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                  <text>CONTRIBUIÇÃO DO SIBI/USP PARA A FORMAÇÃO E MANUTENÇÃO DE
REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS

Adriana Cybele Ferrari – aferrari@usp.br
Márcia Elísa Garcia de Grandi – megrandi@usp.br
Universidade de São Paulo
Sistema Integrado de Bibliotecas
Av. Prof. Luciano Gualberto, Trav. J, n. 374 – 1º andar - Cidade Universitária São Paulo – SP – Brasil – 05508-010
Resumo
O Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo vem
implementando várias ações visando o desenvolvimento de repositórios
institucionais. As Bibliotecas do SIBi/USP constituem órgão depositário da
produção científica, técnica e intelectual gerada na Universidade, de forma a
promover e assegurar o controle bibliográfico e facilitar o acesso à informação.
Assim, realizam a coleta, armazenagem e registro técnico das informações no
Banco de Dados Bibliográficos da USP – Dedalus, garantindo a manutenção das
Bases Produção e Teses. Em 2001, foi inaugurada a Biblioteca Digital de Teses e
Dissertações da USP, implementada por uma Comissão que contou com a
participação do SIBi e da Comissão Central de Informática. Desde 2003 vêm
sendo incluídos os links para o documento digital da produção intelectual
cadastrada no Dedalus. Em 2004, desenvolveu-se um projeto com o objetivo de
promover o armazenamento digital dos documentos da produção intelectual
gerada na USP, respeitada a legislação vigente sobre direitos autorais. As
iniciativas em andamento estão inseridas dentro da estratégia sistêmica de
compromisso com a inovação e em alinhamento com as políticas da Universidade
voltadas para a promoção da inserção social, por meio da democratização da
informação, facilitada pela implementação e manutenção de repositórios
institucionais.
Palavras-chave: Repositórios institucionais. Produção científica. Bibliotecas
digitais

�1 Introdução
O desenvolvimento das tecnologias de informação exerceu um impacto decisivo
sobre os sistemas de divulgação da comunicação científica, ampliando a
possibilidade de publicação em formato eletrônico e, conseqüentemente,
propiciando o acesso imediato ao conhecimento gerado pela comunidade de
pesquisadores e especialistas em todas as áreas e nacionalidades.

Na segunda metade da década de 90 começou a despontar o conceito e
desenvolvimento de repositórios institucionais, com o objetivo de reunir, preservar
e disseminar os resultados e trabalhos de pesquisas dos membros das
respectivas comunidades.

Tratando-se as universidades de pólos produtores e irradiadores de informação e
conhecimento, passaram a assumir posição preponderante na adoção do novo
conceito e implementação de ações efetivas para operacionalização de seus
repositórios, com a participação freqüente das bibliotecas ligadas a essas
instituições.

O Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo (SIBi/USP), em
consonância com as diretrizes estratégicas organizacionais, tem envidado
esforços contínuos no sentido de contribuir para a formação e crescimento dos
repositórios institucionais da produção cientifica gerada pela comunidade local.

2 Conceito e evolução de repositórios institucionais
Lynch (2003) define repositório institucional de uma universidade como um
conjunto de serviços que a universidade oferece aos seus membros com o
objetivo de administrar, preservar, organizar, disseminar e distribuir o material em
formato digital gerado pela instituição.

Santos, Teixeira e Pinto (2005) destacam o papel dos repositórios institucionais
na preservação digital de documentos, antes disponíveis apenas em papel, e a
possibilidade de permitir que estejam acessíveis a todos os interessados.

�De acordo com Dávila et al. (2006), os elementos importantes de um repositório
institucional são os conteúdos, qualidade, atualização contínua, segurança,
facilidade de acesso aos conteúdos e amplitude de difusão.

Weitzel e Ferreira (2005), mencionam a importância do movimento “Iniciativa dos
Arquivos Abertos”, surgido em 1999, que reuniu pesquisadores europeus e norteamericanos, com o objetivo de propor um novo modelo de comunicação científica.
O modelo previa a implementação de um sistema de publicação na web,
resultando em mudanças radicais do sistema de divulgação do conhecimento
científico.

Os últimos anos presenciaram o crescimento do número de iniciativas voltadas
para a implementação de repositórios institucionais, notadamente na área
acadêmica. Pesquisa recente, relatada por Westrienen e Lynch (2006), reuniu
informações sobre repositórios institucionais de treze paises: Austrália, Canadá,
Estados Unidos, Bélgica, França, Reino Unido, Dinamarca, Noruega, Suécia,
Finlândia, Alemanha, Itália e Holanda. Os resultados indicam uma variação
significativa no número absoluto e proporcional de repositórios por país, assim
como no número de objetos ou registros incluídos. Quanto aos tipos de
documentos,

foram

identificados

artigos,

teses,

livros,

dados

primários,

audiovisuais e materiais de cursos, nas áreas de Humanidades, Ciências Sociais,
Ciências da Vida, Ciências Naturais, Engenharia e Artes Dramáticas. Verificou-se,
também, variação considerável no tipo de software utilizado.

Dávila et al (2006) apresentam o projeto desenvolvido na Universidad de Los
Andes (ULA), em Mérida, Venezuela, tendo como objetivos preservar e difundir a
produção intelectual dos pesquisadores, unidades de pesquisa, programas de
pós-graduação e publicações periódicas publicadas pela instituição. Experiência
similar na Universidade de Aveiro, Portugal, é relatada por Santos, Teixeira e
Pinto (2005).

Destaca-se o trabalho desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Informação em
Ciência e Tecnologia, que vem conduzindo estudos no sentido de implementar

�repositórios em unidades de pesquisa do Ministério de Ciência e Tecnologia
(VIANA; MÁRDERO ARELLANO; SHINTAKU, 2005). Pode-se mencionar,
também, A Biblioteca Digital Jurídica, do Superior Tribunal de Justiça, que é o
primeiro repositório brasileiro não acadêmico (http://bdjur.stj.gov.br/dspace/) e a
Arena Científica (http://arena.portcom.intercom.org.br), repositório de e-prints na
área de Ciências da Comunicação (WEITZEL E FERREIRA, 2005).

Embora seja incontestável o crescimento do número de repositórios institucionais
em operação, ainda persistem focos de resistência entre os produtores de
conteúdo em relação à veiculação irrestrita de suas publicações. Segundo Weitzel
e Ferreira (2005), os questionamentos da comunidade científica concentram-se
na qualidade, segurança, direitos autorais e preservação das informações
veiculadas na Internet.

Foster e Gibbons (2005) relatam projeto de pesquisa visando identificação das
práticas de trabalho de docentes da University of Rochester de forma a verificar
como um repositório institucional poderia contribuir para o desenvolvimento pleno
de suas atividades. Os resultados subsidiaram a adoção de duas estratégias
simultâneas. A primeira consistiu na abordagem direta, com base nas
expectativas e necessidades reais dos pesquisadores, a segunda diz respeito à
implementação de melhorias no espaço e recursos de captação de conteúdos de
forma a permitir que a facilitar a submissão de itens pelos próprios interessados,
dando maior interatividade ao processo.

Dávila et al. (2006) ressaltam a necessidade de identificação de pesquisadores
que reúnam condições e predisposição para adotar práticas de tecnologias da
informação e incorporar as “e-atividades” no trabalho de rotina. Para gerar a
motivação entre a comunidade produtora de conteúdos, revela-se indispensável
criar incentivos em duas vertentes: medidas oficiais, tais como disposições e
portarias e ações dirigidas diretamente aos indivíduos e unidades de pesquisa
das comunidades científicas.

�3 Iniciativas do SIBi/USP
Desde 1985, as Bibliotecas do SIBi/USP constituem órgão depositário da
produção técnico-científica e intelectual institucional, função reiterada com a
publicação da Resolução n. 4221 (http://www.usp.br/sibi/ ), de 17 de novembro de
1995, que atualizou diretrizes e procedimentos para promoção, controle
bibliográfico e disseminação da produção intelectual gerada nas unidades da USP
e pelos Programas Conjuntos de Pós-Graduação.

Para cumprimento da Resolução, as Bibliotecas desenvolveram mecanismos de
coleta,

armazenamento,

preservação,

processamento

e

divulgação

das

publicações editadas pelas suas respectivas comunidades, como atestam os
relatos de Di Francisco, Tognetti, Martins (2000) e Grandi et al (2004).

Algumas Bibliotecas desenvolveram catálogos e/ou bases locais para o
armazenamento dos registros bibliográficos referentes às publicações em
questão, mas o controle global da produção gerada na Universidade é viabilizado
pelo banco de dados bibliográficos da Universidade – DEDALUS, no qual estão
previstos dois módulos específicos para processamento e divulgação do material:
Teses e Produção.

Além das teses e dissertações defendidas na USP, o DEDALUS permite o
cadastramento

das

diversas

modalidades

de

publicações

comunidade científica, algumas já categorizadas na tabela a seguir:

geradas

pela

�Tabela 1 - Tipos de documentos para a Base 04 (DEDALUS) – Produção
Apresentação Sonora / Cênica /

•

Monografia / Livro

Entrevista

•

Monografia / Livro - Ed/Org

•

Artigo de Jornal

•

Monografia / Livro - Revisão Técnica

•

Artigo de Jornal - Dep/Entr

•

Monografia / Livro - Tradução

•

Artigo de Jornal - Resenha

•

Parte de Material Didático

•

Artigo de Jornal - Tradução

•

Parte de Monografia / Livro

•

Artigo de Periódico

•

Parte de Monografia / Livro - Tradução

•

Artigo de Periódico - Apres / Intr

•

Parte de Monografia / Livro / Apres /

•

Artigo de Periódico - Carta / Editorial

•

Artigo de Periódico - Dep/Entr

•

Artigo de Periódico - Divulgação

•

Artigo de Periódico - Resenha

•

Artigo de Periódico - Tradução

•

Bibliografia

•

Curadoria

•

Editor de Periódico

•

Folheto

•

Laudo / Parecer Técnico

•

Maquete / Protótipo

•

Material Cartográfico (Mapa, Carta,

•

•

Pref / Porf
•

Parte de Produção Artística

•

Patente

•

Produção Art e ou Mat Audio-Visuais

•

Programa de Computador

•

Relatório Técnico

•

Revisão de Tradução

•

Texto na Web

•

Trabalho de Evento

•

Trabalho de Evento - Anais Periódico

•

Trabalho de Evento - Resumo

•

Trabalho de Evento - Resumo Periódico

Globo, etc.)

•

Website

Material Didático

•

Outros

Desde 2003, os registros referenciais do DEDALUS vêm sendo enriquecidos
pelos links que podem ser incluídos para o documento digital da produção
científica cadastrada, permitindo ao usuário o acesso imediato ao documento de
interesse. Está, também disponível a possibilidade de inserção do link para o
Currículo Lattes do pesquisador, como demonstrado no registro a seguir.

�Base

04

Autor

Zatz, Mayana

Título
Imprenta
Descr Fís
Assunto
Assunto

Sob fogo cerrado
Brasília, 2005
p. 46-53
CÉLULAS CLONAIS
GENÉTICA MÉDICA

In:
Tipo Mat
Unid
Documento

Desafios do Desenvolvimento, v. 2, n. 8, p. 46-53, 2005
ARTIGO DE PERIODICO-DIVULGACAO
IB - INST BIOCIENCIAS
"Clicar" sobre o botão para acesso ao texto completo

Cur.Lattes

"Clicar" sobre o botão para acesso ao Currículo Lattes de Mayana Zatz

Figura 1. Registro de produção cadastrado no DEDALUS
O controle da produção bibliográfica pelas Bibliotecas do SIBi/USP constitui um
processo de extrema relevância, pois permite a veiculação do conhecimento
gerado na instituição a toda comunidade científica nacional e internacional. A
dimensão da produção pode ser atestada na tabela a seguir, que apresenta
dados estatísticos sobre os módulos Teses e Produção, no período de 2002 a
2005.

4 0 .0 0 0
3 3 .7 6 6

3 5 .0 0 0
3 0 .7 0 8

3 1 .7 7 6

3 0 .9 9 2

3 0 .0 0 0
2 5 .0 0 0
Teses
P ro d u ç ã o

2 0 .0 0 0
1 5 .0 0 0
1 0 .0 0 0
5 .1 7 8

6 .1 7 7

4 .9 7 5

5 .4 6 6

5 .0 0 0
2002

2003

2004

2005

Gráfico 1. Cadastramento no DEDALUS: Módulos Teses e Produção

�A média anual de cadastramento de teses/dissertações é de 5.449 registros,
enquanto que no módulo Produção há o crescimento médio de 31.810 registros
por ano. O total acumulado até o final de 2005 é de 79.090 itens para teses e
dissertações e 419.473 itens para os itens referentes a produção científica e
intelectual da Universidade. (UNIVERSIDADE, 2006)

3.1 Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da Universidade de São Paulo
A USP implementou, em 2001, a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações
(BDTD), com o objetivo de facilitar o acesso remoto ao conteúdo dos resultados
dos programas de pós-graduação da instituição, nas áreas de ciências humanas,
ciências exatas e ciências biológicas. Adotou-se o formato PDF para os arquivos
e as plataformas da Networked Digital Library of Theses and Dissertations
(NTLDT). O projeto foi conduzido por uma Comissão formada pelo presidente da
Comissão Central de Informática, pelo Diretor Técnico do SIBi, por um docente e
um analista de sistema (MASIERO, 2001).

Em 2002, ocorreu a inclusão de metadados da Biblioteca Digital de Teses e
Dissertações da USP (http://www.teses.usp.br/), por meio de processo de
harvesting, na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações do Brasil, mantida pelo
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), do Ministério
da Ciência e Tecnologia. Em 2003, os metadados da BDTD foram incorporados
ao Catálogo da NTLDT, utilizando o mesmo processo.

Inicialmente, a Biblioteca inseria apenas conteúdos digitais das teses de
doutorado e dissertações de mestrado, mas a partir de 2005 passou a contar com
o módulo de teses de livre docência. O crescimento da BDTD pode ser
visualizado no quadro abaixo que apresenta os principais indicadores do site:

�Tabela 2 – Estatísticas da Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da
Universidade de São Paulo*

Indicador

Total

Total de dissertações cadastradas

2.923

Total de teses de doutorado cadastradas

1.657

Total de teses de livre docência cadastradas
Número de visitas (Julho /05-Junho/06)
Número de hits (Julho /05-Junho/06)

19
3.115.852
19.097.289

* Dados disponíveis na página em 30 de Julho de 2006.

3.2 Projeto Memória
Em 2004, desenvolveu-se um projeto sistêmico com o objetivo de promover o
armazenamento digital dos documentos da produção intelectual gerada na USP,
com vistas à preservação e acesso, respeitada a legislação vigente sobre direitos
autorais. O projeto foi levado a cabo por uma equipe de profissionais do
SIBi/USP, que estabeleceu como escopo a criação de procedimentos e padrões
para digitalização de documentos, instalação de mecanismos de acesso e a
digitalização propriamente dita.

O projeto encontra-se em fase experimental,

diante da necessidade de definição de critérios para inserção de documentos,
tendo em vista os aspectos legais envolvidos no processo, bem como a aquisição
de equipamentos e softwares necessários.

4 Considerações finais
Segundo Viana, Márdero Avellano e Shintaku (2005), um repositório institucional
deve apresentar, obrigatoriamente, políticas de depósito e acesso e inserção de
toda produção das respectivas organizações, o que limita a aplicação do conceito
às iniciativas brasileiras relatadas no artigo em questão. A observação pode ser
estendida em relação às ações e projetos em andamento no SIBi/USP, mas,
citando os mesmos autores, verifica-se que há o interesse crescente de viabilizar
a captura e acesso da produção científica e intelectual da instituição.

�Entretanto, como pode ser observado em outros processos de inovação na área
de tecnologia da informação, o desenvolvimento de repositórios institucionais
representa um desafio para toda a comunidade científica, uma vez que traz em
seu bojo a necessidade de rompimento com esquemas tradicionais vigentes de
geração, publicação e divulgação do conhecimento científico.

Analisando-se o quadro atual, pode-se vislumbrar alguns pontos que demandam
atenção e ações a curto e médio prazos:
•

Necessidade

de

definição

de

critérios

para

inserção

de

conteúdos

institucionais;
•

Campanhas de esclarecimento e incentivo junto à comunidade de docentes e
pesquisadores no sentido de participarem e contribuírem com a construção de
novos repositórios institucionais e ampliação das iniciativas existentes, tais
como a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações;

•

Maior integração entre todas as partes interessadas no desenvolvimento dos
repositórios institucionais, a saber: produtores de conteúdos, gestores,
bibliotecários, profissionais de informática e demais grupos.

De qualquer forma, as iniciativas em andamento, aqui descritas, estão inseridas
dentro da estratégia sistêmica de compromisso com a inovação e em alinhamento
com as políticas da Universidade voltadas para a promoção da inserção social,
por meio da democratização da informação, que pode ser facilitada pela
implementação e manutenção de repositórios institucionais.

Referências
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www.saber.ula.ve: um ejemplo de repositorio institucional
universitario. Interciencia, v. 31, n. 1, p. 29-36, jan. 2006.
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produção científica do IFSC. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS
UNIVERSITÁRIAS, 11., Florianópolis, 2000. Anais. Florianópolis, 2000.
(Publicado em CD-ROM).
FOSTER, N. F.; GIBBONS, S. Understanding faculty to improve content
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GRANDI, M. E. G. et al. Organização e divulgação da produção científica dos
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LYNCH, C. A. Institutional repositories: essential infrastructure for scholarship in
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MASIERO, P. C. A Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da Universidade de
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UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Sistema Integrado de Bibliotecas.
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em: 20 Jul. 2006.

�</text>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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                <text>Tema: Acesso livre à informação científica e bibliotecas universitárias.</text>
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                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
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            <description>The nature or genre of the resource</description>
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                <text>Salvador (Bahia)</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
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              <text>Contribuição do SIBi/USP para a formação e manutenção de repositórios institucionais.</text>
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          <name>Creator</name>
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              <text>Ferrari, Adriana Cybele; Grandi, Márcia Elísa Garcia de</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Salvador (Bahia)</text>
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          <name>Publisher</name>
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          <name>Date</name>
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          <name>Type</name>
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          <name>Description</name>
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              <text>O Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo vem implementando várias ações visando o desenvolvimento de repositórios institucionais. As Bibliotecas do SIBi/USP constituem órgão depositário da produção científica, técnica e intelectual gerada na Universidade, de forma a promover e assegurar o controle bibliográfico e facilitar o acesso à informação. Assim, realizam a coleta, armazenagem e registro técnico das informações no Banco de Dados Bibliográficos da USP – Dedalus, garantindo a manutenção das Bases Produção e Teses. Em 2001, foi inaugurada a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP, implementada por uma Comissão que contou com a participação do SIBi e da Comissão Central de Informática. Desde 2003 vêm sendo incluídos os links para o documento digital da produção intelectual cadastrada no Dedalus. Em 2004, desenvolveu-se um projeto com o objetivo de promover o armazenamento digital dos documentos da produção intelectual gerada na USP, respeitada a legislação vigente sobre direitos autorais. As iniciativas em andamento estão inseridas dentro da estratégia sistêmica de compromisso com a inovação e em alinhamento com as políticas da Universidade voltadas para a promoção da inserção social, por meio da democratização da informação, facilitada pela implementação e manutenção de repositórios institucionais.</text>
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