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                  <text>Eixo I

Inovação e Criação

O USO DE PLATAFORMAS ABERTAS POR BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS:
UMA DISCUSSÃO INTRODUTÓRIA
THE USE OF OPEN PLATFORMS BY UNIVERSITY LIBRARIIES: AN INTRODUCTORY
DISCUSSION

Resumo: O trabalho apresenta de forma introdutória o uso de plataformas abertas e o uso do
trabalho colaborativo pelas bibliotecas universitárias. Mostramos como essas ferramentas
podem contribuir na divulgação dos acervos das bibliotecas universitárias além de
proporcionar maior interação entre biblioteca e usuário, agregando valor aos acervos
custodiados por essas instituições, possibilitando o uso e re-uso dos conteúdos
disponibilizados por elas. Para a construção do trabalho foi realizado revisão de literatura
acerca dos temas como plataformas abertas, bibliotecas universitárias, trabalho colaborativo e
inteligência coletiva. Utilizamos como metodologia a pesquisa bibliográfica, foram utilizados
livros e artigos sobre a temática desenvolvida. Concluímos que o uso de plataformas abertas
pelas bibliotecas universitárias faz com que esse tipo de biblioteca se posicione de forma
positiva diante das mudanças ocorridas com o advento da internet e da web 2.0.
Palavras-chave: Biblioteca Universitária. Plataformas abertas. Web 2.0
Abstract: The paper presents in an introductory form the use of open platforms and the use of
collaborative work by university libraries. We show how these tools can contribute to the
dissemination of the collections of university libraries, as well as to provide greater
interaction between library and user, adding value to the collections guarded by these
institutions, allowing the use and reuse of the contents made available by them. For the
construction of the work was carried out literature review about the themes as open platforms,
university libraries, collaborative work and collective intelligence. We used as a methodology
the bibliographical research, we used books and articles on the theme developed. We
conclude that the use of open platforms by university libraries makes this type of library
positively positioned in the face of the changes that have occurred with the advent of the
internet and web 2.0.
Keywords: University Libraries. Open Platforms. Web 2.0

219

�1. INTRODUÇÃO

interativas. Elas coexistem. E estão em rota de colisão. Bem-vindo à
revolução do conhecimento. Bem(JENKINS, 2008,p28)

No livro Missão do Bibliotecário, escrito por Ortega y Gasset em 1935, por ocasião do
2º Congresso Mundial de Bibliotecas e Bibliografia, realizado em Madri. O autor apontou
como sendo a massiva produção de livros, como um grande problema que deveria ser
solucionado pelos bibliotecá
um peso.
A citação de Ortega y Gasset é muito pertinente nos dias de hoje, aonde a produção de
informação chega a números estratosféricos. Podemos citar a evolução da informática e as
mudanças que se desenvolveram em torno da internet como um fator primordial para esse
rais
p.8).
Com a popularização da internet e com o advento da Web 2.0, que de acordo com
O´Reilly (2017) diz respeito a uma segunda geração de serviços e aplicativos da rede e a
recursos, tecnologias e conceitos que permitem um maior grau de interatividade e colaboração
na utilização da Internet. A humanidade caminha para a construção de um novo espaço
antropológico, o espaço do saber, ou ciberespaço, no qual estamos todos interligados,
pensando e trabalhando em rede (LEVY, 1997). A formação de redes é uma prática humana
muito antiga, mas as redes ganharam vida nova nos tempos atuais, transformando-se em redes
de informação energizadas pela internet. (CASTELL, 2011, p.7).
Assim sendo, acreditamos que as mudanças ocorridas nos últimos anos afetaram
significativamente a forma como coletamos, produzimos e disseminamos conteúdos
informacionais, a biblioteca Universitária inserida neste contexto também é afetada. Dessa
forma, apresentamos neste trabalho uma discussão acerca das plataformas abertas apontando
a possibilidade do seu uso pelas bibliotecas universitárias.

22

Plataforma aberta: (Ing: open platform) Conceito que demanda a um computador e a uma rede que permite a
todos os usuários da Internet a possibilidade de acessar, criar e publicar informações, assim como acessar a
informação de outros. Fonte: Plataforma aberta (verbete). Glossário de elearning. Disponível em:

220

�2 REVISÃO DE LITERATURA
Para a construção desse trabalho procuramos entender de que maneira as tecnologias
estão influenciando o comportamento na produção e recepção da informação nos dias atuais.
Para compreender esse processo foi fundamental alicerçarmos nosso trabalho na obra
Sociedade em Rede de Manuel Castells (1999), cujo estudo é um emblemático recurso para o
que propomos aqui, pois o autor preconizou o impacto que as tecnologias então emergentes
tinham na economia e na sociedade. O autor foi um pioneiro ao apontar que as relações
humanas passariam a ser, cada vez mais, estabelecida em ambientes multimídia e que a
tecnologia é a sociedade e a sociedade não pode ser entendida ou representada sem suas
No mesmo sentido também fizemos uso da obra de Pierre Lévy (1999), que também
analisou a sociedade em rede, mas através do neologismo de cibercultura, sendo este um
espaço de interação proporcionado pela realidade virtual, é o novo meio de comunicação que
surge da interconexão mundial dos computadores. O termo especifica não apenas a
infraestrutura material da comunicação digital, mas também o universo oceânico de
informações que ela abriga, assim como os seres humanos que navegam e alimentam esse
universo (LÉVY, 1999). Apontamos a obra A inteligência coletiva (2003) como insumo na
construção do nosso pensamento, pois o conceito abarca questões referentes ao trabalho
colaborativo em rede, fio condutor desse trabalho. A cibercultura ou a sociedade em rede
permitiu o trabalho coletivo em tempo real, além do intercâmbio de informações e novas
formas de produção, armazenamento e compartilhamento de informação. Ou seja, estamos
diante de uma novo dilema social que resulta em um novo paradigma. Thomaz Khun (2001)
afirma que não somos estudiosos de assuntos, mas sim de problemas e que os paradigmas são
Nesse instante, achamos importante trazermos para a discussão questões relacionadas
aos paradigmas em Ciência da Informação, uma vez que estamos tratando de novas práticas e
técnicas no gerenciamento de informações, as quais interferem de forma direta no tempo da
produção da das mesmas, no tempo da comunicação e consequentemente no tempo do uso e
re-uso dessa informação, sugerindo modificação paradigmática.

&lt;abhttp://elearning.ieba.org.pt/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=18&amp;Itemid=37erta&gt;
em: 13 set. 2017.

Acesso

221

�Sendo assim, buscamos a contribuição do pensamento de Rafael Capurro (2003) aos
nos apresentar três paradigmas para a Ciência da Informação: o físico, o cognitivo e o social.
Fizemos uso do pensamento de Armando Malheiro, o autor se debruça na discussão
sobre o acesso à informação ao colocar no centro do estudo as instituições de memória e nos
apresenta os paradigma custodial e o pós custodia ou emergente. O paradigma custodial,
paradigma emergente

pós-

Sobre o paradigma pós-custodial, que o autor chama também de emergente,
mergente porque está a surgir no dealbar, em curso, da Era da Informação e nos meandros
de uma conjutura de transição bastante híbrida, complexa e sujeita a um ritmo de inovação
autor, pois
estamos dentro da Sociedade da informação e estamos vivendo em rede. A preocupação com
pela intervenção teórico-prática na produção, no fluxo, na difusão e no acesso (comunicação)
Assim sendo, acreditamos que as plataformas abertas são um excelente meio para
reformular a maneira como as bibliotecas universitárias trabalham acervos. O uso do trabalho
coletivo através do modelo de Crowdsourcing vai ao encontro do paradigma que Malheiro
(2006) denomina de pós-custodial, pois o modelo proporciona que os indivíduos sejam
simultaneamente consumidores e produtores de informações.
O uso de plataformas abertas por bibliotecas universitárias para a divulgação de seus
acervos, ainda é algo pouco praticado, resultando em poucos estudos sobre o assunto. De
acordo com Holley (2010) no seu artigo Crowdsourcing: how and why Should Libraries Do
It?, isso se deve ao fato de que as bibliotecas, não se deram conta de que não apenas elas
podem ter o controle de criar, coletar e descrever informações, como também usuários de
Dar aos usuários a liberdade de
interagir e agregar valor aos dados, bem como criar seu próprio conteúdo e enviá-lo para
nossas coleções, sendo que os usuários querem é ajudar as bibliotecas a se manterem
(Nossa tradução).
O termo Crowdsourcing foi mencionado pela primeira vez em 2005, pelos jornalistas
Jeff Howe e Mark Robinson na abordagem da forma como as empresas estavam utilizando a
Internet para recorrer ao trabalho coletivo, esta associação de Outsourcing à multidão
23

Giving users the freedom to interact with and add value to data as well as create their own content and upload
it into our collections is what users want, and hel

222

�rapidamente levou à noção de Crowdsourcing. Howe, citou neste primeiro estudo que o
mundo da inovação está passando por mudanças e que essas inovações são definidas por
Para compreendermos o conceito de Crowndsourcing, fizemos uso dos trabalhos dos
autores Estellés- Arrolas e González-Ladron de Guevara (2012, p.9), os quais apresentam uma
o Crowdsourcing é um processo on-line que é distribuído
pela própria natureza da Internet e sempre envolve a participação da multidão, as próximas
(Nossa tradução).
Crowdsourcing usa técnicas de
engajamento social para ajudar um grupo de pessoas a alcançar um objetivo comum,
(Nossa
tradução).
As conferências e palestras do Curador digital da British Library, Aquiles Brayner
(2017) foram referências para o estudo do uso das plataformas abertas com a finalidade de
agregar valor aos acervos de instituições de memória, sendo o autor um entusiasta da
temática.
Trabalhos como os de Zastrow (2014), Zhang (2015), Dobrecky (2016), Zarndt (2006)
se aproximam significativamente da nossa proposta, pois apresentam diretamente o uso do
modelo de plataformas abertas como elemento fundamental para preservação da memória
coletiva, por isso serão abordados como trabalhos relacionados.
Adicionalmente, outros trabalhos serão de fundamental importância por tratarem
especificamente do modelo de trabalho Crowndsourcing e plataformas abertas para
transcrição de manuscritos. Citamos dessa forma, alguns relatos, como: a transcrição de
manuscritos da Guerra Civil Americana Collaborative Manuscript Transcription (2012);
Welcome to Transcribe Bentham de Causer (2013); Crowdsourcing transcription: from the
Page and Scripto de Lawson (2012); Crowdsourcing for Shakespeare de Kwok (2017),
Transcription tools: a Survey de Mika (2017).

24

involves the participation of the crowd. The rest of the characteristics depend on the proposed ini

223

�3. METODOLOGIA
Para o desenvolvimento do trabalho, utilizamos a pesquisa bibliográfica que de acordo
com Gil (2002, p.44) é desenvolvida com base em trabalhos já elaborados anteriormente e é
constituída principalmente por livros e artigos científicos. Foram observados projetos
desenvolvidos com o uso do modelo Crowdsourcing por bibliotecas. Logo, fizemos análise
dos projetos: Australin Newspapers Digitalisation Program (2017), onde o público aprimora
os dados adicionando tags e comentários; Crowdsourcing for Shakespeare (KWOK, 2017),
transcrição de manuscritos do dramaturgo inglês onde se utiliza como plataforma o
Zooniverse e do projeto Coleção

BNDigital Afro-Brasileira, da Biblioteca Nacional do

Brasil, que de acordo com Brayner (2017) pretende disponibilizar imagens do acervo já
digitalizado da Biblioteca Nacional em plataformas abertas.
4. DISCUSSÃO
as coleções,
reproduzi-las de modo analógico para mantê-las armazenadas em depósitos remotos de acesso
-se o acesso largo às
fontes a quem delas possa fazer uso, como forma de garantir a preservação a partir da oferta
biblioteca e arquivos têm se dedicado à produção e coleta de objetos digitais. A Tecnologia
atual nos permite muito mais do que apen
nos possibilita o uso de novas ferramentas que nos leva a novas descobertas a partir de uma
nova compreensão do material analisado. biblioteca e arquivos têm se dedicado à produção e
coleta de objetos digitais. A Tecnologia atual nos permite muito mais do que apenas descobrir
a novas descobertas a partir de uma nova compreensão do material analisado.
Essa pesquisa se faz relevante porque o novo cenário proveniente da internet e da web
2.0 estabeleceu uma nova relação de envolvimento entre as bibliotecas e os seus usuários,
mais próxima e informal, dando a possibilidade ao usuário de desempenhar um papel mais
ativo e participativo, contribuindo na criação de novos conteúdos. Uma experiência que na
224

�E agora eles estão nos dizendo que podem
fazer ainda mais, eles podem se organizar para trabalhar juntos para alcançar grandes
objetivos para as bibliotecas e tornar nossa informação ainda mais acessível, precisa e
.
Acreditamos que nesse contexto em que nos encontramos o valor de uma instituição
não será mensurado pelos acervos que ela possui, mas sim por aqueles acervos que ela torna
disponível. A proposta aqui apresentada vem colaborar com esse pensamento.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

propriedades e comportamento da informação, as forças que regem o fluxo da informação e os
novas formas de fluxo de informação surgem, impulsionado pelas tecnologias sociais e
colaborativas. Neste modelo de colaboração e trabalho em rede, novas tecnologias e
metodologias vêm se destacando, tais como o uso de plataformas abertas.
Acreditamos que o ambiente proporcionado pela internet e pela web 2.0 faz com que a
biblioteca universitária se posicione de forma mais ativa e atuante diante da nova situação.
Dessa forma, defendemos como ferramenta importante o uso das plataformas abertas por
essas bibliotecas. Entendemos que esse fato contribuirá positivamente em diversos aspectos
tais como na ampliação e divulgação dos acervos das bibliotecas assim como maior dialogo e
interação entre biblioteca e usuários..
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26

And now they are telling us they can do even more, they can organise themselves to work together to achieve
big goals for libraries and make our information even more accessible, accurate and interesting.

225

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228

�</text>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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                <text>Salvador (Bahia)</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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          <name>Title</name>
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              <text>O uso de plataformas abertas por bibliotecas universitárias: uma discussão introdutória.</text>
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              <text>Macedo,Tony Bernardino; Tenório, Rafaela Maria de Mello Cavalcanti; Lima, Beatriz Santos Silva de; Araújo, Ana Cláudia Gouveia;</text>
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          <name>Coverage</name>
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              <text>Salvador (Bahia)</text>
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              <text>O trabalho apresenta de forma introdutória o uso de plataformas abertas e o uso do trabalho colaborativo pelas bibliotecas universitárias. Mostramos como essas ferramentas podem contribuir na divulgação dos acervos das bibliotecas universitárias além de proporcionar maior interação entre biblioteca e usuário, agregando valor aos acervos custodiados por essas instituições, possibilitando o uso e re-uso dos conteúdos disponibilizados por elas. Para a construção do trabalho foi realizado revisão de literatura acerca dos temas como plataformas abertas, bibliotecas universitárias, trabalho colaborativo e inteligência coletiva. Utilizamos como metodologia a pesquisa bibliográfica, foram utilizados livros e artigos sobre a temática desenvolvida. Concluímos que o uso de plataformas abertas pelas bibliotecas universitárias faz com que esse tipo de biblioteca se posicione de forma positiva diante das mudanças ocorridas com o advento da internet e da web 2.0.</text>
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