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                  <text>EXPLORANDO MEMÓRIAS: INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO DO
ESPORTE NACIONAL NA PRIMEIRA DÉCADA DA REVISTA MANCHETE

Márcia Cristina de Andrade
Coordenadora Técnica SIBRADID
Graduação Biblioteconomia
Sistema Brasileiro de Documentação e Informação Desportiva - SIBRADID
Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional - EEFFTO
Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG
Av. Presidente Antônio Carlos, 6627 - Pampulha
31270-901 - Belo Horizonte, MG BRASIL

e-mail: sibradid@eeffto.ufmg.br
mca@ufmg.br

Telma de Oliveira Melo
Coordenadora do Setor de Periódicos da FAFICH
Graduação Biblioteconomia
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas – FAFICH
Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG
Av. Presidente Antônio Carlos, 6627 - Pampulha
31270-901 - Belo Horizonte, MG BRASIL

e-mail: telmamelo@ufmg.br
telmamelbh@yahoo.com.br

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS

�EXPLORANDO MEMÓRIAS: INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO DO
ESPORTE NACIONAL NA PRIMEIRA DÉCADA DA REVISTA MANCHETE

Márcia Cristina de Andrade*
Telma de Oliveira Melo**

RESUMO
Diariamente torna-se mais importante o aprendizado significativo e a capacidade
para lidar com o volume crescente de informações disponíveis. Criou-se, então, o
ambiente propício e ainda pouco explorado pelos profissionais da informação, que
é o Serviço de Referência Digital. E, dentro deste, encontra-se a elaboração do
site. “Explorando memórias: informação e documentação do esporte nacional na
primeira década da revista MANCHETE”, um desafio para os profissionais ligados
à informação, visando a oferecer mais um serviço por meio digital e tornar as
instituições e bibliotecas capazes de projetar, elaborar e gerir produtos
direcionados a partir do grande fluxo de informações. Para criar o site,
começamos pela indexação dos documentos, identificando o conteúdo,
traduzindo para a linguagem específica à recuperação de informação, e
disponibilizando o conteúdo via web. A utilização desta linguagem padronizada,
permitiu a reunião dos conceitos esportivos, propiciando o refinamento na busca
da informação de forma rápida, precisa e segura. Com este trabalho, estamos
também contribuindo para o enriquecimento da historiografia do Esporte
Brasileiro.
Palavras-chave: Esporte. Historia. Periódico. Disseminação da informação.
Manchete
* Márcia Cristina de Andrade
Coordenadora Técnica SIBRADID
Sistema Brasileiro de Documentação e Informação Desportiva - SIBRADID
Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional - EEFFTO
Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG
e-mail: mca@ufmg.br
** Telma de Oliveira Melo
Coordenadora do Setor de Periódicos da FAFICH
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas – FAFICH
Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG
e-mail: telmamelo@ufmg.br
2

�1. Introdução
A longa história do esporte ajuda a entender como um fenômeno há
milênios se perpetuou no imaginário do homem. O homem está interligado e
correlacionado ao esporte desde os primatas.
Na segunda metade do século XX, notadamente entre 1950 e 1990, o
esporte é sacudido por uma nova realidade. A concepção do “Ideário Olímpico”
em “o importante é competir” saem de cena. A Guerra Fria estimula o uso
ideológico do esporte, colocando em segundo plano o fair play. A simples prática
esportiva deixa de ser relevante, pois o que importa é o rendimento, o resultado.
Inicia-se um rápido processo de profissionalização dos atletas, alçados à
condição de estrelas da mídia e heróis nacionais. A corrida em busca de recordes
e títulos fazem com que organismos internacionais lancem manifestos
denunciando a exacerbação da competição e alertando os governos para as
novas responsabilidades do Estado no que se refere às atividades físicas. Os
textos destacam a necessidade de garantir à população em geral – e não apenas
aos atletas – condições que levem à democratização do esporte.
Nos últimos tempos, o Esporte tem sido alvo de uma impressionante
mudança. A última década do século passado revela a aceleração das mudanças
na prática esportiva. Consolida-se a idéia de esporte como direito de todos.
Grupos até então pouco atendidos na questão da atividade física ganham mais
atenção. Dois exemplos de tal transformação são a terceira idade e a pessoa
portadora de deficiência.
Amplia-se o próprio conceito de esporte, desmembrado em esporteparticipação (lazer) e esporte de rendimento (competição). O papel do Estado
também se altera. Ele deixa de apenas tutelar as atividades esportivas. Passa a
investir em recursos humanos e científicos. Além disso, no campo do alto
rendimento, dá atenção especial às questões éticas, como combate ao doping.
No caso do esporte de alto rendimento, percebe-se o avanço da lógica
mercantilista. Provas, partidas e torneios são espetáculos; atletas, produtos em
exibição. Equipes de futebol, atletismo, vôlei ou basquete funciona como uma
espécie de grande companhia artística, com astros (atletas) milionários e shows
(partidas ou provas) que mobilizam a mídia e o público. Estimuladas pela
cobertura das TVs, novas modalidades ganham importância. Os chamados
3

�esportes radicais (surfe, skate, kitesurfe, bicicross, motocross, entre outros)
proporcionam imagens de impacto e conquistam novos fãs a cada dia. Além
disso,

multiplicam-se

os

“esportes-filhotes”,

derivações

de

modalidades

amplamente difundidas. Vôlei de praia, futsal e beach soccer são alguns
exemplos do fenômeno.
Para instituições de informação e bibliotecas, no que tange a seus
objetivos, a responsabilidade de prover as comunidades nas quais inseridas com
serviços de recuperação e localização de informação é de suma importância.
Para atendermos de forma satisfatória às necessidades dos usuários foi
indispensável à mudança de postura, usando de tecnologias avançadas,
aprimoramento profissional e tantas outras ações que devem fazer parte da rotina
dos profissionais responsáveis pela área de informação de toda instituição. O fato
de oferecer um serviço é indispensável para manter a qualidade dos produtos ou
serviços oferecidos pelas instituições de informação e bibliotecas.

As novas tecnologias da informação estão criando “bibliotecas
sem paredes para livros sem páginas”. Mais conhecidas
como bibliotecas virtuais, estas novas formas e suportes
estão redefinindo os paradigmas atuais sobre
informação, comunicação e o próprio âmbito de trabalho
dos profissionais da área. Interdisciplinaridade e
interatividade tornam-se as novas palavras de ordem.
(LEVACOV, 1997).

Diariamente torna-se mais importante o aprendizado significativo e a
capacidade para lidar com o volume crescente a informações disponíveis. Sendo
assim, cresce também a necessidade de adequação dos sistemas envolvendo
soluções e/ou aplicações tecnológicas. Se de um lado há a necessidade de
atualização constante, faz-se necessário repensar antigas estratégias que estas
instituições e bibliotecas vem utilizando no que se refere a métodos tradicionais
de consulta, pesquisa e disseminação da informação aos usuários.
Este é um dos maiores desafios para os profissionais da informação:
tornar as instituições e bibliotecas capazes para projetar, elaborar e gerir produtos
direcionados a partir do grande volume e do fluxo de informações.

4

�O

material

privilegiado

de

análise,

neste

artigo,

é

a

revista,

especialmente por conta de sua proposta explícita, onde podemos trabalhar
narrativas visuais, reunindo a periodicidade semanal com a produção de imagens
cuidadas e produzidas para dizer muito em pouco tempo e espaço. São revistas
de interesse geral que tem em comum a proposta de dar conta das principais
noticiais da semana.
As revistas são um elemento significativo na história da cultura brasileira.
A história das revistas é marcada por uma sucessão de reviravoltas. Porém
encontramos ainda hoje revistas que pertencem a um sistema do passado,
elementos antigos que subsistem no seio dos modernos. Três gerações de
revistas se sucedem e se superpõem . A primeira, atualmente, está praticamente
desaparecida. A segunda, amadurecida, encontra-se estagnada. A terceira,
recente, está em plena ascensão.
Optamos por trabalhar com a segunda geração de revistas que se
desenvolveu entre 1945 e 1960. O sistema bem definido que essa geração
constitui repousava sobre três bases: - a revista ilustrada de atualidades – a
revista de cultura geral – e a imprensa sentimental. Neste trabalho vamos ater
nosso texto no primeiro eixo: o da revista ilustrada de atualidades com
entretenimento e fatos diversos.
A partir dessas observações, surge o interesse em analisar a revista
Manchete para identificar como foi divulgado o esporte, visto que foi uma revista
de fatos diversos, de grande tiragem de circulação nacional, que publicava
reportagens entre as diversas seções destacando a de esportes.
Faremos uma greve referencia sobre o CEDOC, tendo em vista que a
partir de sua fundação e durante vários anos ele abrigou grande parte dos
documentos necessários ao trabalho jornalístico1.
O levantamento de dados em mais de 500 edições da revista Manchete
(1952 – 1962) foi realizado na Biblioteca Antônio Luiz Paixão da Faculdade de
Filosofia e Ciências Humanas - FAFICH da Universidade Federal de Minas Gerais
e Biblioteca Pública Luiz de Bessa, ambos sediados na cidade de Belo Horizonte.

5

�Nessa etapa da pesquisa histórica, o critério utilizado foi à seleção de
reportagens, títulos e notas alusivas ao esporte nacional em geral.

2. Justificativa

O processo de indexação de um documento consiste em duas fases:
primeira, identificar e representar o conteúdo intelectual do documento: segunda,
traduzir para uma linguagem específica que possibilite a recuperação da
informação
A criação desse site permitirá a reunião dos documentos analisados
propiciando a indexação e o refinamento na busca da informação.

3. Objetivos

- Organizar e recuperar a informação para disseminar a informação de forma
rápida, precisa e segura.
- Facilitar a busca de documentos publicados no periódico Manchete e que estão
relacionados ao esporte nacional.

4. Metologia

Este é um artigo que apresenta características informativas. Não
comentaremos o conteúdo dos artigos.
A seguir enumeramos as etapas utilizadas para a criação do site:
1- Delimitar o período da revista Manchete a ser pesquisado – primeira década
1952-1962;
2- Escolher o assunto – Esporte Nacional;
3- Pesquisar e consultar as edições da revista;
4- Selecionar as reportagens sobre o assunto;
5- Digitalizar / fotografar o material selecionado;
6- Leitura e análise do assunto por um especialista;
1

O acervo consultado pertence ao CEDOC (Centro de Documentação da Comunicação) da Biblioteca
Antônio Luiz Paixão, da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas – FAFICH da Universidade Federal de

6

�7- Indexação dos assuntos;
8- Definição do formato de armazenamento via web para facilitar e agilizar a
busca de uma maneira simples e precisa;
9- Digitação e correção;
10- Disponibilizar o site via web.

3. Conclusão

Atualmente diversos fatores parecem apontar para a necessidade de se
repensar o papel das publicações periódicas como veículo de comunicação hoje.
Dois desses fatores são decisivos: o encolhimento dos gastos com pesquisa, e o
desenvolvimento da tecnologia de redes. A influência do primeiro é bastante clara
na produção e distribuição dos periódicos trazendo problemas que colocam em
risco a qualidade da própria sobrevivência das publicações. A tecnologia, por seu
lado, abre possibilidades para se eliminar o engessamento da revista na
periodicidade e para se inventar novas formas de comunicação que poderá aliviar
os problemas de custeio das publicações.
Os editores, responsáveis diretos pelas publicações, foram levados a
optar entre uma tecnologia – o impresso – que vem se aperfeiçoando ao longo de
quase 400 anos, e – a tecnologia eletrônica – que com sua virtualidade, modificou
o paradigma da comunicação científica.
Hoje a internet é algo inevitável, mesmo assim, muitos afirmam a
necessidade de se manter os dois formatos concomitantemente.
As publicações periódicas são cruciais para a qualidade de uma
biblioteca, seja ela física ou virtual. Esses veículos de comunicação são sérios,
atualizados e muitos importantes para o desenvolvimento da ciência. Com a
crescente virtualização do conhecimento, as bibliotecas têm um novo desafio:
digitalizar e tornar acessível o seu acervo.
Com este trabalho, estaremos também, contribuindo para o
enriquecimento da historiografia do esporte brasileiro.

Minas Gerais.

7

�REFERÊNCIAS

ABNT. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica
científica impressa: apresentação. Rio de Janeiro, 2003.5 p.
ABNT. NBR 6023: informação e documentação: elaboração: referências. Rio de
Janeiro, 2002. 24 p.
ABNT. NBR 6028: resumos. Rio de Janeiro, 2003. 2 p.
ABNT. NBR 10520: informação e documentação: citação em documentos. Rio de
Janeiro. 2002. 7. p.
FRANÇA, Júnia Lessa et al. Manual para normalização de publicações
técnico-científicas. 7. ed. Ver. E ampl. Belo Horizonte: UFMG, 2004. 242 p.
LEVACOV, M. Bibliotecas virtuais: (r)evolução? Ci. Inf., Brasília, v.26, n.2,
Maio/Ago. 1997. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php. Acesso em 17
abr. 2006.
MASSARANI, Luisa. A divulgação da científica no Rio de Janeiro: algumas
reflexões sobre a década de 20. Rio de Janeiro: 1998, [dissertação de mestrado,
ECO – UFRJ]

8

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