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                  <text>GERENCIAMENTO DE PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO DA COLEÇÃO DE
MANUSCRITOS DA BIBLIOTECA CENTRAL DA UNIVERSIDADE DE
BRASÍLIA - UNB

GOMES, Neide A.
Mestre em Ciência da Informação – Biblioteca Central - Universidade de Brasília
neide@bce.unb.br

SILVA, Fernando
Bibliotecário - Seção de Obras Raras da Biblioteca Central-UnB
fernandos@bce.unb.br

FERREIRA, Anelise Weingartner
Antropóloga –Casa da Cultura da América Latina –UnB
Conservadora-Restauradora – Cedoc - UnB
anelise@unb.br

ANDREOLI, José Carlos
Químico – Centro de Documentação – Cedoc –UnB
e-mail: cedoc@unb.br

�Gerenciamento de programa de conservação na Coleção de Manuscritos da
Biblioteca Central da Universidade de Brasília

Introdução
Este trabalho tem como principal objetivo apresentar o projeto de
intervenção na coleção de manuscritos que integra o Programa de Conservação
preventiva na Coleção de Obras Raras da Biblioteca Central – BCE da
Universidade de Brasília.
Atividades

de

conservação

e

restauração

pontualmente ao longo de vários anos, no acervo.

foram

desenvolvidas

Com o fortalecimento da

parceria entre setores da universidade foi possível elaborar um plano de trabalho,
contando com conservadores-restauradores e bibliotecários, lotados no Centro de
Documentação – CEDOC, Casa de Cultura da América Latina e BCE.
O plano absorve algumas ações já iniciadas, como por exemplo, o
acondicionamento dos livros em brochura da coleção de literatura brasileira da
BCE.
Na elaboração do programa o grupo adotou as definições de Guichen
(1999), apud Carvalho (2002) que define conservação como toda intervenção
humana direta ou indireta que tem por objetivo aumentar a expectativa de vida de
coleções; restauração é definida como toda intervenção humana direta que tem

�por objetivo restituir o aspecto original de um objeto da coleção danificado;
conservação preventiva a que se aplica a todos os elementos do patrimônio,em
situação de deterioração ativa ou não, visando a protegê-los de qualquer
agressão natural ou humana.
Ainda segundo Timár-Balazsk e Eastop (1998) apud Mendes (2001) “o
objetivo da conservação é reduzir ao máximo a taxa de deterioração adicional dos
artefatos”.
Nesse trabalho, consideramos o conceito de programa de conservação
preventiva definido por Carvalho (2002), como a concepção, coordenação e
execução de um conjunto de estratégias sistemáticas organizadas no tempo e
espaço, desenvolvidas por uma equipe multidisciplinar com o consenso da
comunidade a fim de preservar, resguardar e difundir a memória coletiva no
presente e projetá-la para o futuro para reforçar a sua identidade cultural e elevar
a qualidade de vida.
Para elaboração do programa de gerenciamento de conservação, deve-se
considerar as políticas, procedimentos e processos que evitam a deterioração do
material, garantindo a permanência do suporte e o acesso à informação, o que
vem ao encontro do objetivo da biblioteca.
O programa de conservação engloba as diversas coleções que compõem o
acervo de obras raras da BCE. Este programa estabelece metas; objetivos e
etapas realísticas e viáveis; considera a disponibilidade dos recursos de pessoal,
instalações, verbas e critérios de avaliação. Para facilitar a alocação de recursos
foi pensado um projeto de conservação, trabalhando coleção a coleção.
Inicialmente foi realizada uma avaliação das condições físicas e ambientais
onde se encontra todo o acervo de obras raras da BCE para só então dar início
ao procedimento sistemático de conservação preventiva nas diversas coleções.
Foi escolhida a coleção de manuscritos como primeiro projeto, coleção de
menor dimensão, mas significativa no conjunto de obras raras da BCE. No acervo
de manuscritos encontram-se cartas, originais de livros e outros documentos de

�escritores e personalidades da vida pública brasileira, acervo esse de grande
importância para a preservação da nossa memória.

Características da coleção de Obras Raras
A coleção de Obras Raras foi constituída a partir da compra de
conceituadas bibliotecas particulares principalmente no período de 1962 a 1984,
como, por exemplo, a do professor Eudoro de Sousa, do jurista Homero Pires
(1962), do professor Fernando de Azevedo (1962), do crítico literário e professor
de literatura Agrippino Grieco (1975), do político e jornalista Carlos Lacerda
(1979) e do poeta e médico Pedro Nava (1983). Com essas bibliotecas veio
grande quantidade de documentos manuscritos de importantes nomes da
literatura, política e da sociedade brasileira dos séculos XIX e XX. Assim
constituiu-se a coleção de manuscritos da seção de obras raras da Biblioteca
Central da Universidade de Brasília, que cobre quase todas as áreas do
conhecimento.

Características da coleção de manuscritos
A coleção de manuscritos é formada, em sua maioria, de documentos de
uma ou mais folhas soltas, sendo que os demais encontram-se em cadernos e
volumes encadernados.
Os manuscritos estão em pastas (556 ao todo) organizadas em ordem
alfabética dentro de arquivos, divididas nas seguintes categorias: Anedotas,
Cartões,

Diplomas,

Eloqüência,

Ensaios,

Miscelânea,

Poesias,

Religião,

Romances, Viagens, Psicologia, Autógrafos, Discursos, Cartas, Correspondências
e anotações.
Dentre os destaques do acervo, pode-se citar os originais dos romances
Água Mãe, de José Lins do Rêgo e Minhas Contradições de Silvio Romero,
originais de poesias de autores consagrados como Augusto Schimidt e A.

�Coullon, artigos, ensaios e cartas de Graça Aranha, Homero Pires, Rui Barbosa,
anotações do poeta Cassiano Nunes, entre outros.

Condições de armazenamento
Os manuscritos encontram-se no cofre da seção de Obras Raras. A
temperatura e umidade no interior do cofre, assim como no restante da seção, é
controlada, permanecendo a temperatura em torno de 21º C e a umidade em
55%.
Estão armazenados em pastas suspensas confeccionadas em cartão ácido
e com ferragens em contato direto com estes materiais. As pastas encontram-se
em arquivos de aço, com grande quantidade de pastas por gaveta.

Fig 1 Situação atual de armazenamento
das pastas.

Fig 2 Situação atual de armazenamento
de um manuscrito.

Estado de conservação da coleção
Os documentos, em geral estão em bom estado de conservação. Os
principais danos encontrados são: bordas fragilizadas, dobras, acidez, sujidades e
presença de materiais inadequados.

�Além dos manuscritos, outros materiais, em número menor, como
fotografias, recortes de jornais e revistas são encontrados agregados ao
manuscrito.

.

Fig. 3 Exemplos de manuscritos

Condições de acesso
O acesso à coleção de manuscritos é restrito à funcionários do setor de
obras raras. Ao usuário externo, em geral professores e pesquisadores de obras
raras, não são permitidas a entrada e permanência no cofre, sendo facultada a
estes, somente a consulta local dos documentos, mediante identificação. Para a
consulta, é obrigatória a utilização de luvas e máscaras, como forma de preservar
ao máximo o documento consultado. Cópias reprográficas de qualquer espécie
também são proibidas. Os manuscritos atualmente não estão inclusos no sistema
de automação da biblioteca, não sendo possível, portanto, a consulta via Internet.
É disponibilizado ao usuário apenas um catálogo impresso, com a relação dos
manuscritos existentes, organizado por categoria e, dentro de cada categoria, por
ordem alfabética de autor.

�Objetivos do projeto
•

Implantar o programa de conservação preventiva na coleção de Obras
Raras da BCE,

•

Conservar a coleção de manuscritos da BCE;

•

Capacitar os profissionais da BCE que trabalham com esse acervo;

•

Divulgar o projeto como estratégia de sensibilização e conscientização dos
usuários para a necessidade de preservação do patrimônio;

•

Garantir o acesso à informação.

Metodologia
A elaboração do projeto de conservação dos manuscritos seguiu as seguintes
etapas:
1. Diagnóstico

das

condições

ambientais,

armazenamento

e

acondicionamento, instalações físicas, pessoal envolvido e normas de
acesso aos documentos.
2. Discussão com os gestores, com os profissionais da área de conservaçãorestauração e técnicos envolvidos no projeto.
3. Elaboração do plano de trabalho com estabelecimento de metas,
cronograma e prioridades de intervenção;
Foi definida a execução do trabalho em seis fases, que em alguns momentos
serão executadas paralelamente:
1ª fase

Serão ministrados cursos de treinamento à equipe formada por
servidores e alunos -bolsistas envolvidos no projeto, com o apoio do
Programa de Capacitação e Aperfeiçoamento Profissional –
PROCAP/UnB. Este treinamento contemplará a teoria e a prática.

2ª fase Ações de higienização, desacidificação, planificação, reparos dos
manuscritos, redimensionamento do mobiliário

e confecção dos

�acondicionamentos: pastas, envelopes e caixas para guarda
horizontal de alguns itens.
3ª fase Treinamento do pessoal da BCE que trabalha na coleção de
manuscritos.
4ª fase

Elaboração do manual para acesso e manuseio dos manuscritos.

5ª fase

Indexação e inclusão dos manuscritos no catálogo on-line da BCE.

6ª fase Digitalização de todo a coleção e especificação de acesso conforme
os direitos autorais e outras questões legais.
Para os documentos que necessitam de restauração será elaborada uma ficha
específica onde constará o estado de degradação e o tempo recomendado para o
encaminhamento ao Laboratório de Restauração do Cedoc/UnB. Com base nesse
diagnóstico será feito um cronograma, estabelecendo prioridades para o
encaminhamento das obras para o laboratório, em conjunto com as demais
necessidades da seção de obras raras.

Educação Patrimonial
A educação patrimonial utiliza-se de lugares e suportes da memória, como
os museus, arquivos e bibliotecas no processo educativo, a fim de desenvolver a
sensibilidade e a consciência dos cidadãos para a importância da preservação
desses bens culturais.
A BCE é um foro privilegiado no desenvolvimento de ações de educação
patrimonial, já que recebe grande número de usuários. Circulam diariamente pela
BCE 3.000 pessoas não só a comunidade universitária bem como estudantes de
1º e 2º Grau e a população de Brasília e entorno.
Como forma de unir esse projeto a uma ação de educação patrimonial, foi
traçada a seguinte estratégia:

�Por questões de segurança será montada uma sala de trabalho, próxima
ao acervo, na própria Biblioteca, diminuindo assim o deslocamento dos
manuscritos. A sala escolhida tem uma parede de vidro com vista para uma das
salas de leitura dos usuários da BCE. Como alternativa ao isolamento da parede,
foi elaborada a estratégia de divulgar os procedimentos de conservação durante o
seu processo, mostrados através dessa “vitrine”. A expectativa é despertar pela
curiosidade, a sensibilização e conscientização dos usuários para as questões da
preservação da memória cultural. Além da informação visual serão oferecidas
outras informações utilizando-se de monitoria.
Ao final dos trabalhos será organizada uma exposição na BCE para
divulgação dos resultados.

Equipe
A equipe foi inicialmente formada por especialistas em conservaçãorestauração de documentos, bibliotecários e diretores das unidades envolvidas
para elaboração do Programa de gerenciamento de conservação preventiva. Na
execução do projeto a equipe será ampliada com os servidores da BCE e
bolsistas / alunos dos cursos de Biblioteconomia, Arquivologia e Artes Plásticas.

Conclusão
O projeto de conservação preventiva da coleção de manuscritos abre uma
nova perspectiva na atuação junto à seção de obras raras da BCE.
Implanta um programa que pretende se desenvolver permanentemente.
Para tal é necessário uma atenção especial na formação de equipes que irão
atuar nos próximos projetos e é imprescindível manter uma sistemática de
avaliação para o aperfeiçoamento de todas as etapas do programa.

�Para permanência e sucesso do Programa de Conservação Preventiva na
Biblioteca Central da Universidade de Brasília, é fundamental que se garanta a
consolidação das parcerias entre os vários setores da UnB, a formação e
treinamento de um grupo de trabalho, a institucionalização do programa e a
busca de recursos externos.

Referências bibliográficas
CARVALHO, Cláudia Rodrigues. O projeto de conservação preventiva do
Museu Casa de Rui Barbosa. 2002. Disponível em:
&lt;www.casaruibarbosa.gov.br/claudia_carvalho/preventiva.pdf/&gt;. Acesso em: 18
jul. 2006.
CÓDIGO

de

ética

do

conservador-restaurador.

Disponível

em:

&lt;www.aber.org.br&gt;. Acesso em: 20 jan. 2006.
MENDES, Marylka (Org.), et al. Conservação: conceitos e práticas. Rio de
Janeiro: UFRJ, 2001. 336 p.
CONWAY, P. Preservação no universo digital. 2. ed. Rio de Janeiro: Projeto
Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos, 2001. 30 p.
HAZEN, D., et al. Planejamento de preservação e gerenciamento de
programas. 2. ed. Rio de Janeiro: Projeto Conservação Preventiva em
Bibliotecas e Arquivos, 2001. 58 p.
HORTA, Maria de Lourdes Parreiras. O que é educação patrimonial: texto n. 3
do Programa de Educação Patrimonial da TVE. Disponível em:
&lt;http://www.redebrasil.tv.br/salto/boletins2003/ep/tetxt1.htm&gt;. Acesso em 18 jul.
2006.
OGDEN, S. Meio ambiente. 2. ed. Rio de Janeiro : Projeto Conservação
Preventiva em Bibliotecas e Arquivos, 2001. 40 p.
OGDEN, S. ; GRALICK, K. (Org.). Planejamento e prioridades. 2. ed. Rio de
Janeiro: Projeto Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos, 2001. 29 p.

�ORIÁ, Ricardo. Educação Patrimonial: conhecer para preservar. Disponível em
&lt;http://www.educacional.com.br/articulistas/articulista0003.asp&gt;. Acesso em: 18
jul. de 2006.

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