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                  <text>OS SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO DAS BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS
NO APOIO ÀS ATIVIDADES DAS INCUBADORAS TECNOLÓGICAS

Astrid Honesko∗
Maria Luzia Fernandes Bertholino∗∗
Antonio Costa Gomes∗∗∗

RESUMO
Com a implantação das incubadoras tecnológicas nos ambientes universitários,
intensifica-se o interesse e a busca pela informação tecnológica. Assim, o
presente estudo busca identificar junto às incubadoras tecnológicas instaladas
na Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG e Universidade Estadual do
Centro-Oeste - UNICENTRO, a importância do uso dos serviços e recursos
informacionais disponíveis e oferecidos pelas bibliotecas destas instituições
para apoiar as atividades de pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Os
principais objetivos são: identificar as necessidades de informação dos
empreendedores das incubadoras tecnológicas e verificar o nível de
conhecimento e grau de importância atribuído pelos sujeitos, aos serviços e
recursos informacionais oferecidos pelas bibliotecas. Os sujeitos da pesquisa
foram os pesquisadores incubados na IntecPonta (Incubadora Tecnológica de
Ponta Grossa) e Integ (Incubadora Tecnológica de Guarapuava).Como
instrumento de coleta de dados foi utilizado um questionário com identificação
dos serviços e suas respectivas descrições, no qual destacam o conhecimento
dos serviços, a avaliação e o grau de importância atribuído, a freqüência de
uso e os canais de divulgação necessários para o conhecimento dos mesmos.
Diante dos resultados pode-se obter um perfil do tipo de fonte de informação de
interesse desse segmento ao qual esses empreendedores agregam valor para
o desenvolvimento de seus projetos e produtos, bem como traçar diretrizes
para oferta de serviços, pelas bibliotecas, que apóiem o uso da informação
tecnológica.
PALAVRAS-CHAVE: Incubadoras tecnológicas. Universidade. Serviços de
informação.

1 INTRODUÇÃO
Observa-se que as incubadoras de empresas no Brasil vêm conquistando
anualmente uma elevada taxa de crescimento e uma grande importância no
contexto de desenvolvimento econômico e regional onde estão inseridas.

A ciência, a

tecnologia e a

inovação, no cenário atual, reforçam a

necessidade de conhecer e entender a dinâmica de funcionamento de

�estruturas empreendedoras pró-ativas como as incubadoras, que constituem
ponto relevante em tal contexto.
Filion e Dolabela (2000, p.278) conceituam uma incubadora de empresa
como um “ambiente para o desenvolvimento de novos empreendimentos, cujos
resultados esperados deverão garantir, em prazo e tempo determinados,
autonomia e auto-sustentação da empresa”.
Para Leite (2000, p.388) uma incubadora de empresas “propicia
condições de desenvolvimento e crescimento das empresas nela instaladas,
para que estes empreendimentos, após determinado período, possam ser
desincubados, passando a ter uma experiência autônoma”. Esta afirmação
deixa transparecer que uma incubadora tem como objetivo principal produzir
empresas de sucesso que, ao deixarem o programa, estejam

financeira e

mercadologicamente consolidadas junto ao ambiente competitivo.
A incubadora pode ser parte de uma universidade ou de uma instituição
de ensino em geral, oferecendo um mecanismo de comercialização das
pesquisas que ajudam a universidade a arraigar a cultura empreendedora, cujo
objetivo maior é contribuir para o desenvolvimento econômico da sociedade.
Leite (2000, p.389) acredita que as incubadoras das universidades
representam uma fórmula que combina serviço comunitário com a criação e
aplicação prática do produto das pesquisas de seus quadros com programas
de incubação e não raro encorajam a transferência de tecnologia gerada em
seus laboratórios para as empresas nascentes.
Ainda na visão de Leite, (2000, p. 389-390), os “principais serviços e
facilidades oferecidos pelas incubadoras são:
auxílio na elaboração de propostas de identificação de
fontes de financiamento;
apoio na área de marketing e divulgação;
auxílio e registro da propriedade industrial;
assessoria jurídica;
estudos de mercado e consultoria gerencial;
apoio técnico, administrativo e comercial;
As principais facilidades oferecidas pelas incubadoras são:

�-

infra-estrutura administrativa (secretaria, digitação, fax,
telefone, dentre outros)
módulos alugados a um preço subsidiado;
acesso a laboratórios de pesquisa;
acesso a incentivos fiscais;
auxílio na busca de informações científico-tecnológicas.

Entre as principais razões para um empreendedor vir a incubar-se,
destacam-se a vinculação a uma entidade de renome e a possibilidade de
poder ter o suporte, manutenção e as informações necessárias à sua criação
ou desenvolvimento de produto, de forma que possa caminhar sozinha
futuramente e vir a obter financiamentos, que, dependendo da região e país,
podem ser subsidiados.
Uma outra vantagem é permitir que uma empresa ou projeto nascente
possa compartilhar experiências na condução de negócios, contribuindo para
reduzir a alta

"taxa de mortalidade", comum nos primeiros anos deste tipo de

empresas de base tecnológica. O diferencial das empresas que têm protótipo
incubado está na assessoria para a montagem de um plano e negócios,
essencial no mercado competitivo.
Independente da existência de outros tipos de incubadoras, este
trabalho foca, especificamente, a importância do uso da informação por parte
das incubadoras tecnológicas vinculadas total ou parcialmente a instituições
universitárias. Na visão acadêmica, as incubadoras tecnológicas podem ser
caracterizadas como ambientes que associam o estudo teórico à realização
prática, sendo ainda, consideradas como um laboratório de inovação e um local
de estudos para alunos e professores pesquisadores envolverem-se no
processo de incubação de empresas e projetos.
Dessa forma, a artigo sintetiza, a partir da pesquisa feita, qual a
relevância dos serviços prestados pelas

bibliotecas das universidades

pesquisadas no sentido de auxiliar a IntecPonta e a Integ no que tange ao
suporte informacional dado aos projetos por elas incubados. O seu principal
objetivo é verificar o nível de conhecimento dos serviços e produtos oferecidos
pelas bibliotecas universitárias que possam apoiar as atividades de pesquisa e
desenvolvimento de seus protótipos de produtos.

�2 INFORMAÇÃO PARA NEGÓCIOS
Encontrar a informação adequada para qualquer tipo de negócio requer
a habilidade de especialistas preparados para fornecê-la.

Não devem ser

vistas apenas como o componente essencial na tomada de decisões, mas
como uma ferramenta gerencial que deve ser bem usada para se obter os
efeitos desejados em uma empresa, pois ela será a chave para a maior
mudança industrial das próximas décadas: a transição do mundo desenvolvido
para uma economia da informação. A organização que conseguir incorporar
este conceito à sua cultura certamente será uma organização bem-sucedida.
O processo de mudança não é novidade. A revolução industrial foi
marcada pela aplicação de novas tecnologias e idéias, que mudaram o papel e
a função do trabalho humano. A revolução da informação é, novamente, a
aplicação de novas tecnologias e novas idéias. Esta revolução, porém, está
sendo liderada pelo que denominamos de infopreneurs (aqueles profissionais
que, além de trabalhar com tecnologia, trabalham com dados e informações) e
que estão expandindo a função da informação para agilizar os negócios
(WEITZEN, 1991, p.221).
A necessidade do acesso disciplinado à informação vai justificar o papel
da empresa no mercado dos negócios. Um exemplo da facilidade deste acesso
é o uso dos bancos de dados on-line. Eles podem não apenas ajudar a acessar
as informações, como também eliminam a duplicidade de pesquisa, introduzem
o intercâmbio de novas idéias, serviços e tecnologias, simulam cenários
econômicos, identificam apoio para uma ampla variedade

de situações de

resolução de problemas (WEITZEN, 1991, p.73).
Considerando-se a informação como um dos principais insumos para a
tomada de decisão em organizações, Céndon, (2002, p.30) afirma que:
O conjunto de informações usadas por administradores para a
tomada de decisões tem sido chamado de informação para
negócios e inclui dados mercadológicos, financeiros,
estatísticos, jurídicos, sobre empresas e produtos e outras
informações atuais sobre tendências nos cenários políticosocial, econômico e financeiro nos quais operam organizações
empresariais.

�Na tomada de decisões empresariais, a informação para negócios é
usada para a redução de incertezas e situações de risco, na avaliação dos
pontos fortes e fracos de uma empresa e de seus concorrentes, na
identificação de ameaças e oportunidades e conseqüente melhoria da
competitividade. Embora a necessidade dessas informações sempre estivesse
presente, com a globalização da economia sua importância tornou-se premente
e urgente. Segundo Shapiro e Varian (1999, p.61), a “internet oferece uma
forma muito barata de pesquisa de mercado, que se tornará de grande
significado à medida que o volume do comércio on-line crescer”.
Para Pereira e Santos (1995), ao planejar a futura empresa é preciso
acompanhar a evolução do mercado. O quadro abaixo detalha tais prioridades.
TIPO DE INFORMAÇÃO

FONTES DE BUSCA

Informações gerais sobre o mercado e perfil dos Publicações da Fundação IBGE, relatórios
futuros clientes.
especializados de pesquisa de mercado,
revistas especializadas, balcão Sebrae.
Informações sobre concorrentes, estratégias, Associações empresariais de classe (existente
práticas e preços.
por ramos).
Informações sobre os fornecedores, condições Associações de fornecedores, revistas técnicas,
de suprimento, variedades e preços praticados. associações empresariais – feiras técnicas
especializadas.
Informações
tecnológicas,
equipamentos, Instituto
de
Pesquisa
tecnológica
–
processos produtivos, marcas, patentes e universidades – balcão Sebrae – fornecedores –
normas técnicas.
instituto nacional de metrologia (Inmetro).
Informações fiscais, tributárias e de legalização Balcão
Sebrae,
boletins
especializados,
da empresa.
escritórios de contabilidade, escritórios de
advocacia.
QUADRO 1: Informações e fontes básicas para o planejamento de criação de uma empresa.
Fonte: PEREIRA, Heitor José; SANTOS, Sílvio Aparecido. Criando seu próprio negócio:
como desenvolver o potencial empreendedor. Brasília: SEBRAE, 1995, p.25.

Estas informações precisam ser pesquisadas pelo empreendedor, pois é
nesta fase que as mesmas se fazem necessárias para o planejamento de
qualquer empreendimento. Para se tomar a melhor decisão deve-se estar
pautado em informações coerentes e concretas. Hoje não é mais admissível
procurar administrar as organizações somente observando os acontecimentos
dentro da empresa, mas é necessário preencher a lacuna instituindo sistemas
que forneçam informações confiáveis e significativas.
A falta de tradição no país em manter bancos especializados de
informações gera dificuldades para um empreendedor reuni-las e sistematizálas. Há a necessidade de acumular, analisar, filtrar e selecionar informações

�úteis que confirmem suas suposições e apóiem suas decisões. Os infopreneurs
de maior sucesso saberão de qual informação seus clientes precisam, como
encontrá-la e formatá-la de forma econômica para facilitar as comunicações, a
tomada de decisão e a ação.
Céndon (2002, p.31) esclarece que o termo informação para negócios só
recentemente aparece na literatura brasileira, tendo em vista a falta de
conhecimento sobre as fontes e seus produtores, além da qualidade, forma de
acesso, organização, volume produzido e, mesmo sobre as necessidades de
informação dos empresários brasileiros, que ainda não estão totalmente
habituados a esta nova prática.
Entretanto, em outros países, as fontes de informação para negócios
têm sido organizadas e produzidas desde o século passado, sendo
rotineiramente fornecidas aos usuários por bibliotecas e outras organizações.
As novas tecnologias não só permitem maior facilidade de se obterem
dados atualizados, como também oferecem ao usuário maior flexibilidade na
busca e na manipulação dos dados. Mas podem, principalmente, facilitar o
acesso à informação, na medida em que o seu local de armazenamento se
torna irrelevante quando ela é disponibilizada por meio de redes. A tendência
atual, com a evolução das redes de comunicação, é que a informação em
forma eletrônica, tenha sua importância e volume gradualmente ampliados, o
que implica na importância do papel do prestador de informações.
No entender de Weitzen (1991, p.55) os quatro estágios básicos abaixo
são necessários para personalizar as informações:
1- Categorizar
as
prioridades
das
informações
organizacionais de acordo com as necessidades, os
problemas, os objetivos e as estratégias;
2- Identificar todas as fontes possíveis de informações;
3- Coletar as informações e armazená-las eletronicamente;
4- Determinar como a organização pode aplicar as
informações personalizadas para ampliar seu sistema de
informações já existente.

�De acordo com Gomes Filho e Honesko (2004), as bibliotecas precisam
encontrar seu espaço, definir seus clientes, suas estratégias de atuação, pois a
informação pode oscilar entre os tipos social e comercial. O oferecimento de uma
ou outra deve estar atrelado à missão da biblioteca. Há uma grande quantidade de
recursos para os profissionais atuantes nas bibliotecas olharem no mercado da
informação e que poderiam ser fornecidos para uma platéia mais ampla, de modo
que o pensamento inovador pudesse prevalecer.
Desta forma, lista-se aqui os serviços oferecidos pelas bibliotecas
envolvidas nesta pesquisa buscando verificar o interesse e os níveis de validade
para auxiliar os pesquisadores/empreendedores incubados nas Incubadoras
universitárias investigadas.

2.1 DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS DA BIBLIOTECA CENTRAL

2.1.1 Levantamento bibliográfico
O levantamento bibliográfico consiste na busca da informação sobre
temas especializados em bancos e bases de dados pagos e gratuitos, acervos
de bibliotecas, periódicos eletrônicos assinados, entre outros.

Mediante a

solicitação dos usuários a biblioteca faz a busca nas bases direcionadas ao
assunto e entrega por e-mail, gravado em disquete ou impresso os arquivos
com os resultados.

2.1.2 Comutação bibliográfica
A comutação bibliográfica é o serviço através do qual solicita-se e
fornece cópia na íntegra dos artigos publicados em periódicos técnicocientíficos, bem como dissertações, teses e anais de eventos. O usuário pode
solicitar o serviço na biblioteca, que encaminha os pedidos e repassa os
resultados em forma impressa e eletrônica.

�2.1.3 COMUTEX - Comut com o exterior
Serviço que obtêm fotocópias, na íntegra, de artigos e outros
documentos não existentes no Brasil. Por meio da British Library, os pedidos
são encaminhados por e-mail e recebidos por correio.

2.1.4 Empréstimo inter-bibliotecas
Este serviço consiste no empréstimo de documentos em acervos de
outras

bibliotecas

de

outras

instituições

do

Estado

ou

Centros

de

Documentação com os quais as universidades mantém convênio.

2.1.5 Orientação bibliográfica
Através deste serviço, as bibliotecárias do serviço de referência orientam
e divulgam os padrões das normas técnicas para a Informação e
Documentação seguindo padrões da Associação Brasileira de Normas
Técnicas - ABNT.

2.1.6 Serviço de alerta
Este serviço informa e divulga aos usuários a chegada de novos
materiais e /ou materiais relevantes na área de interesse de cada um.

2.1.7 Catalogação na fonte
A catalogação na fonte consiste na elaboração da ficha catalográfica que
será impressa nas publicações a serem editadas pelas editoras de suas
respectivas instituições. Neste sentido, as bibliotecas universitárias fornecem
serviços para o apoio ao ensino, pesquisa e extensão. Para os incubados, a
biblioteca terá valor na prestação de seus serviços buscando atender e obter

�respostas, disponibilizando informações de interesse para auxiliar nas
atividades dos mesmos direcionando-os às áreas já existentes nas instituições.

3 MÉTODO
A pesquisa foi realizada com pesquisadores das Incubadoras Tecnológicas
da Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG e Universidade Estadual do
Centro-Oeste - Unicentro - IntecPonta e Integ.

Foram identificados

oito

pesquisadores (incluindo professores, ex-acadêmicos e acadêmicos vinculados Às
instituições) para os quais foi aplicado um questionário com questões fechadas, no
qual apresentou-se uma breve descrição de cada serviço, devendo o respondente
atribuir graus de avaliação e de importância para os mesmos. A amostra foi
determinada por aqueles que possuem projetos nas incubadoras em fase de
incubação ou de pré-incubação.

3.1 INCUBADORA TECNOLÓGICA DE GUARAPUAVA
A INTEG - Incubadora Tecnológica de Guarapuava foi inaugurada em 06
de dezembro de 2002 e institucionalizada pelo convênio de cooperação entre a
Universidade Estadual do Centro-Oeste, o Sistema FIEP – Federação das
Indústrias do Estado do Paraná, o SEBRAE – Serviço de Apoio à Pequena
Empresa no Paraná, a Prefeitura Municipal de Guarapuava, a ACIG –
Associação Comercial e Industrial de Guarapuava, a SANEPAR- Companhia
de Saneamento do Paraná, Faculdades Guarapuava e Complexo de Ensino
Superior Campo Real, dentre outros.
Para atender o anseios da comunidade, esta incubadora se propõe a ser:
a) complemento relevante para os projetos e ações já existentes no município;
b) um meio propício e adequado para identificação de oportunidades
tecnológicas;

c) geradora e difusora de tecnologia;
d) um espaço que agrega empresa e empreendedor para geração de
novos produtos e/ou processos;

�e) um espaço destinado incentivar o espírito inovador e empreendedor;
f) um instrumento de geração de renda e empregos;
g) organização capaz de responder às necessidades tecnológicas oriundas
da demanda empresarial.

3.2 INTECPONTA – INCUBADORA TECNOLÓGICA DE PONTA GROSSA
A incubadora tecnológica de Ponta Grossa – IntecPonta foi criada mediante
convênio de cooperação técnica celebrado em 06 de novembro de 2001, entre a
Universidade Estadual de Ponta Grossa – UEPG, a unidade de Ponta Grossa do
Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná – Cefet-Pr, o sistema
Federação das Indústrias do Estado do Paraná -

FIEP/Pr., A associação

Comercial e Industrial de Ponta Grossa – ACIPG, Prefeitura Municipal de Ponta
Grossa (PMPG), o centro de Integração de Tecnologia do Paraná – CITPAR, o
Serviço de Apoio à pequena empresa no Paraná – SEBRAE-Pr, a Secretaria de
Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado do Paraná – SETI, a
Secretaria de Estado da Indústria , do Comércio e do Turismo – SEIT e Instituto de
Tecnologia do Paraná – TECPAR.

Os seus objetivos são:
-

Dispor de apoio empresarial e de suporte tecnológico as empresas
residentes;

-

Instituir um programa de capacitação para equipe organizacional da
incubadora e para os empresários residentes;

-

Abrigar empreendimentos de origem spin-off da UEPG e da
comunidade industrial local;

-

Intensificar ações de integração com o gestor, ampliando a
participação da incubadora no seu escritório de patentes;

-

Participar na identificação de projetos inovadores desenvolvidos na
UEPG e em empresas interessadas em desenvolvimento tecnológico
de produtos em parceria com a universidade;

-

Assessorar as empresas da região quanto à busca de patentes;

�3.3 SUJEITOS DA PESQUISA
Os sujeitos da pesquisa foram quatro pesquisadores incubados pelo
Projeto Fênix, localizado na Integ e quatro pesquisadores com propostas de
projetos para inserção na IntecPonta.

3.4 INSTRUMENTO DE COLETA DE DADOS
O instrumento de coleta de dados foi um questionário, com questões
fechadas, onde foram identificados os serviços com suas descrições, verificandose o conhecimento, avaliação, grau de importância, freqüência de uso e indicação
de canais de interesse para divulgação dos mesmos.

4 RESULTADOS
Os resultados estão descritos de acordo com a ordem das questões
contidas no questionário de coleta de dados, destacando os principais pontos
identificados.
A primeira questão identificou o tipo de informação utilizada para as
atividades desenvolvidas enquanto incubados, apresentando-se as opções:
informação científica, informação tecnológica, informações sobre patentes e
opção para acréscimo de outros tipos. O gráfico 1, a seguir, apresenta os
resultados.

12,5%

12,5%

12,5%

Administração
e produção

Legislação

Fomento

100%

Patentes

100%

Informação
tecnológica

100%

Informação
cientifica

120%
100%
80%
60%
40%
20%
0%

GRÁFICO 1 - TIPO DE INFORMAÇÃO PARA AS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

�A totalidade dos respondentes indicou que os três tipos principais de
informação buscadas são a científica, a tecnológica e informações sobre
patentes, havendo ainda destaque para informações relacionadas, em números
percentuais

proporcionais,

a

administração

e

produção,

informações

legislativas e informações sobre fomento para apoio financeiro às suas
pesquisas.
Os dados demonstram que as atividades desenvolvidas exigem
informações

para

negócios

centrada

em

informações

tecnológicas

e

informações sobre patentes. No entanto, 12,5% destacaram também como
importantes:

informações

sobre

legislação,

fomento

e

administração

(produção). Interessante destacar que a informação sobre mercado não foi
mencionada, demonstrando que os pesquisados, possivelmente por estarem
em fase embrionária no desenvolvimento de seus projetos,não estão buscando
esse tipo de informação.
A questão seguinte continha uma lista dos serviços oferecidos pelas
bibliotecas, quais sejam: levantamento bibliográfico, comutação bibliográfica,
comutex, empréstimo inter-bibliotecas, orientação bibliográfica, serviço de
alerta e catalogação na fonte. Foram destacados o levantamento bibliográfico e
a comutação bibliográfica, conhecidos por, respectivamente, 50% e 25% dos
respondentes que os avaliaram entre bom e regular.
Outra questão perguntava se os entrevistados utilizariam os serviços
listados. As respostas foram sintetizadas no gráfico 2.

�12,50%
13%

Catalogação na fonte

62,50%

12,50%
13%
12,50%

Serviço de Alerta

25,00%

38%
Nunca Utilizou

12,50%
12,50%

Orientação Bibliográfica

75%

Raro

Eventual

12,50%
Empréstimo inter-bibliotecas

50,00%

13%

Regular

25%

Frequente

12,50%
Comutex

50%

38%
12,50%
13%

Comutação Bibliográfica

12,50%
13%

Levantamento Bibliográfico

0%

10%

20%

37,50%
38%

25%
25%
25%
30%

40%

50%

60%

70%

80%

GRÁFICO 2 – FREQUÊNCIA DE USO DOS SERVIÇOS OFERECIDOS

Os serviços identificados como de provável uso freqüente foram
levantamento bibliográfico, empréstimo inter-bibliotecas e serviço de alerta.
Os demais serviços variaram em relação a periodicidade de uso entre as
condições rara, eventual e regularmente. Os índices obtidos para a condição
“nunca utilizou”, pode ser interpretada como o fato de realmente não ter
utilizado ainda o serviço e não de nunca utilizá-lo. Independente de conhecer
ou não, usar ou não os serviços, os mesmos receberam grau de importância
que variou de extremamente a pouco importante conforme o gráfico 3, a seguir:

87.5%

Catalogação na fonte

12.5%
Serviço de Alerta

12.5%

25%

62.5%

12.5%

Orientação Bibliográfica

12.5%
Empréstimo inter-bibliotecas

50%

25%

Pco. Imp.

12.5%

Comutex

12.5%

25%

Comutação Bibliográfica

50%

Mto. Imp.

50%

Ext. Imp.
62.5%

37.5%

25%
25%

Levantamento Bibliográfico

0%

Imp.

37.5%

12.5%

20%

50%

40%

60%

80%

100%

�GRÁFICO 3 - GRAU DE IMPORTÂNCIA ATRIBUÍDO AO SERVIÇO

Apesar das variações de grau de importância atribuídos para os serviços
elencados, a minoria recebeu indicação de ser pouco importante e nenhum
deles foi considerado sem importância. Os serviços considerados de extrema
importância, em maiores índices, foram: serviço de alerta e empréstimo interbibliotecas, indicados por 62,5% e 50% dos investigados respectivamente. A
comutação bibliográfica foi considerada muito importante por 37,5% , seguida
do serviço de alerta (25%) e Comutex (25%).
Considera-se, portanto, que mesmo sem terem o conhecimento ou
terem utilizado o serviço, valorizam os mesmos.
Os pesquisadores indicaram os meios para divulgação dos serviços
conforme descrito no gráfico 4, a seguir:

Catalogação na fonte

25,00%
25,00%

Serviço de Alerta

25,00%

Orientação Bibliográfica

25,00%
25%

75%

50,00%
Empréstimo inter-bibliotecas

0,00%

75%
12,50%
Comutex

0%

75%

Comutação Bibliográfica

25,00%

Levantamento Bibliográfico

25,00%
25%

Folders/Cartazes
Bol. Impr.
Bol. Elet.
E-mail
Home page

75%

75%
0%

10%

20%

30%

40%

50%

60%

70%

80%

GRÁFICO 4 - PRINCIPAIS CANAIS DE DIVULGAÇÃO

Os principais canais de divulgação sugeridos pelos pesquisadores foram
o e-mail e a home page, em maiores percentuais (75%), para quase todos os
serviços. Incluíram ainda boletins impressos e eletrônicos, folders e cartazes.

�5 CONCLUSÕES
Os incubados e pesquisadores candidatos a incubação na Integ e
IntecPonta, pouco conhecem os serviços oferecidos pelas bibliotecas
universitárias.
Apesar do desconhecimento, indicam uma freqüência de provável uso
significativo, atribuem graus de importância relevantes para os mesmos e
destacam canais, principalmente eletrônicos, como forma de divulgação dos
mesmos, especificamente o e-mail e home page da biblioteca. Destaca-se que
a Universidade Estadual de Ponta Grossa está mais avançada nesse item, pois
o usuário pode efetuar suas buscas através da home page da instituição.
Já no desenvolvimento dos projetos na incubadora, a incubadora
Tecnológica de Guarapuava está mais adiantada, possuindo quatro projetos
em fase de pré-incubação, com um deles transitando

para a incubação,

podendo beneficiar-se de subsídios advindos dos parceiros que sustentam
financeiramente a organização.
Entende-se, portanto que os serviços oferecidos pela Biblioteca,
enquanto

gerenciadora

da

informação,

podem

contribuir

para

o

desenvolvimento dos projetos nas incubadoras, porém as unidades de
informação não têm divulgado adequadamente seus serviços a esse segmento
específico, tendo em vista que os projetos de ambas as incubadoras ainda
estão em estágio inicial de incubação.
Caberá, então, às bibliotecas, divulgarem e criarem um canal de
comunicação com os pesquisadores das incubadoras, com estratégias de
marketing, principalmente por e-mail e boletins eletrônicos nas home pages,
oferecendo e disponibilizando recursos que venham de encontro aos objetivos
das incubadoras tais como: pesquisas em bancos de dados de patentes;
bancos e bases de dados especializados, intensificação da disseminação
seletiva da informação, bem como criação de boletins de alerta direcionados à
cada projeto das incubadoras.

�Abstracts
With the implantation of the technological incubators in the university
atmospheres, he/she intensifies the interest and the search for the technological
information. Thus, the present study search to identify the technological
incubators installed in the State University of Ponta Grossa close to - UEPG
and State University of the Center-west - UNICENTRO, the importance of the
use of the services and resources of the information available and offered by
the libraries of these institutions to support the research activities and
technological development. The main objectives are: to identify the needs of the
entrepreneurs' of the technological incubators information and to verify the
knowledge level and degree of importance attributed by the subjects, to the
services and resources of the information offered by the libraries. The subject
of the research were the researchers incubated in IntecPonta (Technological
Incubator of Ponta Grossa) and Integ (Technological Incubator of Guarapuava)
.How instrument of collection of data a questionnaire was used, with
identification of the services and its respective descriptions, in which highlight
the knowledge of the services, the evaluation and the attributed degree of
importance, the use frequency and the necessary popularization channels for
the knowledge of the same ones. Before the results it can be obtained a profile
of the type of source of information of interest of that segment to which those
enterprising ones join value for the development of its projects and products, as
well as to trace guidelines for offer of services, for the libraries, that support the
use of the technological information.
KEYWORDS: Technological incubators. University. Services of information.

REFERENCIAS

CÉNDON, B. V. Base de Dados de Informação para Negócios. Ciência da
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Universidade Estadual de Ponta Grossa – Ponta Grossa – Paraná. ahonesko@uepg.br
Universidade Estadual de Ponta Grossa – Ponta Grossa – Paraná. mlbertho@uepg.br
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Universidade Estadual do Centro-Oeste – Guarapuava – Paraná. antoniocostapg@ig.com.br
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              <text>Com a implantação das incubadoras tecnológicas nos ambientes universitários, intensifica-se o interesse e a busca pela informação tecnológica. Assim, o presente estudo busca identificar junto às incubadoras tecnológicas instaladas na Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG e Universidade Estadual do Centro-Oeste - UNICENTRO, a importância do uso dos serviços e recursos informacionais disponíveis e oferecidos pelas bibliotecas destas instituições para apoiar as atividades de pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Os principais objetivos são: identificar as necessidades de informação dos empreendedores das incubadoras tecnológicas e verificar o nível de conhecimento e grau de importância atribuído pelos sujeitos, aos serviços e recursos informacionais oferecidos pelas bibliotecas. Os sujeitos da pesquisa foram os pesquisadores incubados na IntecPonta (Incubadora Tecnológica de Ponta Grossa) e Integ (Incubadora Tecnológica de Guarapuava).Como instrumento de coleta de dados foi utilizado um questionário com identificação dos serviços e suas respectivas descrições, no qual destacam o conhecimento dos serviços, a avaliação e o grau de importância atribuído, a freqüência de uso e os canais de divulgação necessários para o conhecimento dos mesmos. Diante dos resultados pode-se obter um perfil do tipo de fonte de informação de interesse desse segmento ao qual esses empreendedores agregam valor para o desenvolvimento de seus projetos e produtos, bem como traçar diretrizes para oferta de serviços, pelas bibliotecas, que apóiem o uso da informação tecnológica.</text>
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