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                  <text>CONSERVAÇÃO E PRESERVAÇÃO DE ACERVOS: SÚPLICA DO LIVRO

Érica Simony Fernandes de Melo∗
Tércia Maria de Souza Moura Marques∗∗

RESUMO
Apresenta o resultado de uma campanha educativa desenvolvida pela Biblioteca
do Complexo Educacional CELM/Faculdade União Americana envolvendo toda a
clientela, com o objetivo de despertar nos usuários o zelo, o respeito e o processo
de (re) educação dos mesmos no manuseio de acervos. A referida campanha
surgiu após uma pesquisa desenvolvida pela equipe da biblioteca que, através do
método de observação constatou que, o acadêmico não sabe utilizar os recursos
informacionais disponíveis na biblioteca da instituição, e que a lacuna encontra-se
na educação de base, uma vez que a biblioteca escolar não tem exercido o seu
papel enquanto espaço de formação e de educação para a informação. A
metodologia empregada constou de exposição de livros e periódicos com as
agressões sofridas pelos usuários e palestras, conduzindo-os a produção de
textos livres. Dentre as produções recebidas destacou-se a poesia Súplica do
Livro de um aluno da 5ª série do Ensino Fundamental. Conclui que, o perfil de
uma clientela retrata o compromisso que o bibliotecário tem com a biblioteca em
que atua.

PALAVRAS-CHAVE: Gestão de Biblioteca. Formação de usuário. Conservação –
manuseio de acervo.

1 INTRODUÇÃO
A biblioteca é o lugar por excelência para se testar os livros, onde o leitor
pode experimentá-los, isto é, pode escolher de forma ampla e gratuita o seu estilo
de leitura, além de proporcionar um contato direto com o material consultado,
reforçando assim a primeira lei de Rhanganatan que diz que os livros são para
serem usados. Mas torna-se necessário que esta utilização seja de forma racional,

�mantendo-se uma relação de respeito ao material, sendo este, patrimônio físico e
cultural de uma determinada instituição, sociedade ou nação.
A destruição de materiais informacionais vem se alastrando durante toda a
nossa história, onde as lutas pelo poder, intolerâncias e guerras religiosas
destruíram para sempre parte do conhecimento humano. Nos dias atuais estes
fatos ainda vêm acontecendo, seja de maneira catastrófica, como a queima de
livros no Afeganistão pelos talibãs em 1999, ou de maneira lenta e corriqueira
como o mau uso dos acervos informacionais de nossas bibliotecas. Diante destes
fatos, faz-se necessária uma postura pró-ativa por parte dos profissionais da
informação quanto à preservação e utilização de acervos informacionais, sendo
estes de natureza pública ou privada.
Ao bibliotecário compete, dentre outras várias funções, saber guiar o leitor
quanto às diferentes etapas do processo de leitura, desde a escolha do material,
sugerindo-lhe um bom livro, até o seu manuseio correto, fator chave para a
conservação

dos

acervos

informacionais

das

bibliotecas

e

centros

de

documentação. Deste modo, este relato tem por objetivo apresentar o resultado da
campanha educativa intitulada “Súplica do livro”, desenvolvida pela biblioteca do
Complexo educacional Centro Educacional Libânia Medeiros/Faculdade União
Americana, localizado no bairro de Nova Parnamirim, na cidade de Parnamirim,
Estado do Rio Grande do Norte, com o intuito de despertar em seus usuários o
zelo e o respeito pelo material informacional da biblioteca.

2 A BIBLIOTECA DO COMPLEXO EDUCACIONAL CELM/FACULDADE UNIÃO
AMERICANA

O Centro Educacional Libânia Medeiros – CELM, é uma instituição
tradicional de ensino, no município de Natal, funcionando à mais de 30 anos.
Inicialmente com o nome de Educandário Jesus Menino, dirigida pela matriarca
Libânia Medeiros. Há cinco anos, comprovando o seu crescimento inaugura uma

�segunda unidade no município de Parnamirim, especificamente em Nova
Parnamirim, sendo essa dirigida pelos herdeiros da educadora Libânia Medeiros
que continuam seu trabalho, com os mesmos objetivos, oferecendo ensino de
qualidade sem esquecer valores caros como a importância da Família e da
Religião, por exemplo.
Essa qualidade é demonstrada através do seu crescimento, enquanto
instituição de ensino, haja vista a dois anos ter recebido autorização do Ministério
da Educação e Cultura para abrir uma escola de Ensino Superior, a Faculdade
União Americana.
A Biblioteca do hoje Complexo Educacional CELM/Faculdade União
Americana, objeto deste estudo, no início, por não ter um profissional habilitado
em sua direção, ainda aceitava práticas que não coadunam com os objetivos
primeiros de uma biblioteca que é o incentivo a leitura e a pesquisa, de forma
prazerosa. A biblioteca funcionava muitas vezes como o ambiente destinado ao
castigo para aqueles alunos de mau comportamento, ou que chegavam atrasados
ao colégio.
O ato educativo deve estimular o uso da biblioteca, tornando esse um ato
prazeroso, entretanto, no CELM, os alunos eram encaminhados a biblioteca como
forma de castigo, pela falta de disciplina em sala, ou fora dela.
Essa prática tornava impossível estabelecer e se fazer cumprir normas de
comportamento que possibilitassem esse ato prazeroso, a biblioteca, portanto, era
um “ambiente sem lei”, o espaço para extravasar angústias, das mais variadas
maneiras, e principalmente danosa ao ambiente e ao material nela guardado, os
livros, as informações, as histórias e as viagens que esses podem proporcionar,
caracterizando um total desrespeito ao patrimônio coletivo, assim recortavam,
rasgavam as obras, pelo simples fato de destruir.
Após um período de observação, constatou-se que os alunos da
graduação, também, não sabem utilizar os recursos informacionais disponíveis na
biblioteca da instituição com o cuidado e respeito que os mesmos merecem,

�levando a equipe a concluir de que a lacuna encontra-se na educação de base,
pois a biblioteca escolar, em muitas instituições de ensino, não tem exercido o seu
papel de mediadora da leitura, formando e educando o leitor para a informação.
Isto acontece devido à falta de um profissional qualificado na biblioteca, um
bibliotecário, que possa traçar objetivos e que trabalhe buscando atingi-los de
forma técnica e competente. Segundo Douglas (1971), a biblioteca escolar, além
da função de provedora do hábito da leitura, tem outras tarefas primordiais, sendo
uma delas o desenvolvimento no usuário do senso de responsabilidade com o
material bibliográfico, habituando-o a participar de um bem coletivo, a respeitar os
direitos alheios e aplicar princípios democráticos.

3 CONSERVAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO CONHECIMENTO
A milhares de anos o conhecimento humano vem sendo registrado em
diversos suportes informacionais, como o papiro, o pergaminho, mais adiante o
papel e atualmente em materiais de alta tecnologia como cd-rom e internet, rede
mundial de computadores. Mas à proporção que este conhecimento vem sendo
gerado e registrado ele também vem sendo destruído, tendo está prática se
transformado em um hábito milenar. A luta pelo poder e as guerras durante toda a
história tem destruído para sempre acervos informacionais de grandiosa
contribuição para a edificação da existência humana. Como exemplo mítico destas
destruições o trágico incêndio ocorrido na Biblioteca de Alexandria, durante a
invasão romana no ano de 48 a.C., a qual abrigava os principais textos da
Antigüidade humana, como as primeiras versões de Ilíada e Odisséia, de Homero,
compiladas por Zenódoto de Bizâncio, o primeiro dos bibliotecários Alexandrinos.
Porém, esta deterioração não é apenas privilégio da Antigüidade, estando
presente também nos tempos modernos, seja em grandes proporções, através
das guerras religiosas, onde milhares de livros são queimados e extraviados pela
busca incessante do poder sobre o inimigo, ou de maneira lenta e corriqueira,
como a má utilização e conservação dos acervos informacionais.

�O mau uso e a falta de conservação das coleções é um fato que vem
preocupando os profissionais da informação que, além de serem os propulsores
da disseminação do conhecimento humano, devem se preocupar também com a
preservação deste conhecimento. Segundo Silva Filho (1993) a rápida
deterioração dos materiais informacionais impressos, faz com que a sua
sobrevivência seja ameaçada. Isto ocorre devido a alguns fatores como condições
não favoráveis de armazenamento, rotinas de processamento e desgaste causado
pelo uso. O tipo de suporte informacional também contribui para com a
deterioração dos materiais, pois, observa-se que quase todo o papel disponível é
muito ácido devido às suas características físico-químicas. O papel é um dos
suportes informacionais mais utilizados, porém, atualmente, com o surgimento de
novas tecnologias, os suportes vêm adquirindo formas cada vez mais sofisticadas,
como fitas magnéticas, discos ópticos, dentre outros, mas todos com vida útil
muito curtas, agravando ainda mais a capacidade das bibliotecas de garantir a
sobrevivência e a disponibilidade desses materiais.
Para a conservação dos acervos informacionais é exigido, do bibliotecário e
da sua equipe de trabalho, práticas de proteção contra agentes externos e
ambientais que possam garantir o aumento da vida útil destes materiais. Estão
incluídos nestas práticas o monitoramento das condições ambientais, da
higienização,

planejamento

de

desastres

(incêndios,

alagamentos,

etc.),

procedimentos de manutenção e utilização do acervo, sendo esta última objeto
deste relato.
O controle quanto aos agentes deterioradores como a umidade, a
temperatura, dentre outros, pode ser realizado com a ajuda de aparelhos
específicos para o caso, como desumidificadores e aparelhos de ar-condicionado.
Para a ação de agentes biodeterioradores, o monitoramento freqüente como a
limpeza constante dos ambientes e controle de pragas, é tomado como uma das
medidas eficazes. No entanto, a conservação dos acervos informacionais, levando
em consideração a utilização deste de maneira correta e zelosa, é tarefa árdua

�para o profissional bibliotecário, uma vez que envolve o elemento humano,
exigindo desta tarefa um planejamento eficaz por parte do profissional.

4 O PLANEJAMENTO PARA A PRESERVAÇÃO
Atualmente o conhecimento vem se multiplicando de maneira que se torna
cada vez mais difícil acompanha-lo. O ambiente ao nosso redor está em constante
transformação, exigindo por parte das organizações uma ligeira e racional
adaptação a estas mudanças, uma vez que quem não consegue acompanha-las
tende a estagnar-se e não se desenvolver. Assim, torna-se necessário que as
organizações utilizem uma ferramenta administrativa capaz de sanar este
problema: o planejamento.
O planejamento é um dos processos mais utilizados, não só na biblioteca
como em todas as organizações.
O processo de planejar determina a direção a seguir, mensurando
os recursos disponíveis e os necessários, implicando na
compreensão da dinâmica das mudanças oriundas do mercado,
bem como da sensibilidade para identificação e canalização destas
mudanças de forma positiva para a unidade de informação.
(GERENCIAMENTO..., p.18).

Deste modo, o planejamento se antecipa às mudanças, tornando-as aliadas
da organização. Através dele uma ação é realizada no presente, de forma racional
e embasada numa situação atual da unidade de informação, levando em
consideração o futuro.
As bibliotecas e centros de informação são organizações que tem objetivos
a serem alcançados, tendo que se adaptar constantemente ao ambiente em que
estão inseridos, exigindo de seus dirigentes uma postura pró-ativa de ação, ou
seja, o hábito da utilização de um planejamento. Ao bibliotecário cabe antecipar-se
às mudanças por meio de análises, tendo claro quais os objetivos da instituição e
quais os caminhos a seguir para que estes objetivos sejam atingidos,
característica base do planejamento.

�O planejamento dentro de unidades de informação deve ser empregado
corriqueiramente, em todas os seus processos, desde a parte administrativa da
unidade até as questões que envolvem o usuário, como a utilização do material
informacional. Portanto, o acesso às coleções deve ser planejado pelo
bibliotecário, levando em consideração o que este usuário irá consultar e como irá
utilizar o material. Para tanto este deverá utilizar-se de um “planejamento da
preservação”.
Para assegurar uma longa vida útil para o acervo como um todo, o
método mais eficiente em relação aos custos e aumentar sua
longevidade são prevenir, da melhor forma possível, a sua
deterioração. Assim, o planejamento da preservação, não deve ser
visto como um elemento novo, mas como um componente das
operações e responsabilidades da instituição. (SILVA FILHO,
2004).

5 A EXPOSIÇÃO SÚPLICA DO LIVRO
A campanha educativa desenvolvida, através de planejamento prévio pela
biblioteca do complexo educacional CELM/Faculdade União Americana, surgiu
embasada no diagnóstico desenvolvido pela equipe de bibliotecárias, que
constatou a má utilização dos recursos informacionais da biblioteca pelos seus
usuários, clientela que envolve alunos desde o ensino infantil até a comunidade
acadêmica.
Intitulada de SÚPLICA DO LIVRO, a campanha educativa trata-se de uma
exposição com o material informacional danificado na própria biblioteca da
instituição, como livros e periódicos rasgados, molhados, recortado, riscado,
danificado por insetos e colados com chicletes.
O trabalho iniciou com a realização de uma seleção e separação no acervo
de livros e periódicos que sofreram agressões dos usuários. Através de um estudo
da nossa clientela, elaborou-se frases educativas que alertassem quanto à
preservação do material bibliográfico todas as camadas de usuários, da educação
infantil a graduação. Em cada material foram anexadas mensagens, dentro de
balões que representavam a própria fala do material, que traduzia o estado físico

�dos mesmos e o porquê deste estado, mostrando que o livro chega à biblioteca
em bom estado e ao passar do tempo, por conta do mau uso destes pelos
usuários, o material se deteriora.
O tema escolhido para a exposição, Súplica do livro, é título de uma
mensagem, de autor desconhecido, que retrata conselhos de como utilizar bem os
livros para a sua preservação. Além da exposição, esta mensagem foi anexada
em todas as mesas de leitura da biblioteca.
A metodologia utilização para a comunidade acadêmica foi a visita livre à
exposição. Para a comunidade da educação infantil ao ensino médio foram
realizadas visitas programadas com palestras sobre a preservação do material da
biblioteca e distribuição da mensagem da Súplica. Para os usuários do ensino
fundamental e médio, a metodologia empregada foi conduzir-lhes à produção de
um texto, de acordo com a sua faixa escolar: os usuários da 5ª série do ensino
fundamental elaboraram uma re-leitura da Súplica do Livro; aos usuários da 6ª
série foi dado a tarefa de se passarem por bibliotecários e elaborarem normas de
conduta e preservação do acervo; os usuários da 7ª série elaboraram um relatório
sobre a biblioteca, com o seu objetivo, suas normas e serviços prestados; os
alunos da 8ª série e ensino médio escreveram uma redação com o tema “A leitura
na sociedade atual e a conservação de materiais bibliográficos”.
Dentre as produções recebidas dos usuários destacou-se a releitura da
Súplica do Livro, feita por um aluno da 5ª série do Ensino Fundamental, que
relatou as bem as aventuranças de um leitor que tem respeito aos materiais
inforamcionais.
Essa exposição teve a duração de dois meses e já pode ser considerada
sucesso, pois foram feitas visitas agendadas de todas as turmas, da educação
infantil a graduação e hoje, já vemos os próprios alunos, especialmente os
pequenos do Ensino Fundamental I encaminhando pais e colegas para o local da
exposição, tendo a preocupação de explica-la, como também nos auxiliando

�quando por ventura algum aluno comete algum ato de infração, como por exemplo
entrar na biblioteca com doces.

6 CONCLUSÃO
Desta forma, conclui-se que, o perfil de uma clientela retrata o compromisso
que o bibliotecário tem com a biblioteca em que atua, ou seja, quanto mais
comprometido com a instituição e com seus usuários, maior será o retorno por
parte destes. O bom usuário, aquele que sabe utilizar os recursos de uma
biblioteca de forma proveitosa e respeitosa, é moldado pelo profissional que atua
na biblioteca.
Assim, muda o perfil do bibliotecário, que não pode mais ser apenas aquele
técnico, o famoso “bibliotecário 7,5 x 12,5”. É preciso não esquecer as técnicas
próprias da profissão, mas o fazer bibliotecário é muito mais que isso. É ação e
comunicação. Para que isto ocorra é preciso que se enraíze a prática de
planejamentos constantes em unidades de informação. Esta nova perspectiva visa
a transformação do trabalho morto em um ato vivo. O papel de um bibliotecário de
uma biblioteca escolar e universitária é de, além de disseminar a informação de
forma precisa, ser um educador, auxiliando seus usuários quanto à pesquisa e
construindo junto com estes um futuro promissor.
O bibliotecário além de um disseminador é um protetor do patrimônio
cultural de sua instituição, e deverá promover em seus usuários a cultura do
respeito e a necessidade da conservação do patrimônio que afinal pertence a toda
a comunidade.
A exposição voltará sempre, a cada início de semestre letivo, pois entendese que esse é um trabalho contínuo, e que nos dá a certeza que estamos
efetuando o nosso papel enquanto educadores e de formadores de cidadãos
conscientes e críticos e que sabem principalmente valorizar o patrimônio cultura
do homem.

�REFERÊNCIAS
CAMPOS JÚNIOR, Dioclécio. Importância da leitura. Correio do livro da UnB,
Brasília, v.4, n.8, p.64, jan./mar. 2004.
DOUGLAS, Mary Peacock. A biblioteca da escola primária e suas funções. Rio
de Janeiro: INL, 1971.
EICHENBERG, Fernando. Livros em perigo. Aventuras na História, São Paulo,
n.10, p.8 – 9, jun. 2004.
GERENCIAMENTO, Planejamento. [S.l.: s.n., 19--].
SANDRONI, Laura C.; MACHADO, Luiz Raul (orgs). A criança e o livro: guia
prático de estímulo à leitura. 3.ed. São Paulo: Ática, 1991.
SILVA FILHO, José Tavares da. Conservação preventiva de acervos bibliográficos.
Disponível em: &lt;http://www.google.com.br/conservação/bibfccforum.ufrj.br&gt; Acesso em:
30 jun. 2004.

∗

Bibliotecária do Complexo educacional CELM/Faculdade União Americana E-mail:
ericasimony@bol.com.br;
∗∗
Coordenadora da Biblioteca do Complexo educacional CELM/Faculdade União Americana. Aluna
do Curso de Especialização em Gestão de Pessoas da Universidade Federal do Rio G. do Norte.
E-mail: terciamarques@digizap.com.br

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              <text>2004</text>
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          <description>An account of the resource</description>
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              <text>Apresenta o resultado de uma campanha educativa desenvolvida pela Biblioteca do Complexo Educacional CELM/Faculdade União Americana envolvendo toda a clientela, com o objetivo de despertar nos usuários o zelo, o respeito e o processo de (re) educação dos mesmos no manuseio de acervos. A referida campanha surgiu após uma pesquisa desenvolvida pela equipe da biblioteca que, através do método de observação constatou que, o acadêmico não sabe utilizar os recursos informacionais disponíveis na biblioteca da instituição, e que a lacuna encontra-se na educação de base, uma vez que a biblioteca escolar não tem exercido o seu papel enquanto espaço de formação e de educação para a informação. A metodologia empregada constou de exposição de livros e periódicos com as agressões sofridas pelos usuários e palestras, conduzindo-os a produção de textos livres. Dentre as produções recebidas destacou-se a poesia Súplica do Livro de um aluno da 5a série do Ensino Fundamental. Conclui que, o perfil de uma clientela retrata o compromisso que o bibliotecário tem com a biblioteca em que atua.</text>
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