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                  <text>OS DESAFIOS DA PESQUISA EM GERIATRIA E GERONTOLOGIA:
ORGANIZAÇÃO DO CONHECIMENTO
Iris Maria Carvalho Braga dos Santos∗

RESUMO
Objetiva analisar comparativamente como a Geriatria e Gerontologia estão
representadas nos sistemas classificatórios, na produção científica da área e no
currículo do curso de especialização da UnATI/UERJ. Traz algumas definições de
conhecimento e de organização. Apresenta a evolução do conhecimento com
seus vários enfoques através da história. Analisa representação da a Geriatria e
Gerontologia em dois instrumentos utilizados na classificação bibliográfica: DecS
e CDU. Aborda o Programa do Curso de Especialização a UnATI/UERJ. Conclui
que os temas se relacionam e que os recursos de recuperação da informação
precisam ser mais abrangentes para cumprimento de sua função.
PALAVRAS-CHAVE: Organização
Informação. Geriatria. Gerontologia.

do

Conhecimento.

Recuperação

da

1 INTRODUÇÃO

A organização do conhecimento tem sido objeto de estudos há longo
tempo, ocupando vários segmentos na tentativa de buscar uma sistematização do
conhecimento produzido pelo homem. Pode-se dizer que a Organização do
Conhecimento é sempre cercada de vários enfoques e com marcante presença
da ação humana.

Organizar é estabelecer as bases para arrumar de um

determinado modo, colocar em certa ordem. Organização como um método é
amplamente utilizada em variadas situações na natureza. Organizar é um ato que
o ser humano sempre praticou e possui diferentes aplicações. Conhecimento é o
fruto da criação humana e em permanente mudança, transformação, é quando o
homem

se

conscientiza

do

mundo

que o envolve, formalizando esta

conscientização. Podem-se buscar, num estudo retrospectivo, várias etapas e
enfoques da visão do conhecimento pelo homem. A visão de seu conceito ou a
forma como o homem vem apresentando o conhecimento é reflexo da própria
trajetória humana nas suas diferentes fases. Segundo González de Gomez (1996,

�v.2, n.2, p.58-66) “organização do conhecimento é o modo pelo qual os
conhecimentos se relacionam e se diferenciam nas práticas de sua produção e
uso”.
Entendemos que a organização do conhecimento também pode ser
definida como a ordenação da representação do conhecimento objetivando
determinadas metas buscando uma organização que reflita o momento que a
humanidade vive apontando para as suas necessidades informacionais.
Encontramos em Langridge que
organização do conhecimento é a expressão mais abrangente
para designar a função da biblioteca desempenhada pela
classificação. Indica a habilidade não apenas para identificar
ítens de informação específicos e definidos de forma precisa,
mas também para demonstrar a completa gama de assuntos
disponíveis na biblioteca e suas relações entre si [...] É
significativo o fato de que enquanto os escritores da pré-guerra
usavam a expressão Organização do Conhecimento, os
escritores modernos a têm substituído, freqüentemente, por
expressões como RECUPERAÇÃO DA INFORMAÇÃO ou
ARMAZENAGEM E RECUPERAÇÃO DA INFORMAÇÃO. (1977,
p. 19)

Considerando que durante algum tempo o homem conseguiu utilizar de
forma

satisfatória

os

instrumentos

disponíveis

para

a

organização

do

conhecimento e que o aumento exponencial da produção da informação, incluindo
a explosão da informação em meio digital, tornou-se necessário uma revisão
destes instrumentos.
Este trabalho pretende analisar a Organização do Conhecimento na
Geriatria e na Gerontologia. Com o aumento da produção científica na área do
envelhecimento humano várias disciplinas enfocam o tema. Como se apresenta a
representação do conhecimento na Geriatria e na Gerontologia em alguns
sistemas de organização do conhecimento utilizados pelos profissionais da
informação em sua tarefa de representar/recuperar a informação contida nos
diversos tipos de documentos?
Para a organização do conhecimento em qualquer campo do saber
investigam-se os conceitos e as relações entre eles. O advento das novas
tecnologias agregando-se à questão de organizar e recuperar informação também

�envolve questões dos conceitos e suas relações. Os sistemas de organização do
conhecimento têm por finalidade principal a identificação do conteúdo temático
dos documentos oferecendo a possibilidade de atender às questões sobre
assuntos de interesse do pesquisador.
Para efeito desta pesquisa serão utilizados os seguintes sistemas de
organização do conhecimento: Classificação Decimal Universal, Descritores em
Ciências da Saúde, o programa do Curso de Especialização em Geriatria e
Gerontologia da UnATI/UERJ e a observação da literatura produzida por
especialistas da área. Objetiva analisar comparativamente como a Geriatria e
Gerontologia estão representadas nos sistemas classificatórios e também na
produção científica da área e no currículo do curso de pós-graduação acima
citado. Serão apresentadas as diversas considerações de teóricos sobre a
Organização do Conhecimento.

2 O CONHECIMENTO E SUA REPRESENTAÇÃO
A capacidade do ser humano, utilizando a conquista de sua racionalidade,
possibilitando a maior compreensão do mundo que o envolve, adaptando-o e
adaptando-se às transformações, promovendo sua existência, o diferencia dos
outros seres e é a utilização do que se chama de informação transformada em
conhecimento. Inicialmente de cunho mítico, de conteúdo sobrenatural, onde as
respostas aos questionamentos do homem eram dadas pelas divindades. Nesta
fase o conhecimento não era representado. Mais tarde os gregos encontraram
através da Filosofia um tipo de conhecimento fundamentado na razão. Depois
disto na Idade Média foi encontrada a verdade no monoteísmo, na voz de um
único Deus. Com a era das grandes descobertas, das invenções e da noção de
infinito o conhecimento é explicado através do ato de experimentar e observar,
pela Matemática. Com a chegada do século XX o conhecimento se torna múltiplo,
vem a multidisciplinaridade. Na verdade a representação do conhecimento nada
mais é do que o reflexo da evolução do homem que ao representá-lo se
apresenta. Considerando que o conhecimento está em permanente movimento,
em mudança, podemos entender as dificuldades dos profissionais da informação

�na prática da organização do conhecimento. Temos na história exemplos de
várias tentativas de sistematização do conhecimento.
Kemp apud Miranda (1999, v. 5, n. 2, p. 64-77) apresenta distinção básica
entre dois diferentes tipos de conhecimento: o pessoal e o social. O pessoal ou
privado aquele que está na mente do indivíduo e que é para seu uso respondendo
suas questões. O social ou público é o coletivo, disponível para todos os
membros de uma sociedade através de seus registros. Pode-se afirmar aqui,
ainda segundo Miranda (1999), que a diferença entre dois tipos aqui
apresentados está na sua disponibilidade. Comumente se observa de que modo o
conhecimento ao nível pré-científico, técnico ou no científico puro se enriquece
com a capacidade intuitiva, que se manifesta desde uma simples captação de
fatos e fenômenos, indicando-os ou atuando, ou como se diz, participando
intuitivamente num fato; de tal modo se intervém com uma inter-relação dos
processos intuitivos, pré-lógicos do conhecimento, de descoberta, de investigação
ou de reabilitação. Em geral, as pessoas utilizam sua intuição para entender,
compreender, conhecer e ajudar ao ser humano a pensar, sentir e agir. O
conhecimento é fundamentalmente do indivíduo, é dele na coletividade a que
pertence e fora da qual nem ao menos seria aquele ser humano e não passaria
de uma abstração. O conhecimento não se faz e refaz de novo a cada indivíduo.
Representa uma acumulação progressiva, no tempo e no espaço, que se
acrescenta permanentemente com a contribuição de cada um e de todos em
maior ou menor proporção. E o ponto de partida para cada acréscimo é sempre o
realizado e acumulado anteriormente: é na base do patrimônio cultural transmitido
do passado e enriquecido no presente, que cada indivíduo traz sua contribuição
própria. E para isto não conta apenas com sua atividade e experiência nela
adquirida, e sim também com a de seus semelhantes, presentes e passados, cujo
exemplo e informação tem à sua disposição através da interligação íntima que
caracteriza a vida comunitária do homem. O conhecimento deve ser considerado
como um processo permanente. É nesse seu dinamismo que o ciclo do
conhecimento pode ser compreendido, isto é, como um todo inseparável nas suas
partes, fases ou momentos, e retornado sobre si mesmo. Todas as suas fases se
completam mutuamente e é no seu conjunto que o fato do conhecimento se

�caracteriza na sua integridade.Esta forma de construção do conhecimento como o
modo do ser humano de absorção do que o circunda se apresenta ao longo de
sua história de forma diferente. A comunicação era de forma oral e sem poder
explicar os fenômenos que o circundavam o homem criou os mitos. Este
conhecimento ainda não representado atendia ao homem primitivo que
desprovido de informação conseguia satisfazer suas inquietações diante do
mundo.
Um outro modo de conceber o mundo se iniciou no lado ocidental com os
gregos que despregando o lado mítico que conduzia a explicação sobre a origem
e a natureza do mundo e trazendo um princípio que se preocupava em explicar a
razão de todas as coisas. Surgiu então a Filosofia que significa amor à sabedoria
como único caminho de reflexão racional e sistemática sobre o mundo que nos
cerca. Dois nomes se destacam como condutores do pensamento ocidental:
Platão, considerado o propulsor do pensamento racional grego e que dividiu o
mundo em dois: em mundo sensível e mundo das idéias; e Aristóteles, discípulo
de Platão, que cria seu sistema filosófico no qual o mundo não estava separado
como era afirmado. Com estes dois pensadores iniciou-se o pensar a verdade
através da razão. Durante a Idade Média a filosofia foi vista sob um olhar cristão
unindo fé e razão. As idéias filosóficas gregas eram utilizadas para a divulgação
do cristianismo. Com a Idade Moderna vieram grandes mudanças políticas,
sociais e econômicas transformando o mundo com as novas invenções trazendo
questionamentos sobre a verdade deste infinito Universo. O heliocentrismo tirava
a Terra como centro do Universo e, Deus deixava de ser o foco do conhecimento.
Com as novas perguntas, conseqüência da evolução e transformação do mundo
emergia um novo conhecimento, desconstruindo os conceitos até então aceitos,
baseado na observação e experimentação da própria Terra. A Filosofia moderna
apresenta vários novos pensadores que com suas teorias reformularam o
conceito de conhecimento. Descartes busca na Matemática uma nova verdade na
tentativa de conferir a validade do novo conhecimento cujo método favorece mais
à invenção do que a descoberta. Locke, com sua doutrina denominada
empirismo, apresentava o conhecimento humano como resultado da experiência
obtida através dos sentidos, opondo-se à doutrina de Descartes das idéias inatas.

�Para Kant era impossível conhecer a essência das coisas limitando-se o
conhecimento humano à experiência do fenômeno. Comte, já no século XIX,
elabora a filosofia positivista que desenvolve a idéia que o homem e a natureza
são regidos pelas mesmas leis, as leis da natureza, cuja verdade é obtida através
da observação e experimentação. A grande questão entre todos os pensadores
de cada época foi a verdade. No mundo contemporâneo o surgimento da filosofia
analítica ou filosofia da linguagem propõe uma investigação desta mesma
verdade, mas de uma forma que privilegia como explicitar o que foi investigado.
Seu objeto é o significado e o modo como são usadas as palavras que
representam a questão da investigação das outras correntes filosóficas.
Wittgenstein representa a expressão da filosofia analítica e a construiu
demonstrando a possibilidade de representar e compreender o mundo através da
linguagem.
Quando Gutemberg criou a possibilidade da impressão de documentos,
através da invenção da imprensa, a sua máquina não só abriu ao homem o
mundo da palavra impressa mas possibilitou com a maior difusão da informação
facilitando a propagação do conhecimento. As inovações tecnológicas que
possibilitaram ao homem estar em comunicação em tempo real com o mundo
trazem mudanças que ainda não estão totalmente absorvidas por todos. No
caminho percorrido pelo uso da argila, do papiro ao silício há uma intensa
transformação na vida dos seus usuários da informação. A civilização eletrônica
propicia ao homem moderno uma interconectividade facilitando a difusão de suas
idéias. Os periódicos eletrônicos em linha e em cdrom estão bastante conhecidos.
Na prática coexistem os diferentes suportes informacionais.

3 A ORGANIZAÇÃO DO CONHECIMENTO
A crescente produção bibliográfica seja em suporte papel ou em meio
digital faz da organização do conhecimento na sociedade uma tarefa sem fim. A
explosão documental é um fenômeno que se modificou com o advento do meio
digital de difusão da informação não substituindo os meios tradicionais, apenas
acelerando a produção de informação e de conhecimento. Desta forma é possível

�verificar que a organização do conhecimento, sob o seu enfoque temático, é uma
tarefa que os sistemas de organização do conhecimento tradicionais não atendem
na sua complexidade e amplitude. Durante muito tempo a ordenação de livros
numa biblioteca era orientada pelo princípio de preservar para a posteridade
priorizando a forma física do material. Com a democratização do acesso às fontes
de informação, transformando as bibliotecas como difusoras do saber, veio a
necessidade de uma ordenação sistemática reunindo os livros pelos seus
assuntos, surgindo então os grandes sistemas de classificação. Alguns destes
sistemas, criados no século XIX, ainda são utilizados até hoje. As classificações
bibliográficas estão baseadas na classificação do conhecimento humano que
desde a antigüidade já vinha sendo preocupação dos grandes filósofos. Podem
ser destacados alguns estudos que, atualmente, embasam o exercício da
organização do conhecimento. São teorias desenvolvidas, separadamente, em
épocas diferentes, que trazem em seu escopo uma linha comum que as une,
conforme pesquisa realizada por Campos (2001).

3.1 TEORIA DA CLASSIFICAÇÃO FACETADA

Shiyali Ramamrita Ranganathan (1892-1972) considerando que os
esquemas de classificação bibliográfica disponíveis e utilizados para organização
de material bibliográfico não atendiam à complexidade de assuntos inseridos nos
documentos, desenvolveu na década de 30 o sistema facetado para construir a
Classificação dos Dois Pontos. Passa a considerar Classificação Bibliográfica
como Classificação de Assuntos observando que a primeira está contida na
segunda. Até Ranganathan a classificação bibliográfica era organizada enfocando
o assunto que se apresentava em destaque. Seus estudos que estabeleceram
leis objetivavam primordialmente permitir um fácil acesso ao conhecimento, à
informação contida nos documentos. Observou que o universo de assunto era
composto de partes e seguindo um raciocínio lógico criou uma terminologia
própria resultando princípios normativos que propiciam uma base científica no
desenvolvimento do campo da Classificação Bibliográfica. Sua significativa
contribuição “aos estudos teóricos da classificação... [pode ser atribuída

�principalmente] à idéia de dividir os assuntos em categorias e facetas, isto é em
grupos de classes reunidas por um mesmo princípio de divisão”. (BARBOSA v.1,
n. 2, p. 73-81, 1972). Sua técnica veio permitir um sistema mais flexível que
solucionou a questão dos documentos que incluem uma complexidade maior de
conceitos. Determina que um assunto, mesmo o de maior complexidade, possa
ser representado pela síntese de mais de uma faceta, permitindo que cada uma
tenha conceitos diferentes.

3.2 TEORIA GERAL DA TERMINOLOGIA

Contemporâneo de Ranganathan o engenheiro austríaco E. Wüster
desenvolveu a Teoria Geral da Terminologia (TGT). Esta terminologia foi definida
por seu criador como disciplina científica que propicia princípios metodológicos
para a elaboração de terminologias melhor estruturadas para as diversas áreas
do conhecimento, é o estudo científico de termos de um determinado idioma em
uma área especializada. Sua atenção estava centrada nas relações comerciais
que, segundo ele, precisavam de uma terminologia padronizada. Wüster
determina em um dos postulados da sua teoria que os termos de uma área de
assunto se relacionam como um sistema. Isto também acontece num sistema de
Classificação. Segundo Campos (1995, v. 25, n. 2), a sua obra contém uma
detalhada investigação da terminologia como ferramenta da comunicação, de
acordo com a natureza, a relação e a descrição dos conceitos, a formação dos
termos, a normalização e a internacionalização de conceitos e termos. O enfoque
principal da TGT são os conceitos e sua sistematização. Este aspecto se
aproxima da teoria do Tesauro com bases em conceito.

3. 3 TEORIA DO CONCEITO

A teoria desenvolvida, no campo da terminologia, por Ingetraut Dahlberg,
nos anos 70, trouxe novas possibilidades para o campo do sistema de
organização do conhecimento aplicando-se na elaboração dos Tesauros. Seus
princípios são utilizados porque fundamentam a determinação do que se

�denomina termo. Segundo Campos (1995, p. 100) a Teoria do Conceito trouxe um
método para a fixação do conceito e para seu posicionamento em um sistema de
conceitos, propondo a definição para conceito como uma “unidade de
pensamento” e mais tarde numa evolução como “unidade de conhecimento”.
Dahlberg ( 1978, v. 7, n. 2, p. 101-107)

afirma que “a linguagem constitui a

capacidade do homem de designar objetos que o circundam assim como de
comunicar-se com os seus semelhantes”, e as linguagens da vida diária são as
linguagens naturais. Com o desenvolvimento do conhecimento o homem criou as
linguagens especiais ou artificiais. As linguagens naturais possibilitam a
formulação de enunciados de conceitos individuais e conceitos gerais. Os
conceitos individuais são as expressões da capacidade do homem de relacionarse com os vários objetos, com a presença das formas tempo e espaço, que estão
à sua volta. Dahlberg (1978) denomina conceitos gerais aqueles que se referem à
objetos gerais fora do tempo e do espaço. Sua teoria desenvolve um processo de
análise do conceito obtida através do método analítico-sintético, partindo do
objeto individual distingue-se as características simples das características
complexas. Para Dahlberg (1978)a determinação do conceito se dá quando se
seleciona um item de referencia, o referente que é analisado dentro de um
Universo. São atribuídos predicados ao referente que evidenciam suas
características relevantes que devem designar apropriadamente levando ao
conceito. Este é o resultado da reunião de todos os elementos implícitos nele. O
conceito é formado por elementos interligados numa unidade estruturada.

4 SISTEMAS DE ORGANIZAÇÃO DO CONHECIMENTO

Durante muito tempo a organização de uma biblioteca obedecia ao
princípio de preservação para a posteridade. A disseminação das Universidades
no século XIX, com o aumento do número de Bibliotecas Universitárias, trouxe o
moderno conceito de Bibliotecas como um organismo vivo, que é a 5a lei de
Ranganathan. A organização das coleções que até então utilizava sistemas
filosóficos ou práticos, com a adoção do livre acesso surgiu a necessidade de
uma arrumação sistemática surgindo então os sistemas de organização do

�conhecimento. Surgiram os sistemas que reuniam o conhecimento humano numa
ordem lógica com o estabelecimento de grandes agrupamentos cuja ordem
variável era determinada por seu criador. Podem ser classificados de vários
modos (PIEDADE,1977, p. 52-69) de acordo com a característica tomada por
base da divisão: naturais, quando da aplicação de característica natural intrínseca
ao objeto, ou artificiais resultantes da aplicação de características mutáveis. De
acordo com a finalidade a que se destinam podem ser: filosóficos, criados pelos
filósofos voltados para a definição, esquematização e hierarquização do
conhecimento ou bibliográficos destinados à organização de documentos nas
estantes. De acordo com o campo do conhecimento que abrangem podem ser
gerais que podem ser também filosóficas e abrangem todo o conhecimento
humano, ou especializadas que podem ser científicas contemplando uma área do
conhecimento. A representação dos assuntos dos documentos tanto de forma
notacional como de forma verbal são denominadas linguagens documentárias,
mais modernamente Sistemas de Organização do Conhecimento. Os tesauros e
as tabelas de classificação são os principais instrumentos desta representação de
assuntos. A Informática introduzida no tratamento da informação trouxe o aspecto
lingüístico evidenciando o aspecto da terminologia.

4.2 DECS DESCRITORES EM CIÊNCIAS DA SAÚDE

É um vocabulário estruturado dinâmico que registra o processo constante
de crescimento e mutação permitindo a pesquisa em três idiomas (português,
inglês e espanhol). É utilizado na indexação de artigos de revistas científicas,
livros, anais de congressos, relatórios técnicos, e outros tipos de materiais.
Utilizando-se das tecnologias da informação disponíveis e em permanente
desenvolvimento de novos mecanismos de sistematização da pesquisa e
recuperação da informação em Saúde busca centralizar as diversas fontes de
informação da área.
O DeCS – Descritores em Ciências da Saúde é uma base de
dados multilíngüeque reúne a terminologia da área de saúde,
uma linguagem comum utilizada na Biblioteca Virtual em Saúde,
desenvolvida pelo Centro Latino- Americano e do Caribe de
Informação em Ciências da Saúde (BIREME) para a descrição, a

�indexação e a recuperação de fontes de informação
descentralizadas, e funciona como uma ponte para a navegação
baseada em conteúdos temáticos. (CENTRO LATINOAMERICANO DO CARIBE DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIAS DA
SAÚDE, s.d. 4p)

.
4.3

CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL

A Classificação Decimal Universal (CDU) é baseada no sistema de Dewey.
Paul Otlet e Henri La Fontaine, responsáveis pela compilação de uma bibliografia
universal a partir da criação do Instituto Internacional de Bibliografia, sentiram a
necessidade de um sistema mais flexível que a Classificação Decimal de Dewey,
que vinha sendo utilizado para a tarefa a eles destinada. Com a autorização de
Dewey acrescentaram sinais e símbolos conseguindo assim notações que
atendessem aos detalhes dos assuntos compostos do repertório bibliográfico que
vinham elaborando. Publicado pela primeira vez em 1905, em francês com o título
“Manuel du Répertoire de Bibliogaphie Universelle” teve seu atual nome adotado
“Classificação Decimal Universal” em 1931, e é publicado sob a responsabilidade
da Federação Internacional de Documentação até 1991. A partir de janeiro de
1992, toda a responsabilidade editorial foi transferida para o Consórcio CDU.
Planejada inicialmente como um sistema de classificação que indexasse e
organizasse além de livros outros tipos de documentos a CDU tem se mostrado
adequada no tratamento de grandes coleções nas áreas de ciência e tecnologia,
pois apresenta expansão que acompanha o desenvolvimento do conhecimento.
Utilizando as primeiras dez classes principais de Dewey sua notação utiliza
números, letras e sinais. Sua flexibilidade é conseguida através da combinação
dos sinais ou símbolos. O sistema adota o emprego do ponto a cada três
algarismos que possui apenas valor simbólico e não influi no aspecto
classificatório.

4.4

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GERIATRIA E GERONTOLOGIA

�Curso destinado “à profissionais da área de saúde que objetiva prporcionar
a qualificação profissional nesta área” (Universidade do Estado do Rio de Janeiro,
2004). Apresenta suas disciplinas que abordam: Conceitos Básicos de
Gerontologia, Biologia do Envelhecimento, Epidemiologia, Políticas de Atenção ao
Idoso, Avaliação Geriátrica Funcional, Distúrbios Neuropsiquiátricos em Idosos
dentre outras com enfoque clínico.

5

A GERIATRIA E A GERONTOLOGIA

O fenômeno do envelhecimento da população que caracterizou o século
XX trouxe profundas e marcantes transformações no âmbito da saúde pública
mundial. Veras, Caldas (2004, v.9, n. 2, p.423-432) destacam que
no final da década de 1980, quando se intensifica o movimento
de valorização do idoso em decorrência das análises
demográficas acerca do envelhecimento populacional muitos
profissionais de áreas de saúde e das ciências humanas e sociais
tomaram como ponto de partida ... autores que discutem a perda
do valor social do idoso... (2004)

Na literatura que com a crescente demanda pelo estudo sobre
envelhecimento saudável e todas as suas implicações médico – sociais
encontramos trabalhos que abordam um amplo aspecto do tema em questão. O
envelhecimento não interessa tão somente pelo seu aspecto clínico biomédico,
abrange também de forma ampla a sociedade, as políticas públicas, a família, a
educação, enfim vários aspectos nos quais o idoso possa estar inserido.
Podemos encontrar em Veras (2002, p. 12) “que o Brasil hoje desponta como um
país cuja população encontra-se em rápido e inexorável processo de
envelhecimento”. Este interesse de vários campos do saber sobre o processo de
envelhecimento e olhar sobre o idoso em seus vários aspectos vem trazendo um
crescimento

de

produção

bibliográfica

multidisciplinar,

interdisciplinar

e

multifacetado, lembrando aqui Ranganathan.
Em Ferreira (c1986, p.848) obtém-se as seguintes definições para
Geriatria: “S. f. Med. Parte da Medicina que se ocupa das doenças dos velhos“; e

�para Gerontologia: “S. f. Ciência que estuda os problemas do velho sob todos os
seus aspectos: biológico, clínico, histórico, econômico e social.“
Neri (2001, p.54-55) descreve Gerontologia “...campo multi e interdisciplinar
que visa à descrição e à explicação das mudanças típicas do processo do
envelhecimento e de seus determinantes genético-biológicos, psicológicos e
socioculturais “ e a Geriatria “compreende a prevenção e o manejo das doenças
do envelhecimento“. Apresenta uma evolução nos campos da Geriatria e
Gerontologia desde os primórdios em 1561 como vários estudiosos foram
abordando a questão do envelhecimento humano e sua evolução com várias
teorias. Algumas destas teorias apresentam o envelhecimento como algo
patológico e cercado de estudos sobre doenças. Com as conquistas tecnológicas
da Medicina moderna podem ser prevenidas e curadas muitas doenças
recentemente consideradas fatais. Em decorrência desta situação e também com
a diminuição do índice de natalidade pode-se observar o aumento significativo da
população idosa e a preocupação das várias disciplinas do conhecimento humano
sobre o tema.

6 ORGANIZAÇÃO

DO

CONHECIMENTO

NA

GERIATRIA

E

NA

GERONTOLOGIA: instrumentos utilizados

6.1

DECS DESCRITORES EM CIÊNCIAS DA SAÚDE

No DeCS (Descritores em Ciências da Saúde) apresenta a definição de
Geriatria “ramo da medicina voltado para os aspectos fisiológicos e patológicos
dos idosos, inclusive os problemas clínicos do envelhecimento e da senilidade”.
Inclui como sinônimo Gerontologia. Isto nos mostra que no DeCS Geriatria e
Gerontologia têm o mesmo significado.

6.2 CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL

�Sua apresentação na CDU – Classificação Decimal Universal (1997, p.
461, 477) Gerontologia e Geriatria estão na classe 6 – Ciências Aplicadas.
Medicina. Tecnologia. Gerontologia está localizada em 613 Higiene em Geral.
Saúde e higiene pessoal, 613.98 Saúde e higiene da velhice. Gerontologia que a
remete para 616-053.9 Geriatria. Doenças da velhice, pré-senilidade, senilidade,
terceira idade, sendo 616 Patologia, Medicina Clínica. Há a possibilidade de
relacionar um assunto que aborde o idoso, por exemplo, utilizar o número -053.9
da tabela auxiliar contemplando assim este aspecto.

7

CONCLUSÃO
Verifica-se que existe uma estreita relação entre os termos. Ambos têm o

idoso como seu enfoque central. Pela análise aqui apresentada alguns
instrumentos de recuperação da informação consideram o campo da Geriatria
igual ao da Gerontologia. Ao buscar sua definição nota-se que suas abrangências
se completam, mas são diferentes. A utilização de uma ferramenta que contemple
de modo atual a organização do conhecimento nas duas áreas em questão ainda
não é possível. A produção bibliográfica da Gerontologia entre nós é recente mas
o crescimento da literatura nesta área já necessita de um instrumento de
recuperação mais abrangente.

REFERÊNCIAS
BARBOSA, Alice Príncipe. Teoria e prática dos sistemas de classificação
bibliográfica. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação,
1969. 441p.
____. Classificações facetadas. Ci. Inf., Rio de Janeiro, v.1, n. 2, p. 73-81, 1972.
CAMPOS, Maria Luiza Almeida. Perspectivas para o estudo da área de
representação da informação. Ci. Inf. Brasília, v. 25, n. 2, 1995.
____. Linguagem documentária: teorias que fundamentam sua elaboração.
Niterói: EdUFF, 2001. 133 p. p. 100

�CENTRO LATINO-AMERICANO DO CARIBE DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIAS
DA SAÚDE. Biblioteca Virtual em Saúde. São Paulo: BIREME, s.d. 4p., il.
CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL: edição – padrão internacional em
língua portuguesa. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e
Tecnologia, 1997. p. 125-129
DAHLBERG, Ingetraut. Teoria do conceito. Tradução Astério Tavares de Campos.
Ci. Inf., Rio de Janeiro, v. 7, n. 2, p. 101-107, 1978.
DeCS Descritores em Ciências da Saúde. Disponível em http://decs.bvs.br/cgibin/wxis1660.exe/decsserver/ Acesso em 11 jul. 2004
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo diccionario da língua portuguesa.
2. ed. rev. aum. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, c1986. 1838 p.
GONZÁLEZ DE GÓMEZ, Maria Nélida. Da organização do conhecimento às
políticas de informação. Ci. Inf., Rio de Janeiro, v.2, n.2, p. 58-66, jul./dez. 1996
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Biblioteconomia. 1.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1977 120 p. p.19.
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∗

Bibliotecária do Centro de Referência e Documentação sobre Envelhecimento (CRDE) da
Universidade Aberta da Terceira Idade (UnATI) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro
(UERJ).Rua São Francisco Xavier 524 10andBl F sala 10135 Rio de Janeiro RJ crde@uerj.br.
Especializada em Indexação da Informação (USU). Especializada em Organização do
Conhecimento para Recuperação da Informação (UNIRio). Pós-graduada em Docência do Ensino
Superior (UNIRio).

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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text>Objetiva analisar comparativamente como a Geriatria e Gerontologia estão representadas nos sistemas classificatórios, na produção científica da área e no currículo do curso de especialização da UnATI/UERJ. Traz algumas definições de conhecimento e de organização. Apresenta a evolução do conhecimento com seus vários enfoques através da história. Analisa representação da a Geriatria e Gerontologia em dois instrumentos utilizados na classificação bibliográfica: DecS e CDU. Aborda o Programa do Curso de Especialização a UnATI/UERJ. Conclui que os temas se relacionam e que os recursos de recuperação da informação precisam ser mais abrangentes para cumprimento de sua função.</text>
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