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                  <text>A CONSTRUÇÃO DO BALANCED SCORE CARD (BSC) NA DIVISÃO DE
BIBLIOTECA E DOCUMENTAÇÃO DA ESALQ - USP

Antonio Carlos Fabretti Facco
Técnico de Documentação e Informação
Divisão de Biblioteca e Documentação
Universidade de São Paulo
Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”
Avenida Pádua Dias, 11 – Caixa Postal 09.
Piracicaba – SP – Brasil
E-mail: facco@esalq.usp.br
Márcia Regina Migliorato Saad
Diretora - Divisão de Biblioteca e Documentação
Universidade de São Paulo
Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”
Avenida Pádua Dias, 11 – Caixa Postal 09.
Piracicaba – SP – Brasil
E-mail: mrmsaad@esalq.usp.br

RESUMO
Diante da complexidade das Unidades de Informação, os níveis de
exigências dos clientes, o uso de indicadores se tornou muito importante para o
acompanhamento global da biblioteca. Este trabalho conceitua o Balanced
ScoreCard (BSC), que foi desenvolvido com o intuito de auxiliar o futuro de uma
organização e demonstra como ele pode ser usado no Planejamento Estratégico
e na definição dos indicadores de desempenho. Descreve a experiência da
Divisão de Biblioteca e Documentação da Escola Superior de Agricultura “Luiz de
Queiroz” da Universidade de São Paulo na construção e implantação do seu
“Painel de Bordo”, do mapa estratégico, contendo as perspectivas mais
importantes para o seu “negócio”, os objetivos estratégicos, os indicadores de
desempenho e as metas de curto e longo prazo relacionadas com as estratégias.
O trabalho relata também todas as etapas de implantação do BSC.

Palavras-chave: Indicadores de Desempenho; Balanced ScoreCard (BSC);
Unidades de Informação; Planejamento Estratégico

1

�ABSTRACT
Facing the evident complexity of the Information Unitis and the requierment
level of our clients, the use of indicators has become a major tool to reach the
global management of the library. This work concerns the Balanced Scorecard
(BSC), which was developed with the main goal of helping the future of an
organization. Moreover, it shows how the BSC can be used in the Strategical
Planning and in the definition of the performance indicators. This paper describes
the experience of the Division of Library and Documentation of ESALQ, in the
University of São Paulo, in building and implementing its “Control Panel” of the
strategic map. Such panel contents the most important perspectives for its
“business”, the strategic aims, the performance indicators and the goals of short
and long term, related to the strategies. The work also describes all the steps of
BSC implementation.
Keywords: Performace Indicators; Balanced ScoreCard (BSC); Information Unit;
Strategic Planning

1 INTRODUÇÃO
O Sistema de Gestão da Divisão de Biblioteca e Documentação da
ESALQ/USP após 6 anos de implantação reviu alguns de seus processos,
levando em consideração os fundamentos do Prêmio Paulista de Qualidade de
Gestão - PPQG e do Premio Nacional de Qualidade - PNQ, cujos requisitos
incidem, na sua maioria em resultados.
Com base no Relatório de Avaliação do PPQG, edição de 2003, a DIBD
optou por outra metodologia para obtenção de seus indicadores, baseada no
equilíbrio organizacional e fundamentada em 4 diferentes perspectivas: financeira,
cliente, processos internos e inovação e aprendizagem.
O objetivo é buscar estratégias e ações equilibradas e balanceadas em
todas as 4 perspectivas.
1.1 Objetivo
O objetivo deste trabalho é descrever a experiência da construção de um
Balanced Scorecard na DIBD, através de um processo sistemático que busque

2

�consenso e clareza na tradução da missão e visão da biblioteca, em objetivos e
medidas operacionais.
2 O QUE É O BSC E SUA ADAPTAÇÃO PARA A DIBD
O BSC é uma ferramenta para avaliação do desempenho de uma
organização que leva em consideração que os indicadores financeiros por si só,
não refletem perfeitamente a efetividade da organização.
Os objetivos organizacionais são vários e muitas vezes conflitantes entre
si. Assim a redução de custos pode vir a conflitar com a qualidade dos serviços.
O propósito é fazer com que os múltiplos objetivos funcionem de modo
cooperativo entre si. Busca-se sinergia, ou seja, ação positiva de um objetivo
sobre os demais, proporcionando efeitos multiplicados e não apenas somados.
O BSC é baseado no equilíbrio organizacional e se fundamenta no
balanceamento entre as quatros perspectivas (Figura 1).

Figura 1 - As quatro perspectivas do BSC

1. Perspectiva Financeira: como a organização, neste caso neste caso a
DIBD é vista pelos seus acionistas (área financeira da ESALQ, ou mesmo da
USP). Os indicadores devem mostrar se a execução da estratégia está

3

�contribuindo para melhoria dos resultados: resultado do investimento em
informação e serviços, redução de custos operacionais, fluxo de caixa.
2. Perspectiva do Cliente: como a biblioteca central e as setoriais são vistas
pelo cliente e como podem atendê-los melhor. Os indicadores devem mostrar se
os serviços prestados estão de acordo com a missão da organização, a satisfação
dos clientes e a obtenção de clientes potenciais.
3. Perspectivas dos processos internos: quais os processos de produtos
em que a DIBD precisa ter excelência. Os indicadores devem mostrar se os
processos operacionais estão alinhados e se geram valores. Ex: Qualidade dos
processos, eficácia dos processos, produtividade.
O BSC busca estratégias e ações equilibradas e balanceadas em todas as
4 perspectivas, permitindo que esforços sejam dirigidos para as áreas de maior
competência. É um sistema voltado para o comportamento e não para o controle.
Seus indicadores estão direcionados para o futuro e para a estratégia
organizacional em um sistema continuo de monitoração.
O importante deste sistema é traduzir o mapa estratégico em objetivos
estratégicos – indicadores para medir resultados, bem como as metas específicas
e as respectivas ações individualizadas.
Alinhamento e foco são as palavras-chave; alinhamento significa coerência,
foco concentração. O BSC habilita a organização a DIBD a alinhar e focar suas
equipes de bibliotecários, administrativos e analistas para sua estratégia.
4. Perspectivas da Inovação e Aprendizagem: como tornar a organização
capacitada para a melhoria contínua e prepará-la para o futuro. Os indicadores
devem mostrar como a DIBD pode aprender e se desenvolver para garantir o
crescimento. Ex: Índice de renovação de novos produtos e serviços aos usuários,
desenvolvimento dos processos internos de tratamento da informação, inovação
das competências, mapeamento das competências, motivação das pessoas.

4

�3 O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO BSC NA DIBD
O processo de construção começou pela reestruturação no modelo de
formulação das estratégias e dos objetivos, a partir do Planejamento Estratégico.
O PE manteve o mesmo padrão anterior, usando-se a matriz swot mais o
levantamento de dados histórico, a análise do desempenho passado, e a análise
do meio externo.
Dessa forma, tendo como base a Missão, a Visão, e o resultado do
Planejamento Estratégico, as estratégias foram formuladas.
Vale lembrar que, a partir de 2006, a Missão e a Visão da DIBD passaram
ser a mesmas do Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São
Paulo, onde está inserida como umas das 40 bibliotecas que compõem o
SIBi/USP.
Missão
Promover o acesso e incentivar o uso e a geração da informação, contribuindo
para a qualidade do ensino, pesquisa e extensão, em todas as áreas do
conhecimento, com a realização eficaz dos recursos públicos;
Visão
Ser um modelo de excelência na gestão e disseminação da informação até 2010.
3.1 Montagem do Mapa Estratégico
As estratégias foram formuladas segundo suas perspectivas básicas
(financeiras, clientes, processos internos, inovação), desdobradas em objetivos
estratégicos com os respectivos indicadores e metas a serem atingidas nos
próximos 3 anos. Foram definidas também as ações que garantam sua execução.
Para que o desempenho seja mais que a soma de suas partes, as estratégias
devem ser interligadas e integradas, uma vez que a sinergia é o objetivo deste
novo desenho organizacional.
O foco nas estratégias deve vencer as barreiras departamentais e, portanto
exigem novos formatos. A Figura 2 mostra um novo mapa estratégico da Divisão
de Biblioteca e Documentação DIBD.

5

�As estratégias e seus desdobramentos, assim como os indicadores, metas e
ações foram transmitidos às chefias e líderes de UGBS* - Unidades Gerenciais
Básicas, de maneira consistente e significativa. Na verdade o que se fez, foi
traduzir a estratégia em termos operacionais para que ela seja implementada nos
níveis tático e operacional, de forma adequada.
O BSC cria um contexto em que as decisões relacionadas com as
operações cotidianas possam ser alinhadas com a estratégia e a visão
organizacional, permitindo divulgar a estratégia, promover o consenso e espírito
de equipe, integrando todas as áreas da Divisão de Biblioteca e criando
sistemática para envolver todos os planos de “negócio” (Figura 3), catalisar
esforços e motivar as pessoas e ainda, medir e avaliar o desempenho por meio
de indicadores.
4 DESDOBRAMENTO DOS INDICADORES ESTRATÉGICOS
Para compor os indicadores operacionais, cada UGB, definiu seus
produtos, a partir do mapeamento dos processos e, com base nos requisitos de
qualidade exigidos pelo cliente interno ou externo, estabeleceu seus indicadores
e, em comum acordo com a chefia propôs as metas.
Dependendo do tipo de produto/serviço da UGB, estes indicadores estão
ligados a uma das quatro perspectivas.
Assim os indicadores da UGB Empréstimo, por exemplo, podem refletir a
melhoria de um processo ou a satisfação do cliente. As Figuras 4, 5 e 6 mostram
os indicadores de Postura de Atendimento, Agilidade no Serviço Prestado e
Qualidade, que medem, respectivamente as perspectivas do cliente e dos
processos.
Para indicadores que reflitam a satisfação do cliente foram usadas 2
ferramentas: a pesquisa de satisfação do cliente e o QFD “Quality Function
Deployment”, este último que traduz em indicadores, as características de
qualidade exigidas pelo cliente.

* Menor célula da Divisão de Biblioteca e Documentação - DIBD

6

�Figura 2 – Mapa Estratégico da DIBD

7

�Figura 3 - Desdobramento dos Planos de Ação

8

�Meta da Post. de Atend. Anual - Meta: 12 Reclam .
18000
16000

Reclamações

14000
12000
10000

15.963

8000
6000
4000
2000

2

0

Total de Reclam.

Total de Atendim.

Postura de Atendim ento - Meta: 1 Reclamação/Mês
1,2
1
0,8
0,6
0,4

1

0,2
0
Janeiro

1

0

0

Fevereiro

M arço

A bril

0

0

0

0

0

0

M aio

Junho

Julho

A go sto

Setembro

Outubro

0

0

No vembro Dezembro

Figura 4 - Gráfico de postura de atendimento da UGB Empréstimo

Reclamações

Meta da Agilid. no Atend. Anual - Meta: 12 Reclam .
18000
16000
14000
12000
10000
8000
6000
4000
2000
0

15.963
3
Total de Reclam.

Total de Atendim.

Agilidade no Atendim ento - Meta: 1 Reclam ação/Mês por dem ora no atendim ento
1,2
1
0,8
0,6

1

0,4
0,2
0

0
Janeiro

Fevereiro

1
0

0

0

M arço

A bril

M aio

Junho

0

0

0

0

Julho

A gosto

Setembro

Outubro

0

0

No vembro Dezembro

Figura 5 - Gráfico de Agilidade no atendimento da UGB Empréstimo

9

�Qualidade no Serviço Prestado Anual - Meta: 2% de Falha admitida

20

Erro

15
10

18

5
0

9
0

1

Janeiro

Fevereiro

M arço

A bril

4

0

0

0

0

0

M aio

Junho

Julho

A go sto

Setembro

Outubro

0

0

Novembro Dezembro

Meta - Qual. no Serviço Prestado Anual - Meta 2%
18000
16000
14000

Total

12000
10000

15.963

8000
6000
4000
2000

0,20%

0

Porcent. da Meta

Total de Atendim.

Figura 6 - Gráfico de Qualidade de Serviço Prestado da UGB Empréstimo

5 INDICADORES “OUTCOMES” E “DRIVERS”
Os indicadores “outcomes” são aqueles referentes ao resultado, ou seja, já
aconteceram e não há nada a fazer sobre eles. No mapa estratégico, os
resultados obtidos a cada ano, dentro de cada um dos objetivos estratégicos nas
quatro perspectivas, são frutos do desempenho dos indicadores operacionais.
Já os “drivers” são os direcionadores, ou seja, aqueles que são
monitorados mensalmente nos meios operacionais, através do sistema de
informação e que direcionam a tomada de decisão e mudanças no rumo, ainda no
âmbito das UGBS.
Quando as medidas adotadas não atingem o efeito esperado, os itens
críticos são levados à reunião de análise crítica da alta administração para, com
base nas ferramentas da qualidade, seja encontrada a causa do problema.
As reuniões acontecem a cada 3 meses, mas o monitoramento pode ser
feito, tanto pelas chefias, quanto pelo funcionário, através do sistema de

10

�informação ou dos gráficos disponibilizados nos quadros de administração visível
de cada UGB.
6 RESULTADO ESPERADO
Este é o primeiro ano de implantação do BSC na DIBD e, portanto não há
um referencial comparativo com metodologia anterior.
O primeiro resultado poderá medido pela classificação que a DIBD obtiver
no próximo PPQG, edição 2006-2007.
7 CONCLUSÃO
Embora não se tenha resultado ainda, pode-se dizer que este formato
motiva a equipe, catalisa esforços, cria sinergia na medida em que envolvem
todos, em direção às metas.
A divulgação das estratégias da biblioteca proporciona o conhecimento
sobre os rumos da biblioteca.
A informação em tempo real sobre os indicadores dos processos e
produtos operacionais, permite a cada UGB monitorar seu próprio desempenho,
criando autonomia e autogerenciamento da rotina.
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
BUCCELLI, D.O. Estratégia e medição do desempenho. São Paulo: IPEG,
2005.
CHIAVENATO, I.; SAPIRO, A. Planejamento estratégico. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2004.
KAPLAN, R.S. Mapas estratégicos - Balanced Scorecard: convertendo ativos
intangíveis em resultados tangíveis. Rio de Janeiro. Elsevier, 2004.
KAPLAN, R.S., NORTON D.P. A estratégia em ação. 12 ed. Rio de Janeiro,
Campus, 1997.
MINTZBERG, H. ET AL. Safári de estratégia: um roteiro pela selva do
planejamento estratégico. Porto Alegre. Bookman, 2000.

11

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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              <text>Diante da complexidade das Unidades de Informação, os níveis de exigências dos clientes, o uso de indicadores se tornou muito importante para o acompanhamento global da biblioteca. Este trabalho conceitua o Balanced ScoreCard (BSC), que foi desenvolvido com o intuito de auxiliar o futuro de uma organização e demonstra como ele pode ser usado no Planejamento Estratégico e na definição dos indicadores de desempenho. Descreve a experiência da Divisão de Biblioteca e Documentação da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo na construção e implantação do seu “Painel de Bordo”, do mapa estratégico, contendo as perspectivas mais importantes para o seu “negócio”, os objetivos estratégicos, os indicadores de desempenho e as metas de curto e longo prazo relacionadas com as estratégias. O trabalho relata também todas as etapas de implantação do BSC.</text>
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