<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="485" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.libertar.org/items/show/485?output=omeka-xml" accessDate="2026-04-16T02:51:40-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="41">
      <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/7/485/C749_1_PE_V_04.pdf</src>
      <authentication>ab3c1202e9ebca7105fd500f4ae7c23f</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="12245">
                  <text>3(81)

Digitalizado
gentilmente por:

�19

20

��PßIlaüi!,IfiO COHGfi^SQ

DÜ BIBLIOTKJÜHÜJiilA

Simplificação dos processos técnicos de cetelogação
e classificaçao nas bibliotecas infantis
por
Maria Lecticia de ikndrade Lima

03.^.
Cí-Hl

Recife
1954

Digitalizado
-gentilmente por:

(jQ

�SIMPLIFICA0JO

DOS

PROCSSOS

TÍDNICCS DE

BIBLIOTECAS

CATAIiOGAÇXO

E

CLASSIFICAÇlO NAS

INFANTIS

Tbso apresentada por Maria Lscticia Andrade Uma,

ao

Primeiro Congresso Brasileiro de Bibliotecononia
18 a 25 de julho de 1954
RECIFE
Tfcia das dificuldades con que devem contaj^ os planejadores de
campanhas de educação, no Brasil, e a necessidade de adaptar o trabalho a sua
extensão territorial e população.
No campo das bibliotecas, os planos tên sido feitos para repercussão mais ou monos limitada, restringindo-se aos centros onde se tem desenvolvido a bibliotecononia, com a existencia de escolas e cursos para a for
mação de bibliotecários.
Ha, entretanto, crianças e livros por todo o país o seria de
imensa utilidade que tivesse início uma grande campanha pela
multiplicação
das bibliotecas para crianças com o auxílio de professores, assistentes soei
ais, educadores familiares e dirigentes de associações infantis, estabelecendo- se para isso padrões mínimos do técnica.
Reconheço que existem sérios inconvenientes na utilização de
pessoal não especializado em searviço tecràco como e o de organização de bibli
otecas, mas se ato países ricos e prósperos como os Estados Unidos, utilizam
pessoal não especializado om suas bibliotecas escolares, soria um excesso de
otimismo esperar contar no Brasil, dentro do um futuro mais ou menos proximo
com bibliotecários para todas as escolas e aErupamentos infantis.
Ao mesmo tempo, e impossível exigir de um elemento som formação profission^, certos serviços de natureza especializada. Mosmo ccan a utilização do estágios do treinamento, cursos intensivos e cursos por correspondência, torna-se imperiosa uma simplificação técnica.
~
Ha, ainda, outro argumento poderoso em favor dessa simplifica
çãoi nas bibliotecas infantis, coano em toda instituição educativa, e necessário que a criança tome parte em todos os trabalhos, penetrando aos poucos na
administração o organização dos serviços. A criança não se pode limitar a uma
atitude passiva, recebendo, apenas, as vontagons que a biblioteca lhe oferece.
l\am quo participar, ativamente, do movimento, encarregando-se de alguma tarefa que lhe desenvolva o senso de responsabilidade, tomando-a um elemento útil, na sociedade,
Para que a administração possa ser exercida, em parte, por olementos infantis e para que os pequenos leitores, mesmo os que so freqüentam
eventualmente a biblioteca, empreendam som muita dificuldade os
princípios
que regem a sua organização, e imprescindível simplificar os processos técnicos.
SIMPUFICAÇSO DOS PROCESSOS DE CATALDGAÇSO
A técnica da catalogação exige sempre una preparação especia!^
tudo devendo ser feito, entretanto, para pS-la ao alcance dos elementos
não
profissionais. O primeiro cuidado na sua divulgação é definir, de modo claro
e precioso, catalogo e catalogaçãopois e muito conum encontrar entre encarregados do bibliotecas, sem formaçao técnica, corta confusão entre catálogo o
registro.
^
Definido o catálogo é preciso determinar quais os catálogos iß
dispensáveis numa biblioteca para crianças.
CATÁLOGO TOPOGRÁFICO
^
Uma tendencia muito radical poderia levar a abolição do catalogo topográfico, sendo conservado,apenas, um catálogo para uso dos leitores.
O catalogo topográfico,embora reduzüíjv aos seus elementos q_§
senciais representa um papel tão importante na organização da ühLtt-öteca, quo a

Digitalizado
-gentilmente por:

�"SIMPIIFICAÇSO DOS PROCESSOS TÍDNICOS DE CATAIDGAÇlO
S CLASSIFICAÇÃO NAS BIBUOTBDAS INFANTIS»

de Maria Lacticia Andrade Una

Ab reproduções do trabalho sob o título acima, hoje
9
distribuídas, cont^ algumas incorreções, que são agora retificadas do modo seguintox

\
Pagina 2 - acrescentar no canto inferior a

esquerda

(modelo da ficha do catálogo topográfico)
o numero de registro, quo no original figura como 82,

A repetição do parágrafo "Fichas secundárias", ocasionou a duplicação da primeira
ficha da página 4, que figura ao alto com
a designação da ficha anterior (pag. 3)

I Digitalizado
-gentilmente por:

�nSo sor öiu caflôs auito ospociais dovo sor consarvado^ noanio quo sa u'blUza pcirei
esse fim um fichârio improvisado numa caixa de madeira, com fichas manuscritas»
Cada ficha poderia conter Bomonte»
1)
2)
3)
4)

P
F h

numoro de chamadaj
nome do autor 5
título do livro;
número de registro.

Faccini, Mario
íB.storias do Vovô Cejmorada«

Modelo de ficha do catálogo topográfico
Como axomplo de instrução simplificada p?3ra ^ sua
organização»
"colocar a osquerda,na altura da primeira linha escrita, o numero de chamada» O
ncane do autor, com o ultimo sobrencme em primeiro lägar,vam na çrimeira Tinha e
o título do livro, em baixo. No canto da esquerda,Qn baixo, o numero do registro, observando- se que,no caso da obra em mxiitos volumes, ou com muitas diÇ)licatas, todos os números de registro são anotados."
Essas instruções nSo prevSstao caso dos sobrenomes compostos, assunto muito difícil de ser explicado a elementos nSo especializados«bambam sSo
abandonadas todas as informaçoes conplementares sobre o livro, como editora, 3^
cal do impressão e paginação, quo figurcrão nas fichas para uso dos loitoros.
CATÁLOGOS PARA USO DB CRIANÇAS
O ideal da simplificação seria, a meu vSr, estabelecer, um tipo
do catalogação que pudesse ser realizado, se não intoiramonte por crianças, ao
monos com a sua colaboração. N^turalmonto que esse trabalho soria confiado
a
criança« ccn um mínimo de conhecimentos, o possuidoras do caligrafia regular,c^
pazes, portanto do uma apresentação razoável das fichas#
^
Seriam então adotadas as fichas manuscritas,o que o a única solução possível om escolas ou estafcòlecimentos que não possuam máquinas do datilografia« Mas tonho, entretanto, a opinião do que essa grande simplificação de
catalogos, ^mesmo nas bibliotecas que têm pessoal técnico e fazem fichas datilografadas, e muito útil no sentido do trazer o catálogo ao nível da criança.
Ê preciso tombam prever,pelos motivos alegados no início, o trabalho de^possoas som especialização, ou preparo biblioteconSmico, para as quais
e necessário firmar princípios simplificados. Ssclareço ainda que nunca poderá
ser dispensada a surpovisão de um bibliotecário adulto, por melhor que seja
o
treinamento das crianças.
Vejamos os pontos que dovem ser visados pala simplificação»
Batrada do autor
A entrada polo ultimo sobrenome, como regra geral, parece-me uma
medida acertada, numa biblioteca para crianças.
^
Bcceções podem, ser feitas, om casos de grande renomo literário ,
exigindo-se,nessa hipótese, que o bibliotecário adulto se oncarrogue do inse rir no catálogo fichas ronissivas,explicando-sa aos pequenos leitores sua util4
dado.
As instituições,associações e repartições deverão entrar com os

Digitalizado
-gentilmente por:

�1

txctnes que figurcoa nos livros de que são autores, dosprezendo-se as desigxiaçoas
goograflcas ou cuaisquer outros elenentos que oxljam pesquisas especiais»
s muito mais simples para uma criança procurar uma publicaçãoâo
Ministério da Agricultura na letra M que aprender quo se trata de uma repartição federal, devendo entrar em Brasil«
Composiõão d£ ficha.
Acho não ser possível exigir que a criança respeite ccia fidelidade margens e espaços. Para obter um mínimo de uniforTnidade, as fichas podem
ser preparadas previamente, marcando-se, com dois traços leves, a margem superior e a lateral esquerda.

1
1

As regras devem ser simples e enunciadas de modo claro.
O uso de duas margens poderá ser dispensado, começando o sobrenomo do autor, o título, as notas topográficas e as bibliográficas na mesnamaf
gem.
Outra medida que facilitara,na minha opinião, a
distribuição
dos elementos na ficha de catalogação,o fazor que as notas togográficas tenham
início numa outra linha»Ficaria assin esquematizada a confecção da ficha:
a) nome do autor escrito na primeira linha,cora o ultimo sobreno
me em primeiro lugarj
^
b) título na segunda linha, com subtíiólo o,quando nocessário ,
outra informação importante que figuro na página de rosto, como a edição j
c) local da impressão, editora e ano, numa^outra lin^j
d) a última linha seria reservada para o número do páginas
ou
volumes.
Seriam assim, usadas linhas novas parat título, local de inproj
são e numero de volumes ou páginas, conservando-se a mesma margem»
Dispensar-so-iam todas as notas especiais

F
H h

Faccini, Mário
Historias do VovS Camarada
Rio do Janeiro, F. Alvos, 1952
121 p.

Ficha de autor, para biblioteca infantil
No caso muito provável da biblioteca nao usar processos mecânicos da reprodução de fichas e considerando não ser recomendável a adoção
(Sas
fichas impressas,muito minuciosas,quase desaparecem as vangatens da "ficha

Digitalizado
-gentilmente por:

�ca'". Julgo quo a ficha do título, por exemplo, que e indispensável nuna
otoca para crianças, pode ser feita de acordo con essa determinação muito su»
nária: inverter a ordem da ficha, colocando o txtulo na primeira linha o o aii
tor na seguinte•

F
F h

Historias do Vovô Camarada
Faccini, Mario
Rio de Janeiro, F, Alvos, 1952
121 p.

Ficha de autor, para biblioteca infantil
Fichas secundárias
No caso muito provável da biblioteca não usar processos^meca
nicos de reprodução de fichas e considerando não ser recomendável a adoção das
fichas impressas, muito minuciosas,quase desaparecem as vantagens da
"ficha
única"« Julgo que a ficha de t£tulo,por exemplo,que e indispensável numa biblioteca para crianças,podo ser feita do acordo com essa determinação
muito
sumaria: inverter a ordem da ficha, colocando o título na primeira linloa e o
autor na seguinte.

F
F h

IB.stórias do Vovo Camarada
Faccini, Mario
Rio de Janeiro, F. Alvos, 1952
121 p.

I

Ficha de título
As fichas de assunto devem conter a rubricr. de assunto
linha extra colocada acima do nome do autor.

230
K h

como

JESUS CRISTO
Kehl, Olça Ferraz
Uma historia verdadeira. 3ê ediç&amp;
São Paulo, Malhoramentos.
82 p.

Ficha do assunto

Digitalizado
-gentilmente por:

I Sc a H
st em
14

15

16

17

lí

19

�LISTAS DS CAB2SALH0S DE ASSUNTO
è indispensável a organização de listas de cabegalhos d© assuntos, contendo rubricas que correspondem aos livros mais frequentencsnte gp
controdos nas bibliotecas para criangas. Bssas listas, adaptadas aos into rôsses infantis,^devem levar em conta os programas^oscolaros, devendo ser tp
vistas com frequencia, inserindo-se, quando necessário, novos assuntos que
tenham vindo a fazer parte do curricsulo das escolas.
CLASSIFICAÇÃO DOS

LIVROS INFiUNTIS

A classificação dos livros para crianças deve ser feita prlij
cipolmente dentro do ponto de vista da sua utilidade p^a o pequeno^ leitor.
Ao mesmo ten^ío, e preciso respeitar, na medida do possível, oa padrões comuns de class^icação, para assegurar a continuidade do trabaHho, sendo por
iaso aconselhável a adoção de algum sisttma bem divulgado, como a classificação decimal de Dewey. Devemos contar com a dificuldade de escolas e ins;^
tuições do escassos recursos posäuirom c.a tabelas oficiais de classificaçao
decimal, tendo que se contentar com os r2sumos apresentados pelos manuais do
biblioteconomia« Para maior facilidade, oa números mais utilizados nas bibliotecas infantis podem ser relacionados o essas listas distribuídas, nas
redes de bibliotecas escolares. ífci nosso SERVIÇO D3 OHGANiZ/iÇiiO DB INSTIIÜ^
ÇQSS SSCCLARSS, temos distribuído, a partir de 1950, uma relação, baseadaeti
parte na que vem incluída no ^''Teacher-librarian's handbooljí*, de
Maiy
Peacock Douglas»
Devo-se ter cm vista algums considerações, levando em conta a natureza da biblioteca e o tipo dos leitores. Nunca se deve empregar ,
por exeE5&gt;lo, u]^ numero mui^to longo, ou muito coeçIoxo. 3ntrotanto, a simplí
ficação arbitraria que reuija subdivisões quo seriam mais úteis, isoladamente, deve ser evitada. Se ha coleção açrecir.vel do livros sobre Rimais e as
crianças têm cossibilidade do consulta-los em seus estudos^ sera melhor separarmos mamíferos, aves, pelxos, etc», polo uso de seus números do classificação proprios, em lugar de engloba-los em zoologia, com o eraprogo de un
numero menos preciso.
Tendo em mente^c ponto de vista da criança, certos livros ro
cebom uma classificação que não teriam numa bibliotec^ do adultos, aproveitandOHie freqüentemente, dentro do estudo de certos topicos, livros que apresentan o assunto dó maneira fantasista e recreativa.
LIVROS DE FICÇSO
Os livros de ficção são agrupados sob o^símbolo "F".
Livros que contenham sobretudo ilustrações poden ser marcaJos
com o símbolo *"0^ (gravura).
^
^
Lj_vros recreativos que se destinam sobretudo a crianças nas
ultimas series primarias o a adolescentes, podem ser assinalados com um sim
b&lt;^o especial "Fj" (Ficção juvenil).
Para facilitar o arranjo da coleção de ficção, recomenda- se
o uso da inicial do sobrenomo do av^tor. /J.gumag bibliotecas infantis, costu
mam usar a tabela Cutter-Sanborn. Tomos exporiencia pessoal na adoção da t^
bçla resumida, baseada na de Outter-Sanbom e publicada^como suplemento ao
codigo da ^aticana. Aconsçlhaiaos, com base nessa experiencia, uma poquenarg
íificação nas tabelas numerias, us^do síiabolos serçre com o mesmo numorodo
algarismos, pois a criança não esta acostumada ao arranjo decimal e tem dificuldade em perceber que o 2 vem depois do 19 e o 3 depois do 29. á
mais
sinçles acrescentar um O aos símbolos de um so algarismo e unir 19, 20, 29,
50, facilitando a compreensão infantil«
Arranjos mais sinçjles, como o uso da inicial do sobrenome do
autor,^seguido, quando necessário, pela inicial do titulo, são geralmente gç.
tisfatorios, para coleção de livros infantis.
crr.-ann?/; wTo r^.LBSWrQiBIjS
^
4M
^
^
Por mais qi^e tentemog sir^jlificar a técnica da cl?.ssificaçao
e^sençre esse, por sua própria natureza, um trabalho completo,e certas col^
çõos exclusivamento de ficção,ou mito reduzidas,como as bJbliotocas cb dassopo_

'I Digitalizado
-gentilmente por:

14

15

16

17

18

19

�dam ser arranjadas alfabc^icaraente, pelos sobrenomes dos autores» Êsse slg
tema de arranjo conservara rmnidos os livros dos mesmos autores e não of_g
rece nenhuma desvantagem para os livros recreativos«

v

CONCLUSÖBS

^
Para que tenham um c^áter prático essas medidas de sinçilificação, e preciso que os bibliotecários que trabalham com crianças reconheçam a necessidade imediata do seguinte:
a) organização de um código para a catalogação de livros in
fantis. contendo as regras essenciais parada organizaçao de um catalogo e
redigido de maneira mu:^to clara, com abundancia de notas explicativas tendo em vista a sua provável utilização por elemontos estranlios a biblioteco
ncmiaí
b) organização de una lista abreviada de cabeçalhos de assuntos que inclua os tópicos mais freqüentemente encontrados nas bibliotecas infantis}
c) organização de uma adaptação resumida da
classificação
decimal de Dew(^, de acordo com as nocossida(|es das biblio-^ecas infantis ,
para aiiç&gt;la devulgação entre professores primários, responsáveis por clubes
infantis, assistentes sociais e dirigentes de parques infantis.

BIBLIOGRAFIA
A* L* A* - How shall we educate teachers and librarians for libraiy
Service in the school? New York, Columbia University Press, 1936»
DIAS, Antonio Caetano o^GOSMB, Luis - Compêndio de classificação decimal e
- indico alfabético, Rio de Janeiro, I. N« L., 1950.
DCÜGLilS, Maiy Poacock - Teacher-librarian's handbook. Qiicago, A. L. A.,
1941.
PARGO, Lucile - The libröiy in the school. CShicago, A. L. A., 1947.
POWBR, Sffio L. - Work with childrenüt.public libraries. Chicago, A. L. A.,
1943.
1
RALPH, R. G. - lhe libraiy in edücation. London, Tumstile Press, 1949.

I Digitalizado
-gentilmente por:

^Scan
~

«c

14

15

16

17

Ii

19

20

��Wi

M^-m

.^w
iís\
V

|b7« J
r

D'^'' xi'^
r&lt;í^

^k'

IÄ
Ji^
ííte

cm

12

3

I Digitalizado
^^^shem
-gentilmente por:

]_ 4

15

16

17

1í

19

20

�cm

1

Digitalizado
-gentilmente por:

I 2c a n
System

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="7">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7171">
                <text>CBBD - Edição: 01 - Ano: 1954 (Recife/PE)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7172">
                <text>Biblioteconomia</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="48">
            <name>Source</name>
            <description>A related resource from which the described resource is derived</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7173">
                <text>I Congresso Brasileiro de Biblioteconomia</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7174">
                <text>1954</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7175">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8555">
                <text>Recife/PE</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="48">
          <name>Source</name>
          <description>A related resource from which the described resource is derived</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="7553">
              <text>I Congresso Brasileiro de Biblioteconomia</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="7554">
              <text>Simplificação dos processos técnicos de catalogação e classificaçao nas bibliotecas infantis</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="7555">
              <text>Lima, Maria Lecticia de Andrade</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="7556">
              <text>Recife</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="7557">
              <text>FEBAB</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="7558">
              <text>1954</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="15137">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="65109">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
  <tagContainer>
    <tag tagId="5">
      <name>cbbd1954</name>
    </tag>
  </tagContainer>
</item>
