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                  <text>IMAGEM: DOCUMENTO E INFORMAÇÃO

Carlos A. A. Nogueira. Mestre em Memória Social e Documento,
Técnico

em

Assuntos

Educacionais,

Biblioteca

de

Recursos

Instrucionais (BRI) do Núcleo de Tecnologia Educacional para a Saúde
(NUTES) da UFRJ, carlos@nutes.ufrj.br.

Mara Lúcia Alves Leitão Corrêa. Bibliotecária responsável pelo Posto
de Serviço de Informação do Instituto de Ginecologia da UFRJ,
biblioteca@gineco.ufrj.br.

Maria Alice Peixoto Ferreira. Bibliotecária da Biblioteca Central do
Centro de Ciências da Saúde da UFRJ, alice@acd.ufrj.br.

�RESUMO

A BRI/NUTES tem por objetivo apoiar as atividades de ensino, pesquisa e
extensão, com a intenção de gerenciar e disseminar as informações técnicocientíficas. Em decorrência do acervo constituído em sua maior parte por
documentos audiovisuais, desenvolve atividades diferenciadas das demais
bibliotecas que compõe o Sistema de Bibliotecas e Informação-SIBI/UFRJ.
Dos pictogramas das cavernas aos ideogramas; das representações do real nas
artes plásticas e na fotografia, aos simulacros em todas as vertentes da
publicidade e da propaganda, as imagens sempre foram fontes de conhecimento
e de informação.
Com a revolução industrial, ocorreu simultaneamente uma revolução dessa
linguagem, com o surgimento das câmeras fotográficas, cinematográfica e, hoje,
através da presença da imagem eletrônica produzida pela TV e vídeo.
A multiplicidade de áreas de geração de conhecimento que caracterizam a
Universidade Pública dificultam a constituição de um padrão único para o
processo de armazenamento, indexação e recuperação desse acervo imagético.
Nesse sentido, propomos a formação de um grupo de estudo permanente voltado
para formação de profissionais capazes de identificar os processos e meios de
produção de imagem — artes plásticas, fotografia, cinema, televisão e vídeo—,
objetivando a constituição de arcabouço teórico/prático através de oficinas de
classificação e indexação de imagens em movimento.

Palavras-chave: Indexação de imagem em movimento. Imagem-documentoinformação. SIBI/UFRJ. NUTES/UFRJ

�1. INTRODUÇÂO

A produção de imagens para a televisão e o vídeo envolve em seu processo
a geração de um grande número de gravação de cenas — material bruto. Na
edição, apenas algumas cenas são aproveitadas. As gravações não utilizadas ou
parcialmente utilizadas devem receber tratamento técnico visando a sua busca e
recuperação para a reutilização em outras produções audiovisuais, e em
atividades de ensino, pesquisa e extensão, gerando

estoques de informação

(BARRETO, 2000).

Para agilizar o acesso a esta informação visual armazenada, objetivando a
sua posterior recuperação, deve-se adotar critérios precisos de indexação
levando-se em conta o processo de produção das imagens, a narrativa
cinematográfica e videográfica, e a multidisciplinaridade de temas e assuntos que
constituem o acervo de uma instituição que tem como princípio fundamental a
produção de conhecimento.

Nesse sentido, propomos a formação de um grupo de estudo permanente
voltado para identificar os processos e meios de produção de imagem,
contribuindo para a fundamentação teórico/prática, visando a criação de uma
metodologia, através de oficinas de classificação e indexação de imagens em
movimento.

2. A LINGUAGEM AUDIOVISUAL

Os registros mais antigos da história da humanidade são imagens. Dos
pictogramas das cavernas aos ideogramas; das representações do real nas artes
plásticas e na fotografia, aos simulacros em todas as vertentes da publicidade e
da propaganda, as imagens sempre foram fontes de conhecimento e de
informação.

�Desde a sua origem, a imagem é um intermediário entre o conhecimento e a
criação. Na era paleolítica, por exemplo, as imagens faziam parte

de um

processo de magia. Ao pintar um animal numa rocha, o homem paleolítico
acreditava produzir um animal real. A representação pictórica nada mais era do
que a antecipação do efeito desejado (HAUSER, 1982).

A origem da escrita ocorreu de forma imagética, basta observar a escrita dos
povos da Suméria, antiga região da baixa Mesopotâmia, na Ásia. Do
Renascimento ao século XIX vigorou o predomínio da escrita

enquanto

linguagem documental. Com a revolução industrial, ocorreu simultaneamente uma
revolução dessa linguagem, com o surgimento da câmera fotográfica, seguida
pela cinematográfica e, hoje, através da presença da imagem produzida pela TV e
pelo vídeo.

A linguagem audiovisual cada vez mais utiliza-se de técnicas e metodologias
tão avançadas, que nos leva a crer se tratar de um campo reservado apenas aos
especialistas e conhecedores do assunto. No que se refere à produção de
imagens para o cinema, TV e vídeo essa impressão fica mais patente.

Dessa forma, educar para a decodificação das mensagens audiovisuais
significa

não

aceitar

passivamente

“ser

informados”,

como

objetiva

o

establishment, ou seja, decodificar os meios e processos de criação das imagens
audiovisuais é desenvolver novos hábitos capazes de conduzir o cidadão a um
espírito crítico na maneira de olhar o mundo que o cerca.

Os irmãos Lumiére foram os primeiros a aperfeiçoar, em 1895, um aparelho
que realizava satisfatoriamente as duas funções do cinema: registrar o movimento
e

projetar

filmes.

Inúmeras

pesquisas

já

haviam

sido

desenvolvidas

anteriormente. A utilização do fenômeno da persistência da imagem na retina deu
origem ao Phénakisticope (1832) do belga Plateau e ao Zootrope (1834) do inglês
Horner, aparelhos que funcionavam com desenhos das fases sucessivas de um
movimento. Em 1892, o Praxinoscope do francês Èmile Reynaud possibilitou a
projeção dos primeiros desenhos animados. O registro do movimento real, no

�entanto, só foi possível a partir do surgimento de chapas fotográficas
suficientemente sensíveis, em torno de 1870-1880.

Da mesma forma que a literatura se manifesta através das palavras, e o
teatro utiliza atores, cenografia, maquiagem e efeitos de iluminação, o cinema
também possui uma maneira particular de exprimir emoções, sentimentos e
idéias. Embora utilizando alguns recursos da literatura (técnicas narrativas) e do
teatro (atores, cenografia, etc.), o cinema possui uma linguagem própria cujos
elementos técnicos fundamentais são o plano, os ângulos e o movimento de
câmera.

Atribui-se ao americano David Wark Griffith (1875-1948) a criação da
primeira experiência de uma linguagem visual, onde a câmera começava a sair da
“cadeira do teatro filmado”, ritmando o tempo, aproximando-se e afastando-se das
personagens, o uso de close-ups, planos gerais, flashbacks e de fades.

Outras propostas de linguagem cinematográfica foram criadas — a
montagem intelectual do cineasta russo Eisenstein, o surrealismo de Buñel, o
cinema expressionista alemão, o neorealismo italiano, a nouvelle vague francesa,
o cinema novo de Glauber Rocha, entre outras.

Após a invenção do tríodo por L.De Forest, em 1906, do tubo de raios
catódicos com dispositivo de varredura, por K.L. Braun (1897-1905), assim como
o tubo de tomada de imagens por V.K. Zworykin (1923), foram efetuadas as
primeiras demonstrações de TV por J.L. Baird, em 27 de janeiro de 1926 — para
outros cientistas no Royal Institution, em Londres. A qualidade das imagens foi
criticada, mas o princípio de sua transmissão foi aprovado.

No Brasil, o pioneiro da TV foi Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira
de Melo, paraibano de Umbuzeiro, nascido em 05 de outubro de 1892. Em 18 de
setembro de 1950, após mandar importar alguns aparelhos transmissores que
não eram fabricados no Brasil, Chatô inaugura a sua PRF3, a TV Tupi de São
Paulo.

�2.1. VÍDEO

O vídeo é um sistema híbrido que se apropria e utiliza códigos significantes
de outros meios de expressão - teatro, televisão, literatura, rádio e da computação
gráfica. A videoarte obedece a outro tipo de parâmetro, faz parte da pesquisa de
linguagem e da criação preconizada por Nam June Paik. Ao contrário das línguas
naturais que possuem uma “gramática” normativa, em vídeo, não existe regra
absoluta. Na linguagem videográfica pode-se destacar três tendências gerais,
são elas (MACHADO, 1993) :

1. Em decorrência da baixa definição da imagem é inadequado colocar
muitas informações, detalhamentos minuciosos ou cenários realistas. O
mais eficiente para o vídeo é utilizar a chamada composição analítica, ou
seja , o fragmento representando o todo.

2. A segunda tendência geral da linguagem videográfiica é a sua estrutura
circular e reiterativa. Ao contrário do cinema que pode controlar a atenção
de seus expectadores, o vídeo convive com a concorrência de fatores
externos e dispersores da atenção .

3. A terceira grande tendência da linguagem vídeográfica é a metamorfose
da imagem, que é um suporte para o desenvolvimento criativo. Ao contrário
do cinema, que no início sempre demonstrou um total respeito e receio de
intervir sobre a imagem, o vídeo teve sempre como seu aliado os efeitos
especiais.

2.2 – INDEXAÇÃO E DECUPAGEM

No campo do tratamento da informação, o termo indexação é conceituado
como um processo intelectual que consiste em indicar o conteúdo temático de um
documento, mediante a atribuição de um ou mais termos (ou códigos), a fim de

�caracterizá-lo de forma unívoca. Indexação, portanto, é a representação do
conteúdo temático dos documentos através do uso de uma terminologia (préestabelecida).

Uma etapa importante desse processo é a decupagem. Decupar é dividir o
filme ou o vídeo em planos. O plano é um segmento de imagem contínua
compreendido entre dois cortes, ou seja, é a imagem registrada durante o
intervalo de tempo no qual a câmera está ligada, gravando uma cena (SANTOS,
1993). Decupar, então, é reunir uma série de fragmentos de imagem contínua,
filmados ou gravados sob diversos ângulos e com pontos de vista diferentes.

3. METODOLOGIA

A Biblioteca de Recursos Instrucionais (BRI) do Núcleo de Tecnologia
Educacional para a Saúde (NUTES) da Universidade Federal do Rio de Janeiro
(UFRJ), tem por objetivo apoiar as atividades de ensino, pesquisa e extensão,
com a intenção de gerenciar e disseminar as informações técnico-científicas
produzidas ou adquiridas pelo NUTES. Em decorrência do acervo constituído em
sua

maior

parte

por

documentos

audiovisuais,

desenvolve

atividades

diferenciadas das demais bibliotecas que compõe o Sistema de Bibliotecas e
Informação (SIBI/UFRJ).

Para atingir nossos objetivos adotaremos as seguintes etapas:

1. Discussão e análise de textos que se articulem com a temática da oficina;

2. Projeção de vídeos e programas de TVs comerciais e por assinatura,
acompanhada de reflexão sobre seus formatos (linha de shows, telejornal,
documentário, educativo, institucional, etc.);

3. Análise do assunto - atividades práticas de produção de sinopses,
classificação e indexação de imagens.

�A oficina piloto será desenvolvida a partir da análise

do vídeo AIDS: o

desafio é nosso, produzido pelo NUTES/UFRJ em 1991. O objetivo do vídeo era
sensibilizar os profissionais de saúde, levando-os à reflexão e ao debate do tema.
O vídeo editado foi dividido em sete blocos: revelação, discriminação, risco, afeto,
serviços de saúde, morte e pequenas vitórias.

3.1.

Local de estudo (NUTES)

Modelo de Planilha de Decupagem:
No Fita
Volta/Tempo

Descrição das Cenas

Fita
003

Cenas

024/068

(Plano Geral) Ambulância parada no pátio do Hospital Geral de
Bonsucesso; ambulância entrando no hospital.

070/155

(Plano Detalhe) Máquina de hemodiálise sendo manipulada por
enfermeira; paciente ligada à máquina; detalhes da máquina de
hemodiálise.

157/173

(Close) Mãos de profissional com luva cirúrgica esterIlizando tesouras
em uma bandeja de metal.

176/186

Tubos de hemodiálise em lata de lixo (Zoom in e zoom out).

187/194

(Plano Médio) Três enfermeiras: colocando material na estufa;
organizando material em estante; e, fazendo anotações.

Fita
012

Cenas

010/058

(Plano Médio alternando com Close) Depoimento de paciente
soropositivo HIV: sua gratidão pelo carinho e atenção dos profissionais
de saúde do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho/UFRJ; sua
concepção da doença.

059/087

(Plano Médio) Cartazes afixados em parede orientando sobre as formas
de contágio e prevenção contra o HIV.

�No Fita
Volta/Tempo

Descrição das Cenas

Fita 012
(continuação)

Cenas

088/146

(Plano Médio/ Plano Detalhe/ Close) Técnicos em análises clínicas do
Hospital Universitário Clementino Fraga Filho/UFRJ, em sua rotina diária
(diversos planos); detalhes de mãos com luva cirúrgica; profissional
olhando em microscópio; profissional manipulando frascos.

147/412

(Plano Geral/ Plano Médio) Corredor do Hospital Universitário
Clementino Fraga Filho/UFRJ; enfermeira com pacientes em fase
terminal sendo assistido por médico; enfermeira retirando sangue de
paciente para exame.

413/433

(Plano Médio/ Plano Detalhe) Salão de beleza; orientação para a
prevenção da doença no uso de instrumentos - alicates, tesouras, dentre
outros.

Fita
013

Cenas

001/232

(Plano Geral/ Plano Médio/ Plano Detalhe) Cenas urbanas; povo fala
respondendo à seguinte questão: se você fosse um profissional de
saúde atenderia um paciente com AIDS ?

Fita
014

Cenas

001/430

Entrevista com Marcos ...., mensageiro do setor de emergência do
Hospital Universitário Clementino Fraga Filho/UFRJ, sobre AIDS:
atribuições de sua função; condições de trabalho; relação médicopaciente e médico -equipe de saúde; necessidade de aperfeiçoamento e
orientação para se relacionar com a possibilidade de contágio no
transporte de material contaminado.

Fita
030

Cenas

236/412

Depoimento de Herbert Daniel, sociólogo e escritor, HIV positivo,
coordenador do grupo “Viva a Vida”; a descoberta que era soropositivo;
a postura do médico no momento de comunicar o resultado positivo do
exame; a necessidade de uma densa e humana relação médicopaciente; solidariedade sim, piedade não.

Fita
032

Cenas

158/303

Cenas urbanas (movimento de transeuntes)

304/317

Populares observando rapaz com AIDS, deitado na calçada junto a
álbum de fotografias e carta pedindo apoio e solidariedade.

�No Fita
Volta/Tempo

Descrição das Cenas

Fita 032
(continuação)

Cenas

318/355

Depoimento de rapaz com AIDS, deitado na calçada junto a álbum de
fotografias e carta pedindo apoio e solidariedade,; precisou sair de
hospital por falta de vagas; a pobreza familiar o conduziu às ruas em
busca de auxílio.

356/430

Sinal luminoso ; Cenas urbanas. Tráfego de veículos e transeuntes.

Fita
034

Cenas

014/122

Profissionais de saúde em sua rotina com pacientes com AIDS, no
Hospital Universitário Clementino Fraga Filho/UFRJ; preparando seringa,
retirando sangue.

4- CONSIDERAÇÕES FINAIS

No processo de indexação de imagens em movimento, a decupagem é
parte fundamental para a recuperação, principalmente, daquelas cenas não
utilizadas na edição do produto final. Cabe ressaltar que a multiplicidade de áreas
de geração de conhecimento científico dificulta a constituição de um padrão único
no processo de armazenamento, indexação e recuperação desse acervo
imagético Dessa forma, as oficinas devem voltar-se para a decodificação dos
processos e meios de produção de imagem, visando a socialização desse
conhecimento junto à comunidade acadêmica.

�Referências Bibliográficas
AUMONT, Jacques. A significação na imagem. In: A imagem. São Paulo: Papirus
Editora, 1993.
BAMBOZZI, Lucas. O vídeo em questão : a perspectiva de uma arte do vídeo
como referência -chave para a representação. Revista Imagens UNICAMP, SP,
n.1, Abril de 1994.
BARRETO, Aldo. Os agregados de informação – Memórias e estoques de
informação. DataGramaZero. Revista Ciência da Informação, v.1, n.3, Junho,
2000.
BITTENCOURT, Luiz Carlos. Manual de telejornalismo. Rio de Janeiro: Editora da
UFRJ, 1993.
CORDEIRO, Rosa Inês Novais. Informação e movimento: uma ciência da arte
fílmica. Rio de Janeiro: Madgráfica, 2000.
FALAVIGNA, Mauricio. História da fotografia. Disponível em:
&lt;http://www.clicio.com.br&gt;. Acesso em: 10 jun 2006.
HAUSER, Arnold. História social da literatura e da arte. Madrid: Mestre Jou, 1982.
MACHADO, Arlindo. O vídeo e sua linguagem. In: Revista da USP - Dossiê
Palavra/Imagem, número 16, São Paulo: Edusp,1993.
SANTOS, Rudi. Manual de vídeo. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 1993.

Figura capa: Pintura na Cova do Civil (Detalhe). Barranco da Valltorta – Castellón.

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                <text>SNBU - Edição: 14 - Ano: 2006 (UFBA - Salvador/BA)</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
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              <text>A BRI/NUTES tem por objetivo apoiar as atividades de ensino, pesquisa e extensão, com a intenção de gerenciar e disseminar as informações técnico-científicas. Em decorrência do acervo constituído em sua maior parte por documentos audiovisuais, desenvolve atividades diferenciadas das demais bibliotecas que compõe o Sistema de Bibliotecas e Informação-SIBI/UFRJ. Dos pictogramas das cavernas aos ideogramas; das representações do real nas artes plásticas e na fotografia, aos simulacros em todas as vertentes da publicidade e da propaganda, as imagens sempre foram fontes de conhecimento e de informação. Com a revolução industrial, ocorreu simultaneamente uma revolução dessa linguagem, com o surgimento das câmeras fotográficas, cinematográfica e, hoje, através da presença da imagem eletrônica produzida pela TV e vídeo. A multiplicidade de áreas de geração de conhecimento que caracterizam a Universidade Pública dificultam a constituição de um padrão único para o processo de armazenamento, indexação e recuperação desse acervo imagético. Nesse sentido, propomos a formação de um grupo de estudo permanente voltado para formação de profissionais capazes de identificar os processos e meios de produção de imagem — artes plásticas, fotografia, cinema, televisão e vídeo—,objetivando a constituição de arcabouço teórico/prático através de oficinas de classificação e indexação de imagens em movimento.</text>
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