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                  <text>O DIFERENTE FAZ A DIFERENÇA! : A QUESTÃO DA HUMANIZAÇÃO DA
INFORMAÇÃO

Mirian Elisabete da Penha Neves∗
Solangel Bárbara∗∗

RESUMO

Aborda a questão das tecnologias surgidas no século XX que modificaram a
forma de se obter a informação, e de ser a "Internet" a grande responsável por
esta transformação, já que, permitiu o acesso a uma infinidade de informações e
conhecimento. O Surgimento da Sociedade da Informação que redefiniu o
conceito de biblioteca e os problemas advindos com sua criação a "infoexclusão".
Este trabalho tem por objetivo analisar a inclusão digital dos portadores de
necessidades especiais, as barreiras impostas a essa minoria em relação as suas
limitações na busca pela informação, e as políticas públicas de acesso deste
cidadão. Questiona o papel social das bibliotecas, e a importância de se buscar
estratégias que possam modificar a postura da sociedade para reversão do
quadro atual.
PALAVRAS-CHAVE: Inclusão digital. Portadores de necessidades especiais.
Sociedade da informação. Acessibilidade.

1 INTRODUÇÃO

Os avanços tecnológicos surgidos à partir da metade do século XX
modificaram

de maneira considerável a forma de se obter a informação. O

advento do computador possibilitou o tratamento, armazenamento e a
disseminação da informação em novos suportes.
Já na última década, o surgimento e a popularização da Internet, impactou
de forma substancial a difusão e recuperação da informação, porquanto criou,
espaço para a disponibilização e troca rápida da mesma, transformando-se assim
em pouco tempo, num grande repositório Universal do conhecimento Humano.
As alterações causadas pelo desenvolvimento das recentes tecnologias de
informação, alteraram substantivamente o comportamento da sociedade.

�À partir de então, estabeleceu-se uma valorização da informação e
consequentemente do conhecimento .
É flagrante o surgimento da “Sociedade da Informação”. Em razão
do papel crescente da informação, os seus insumos são de
fundamental importância para o desenvolvimento Econômico,
Social, Cultural e Político dos países em geral (ROSSETO, 2003.
p.2).

Às

inovações

tecnológicas

implementadas

contribuíram

para

o

desenvolvimento das bibliotecas, especialmente as universitárias. Houve uma
tendência mundial das bibliotecas em tornarem seus acervos disponíveis em
formato digital, propiciando o seu compartilhamento através da Internet.
Entretanto, devemos estar atentos para que essa informação seja
compartilhada pela sociedade como um todo, se não estaremos excluindo os que
estão impossibilitados de aceder à essa informação e consequentemente

ao

conhecimento, como é o caso das pessoas portadores de necessidades
especiais.
Gonzalez (2003. p.6) Inaugura-se com ela um novo conceito o de
“Infoexclusão” ou Exclusão digital – os que não tem acesso ao
mundo virtual se tornam “Infoexcluídos”- com grande
repercussões em suas oportunidades e qualidade de vida.

À Inclusão digital, vem despontando nos últimos tempos, como tema de
discussão entre os que buscam por oportunidades iguais à todos os cidadãos.
No sentido de ir ao encontro da inclusão digital dos portadores de
necessidades especiais, este trabalho objetiva analisar as barreiras impostas a
esse determinado grupo com relação as suas limitações na busca pela
informação, as políticas públicas de acesso, o papel social das bibliotecas, e faz
algumas recomendações que venham à contribuir para modificação do quadro
atual.

2 PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS
A luta pela igualdade dos direitos humanos em todos os seus aspectos,
foram sendo definidas e consolidadas neste século.

�O homem começou a observar que as pessoas possuíam habilidades
diferentes e algumas necessitavam de condições especiais para desempenhar
determinadas atividades.
Percebeu também que às imitações impostas a uma determinada pessoa
não diminuíam seu direito de cidadão, e,que estas também

faziam parte da

socieda com todos os seus direitos e oportunidades reconhecidos como ser
humano
É indiscutível os avanços alcançados por vários segmentos sociais, no
sentido, de terem garantidos os seus direitos de inclusão na Sociedade.
Entretanto, há ainda uma grande camada da população que não obteve acesso
esses direitos .
De acordo com o Censo (2000) do IBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística, há, no Brasil, cerca de 24 milhões de portadores com algum tipo de
deficiência física, mental, sensorial, orgânica ou múltipla.
O Grupo de Trabalho sobre a pessoa com Necessidades Especiais da
UFPR , apresenta o seguinte conceito:
Pessoa Portadora com Necessidades Especiais é a que, por
apresentar, em caráter permanente ou temporário, alguma
deficiência física, sensorial, cognitiva, múltipla, ou é portadora de
conduta típica ou ainda de altas habilidades, necessita de
recursos especializados para superar ou minimizar suas
dificuldades.

Observa-se que não existem proibições que inviabilize aos portadores de
necessidades especiais de interargir-se ao sistema social, mas é indiscutível que
a própria Sociedade cria barreiras para esta inserção.
Entenda-se , aqui, como barreira qualquer entrave ou obstáculo que limite
ou impeça o acesso, a liberdade de movimento, circulação com segurança, que
dificulte ouimpossibilite a expressão ou recebimento de mensagens por
intermédio dos meios ou sistemas de comunicação, sejam ou não de massa.
Atualmente, percebe-se ser o acesso à informação, o maior obstáculo
enfrentado pelos portadores de necessidades especiais, e consequentemente os

�aspectos importantes relacionados a esses fatores como a educação, o trabalho e
o lazer.

2.1 OS AMPAROS LEGAIS
Cabe ao Poder Público a responsabilidade de elaboração, implementação
e do cumprimento dos amparos legais , que garantam à todo cidadão sua plena
integração na Sociedade.
Presente em várias Leis, Decretos e Portarias, a preocupação da Inclusão
social foi definitivamente incorporada à ordem do dia.
No Brasil,no caso específico dos portadores de necessidades especiais,
estes direitos estão estabelecidos na Constituição federal pela Lei nº 7853 de
24/10/1989, que dispõe sobre sua integração social e sobre o (CORDE) –
Coordenadoria Nacional para à Integração da Pessoa Portadora de Deficiência,
afirmando “ Ao Poder Público e seus orgãos cabe assegurar às pessoas
portadoras de deficiência o pleno exercício de seus direitos básicos, inclusive dos
direitos à educação, à saúde, ao trabalho, ao lazer, à previdência social, ao
amparo à infância, e a maternidade, e dos outros que, decorrentes da
Constituição e das Leis, propiciem o seu bem estar social e econômico...”.
No âmbito da educação, várias medidas também já foram implementadas.
Recentemente, às bibliotecas das Instituições de Ensino Superior passaram a ser
alvo de atenção explícita do MEC, - Ministério de Educação e Cultura, quando da
publicação da Portaria nº 1679 de 1999, à qual dispõe sobre a exigência de
requisitos de acessibilidade para instruir os processos de autorização e
reconhecimento de cursos, bem como do credenciamento de Instituições.
O artigo primeiro desta portaria determina, que sejam incluídos nos
instrumentos destinados a avaliar às condições de oferta de cursos superiores,
requisitos de acessibilidade, conforme às normas em vigor. Além da Norma Brasil
9050, da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, que trata da
“Acessibilidade de Pessoas Portadoras de Deficiência e Edificações, Espaço
Mobiliário e Equipamentos Urbanos”, outras indicações são feitas para um correto
atendimento às pessoas em situação de deficiência.

�Outra lei que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção
da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência, é a Lei nº 10.098 de 19
de Dezembro de 2000, que no seu capítulo VI, artigo nº 17 cita “ O Poder Público
promoverá a eliminação de barreiras

na Comunicação e estabelecerá

mecanismos e alternativas técnicas que tornem acessíveis os sistemas de
comunicação e sinalização às pessoas portadoras de deficiência sensorial e com
dificuldades de comunicação, para garantir-lhes o direito de acesso à informação,
à comunicação, ao trabalho, à educação, ao transporte, à cultura, ao esporte e ao
lazer”.
Alguns dos amparos citados acima, possibilitam uma visão geral dos
direitos que permeiam os portadores de necessidades especiais no âmbito da
União, Estados e Municípios.

3 BIBLIOTECAS
A informação no âmbito das Universidades, é insumo essencial , pois é a
partir das informações obtidas, que são gerados novos conhecimentos ou
produtos.
Neste contexto, a Biblioteca Universitária é uma das organizações
privilegiadas dentre aquelas cuja missão é a promoção do ser humano e do bem
estar social, já que, é sua a finalidade de oferecer informações, que são
necessárias a toda a Sociedade.
Assim sendo, ela interage com dois elementos primordiais; o Ser Humano
(Usuário) e o Conhecimento (Informação).
Considerando-se se a informação o instrumento chave para a plena
integração do indivíduo na Sociedade, é fundamental que as Bibliotecas
Universitárias estejam aptas para responder as necessidades de pesquisa da sua
comunidade Acadêmica e de outros segmentos da Sociedade
Segundo Neves (2002)
Neste sentido as novas tecnologias permitiram as bibliotecas
disporem seus acervos e serviços a todos os que buscassem seus
dados na Web, criando assim seus Web sites. A recuperação da

�informação, que antes dependia da presença física do usuário no
local de prestação de serviço – a própria biblioteca – passou a ser
disponibilizada on line. [...] foi vencida a necessidade de
deslocamento pessoal, assim, em qualquer horário e de qualquer
lugar do mundo, pessoas localizam o que buscam nas páginas
virtuais das bibliotecas.

Mas, como disponibilizá- las acessíveis a todos os indivíduos?

4 INCLUSÃO DIGITAL
A inclusão digital dos portadores de necessidades especiais é tema recente
e de bastante importância na atualidade, em especial, porque toca na questão da
democratização do acesso à informação.
Se nas Sociedades contemporâneas, a informação permeia a quase
totalidade das ações dos indivíduos e grupos, para os portadores de
necessidades especiais ela é gênero de primeira necessidade, direito de
cidadania, pois é certo que, é sobretudo a partir do acesso a informação, que ele
pode interferir e atuar na sociedade, visando a sua transformação, construindo
um mundo que lhe permita a independência e emancipação social.
Porém não basta só disponibilizar as informações, é necessário adaptá- las
ao mundo atual, torná- las acessíveis a todos.
Para entendermos a questão da acessibilidade no espaço digital, citamos o
texto retirado do site da PRODAM ( Companhia de Processamento de dados do
Município de São Paulo).
A acessibilidade da internet é a flexibilidade do acesso à
informação e interação dos usuários da mesma, que possuam
algum tipo de deficiência ou necessidade especial, no que se
refere aos mecanismos de navegação e apresentação das
páginas, operação de softwares, hardwares, e adaptação de
ambientes e situações. A Internet deve contribuir para melhorar a
qualidade de vida e bem estar de todos os cidadãos. Isso quer
dizer que todos devem ter, não só acesso às novas tecnologias de
informação, mas, sobretudo, que todos devam ter a efetiva
possibilidade de utilizá- las.O acesso aos benefícios da internet
deve, portanto, ser assegurado, tanto quanto possível, sem
discriminação ou exclusões, sendo necessário considerar as
características e exigências próprias dos cidadãos com
necessidades especiais. ...Neste contexto, cabe a todos assegurar
que a informação disponibilizada na Internet seja suscetível de ser

�compreendida e pesquisável pelos cidadãos com necessidades
especiais, determinando-se que sejam adotadas as soluções
técnicas adequadas a que este objetivo seja alcançado.

Segundo a Rede Saci (2002), os aspectos de acessibilidade em páginas de
internet consideram a variedade de contextos de interações que podem estar
relacionados a diversos tipos de deficiência dos usuários.
Para

dar

orientações

aos

desenvolvedores

de

Websites,

foram

desenvolvidas regras que explicam como fazer páginas acessíveis a pessoas com
necessidades especiais. O principal objetivo destas regras é promover a
acessibilidade. (W3C, 2002).
A maior parte das páginas de Internet podem tornar-se acessíveis, com
modificação de pequenos detalhes, que por estarem presentes, fazem com que
estas possuam uma acessibilidade prejudicada ou mesmo a total inacessibilidade.

5 POLÍTICAS PÚBLICAS
No Brasil, o Poder Público, vem já há algum tempo estabelecendo ações
no sentido de viabiliazar a democratização da informação.
O Programa Sociedade da Informação, idealizado em 1996, pretendia por
intermédio de serviços de computação, comunicação e informação, estruturar as
bases para uma ação de alcance nacional, voltada para a sociedade civil, para à
pesquisa, educação, e para o setor econômico, com o proposito de construir uma
Sociedade da Informação Brasileira. O fator chave estava concentrado numa
complexa plataforma tecnológica, pela qual era esperada a elevação do número
de cidadãos conectados a internet, possibilitando, desse modo, o amplo acesso à
informação, inclusive aquela produzida pelo próprio Estado e disponibilizada em
Web sites governamentais.
Neste sentido, à criação do programa Governo Eletrônico, - que preconiza
à universalização do acesso a Internet, disponibilizando informações na prestação
de serviços públicos, quer tornar os três mil sítios públicos brasileiros, acessíveis
aos portadores de necessidades especiais.

�Outra iniciativa do Governo em conjunto com Organizações Não
Governamentais (ONGs), e iniciativa privada

foi a promoção da Oficina para

Inclusão Digital. O documento final do encontro estabeleceu as premissas,
diretrizes, propostas e ações para o processo de Inclusão Digital no Brasil.
Dentre as diretrizes e propostas apresentadas, foram estabelecidas
prorrogativas específicas às pessoas portadoras de deficiência como: a
implementação e manutenção de páginas governamentais que atendam às
necessidades especiais dos usuários, dentro do conceito de acessibilidade e
desenho universal previstos no W3C/WAI.

6 CONCLUSÃO
Discorrer sobre a questão da inclusão digital dentro da realidade brasileira
constitui-se hoje num grande desafio.
Ao analisarmos de forma mais detida a inclusão digital do sportadores de
necessidades especiais, confrontamo-nos com algumas questões que precisam
ser abordadas.
O Brasil, ainda hoje, é considerado como o país dos contrastes.

Um país

que ainda vê muitos dos seus cidadãos morrerem de fome, sem saúde, sem
opotunidades de trabalho, sem educação básica. Um país onde as desigualdades
sociais acirram ainda mais o abismo entre os ricos e pobres.Um país, onde ainda
hoje, milhões de pessoas são privadas de acesso à informação no espaço digital,
pelo alto custo das tecnologias de informação e comunicação disponíveis no
mercado, e também, pelo fato das informações disponíveis não estarem em um
formato acessível à todos.
A inclusão digital é um meio de promover a melhoria da qualidade de vida,
garantir maior liberdade social, gerar conhecimento e troca de informações.
Hoje, já está implícito que a chave para se atingir a inclusão digital está
baseada no conceito de acessibilidade.

�No entanto, ainda é necessário reforçar para todos os segmentos da
sociedade, que acessibilidade abrange uma dimensão maior que a quebra das
barreiras arquitetônicas,é principalmente a independência na área digital.
Outra questão que precisa ser destacada, é a questão das políticas
governamentais concebidas para os portadores de necessidades especiais.
No Brasil, a legislação pertinente a estes cidadãos em especial, estão
estruturadas em conceitos assistencialistas, que promovem o seu bem estar
social e econômico. Quando estão mencionadas com a relação a acessibilidade,
em sua maioria são pertinentes à questão das barreiras arquitetônicas, à
comunicação , informação e sinalização. Não houve ainda, preocupação em
estabelecer legislação pertinente com relação ao mesmo no espaço digital.
Cabe ressaltar que, a acessibilidade a Web é parte integrante do projeto
brasileiro

de

inclusão

digital.

No

site

do

governo

eletrônico

(http://governoeletrônico. gov.br ), já é possível encontar alguns sites com esse
princípio.
Finalizando, não poderia deixar de mencionar a questão das bibliotecas,
em especial, às universitárias.
Repensando o compromisso das Universidades com a sociedade, e
considerando a função social que exerce a biblioteca, se faz necessário a reflexão
dos gestores do conhecimento, no sentido da democratização real da informação,
hoje também situada no espaço digital, possibilitando o acesso à todo e qualquer
cidadão sem discriminações , ou estaremos caindo no erro da exclusão.

7 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Numa visão geral, percebe-se que a Sociedade como um todo, inicia uma
preocupação em oferecer as pessoas portadores de necessidades especiais,
mecanismos facilitadores de acesso à informação. Já é possível encontrar alguns
sites na Internet construídos com o princípio de acessibilidade.

�É primordial que todas às ações que apontem para a inclusão digital das
pessoas portadoras de necessidades especiais, sejam bem planejadas e
estruturadas, para que seus direitos sejam respeitados e efetivamente garantidos.
Podemos afirmar que, ainda há muitos desafios para assegurar que
cidadãos especiais, possam usufruir do compartilhamento do acesso à
informação, mas com certeza, estamos caminhando juntos para superá-los.
ABSTRACT
It approaches the question of the technologies appeared in century XX that they
had modified the form of if getting the information, and being "Internet" great the
responsible one for this transformation, since, allowed to the access to a infinity of
information and knowledge. The Sprouting of the Society of the Information that
redefined the concept of library and the problems happened with its creation
"infoexclusão". This work has for objective to analyze the digital inclusion of the
special carriers of necessities, the barriers imposed to this minority in relation its
limitations in the search for the information, and the public politics of access of this
citizen. It questions the social paper of the libraries, and the importance of if
searching strategies that can modify the position of the society for reversion of the
current picture.
KEY-WORDS: Digital inclusion. Special carriers of necessities. Society of the
Information. Accessibility.

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∗

Bibliotecária da Biblioteca Central da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro- UFRRJ
Rodovia Br 465, Km7, 23890-000, Seropédia, RJ, Brasil - mirianel@ufrrj.br
∗∗
solangelbarbara@yahoo.com.br

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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <text>O diferente faz a diferença! : a questão da humanização da informação.</text>
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              <text>Aborda a questão das tecnologias surgidas no século XX que modificaram a forma de se obter a informação, e de ser a "Internet" a grande responsável por esta transformação, já que, permitiu o acesso a uma infinidade de informações e conhecimento. O Surgimento da Sociedade da Informação que redefiniu o conceito de biblioteca e os problemas advindos com sua criação a "infoexclusão". Este trabalho tem por objetivo analisar a inclusão digital dos portadores de necessidades especiais, as barreiras impostas a essa minoria em relação as suas limitações na busca pela informação, e as políticas públicas de acesso deste cidadão. Questiona o papel social das bibliotecas, e a importância de se buscar estratégias que possam modificar a postura da sociedade para reversão do quadro atual.</text>
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