<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="528" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.libertar.org/items/show/528?output=omeka-xml" accessDate="2026-08-27T13:18:00-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="84">
      <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/10/528/C749_3_PR_V_11.pdf</src>
      <authentication>6e666fbcc53870a797c9126bb6d99eff</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="12298">
                  <text>OKTÂÇlC

1.3(81)

Digitalizado
gentilmente por:

�-^#vg4'

cm

_.

�!

íf.'

cm

1

�TERCEIRO CONGRESSO BRASILBIRO DE BIBLIOTECONOMIA B DOCUIvIENTAÇÃO

Atual situaçao das bibliotecas em Belo Horizonte
por
Hnnaiz Maria

Pereira Vial

Ob

oa \ 06'.
3. pe/
M. ii.

.O-CitoJ^V

Curitiba
1961

I Digitalizado
-^gentilmente por:

'

&lt;'

14

15

16

17

18

�i

TEMA

\

'

- TIPOS DE BIBLIOTECAS

ATUAL SITUAÇÃO DAS BIBLIOTECAS EM BELO HORIZONTE.
POR

ANNAIZ MARIA PEREIRA-VIAL

SINOPSE
Estudo comparativo das Bibliotecas Publicas e especializadas de Belo Horizonte,

com uma exposição dos trabalhos

desenvolvidos, dificuldados encontradas e necessidade da for
mação de^raaior número e amparo aos Bibliotecários dentro da
legislação.
Sugestões de ordem técnica aguardando maior rendimento, difu
sao e êxito no serviço da Biblioteca moderna.
Quadros demonstrativos de resultados obtidos:

Digitalizado
-^gentilmente por:

�1
ATUAL SITUAÇÃO DAS BIBLIOTECAS EM BELO HORIZONTE

= OBJETIVO
O estudo principal do meu trabalho e fruto de um lovantamen
to realizado nas diversas bibliotecas de Belo Horizonte,
dade tipicamente brasileira,

ci

com mais de 620.000 habitantes

e ocupa entre as demais capitais de país e 3° lugar.
Ha dez anos vem funcionando o "Curso de Biblioteconomia" ne^a
capital e desta data,

sentimos o efeito paulatinamente do d£

senvolvimento o progresso das bibliotecas bolorizontinas.
Passo a expor em síntese, as necessidades primordiais das
nossas bibliotecas,

quanto ao pessoal técnico,

quanto-aos re

cursos financeiros e quanto ao esclarecimento o difusão

a

coletividade no sentido real do que é a Biblioteca Moderna
e o seu valor.
BIBLIOTECA PÚBLICA
Reconhecendo o papel educativo da biblioteca e o lugar que
ela deve conservar na formação intelectual, moral e cívica
de um povo,
todos,

devemos formar bibliotecas públicas abertas a

com o acervo eficiente à comunidade a que vai ser-

gir, esforçando-se por oferecer livros que correspondam ao
público em geral,

elevando o nível fultural.

Relembro, aqui,

a frase de Jules Ferry: -"Podemos fazer tu

do pela escola,

pelo liceu, pela universidade,

não houver a biblioteca,
2.1

sc depois

nada teremos feito".

No ano de 1954, foi criada e instalada em prédio provisório
a Biblioteca Pública de Minas Gerais,

que vem se desenvol-

vendo o prestando grande serviço à população.

Dentro de

mais alguns dias passará a funcionar no seu prédio próprio,
de amplas e modernas instalações,
belas praças,

situado em uma das mais

onde sg encontra a sede do governo.

Encontramos um grupo do bibliotecários que ali vem desenvolvendo um trabalho de equipe com grande eficácia, apesar
de número reduzido.
I Digitalizado
7 gentil mente por:

14

15

16

17

II

19

20

�2

Com a ampliação do quadro de funcionários técnicos, ora em estudo, está pre
vista a ampliagão das secções e do horário de atendimento ao leitor.
Urgi a instalagao do Departamento Infantil, uma vez que está em fase de
conclusão e dentro das Bibliotecas Públicas não temos ainda este serviço organizado.
No correr deste ano foi inaugurado o "Carro Biblioteca" para o serviço de
extensão, que vem alcançando o seu objetivo,
2,2

- A Biblioteca Pública Municipal instalada no andar térreo do edifício da C%
mara Municipal, não conta com o espaço satisfatório e nem pessoal técnico
para o sei^viço.
Muito pouco tem oferecido aos que dela se utilizam, uma vez que não tem
acoa?p.anhado o progresso da cidade.
Notamos, entretanto, que possue um bom acervo.
-

2.3

As Bibliotecas do SESI e do SESC, bom trabalho vem efetuando dentro do seu
setor, através das bibliotecas centrais, ambulantes e do deposito em ca^
xas, tanto na capital como no Interior.
Muito tem procurado ampliar os seus beneficios fazendo sentir, no entanto, a necessidade de ampliação do quadro do pessoal e de maiores verbas.

- Quanto a Biblioteca Thomas Jefferson, esta tem se dedicado à difusão da
A
cultura em nossa cidade e encontramos ali com grande frequencia, ativi-

2.4

dades relacionadas à arte, permanentes exposiçoes e um grande número de
leitores.
- As demais Associaçoes Culturais, estão abertas ao público, com as suas

2.5

coleçoes a serem organizadas, necessitando maior aceleramento e progre^
so em süas atividades.
2.6

- BIBLIOTECAS PUBLICAS - (ver quadro demonstrativo l)

3

- BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS
Com o desenvolvimento vertiginoso da ciência e da técnica em nosso século, cregceu paralele -rt.--, a bibliografia especializada.
O aumento extraordinário das instituições destinadas' á pesquisa científica e o interesse para tais, multiplicou o número de publicações editadas em todos os paises do mundo.
A amplitude dos conhecimentos exige do homem moderno a necessidade de
estar em dia com as últimas publicações do seu campo particular de especuj.nçao.
Devido o elevado custo dessas publicações, não pode, o cientista, o téc
nico ou estudante contar com os seus próprios recursos para manter

a

sua biblioteca.
Para- o atendimento destes problemas, surgiu a necessidade de formar bibli^
tecas especializadas ou centros de informaçoes e documentação, fornecendo aos leitores o máximo de facilidades com o mínimo de formalidades, agrupando desta maneira assuntos

correlates para formar seu acervo, de-

dicando—se a determinados campos do conhecimento.

cm

1

2

I Digitalizado
-^gentilmente por:

14

15

16

17

lí

19

20

�3
Há nesessidade da formação do bibliotecário especializado, capaz de um
estudo cuidadoso, atendendo aos interesses da clientela.
3.1

- BIBLIOTECAS E5C0LARES - CURSO UNIVERSITÍRIO
Tendo a universidade a finalidade de conservar o saber e as idéias, desenvolvendo-os pela pesquisa e difundi-los através do tempo, cabe a Biblioteca Uhiversitária, preservar o saber acumulado pelo homem, na luta
pela conquista de maior desenvolvimento intelectual e espiritual.
O acervo como base do serviço a ser prestado, deve acompanhar o "curriculum dos diversos cursos, abrangendo-os em sua totalidade e dando assi^
tência integral ao leitor.

3.1.1 - Ressalta-se que as bibliotecas da Ifeiversidade de Minas Gerais (UMG) e da
lÄiiversidade Rural de Minas Gerais (URMG) vêm se desenvolvendo e prestando um grande auxílio aos seus leitores, fazendo a seleção do material
bibliográfico de comum acordo entre a biblioteca e o corpo docente»
Observamos, que há número insuficiente de bibliotecários tanto para os
serviços técnicos como para o atendimento ao numero atual de consulentes.

^

Em três dessas bibliotecas não figura em seu quadro o cargo do bibliotecário diplomado, onde tem sido executada a função por leigos que dej
conhecera a técnica de organizaçao, com todas as garantias legais»
A biblioteca da escola de Arquitetura está magnificamente instalada e
«I#
bem organizada; a da escola de Direito, aguardando as instalações defi
nitigas no edifício recentemente construído, no ano de 1956/57 sofreu
umn reorganizaçao em seus métodos, passando a usar a Classificaçao Decimeil Iftaiversai,
A biblioteca da escola de Sigenharia a de maior acervo entre as univej
sitárias, é classificada por cadeira ali ministrada, não possuindo um
serviço de catalogação e a necessidade de mudança de métodos, já

se

faz sentir.
/
*
O acervo da Biblioteca da Escola de Engenharia e considerada no genero,
uma das maiores do Brasil, nao tem conseguido alcançar suas verdadeiras finalidades,
A Biblioteca da escola de Filodofia está entregue a um grupo de 18 fi®
cionários, sendo que dez destes são bibliotecários.

Foi iniciada

a

organização de periódicos que registra cêrca de 1.500 títulos»
A escola de Medicina recebeu da "Organizaçao Rockefeiler" um laboratório fotográfico, que em parte já está em funcionamento,
3.1.2 - As bibliotecas da IMversidade Católica de Minas Gerais e Escolas Independentes, têm o acerro reduzido, pequenas verbas e número mtiito menor
de bibliotecários, quase todas entregues a funcionários administrativos»
3.1.3 - BIBLIOTECAS UNIVERSIDADE MINAS GERAIS

( UMG) - (Ver quadro demonstrati-

•vo IIÖ )
- BIBLIOTECAS DA UNKERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS (UCMG)
(Ver quadro demonstrativo Ilis)

cm

1

I Digitalizado
-^gentilmente por:

14

15

i'g

17

i's

19

20

�4

3.1.5 - BIBLIOTECA DA UNIVERSIDADE RURiiL ESTADO DE MINAS GER/ilS (URMG) - (Ver qu§
quadro demonstrativo IIIö)
3.1.6 - BIBLIOTECAS INDEPENDENTES (Ver-quadro demonstrativo IIIö)
3.2

- BIBLIOTECAS ESCOLâRES - CURSO SBCUNDiÍRIO
A Divisão do Ensino Secundário, do Ministério da Educagao e Cultuara, pela Portaria n^ 501 - Anexo II, determina que o estabelecimento que pretende o reconhecimento oficial, organize uma Biblioteca com o mínimo de
laOOO volumes, com uma colegão de referencia e a sala de leitura de livre acesso a professores e alunos, com a capacidade de vinte e cinco Ijj
geres no mínimo.
Em dezembro de 1957, pela publicagao do livro "Biblioteca Escolar" editado pela CADES (Campanha de Aperfeiçoamento e Difusão do Fiisino Secundário) encontramos a preocupação dos órgãos oficiais pela existencia e
bom aparelhamento das bibliotecas escolares.
Na realidade as bibliotecas escolares do curso secundário nesta cidade,
sao era número muito reduzido»
Estabelecimentos de ensino, considerados dos melhores não se acham aparelhados para atender estas exigências ministeriais*

Ate mesmo os es-

tabelecimentos oficiais enfrentam dificuldades de espaço, de pessoal e
do verbasr,
3.2.1 - É de SC lamentar que o Colégio Estadual, há dez anos nao realiza aquisições por falta de meios orçamentários.
3.2.2 - Quanto ao Instituto do Educação, em setembro de 1953, viu destruída por
incêndio a sua biblioteca de 50.000 volumes.
Nesse mesmo ano foi iniciada a recuperação que foi inaugurada três anos
depois e ven atendendo a alunos de outros estabelecimentos da capital.
3.2.3 - Instituto São Rafael fundado em 1926, com a finalidade do ensino aos cegos, reúne o curso primário, secundário e especializado em música, tem
o seu acervo no Sistema Braille.
Recebe doaçoes da "Fundaçao Para o Livro do Cego no Brasil" e do ''Inst^
tuto Benjamin Constanfj há necessidade de tais livros serem fornecidos
gratuitamente por órgãos
nesse alfabeto,

governamentais . .

devido a escassez de livros

O Instituto São Rafael necessita de maior recurso fi-=

nanceiro não só para incentivar o aprendizado facilitando as transcrições, como para melhor instalar a sua biblioteca.
3.2.4 - Cunpre, salj.entar, a existência de bibliotecas que constituem verdadeiros
museus, vedadas aos alunos como acontece em vários estabelecimentos ministrados por religiosas, que desconhecem a verdadeira finalidade da bj^
blioteca moderna.
Desconhecem a preocupação atual de desenvolvimento integral do indivíduo, com o ideal democrático de que todos devem ter oportunidades iguais,
procurando desenvolver a função de educar e elevar o nível cuj-tural^
Nao se concebe uma escola, em nossos dias sem uma biblioteca, onde encojj
tramos armazenado por gerações, as experiências em livros e documentos»

cm

1

Digitalizado
7 gentil mente por:

14

15

17

13

19

20

�5
Dificilmente un adulto - e muito menos um escolar - poderia adquirir t^
dos os livros e periódicos que permitissem estabelecer contacto com
pensamento e o progresso da humanidade.

o

Isto nao lhe seria possível,

quer pela vultuosa despesa que a compra acarretaria, quer pela dificuldade de alojamento.

O prego exagerado dos livros escolares e a tendêjj
A
cia, cada vez mais acentuada, de troca anual de compêndios e manuais a-

dotados em estabelecimentos de ensino secundário do nosso Rxís, impos^i
bilita o aproveitamento dos livros até por membros de uma mesma família.
Torna-se portanto, uma oVrigagao dos responsáveis pelas casas de ensino
médio, manterem as suas bibliotecas bom dotadas em todos os pontos

do

vista, quer material ou pessoal, colaborando desta forma para o desenvolvimento do ensino.
3.2.5 - BIBLIOTECAS ESCOURES - CURSO SECUND/íRIO ( Ver Quadro demonstrativo IV)
3.3

- BIBLIOTECAS ESC0Li:RES - CURSO ERitóRIO
A escola primária para desenvolver os seus objetivos gerais, necessita
da formaçao do bibliotecas como agente intermediário educacional.

^

ra enriquecer a experiência infantil dando-lhe desembaraço para expo^
gao clara de suas idéias, através de uma linguagem eficiente, toma-se
indispensável o uso da literatura infantil, onde se ensina e desenvolve o gosto pela leitura sadia.

Cumpre, à professora com conhecimento

especializado orientar e completar a educagao escolar, formando o carjc
ter da criança, enriquecendo a cultura nos diferentes campos, oferecendo oportunidades para o desenvolvimento social e intelectual e horas de
distração«

ifera isto, toma-se indispensável o aparelhamento de boas

bibliotecas.
Estando Belo Horizonte sem bibliotecas públicas infantis, é a maior razao desta necessidade urgente, que ultimamente parece estar seniflo senti
da pelo atual Secretário da Educação, Dr, Ciro Maciel, que autorizou a
partir do mes de junho de 1959, que se formassem turmas de professoras
primárias, para um estágio de 4 meses na Biblioteca Pública Estadml.
Tres turmas lá estiveram, nun total de 25, recebendo neste curto pería
do instruções através de aulas e horas de serviços prestados. Sondo o
fé
espaço de tempo insuficiente para conhecer organizaçao de biblioteca,
00
seria o ideal que fossem realizados cursos intensivos, com duraçao de
A
/
M
um ano letivo, e que estas professoras apos a especializaçao fossem r4g
lhor remuneradas.
Em todos os grupos dqada capital encontramos coleçoes de livros, adqiií
ridas pelo esforço próprio através de rendas extra-orçamentárias,

po-

rém é o número bem reduzido o de bibliotecas organizadas.
3.4

- BIBLIOTECAS ESEBCL'iLIZADAS - GOVERNAMENTAIS
A formação dessas bibliotecas vêm da necessidade de centros de informjj
çao e documentos necessários ao desenvolvimento das atividades da organi
zaçao.

Restringem sejrvir a um determinado setor da comunidade intere^

sado em um campo de atividade.

Os bibliotecários que ali trabalham
A
sentem-se tolhidos por falta de recursos financeiros e assistência dos

cm

1

I Digitalizado
-^gentilmente por:

14

15

16

17

II

�6

poderos públicos»

Mais ainda, os denoninados "bibliotecários," que pres-

tam serviços neste setor, na realidade não são bibliotecários técnicos
e sim funcionários leigos destinados para tal fim, como guardiães dos 1.4
vros e periódicos, quando não é raro ver a sala dotada de bom acervo e
completamente acéfala.
A atualização é realizada lentamente e quase todas necessitam de melhores instalações.
3.4.1 -BIBLIOTECAS ESEBCIi.LIZADÍiS - GOVERNAMENTAIS (Ver quadro demonstrativo V)
3.5

- BIBLIOTECAS ESPBCIALIZADÍÍS - ENTIDADES PARTIGUXARES
Nenhuma entidade desconhece da necessidade da biblioteca e do seu valor
para maior elevar o níyel dos que ali trabalham, tanto assim, que procji
ram formar algumas colpçoes de livroso
Torna-se necessário que compreendam que "Biblioteca Moderna", não é coleçao bem encadernada tom efeito decorativo e com ricas instalações.

E

isto que encontramos n|i-B entidades particulares que desconhecem o valor
do Bibliotecário como ügente que dedica o seu tempo e o seu trabalho ao
livro e ao leitor, ao contrário do que muitos imaginam, o bibliotecário
nao e somente aquele que adquire livros, que os poe em ordem e faz com
que sejam lidos ou consultadoso

Ontem uma cultiu-a sólida fazia o biblJ;^

tecário, hoje são os conhecimentos técnicos que o tornam insubstituível
em seu campo de ação,
3.5.1 - BIBLIOTECAS ESPECIALIZADAS - ENTIDADES PARTICÜUlRES -(Ver Quadro demonstrativo VI)
A

- ESCOLi; DE BIBLIOTECONOMIA

4.1

- HISTÓRICO
Em 1950, a Secretaria da Eíiucaçao do Estado de Minas Gerais solicitou a
cooperaçao do Instituto Nacional do Livro para a realisaçao de um curso
de Biblioteconomia, anexo ao Instituto de Educação, cora a finalidade de
formar bibliotecários para as escolas primárias*

O curso funcionou dj[j

rante o ano letivo«
Em 1951, nao se interessando mais a Secretaria da Biucagao pela continuj,
dade do Curso, resolveu o Instituto Nacional do liivro mante-lo, int^almente, já com o caracter geral, isto é, destinado à formação de bibliot^
cários, em gemi,

Teve o Curso a duraçao do um ano»

A partir de 1953, já com o nome de Bsc.oia de Biblioteconomia de Minas G^
rais, passou a ter duraçao de 2 anosc
Em 1957, para acompanhar a orientação dada à Escola de Biblioteconomia
da liiiversidade de Santa Círsula do Rio da Janeiro, aumentou o seu per£o
do letivo para 3 anoss
4.2

- CADEIRiiS ministradas
Organirnção e adninistraçao de bibliotecas; Classificaçao de livrosj Ca
talogaçaoj Bibliografia e referencia; Historia dos livros e das bibliotecas; Introdução à literatura universais Introdução ã cultura artística; Introdução ao penamento científico e filosófico; Introdução às ciêjj

cm

1

I Digitalizado
-^gentilmente por:

14

15

16

17

lí

19

20

�7

cias huraanasj histórico e sociologiaj Técnica da docuaentaçao.
A.3

- BIBLIOTBC/iRIOS DIPLOM/.DOS
150 ( cento o cinqüenta )

5

- i^SOCKgÂO DE BIBLIOTEC/.RIOS DE MINAS GSRiiIS
Fundada om I96O o conta cora 60 sócios inscritos.

6

- NECESSIDADES

6.1

- FOimÇ?iO

RIOFISSIONAL DO BIBLIOTEC/ÍRIO

O destino das bibliotecas brasileiras está na dcpendencia da foroagao ad^
quada de bibliotecários.

Ha necessidade ie formar escolas con un "CURRI-

CULIM" realmente universitário e que nas universidades do Brasil existam
uma Escola de Biblioteconomia e Docuraentagao,

Tais escolas devem formar

bibliotecários com conhecimentos técnicos aliados as cadeiras de integrjs
ção cultural indispensáveis à formagao de bibliotecários.
Maior conhecimento dos legisladores, do valor do diploma de bibliotecor^
mia em todos os paises do mundo, daddo assim o apoio legislativo, regulam^n
tando o ensino e o exercício da profissão,
A exigencia do diploma è um combate a leigos que ocupam a carreira de bibliotecários com vencimentos e garantias do cargo.
6.2

- ASSISTÊNCIi'. TÉCNICA AS BIBLIOTECAS
Procurando ampliar os benéficios da Biblioteca, urgi amparar às bibliotecas do interior, centros de grande popula§ao que reclamam a ausência de bj,
bliotecas e pessoal técnic^o.
Apresento a sugestão da criação do Bibliotecário itinerante, serviço já
iniciado pelo Instituto Nacional do Livro, com o Assistente Técnico Regi^
nal que foi coberto de êxito o desapareceu por falta de apoio monetário.
in
Essa equipe de bibliotecários faria estágio com o fim de preparar o poss^
al para dirigir as bibliotecas locais.
Esse serviço estaria ligado à Biblioteca Pública do Estado, que ficaria
incumbida de orientar e organizar.
O Instituto Nacional do lirro tem feito as suas doaçoes anuais, estas d^
veriam ser remetidas prontas para o empréstimo domiciliar com as fichas
prontas para o catálogo dicionário.
Sentimos a necessidade de mrior assistência técnica, para que haja mais
difusão e maior interesse em criar bibliotecas municipais.

6.3

- aíPRÉSTIMO ENTRE BIBLIOTECAS
Nao existe organizado um serviço de intercâmbio entre bibliotecas,

uma

vez que cada biblioteca com o seu regulamento restritivo faz proibição,
O empréstimo é feito em casos especiais&gt; de acordo com as necessidades urge
gentes, é o sejrviço de boa vontade entre biliotecários.
Ihra que esto serviço alcance êxito I necessário a formação de biblioteca»los que conheçam e compreendam o valor desse intercâmbio.
O bibliotecário de hoje sabe como I preciosa a colaboração que a sua biblioteca poderá prestar as demais organizações congêneres e como será vü
liosa para os seus trabalhos a cooperação que dessas poderá receber»

cm

1

I Digitalizado
-^gentilmente por:

&lt;?

14

15

16

17

lí

19

20

�Ö

Nenhuna biblioteca, por nais ben dotada quo seja em recursos financeiros,
bibliográficos e on pessoal, deixará de lucrar extraordinariamente ao integrer-se on un sistema de perfeita colaboração com outras bibliotecas»
Com a implantagao e a regulamentação dos serviços entre bibliotecas em Belo Horizonte, os leitores estariam em condições de aproveitar, o máximo,
coQ todo o material bibliográfico

das nossas bibliotecas.

A fim de que este intercâmbio chegue ao seu ápice com êxito e indispensável a criaçao do Catálogo Coletivo, de maneira que possa ser conhecido com
toda presteza o acervo de cada biblioteca para a localizaçao das obras, a
fim de obtê-las por emprestimo de outra instituição,
6.4

-CATÁLOGO COLETIVO
Em 1956, o Conselho Diretor do IBBD (Instituto Brasileiro de Bibliografia
o Docviraentaçao) criou a Comissão Nacional do Catálogo Coletivo, dividida
em comissões Regionais.
Ura grupo idealista tentou formar o Catálogo Coletivo dentro da liiiversidade
do Minas Gerais, e esto foi aceito, porém, é plano da Biblioteca Publica
de Minas Gorais quando ampliado o seu quadro de pessoal e a instalaçao no
prédio proprio, o que será efetuado ainda este ano, assumir esta responsa
bilidade e organizá-lo.
Após o estudo informativo baseado em dados estatísticos a primordial neA
A
cessiaade quö consiste na ausência do pessoal eo^iecializado, assistência
dos órgãos oficiais e responsáveis pelas emjjrêsas particulares, para
maior difusão.
Está Bolo Horizonte dotado de espírito mais desenvolvido, graças a este
reduzido grupo de idealistas que vem com todos esforços lutando para a s^
lidificação dos objetivos da Biblioteconomia Moderna.

7

- BIBLIOGRAFIA
BRASIL.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGR/.FIii E ESTATÍSTICA.-

Quadros estatísticos, censo 1959. Belo Horizonte.
LIM/i, Etelvina- Atendimentos de escolares em bibliotecas publicas.

Belo

Horizonte : 20, jun. 1959(Contribuição ao item 9- do temário II0 Congresso Brasileiro de Bibliografia)

�I—I
CtJ
CD
M

CÖ
0
hO

O

^
rH

rH rH

rH

oI—I I—I

cf\

-h
nj r—I
&lt;U Xi
o" fx
ö
CO o
CO
Líid.to
o
•H
!h
*cO
u
eu
4J
Q
*H
rH
:^
"H
PQ
' o|

-P
CÖ
PH
Pu
•H
"O

w
CO
CO
rH
O

cO
u
0)
&gt;

CD
S^H
■P CO
CÖ N
3

I
0
&gt;
01

CO
CD
S
0

o
&gt;
u
o
ü
&lt;

CÖ
u
CD
hO

to

to

rH
Ctí
0)
M

s
0)
tm

cfl
U
Q)
hO

CV

&lt;V

vO

I C7N

CO 0)
Ch
rH CU
CO O
O
CD
O
O
o
•
o
o
o
•
cv
u
CO

o
rH
C\2

o
(V
CV

o
O
o

o
O
o
o
*\
o
o
o
•
o

i

■P
CO
o

p
CO
Ph

+3+5+^
cO
cO
cO
Ph
Ph
Ph

■P
u
cO
Ph

[&gt;OJ

í 'i

vO

ir\
ir-

o
o
to
c^

O
O
[&gt;-

O
O
UN
o

I—1
CO
u
CD
fckC

I—I
CO
SH
0
b.O

I—I
CO
U
CD
hT

(—t
--±
O

Ö

cv

CO
U
Cü
bC'

UA
-áO
I—I

O
I—1

ON
tc

O
O

cO
U
•H
0
I—I
•H
CO
CO
SH
ra
o
ü
Ö
CO

CO
'H
cO
u
o
C5
CO
cO
•H

o
o
CO
CO
&lt;1;

0
TI)
CO
ü
•H
rH
rO
Ph

•H
m

Digitalizado
gentilmente por:

CO
Ph
•H
O
•H
Öp.
cO
ü
•H
I—I
IX,

•H
m

C\2
t.:vO
CvJ

to
UA
-Cf
1^

CO
U
CD
to

•p
(—1
o

!&gt;^
CD
CD
O
O
o
•s
o
o
ITN
•

:&gt;&gt;
o
15
CD
O
o
o
o
o
o
•
o
I—1

I—I I—I
cO cO
?H í-i
CD CD
hß b£i

-Cf

!&gt;&gt;
CD
15
(D
Cl

CD
S:
0)
O
O
O
«s
O
O
o
•
o
tü

cO
Ch
I—I
CÖ
o
o
#«
o
o
o
•
o
vO

CO
CD

UA
CV

CO
O

CÖ
U
(U
bfl

cO
Sh
&lt;D

vO
•to

_£iL.
I—t
cO
CO
U
U
O
CD
txO
to

CD
&gt;
*cO
•H
ci
&gt;

CD
»•cO
u
CO
&gt;

ÍH
O
•H
0
-P

cO
CO
0
I—I
uo
Ö
M
cO

o
TJ
cO
•H
CO
■P
0
5H
ü
0
CO

■p
I—I
O
•
CO
CO
U
ro
•
o
o
CO

vO
UN
O
I—I
cO
•H
0
I—I
•H
CO
CO
m
o
p
0
Eh
CO
Í-.
d
•p
rH
o
o
•e
CO

•H
PQ

I—I
■H
m

UA
ON
rH

•rH
ra

^

rH
V/N
O

CJ
r/3
M
CO

CO
Cxq
CO

♦H
m

rO
•H
m

[&gt;
cv

vr\
O

a
o
to
0
«H
«H
0
•"D
to
cO
e
o
E-t

•H
PQ

�Digitalizado
-^gentilmente por:

�I Digitalizado
-^gentilmente por:

�_IJ.
■■d
íd
&lt;u
0
cr
CÖ
?H

JJ .1
ü
-H
H
rO
O
aí

CÖ CÖ
■P -P
•H •H
u
-p
CO CO
o (D
H

ct3
P
O
p

to
o
■H
ÍH
*cO
O
0)
-p
o
•H
1^
Xi
•H
m
Cl
S

S
"0
fÖ

CV C\i

-p
CÖ
PH

cí Cj
+:&gt; p
•H •H
u u
■p p
CO CO
OJ CD
_íi-

Rj
P
•H
ÍH
P
CO
CD

ÇNJ r-l

cv

I

cv O

Cíi c3
•p P
•H •H
u
p P
CO CO
o (D
u J±.
C\J

I

a~\

H

cv

I

tH

Cd Cd
p p
•H •H
u
-P p
CO CO
CD CD
t-t Já.
iH

Cd
■p
•H
P
CO
0)
-id..

iH rH

Cd
■P
•H
S-H
P
CO
G
Ji.
CNJ

I

o.
•H

*cO
Xi &gt;,
CD
O ^
{CO CD
Ö O

Ch
'H
CO
CO

ClJ
J=&gt;
O
&gt;
:3|
+:&gt;
ctí
S

o
o
o
o
o
o
o

(D
&gt;&gt;
*cö
•H
CC
&gt;

■p •
fn TJ
Cd (D
Ph Ch

P -P
CO CO
CD &lt;I&gt;

I

nj
N
O
U

•rl!
-0 OI O
*o s
•H
a
W P
0) OvH
Dh O
CO
&lt;D
OI
S

O o
o
u\
-d- iH

O
!&gt;
U
©
ü
to| o
&lt; fí ícO
•H O»
CÖ
O H
ß ct5
■&lt; -P

O
ITN
ON
I—!

Cd'
-p
(D
•H
&lt;aí

c\2

•P
Cd
Pu

P
SH
Cd
O.

•
^ P&gt;
Cd CO
Ph o

CV2
Cví

O
O

a
1

P&gt;
CO
o

O -d- O O OJ
O vo O O O
C\; ITN LTN O O
(*&gt;1 f—I.
vO

O
O
O
CV

Ö
i

o -fto o
o
o
o -á- o
-CO -:}•
H I—t iH
Cd Cd Cd
fn
CD 0) CD
hO bO bO

Cd
U
(ü
liO

Cd
u
G)
bO

Cd
u
o
bO

vo -4- vO O
tr\ ITN LTN -4o -CO o o
r—1 I—I t 1 í !

!&gt;■
ITN
O
I—1

cví
m
Os
rH

"O
ITN
O
rH

CS
H
S
O
S

o
o
«%
o
o

O
■CO
H

o
cv

*cd
!&gt;» ^
o
^ o
&lt;0 jcd
Cl a

í&gt;&gt;
0
í:
CD
O

í&gt;&gt;
o; &lt;D
d) CD &lt;D
Q O O

P&gt;H
(xh
o
ícd
O" Cd
Cd
o tf
•H Cd
rH -p
p&lt; CO
&lt;í W

Digitalizado
^gentilmente por:

o
?cd
ü"
Cd
o •H
Ti
W
o
P
■p
■H
P
CO
C
M

T}
Ö
CD
K
Cd
rH
0)
Cd
CO
H

U
Cd
-p
•H
•H

Cd
•H
iH
0
ü
Cd
p. S
•H
ü Cd
•H
'S
Cd
cn

Cd
'H
í-i
Cd
Cd
■P
Ö
&lt;cd
CO

•
Ph
CO
(D

(—I iH
Cd Cd
0 CD
bO bO

-eh -d" O
CVi
ON ON ON
rH rH rH
CD
■P
Ö
O
N
'H
O
K
O
I—1
0
pq
o
•H
O
^í-l
0
S
iH O
0 O
Cd
tH Cd
Cd ü
-H
C
o o
?cd ^0
CO Ê-^

CO
0
•P
Ö
0
-o
Cd
£-&lt;

�rt
73
c3
O
:i
CT*
ß
ci
S-.
fiH

o
o
'H
H
^
PO
c3

H
d
U
0)
bfl

d c3 c3
■P P&gt;
•H •H •H
U
U
-p P ■p
cn
^
CD G) CD
U
U

a
+3
o

O
■H
Pi
*c3 ß
ü Tá
O a
•P
0
•H +3
tí
rH
u
-Q
•H Bl
CQ
•
01
p.
S •H
tJ

&gt;
íí! rt
+3 N
Cd 0
S ?H
I
sO
•rl
0
Ph
0
&gt;
01
3
1-

H

H

i

C\J

I

H

I

I

&lt;V

I Q
OTfH
05
•i-r-P
T3 2L
S
m
0
s
O
&gt;
S-.
0
ü
-«X-

rt
■P
•H
Jh
■p
w
0)

■p
w
CD

cv

jJ
CQ +D
w
CO 0

o
o
♦%
o
o
o
•
o
vO

4J
cn
0

^

^

H CV2 C\i

«

«

»

^

CV

H

rH

tH

iH

0
0
o

•
O
*
o

o o
o o
♦v
o o
o o
o o
o o
Oí ^

o
o
o
o
o
o
I&gt;

o
o
o
o
o

•
+3
CQ
0

•
-P
CQ
o

®
-P
CO
CD

o
vO

C^í
o

I

rH

H H

o
o
o
o
o
o
fv-s

o
o
o
o
o
•
Q
rH

p
w -P
cn
0 0

!&gt;.
i
Ci
o

+D 40 +3
CQ CQ tQ
0 0 0

I

I «0

Opcn^O^HO^
&lt;0 O
o , , o
^ "to
cr\ ur\ H -d"
C^ rH
iH cr\ ON iH
CM

CQ CQ
0 0

CQ
0

ir\ o
Os
•to O O O
iH iH fH iH

Digitalizado
-^gentilmente por:

H ■p
m
ri &lt;3
hO

^

!&gt;.
CD
%
CD O
Q O

o
o
o
o
o
o
CV

rt
■p
•H

Cj
P&gt;
•H
u
rt ■p
U m
o 0
hO U

c3
-P
•H

í&gt;.
CD
^
CD
O

o o
o o
•V ^
o o
o o
o o
o o
LTN

CÖ

p
w
oj
^

^ H

J rH
&gt;&gt;»
CD
is
(D
O

Ch
'H
m
CQ
rt

c3
-P
'r*!

CO
0

UA -CO -4"
os O O
rH iH H

o
ITN

rH

O O
O O
t&gt; ITN O
pH

CQ
O

CQ
0

IC'
O CJ^
H.

O

�rj
13
d
o
•:i
cr"
G
^
Xti,
CO
o
'H
*o
ü
&lt;D
■P
0
•H
rH
■H
m
01
S

O
O
rH
x&gt;
o
(TÍ.
I—I
rt
+3
o
■p
e
x)
o

I

Cd
■P
•H
Cd -P
CO
(D Q)
bO

CM CM

I

rH

iH

I

I

I

I

I

I

I

f=-i
o
s

■

t&gt;. (&gt;&gt;
Q) 0)
I ^ is
0) o o
00a

O
o
^
O
O
O
•
O
O
c^

O
O
•* iH
O 0)
O &gt;
O *ct3
O Jh
vO Cd
&gt;

iH rH f—I
tD Ci) 0)
&gt; &gt; &gt;
^cd ^cd *cd
•H -H tH
ÍH fn fn
c; Cd Cd
&gt; &gt; &gt;

o
&gt;
u
o
o
&lt;
I
CD Cd
•Ö f—I
Cd o
Oí +J?cd
ß CO o&lt;i: ö

I

&gt;, í&gt;. ^ ^
OJ
2 S
^ :s 5 3:
fl) o o OJ
ca Q o Q

o o
ü o
Ö Ö
Cd Cd
CQ PO

'

I

(X
•H
T)

I
çs Cd
+j tc
Cd V
s u
•H|ol
TS S O
*O
rH
•H I 0
Jh CO 4J
eu OvH
PH O P
I
0 CO
^ ê
01 3
S rH

iH

'

iHf^l

Cd
rO
íU
&gt;

r—I

I

IHHCMiH

&gt;,
O
^
0)
Q

Cd
•P
•H
J-i
■P
CO
o
u

I

■P
Cd
u
_Sd-

I

Cd Cd
■p
•H •H
u
-p ■P
CO CO
&lt;i) o

CV 01^

I—I i-H f—I

«H
•H
CO
CO
rj
rH
-U-

s
0
t3
o
Sh
ci
G'

Cd
■p
•H
u
p
CO
(D

Cd
+:&gt;
•H
■P
CQ
O

rt c3 Cd Cd c3
+J -p -p ■P -P
•H •H •H •H •H
SH u
U
■p +3 ■P +J -p
cn CO CO CO CO
OJ (D o o D

o
o
Ö Ö
Cd Cd Cd
eu, OQ CQ
•

o

'"íí

O
-4- O

• •
P. Pi
CO CO
0 o

♦
•
p, P,
CO CO
ü Ci)

g;*
fd•
CO

s•
•
CO

Digitalizado
-^gentilmente por:

• CO
■p +3 13
J-i T)
Cd O ß
p. P-. -H

UA
rH

O
O I&gt;to vO
I—I
•Ph
CO
Cl)

•
Ph
CO
Q)

•
PH
CO
Ü)

p,
CO
o

CM
ir\
O
iH

-CÍUA
O
iH

Cd
Ö
Cd
■H
rH
Cd
PU
m

m

CO
•H
m &lt;í
m
•=í
o
t3 d
Cd
O eu
TJ
Cd rJ
o •H
Cd Cd
g IS]

Ü
•=t:
Ü

CD
F^H O
fjcIJ
cn S

I—I
d)
&gt;
»cd
■H
Cd
&gt;

0)
&gt;
*cd
•H
S-í
Cd
&gt;

OO^OnO tototo
UAUNtTN
00000 o 00
rHiHiHiHiH I—I rHrH

CO
•H Cd
fj •H
fn
O P
O CO
x)
Ö
M
m
O
o •H
■p ü
o
Cd
Oh s ÍH
o a
o o o
&gt;
tJ
o o Cd
ü rH
tH c C
Cd Cd
m m

'

í&gt;. í&gt;.
0) Q
%
o (!) O
a Q O

o MD o
U&gt;
O
-d" rH O
rH H U-v
*
p.
m
0)

■p
in
o
u

*

UfN O
vO
íH

00000
O O
O O
CM CM o
H H
CV
rH
Cd
PH
Ph
CO d) CO
0) t&gt;0 o

W fra
CO CO

I

Cd
■p
•H

CO
H
M
Cd
Cp

CO
■a:
s
Ö
M
CO
t3

O
iH
O
iH

Ph
CO
0)

I
Cd
•H
d)
c
•H

O O
■P bO
Cd
Cd 0)
PQ
o
Ph Cd
13 CO o
•H
O
bO
a U
CO
0
Cd •H
O O
ra ß TJ
•H •H
O s CO
u
+5
c o Cd
D o •H
O CO O

Cd
■P
CO
•H
Cd
■rH
O
C
O
O
W
Q)
t3
Q)
73
Cj
tj
G)
•H
ü
O
CO

m
CO

18

��cm

^

I Digitalizado
y gentil mente por:

'^^JLrU

14

15

16

17

18

19

20

�Digitalizado
gentilmente por:

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="10">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7184">
                <text>CBBD - Edição: 03 - Ano: 1961 (Curitiba/PR)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7185">
                <text>Biblioteconomia</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7186">
                <text>FEBAB</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="7187">
                <text>1961</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="48">
            <name>Source</name>
            <description>A related resource from which the described resource is derived</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8548">
                <text>III Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8549">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="8550">
                <text>Curitiba/PR</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="48">
          <name>Source</name>
          <description>A related resource from which the described resource is derived</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="7923">
              <text>III Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="7924">
              <text>Atual situação das bibliotecas em Belo Horizonte</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="7925">
              <text>Vial, Annaiz Maria Pereira</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="7926">
              <text>Curitiba</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="7927">
              <text>FEBAB</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="7928">
              <text>1961</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="7930">
              <text>Estudo comparativo das Bibliotecas Públicas e especializadas de Belo Horizonte, com uma exposição dos trabalhos desenvolvidos, dificuldades encontradas e necessidade da formação de maior número e amparo aos Bibliotecários dentro da legislação. Sugestões de ordem técnica aguardando maior rendimento, difusão e êxito no serviço da Biblioteca moderna.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="65150">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
  <tagContainer>
    <tag tagId="7">
      <name>cbbd1961</name>
    </tag>
  </tagContainer>
</item>
