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                  <text>CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA COLEÇÕES DE PERIÓDICOS

Ana Cláudia Carvalho de Miranda∗

RESUMO

Trata do estabelecimento de critérios na avaliação das coleções de periódicos em
face da escassez de recursos orçamentários destinados à formação e
manutenção dos acervos. Os critérios abordados contribuem como diretrizes de
apoio na tomada de decisões do bibliotecário. O objetivo é dotá-lo de ferramentas
racionais para auxiliá-lo da forma mais adequada na busca pela melhor utilização
dos recursos disponibilizados. Dentre as decisões a serem tomadas, busca-se
àquelas que causarão o menor impacto negativo para a comunidade de usuários.
Por fim, demonstra a preciosa contribuição dos periódicos para o avanço das
pesquisas em geral, tornando este tipo de publicação de vital importância no
contexto da composição do acervo.
PALAVRAS CHAVES:
periódicos – critérios.

Periódicos.

Publicações

periódicas.

Avaliação

de

1 PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS
A invenção da imprensa por Gutemberg em 1448 originou a explosão
bibliográfica, contribuindo para o crescimento da divulgação do conhecimento
registrado, acarretando um aumento significante no volume de publicações
editadas no mundo. Abriu-se caminho para o surgimento dos periódicos, cujo
objetivo é contribuir para o avanço do conhecimento.
Os periódicos podem abordar assunto específico ou abranger mais de uma
área do conhecimento, dependendo da limitação de sua cobertura. Os periódicos
são considerados uma fonte de informação primária, pois abordam informações
novas, fatos, acontecimentos ou novas interpretações de teorias, sendo
indispensáveis na divulgação dos resultados de pesquisas e relatos de
experiências recentes, facilitando o acompanhamento constante dos avanços em
cada área, favorecendo a necessária realimentação do ciclo de geração de
comunicação e disseminação mais rápida de novos conhecimentos.

�Prado (1992, p. 103) adverte:
o periódico caminha muito mais a par da ciência do que
os livros, pois pesquisas, descobertas ou observações
chegarão, através dos periódicos, no mesmo mês ou na
mesma semana às mãos, ao passo que o livro, embora
com mais detalhes e estudo mais profundo só será
obtido, na melhor das hipóteses, meses depois.

Além da missão de divulgar os resultados de pesquisas e relatos das
experiências, os periódicos têm muitas outras como: preservar o conhecimento
garantindo a possibilidade de futuros acessos e manter o padrão de qualidade
dos artigos. Os periódicos que se prezam e buscam um melhor nível das suas
publicações possuem uma comissão, comitê ou conselho editorial formado por
especialistas que irão apreciar os artigos submetidos à publicação e verificar se
os mesmos estão enquadrados nas normas ou requisitos por eles estabelecidos.
Sob a existência dessa comissão, Vergueiro (1995) ressalta ser um indicador
relevante, pois confirma que a publicação trabalha com o critério de autoridade,
além de ser uma garantia de qualidade internacional. Os membros da comissão
devem ser autoridades científicas confiáveis, além de cederem sua reputação
para o periódico.
Alguns conceitos de publicações periódicas têm sido abordados pelos
estudiosos da Biblioteconomia, contudo, nenhum deles é estabelecido como
oficial. Pelo contrário, alguns autores entendem que a definição de publicação
periódica diferencia-se da de publicação seriada. A dificuldade na definição está
no ponto de vista de cada estudioso. A Associação Francesa de Normalização
(apud GUINCHAT; MENOU, 1994) define periódico como uma publicação que
conta com a colaboração de diversos autores, possuindo um título oficial, editada
em intervalos regulares delimitados anteriormente, contendo sumário e se
encadeando de forma cronológica por um período de tempo indeterminado.
Enquanto Prado (1992) considera as publicações periódicas como editadas em
partes com a participação de vários autores e sob a direção de uma ou diversas
pessoas, com uma entidade responsável. Conceitua porém, publicação seriada,
como irregulares, mas obedecendo uma seqüência e cita alguns exemplos
dessas publicações: anuários, atas de congressos, relatórios, etc. Já para

�Guinchat e Menou (1994), publicação seriada é uma publicação com duração
ilimitada, a priori, com periodicidade irregular e normalmente editada por uma
coletividade.
Por outro lado, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (1998)
considera os periódicos como um tipo de publicação seriada, definindo-a como
uma publicação em fascículo ou volume geralmente numerados cronológica e/ou
seqüencialmente, sem um período predeterminado de término, podendo ser
editada sob forma impressa ou não.
Mueller (2000) comenta o surgimento dos periódicos científicos no século
XVII, na Europa, em um período da história marcado por mudanças em toda
sociedade. Com o aparecimento da ciência moderna, ocorreu a necessidade de
acelerar a comunicação das experiências para possibilitar a troca com maior
velocidade de idéias e críticas entre todos os cientistas interessados no assunto
em questão. Isso contribui para o advento de um novo meio de comunicação que
rompe as fronteiras da comunicação oral e a correspondência pessoal, bem mais
ligeiro que os livros e tratados: o periódico científico.
Quanto aos primeiros periódicos científicos que se tem notícia, Muller
(2000) menciona o Journal de Sçavans como o primeiro do gênero a ser
publicado em 5 de janeiro de 1665, fundado pelo francês Denis de Sallo. O
segundo não demorou muito para aparecer. Em menos de três messes depois,
surgiu um novo periódico denominado Philosophical Transactions, fundado por
um grupo de ingleses ligados à Royal Society. Este tipo de publicação foi bem
aceita

na

época

pelos

pesquisadores.

Rapidamente,

outros

periódicos

começaram a serem publicados através das sociedades de cientistas do
continente europeu, buscando divulgar as pesquisas que estavam sendo
executadas por seus integrantes.
Cunha

(2001)

relaciona

algumas

características

das

publicações

periódicas:
a) Periodicidade: intervalo de tempo entre a publicação dos
fascículos;

�b) Publicações em partes sucessivas: seguem normalmente uma
sistematização, isto é, subdividem-se por ano, volume ou tomo,
número, fascículo ou caderno;
c) Continuidade da publicação indefinida: possuem uma duração
indeterminada, sendo esta sua principal característica;
d) Variedade de assuntos e autores: podem abordar artigos sobre
diversos assuntos ou sobre vários aspectos de um mesmo
assunto, e geralmente de diferentes autores.
Apesar dos periódicos serem uma publicação de grande aceitação, ainda
apresentam alguns obstáculos na satisfação dos seus usuários. Dentre elas as
principais são: custos elevados de atualização das coleções, quebrando a sua
continuidade; expansão no número dos títulos, causando dificuldade tanto na
seleção quanto na aquisição; atraso na publicação dos artigos que, muitas vezes,
ultrapassa um ano após o recebimento do original pelo editor etc.
Andrade e Vergueiro (1996) reconhecem o trabalho com as coleções de
periódicos como sendo minucioso no conjunto das atividades da biblioteca em
razão da sua periodicidade que requer um controle permanente e detalhado do
recebimento de todos os fascículos ou volumes durante a vigência da assinatura,
como também as possíveis cobranças dos atrasos ou falhas.
Para a formação e manutenção de uma coleção de periódicos que tenha
qualidade e satisfaça as necessidades dos usuários é suma importância termos
continuamente uma política de avaliação do acervo considerando a possível
escassez dos recursos financeiros, ocasionando cancelamento de assinaturas.

2 AVALIAÇÃO DAS COLEÇÕES DE PERIÓDICOS
No Brasil, como nos demais países em desenvolvimento, o nível dos
serviços oferecidos raramente satisfaz as expectativas da comunidade de
usuários. Acredita-se que tal cenário se configura em decorrência do crescimento
impetuoso do mercado editorial, do custo elevado das assinaturas / renovações

�dos periódicos e da escassez dos recursos financeiros para dar continuidade às
coleções, deixando claro a evidência da necessidade de estudos contínuos que
justifiquem a manutenção das assinaturas dos periódicos. Mueller (2000) destaca
que esta dificuldade se agravou no início da década de 90 por decisões políticas e
econômicas do país, cujas conseqüências foram sentidas ao longo de toda
década.
Esse quadro tem conduzido as bibliotecas a reavaliarem sua política de
desenvolvimento de coleções, na tentativa de se adequarem à realidade não
favorável, pois do contrário, as bibliotecas irão se distanciar dos reais interesses
do público por não conseguirem preservar uma coleção de periódicos que interaja
positivamente com os usuários e suas necessidades. Conseqüências danosas
poderão advir se não houver uma mudança nos paradigmas levados em
consideração na política de desenvolvimento de coleções, tais como: redução na
freqüência, perda da qualidade da coleção, cancelamento da renovação
assinaturas etc.
É preciso analisar freqüentemente os pontos fortes e fracos do acervo para
garantir a continuidade da coleção. Este processo de analisar as coleções,
elimina a nociva prática de se incorporar novos títulos sem uma análise adequada
que leve em conta o grau de utilidade e o valor contextual na formação do acervo.
Assim fazendo, estaremos evitando despesas onerosas com documentos
desnecessários aos interesses do público. O ato de avaliar uma coleção de
periódicos é um processo constante, pois requer um acompanhamento contínuo
de sua relevância para os usuários e do espaço disponível para armazená-lo.
Tendo em vista que essa coleção cresce rapidamente com a chegada quase que
diária dos novos fascículos, faz-se necessário um bom planejamento do espaço
para seu armazenamento.
Lancaster (1996) afirma que a avaliação é um elemento indispensável para
administração bem sucedida em qualquer empreendimento e reforça tal
pensamento com a citação da lei da Raganathan – A biblioteca é um organismo
em crescimento. Um crescimento saudável exige ajustes às mudanças que

�precisam ser realizadas além da adaptabilidade as novas condições sociais
cambiantes.
A avaliação da coleção de periódicos difere totalmente da executada com
os livros, tendo em vista que na primeira é determinado um comprometimento
com sua continuidade, por tempo indeterminado. Já para com os livros, essa
decisão não tem nenhuma importância. Sem falar em outros fatores específicos,
normalmente, não existe argumento para que a biblioteca opte por ter apenas
alguns fascículos de um título e outros não. Ela precisa obrigatoriamente adquirir
a coleção como um todo, desde o instante em que decide efetuar a assinatura.
Para julgar a qualidade de um periódico, Vergueiro (1995) destaca dois
indicadores: primeiramente, a opinião de um especialista e segundo, a análise
das informações da contracapa ou das páginas iniciais.
Precisamos estabelecer critérios de avaliação como apoio para subsidiar a
tomada de decisões quanto ao cancelamento das assinaturas face a escassez de
recursos financeiros.

3

CRITÉRIOS

DECISIVOS

QUANTO

AO

CANCELAMENTO

DAS

ASSINATURAS
Para definir-se os critérios a serem adotados na política é indispensável ter
conhecimento do estado atual da coleção, dos interesses informacionais da
comunidade a ser servida e dos recursos financeiros disponíveis para aquisição.
Segundo Miranda (2003) o estabelecimento de critérios assegura que o acervo é
produto de um planejamento voltado para as diretrizes e objetivo da instituição na
qual a biblioteca está inserida.
Lancaster (1996) sugere a elaboração de uma lista classificada dos títulos
que retrate as prioridades para permanência das assinaturas onde os títulos
relacionados ao final são os cotados a terem suas renovações suspensas com
menos prejuízo para os usuários. Quanto aos critérios para obter essa
classificação, Lancaster relaciona algumas medidas:

�a) Mediante os dados de uso real coletados na biblioteca –
verifica-se o grau de êxito obtido nas consultas realizadas;
b) Mediante dados de uso que já tenham sido coletados por outra
biblioteca – compara-se os dados obtidos na biblioteca com
outra da mesma especialidade;
c) Mediante as opiniões – colhe-se o parecer de alguns
especialistas da área da publicação bem como o dos usuários.
Nesta pesquisa são apontados os periódicos mais importantes
para uma melhor prestação de serviços oferecidos pela
biblioteca;
d) Mediante citações – o grau de importância de um periódico é
diretamente proporcional ao número de ocorrências das
citações feitas em publicações. O Journal Citation Reports
(JCR), editado pelo Institute Scientific Infomation, possui uma
lista de classificação de periódicos levando em consideração o
número de vezes que foram citados;
e) Fator impacto – divulgado pelo JCR o fator impacto representa
o cociente entre o número de citações recebidas por um
periódico e o número de artigos publicados por este periódico.
Quanto maior o fator impacto mais alto estará o título na lista
de classificação dos periódicos por prioridade, sendo menos
provável o cancelamento da assinatura;
f) Custo-eficácia – é o único critério que leva em conta o custo.
Um periódico muito consultado tendo um custo de aquisição
pequeno, terá uma boa relação custo-eficácia. Quanto menor a
relação custo-eficácia, mais alto estará o título na lista de
classificação por prioridade o título na lista de classificação;
g) Mediante o número de artigos publicados numa determinada
especialidade – a partir da escolha de uma área do
conhecimento, busca-se identificar as revistas mais produtivas
da área especifica estabelecida através da verificação do
número

de

consultas

realizadas

em

uma

biblioteca

�especializada na mesma área. Bem como por meio de buscas
feitas

em

bases

de

dados

da

área

correspondente,

identificando-se os periódicos básicos e os mais produtivos nos
mais variados aspectos. Determina-se a relevância de um título
de periódico comparando-se o número de artigos recuperados
e julgados importantes pelos usuários com o total de artigos
publicados em um delimitado período de tempo.

Além dos critérios relacionados acima, temos outros indispensáveis e de
grande valia no momento da decisão quanto ao cancelamento das assinaturas:

a) Conteúdo – o mérito de um periódico é avaliado através dos
seguintes

fatores

do

conteúdo:

validade,

importância,

originalidade do tema etc;
b) Número de assinantes – demonstra o grau relativo de interesse
pelo o periódico quando comparado aos periódicos da mesma
especialidade;
c) Influência – repercussão que o título representa para área que se
destina;
d) Média de uso no último ano – retrata fielmente o volume de
utilização dos títulos da coleção nos últimos doze meses;
e) Credibilidade – processo de revisão editorial, o contexto e o
comprometimento com temas atuais.
f) Afinidade com os interesses da instituição – adequação aos
objetivos da instituição;
g) Disponibilidade em outra biblioteca da mesma localidade – o
título de periódico não tão relevante e de fácil acesso e consulta
em bibliotecas da mesma localidade, torna menor o grau de sua
necessidade de aquisição. Sendo assim, poder-se-á dar
prioridade aos títulos mais relevantes e de menor oferta na
localidade considerada.

�h) Acesso on-line gratuito – rapidez no alcance dos artigos com
custo mínimo ou nenhum para a biblioteca, possibilitando a
impressão de cópias imediata dos artigos;
i) Regularidade da publicação – o periódico deve ser pontualmente
publicado obedecendo periodicidade estabelecida;
j) Título, resumo e palavras-chave em inglês – amplia as fronteiras
de acesso facilitando as buscas;
Antes de se optar pelo cancelamento de determinada assinatura é preciso
inicialmente analisar-se os possíveis motivos do pouco ou quase nenhum uso
do(s) título(s) passiveis de descontinuidade. Essa situação de subutilização pode
ter se dado em razão da falta de divulgação por parte da biblioteca. Aconselha-se
se for o caso, uma campanha ampla de divulgação em locais atraentes,
comunicação aos usuários por mala direta etc, em uma tentativa de alavancar as
consultas e dessa maneira mudar o perfil de subutilização do referido periódico
retirando-o da lista das assinaturas a serem canceladas.
A escolha dos critérios de avaliação vai, portanto, interferir na política de
desenvolvimento de coleções a ser adotada pela biblioteca. Conforme Miranda
(2003) enfatiza, a qualidade na política de desenvolvimento de coleções está
condicionada a sua flexibilidade para alterar-se ou ajustar-se sempre que
constatada a ineficácia ou obsolescência dos critérios utilizados no momento.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
As publicações periódicas trazem sempre uma contribuição preciosa, pois
constituem uma das mais eficientes fontes de informações para o registro e
divulgação das últimas pesquisas, sendo indispensáveis para o avanço da ciência
e tecnologia.

�Os usuários que buscam estas publicações são bastante exigentes, pois
procuram sempre as notícias mais recentes nos mais variados campos da
atividade humana para se manterem atualizados.
O gerenciamento das coleções de periódicos envolve uma atividade
complexa diante desafios enfrentados pelos bibliotecários tais como: surgimento
de novos títulos de periódicos que se multiplicaram de forma exponencial nos
últimos anos, aumento considerável do custo das assinaturas, necessidade de
ampliação do espaço para armazenamento, dispersão da informação etc.
Considerando também o cenário nacional pouco favorável, em virtude da
escassez de recursos financeiros, atualmente, uma das maiores preocupações é
a necessidade emergencial de decisões estratégias para avaliar as coleções de
periódicos.
As decisões tomadas ao se optar pelo cancelamento de assinaturas,
devem ser executadas através do estabelecimento de critérios que irão facilitar
essa escolha, com a participação dos usuários, procurando reduzir ao máximo o
impacto negativo destas ações e objetivando manter a coleção atuante e
dinâmica, garantindo a manutenção dos interesses e demandas institucionais.
Diante do exposto, espera-se que os critérios apresentados no estudo
possam servir de auxílio para possíveis avaliações e cancelamento das
assinaturas nas coleções de periódicos. Busca-se corrigir falhas na política de
desenvolvimento de coleções de periódicos inserindo critérios de avaliação
compatíveis com as necessidades da comunidade de usuários.

CRITERIA TO AN EVALUATION OF PERIODICALS
ABSTRACT
Establishing criteria to an evaluation of periodicals due to lack of investments in
order to organize and maintain the archives. This criterion contributes to the
process of decision making of the librarian. The aim is to help him find the best
way to make use of the available resources approprietly. Within the decisionmaking possibilities, we seek those, which could cause the least negative impact.

�Finally, demonstrates the development of researches. Which makes this kind of
publication fundamental for the archive organization.
KEY WORDS: Periodicals. Periodical publications. Evaluation of periodicals –
criteria.

REFERÊNCIAS

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informação. Brasília: Briquet de Lemos, 1996.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10525: numeração
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CUNHA, Murilo Bastos da. Para saber mais: fontes de informação em ciência e
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GUINCHAT, Claire; MENOU, Michel. Introdução às ciências e técnicas da
informação e documentação. Brasília: IBICT, 1994.
LANCASTER, F. W. Avaliação de serviços de bibliotecas. Brasília: Briquet de
Lemos, 1996.
MIRANDA, Ana Cláudia Carvalho de. A qualidade enquanto instrumento na
política de desenvolvimento de coleções jurídicas. In: CIBERÉTICA, 2., 2003,
Florianópolis. Anais eletrônicos... Florianópolis: [s.n.], 2003. Disponível em:
&lt;http://www.ciberetica.org.br/trabalhos/anais/7-13-e1-13.pdf&gt;. Acesso em 15 jul.
2004.
MULLER, Suzana Pinheiro Machado. O periódico científico. In: CAMPELO,
Bernadete Santos (Org.). Fontes de informação para pesquisadores e
profissionais. Belo Horizonte: UFMG, 2000.
PRADO, Heloísa de Almeida. Organização e administração de bibliotecas. 2.
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ROWLEY, Jennifer. A biblioteca eletrônica. Brasília: Briquet de Lemos, 2002.

�VERGUEIRO, Valdomiro de Castro Santos. Desenvolvimento de coleções. São
Paulo: Polis, 1989. (Coleção Palavra-chave, 1).
______. Seleção de materiais de informação. Brasília: Briquet de Lemos, 1995.
______. ______. 2. ed. Brasília: Briquet de Lemos, 1997.

∗

Bacharel em Biblioteconomia pela UFC. Especialista em Gestão da Qualidade total pela UFRN. Bibliotecária Chefe da Biblioteca do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte . Tribunal de Justiça do Estado

do Rio Grande do Norte – Biblioteca. Praça Sete de Setembro, s/nº Cidade Alta, 59.025-300 Natal – RN – Brasil anaclaudia@tjrn.gov.br

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          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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              <text>Miranda, Ana Cláudia Carvalho de</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Natal (Rio Grande do Norte)</text>
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          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
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              <text>UFRN</text>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>2004</text>
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          <name>Type</name>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Trata do estabelecimento de critérios na avaliação das coleções de periódicos em face da escassez de recursos orçamentários destinados à formação e manutenção dos acervos. Os critérios abordados contribuem como diretrizes de apoio na tomada de decisões do bibliotecário. O objetivo é dotá-lo de ferramentas racionais para auxiliá-lo da forma mais adequada na busca pela melhor utilização dos recursos disponibilizados. Dentre as decisões a serem tomadas, busca-se àquelas que causarão o menor impacto negativo para a comunidade de usuários. Por fim, demonstra a preciosa contribuição dos periódicos para o avanço das pesquisas em geral, tornando este tipo de publicação de vital importância no contexto da composição do acervo.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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