000 subiu para mais de 75% do
total do corpo docente.
Em relação à distribuição de recursos de financiamento entre as IFES,
mudanças profundas vêm ocorrendo nos critérios de alocação. Após uma série de
estudos e discussões, o MEC adotou uma nova sistemática de financiamento, que
passou a privilegiar exclusivamente o desempenho acadêmico-institucional em
substituição ao modelo anterior, pautado basicamente por critérios históricos que
pouco tinham a ver com a avaliação.
Recursos adicionais foram repassados através de programas especiais, tais
como o de modernização dos laboratórios destinados ao ensino de graduação e
aos hospitais universitários (2000-2003); recuperação e ampliação do acervo

�bibliográfico, (1997-2001); e informatização das metodologias de ensino e dos
procedimentos burocráticos inerentes às instituições públicas (1999-2001)..
Em 1999, a criação do Fundo de Apoio à Infra-estrutura Geral de Pesquisa
das Instituições Públicas (CT-Infra) e dos fundos setoriais, antiga reivindicação da
comunidade científica, foi uma iniciativa que transformou de maneira substantiva o
cenário do financiamento e da gestão da pesquisa.

1.3

FUNDOS

DE

APOIO

AO

DESENVOLVIMENTO

CIENTÍFICO

E

TECNOLÓGICO
Segundo o Ministério da Ciência e Tecnologia :
Os Fundos de Apoio ao Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico
constituem um mecanismo inovador de estímulo ao fortalecimento
do sistema de C&amp;T nacional. Os Fundos têm como objetivo
garantir a ampliação e a estabilidade do financiamento para a
área e, em simultâneo, a criação de um novo modelo de gestão,
fundado na participação de vários segmentos sociais, no
estabelecimento de estratégias de longo prazo, na definição de
prioridades e com foco nos resultados.
Foram implementados a partir de 1999, como uma espécie de
taxa sobre as empresas estatais privatizadas. Seus recursos
advêm de contribuições incidentes sobre o faturamento de
empresas e/ou sobre o resultado da exploração de recursos
naturais pertencentes à União.
Os Fundos têm como objetivo garantir a ampliação e a
estabilidade do financiamento para a área de Ciência e
Tecnologia. Uma das premissas básicas é apoiar o
desenvolvimento
e
consolidação
de
parcerias
entre
Universidades, Centros de Pesquisa e o Setor Produtivo, visando
induzir o aumento do investimento privado em C&amp;T e impulsionar
o desenvolvimento tecnológico dos setores considerados. Outra é
o incentivo à geração de conhecimento e inovações que
contribuam para a solução dos grandes problemas nacionais.
Também é objetivo dos Fundos a redução das desigualdades
regionais por meio da destinação de, no mínimo, 30% dos
recursos para projetos a serem implementados nas regiões Norte,
Nordeste e Centro Oeste, estimulando um desenvolvimento mais
harmônico para o País.
A gestão dos Fundos envolve a participação de vários segmentos
sociais – governo, academia e setor privado - para o
estabelecimento de estratégias de longo prazo, a definição de
prioridades e o monitoramento das ações executadas.

�São passíveis de apoio todos os itens financiáveis pelo FNDCT: custeio de
passagens, diárias, material de consumo, serviços de terceiros, investimento em
obras civis, instalações, equipamentos e bolsas de desenvolvimento tecnológico
(através de acordo firmado com CNPq).
A princípio, podem participar todos os grupos de pesquisas em
universidades, institutos e centros de pesquisas, individualmente ou associados a
empresas, e que estiverem de acordo com as exigências estabelecidas nos
documentos básico e operativo de cada Fundo e respeitando as normas de cada
edital ou chamada.
Os Comitês Gestores dos respectivos Fundos estabelecem um calendário
anual de atividades, contendo as previsões de lançamento de convocação de
propostas. Estes calendários estão disponíveis nas páginas eletrônicas do CNPq,
FINEP, MCT e são amplamente divulgados frente a usuários potenciais.
A participação se dá por meio da submissão de propostas de apoio
financeiro, por ocasião do lançamento dos instrumentos de convocação. A
convocação de propostas poderá ser feita de três maneiras distintas, dependendo
do tipo de demanda em questão e das diretrizes e orientações dos Comitês
Gestores: por meio de editais públicos, cartas-convite ou encomendas.

1.3.1 CT-Infra - Fundo de Infra-Estrutura

O Fundo Setorial de Infra-Estrutura foi instituído pela Lei n° 10.197, de 14
de fevereiro de 2001 e regulamentado pelo Decerto 3.087, de 26 de abril de 2001,
para viabilizar a modernização e ampliação da infra-estrutura e dos serviços de
apoio à pesquisa desenvolvida em instituições públicas de ensino superior e de
pesquisas brasileiras, por meio de criação e reforma de laboratórios e compra de
equipamentos, por exemplo, entre outras ações.

�Entende-se como infra-estrutura de P&amp;D o conjunto de condições materiais
de apoio e instalações físicas para a implementação de atividades de pesquisa e
desenvolvimento.
Os recursos desse Fundo são oriundos de 20% dos recursos destinados a
cada Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico, sendo que
pelo menos 30% deve ser aplicado em instituições nas regiões Norte, Nordeste e
Centro-Oeste.
Os órgãos executores do Fundo de Infra-Estrutura são a Financiadora de
Estudos e Projetos - FINEP e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico
e Tecnológico – CNPq.
O CT-Infra está estabelecido mediante as seguintes modalidades de ação:
Sistêmica: compreendendo o apoio a investimentos na otimização de infraestrutura de uso difuso e universal, que passa a ser compartilhado por várias
instituições, como por exemplo, redes de informática (acopladas às ações da
RNP), acervos bibliográficos, bibliotecas digitais e biotérios compartilhados.
Institucional: voltada ao apoio a planos de desenvolvimento institucional da infraestrutura de pesquisa que visem proporcionar condições para sua expansão e
consolidação e que associem os investimentos à melhoria da gestão da infraestrutura e à definição de estratégicas institucionais.
Fomento Qualificado: compreendendo o apoio a investimentos em infra-estrutura
para uso comum de instituições em áreas temáticas relevantes como, por
exemplo, Oceanografia, Biologia Molecular e Biodiversidade, aprovados por
mecanismos concorrenciais.
Projetos Inovadores: referentes ao apoio a projetos de infra-estrutura associados a
novas modalidades de atuação em C&amp;T, como por exemplo, a constituição de
redes acadêmicas de pesquisa.

�Até julho de 2002 o Fundo Setorial CT-INFRA alocou, através de três
editais, recursos da ordem de 280 milhões de reais: os Editais 01/2001 e 03/2001
observaram a modalidade Institucional; o Edital 02/2001, embora observasse a
característica institucional, foi motivado pela conjuntura nacional de escassez de
energia e atendeu os projetos que visavam à conservação de energia nas
instituições de ensino superior e de pesquisa.
Com esses três editais, a região Sudeste ficou com 53% dos recursos,
seguida da região Sul com 18%, a região Nordeste com 17%, a região CentroOeste com 7% e a região Norte com 5%.

1.3.1.1 CT- Infra Edital 01/2001

O Edital CT-INFRA 01/2001 previa a distribuição de 150 milhões de reais
entre as instituições públicas de ensino superior e de pesquisa. Foram priorizadas
as instituições federais às quais couberam 80% dos recursos.
O critério Número de Doutores foi tomado como referência de valor máximo
a ser disputado pelas instituições, levando-se em conta que este é um indicador
importante para dimensionar o potencial de pesquisa e de demanda de infraestrutura adequada ao desenvolvimento de P&amp;D.

INSTITUIÇÃO EXECUTORA
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

UF REG. VINCULAÇÃO
RJ

SE

FED.
TOTAIS

N.º

VALOR

VALOR

DOUT.

SOLICITADO (R$)

APROVADO R$

1.128

14.999.244,76

1.720.000,00

55.802

415.738.770,62

150.000.000,00

Quadro 1 . Resultados do EDITAL CT -INFRA 01/2001

Todos os planos institucionais contemplados no Edital CT-INFRA 01/2001
foram analisados em relação a:

�a) existência de plano de desenvolvimento institucional ou planejamento
estratégico anterior;
b) proposta de ações estratégicas;
c) compatibilidade da proposta apresentada com as ações estratégicas;
d) tipo de demanda;
e) aspectos relevantes ou destaques de cada projeto.

Foram construídas planilhas contendo dados cadastrais das instituições,
número de doutores, valor solicitado, valor obtido, itens contemplados e tipo de
demanda.
Para uma oferta de R$ 150 milhões, a demanda bruta apresentada foi de
R$ 550.735.816,45, o que significa que apenas 27,2% da demanda poderia ser
atendida. Com a não aprovação de alguns projetos, o atendimento médio nos
projetos aprovados foi de 36%. O valor médio concedido, considerando 68
instituições contempladas, foi de R$ 2.202.532.31. Instituições contempladas
foram agrupadas em três segmentos: Instituições Federais de Ensino Superior
(IFES), Instituições Estaduais de Ensino Superior (IEES) e Instituições de
Pesquisa (IP). Os recursos do edital foram alocados, na sua grande maioria, nas
IFES (70%), seguidas pelos IP (17%) e IEES (12%). As instituições de ensino
superior federais e estaduais obtiveram, juntas, 83% do total dos recursos.
Os itens contemplados foram agregados dentro da seguinte classificação:
Material

permanente:

equipamentos

de

uso

exclusivo

em

laboratórios,

equipamentos denominados de eletrodomésticos (como geladeira, freezer,
aparelhos de ar condicionado), veículos (carros, caminhões, ônibus, tratores,
barcos), equipamentos de manutenção (máquinas e ferramentas), equipamentos
de áudio-visual, livros, equipamentos de informática, licenças de uso de softwares,
instalação de redes lógicas para uso compartilhado de informações;
Obras: ampliações de prédios e laboratórios, reformas de espaços físicos
existentes, as edificações novas, construção e a ampliação de infra-estrutura geral

�das instituições ou de determinados conjuntos de laboratórios, construção e
ampliação de rede elétrica, rede de esgoto, rede de captação de resíduos
químicos ou biológicos, rede hidráulica e rede de escoamento de águas pluviais.
Serviços: despesas de importação (taxas, impostos, desembaraços, transporte),
assinatura de periódicos e outros serviços (instalação de equipamentos, serviços
gráficos, consultorias, catalogação, instalação de mobiliários, implantação de
softwares, serviços de marceneiro e de eletricista e medições).
Os equipamentos de uso geral de pesquisa consumiram recursos mais
expressivos dentro da categoria, seguidos de equipamentos de informática e
redes lógicas. O segundo lugar entre os investimentos do Edital CT-INFRA
01/2001, foi ocupado pela categoria Obras representando 41,10% dos recursos
totais, ou seja, cerca de 63 milhões de Reais.
Adotando-se o valor médio de R$ 750,00 por m2 para edificações novas e
ampliações e de R$ 400,00 por m2 para reformas de áreas construídas, pode-se
concluir que através do Edital CT-INFRA 01/2001 foram construídos ou
recuperados cerca de 83.000 m2 de área.
De um modo geral, as instituições fizeram um exercício de formulação de
políticas de desenvolvimento institucional de pesquisa, muitas delas obtendo
resultados bastante interessantes. Algumas instituições já possuíam algum tipo de
planejamento estratégico por ter sido induzido por outro tipo de demanda ou por
ter amadurecido a prática de gestão institucional. Aparentemente as instituições
que têm missão com foco específico tiveram maior facilidade no delineamento de
suas ações estratégicas, a julgar pelo seu maior sucesso em conseguir maior
percentual relativo dos recursos. Algumas instituições de porte acadêmico
razoável não lograram sucesso no estabelecimento de prioridades e de ações
estratégicas.
Houve uma demanda muito grande de Material Permanente de custo
relativamente baixo (menor do que R$ 5.000,00).

�Pode-se considerar alto o percentual de recursos destinados às Obras –
edificações e recursos de infra-estrutura.

A inexistência de linhas de

financiamento para infra-estrutura básica das instituições durante a última década
pode ser a explicação.

2 O PROJETO DE INFRA-ESTRUTURA DA UFF
A Universidade Federal Fluminense, em 2001, instituiu Comissão eleita
no âmbito

Conselho Universitário com o objetivo de elaborar um Projeto

Institucional para concorrer ao Edital CT-INFRA 01/2001 do CNPq/FINEP. Com
esta finalidade abriu um Edital Interno para que todo a comunidade acadêmica
pudesse participar.
Nesta ocasião, o Núcleo de Documentação foi convidado para elaborar uma
proposta de projeto para a participação no Projeto Institucional, consolidando as
solicitações apresentadas nos projetos oriundos de todas as unidades acadêmicas
e administrativas que tratasse de aspectos de infra-estrutura de bibliotecas
(acervo e infra-estrutura física), que concorram ao edital interno.
Os projetos apresentados em número de 24 foram avaliados.
selecionados foram

Os

incorporados ao Projeto Institucional e encaminhados à

FINEP em atendimento ao Edital CT-INFRA 01/2001.
Os recursos solicitados pela UFF foram da ordem de 14.999.244,76.

Os

recursos aprovados foram R$ 1.720.000,00, 1,64 % do valor recebido por as
demais IFES que tiveram recursos aprovados no Edital.

INSTITUIÇÃO EXECUTORA

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
TOTAIS IFES

UF REG. VÍNCULO

RJ

SE

FED.

No.

SOLICITADO

DOUT.

(R$)

916
17.323

14.999.244,76
274.057.824,68

%
APROVADO R$ Aprovad
o IFES
1.720.000,00
105.014.234,00

Quadro 2. Resultados do EDITAL CT-INFRA 01/2001 – Instituições Federais de Ensino Superior

1,64%
100%

�Dentro destes recursos o valor solicitados à FINEP para modernização da
infra-estrutura de apoio à pesquisa nas bibliotecas da UFF foi de R$ 3.000.000,00,
sendo liberados R$ 1.119.970,70, representando 70% do valor obtido pela UFF.

2.1 A PARTICIPAÇÃO DO NDC

O NDC ao participar da Comissão, como convidado, teve um espaço
privilegiado para apresentar à Comissão de Consolidação do Projeto Institucional
CT-Infra 01/2001 as necessidades de modernização da infra-estrutura de apoio à
pesquisa nas bibliotecas e laboratórios da UFF. A missão representou um desafio
por estar o NDC elaborando proposta que concorreu internamente com projetos
dos melhores grupos de pesquisa da Universidade e, externamente, com projetos
de todo o Brasil.
O

NDC

concorreu

no

âmbito

da

Universidade

com

o

Projeto:

Modernização da Infra Estrutura de Apoio À Pesquisa nas Bibliotecas da
UFF.

2.1.1 A construção do Projeto
Ao elaborar o Projeto Modernização da Infra Estrutura de Apoio À
Pesquisa nas Bibliotecas da UFF o

NDC observou que era necessário

apresentar uma proposta de forma que abrangesse não apenas aquelas unidades
que haviam incorporado a biblioteca em seu projeto, mas uma proposta mais
abrangente onde todo o Sistema de Bibliotecas seria contemplado. Com esta
filosofia elaborou o Projeto aos moldes do Edital. Na ocasião a Direção do NDC
optou por apresentar à Comissão Interna da UFF o projeto na íntegra, embora o
valor solicitado, R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais), representasse um terço
do valor máximo a ser pleiteado pela UFF, ou seja R$ 15.000.000.00 (quinze
milhões de reais), pelo Edital, segundo as suas características. Por definição da

�Comissão Interna da UFF, coube ao NDC participar do Edital concorrendo a R$
3.000.000,00 (três milhões de reais).
A elaboração do Projeto ocorreu de forma tranqüila porque o NDC já
possuía um Banco de Projetos que apontava para as principais necessidades do
Sistema de Bibliotecas e Arquivos da UFF tendo por base o seu Planejamento
Estratégico.
Diante deste fato, foi apenas necessário atualizar os valores e adequar o
que necessitávamos ao modelo estabelecido pelo Edital.
Tivemos que relacionar os objetivos, as atividades relacionadas a eles e as
metas físicas e financeiras de cada atividade estabelecida. Especificamos

o

equipamento e os serviços, detalhadamente. Estabelecemos preço baseado no
preço de mercado, com 25% por cento de acréscimo destinado a manter o valor
real dos itens solicitados. O Projeto foi aprovado parcialmente, com restrição para
a atualização do acervo bibliográfico, atividade orçada em R$ 1.800.000,00.

2.1.2 Aspectos Relevantes da Execução dos Projetos

Com a aplicação do recurso, descobrimos que a FINEP é muito exigente
no tocante a mudança das metas físicas.

Assim sendo,

a descrição muito

detalhada na especificação dos itens a serem adquiridos, dificulta na hora de
adquirir um equipamento, pois é natural estes sofrerem desatualização,
principalmente os de informática que ficam obsoletos a cada 6 meses, sendo
natural a mudança na especificação. Para qualquer proposta de alteração de
metas, atividades e especificação só poderá ser implementada após a autorização
formal da FINEP, o que atrasa o processo de obtenção do bem ou serviço.
Outro aspecto aprendido é que entre a elaboração do Projeto e sua
aplicação, o tempo transcorrido é muito grande devido a diversos fatores, a
liberação do recurso e entraves burocráticos, principalmente, os inerentes à lei

�8.666/96. O conhecimento desta lei é necessário por facilitar na definição das
estratégias de aquisição e contratação dos serviços.

2.1.3 Os Resultados da Aplicação dos Recursos
A aplicação dos recursos dos investimentos

oriundos do CT- INFRA

01/2001 no Sistema de Bibliotecas e Arquivos da UFF estão visíveis em todo o
sistema. Todas as bibliotecas foram afetadas pelos investimentos transformando –
as em unidades informatizadas e possibilitando acesso aos recursos de
informação disponíveis na Web e no próprio sistema NDC.
Os

bibliotecas

reformadas

estão

completamente

transformadas

possibilitando ambientes funcionais, protegidos e diferenciados para estudo em
grupo e individual e livre.

CT INFRA 01/2001 NDC – Investimentos por metas

METAS

INVESTIMENTO - R$

%

1- INFORMATIZAÇÃO

632.093,90

50,84

2- PRESERVAÇÃO DO ACERVO

311.379,00

25,04

3- MODERNIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES FISICAS

299.817,22

24,11

1.243.290,12

100,00

TOTAL

�2.1.3.1 Resultados finais atingido

Os resultados físicos são apresentados abaixo por meta do Projeto:
META FÍSICA 1: Informatização das bibliotecas e melhoria das condições
de acesso à informação especializada em apoio à pesquisa na UF

-

Disponibilização do acesso através da WEB aos catálogos das bibliotecas;
-

Implementação da comutação eletrônica em 19 (dezenove) bibliotecas;

-

Informatização do Empréstimo em 19 unidades do sistema

- Adequação do aplicativo Argonauta
- Modulo empréstimo
- Implantação do módulo vocabulário sistematizado;
-

Disponibilização das Teses e Dissertações em meio eletrônico na WEB;

�-

Aquisição de 152

facilitar o acesso às informações especializadas em

apoio a pesquisa e viabilizar o empréstimo informatizado.

META FÍSICA 2: Melhoria das condições de segurança e conservação do
patrimônio bibliográfico da UFF
a - Proteção do patrimônio bibliográfico de uso corrente, raro e/ou
valioso, mediante:
- 5 sistemas de anti-furto eletromagnético e
- 19 sistemas digitais de câmeras
b - Conservação e restauração do patrimônio bibliográfico de uso
corrente, raro e/ou
valioso, adquirindo:
- Aquisição de equipamentos para a digitalização,

-

Conservação e restauração do patrimônio bibliográfico;

META FÍSICA 3: Melhoria das instalações físicas de apoio à pesquisa nas
bibliotecas da UFF
Reforma e ampliação nas Instalações Físicas de 5 Bibliotecas com as
seguinte melhorias:
- Área reformada – m2 1.930 m2, com valor médio de R$ 150,00/
m2;
- ampliação da área útil da biblioteca em 316 m2;
- ampliação dos postos de estudo em 106%;
- criação de ambientes de estudo individual, em grupo e livre;
- instalação de guarda volume de auto atendimento;
- pintura de estantes, arquivos e recuperação e de mobiliários;
- aquisição de 80 cadeiras, 40 mesas

�- aquisição e instalação de bancada e balcão;
- sinalização padronizada do NDC nos diversos ambientes;
- sala para conservação de publicações

3 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES

Com a plena consecução das metas propostas
esperado foi obtido. Obteve-se

no projeto o impacto

a modernização e otimização dos meios de

acesso à informação, bem como, os serviços de informação essenciais à
pesquisa.
Os recursos do CT-INFRA 01/2001 viabilizou a modernização e da infraestrutura dos serviços de apoio à pesquisa desenvolvidas nas bibliotecas e
laboratórios da UFF.
No NDC ocorreu uma demanda muito grande de Informática e Material
Permanente de custo relativamente baixo (menor do que R$ 5.000,00). Tendência
Apresentada nos projetos em geral do Ct-INFRA I , segundo os especialistas este
fato ocorreu por haver um estrangulamento histórico deste tipo de investimento
nas agencias de fomento do país.
Outro fato apontado pelos analistas do CT Infra em geral, foi o alto
percentual de investimentos em Obras – edificações, no NDC foi investido 24%
de todo o recurso.
O CT INFRA apresenta-se como investimento que visa à expansão e à+
consolidação da atividade científica, associadas à gestão qualificada e à definição
de estratégias institucionais, uma ação benéfica para as universidades públicas
enfrentarem a crise de financiamento da infra-estrutura.

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set./dez. 2002, vol.31, no.3 [citado 24 Abril 2004], p.92-102. Disponível na Internet
via WWW. URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S010019652002000300010&amp;lng=pt&amp;nrm=iso. ISSN 0100-1965.

∗

Diretora do Núcleo de Documentação da UFF (2003-2006). Coordenadora do Convênio
FNDCT/MCT/FINEP/CT-INFRA1(2000) e CT-INFRA3 (2003) Modernização da infra-estrutura de
pesquisa da UFF. Professor Assistente do Departamento da Ciência da Informação da
Universidade Federal Fluminense (2000-2003), Mestre em Ciência da Informação, 1994 (UFPb),
Bacharel em Biblioteconomia e Documentação, 1977 (UFF) e Especialização em Administração de
Bibliotecas, 1985 (AEAS).
∗∗
Consultora autônoma especialista em tecnologias da informação e planejamento e administração
de serviços de informação. Professor Adjunto aposentada do quadro permanente do Departamento
de Ciência da Informação da Universidade Federal Fluminense. Ex-Diretora do Núcleo de
Documentação (1998-2003). Coordenadora do Convênio FNDCT/MCT/FINEP/CT-INFRA1(2000) e
CT-INFRA3 (2003) Modernização da infra-estrutura de pesquisa da UFF. Mestre em Ciência da
Informação (1983-UFRJ/ECO/IBICT) e Bacharel em Biblioteconomia e Documentação (1974-UFF).

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              <text>Apresenta os aspectos mais relevantes do impacto dos projetos financiados para as bibliotecas universitárias da UFF – Universidade Federal Fluminense, através de recursos da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) aplicados no período de 2000-2004. Descreve a forma de construção dos projetos. Apresenta os aspectos mais relevantes da execução dos projetos, os resultados da aplicação os recursos na melhoria da infra-estrutura e serviços das bibliotecas e o impacto positivo do financiamento na valorização das bibliotecas, como integrantes da infra-estrutura de pesquisa da Universidade.</text>
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