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                  <text>AÇÕES DE LETRAMENTO DIGITAL NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO

Ellys Regina Galindo Lima de Barros
Universidade Católica de Pernambuco
Rua do Príncipe, 526 Boa Vista – Recife – PE – Brasil CEP: 50050900
e-mail: ellysregina@yahoo.com.br

Simone Rosa de Oliveira
Universidade Católica de Pernambuco
Rua do Príncipe, 526 Boa Vista – Recife – PE – Brasil CEP: 50050900
e-mail: sro@hotmail.com

Andréa Batista
Biblioteca do Porto Digital
Avenida Barbosa Lima,149,sl 7,Bairro do Recife -PE -Brasil CEP: 50030917
e-mail: andreabatistape@yahoo.com.br

Resumo: O que vem a ser letramento digital? Estará a sociedade da informação
preparada para a virtualidade da leitura e da escrita? Este trabalho apresenta
alguns questionamentos a partir das ações de letramento digital realizados em
Recife, como exemplos, o Projeto Horizonte desenvolvido na Universidade
Católica de Pernambuco, voltado para crianças e adolescentes portadores de
Síndrome de Down e deficiência auditiva e, o Livron@uta, produto da parceria da
Universidade Federal de Pernambuco e o Porto Digital, que visa estimular a
leitura entre crianças e adolescentes de uma comunidade, analisar o
desenvolvimento educacional, através da elevação do nível de compreensão de
leitura das crianças e adolescentes; avaliar a leitura e compreensão do texto
impresso e digital em crianças e adolescentes; identificar e avaliar o Letramento
Digital e sua trajetória e aplicabilidade no Projeto Livron@uta e Projeto Horizonte.
De tal forma, este estudo busca entender como as novas tecnologias constituem
uma possibilidade de interação social, identificando o processo de
desenvolvimento educacional através da leitura de textos digitais que envolvem
links para outros textos, textos dinâmicos ou animados com o uso de imagens e
sons, ou seja, o Letramento Digital como fator que interfere diretamente no
comportamento social e processo de aquisição da linguagem.
Palavras-chave: Letramento digital; Leitura e escrita; Ensino-aprendizagem.

1

�1 Introdução

Atualmente, o computador está inserido no contexto educacional e social,
possibilitando experiências práticas e teóricas através da leitura e da
comunicação à distância com a utilização de um novo modo, com uma dinâmica
diferente, que requer um novo saber, um novo aprendizado, uma nova cognição.
Estes saberes são apresentados como sendo um novo letramento que ao mesmo
tempo, exige e amplia o “letramento tradicional” que se faz necessário para criar
novas trajetórias do conhecimento.

Ler, escrever e teclar constituem-se hoje, em atividades altamente
desafiadoras e necessárias, pelo que representam de possibilidade de inserção
maior do homem na sociedade, não como forma de submissão aos textos
existentes e às tecnologias disponíveis, mas como forma de conhecendo-as,
poder criticá-las, criar novas formas de ação com elas e para elas, novos modos
de ler e de escrever.

O Letramento Digital é uma possibilidade do pleno acesso à informação e
aos meios de criação cultural e compartilhamento e produção de conhecimento.
Porém, a inclusão digital não é somente através do computador, precisamos
capacitar as pessoas para usar as novas tecnologias de forma correta para que
acessem as informações e os meios de criação e produção. Por isso é necessário
fazer o Letramento Digital, não só como forma de conhecimento técnico, mas
também do uso de teclado, interfaces gráficas, dominando as tecnologias de
produção de textos, imagens, sons e também de comunicação através da
Internet.

Este estudo trata do impacto do Letramento Digital que envolve crianças e
adolescentes no Projeto Horizonte (UNICAP) e Projeto Livron@auta (UFPE). Em
ambos os projetos, busca-se entender como as novas tecnologias constituem
uma possibilidade de interação social onde as formas de conectividade
possibilitem conectar qualquer pessoa, a um reservatório de dados e a processos
de intermediação político-social.
2

�Apresenta diversas propostas que têm como objetivo estimular a cognição
das crianças e dos adolescentes, estes que já possuem um conhecimento prévio
da leitura e da escrita, isto é, sendo alfabetizados já compartilham dos materiais
escritos que circulam na sociedade.

O conhecimento das práticas sociais de leitura e de escrita está engajado
no processo de aquisição do sistema gráfico alfabético, assim, a escrita passa a
ter sentido, pois já possui funcionalidade. Observa-se que o ritmo das crianças
para esta aprendizagem é bastante variado, em especial por causa de sua
vivência cultural, que estimula ou não o desenvolvimento e evolução dos estágios
cognitivos. Investigando o desenvolvimento cognitivo referente à aquisição da
leitura e da escrita, Ferreiro e Teberosky (1984, p.35) constataram que as
crianças vão formulando, com regularidade, suas próprias histórias sobre a
natureza do sistema da escrita que as cerca.

Um dos impactos é a interligação e o acesso a muitos textos ao mesmo
tempo, onde um texto contém uma passagem que dá acesso a outro texto ou
imagem através de caminhos que se abrem. Esta forma de acessar a informação
proporciona uma nova cognição e percepção dentro da realidade.

2 Lições de letramento digital

Os projetos sociais que a UNICAP e UFPE desenvolvem são resultados da
experiência com crianças e adolescentes. Na UNICAP, o Projeto Horizonte visa
estimular as habilidades das crianças e adolescentes portadoras de deficiência
auditiva e Síndrome de Down. Atende na Biblioteca Central, crianças e jovens de
escolas públicas da Região Metropolitana do Recife, que apresentam dificuldades
no aprendizado. Em parceria com o Departamento de Pedagogia, o projeto
funciona também como pesquisa e estágio para os alunos do curso de
Pedagogia. São desenvolvidas atividades que estimulam a criatividade. As
crianças e jovens têm contato com tarefas que obrigam o uso da tecnologia,
dessa forma são incluídas no meio digital.
3

�Já na UFPE, o Projeto Livro@auta, que é um projeto de extensão do
Departamento de Letras da UFPE, em parceria com a Biblioteca do Porto Digital
e do Bandeprev, com o objetivo de promover o desenvolvimento educacional e o
acesso de crianças e adolescentes à Internet.

Esses projetos de Letramento

Digital em crianças e adolescentes diagnosticam os novos recursos didáticos,
compreendendo o incentivo da prática ao ensino/ aprendizagem através de meios
como Internet, softwares educacionais, sites.

3 Objetivos

Os Projetos Livron@auta e Projeto Horizonte buscam traçar um diagnóstico
da metodologia aplicada, e por conseguinte, contribuir para novos estudos que se
realizam em torno do Letramento Digital e a sua relevância para a inclusão digital
do maior número possível de pessoas na sociedade. Esses e outros são os
objetivos essenciais, bem como:
•

Análise do desenvolvimento educacional, através da elevação do nível de
compreensão de leitura das crianças e adolescentes;

•

Avaliação da leitura e compreensão do texto impresso e digital;

•

Identificação e avaliação do Letramento Digital e sua trajetória e
aplicabilidade nos projetos;

•

O acesso à tecnologia como meio de inserção social;

•

Investigação dos processos de Letramento Digital e a sua relação com a
alfabetização em crianças e adolescentes;

•

Os processos de Letramento Digital e alfabetização: influências no
processo de escolarização e na vida em sociedade;

•

Quais as alterações de comportamento social com o Letramento Digital?

•

Qual o nível de compreensão da tecnologia aplicada a Internet?

4

�4 Letramento digital a partir de um referencial teórico

O Letramento não é uma discussão recente dos estudiosos envolvidos em
várias áreas interdisciplinares, como a Lingüística, a Psicologia, a Pedagogia,
dentre outras que se envolvem com a aprendizagem e a inserção social do ser
humano. Entretanto, com o advento de novas tecnologias surgidas recentemente,
o seu conceito voltou a ser repensado e os cursos que envolvem as Ciências da
Linguagem serão de grande aplicação às recentes demandas dessas “novas
formas de aprender”.

O sistema de escrita apareceu como uma forma de representar a fala,
logo no inicio (ainda na época do homem primitivo) o que funcionava era
o sistema pictográfico, que consistia em representar a fala através de
linhas ou traços, até formar a escrita silábica, onde foram usados vinte e
quatro símbolos para representarem as palavras. (Gelb apud Kato, 2002,
p. 48)

Segundo Morin (2001, p. 25) a “Escola é um organismo vivo, composto de
pessoas que interagem entre si e com o meio em que estão inseridas
modificando-o e sendo modificadas constantemente”.

Para Soares (2003, p. 35):

O ensino (...) deve estar baseado em textos orais e escritos, que visem
ao Letramento, ou seja, ao aperfeiçoamento da prática social da
interação lingüística, através do desenvolvimento das habilidades de ler,
escrever, ouvir e falar, nas diversas situações discursivas.

O reconhecimento da importância do Letramento está definitivamente
consolidado para Kleiman (1995, p. 19) como “um conjunto de práticas sociais
que usam a escrita, enquanto sistema simbólico e enquanto tecnologia, em
contextos específicos, para objetivos específicos”.

O Letramento propõe tarefas de leitura e escrita, ampliando a compreensão
do mundo, pois nenhum ser pode estar isolado; assim sendo, é necessário
proporcionar às crianças e adolescentes pistas que os façam parar e refletir sobre

5

�a importância de cada um/a como sujeito/ leitor de mundo e da palavra que está
no mundo.

Na concepção de Soares (2003, p. 26), Letramento é a “condição de quem
se apropriou da leitura e da escrita, incorporando as práticas sociais que as
demandam”.

Sob o ponto de vista de Soares (2003, p.146)

(...) as práticas de leitura e de escrita digitais, o letramento na
cibercultura, conduzem a um estado ou condução diferente daquele a
que conduzem as práticas de leitura e de escrita quirográficas e
tipográficas.

Na opinião de Drucker (2000, p. 43):

o conceito de Tecnologias de Informação e Comunicação surge como
conjunto de conhecimentos, refletidos quer em equipamentos e
programas, quer na sua criação e utilização pessoal e empresarial. Das
várias ferramentas, métodos e técnicas que coexistem nas escolas no
domínio das Tecnologias de Informação, o computador destaca-se na
medida em que é o elemento em relação ao qual existe uma maior
interação com a componente humana das organizações (é também
comum a referência a estas tecnologias pela sigla” TI “ou por “TIC” –
Tecnologias da informação e Comunicação).

O letramento digital, segundo Lévy (1999, p. 17);

é um conjunto de técnicas (materiais e intelectuais), de práticas, de
atitudes, de modos de pensamento e valores que se desenvolvem
juntamente com o crescimento do ciberespaço, que é o novo meio de
comunicação que surge da interconexão mundial dos computadores.

Lévy (1999, p. 56) define o hipertexto como “um texto móvel, caleidoscópio,
que apresenta suas facetas, gira, dobra-se e desdobra-se à vontade frente ao
leitor”.

6

�Ferreiro e Teberosky (1984, p.15):

dão conta de que a grande parte das crianças está em contato com a
escrita por meio de seus diferentes portadores de texto, iniciando-se no
conhecimento destes materiais mesmo antes de ingressarem na escola.

O desenvolvimento da oralidade é de suma importância para a criação de
histórias escritas, pois primeiro se faz necessário que a criança organize suas
idéias, verbalize-as, discuta-as com os colegas, para que, quando for registrá-las,
esteja com idéias bem formuladas, facilitando assim a escrita.

Os instrumentos teóricos fornecidos pela epistemologia genética formulada
e desenvolvida por Jean Piaget, pela teoria sócio-histórica de L.S. Vygotsky e a
psicogênese de Emília Ferreiro, juntamente com seus seguidores são também
considerados fundamentais para o estudo em questão.

Segundo Vygotsky (1984, p.19)

todas as funções no desenvolvimento da criança aparecem duas vezes:
primeiro, no nível social; depois no nível individual; primeiro entre
pessoas, interpsicológica, depois, no interior da criança, intrapsicológica.

A teoria Interacionista Construtivista, que tem em Piaget seu principal
representante, concebe a criança como um ser ativo, inteligente, que constrói seu
conhecimento com base na interação com o ambiente.

Para Piaget, o desenvolvimento é uma construção que se dá em etapas,
resultando da maturação neurológica e do contato com o mundo físico e social. O
ser humano utiliza esquemas de ação já formulados para conhecer e modificar o
ambiente e, nesse processo, cria novas estruturas de pensamentos mais
avançados. Por intermédio dos processos mentais de assimilação e acomodação
o sujeito vai se modificando para se adaptar ao meio.

7

�Os estudos fundamentados na teoria Piagetiana focalizam e privilegiam o
conhecimento sobre o sujeito que constrói a linguagem, assim como o
desenvolvimento das habilidades cognitivas que interagem nesse processo.

Do ponto de vista do construtivismo, a interação do sujeito com o meio
físico e social é essencial para o desenvolvimento das estruturas lógicas que
possibilitam o conhecimento. Este conhecimento provém de construções
sucessivas com elaborações constantes e novas estruturas. Essas construções
resultam da relação do sujeito com o objeto. As relações de um sobre o outro são
recíprocas, provocando no sujeito um desequilíbrio que o faz esforçar-se para
adaptar-se, a fim de que se restabeleça o equilíbrio.

Para Ferreiro e Teberosky (1984, p.31),
o sujeito cognoscente, o sujeito que busca adquirir conhecimentos, o
sujeito que procura ativamente compreender o mundo que o rodeia, e
trata de resolver as interrogações que este mundo provoca.

A partir de Smolka (1999, p.14) sabemos que

a aprendizagem é uma conseqüência de múltiplos e complexos
processos cognitivos que os sujeitos vivem, e não processos meramente
motores, como querem e defendem alguns. Aprende-se a ler e a
escrever porque se pensa sobre esse objeto de conhecimento e não
porque se copia inúmeras vezes o que o professor determina. Aprendese porque cada um investe em seu tempo, esforço e desejo em
determinado objeto que deseja melhor conhecer. E inicia com este
objeto um jogo de pensamento. Envolve o procurar e o achar, mas
também o não encontrar e o perder. Ou perder-se. Um jogo que tem o
comando do cérebro e não, como se acredita tão firmemente, o
comando do olho, da mão ou do ouvido. Um jogo que precisa ter sentido
para quem nele se envolve. Um jogo que é determinado pelo próprio
jogador, e não por um outro exterior a ele, quer seja a professora, quer
seja o livro didático. Nesse jogo de aprendizagem da leitura e da escrita,
quem dita as regras é o aluno. E estas normas pessoais que estão
sempre em revisão, reelaboração, releitura de múltiplas interações e
interlocuções a que os sujeitos-aprendizes estão imersos.

A passagem da escrita espontânea para a escrita convencional depende
da instalação na criança do conflito cognitivo. O professor deverá saber colocar o

8

�conflito cognitivo adequado, que desestabilize, pelo confronto, a hipótese da
criança, provocando a busca de nova hipótese, num nível mais evoluído.

5 Considerações finais

Os projetos também serviram para incentivar a pesquisa de campo na UFPE e
UNICAP e através dos indicadores de impacto qualitativo e quantitativo,
permitiram:

1. Pesquisa bibliográfica em livros e periódicos para embasamento sobre o
letramento digital, Internet, aquisição da linguagem;
2. Construção do referencial teórico;
3. Entrevista qualitativa não estruturada com crianças e adolescentes e
pesquisadores envolvidos nos projetos;
4. Entrevistas qualitativas não estruturadas compreendendo os dados sóciodemográficos com as crianças e adolescentes e pesquisadores envolvidos
nos projetos;
5. Estudo de observação da autonomia e auto-estima dos participantes.

Através das entrevistas, é possível identificar o índice de desempenho das
crianças e adolescentes em suas atividades de pesquisa, levando em questão
alguns pontos importantes:

1. O nível de compreensão da leitura on-line;
2. O desempenho escolar (freqüência, participação, envolvimento em
pesquisa);
3. O interesse pela leitura nas crianças e adolescentes no seu ambiente de
convivência;
4. O enriquecimento de vocabulário.

Os resultados dessas práticas permitirão analisar o desenvolvimento
educacional, através do nível de compreensão de leitura do texto impresso e

9

�digital e também dos processos de Letramento Digital e a sua relação com a
alfabetização das crianças e adolescentes.

Afinal, para formar cidadãos participativos é preciso levar em consideração
a noção de letramento e não o de alfabetização. Letrar significa inserir a criança
no mundo letrado, trabalhando com diferentes usos da escrita quando ela interage
socialmente com práticas do letramento no mundo social.

Referências

CHOMSKY, N. Lingüística cartesiana. Petrópolis: Vozes, 1972.
DRUCKER, Peter. Uma era de descontinuidade orientação para uma sociedade
em mudança. 3.ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2000.
FERREIRO, Emília; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1984.
GERALDI, João Wanderley. Culturas orais em sociedades letradas. Revista do
Instituto de Letras, Campinas, v.19, n.1-2, p.9-16, dez. 2000.
GOLDGRUB, Franklin W. A máquina do fantasma: aquisição de linguagem e
constituição do sujeito. Piracicaba: UNIMEP, 2001.
KATO, Mary A. No mundo da escrita: uma perspectiva psicolingüística. 7. ed.
São Paulo: Ática, 2002.
KLEIMAN, Ângela. Os significados do letramento: uma nova perspectiva sobre
a prática social da escrita. Campinas: Mercado de letras, 2001.
LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 1999.
MENYUK, Paula. Aquisição e desenvolvimento da linguagem. São Paulo:
Pioneira, 1975.
MORIN, Edgar. Os setes saberes necessários à educação do futuro. São
Paulo: Cortez, 2001.
PIAGET, Jean. A linguagem e o pensamento na criança. Rio de Janeiro: Fundo
de Cultura, 1973.
SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. 2. ed. Belo Horizonte:
Autêntica, 2003.

10

�SMOLKA, Ana Luiza Bustamente. A criança na fase inicial da escrita:
alfabetização como processo discursivo. São Paulo: Cortez, 1999.
TFOUNI, Leda Verdiani. Letramento e alfabetização. 2. ed. São Paulo: Cortez,
1997. 04 p.
TEBEROSKY, Ana. Psicopedagogia da linguagem escrita. São Paulo:
Trajetória Cultural, 1984.
VYGOTSKY, L.S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes,
1984.

11

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              <text>O que vem a ser letramento digital? Estará a sociedade da informação preparada para a virtualidade da leitura e da escrita? Este trabalho apresenta alguns questionamentos a partir das ações de letramento digital realizados em Recife, como exemplos, o Projeto Horizonte desenvolvido na Universidade Católica de Pernambuco, voltado para crianças e adolescentes portadores de Síndrome de Down e deficiência auditiva e, o Livron@uta, produto da parceria da Universidade Federal de Pernambuco e o Porto Digital, que visa estimular a leitura entre crianças e adolescentes de uma comunidade, analisar o desenvolvimento educacional, através da elevação do nível de compreensão de leitura das crianças e adolescentes; avaliar a leitura e compreensão do texto impresso e digital em crianças e adolescentes; identificar e avaliar o Letramento Digital e sua trajetória e aplicabilidade no Projeto Livron@uta e Projeto Horizonte. De tal forma, este estudo busca entender como as novas tecnologias constituem uma possibilidade de interação social, identificando o processo de desenvolvimento educacional através da leitura de textos digitais que envolvem links para outros textos, textos dinâmicos ou animados com o uso de imagens e sons, ou seja, o Letramento Digital como fator que interfere diretamente no comportamento social e processo de aquisição da linguagem. Palavras-chave: Letramento digital; Leitura e escrita; Ensino-aprendizagem.</text>
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