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                  <text>INFORMAÇÃO DIGITAL: UMA ABORDAGEM SOBRE A NECESSIDADE DE
ESTABELECER UMA POLÍTICA DE PRESERVAÇÃO

Adriana de Almeida Barreiros∗
Edna Tiemi Yokoti Watanabe∗∗
Fátima Aparecida Colombo Paletta∗∗∗

RESUMO
Um dos desafios da "era do conhecimento" é o acesso amplo e veloz às
informações. Neste contexto, temos as redes de informação e a internet; meios
eletrônicos que viabilizam com rapidez sua recuperação. Para essa inovação,
contamos com o desenvolvimento constante da tecnologia da informação.
Entretanto, estas ferramentas dependem de fatores políticos, econômicos e
sociais, o que as tornam vulneráveis em sua manutenção. Diante do desafio
tecnológico, apresentamos uma abordagem sobre a necessidade de
estabelecermos uma política de preservação da informação digital.
PALAVRAS-CHAVE: Informação digital.
tecnológica. Política de preservação.

Preservação

digital.

Informação

1 INTRODUÇÃO
Vivemos em um período de intensas e surpreendentes transformações. No
contexto social, nos deparamos com os avanços tecnológicos, redes de
informações e a internet, duas grandes mudanças que se estabeleceram nesta
era.
Faz-se necessário migrar dados para mídias novas em período mínimo de
dois anos, do contrário, muitas informações serão perdidas no turbilhão de
constantes evoluções em que estamos imersos.
A principal característica destas ferramentas são a ampla troca de
informações

entre

os

pesquisadores,

gerando

comunicação

rápida

de

conhecimento e permitindo o avanço da ciência. Este comportamento interfere
nas universidades, bem como em suas respectivas bibliotecas, pois cabe a elas o

�tratamento das informações, a recuperação do conhecimento explícito e a
preservação da informação de valor, para que as gerações atuais e futuras
possam ter acesso a tudo o que existe, transformando o que é conhecido em
novo conhecimento, considerando os diferentes aspectos, características e
especificidades. A medida em que o esmiuçamos, estamos gerando mais e mais
conhecimento; é o início do ciclo de retroalimentação.
Diante de tamanha avalanche de informações, só é possível sobreviver à
demanda com a revolução tecnológica, através da documentação digital,
produzida pela inovação da gestão de informação.
Um simples avanço tecnológico pode evocar uma cascata crescente de
incertezas. É o choque do desenvolvimento tecnológico sem limite, de recursos
limitados e de necessidades ilimitadas sob a ótica do usuário. No entanto, é a
tendência certa para as bibliotecas.
Identificar e agir antecipadamente, conforme as tendências, garante uma
vantagem competitiva e pode salvar o patrimônio intelectual e cultural da
instituição.
Para tanto, é importante definir uma política

de preservação para a

documentação eletrônica das universidades.

2 PRESERVAÇÃO E INFORMAÇÃO TECNOLÓGICA
A discussão sobre a preservação de documentos eletrônicos tem envolvido
vários especialistas: bibliotecários, arquivistas, profissionais de tecnologia de
informação. Todos são constantemente confrontados à crescente necessidade de
manter disponíveis e acessíveis os registros armazenados em meio eletrônico.
As ameaças que os documentos eletrônicos sofrem são semelhantes aos
suportes tradicionais (papel). A diferença de um documento não eletrônico é que
a perda da informação é mais lenta e visível o que a torna passível de
restauração, enquanto “os dados gravados na superfície metálica magnetizada

�dos dispositivos de armazenamento mais largamento utilizados, podem tornar-se
irrecuperáveis” (SANT’ANNA, 2001), uma vez que, normalmente não se percebe
o problema em arquivos até que haja falha ao acessá-los.
O advento de versões eletrônicas para publicações existentes em papel, foi
visto como um importante passo, acelerando a divulgação de informações
científicas, principalmente. Entretanto, é causa de preocupação, exigindo atenção
dos formuladores de políticas de aquisição para bibliotecas, em particular as
universitárias, pois é difícil o acesso às publicações já adquiridas, se não houver
no contrato com as editoras uma cláusula que permita acessar a documentação
depois de expirada a assinatura. Em outras palavras, caso o assinante não exija
acesso permanente às publicações on-line do ano pago, perderá direito de
consulta no caso de não manter a assinatura no ano seguinte.
Várias questões são levantadas quando se trata de informação tecnológica
e a durabilidade dos suportes eletrônicos. Existem muitas controvérsias quanto a
longevidade dos dados contidos neste tipo de suporte (BARREIROS e PALETTA,
2002; INNARELLI, 2003, 2004).
Outra questão são as informações que desaparecem na rede. Um estudo
feito pelo pesquisador americano Jonathan Wren “mostrou que muitos artigos
publicados na internet acabam em um límbo digital”, ou seja sumiram. Apenas a
mensagem de “página não encontrada” aparece. Preocupada com a possibilidade
de perda das informações, a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos tem um
projeto que mantém cópias de artigos na Internet Archive http://www.archive.org
(AGÊNCIA FAPESP, 2004).

3 INICIATIVAS EM PRESERVAÇÃO DIGITAL
É fato que grande parte da informação gerada no mundo hoje é digital,
portanto, tornou-se mundial a preocupação com a gestão da mesma.
Organizações públicas e privadas, instituições de ensino e pesquisa, bem
como outros setores da sociedade comprometidos com a informação,

�reconhecem que é necessário assegurar a preservação a longo prazo e o acesso
contínuo.
Assim sendo, algumas instituições internacionais se reuniram no Encontro
da Biblioteca Nacional de Portugal para tomar conhecimento em cursos, projetos,
e divulgação de métodos e práticas já desenvolvidas na preservação e acesso de
documentação digital. Entre elas, a European Comission on Preservation and
Access – ECPA criada em 1994 para promover atividades ligadas a salvaguardar
as coleções de bibliotecas européias, em suporte tradicional ou digital. Há ainda,
o Programa Europeu IST – Information Society Technologies e o Council on
Library and Information Resources – CLIR, organização não governamental dos
Estados Unidos que congrega as instituições americanas ligadas aos problemas
da preservação e do acesso, que promove e difunde atividades nessas áreas
(CAMPOS, 2004).
Outra instituição envolvida em promover uma política na área é a
Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura
(UNESCO), que em sua constituição estabelece que:
...a organização deve ajudar a conservação, o progresso e a
difusão do saber, zelando pela conservação e proteção do
patrimônio universal de livros, obras de arte e monumentos de
interesse histórico e científico, que seu programa de Informação
para todos oferece uma plataforma para o debate e a ação sobre
políticas de informação e sobre a salvaguarda dos
conhecimentos conservados em forma documental, e que seu
programa “Memória do Mundo” tem por objetivo garantir a
preservação do patrimônio documental do mundo e acesso
universal ao mesmo.

Com esse compromisso, a UNESCO lançou um documento intitulado
“Carta para la preservación del patrimônio digital” (Organización Cientifica de las
Naciones Unidas Cultural Educativo, 2003), colocando as medidas necessárias a
serem tomadas, bem como as atribuições para a política de preservação digital.
Diante deste documento e a evidência da fragilidade do armazenamento de
informações eletrônicas, geradas em grande quantidade nas universidades,
instituições de pesquisa e outros setores brasileiros, o Conselho Nacional de

�Arquivos (CONARQ), através da Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos,
elaborou o Anteprojeto de Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico
Digital. O documento foi apresentado pela historiadora Cláudia Lacombe, do
Arquivo Nacional e membro do grupo de trabalho criado especialmente para
estudar as questões envolvendo o documento digital, no segundo

Simpósio

Internacional sobre Bibliotecas Digitais, em Campinas (Conselho Nacional de
Arquivos, 2004).
O texto apresenta os seguintes problemas relacionados a documentação
digital:
Incapacidade dos atuais sistemas eletrônicos de informação em
assegurar a preservação em longo prazo;
Fragilidade intrínseca ao armazenamento digital - degradação física;
Rápida obsolescência da tecnologia digital: hardware, software e
formatos;
Complexidade e custos da preservação digital;
Multiplicidade de atores envolvidos;
Dependência social da informação digital: dependência do documento
digital como fonte de prova das funções e atividades de indivíduos,
instituições e governos.
E traz, também, proposta de elaboração de estratégias e políticas,
estabelecimento de normas e promoção do conhecimento (LACOMBE, 2004).
Tais iniciativas são primordiais, enquanto modelos de responsabilidade que
vislumbram

um

futuro

onde

haverá

um

mundo

cheio

de

tecnologias

desconhecidas e deterioração de sistemas.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Pesquisadores, governo, empresas públicas e privadas dependem cada
vez mais dos documentos digitais, para o exercício de suas atividades.

�A importância de preservar, e gerir a informação digital é clara no contexto
atual: estudos mostram que a tecnologia digital é um meio frágil e instável de
armazenamento, dificultando a garantia de acesso no futuro.
As universidades, grandes produtoras deste tipo de informação, não podem
ficar alheias a essa discussão, nem da necessidade de desenvolver uma política
específica para o problema da preservação digital, bem como, legislação,
metodologias padrões e protocolos que minimizem esta falha.
Estimular a inserção do tema preservação do patrimônio digital na
formação dos profissionais da informação, especialmente os arquivistas,
bibliotecários e profissionais da ciência da computação, exige investimento
financeiro elevado e contínuo, devido à multiplicidade de questões financeiras,
administrativas, legais, políticas, econômicas, que envolvem informações em
formato digital. Portanto, preservar exige compromissos entre a indústria de
tecnologia da informação e organizações envolvidas na produção de informação.
É fundamental o intercâmbio entre as instituições que já desenvolveram
projetos e políticas para o assunto. É conhecendo o problema que podemos
formular opções para solucioná-lo. A consciência da situação está em unirmos
forças. O grande desafio é mantermos o conhecimento, que no terceiro milênio,
está com as bibliotecas, pois estas são ainda:
Lugar da memória nacional, espaço de conservação do
patrimônio intelectual literário e artístico, uma biblioteca é
também o teatro de uma alquimia complexa em que, sob o efeito
da leitura, da escrita e de sua interação, se liberam as forças, os
movimentos do pensamento. É um lugar de diálogo com o
passado, de criação e inovação, e a conservação só tem sentido
como fermento dos saberes e motor dos conhecimentos, a
serviço da coletividade inteira. (PODER das bibliotecas, 2000).

ABSTRACTS
One of the challenges of the so-called “knowledge era” is the vast and rapid
access to information. In this context, we have the information networks and the
internet, electronic means which make its recovery possible and rapid. For this
innovation we count on the constant information technology development.
However, these tools depend on political, economic and social factors, which

�make them vulnerable in its maintenance. Facing the technologic challenge we
present a approach about the necessity of establishing a digital information
preservation policy.
KEYWORDS: Digital information. Preservation digital. Information technology.
Preservation political.

REFERÊNCIAS

AGENDA FAPESP. Artigos não encontrados. Disponível em:
&lt;http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?data%5Bid_materia_boletim%
5D=1653&gt;. Acesso em: 15 abr. 2004.
BARREIROS, A. A. ; PALETTA, F. A. C. A durabilidade dos suportes eletrônicos e
a preservação da informação. In: SEMINÁRIO NACIONAL de BIBLIOTECAS
UNIVERSITÁRIAS, 12., 2002, Recife. Anais... Recife: UFPE, 2002. 1 CD-ROM.
CAMPOS, F. M. Informação digital: um novo patrimônio a preservar. Disponível
em: &lt;http://www.bn.pt/agenda/ecpa/informacao_digital.html&gt;. Acesso em: 18 mar.
2004.
CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS Anteprojeto de carta de preservação
do patrimônio arquivístico digital. Disponível em:
&lt;http://www.arquivonacional.gov.br/conarq/cam_tec_doc_ele/download/carta_de_
preserva%E7ao%20anteprojeto.pdf&gt;. Acesso em: 15 jun. 2004.
INNARELLI, H.C. Preservação de documentos eletrônicos. Disponível em:
&lt;http://www.unicamp.br/siarq/arq_setoriais/preservacao_documentos_eletronicos.
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INNARELLI, H.C. Iniciativas de preservação digital. Disponível em:
&lt;http://libdigi.unicamp.br/document/?view=8397&gt;. Acesso em: 03 jun. 2004.
LACOMBE, C. Anteprojeto de Carta de Preservação do Patrimônio Arquivístico
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Organización Cientifica de las Naciones Unidas Cultural Educativo. Carta para la
Preservación del Patrimonio Digital. Disponível em:

�&lt;http://portal.unesco.org/ci/file_download.php/Charter_es.pdf?URL_ID=13367&amp;file
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e=Charter_es.pdf&amp;location=user-S/&gt;. Acesso em: 28 abr. 2004.
PODER das bibliotecas. Rio de Janeiro: UFRJ, 2000. 352p.
SANT’ANNA, M. L. Os desafios da preservação de documentos públicos digitais.
Disponível em: &lt;http://www.ip.pbh.gov.br/revista0302/ip0302santanna.pdf&gt;.
Acesso em: 15 jun. 2004.

∗

adribar@bcq.usp.br
edna@bcq.usp.br
∗∗∗
fatima@bcq.usp.br
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO – USP DIVISÃO DE BIBLIOTECA E DOCUMENTAÇÃO DO
CONJUNTO DAS QUÍMICAS – DBDCQ Av. Prof. Lineu Prestes, 950 - Cidade Universitária 05315970 - São Paulo - SP – Brasil Fone: (0xx11) 3091-3859 e 3091-3669 - Fax: (0xx11) 3812-8194
http://www.bcq.usp.br bibcq@bcq.usp.br
∗∗

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