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                  <text>O USO DE CORES NO SISTEMA INTEGRADO DE BIBLIOTECAS DA
UNIVALI – SIBIUN: DANDO SENTIDO AO DESCONHECIDO
Cristiani Regina Andretti∗
Grazielle de Oliveira Gomes∗∗

RESUMO
A sobrevivência das bibliotecas e o efetivo exercício de suas atividades dependem
não somente de boas idéias sobre mudanças e inovações, mas de cuidadosa
atenção sobre como estas mudanças e inovações serão implementadas e
gerenciadas.Mudar, inovar e criar; devem somatizar às atividades já existentes nas
bibliotecas, implementando sempre rotinas facilitadoras para satisfazer as
necessidades informacionais dos usuários.
PALAVRAS-CHAVE: Bibliotecas e usuários. Bibliotecas – Sistemas de
comunicação. Cores. Classificação Decimal Universal. Desenvolvimento
organizacional. Criatividade. Conhecimento.

1 INTRODUÇÃO
A busca pela satisfação do usuário atualmente denominado, cliente, é
provavelmente uma das principais preocupações das bibliotecas, como também, a
busca pela excelência nos serviços oferecidos.
De fato, as bibliotecas, têm que se adaptarem às exigências de satisfação de
seus usuários, que muitas vezes são colocados numa posição passiva, se ajustando
aos serviços da biblioteca. Enquanto que os profissionais envolvidos na área de
informação, necessitam estar a par das diferentes propostas existentes nesse
sentido, de maneira a adequá-las aos recursos e serviços que disponibilizam.
A informação é considerada uma ferramenta extremamente valiosa e útil nas
tomadas de decisões e as bibliotecas estão muito preocupadas em tornar a
informação cada vez mais fácil e rápida de ser recuperada.

�As bibliotecas são consideradas instrumentos essenciais ao processo de
ensino e aprendizagem; propiciando às pessoas, a oportunidade de se prepararem
para conviverem na sociedade da informação, oferecendo oportunidades de
educação continuada e autônoma; possuindo um espaço físico que atraia e agrade
ao usuário; com um acervo formado por uma variedade de materiais; oferecendo
serviços que apóiam a aprendizagem dos conteúdos curriculares, preparando os
alunos a conviverem nessa sociedade tão competitiva.
Mesmo vivendo em uma época, na qual a tecnologia da informação vem
crescendo constantemente, a biblioteca tradicional ou convencional ainda existe e
continuará a existir, convivendo com as bibliotecas digitais e virtuais. Por isso é que a
biblioteca ainda se preocupa com o bem estar de seus usuários em seu ambiente
físico, tocável e com paredes. Este ambiente precisa ter um espaço bem planejado,
estruturado, que propicie abrigar os setores e as suas coleções com fácil localização.
Por isso a sinalização de uma biblioteca se faz necessário. Para

Figueiredo

(1991, p.108), a finalidade de um sistema de sinalização é o de minimizar a
frustração do usuário, oferecendo oportunidades de:
•

“Identificar e localizar a biblioteca (dentro de um campus).

•

Orientar os usuários para acesso e uso dos recursos
humanos.

•

Melhorar

a

acessibilidade

pelo

direcionamento

dos

usuários para este recurso tão eficientemente quanto
possível.
•

Identificar recursos, áreas de serviços, acomodações, de
tal maneira que sejam imediatamente reconhecidos.

•

Informar sobre os regulamentos, horários, fatos especiais.

•

Prover informação instrucional, quando necessária.

•

Notificar mudanças ou condições temporárias.”

�A comunicação visual é um fator importante para tornar o ambiente de uma
biblioteca ainda mais dinâmico, atraente e convidativo ao estudo e a pesquisa. Ela
envolve a sinalização da biblioteca, seus setores e serviços para orientar e dirigir os
usuários a localizarem o que procuram.
Segundo Figueiredo (1991, p. 109), um sistema de sinalização pode ser do
tipo:
•

“Orientação – quadros/gráficos que permitam ao usuário
orientar-se no ambiente físico (planta com relações
especiais)”.

•

Direcional – provê informação para pontos principais e,
passo a passo, para materiais e serviços.

•

Identificação – marca áreas, postos de serviços e salas,
com graduação nos tamanhos das letras conforme a sua
importância relativa.

•

Instrucional – explica procedimentos ou uso de materiais,
coleções, equipamentos; pode incluir quadros, notícias e
impressos; deve estar de acordo com a sinalização
permanente.

•

Condicional

ou

comportamento

reguladora
ou

especifica

–

regulamenta

horários

ou

o

outras

informações mutáveis (área de fumantes, alimentação).
Sinais proibitivos devem ser menos destacados e os
condicionais, de fácil atualização.
•

De

alerta

–

informa

sobre

acontecimentos,

como

exposições ou mudanças por curto período nas rotinas da
biblioteca. É preciso ter formato relacionado à sinalização
permanente.”

�2 SISTEMA INTEGRADO DE BIBLIOTECAS DA UNIVALI – SIBIUN
As Bibliotecas encontram-se como um espaço de inter-relacionamento com a
comunidade em geral, corpo discente, corpo docente, técnicos administrativos,
dirigentes e demais funcionários. As bibliotecas dão apoio ao ensino, a pesquisa e a
extensão, como também, à disseminação da produção científica da universidade.
Devem proporcionar flexibilidade no uso do acervo de livros, periódicos, multimeios,
entre outros e, desenvolver a produção de eventos que vão de encontro à
comunidade em geral.
O Sibiun está vinculado diretamente a Proen – Pró Reitoria de Ensino – e é
composto por nove bibliotecas sediadas em diferentes municípios catarinenses,
devido ao modelo multi-campi adotado pela Univali.
Atualmente

as

bibliotecas

do

Sibiun

estão

reestruturadas

e

com

procedimentos e serviços padronizados, criando condições para promover a
interação de suas bibliotecas e colaboradores, adequação do suporte técnico e
informacional, como também, a distribuição de recursos financeiros; tudo isso, para
um funcionamento eficaz e eficiente das bibliotecas na busca pela excelência no
atendimento de seus usuários.

3 O SISTEMA DE CORES NAS BIBLIOTECAS DA UNIVALI

O Sistema de cores foi implantado nas Bibliotecas da Univali no segundo
semestre de 1999. Criado para minimizar as dificuldades que os usuários sentiam
diante da organização do acervo das bibliotecas, acervo este, considerado tão
distante e inacessível para quem necessita dele para pesquisas, estudos e leituras
diárias. Era preciso aproximar este acervo de seu público, tornando-o acessível,
tangível e acolhedor. Uma equipe de bibliotecários, profissionais e alunos de
relações públicas, foi formada para criar o Sistema de Cores. Foram dias estudando
e discutindo as possibilidades de aceitação e facilidades que as cores trariam para

�tornar acessível algo tão desconhecido para os usuários. Era preciso criar condições
de adaptação e flexibilidade, como também, buscar o aumento da eficácia nos
serviços prestados, desenvolvendo a capacidade de gerar resultados. Todo trabalho
realizado entre os membros da equipe, esteve alicerçado no conhecimento de cada
pessoa envolvida, juntamente com a criatividade de cada uma, para avançar na
qualidade da prestação de serviços.
Como a maioria das bibliotecas universitárias brasileiras, o Sibiun, também
organiza, a sua coleção de livros, periódicos, literatura cinzenta, multimeios, obras de
referência, entre outros, por meio do uso do Sistema de Classificação Decimal
Universal - CDU.
Procurando tomar soluções alternativas e minimizar a falta de conhecimento
dos usuários quanto a esta organização do saber e melhorar a acessibilidade aos
documentos, facilitando a sua identificação e localização nas estantes, adotou-se um
sistema de cores, procurando tornar uma interface amigável, para dar sentido e
significado a CDU, sistema este apenas conhecido pelos bibliotecários.
A organização do conhecimento sempre foi um fator importante para o ser
humano no decorrer dos tempos, pois, através dela o saber é utilizado e
disseminado.
E a Biblioteconomia na prática de seu trabalho, realizou esta organização do
conhecimento por meio do Sistema de Classificação Decimal de Dewey – CDD e do
Sistema de Classificação Universal – CDU. Estes sistemas de classificação
bibliográfica foram elaborados com os objetivos de organizar os acervos das
bibliotecas e facilitar o acesso dos usuários à informação contida nos mesmos. A
primeira classificação que surgiu foi a CDD, fundamentada na classificação de
Francis Bacon, com dez classes baseadas na divisão do conhecimento em três
grandes grupos: memórias, imaginação e razão. Depois, da CDD surgiu a CDU, no
final do século XIX, em Bruxelas. Foi criada pelo Instituto Internacional de Bibliografia
(IBB), atual Federação Internacional da Documentação (FID), construída também
sob os princípios da divisão científica do conhecimento. A CDU aumentou a

�capacidade de síntese, possibilitando representar assuntos complexos e de classes
diferentes por meio da combinação de sinais; incorporando o princípio de análise por
facetas, princípio este, que permite uma análise multidimensional dos assuntos.
Ambas as classes são fundamentadas numa organização lógico-hierárquica,
fazendo com que os documentos sejam alocados e separados, obedecendo às
diversas áreas de assuntos existentes e classificáveis através do uso de suas
tabelas.
A CDU é constituída por uma classe geral e nove classes especiais. Cada
classe principal, por sua vez, é subdividida em 10 classes. As suas subdivisões são
também, subdivididas em 10 classes, dando espaços para novos assuntos e
formando sucessivamente outras 10 classes, cada vez mais específicas.
O homem desde os tempos primórdios aplicou o uso de cores em suas
atividades, ambientes e criações. A cor tem a capacidade de captar rapidamente a
atenção e a emoção das pessoas para um objeto ou situação.
Então nas Bibliotecas do Sibiun as cores foram atribuídas a CDU, onde cada
área do conhecimento ficou representada por uma cor, como segue no quadro 1:

ÁREAS PRINCIPAIS DA CDU
0 Generalidades.

CORES APLICADAS
Laranja

1 Filosofia.

Roxa

2 Religião – Teologia.

Azul

3 Ciências Sociais.

Vermelha

5 Ciências Puras.

Preta

6 Ciências Aplicadas. Medicina. Tecnologia.

Verde

7 Belas Artes. Divertimentos. Desportos.
8 Lingüística. Literatura.
9 Geografia. Biografia. História.
Quadro 1 – Áreas da CDU e as cores aplicadas a cada área.

Marrom
Bordô
Amarela

�O usuário quando chega à biblioteca com a sua necessidade de informação,
procura um terminal de computador para realizar uma consulta e localizar o que
precisa. O banco de dados da biblioteca, denominado eLISA apresenta ao usuário, a
descrição física do documento, número de chamada e a cor da área na qual a obra
está inserida, podendo assim, a obra ser localizada com facilidade entre as estantes
e em qualquer setor da biblioteca, devido ao fato de cada estante possuir uma placa
com a cor, representando uma das diversas áreas do conhecimento.
Na entrada de cada setor da Biblioteca, o usuário também encontra banners
ou placas, com todas as áreas gerais do conhecimento e suas respectivas cores,
proporcionado-lhe localizar a obra desejada, não o deixando “perdido”, direcionandoo a área do conhecimento que procura, disponibilizando toda uma estrutura que
permita-lhe o seu auto-serviço, não o fazendo perder tempo no encontro da obra
desejada.

4 DO VALOR AGREGADO À INFORMAÇÃO E AO CONHECIMENTO

Toda organização precisa da inteligência das pessoas e que estas, tenham a
liberdade para que o produto a ser produzido derive dessa inteligência e que se
maximize. Costuma-se dizer, que cada trabalhador, deverá adicionar valor ao
produto ou serviço que está desenvolvendo. Cada funcionário precisa ser visto como
uma unidade importante dentro da empresa, no que diz respeito ao processamento
das informações e conhecimento. Pode-se considerar que a grande meta da
administração será a de tornar o conhecimento produtivo e não algo que só poucos
tem acesso.
A gestão do conhecimento envolve: desenvolvimento, preservação, utilidade e
compartilhamento do conhecimento, para gerar novos conhecimentos e oferecer
vantagem na competição do mercado. O relacionamento entre as pessoas,
juntamente com suas idéias, é que criam estruturas para se expressarem. As

�pessoas são verdadeiros agentes de transformações, porque têm a capacidade de
agir numa grande variedade de situações, seja em uma empresa, universidade ou
biblioteca. De fato o conhecimento cresce ao ser compartilhado e utilizado. Se
alguém nos transfere conhecimento, nós ganhamos e a pessoa que nos transferiu
também. O conhecimento é duplicado, cria valor e apresenta ou ressalta aquilo que é
intangível, ou seja, as idéias, a comunicação, a criatividade, a habilidade, a
inteligência, o talento e o próprio conhecimento.
Atualmente em nossa sociedade, o valor não é medido a partir de recursos
físicos, mas sim da inteligência das pessoas e seus relacionamentos.

5 O USO DA CRIATIVIDADE

A criatividade é inerente ao homem em todas as suas expressões. Ela não se
manifesta apenas nas artes, nas invenções e na ciência. A criatividade se apresenta
nas várias atividades humanas, ela não depende somente dos fatores intrapessoais,
do próprio indivíduo, mas dos fatores extrapessoais, ligados à educação e a
sociedade, nas quais o indivíduo está inserido.
Criar significa discernir, fazer algo diferente, mudar, ter novas idéias. É através
da imaginação criadora que os objetivos começam a tomar forma. É a imaginação
que gera o desejo, o qual constitui o ponto de partida para a determinação do
objetivo.
Amabile (1999) considera que “para ser criativa, uma idéia deve ser
adequada, ou seja, útil e executável”. Ainda há uma visão errada por parte das
organizações em associar criatividade com originalidade artística, ou que mesmo a
criação seja exclusiva das áreas de marketing e pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D).
Pensar criativamente exige alguns aspectos:

�Expertise: Conhecimento técnico ou intelectual. Tudo o que um indivíduo sabe
e pode fazer em seu trabalho; a maneira de abordar os problemas e a
capacidade de juntar idéias existentes em novas combinações.
Raciocínio criativo: Determina a flexibilidade e a imaginação das pessoas nas
abordagens dos problemas. Porém, não pode ser praticado se não houver um
terceiro elemento: a motivação. Dentro das organizações, identificamos dois
tipos de motivação:
Motivação Extrínseca: Uma recompensa material, a organização paga o
indivíduo para ser criativo. O dinheiro é o elemento motivador, mas por si só não
faz com que os indivíduos se apaixonem pelo trabalho e que passem a vê-lo
como uma atividade interessante.
Motivação Intrínseca: Quando o indivíduo é motivado principalmente pelo
interesse, pela satisfação e pelo desafio, não por pressões externas.
Os indivíduos que se engajam em várias atividades criativas, relatam que
buscam este estado; chegando a tolerar a dor física ou psicológica, em sua busca.
Esta busca de concretizar um sonho, um desejo ou até um conforto através da
criatividade, é considerada uma batalha de sobrevivência.
As práticas gerenciais que estimulam a criatividade dividem-se em seis
categorias: desafio, liberdade, recursos, características dos grupos de trabalho,
encorajamento pela supervisão e apoio organizacional. Evidenciamos aqui o critério
“características dos grupos de trabalho” que se faz necessário ter conhecimento
aprofundado do elemento humano e toda a sua diversidade, suas atitudes em
relação aos demais colegas de equipe e aos processos de colaboração, o modo
como solucionam problemas e principalmente, o que os motiva.
De acordo com Kao (1998), a criatividade é a condição essencial para se
estabelecer uma estratégia; entendida aqui como o conhecimento que permite
chegar às novas formas de crescimento; deve ser estimulada em todos desde a alta
gerência a funcionários, clientes, fornecedores, entre outros.

�Podemos dessa forma salientar que o Sibiun procurou agregar valor com a
criação do Sistema de cores em suas bibliotecas, ou seja, uniu o conhecimento e a
criatividade de seus funcionários para criar este sistema, visando familiarizar os
usuários quanto ao uso do acervo das bibliotecas.
O Sibiun precisou mudar, inovar, fazer diferente; para ser diferente. Precisou
abandonar a sua postura tradicional na organização do acervo, unindo a CDU ao
Sistema de Cores para que as áreas do conhecimento se tornassem mais visíveis,
acessíveis e conhecidas dos usuários.
O que aconteceu foi unir idéias existentes em novas combinações, usando o
conhecimento e a criatividade para atender melhor aos nossos usuários.

6 CONCLUSÃO
O Sibiun está sempre buscando novas formas de atender aos seus usuários,
estando atento às necessidades informacionais dos mesmos, procurando conhecer
como esses usuários, buscam e localizam a informação desejada. E o Sistema de
Cores retrata essa preocupação, na qual utiliza as cores e as adapta a um sistema
de classificação tão complexo quanto a CDU procurando aproximar a coleção da
biblioteca de seus usuários.
As bibliotecas devem sempre inovar e para isso precisam trabalhar a
criatividade de seus profissionais, bem como, o mais valioso tesouro, o
conhecimento dessas pessoas, na qual, vão gerar boas idéias e essas vão gerar
mudanças, inovações e novos serviços; somando às atividades já existentes nas
bibliotecas, para atenderem e satisfazerem as necessidades informacionais dos
usuários.
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∗

andretti@univali.br Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI Campus Sede Rua Uruguai, 458 Caixa
Postal 360 CEP: 88302-202 Itajaí SC Brasil
∗∗
grazielle@univali.br Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI Campus Sede Rua Uruguai, 458
Caixa Postal 360 CEP: 88302-202 Itajaí SC Brasil

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Bibliotecas Universitárias</text>
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              <text>O uso de cores no Sistema Integrado de Bibliotecas da UNIVALI – SIBIUN: dando sentido ao desconhecido.</text>
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          <name>Creator</name>
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              <text>Andretti, Cristiani Regina; Gomes, Grazielle de Oliveira</text>
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          <name>Coverage</name>
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              <text>Natal (Rio Grande do Norte)</text>
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          <name>Publisher</name>
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          <name>Date</name>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>A sobrevivência das bibliotecas e o efetivo exercício de suas atividades dependem não somente de boas idéias sobre mudanças e inovações, mas de cuidadosa atenção sobre como estas mudanças e inovações serão implementadas e gerenciadas.Mudar, inovar e criar; devem somatizar às atividades já existentes nasbibliotecas, implementando sempre rotinas facilitadoras para satisfazer as necessidades informacionais dos usuários.</text>
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