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                  <text>AVALIAÇÃO DE SOFTWARE PARA BIBLIOTECAS:
UM ESTUDO DE CASO COM O GNUTECA

Elias Oliveira∗
Ronaldo Hailton da Silva∗∗

RESUMO
A contínua busca por gerir eficientemente escassos recursos não atinge somente as
corporações, mais do que nunca é também uma realidade para as bibliotecas. Neste
contexto, o custo é considerado como um dos principais fatores na hora da aquisição
de um software que atenda à boa parte dos requisitos mínimos para a administração
de uma biblioteca de médio porte. A preocupação com os requisitos essenciais de
funcionalidades existentes em um software candidato é amplamente documentada
na literatura e, não raramente, o tema aparece nas listas de discussões relacionadas
ao exercício da profissão de bibliotecário. Entretanto, existe uma lacuna na literatura
quanto a uma avaliação mais criteriosa de algum software de código aberto e
gratuíto, portanto pontencial alternativa para bibliotecas sem muito recursos
financeiros. Neste trabalho o GNUteca é avaliado sob a luz de metodologias já
consagradas na literatura da área. Os resultados são comparados com as
necessidades encontradas na realidade de bibliotecas universitárias da região
metropolitana do estado do Espírito Santo. A conclusão que se chega é que o
software é verdadeiramente uma boa alternativa de baixo custo para bibliotecas de
médio porte, por atender aos mais preementes requisitos demandados por grande
parte das bibliotecas analisadas.
PALAVRAS-CHAVES: Sistema de Informação Automatizada.
Universitária. Recuperação da Informação. Software Livre, GNUteca.

Biblioteca

1 INTRODUÇÃO
Com a revolução da informática, novas tecnologias foram desenvolvidas
visando principalmente os processos de transmissão e o armazenamento do
crescente volume de informação, desta que ficou conhecida como a sociedade da
informação. Grande parte da sociedade recebeu uma forte influência dos usos das
novas tecnologias de informação e muitas facilidades aos processos de
comunicação (televisão, rádio, computador, internet, satélite, entre outros). Segundo
Côrte, et al (2002, p. 18) “cada avanço tecnológico tem implicações maiores para o
processo de organização da informação e, sem dúvida, oferece acesso aperfeiçoado

�à informação e maior flexibilidade para o seu uso”.
No caso de um processo de informatização, os avanços tecnológicos estão
associados às exigências da sociedade. Como parte fundamental desse processo, a
biblioteca não deixaria de sofrer uma interferência diária em seus processos de
trabalho, tendo que incorporar então o uso desses novos recursos tecnológicos.
Cunha (1999) cita alguns exemplos de tecnologias que foram absorvidas pelas
bibliotecas, ou que foram primeiramente nelas testadas:

o microfilme, o cartão

perfurado nas margens, o computador, o disco ótico, entre outros.
Dessa forma, a automação trouxe não somente mudanças para o seio das
bibliotecas, com mudanças importantes em suas rotinas, como também para as
empresas desenvolvedoras de software. A partir de então muitas empresas
desenvolvedoras de software passaram a desenvolvê-los também para este
segmento do mercado e logo passamos a ver uma série de software feitos
especificamente para bibliotecas. Com pouco tempo, devido a existência de várias
opções de software no mercado, tornou-se imperativo o estabelecimento de critérios
para avaliação, seleção e implantação de um software nesta área.
No mercado há basicamente duas grandes categorias de software, quanto a
sua comercialização: o software livre e o não-livre. Um software livre dá direito de
qualquer um usá-lo, copiá-lo e distribuí-lo, seja na sua forma original ou já com as
modificações feitas pelo própio usuário. É importante não confundir software livre
com software grátis. Porque a liberdade associada ao software livre de copiar,
modificar e redistribuir, independe de sua gratuidade. Existem programas que
podem ser obtidos gratuitamente mas que não podem ser modificados, nem
redistribuídos.
Entre os software livres existentes no mercado Brasileiro, para automação de
bibliotecas, encontra-se o GNUteca. Por ser um software livre e de distribuição
gratuita, se apresenta como um boa alternativa para aquelas instituições desprovidas
de amplos recursos financeiros. Este software

tem como sistema operacional

hospedeiro o Linux, também livre e gratuito. O GNUteca não é muito conhecido,
talvez por ser um software livre de cunho não comercial. Ele tem sido divulgado

�quase que apenas pela equipe criadora, a cooperativa SOLIS1 (Cooperativa de
Soluções Livres) e alguns outros grupos de promoção de software livres, apesar de já
ser indicado no site do Conselho Regional de Biblioteconomia da 10ª Região.
Dado as características deste software, esperara-se que o interesse pelo
mesmo venha aumentar gradativamente, uma vez que Prado e Abreu (2002)
apontam o custo acessível como o segundo requisito mais exigido pelas Bibliotecas
Universitárias de Santa Catarina na seleção de um software para automação, sendo
antecedido apenas pelo módulo de controle de circulação. Este resultado é também
comprovado por Silva (2003) em bibliotecas de instituições de nível superior da
região metropolitana de Vitória, Espírito Santo.
A ausência de trabalhos na literatura a respeito da avaliação técnica do
GNUteca é o que motivou este trabalho. Este artigo busca portanto responder a
seguinte pergunta: “Será que o GNUteca poderia atender as necessidades básicas
de uma biblioteca?”. Com a análise desenvolvida e a metodologia apresentada aqui,
esta última uma mesclagem de outras existentes da literatura, esperamos estar
contribuindo para um melhor entendimento das características deste software.
Este trabalho está estruturado da seguinte forma. Na Seção 2 apresentamos
uma breve revisão da literatura sobre metodologias de avaliação de software para
bibliotecas. Procuramos nos referir àquelas já consagradas na literatura Brasileira.
Na Seção 3, uma pesquisa realizada na região metropolitana de Vitória sobre o nível
de informatização das bibliotecas universitárias é apresentada e discutida. Seção 4
discute as características do GNUteca sob as metodologias encontradas na
literatura para seleção de software para bibliotecas. Finalmente, na Seção 5,
apresentamos nossas conclusões e apontamos alguns caminhos para trabalhos
futuros.

2 REVISÃO DA LITERATURA

Encontramos na literatura alguns trabalhos que apresentam grupos de
critérios para avaliação, seleção e implantação de software para bibliotecas. Neles
1

www. solis.coop.br

�os pesquisadores relatam suas próprias experiências no intuito de auxiliar outras
instituições nesse processo , como é o caso de (DIAS, 1998; CÔRTE et al., 2002;
Krzyzanowski, 1996).
Côrte et al. (2002) sugerem que

uma solução caseira pode ser

contraproducente, uma vez constatada a presença de bons produtos no mercado. É
claro que, qualquer que seja o software, o mesmo deve privilegiar
[...] o compartilhamento de dados e intercâmbio de informações
adotando os formatos e padrões específicos ao intercâmbio de dados
bibliográficos; [...] deve estar pronto, testado, atendendo o nível de
satisfação exigido pelos usuários; [...] só terá a licença do produto em
si, e a atualização de versões será feita mediante contrato de
manutenção; [...] deve ser avaliado não só em seus aspectos
metodológicos e tecnológicos, mas também quanto à capacidade da
empresa fornecedora do produto responsabilizar-se pelo treinamento
técnico (CÔRTE, 2002 p.255).

Os autores Krzyzanowski, Imperatriz e Rosetto (1996) também contribuem
apresentando alguns subsídios para análise, seleção e aquisição de software de
gerenciamento de bibliotecas por meio de seu relato de experiência na implantação
do sistema Integrado de Bibliotecas da USP (SIBi/USP). Segundo as autoras, é
fundamental que a biblioteca defina e especifique seus próprios requisitos de
automação, e em que medida o software deverá atendê-los. Desse modo, fica claro
que os critérios para a escolha de um software devam ser especificados por cada
instituição que, como sugere Café, dos Santos &amp; Macedo (2001), deve estabelecer
uma pontuação para os mesmos, de modo a melhor salientar suas especificidades.
Vale ressaltar que Epstein (apud KRZYZANOWSKI, IMPERATRIZ e
ROSETTO; 1996) considera que não existe um ‘sistema ideal’, um que atenda a
todos os requisitos funcionais e de desempenho, por isso é importante que a
biblioteca prepare seu próprio documento de Request for Proposals (RFP), o qual
especifique as funções básicas necessárias e solicite outras desejáveis somente no
caso em que as primeiras sejam atendidas.
Côrte et al. (2002) dividem os requisitos em sete grandes áreas: os que
devem ser relacionados à tecnologia, ao processamento técnico de seleção e
aquisição, ao processamento técnico dos documentos, ao processo de empréstimo
de documentos, ao processamento de recuperação de informações, ao de divulgação

�da informação, e ao processo gerencial.
Quais seriam, no entanto, as funções básicas a serem atendidas por um
software? Rowley (1994) por sua vez, lista algumas funções básicas: aquisição,
catalogação, catálogos em linha de acesso público e outras formas de catálogos,
controle de circulação, controle de publicações seriadas, informações gerenciais,
empréstimos entre bibliotecas e informação comunitária; sendo as cinco primeiras
as principais. Como pode se observar, os autores estão em acordo quanto as
funções básicas.
Café, dos Santos &amp; Macedo (2001), bem como Côrte et al. (1999), propõem
uma extensa lista de requisitos para software de bibliotecas. Tomando as indicações
de ambas as autoras, compilamos as seguintes categorias de requisitos:

1. Características gerais do software;
2. Ergonomia;
3. Tecnologia;
4. Seleção e aquisição;
5. Processamento técnico;

6. Circulação;
7. Processo de divulgação da informação;
8. Processo gerencial;
9. Requisitos gerais.

Tais categorias de requisitos foram utilizadas neste trabalho para analisar o
GNUteca, e podem ser observados nos Quadros 1 e 2 em anexo.
Entendemos, entretanto, que boa parte da literatura priveligia requisitos,
muitas das vezes, existentes somente na realidade de grandes bibliotecas. Diante
disso, procuramos também levar em consideração alguns dos pontos importantes
encontrados em uma pesquisa recente que investigou o processo de automação
ocorrido em instituições de ensino superior (IES) privadas de Vitória, Espírito Santo.
Esta comparação nos permitirá ter um panorama de como a escolha de um software
vem sendo realizada no cotidiano de bibliotecas de médio para pequeno porte. Na
próxima seção descrevemos, portanto, esta pesquisa realizada na região
metropolitana de Vitória.

3 O PANORAMA DA AUTOMAÇÃO EM BIBLIOTECAS DAS IES DE VITÓRIA

�Silva (2003) realizou uma pesquisa com as instituições de nível superior
privadas da Grande Vitória, visando obter dados sobre o processo e o nível de
informatização das mesmas. Os objetivos iniciais eram caracterizar os software de
acordo com requisitos e funções, verificar os critérios usados na escolha destes e
identificar requisitos considerados essenciais aos mesmos.
Segundo essa mesma pesquisa, quase a totalidade das bibliotecas são
informatizadas (94%), sendo que os software adotados por estas são PHL, Biblio
Up, Microisis, Sysemp e Pergamum. Esses software executam, entre outras funções
o controle de datas de recebimento do material adquirido, a importação e exportação
de dados, a consulta ao tesauro, a descrição diferenciada para multimeios, a
descrição completa de materiais bibliográficos, o bloqueio automático de empréstimo
para usuário com material em atraso, o cadastro de usuário, o controle de renovação
de periódico, a contabilização de estatísticas, a emissão de relatórios diversos, a
geração de catálogos, a busca por todos os tipos de materiais, a indicação do status
do documento pesquisado e a recuperação de material em suporte não
convencional. As funções executadas via Web são ainda tímidas.
Dentre

os

principais

motivos

que

levaram

estas

bibliotecas

a

se

informatizarem, de acordo com Silva (2003), destacam-se a busca da modernização
do acesso à informação, a necessidade de facilitar algumas funções do
processamento técnico, o controle da circulação e a necessidade de disponibilizar
serviços na Web, muito embora vem sendo pouco utilizado até o momento da
pesquisa. Esses motivos conferem com os apresentados por Figueiredo (1998) e
Côrte et al. (2002), sendo respectivamente, otimizar rotinas e serviços, e agilizar e
ampliar o acesso à informação.
Um dado intrigante é que, das instituições pesquisadas por Silva (2003),
apenas uma delas elaborou um Plano de Ação para a informatização da biblioteca,
que é uma ação primordial para o processo de automação. Krzyzanowski, Imperatriz
e Rosetto (1996) e Silva (2003) concordam que o planejamento conduz resultados
satisfatórios e evita problemas inesperados. A falta desse planejamento indica uma
falta de compreensão, por parte do profissional a frente do processo de
informatização, dos requisitos necessários para que o software selecionado atenda
às particularidades das instituições, como seria esperado.

�Note que nenhuma das instituições pesquisadas por Silva (2003) utilizou o
GNUteca, talvez em decorrência da pouca informação das funcionalidades existentes
neste software, mostrando assim ser relevante uma avaliação como a apresentada
neste trabalho.

4 AVALIANDO O GNUTECA
Nosso trabalho se propõe a analisar as funcionalidades existentes no
GNUteca bem como suas limitações, seguindo a proposta de Côrte et al. (2002);
Café, Santos e Macedo (2001) e Rowley (1994). Para tanto, também fizemos uso do
manual do produto (WEISHEIMER, S.R., 2004), e do própio software instalado para
teste e simulação em um computador Pentium IV 128Mbytes de memória.
O

GNUteca

foi

desenvolvido

para

gestão

de

acervo,

empréstimo,

comunicação e colaboração entre bibliotecas, pesquisas em bases bibliográficas e
administração do sistema de forma local e remota. O objetivo é, então, a criação de
um sistema integrado de administração de bibliotecas totalmente desenvolvido com
software livre, o que possibilita a realização de modificações, sempre que
necessário, como já foi dito anteriormente.
O GNUteca está voltado inicialmente para bibliotecas universitárias, uma vez
que foi criado por e para uma universidade: UNIVATES. No entanto, ele é
igualmente utilizado por bibliotecas escolares, sejam elas públicas ou privadas.
Apesar de ser distribuído gratuitamente, os treinamentos e alguns outros
atendimentos são realizados pela cooperativa SOLIS, os quais podem ser pagos.
A análise aqui apresentada se baseou nas categias propostas pelos autores
já citados acima. Por Côrte et al. (2002); Café, Santos e Macedo (2001), tiramos as
características gerais do software, ergonomia, tecnologia, seleção e aquisição,
processamento técnico, circulação, processo de divulgação da informação, processo
gerencial e requisitos gerais; e por Rowley (1994): aquisição, catalogação, catálogos
em linhas de acesso público e outras formas de catálogos, controle de circulação,
controle de publicações seriadas, informações gerenciais, empréstimos entre
bibliotecas e informação comunitária. O resultado detalhado da análise do GNUteca
conforme as categorias propostas pode ser visto nos Quadros 1 e 2 no Anexo.

�Verificou-se que o GNUteca cumpre a maior parte dos requisitos
considerados básicos a um software de automação para bibliotecas, mas ainda não
contempla outras como, por exemplo: aquisição, controle de periódicos, impressão
de etiquetas e empréstimo entre bibliotecas. As próximas versões do GNUteca, no
entanto, deverão ter incorporadas essas funções, visto já estarem no escopo do
projeto, como nos foi informado pela equipe de desenvolvimento do software. Dado
as características apresentadas pelo software (Quadro I), nós o consideramos um
software simples, porém que atende bem as necessidades mais imediatas de uma
biblioteca. Corrbora com nossa opinião o fato do número de instituições as quais
tem. Não esqueçamos que, caso o usuário sinta a necessidade de alguma
modificação no software, pelo fato de ser um software livre, o mesmo poderá fazê-lo
sem que com isso tenha que incorrer em custos de licenciamento.
Observando os resultados apresentados na pesquisa de Silva (2003), os
principais motivos para automação das bibliotecas por ela analisadas são atendidos
pelo GNUteca. Portanto, entendemos que este software seria plenamente capaz de
atender tais bibliotecas. A esta conclusão também chegariam seus dirigentes se o
processo de automação de uma biblioteca for bem planejado, com a execução de um
plano de ação e a elaboração de um RFP.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A proposta desse trabalho foi a de identificar os requisitos básicos e
complementares para seleção de um software para automação de bibliotecas e
aplicá-los ao GNUteca, de modo a verificar se o mesmo atenderia as necessidades
básicas de uma biblioteca, o que foi feito, observando as metodologias propostas
por Café, Santos e Macedo (2001), Côrte et al. (1999) e Rowley (1994).
Constatamos que este programa satisfaz a maioria dos requisitos básicos e
desejáveis a um software de automação de bibliotecas. Comparando com a prática
de uso de sistemas informatizados em bibliotecas universitárias da região
metropolitana de Vitória,

vemos que o GNUteca atenderia plenamente às

necessidades das bibliotecas analisadas em Silva (2003).
Ainda há, entretanto, importantes funcionalidades ainda não contempladas

�por esse software, tais como: aquisição, empréstimo entre bibliotecas e controle de
periódicos.
Outros requisitos desejáveis, mas também não atendidos ainda por esse
software são menu de ajuda interativo; compatibilidade com o protocolo Z39.50;
emissão de alguns tipos de relatórios e estatísticas; consultas interativas com
remissivas, via tesauro; e outras que, variando de acordo com particularidades de
cada instituição, poderiam ser desenvolvidas e inseridas no programa.
A análise realizada neste trabalho, bem como a de qualquer outro software é
muito importante para o incremento da produção do conhecimento. Segundo
Dziekaniak (2003), grande parte dos profissionais da informação
[...] desconhecem o que vem a ser tais tecnologias e como
funcionam, além de se realmente são necessárias em um sistema
informatizado para bibliotecas e, principalmente, como otimizá-los, a
fim de agregar valor à Biblioteconomia, para fazer um melhor uso
destas, questionando sua validade e buscando novas interpretações
e soluções para à área (DZIEKANIAK, 2003. p.222).

Cada vez mais é exigido dos profissionais da informação se posicionar de
maneira crítica de forma a interagir com máquinas sofisticadas e cada vez mais
inteligentes. Somente desta forma é que um bibliotecário poderá ser um agente no
processo de tomada de decisão. Se o bibliotecário não possuir conhecimento
específico para ser este agente capaz de reconhecer as necessidades tecnológicas
de sua unidade de informação, além de saber planejar eventuais adequações, como
poderá ele selecionar a melhor tecnologia para atendê-lo, considerando questões
como custo e benefício? Como poderá ele potencializar os resultados?

REFERÊNCIAS

CAFÉ, DOS SANTOS &amp; MACEDO, Lígia; SANTOS, Christophe dos; MACEDO,
Flávia. Proposta de um método para escolha de software de automação de
bibliotecas. Ciência da informação, Brasília, v. 30, n. 2, p. 70-79, 2001.
CÔRTE, Adelaide R e. et al. Avaliação de softwares para bibliotecas e arquivos:
uma visão do cenário nacional. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Polis, 2002. 221 p.

�CÔRTE, Adelaide R e. et al. Automação de bibliotecas e centros de documentação:
o processo de avaliação e seleção de softwares. Ciência da Informação, Brasília, v.
28, n. 3, p. 241-256, 1999.
CUNHA, Murilo B. da. Desafios na construção de uma biblioteca digital. Ciência da
Informação, Brasilia, v. 28, n. 3, p. 257-268, 1999.
DIAS, Tânia Mara. Pergamum : automatized systems of the library of PUC/PR.
Ciência da Informação, Brasilia, v. 27, n. 3, p.319-328, 1998.
DZIEKANIAK, G. Análise do software Bibliotech sob a ótica da Biblioteconomia.
Santa Maria, 2003. 263fl. Dissertação (Mestrado em Engenharia da Produção) –
Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, Universidade Federal de
Santa Maria, Santa Maria, 2003.
FIGUEIREDO, N. Situação da automação nas bibliotecas universitárias. In:
Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias, 10, 1998, Fortaleza. Anais
eletrônicos. CD-ROM
KRZYZANOWSKI, R. F., IMPERATRIZ, I. M. De M. &amp; ROSETTO, M. Subsídios
para análise, seleção e aquisição de software para gerenciamento de
bibliotecas: experiência do sistema Integrado de Bibliotecas da USP
(SIBi/USP). São Paulo: SIBi/USP, 1996 (Cadernos de Estudo 5).
PRADO, N. S.; ABREU, J. de. Informatização das bibliotecas universitárias do
estado de Santa Catarina: cenário atual. Revista ABC, Florianópolis, v.7, n.2,
jul/dez. 2002.
ROWLEY, J. Fundamentos dos sistemas de gerenciamento de bibliotecas. In:
___. Informática para bibliotecas. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 1994a. Cap. 12.
p 229-235.
_____ Funções dos Sistemas de Gerenciamento de Bibliotecas. In: ___.
Informática para bibliotecas. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 1994b. Cap. 13. p
236-260.
SILVA, R. F. O cenário de informatização das bibliotecas das instituições de
ensino superior privadas de Vitória 2003. 77f – Espírito Santo. Monografia
(Graduação) – Universidade Federal do Espírito Santo, Centro de Ciências Jurídicas
e Econômicas, Curso de Biblioteconomia, 2003.
WEISHEIMER, S. R. M DO USUÁRIO DO GNUTECA. DISPONÍVEL EM:
&lt;HTTP://WWW.GNUTECA.ORG.BR/&gt;. ACESSO EM: 14 JUL 2004.

�ANEXOS
REQUISITOS PARA AVALIAÇÃO E SELEÇÃO DE SOFTWARES PARA AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS
(Café, dos Santos e Macedo, 2001, p.76; Côrte et al., 1999, p.244-246)

do software
omia

Ergon

Caract. gerais

Integração de todas as funções da biblioteca.
Software em língua portuguesa.
Possibilidade de expansão ou inclusão de novos módulos sob demanda.

9

Documentação (manuais).
Preço do produto.

-

Possibilidade de customização (personalização) da interface.

9

Menu de ajuda interativo.

-

Arquitetura de rede cliente/servidor
Acesso via browser (Internet)

9

Acesso via Intranet
Velocidade de operação local (Intranet)



Velocidade de operação em rede (Internet)



Leitura de código de barras
Compatibilidade com o sistema operacional da biblioteca
Armazenamento, recuperação e classificação correta dos caracteres da língua portuguesa (Português Brasil):
maiúsculas, minúsculas, cedilia e caracteres especiais.
Data no formato dd/mm/aaaa (língua portuguesa)
Capacidade de suportar acima de 1 (16) milhão (ões) de registros bibliográficos
Atualização dos dados em tempo real
Segurança na integridade dos registros
Possibilidade de identificar alterações feitas no sistema e os responsáveis

9

Compatibilidade com o formato MARC
Protocolo de comunicação Z39.50
Padrão ISO 2709
Disponibilização on-line do acervo (OPAC)
Tecnologia

Importação e exportação de dados para alimentação de sistemas de catalogação cooperativa
Acesso on-line a catalogos coletivos
Acesso simultâneo de usuários
Acesso ilimitado de usuários
Número de licenças

-

Níveis diferenciados de acesso ao sistema (senhas).
Senha para as funções que atualizam dados.

9

Armazenamento e recuperação de documentos digitais em diversos formatos
Tratamento de texto e imagem conforme o DDIF (Digital Documentation Interchange Format)
Auditoria no sistema

-

Capacidade de elaboração de estatística com geração automática de gráficos.
Compatibilidade com software de banco de dados relacional e/ou textural.
Disponibilidade de help on-line sensível ao conteúdo da língua portuguesa.
Compatibilidade com os softwares de rede Novell Netware, Microsoft Windows NT ou OS/400.
Garantia de manutenção e disponibilização de novas versões.

9

Gestão de bases de dados com diferentes tipos de documentos.
Interface gráfica.
Recuperação de base de dados textuais.
Software cliente: sistema operacional Windows 95 ou superior.

A

e

Tabela de parâmetros para personalizar o funcionamento do sistema.


9

Tratamento de textos e imagens.

-

Controle integrado do processo de seleção e aquisição

∞

�Integração dos dados de pré-catalogação da aquisição para o processamento técnico
Controle de listas de:
Sugestão
Seleção
Aquisição
Reclamações
Recebimento
* Controle de fornecedores por compra, doação e permuta; emissão de cartas de cobrança, reclamações e
agradecimento de doações.
Controle de editores
* Cadastro de entidades com as quais mantém intercâmbio de publicações.
Mala direta de usuários, editoras e instituições com as quais a biblioteca mantém intercâmbio
Controle de assinatura de periódicos: início, vencimento, renovação e datas previstas para recebimento dos
fascículos; controle de recebimento de fascículos de periódicos e seriados.
Compatibilidade com o formato do CCN
Identificação de dados do processo de aquisição (número do processo, número do empenho, preço, número da nota
fiscal ou fatura, outros).
Identificação da modalidade de aquisição (doação, compra, permuta, depósito legal)
* Controle de datas de recebimento do material adquirido
* Elaboração de lista de duplicatas
* Identificação do usuário que sugeriu o título para aquisição
* Controle da situação (status) do documento (encomendado, aguardando autorização, aguardando nota fiscal etc.)
* Controle contábil e financeiro dos recursos orçamentários para aquisição de material bibliográfico.
Possibilidade de especificação da moeda de transação
* Elaboração de lista de desconsideratas.
* Estatística mensal e acumulada de documentos recebidos.
* Identificação do usuário que sugeriu o título para aquisição.
Compatibilidade dos campos com AACR2 (nível 2)
Controle da entrada de dados com regras de validação para os campos

9

Construção automática de lista de autoridades em formato MARC
Sistema de gerenciamento para construção de tesauro poli-hierárquico
Consultas interativas (com remissivas) durante o cadastramento de um registro:
Tesauro
lista de autoridades

∞

lista de editoras
lista de fornecedores

Processamento Técnico

Correção dos registros associados a um autor ou assunto mediante alteração na lista de autoridade ou tesauro
Possibilidade de duplicação de um registro para inclusão de novas edições
Processamento de materiais especiais
obras raras
memória técnica

9

Periódicos
Possibilidade de importação de dados de catálogos cooperativos on-line
Possibilidade de importação de dados de catálogos cooperativos em CD-ROM
Geração de etiquetas para bolso
Geração de etiquetas para lombada com número de chamada

∞

Geração de etiquetas com código de barras
Atualização em lote
Atualização on-line
Atualização em tempo real do banco de dados, nos registros de autoridade e demais índices, após envio de novo

9

registro ao servidor.
Capacidade de armazenar informação legislativa

-

Exportação de dados para alimentação de bases de dados de catalogação cooperativa.

9

Inclusão de referências, de alterações, revogações e publicações para atos normativos/legislação.

-

�Incorporação de textos digitados – sistema de gerenciamento de texto, imagem e som para inclusão de inteiro teor de
atos normativos e resumos de periódicos.

-

Controle integrado do processo de empréstimo

9

Categorização de empréstimo: empréstimo domiciliar, especial e empréstimo entre bibliotecas

;

Cadastro de perfis de usuários
Definição automática de prazos e condições de empréstimo de acordo com o perfil do usuário para cada tipo de

9

documento
Código de barras para cada usuário

∞

Definição de parâmetro para a reserva de livros, com senhas de segurança.

9

Emissão automática de cartas cobrança ou correio eletrônico para usuários em atraso

-

Aplicação de multas e suspensões com bloqueio automático de empréstimos
Possibilidade de pesquisar o status do documento (disponível, emprestado, em tratamento etc.)
Realização de empréstimo, devolução, renovação e reserva on-line.

9
;

Circulação

Cadastro de usuários com inclusão, exclusão e alteração de nomes e endereços, com categorização de usuários.
Cobrança personalizada; com prazos diferenciados por tipos de materiais e usuários.
Controle de devoluções, renovações, atrasos.
Controle de usuários pessoais e institucionais.

9

Controle de leitores em atraso
Emissão de relação de obras que estão em poder dos leitores.
Emissão de relatórios referentes ao processo de empréstimo: assuntos mais consultados no período, usuário que
maior número de empréstimo realizou.

-

Incidência de atrasos em relação aos períodos anteriores, unidade organizacional que mais consultou a biblioteca.

-

Emissão de senhas para empréstimo.

9

Registro de solicitação de fotocópias.

-

Relatórios de cadastro de usuários, por ordem alfabética, formação, unidade de trabalho.
Reserva de documentos com prazos diferenciados por tipos de materiais e usuários.

9

Rotina completa de empréstimo para qualquer tipo de documento.

informação

-

Diferentes formatos de visualização de registros on-line e em relatórios tipo ABNT e AACR2.

-

Elaboração e impressão de bibliografias em formato ABNT.

-

Definição de instrumentos de alerta e disseminação seletiva de informações, conforme perfil dos usuários.

-

Pesquisa por conceitos com utilização de tesauro ativo.

∞

Gerenciamento dos tipos de material bibliográfico e informacionais utilizados em bibliotecas.
Processo Gerencial

-

Geração de catálogo coletivo.

Gerenciamento integrado dos dados e funções da biblioteca.

9

Contabiliza estatísticas de circulação, processamento técnico, seleção, aquisição e intercâmbio, atualização de
tesauro e listas de autoridades, por período.

-

Emite relatórios de circulação por assuntos mais consultados.

-

Emite relatórios de circulação por tipo de documentos, por período e acumulado.

-

Emite relatórios de empréstimos, por períodos.

-

Emite relatórios de entrada e recebimento de documentos, por período.

-

Inventário com utilização do coletor de dados inteligente.

-

Lista de usuários, por categorias.

9

Treinamento em nível
Requisitos Gerais

Processo de

divulgação da

Emissão de listas de publicações por assuntos e autores.

Técnico
Gerencial

9

Operacional
Manuais e materiais didáticos em português.

9

Instalação

-

Testes

-

�Garantia

-

Suporte técnico
apoio técnico no período de implantação de novas versões

9

correção de erros do software licenciado.

-

fornecimento e implantação de versões atualizadas.

9

Manutenção

-

Treinamento e reciclagem de servidores

9

* requisitos desejáveis, mas não indispensáveis.
9 requisitos cumpridos
; o GNUTeca realiza, mas restrições, ou parcialmente
∞ requisitos não cumpridos, mas que estão no escopo do projeto, e serão implementados futuramente
 depende do servidor
 uma vez que o sistema operacional Linux é um software livre, essa opção não se caracteriza.

Quadro 1 – Requisitos básicos atendidos pelo GNUTeca, de acordo com o conjunto de itens propostos por Café,
Santos e Macedo (2001) e Côrte et al. (1999)
Os campos com as funções e requisitos básicos propostos por Rowley (1994), também foram
preenchidos de acordo com o observado no GNUTeca. Os resultados são mostrados no Quadro 2
abaixo.
Funções básicas a serem atendidas por um software para
automação de biblioteca
(ROWLEY, 1994b)

Requisitos a serem atendidas por um software para automação de
biblioteca, de acordo com as funções básicas
(ROWLEY, 1994b)
Encomendas
Recebimentos

Aquisição

reclamações quanto ao não recebimento de encomendas realizadas

∞

contabilidade de custos
consulta sobre a situação das encomendas
relatórios e estatísticas sobre as encomendas
entrada de dados

Catalogação

controle de autoridade

9

importação de registros de outras bases de dados
Catálogos em linhas de acesso público e outras formas de
catálogos

o acesso em linha
a interface de acesso público e outras formas de catálogos

9

definição de parâmetros refletindo as políticas de empréstimo, os
horários de funcionamento, etc.;
Empréstimo
Devolução
Renovação
Controle de circulação

Multas

9

Reservas
empréstimos por períodos curtos
manutenção de arquivos de leitores
consultas relativas aos leitores ou à situação dos documentos

Controle de publicações seriadas

notificações

-

relatórios e estatísticas sobre a utilização do acervo

;

encomendas, ou seja, efetivação e renovação de assinaturas
recebimento dos fascículos em separado
reclamações da unidade de informação quanto ao não recebimento
dos fascículos
encadernação, ou seja, controle de volumes que estejam sendo
encadernados
contabilidade de custos

∞

�catalogação de novos itens
controle de circulação se os itens forem circularem

9

consultas relativas às publicações seriadas
relatórios e estatísticas
Informações gerencias

-

relatórios e estatísticas

;

instrumentos de análise das informações estatísticas

-

entrada de dados
Empréstimo
Devolução
Empréstimos entre bibliotecas

Multas
manutenção do arquivo de leitores

∞

podendo fazê-lo no arquivo principal do controle de circulação
Consultas
relatórios e estatísticas
entrada de dados
Informação comunitária

acesso on-line

9

interface de acesso público

Quadro 2 - Requisitos básicos atendidos pelo GNUTeca, de acordo com os itens propostos por Rowley (1994)

∗

Professor do Departamento de Ciência da Informação UFES, Av Fernando Ferrari s/n – Goiabeiras,
Vitória, ES 29060 900 elias@npd.ufes.br
∗∗
Bibliotecário do Centro de Línguas, Av. Fernando Ferrari, s/n, Goiabeiras.
Vitória - ES - CEP:29075-910. (27) 3335 - 2880. Fax: (27) 3335 – 2874

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        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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                <text>Tema: Bibliotecas universitárias: (Re) Dimensão de bibliotecas universitárias: da gestão estratégica à inclusão social.</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text>Oliveira, Elias; Silva, Ronaldo Hailton da</text>
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              <text>A contínua busca por gerir eficientemente escassos recursos não atinge somente as corporações, mais do que nunca é também uma realidade para as bibliotecas. Neste contexto, o custo é considerado como um dos principais fatores na hora da aquisição de um software que atenda à boa parte dos requisitos mínimos para a administração de uma biblioteca de médio porte. A preocupação com os requisitos essenciais de funcionalidades existentes em um software candidato é amplamente documentada na literatura e, não raramente, o tema aparece nas listas de discussões relacionadas ao exercício da profissão de bibliotecário. Entretanto, existe uma lacuna na literatura quanto a uma avaliação mais criteriosa de algum software de código aberto e gratuíto, portanto pontencial alternativa para bibliotecas sem muito recursos financeiros. Neste trabalho o GNUteca é avaliado sob a luz de metodologias já consagradas na literatura da área. Os resultados são comparados com as necessidades encontradas na realidade de bibliotecas universitárias da região metropolitana do estado do Espírito Santo. A conclusão que se chega é que o software é verdadeiramente uma boa alternativa de baixo custo para bibliotecas de médio porte, por atender aos mais preementes requisitos demandados por grande parte das bibliotecas analisadas. </text>
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