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                  <text>ACESSIBILIDAE EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS: ANÁLISE DA BIBLIOTECA
JOAQUIM CARDOZO À LUZ DA NBR 9050.
Rodrigo Galvão
Bacharel em biblioteconomia pela UFPE
Bibliotecário da UFPE
rodsiq@yahoo.com.br
Gustavo Henn
Especialista em Gestão de Unidades de
Informação, UFPB
gustavohenn@gmail.com

Resumo

Analisa a acessibilidade da Biblioteca Joaquim Cardozo, do Centro de Artes e
Comunicação da UFPE, à luz da ABNT NBR 9050 - Acessibilidade a edificações,
mobiliários, espaços e equipamentos urbanos. Observa aspectos como entrada e
acesso à biblioteca, balcão de empréstimo/devolução, largura entre estantes, altura das
estantes, acesso ao acervo, disposição dos terminais de consulta, acesso à sala de
leitura e acesso à coleção especial. Identifica graves faltas à referida norma, no tocante
à inobservância de vários de seus pontos. Conclui que apesar de estar num centro que
abriga cursos que lidam diretamente com a questão de acesso, como Arquitetura,
Design e Biblioteconomia, a Biblioteca Joaquim Cardozo carece de mais atenção à
acessibilidade e usabilidade de seu acervo documental e informacional. Apresenta, por
fim, sugestões de melhoria para bem atender às necessidades do público com maiores
limitações.

1. Introdução

Os problemas de acesso não são diretamente ligados somente às pessoas que utilizam
cadeiras de rodas. Muitas outras limitações devem ser levadas em consideração ao

�analisar a “acessibilidade”, como pro exemplo, os portadores de deficiências visual e
auditiva, idosos, mulheres grávidas e até mesmo recém acidentados. Todos esses
necessitam de atenção especial.

De acordo Norma Brasileira 9050 da Associação Brasileira de Normas Técnicas
(ABNT/NBR 9050, 2004), promover a acessibilidade no ambiente construído é
proporcionar condições de mobilidade, com autonomia e segurança, eliminando as
barreiras arquitetônicas e urbanísticas nas cidades, nos edifícios, nos meios de
transporte e de comunicação. Isto constitui um direito universal resultante de conquistas
sociais importantes, que reforçam o conceito de cidadania.

Para Bittencout et al. (2004), Os portadores de deficiência física são

classificados

como parciais ou totais. Os parciais são aqueles que se movimentam com dificuldade
ou insegurança, usando ou não aparelhos ortopédicos e próteses. Dentre esses, se
encontra os hemiplégicos, amputados, pessoas com insuficiência cardíaca ou
respiratória, aquelas que levam cargas pesadas ou volumosas, os que levam criança
pequena nos braços, engessados ou com vendas, convalescentes de doenças ou
intervenções cirúrgicas, anciões e pessoas afetadas por doenças
ou mal formações que os impeçam de caminhar normalmente. Os portadores totais são
aqueles que utilizam, temporariamente ou não, cadeiras de rodas e incluem
paraplégicos, tetraplégicos, hemiplégicos, amputados, e pessoas afetadas fortemente
por doenças e malformações que as impossibilitam de andar.

Este estudo faz abordagens acerca da acessibilidade de bibliotecas universitárias e o
objeto de estudo é a Biblioteca Joaquim Cardozo, pertencente ao Centro de Artes e
Comunicação – CAC da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE.

2. Problema

Os prédios de uma universidade devem ser estruturados para receber todo tipo de
pessoas. Com necessidades especiais ou não. Alguns prédios apresentam em seus

�projetos, uma estrutura que possa atender à essas necessidades, outros projetistas não
imaginam que a universalidade possa ter alunos, funcionários e professores com
determinadas deficiências.

Antes de desenvolverem os projetos é importante lembrar que cada pessoa, que terá
acesso às construções, possui suas peculiaridades e por isso tem que ser feito de
acordo com algumas normas. Ou pelo menos, pensando nas limitações desses
usuários especiais.

3 Objetivos

Geral
Analisar a acessibilidade na biblioteca Joaquim Cardozo, no CAC à luz da NBR 9050.

Específicos

1 Identificar irregularidades no ambiente da biblioteca do CAC sob o ponto de vista
da NBR 9050;
2 Identificar dificuldades de acesso nos vários setores da biblioteca.
3 Propor recomendações de melhorias do ambiente da biblioteca.

4 Metodologia

Poderíamos falar sobre acessibilidade em relação às pessoas com as mais variadas
deficiências físicas, como visual, audição etc, porém, não seria possível em um artigo,
logo, neste texto foi avaliado apenas as limitações em relação aos cadeirantes, ou seja
deficientes físicos que utilizam cadeiras de rodas.

A análise da biblioteca foi feita a partir de alguns pontos escolhidos nma parte interna.
O critério de escolha foi baseado nos locais de maior utilização no ambiente da

�biblioteca. Os pontos observados foram: balcão de empréstimo/devolução; terminal de
consulta, acervo de livros e salão de leitura.

Após análise foi feita uma comparação com a NBR 9050 Acessibilidade a edificações,
mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, Observando cada irregularidade de
acordo com a norma e apresentando algumas propostas de alterações para que possa
atender às necessidade especiais dos usuários.

5 Desenvolvimento

5.1 O Centro de Artes e Comunicação - CAC

O CAC foi fundado em 1975, surgiu da junção da Escola de Belas Artes, da Faculdade
de Arquitetura, do Departamento de Letras e do Curso de Biblioteconomia. Ocupa uma
área de 15.500 metros quadrados, distribuídos entre salas de aula, Biblioteca, teatro,
núcleos de pesquisas, laboratórios, hemeroteca e oficinas.

Atualmente abriga os departamentos de Arquitetura e Urbanismo, Ciência da
Informação, Comunicação Social, Desenho, Letras, Música, Teoria da Arte e Expressão
Artística e Design, e seus respectivos cursos.

O Centro está atualmente pondo em prática um antigo projeto de instalação de um
elevador mais de trinta anos depois de sua inauguração.

5.2 Acessibilidade

O termo acessibilidade é muito abrangente. Porém, todos os significados remetem ao
mesmo fim. Apresentar um conceito daquilo que possa auxiliar as pessoas com
algumas limitações a conseguir ter acesso a determinado local.

�Neste trabalho o termo acessibilidade refere-se às edificações, mobiliário, espaços e
equipamentos urbanos.

De acordo com a NBR 9050 acessibilidade é a Possibilidade e condição de alcance,
percepção e entendimento para a utilização com segurança e autonomia de
edificações, espaço, mobiliário, equipamento urbano e elementos.

O acesso ao meio físico por parte de portadores de deficiências é Direito fundamental.
O Decreto-lei 5296 de 2 de dezembro de 2004, diz em seu Art. 8º que acessibilidade é
condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços,
mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos
dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa portadora de
deficiência ou com mobilidade reduzida;

5.3 Avaliação

5.3.1 – O acesso ao CAC
Há três anos foi construída uma rampa de acesso ligando o prédio principal ao seu
estacionamento. Até então, a locomoção neste trajeto,

por parte de pessoas que

necessitassem de atendimentos especiais, por questões momentâneas ou não, era
bastante precária. Sempre tinham que solicitar ajuda a terceiros. Porém, ainda hoje, ao
chegar no interior do prédio, o necessitado continua dependente de outras pessoas
para ter acesso às salas de aula, que geralmente ficam nos primeiro e segundo
andares.

5.3.2 – Entrando na Biblioteca Joaquim Cardozo

O acesso à biblioteca se dá através de uma pequena escadaria composta por quatro

�degraus e uma rampa de acesso para os cadeirantes.

A Rampa de acesso ao salão da biblioteca obedece aos critérios estabelecidos na NBR
9050. Seu cumprimento, curto, ajuda nesta obediência, Não há uma inclinação que
necessite maior atenção sobre ela.

5.3.3 – Balcão de empréstimo/devolução

Esta é a vista do balcão da biblioteca
do CAC. O balcão não apresenta
nenhuma infra-estrutura para receber
cadeirantes. A altura é totalmente
superior ao indicado na norma. Não
há nenhuma parte da superfície do
balcão que tenha a altura, sequer,
aproximada da indicada na NBR
9050. Em todo seu cumprimento há
1,14 m de altura em relação ao solo,
não tenho possibilidade alguma de atender confortavelmente os usuários que utilizem
cadeiras de rodas. Também, não há nenhum recuo em relação a profundidade livre no
balcão.

Na NBR 9050, fica bastante evidente a altura necessária para atender bem esse tipo de
usuário. O balcão deve possuir o mínimo de 0,73 m de altura em relação ao solo e
uma profundidade livre de 0,30 m para acomodação das pernas, por exemplo.
Ou seja, balcão de atendimento peca em todos os sentidos.

Na figura abaixo segue o exemplo da Norma em se tratando dos critérios estabelecidos
para o atendimento confortável do cadeirante.

�5.3.4 – Terminal de consultas

Os terminais de consulta da biblioteca possuem um tamanho inferior ao o mínimo
exigido pela norma. Dificultando assim o posicionamento da cadeira de rodas frente ao
computador. O a altura dos terminais do CAC é de 0,69 m do solo. O posicionado para
a aproximação frontal, nesses terminais de consulta é livre.

De acordo com a Norma, As mesas ou superfícies devem possuir altura livre inferior de
no mínimo 0,73 m do piso, e o posicionado para a aproximação frontal, possibilitando
avançar sob as mesas ou superfícies até no máximo 0,50 m. Como mencionado, este
posicionamento não é problema no objeto de estudo

Pode-se fazer um comparativo visual através das figuras abaixo.

�5.3.5 – Acesso ao acervo
Há, também, uma rampa de acesso ao acervo da biblioteca. O comprimento da rampa
é de 41 m , logo a inclinação é inferior aos 6,25 % indicado na NBR 9050 e segundo a
Norma apenas para inclinação entre 6,25% e 8,33% devem ser previstas áreas de
descanso nos patamares, a cada 50 m de percurso.

5.3.6 - Estantes no acervo

Talvez o ponto mais crítico desta avaliação. A começar pela própria Norma e a
realidade das bibliotecas brasileiras em relação ao problema de espaços e
principalmente problemas financeiros. É muito difícil, se não impossível, encontrar uma
biblioteca que possua em sua estrutura, tanto física quanto pessoal, suporte para
atender às mais variadas necessidades de deficientes temporários ou não. Porém,
como trata-se, aqui, apenas de necessidades em relação aos cadeirantes, seguem
algumas abordagens.

Este item divide-se em dois pontos. Um trabalha a largura entre as estantes, outro, a

�altura.

Dentro da realidade da biblioteca do Centro de Artes e Comunicação a largura entre
estantes não segue nenhum padrão de espaço. Há uma grande variação entre a
distância das estantes de valores consideráveis. Existe corredores cuja distância é de
0,69 m, outros de 0,62 m e outros até de 1,15 m. nota-se que, de fato, não há nenhum
padrão. Existe algo que agrava mais ainda a situação. Os livros guardados na parte
inferior da estante, na última prateleira, ficam acomodados na horizontal pela lombada,
ocupando assim, mais espaço que poderia ser utilizado pela cadeira de rodas, talvez.
Por exemplo, em um corredor que possui uma distância entre as estantes de 0,62 m,
apresenta um espaço livre/útil de apenas 0,57 m. Com isso, torna mais difícil a
locomoção por parte do cadeirante. Já os corredores de estantes, têm em média 8,10
m não desobedecendo aos parâmetros da NBR citada.

A Norma diz que a distância entre estantes de livros deve ser de no mínimo 0,90 m de
largura, e nos corredores entre as estantes, a cada 15 m, deve haver um espaço que
permita a manobra da cadeira de rodas.

O outro problema, não somente desta biblioteca, é em relação à altura das estantes,
que geralmente é 1,75 m (úteis). A idéia de formar parâmetros para acessibilidade é
tornar os necessitados mais auto-suficientes possível, mas a realidade é que não há
condições para tal. A norma não faz menção a altura em nenhum dos seus pontos,
porém, é de grande dificuldade pra o cadeirante pegar os livros que estão na última
prateleira. Trabalha-se a locomoção, acesso às estantes entre outras, mas não trabalha
o principal, acesso ao produto final. A informação, ou livro em si. É evidente que o
deficiente não vai utilizar cadeiras de rodas até chegar perto do livro e quando chegar
vá levantar da cadeira e pegar o livro. É obvio que ele vai pedir ajuda para pegar o
material.

�Mas, sabe-se que é muito difícil solucionar este problema. Terá que ser feito muitos
estudos, inclusive arquitetônicos e ergonômicos para que se possa chegar na estante
ideal. Mas, será muito difícil, tendo em vista a falta de espaço nas bibliotecas em geral.
Segue abaixo figuras demonstrando a situação da biblioteca e a sugestão da norma.

5.3.7 - Catálogo topográfico

Os catálogos topográficos da biblioteca estão muito mal dispostos. Talvez não haja
muita preocupação em relação a ele pelo fato de ser possível a consulta aos dados dos
livros através dos terminais de consulta. Mas, eles devem permanecer bem dispostos
para melhor visualização.

Como é possível observar a figura abaixo, o catálogo é composto por varias colunas de
4 (quatro) gavetas cada, e a altura da ultima gaveta é 1,38 m, com isso, não fica
possível para o deficiente enxergar o conteúdo da fichinha desejada, caso esteja ela na
ultima gaveta e considerando que as fichas são fixas e não saem das gavetas.

�Na figura abaixo é comprovado que o usuário sentado sobre uma cadeira de rodas não
consegue visualizar as informações contidas nas fichas catalográficas da última gaveta.
Tendo em vista que o campo de visão segue ao seu limite em uma linha diagonal,
obviamente sem curvas.

5.3.8 – Salão de leitura

O salão de leitura apresenta um espaço ideal para que possa circular algumas cadeiras
de rodas. As mesas para estudos permitem que um deficiente possa ficar acomodado
com sua cadeira.

Segue abaixo a imagem da sala de leitura.

�5.3.9 – Cabines individuais

As cabines individuais foram construídas recentemente e já pecam bastante na
acomodação de cadeiras de rodas. A largura da entrada tem apenas 0,69 m, e em
média a largura, apenas, da cadeira de rodas, é de 0,60 m a 0,70 m.

Na norma não há nenhuma referência direta às cabines individuais, porém, em outras
cabines, deve ser respeitado e garantido um M.R. Modulo de Referência. Considera-se
o módulo de referência a projeção de 0,80 m por 1,20 m no piso, ocupada por uma
pessoa utilizando cadeira de rodas,

�6 Conclusão

Dentro do exposto é possível notar que a realidade da maioria das bibliotecas
universitárias ainda está bastante precária em se tratando do acesso para pessoas com
algum tipo de deficiência, momentânea ou não.

É visível a falta de estrutura especial para atender, pelo menos, de forma razoável,
esse público menor. Com pequenos ajustes seria possível minimizar alguns problemas
encontrados na Biblioteca do CAC, como reorganização do mobiliário, por exemplo.

É muito mais fácil desenvolver os projetos obedecendo alguns padrões e poder atender
os deficientes, do que refazer todo o projeto. Gastaria mais tempo e dinheiro.

O estudo apresentou a importância e a necessidade de seguir padrões estabelecidos
para edificações públicas e mobiliário, contidos, por exemplo, na NBR 9050. Esta
norma, inclusive, apresenta algumas contradições como foi colocado anteriormente.
Peca no tocante à altura das estantes, que, visivelmente fica inviável para o cadeirante
ter acesso ao seu material.

7 REFERÊNCIAS
ABNT. NBR 9050: Acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência a edificações,
espaço, mobiliário e equipamento urbano. Rio de Janeiro: ABNT, 97 p., 2004.
ACESSIBILIDADE BRASIL. Home page da Acessibilidade no Brasil. Disponível em:
&lt;http://www.acessobrasil.org.br&gt; Acesso em 26 de junho de 2006.
Bittencout, L. S. et al. Acessibilidade e Cidadania: Barreiras Arquitetônicas e Exclusão
Social dos Portadores de Deficiências Físicas. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE
EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA, 2, 2004. Belo Horizonte Anais... Belo Horizonte, 2004.
CUTRIM FILHO, P. B. Acessibilidade ao meio físico como direito fundamental. São
Luis, 2004. 88 f. Monografia (Curso de Direito da Universidade Federal do Maranhão)
Departamento de Direito - Universidade Federal do Maranhão. São Luís, 2004.

�Drumond, V. R. P. Análise e reestruturação de espaço físico em bibliotecas: estudo de
caso da situação funcional e administrativa da biblioteca da ea/ufmg - proposição de
soluções emergenciais. In: SEMINARIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS
UNIVERSITÁRIAS, 11, 2000 Florianópolis. Anais... Florianópolis, 2000.

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              <text>Analisa a acessibilidade da Biblioteca Joaquim Cardozo, do Centro de Artes e Comunicação da UFPE, à luz da ABNT NBR 9050 - Acessibilidade a edificações, mobiliários, espaços e equipamentos urbanos. Observa aspectos como entrada e acesso à biblioteca, balcão de empréstimo/devolução, largura entre estantes, altura das estantes, acesso ao acervo, disposição dos terminais de consulta, acesso à sala de leitura e acesso à coleção especial. Identifica graves faltas à referida norma, no tocante à inobservância de vários de seus pontos. Conclui que apesar de estar num centro que abriga cursos que lidam diretamente com a questão de acesso, como Arquitetura, Design e Biblioteconomia, a Biblioteca Joaquim Cardozo carece de mais atenção à acessibilidade e usabilidade de seu acervo documental e informacional. Apresenta, por fim, sugestões de melhoria para bem atender às necessidades do público com maiores limitações.</text>
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