<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="4969" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.libertar.org/items/show/4969?output=omeka-xml" accessDate="2026-05-01T15:57:05-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="4037">
      <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/46/4969/SNBU2004_125.pdf</src>
      <authentication>fb5781500e755053505da015ae0a8d7a</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="54635">
                  <text>BIBLIOTECA DIGITAL X BIBLIOTECA VIRTUAL: ASPECTOS
NORTEADORES PARA PROPOSTA DE IMPLANTAÇÃO EM UMA IES

Zaira Regina Zafalon∗

RESUMO
O objetivo deste trabalho é traçar aspectos norteadores diante da necessidade
da implantação de uma biblioteca não-física (aquela em que o acesso não é
feito fisicamente, mas utilizando-se de meios tecnológicos) em uma Instituição
de Ensino Superior (IES), bem como estratégias no gerenciamento dos
recursos informacionais disponíveis na instituição para uso nas bibliotecas. O
intuito também é formalizar e sistematizar este processo de implantação,
apresentando tanto aspectos institucionais como profissionais. Apresenta
também a necessidade de uma preocupação com a melhoria contínua,
enfocando, principalmente a maior divulgação do acervo, tanto físico como
digital, permitindo, portanto, um melhor atendimento às necessidades do seu
real público, tanto presencial como a distância e uma oferta bem mais atrativa
aos usuários potenciais, envolvendo discentes, docentes e funcionários. A
metodologia utilizada foi pesquisa bibliográfica e pesquisa de campo, com foco
institucional, nos quais procurou-se identificar pontos relevantes que poderiam
orientar o desenvolvimento e implantação de bibliotecas virtuais. Foi também
considerada a vivência em uma IES com tal necessidade. Constata-se que o
diferencial observado para a proposta desta situação está entre a oferta e a
demanda das IES que focam qualidade da prestação de seus serviços, sendo
necessário, portanto, um processo constante de aperfeiçoamento e o
estabelecimento de estratégias.
PALAVRAS-CHAVE: Biblioteca digital. Biblioteca virtual. IES. Produção
discente. Produção docente. Qualidade no atendimento. Automação de
bibliotecas.

INTRODUÇÃO
Tendo em vista a atual situação na qual as Instituições de Ensino
Superior (IES) estão inseridas (político-educacacional e sócio-econômicocultural) percebe-se a necessidade de difusão da produção científica e
tecnológica, dado o avanço das instituições no que tange a educação superior,
a qualificação do corpo docente e a necessidade constante de produção,

�difusão e troca de informação científica e tecnológica, bem como a
disponibilização de informações que fomentem situação com acesso
centralizado.
Objetiva-se, portanto, atender a demanda percebida utilizando-se da
implementação de uma biblioteca não-física na qual pode ser disponibilizada
um acervo acadêmico e institucional de qualidade, em ambiente web, que
esteja à disposição do corpo docente, discente e administrativo de uma IES,
bem como a comunidade em geral, focando pesquisa e disseminação da
produção intelectual da mesma, atrelada à qualidade do atendimento.
Especificamente ainda pretende-se envolver ações que abranjam o
ensino a distância, os usuários finais, a melhoria tanto dos processos
administrativos como dos relatórios (análise de produtividade e qualidade dos
registros bibliográficos; cadastramento de informações no registro bibliográfico
quanto a cursos e disciplinas oferecidos pela IES; promoção de análise de
desenvolvimento de coleções do acervo digital tendo em vista a relação custo x
uso x benefício), e, principalmente, nos serviços e treinamentos.
Considera-se a análise deste trabalho relevante tendo em vista a
modernização percebida não só quanto às novas tecnologias disponíveis,
como também nas atividades de ensino e as atividades biblioteconômicas, sem
deixar de considerar a percepção sentida pelo público que freqüenta as
universidades, centros universitários e faculdades.

REFERENCIAL TEÓRICO
Pesquisando a bibliografia específica na área de biblioteconomia e
ciência da informação, foi possível traçar um perfil comparativo quanto às
conceituações concernentes às bibliotecas físicas e não-físicas.
A biblioteca tradicional, apresentada por Cunha (1999, p. 258), tem
como principal característica o fato de que a coleção e o catálogo ainda têm o
papel como suporte ao registro de informação.

�Já biblioteca polimídia, para Barker (1994, apud MARCHIORI, 1997, p.
118), são as bibliotecas que agrupam acervo independente do seu suporte
físico. A automação não se faz presente no gerenciamento e tampouco na
organização, mas para estarem disponíveis aos usuários, não envolvendo,
portanto, os processos biblioteconômicos.
A biblioteca digital, de acordo com Barker (1994, apud MARCHIORI,
1997, p. 118), agrega acervo somente no formato digital, podendo diferir
quanto aos meios de armazenagem (discos magnéticos e óticos). O diferencial
percebido seria o custo relativamente baixo e a grande oferta de
compartilhamento e acesso. Entretanto, Cunha (2000, p. 78) apresenta a
terminologia de biblioteca digital para denotar o conjunto de mecanismos
eletrônicos que facilitam a localização de demanda informacional.
Landoni (1993, apud MARCHIORI, 1997, p. 119) afirma que o período
vivido pelas bibliotecas é o eletrônico, devido à estratégia para o resgate de
informações com acesso eletrônico a texto completo, e Barker (1994, apud
MARCHIORI, 1997, p. 119) afirma que a biblioteca eletrônica faz uma ampla
utilização dos recursos computacionais na armazenagem, recuperação e
disponibilidade de informação, podendo incluir a digitalização de livros.
No que tange a biblioteca virtual, Barker (1994, citado por MARCHIORI,
1997, p. 118) afirma que para que exista a biblioteca virtual é necessária a
disponibilização de um software que reproduz o ambiente físico de uma
biblioteca, em duas ou três dimensões, permitindo adentrar salas, selecionar
obras, ‘tocá-las’ e ‘folheá-las’, visão confirmada por Cunha (1999, p. 258) ao
afirmar que a biblioteca virtual utiliza recursos de realidade virtual. Já Poulter
(1994, apud MARCHIORI, 1997, p. 118) afirma que a biblioteca virtual está
relacionada ao acesso, por meio de redes, a recursos de informação
disponíveis

em

sistemas

computadorizados,

e

Powell

(1994,

apud

MARCHIORI, 1997, p. 119) expõe que a esta é uma biblioteca mais tradicional
que transformou alguns de seus pontos significativos de canais de busca de
informação em formato eletrônico, para que muitos de seus clientes não
precisem visitar fisicamente a biblioteca para obter a informação. Também de
acordo com Cunha (2000, p. 78) a biblioteca virtual implica que haja a

�existência da biblioteca no ciberespaço, envolvendo financiamento de acesso e
padronização de fluxos para melhor navegação do usuário.
Entretanto, foi exposto na BIB_VIRTUAL (2004), por Petersen, de uma
forma muito satisfatória, a relação entre o virtual e o real bem como entre o
digital e o material. Para ele a biblioteca virtual é aquela que de fato não tem
uma sede material, factível de ser freqüentada ou que exista geograficamente,
ou seja, faz referência a dados digitais ou materiais, apresentados ou
representados, tendo à disposição mecanismos de navegação neste mundo
apresentado. A dicotomia entre o material e o digital também fica clara quando
trata que digital seria tão somente o suporte, traçando aqui a analogia com os
valores binários. Em suma: a biblioteca é virtual, por não existir em algum lugar
geográfico que se possa freqüentar, e é digital pelo fato das informações
estarem sob a forma digital, não existindo, portanto, uma definição pura de
biblioteca digital ou biblioteca virtual, mas algo complementar: biblioteca digital
virtual.
Sendo assim, há concordância com o exposto por Dertouzos (1997,
apud CUNHA, 2000, p. 78), quando diz que a biblioteca terá a custódia do
material impresso e também fará o gerenciamento de linhas de comunicação
com outros locais de conhecimento.
Aqui será utilizada o termo biblioteca virtual dada à sua abrangência
tanto conceitual como nos aspectos de acesso, gestão e veiculação da
informação.
Para estas bibliotecas existe então a necessidade de mudança
paradigmática de organização do documento para disponibilidade de
informação, sendo que no que tange o gerenciamento, a preocupação com o
uso da tecnologia deverá estar aliada à eficiência, qualidade, serviço ao cliente
e retorno de investimentos.
Segundo Cloyes (1994, apud MARCHIORI, 1997, p. 120), as condições
para o estabelecimento desta nova biblioteca são:
-

Elaboração de um cuidadoso planejamento estratégico;

�-

Respeito à existência concomitante de documentos impressos,
eletrônicos e óticos;

-

Modificação do conceito de acesso às estantes para acesso à
informação;

-

Envolvimento do usuário no acesso direto à informação;

-

Reorganização do fluxo de trabalho e das responsabilidades da
biblioteca;

-

Modificação da cultura de circulação física nas estantes;

-

Utilização de novas abordagens de qualidade total e de reengenharia
para minimização de erros;

-

Exigência de flexibilidade nas habilidades, capacidades e educação
continuada do pessoal da biblioteca;

-

Revisão dos itens de orçamento, devendo estar voltados ao acesso e
não só à aquisição;

-

Identificação das condições para acesso às redes, outras bibliotecas
e bases comerciais;

-

Modificação do desenvolvimento de coleções;

-

Estabelecimento de parcerias profissionais e institucionais.

Tendo essa orientação de como deve ser a designação do tipo de
biblioteca a ser adotado há que se ter planejamento que abranja as
contextualizações necessárias, o profissional que deverá estar envolvido e a
pertinência requerida.

CONTEXTUALIZAÇÃO
É necessária também a avaliação da contextualização da IES no que
tange a implementação das bibliotecas virtuais. Para tanto, as abordagens
institucional, regional, nacional e internacional são pertinentes.
A abordagem institucional poderá tratar da disponibilização de um ponto
único de acesso às informações acadêmico-institucionais, com acesso pela
web, bem como, oferecer informação, controle, divulgação e acesso à

�produção docente, discente e administrativa o que faz com que o atendimento
às necessidades do público com as mais variadas necessidades informacionais
fique favorecido, para análise do MEC e INEP e outros órgãos reguladores.
Na

abordagem

regional

poderão

ser

tratados

os

convênios

interinstitucionais não somente quanto às consultas e disponibilização de
conteúdo, mas também o estabelecimento de consórcios, bem como a análise
do referencial competitivo entre as IES de uma mesma região ou que atendem
um

determinado

nicho.

Verifica-se

uma

tendência

de

que

grandes

universidades criem e estabeleçam bibliotecas virtuais, fato em constante
desenvolvimento tendo em vista o início há cerca de 10 anos com as
bibliotecas virtuais temáticas e a crescente disponibilização de bases de dados
com acesso eletrônico, sendo sempre percebido o objetivo de compartilhar
informações no nível universitário promovendo melhoria no processo
educacional.
Quanto à abordagem nacional a análise poderá estar voltada às
situações já programadas, como a UniRede (Universidade Virtual Pública do
Brasil) e a BDTD (Biblioteca Digital de Teses e Dissertações, do IBICT).
A UniRede surgiu da necessidade de “oferecer um conjunto de
aplicações voltadas para a recuperação do ensino superior público,
disseminando educação assistida por meios interativos via Internet” (CUNHA,
2000, p. 77)
No Brasil são produzidos anualmente cerca de 30 mil trabalhos
científicos e a BDTD já tem em seu banco de dados 158.000 registros
referenciais e mais 6.800 em texto completo de dissertações e teses. As
instituições participantes são: USP, UFSC e PUC-Rio (as três primeiras
universidades a se engajarem no projeto) e ainda a UCB, UNICAP, UNICAMP
e INPE.
O foco internacional também pode ser observado quanto à participação
da BDTD, por ser uma iniciativa vinculada a Networked Digital Library of
Theses and Dissertations (NDLTD), que já interliga os bancos de dados

�científicos de 100 instituições do mundo, como também os convênios que
poderão ser traçados.

O PROFISSIONAL E A BIBLIOTECA
É necessário, para o pleno alcance dos objetivos traçados neste projeto,
que haja preocupação concernente ao perfil, às habilidades e às funções do
profissional bibliotecário, à abrangência requerida, os recursos e as estratégias
para a implementação.
Blattmann (2000) define que o bibliotecário no ambiente web, deve ter o
perfil de gerente/gestor do conhecimento e o profissional da tecnologia com
foco na informação (coleta, identificação, organização) até mesmo porque o
bibliotecário deve manter o foco no usuário que fará uso da informação. Faz
também

parte

desta

atividade

fazer

o

gerenciamento

da

estrutura

organizacional (saber onde e a quem recorrer no caso de necessidades de
informações) e ter o entendimento dos diversos formatos, seus recursos,
ferramentas e tipos de documentos. Deve também saber avaliar os impactos
sobre os "documentos físicos/suporte papel" e apresentar apoio necessário no
sentido de que centros de informação e documentação, bibliotecas e arquivos
utilizem documentos eletrônicos ou digitalizados a serem manuseados em
serviços automatizados ou na informatização de processos.
Também são apresentadas por Blattmann (2000) as habilidades que
estão centradas principalmente na facilidade de comunicação (verbal, escrita e
no uso das telecomunicações como e-mail, fax e telefone), capacidade em
organizar informações digitais e saber negociar com os seus usuários e
principalmente com os provedores de informações (editoras e publicadoras,
empresas de licenciamento de softwares e de fornecimento de hardware).
Deverão ainda ter visão de futuro sobre a implementação e apoio para o uso de
tecnologias emergentes nas bibliotecas, saber como interagir nos serviços
técnicos e automatizados, conhecer ou estar familiarizado com as tecnologias

�emergentes nas áreas de catalogação e no processo de aquisição eletrônica,
como por exemplo, a assinatura de periódicos online.
Como funções do profissional bibliotecário voltado para a web
apresentam-se:
-

o gerenciamento de arquivos digitais (envolvendo planejamento,
análise, design, construção, armazenamento e segurança),

-

a coordenação da integração de bases de dados e promoção de
iniciativas sobre a informação digital nas instituições/empresas
(atendendo assim a demanda de seus usuários),

-

o acompanhamento, gerenciamento e coordenação em todas as
atividades de automação na unidade de informação.

Quanto à abrangência da implantação de uma biblioteca virtual em uma
IES é possível incluir os acervos de teses e dissertações, produção docente,
produção discente (incluindo trabalhos de alunos de graduação, tecnologia,
formação específica e educação continuada), publicações institucionais
(incluindo e-print´s), bases de dados, e-book´s, registros acadêmicos (GED) e
até base do conhecimento institucional.
Verificou-se que, em outras instituições que trabalharam com as
bibliotecas digitais, foram necessárias algumas iniciativas:
-

Instituir legalmente a criação da biblioteca virtual, com objetivos e
missão claros;

-

Assinar convênios com outras instituições;

-

Definir a política de publicações;

-

Participar de redes de bibliotecas digitais e virtuais;

-

Estabelecer política de cessão dos direitos autorais quanto às
publicações da e pela instituição, com participação efetiva da
área jurídica;

-

Estabelecer os critérios acerca dos documentos que farão parte
dos tópicos específicos para a construção da biblioteca virtual;

-

Estabelecer a integração entre a base referencial e a base virtual.

�Quanto aos recursos necessários, podem ser identificados:
-

Recursos humanos: envolvimento de colaboradores das áreas de
RH, Tecnologia, Marketing, Biblioteca, Avaliação institucional,
Gestores Acadêmicos, Ensino a Distância, Secretaria de
Registros Acadêmicos, Política Editorial e Docentes;

-

Recursos tecnológicos: software de gerenciamento de bibliotecas,
espaço em disco para armazenagem, softwares livres e gratuitos,
entre outros;

-

Recursos motivacionais: incentivo para o novo, incentivo ao corpo
docente para a colaboração nesta solução, participação em
ambientes macro-estratégicos, entre outros.

Como

estratégia

modernização

seria

para

importante

o

desenvolvimento
a

determinação

deste
de

programa

equipe

básica

de
e

multidisciplinar, determinação de equipes para sub-projetos, estabelecimento
de prioridades às metas estabelecidas, participação e envolvimento das áreas
relacionadas, conscientização dos processos (e não somente dos objetivos).
Ainda como definição estratégica poderia ser traçado um plano de
qualidade em prestação de serviços de biblioteca no atendimento não
presencial, que teria como foco:
-

Relacionamento com clientes: planejamento e práticas de gestão
de padrões de trabalho;

-

Ciclo de controle: atividades concernentes à medição de
desempenho das práticas de gestão, realizadas a partir de
comparação com dados estatísticos de anos anteriores, no
mesmo período ou ainda quanto às metas estabelecidas;

-

Ciclo

de

aprendizado:

as

rotinas

de

trabalho,

sempre

direcionadas aos clientes, dividem-se naquelas com objetivos de
longo e de curto prazo. Entre aquelas de curto prazo encontra-se
basicamente o atendimento, onde, por meio de conversas
constantes são avaliados erros e parabenizados os acertos,
apresentando também o empréstimo diário relacionado com o

�tipo de material e o tipo de cliente. Dentre as atividades com
objetivos de longo prazo apresenta-se a implementação de novos
atributos para atendimento aos serviços, incluindo novas
ferramentas de busca e auto-atendimento, alcançando-se assim
uma melhor utilização do acervo.

CONCLUSÃO
Atualmente constata-se que o diferencial quanto a oferta e a demanda
das instituições de ensino superior, tanto as particulares como as públicas, está
na qualidade da prestação de seus serviços: tanto os diretos (relacionados
diretamente ao público discente e docente) como os indiretos (no que se refere
ao atendimento da comunidade em geral). Há que ser uma permanente,
portanto, a busca e a implementação de novas estratégias para que este fato
ocorra, fazendo com que as instituições notadas quanto à qualidade
educacional continuem ativas e com o diferencial observado em crescimento.
Neste contexto, a implantação e o desenvolvimento de bibliotecas
virtuais, tanto para uso pela própria IES, com o foco voltado a todas as áreas e
competências da instituição, como a participação em redes cooperativas, o que
eleva a observância nacional da IES, deve fazer parte do Plano de
Desenvolvimento Institucional, apresentando, portanto, novas estratégias.

REFERÊNCIAS

BIB_VIRTUAL Lista de discussão e divulgação sobre bibliotecas e informação
digital na Internet. Lista mantida por IBICT. Disponível em:
&lt;https://listas.ibict.br/mailman/listinfo/bib_virtual&gt; . Acesso em: 02/06/2004.
Mensagem postada por Flavio Petersen, em 02/06/2004, às 01:32, intitulada
Dúvidas.
BLATTMANN, U., FACHIN, G. R. B., VARKAVIS, G. J. Bibliotecário na posição
do arquiteto da informação em ambiente web. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE
BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 11., 2000, Florianópolis. Anais

�eletrônicos... Florianópolis: SNBU, 2000. Disponível em:
http://snbu.bvs.br/snbu2000/docs/pt/doc/t146.doc
CUNHA, M. B. Construindo o futuro: a biblioteca universitária brasileira em
2010. Ciência da Informação, Brasília, v. 29, n.1, p. 71-89, jan./abr. 2000.
CUNHA, M. B. Desafios na construção de uma biblioteca digital. Ciência da
Informação, Brasília, v. 28, n.3, p. 257-268, set./dez. 1999.
IBICT. Biblioteca Digital de Teses e Dissertações. Disponível em:
&lt;http://bdtd.ibict.br/bdtd/apresentacao/apresentacao.jsp&gt; . Acesso em: 16
jun.2004.
MARCHIORI, P. Z. “Ciberteca” ou biblioteca virtual: uma perspectiva de
gerenciamento de recursos de informação. Ciência da Informação, v.26, n.2,
p. 115-124, maio/ago. 1997.

∗

Bibliotecária de Sistemas; Mestranda em Comunicação e Semiótica; Especialista em
Sistemas Automatizados de Informação em C&amp;T; Especialista em Administração; Especialista
em Docência Superior; Professora do Centro de Tecnologia e Formação Específica do Centro
Universitário Nove de Julho – Brasil. zaira@uninove.br zaira@zafalon.eti.br

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="46">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51369">
                <text>SNBU - Edição: 13 - Ano: 2004 (UFRN - Natal/RN)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51370">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="41">
            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51371">
                <text>Tema: Bibliotecas universitárias: (Re) Dimensão de bibliotecas universitárias: da gestão estratégica à inclusão social.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51372">
                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51373">
                <text>UFRN</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51374">
                <text>2004</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51375">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51376">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51377">
                <text>Natal (Rio Grande do Norte)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="54609">
              <text>Biblioteca digital x Biblioteca virtual: aspectos norteadores para proposta de implantação em uma IES.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="54610">
              <text>Zafalon, Zaira Regina</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="54611">
              <text>Natal (Rio Grande do Norte)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="54612">
              <text>UFRN</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="54613">
              <text>2004</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="54615">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="54616">
              <text>O objetivo deste trabalho é traçar aspectos norteadores diante da necessidade da implantação de uma biblioteca não-física (aquela em que o acesso não é feito fisicamente, mas utilizando-se de meios tecnológicos) em uma Instituição de Ensino Superior (IES), bem como estratégias no gerenciamento dos recursos informacionais disponíveis na instituição para uso nas bibliotecas. O intuito também é formalizar e sistematizar este processo de implantação, apresentando tanto aspectos institucionais como profissionais. Apresenta também a necessidade de uma preocupação com a melhoria contínua, enfocando, principalmente a maior divulgação do acervo, tanto físico como digital, permitindo, portanto, um melhor atendimento às necessidades do seu real público, tanto presencial como a distância e uma oferta bem mais atrativa aos usuários potenciais, envolvendo discentes, docentes e funcionários. A metodologia utilizada foi pesquisa bibliográfica e pesquisa de campo, com foco institucional, nos quais procurou-se identificar pontos relevantes que poderiam orientar o desenvolvimento e implantação de bibliotecas virtuais. Foi também considerada a vivência em uma IES com tal necessidade. Constata-se que o diferencial observado para a proposta desta situação está entre a oferta e a demanda das IES que focam qualidade da prestação de seus serviços, sendo necessário, portanto, um processo constante de aperfeiçoamento e o estabelecimento de estratégias.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="68473">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
