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                  <text>PRODUÇÃO CIENTÍFICA: COMPATIBILIZAÇÃO DOS BANCOS DE DADOS
DEDALUS E BBI
Marilza A. R. Tognetti∗
Maria Helena Di Francisco∗∗
Sibely D P O. Ordonho∗∗∗

RESUMO
: A produção científica dos docentes e pesquisadores do Instituto de Física de
São Carlos - IFSC vem sendo cadastrada no Banco Bibliográfico do IFSC - BBI
desde 1986. Desenvolvido em CDS/ISIS, o banco é composto por metadados que
favorecem a recuperação das informações ali cadastradas em diferentes
formatos, possibilitando o levantamento de dados para elaboração de estatísticas,
tabelas e gráficos sobre a produção. A duplicidade com o DEDALUS - Módulo
Produção, banco de dados bibliográfico oficial da USP, deve-se à algumas
restrições de flexibilidade na extração de produtos que o DEDALUS possui se
comparado com o BBI, que até o momento supre satisfatoriamente as
necessidades de gerenciamento e disseminação de informações referentes à
produção científica. O presente trabalho apresenta um estudo para a
compatibilização dos bancos acima, objetivando evitar o retrabalho que é feito
atualmente com a manutenção dos dois bancos.
PALAVRAS-CHAVE: Produção Científica. Banco de Dados. DEDALUS. BBI.

1 INTRODUÇÃO
A produção científica é um vetor importante para consolidação do
conhecimento nas áreas do saber. A universidade é, portanto, o
locus por excelência onde essa produção é gerada, advinda das
pesquisas e estudos desenvolvidos no meio acadêmico, nos vários
campos do conhecimento. (MOURA, 2002).

Considerada um dos indicadores de competência da instituição no
panorama nacional e internacional, a produção científica tem sido estimulada
pelas universidades brasileiras e órgãos de política, coordenação e fomento,
através de benefícios diretos aos pesquisadores e propiciando infra-estrutura para
o desenvolvimento de pesquisas, visando ampliar a sua contribuição para a
sociedade e estimulando a disseminação. Esses fatores, aliados com a
recompensa acadêmica e com o reconhecimento de pares, são determinantes

�para a validação das pesquisas empreendidas, do

aumento quantitativo de

trabalhos acadêmicos, de idéias de competição e de busca da qualidade.
Assim, a comunicação da produção científica é efetivada através
de canais formais, convencionais, como periódicos, livros e outros
publicados e veiculados por editoras comerciais; e por canais
informais, não convencionais, conhecidos como literatura
cinzenta. (MOURA, 2002)

Segundo Hills (1983), em um modelo analisado, o processo de
comunicação está dividido em seis partes interconectadas: produtor, sociedades
profissionais, editor, produto, bibliotecário e novas tecnologias.
O Serviço de Biblioteca e Informação - SBI preocupado com a organização
e divulgação da produção científica gerada no âmbito do Instituto de Física de
São Carlos - IFSC por seus docentes, pesquisadores, funcionários e alunos de
graduação e pós-graduação, mantém atualizado o Banco Bibliográfico do IFSC –
BBI e o Banco Bibliográfico da USP - DEDALUS. Através do emprego das novas
tecnologias, busca o aprimoramento do processamento, do armazenamento em
meios impressos e eletrônicos e da disseminação dessas publicações científicas.

2 LEVANTAMENTO DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA
As bibliotecas das unidades de ensino e pesquisa da USP são depositárias
de toda a produção científica e cultural da Universidade, em conformidade com a
Resolução nº 4.221, de 17.11.1995 Artigo 5º e, segundo a Portaria G.R. 2922, de
16.11.1994, são responsáveis pela “disponibilidade dos documentos relativos à
produção bibliográfica gerada na Universidade”.
Para que as informações sobre a produção científica do IFSC tenham um
grau satisfatório de completeza e atualização, o SBI/IFSC utiliza os seguintes
mecanismos:
Semanalmente são processadas estratégias de buscas no Web of
Science com informações dos docentes, pesquisadores e funcionários do IFSC.
Para recuperar os documentos indexados referentes a alunos e pesquisadores

�visitantes, é efetuada uma busca contendo todas as formas de indicação do nome
e endereço do IFSC, possibilitando assim, a recuperação de documentos que
eventualmente não são obtidos nas demais estratégias, em virtude de novas
formas de indicação de nomes de autores.
Para recuperação de trabalhos não indexados no Web of Science,
são feitos levantamentos diretamente nos periódicos assinados pelo SBI/IFSC,
buscas na Scientific Electronic Library Online – SciELO e em sites de periódicos
online e de associações e sociedades científicas, a exemplo da SBF – Sociedade
Brasileira de Física;
Toda solicitação de afastamento dos docentes e pesquisadores,
para participação em eventos nacionais e internacionais, são enviadas ao
SBI/IFSC para que seja feito um controle das possíveis publicações oficiais dos
trabalhos que serão apresentados;
Visando a recuperação de trabalhos em eventos não indexados no
Web of Science, é feito ainda um levantamento na Internet, no início de cada ano,
dos eventos de maior relevância na área de física e correlatas;
Periodicamente os arquivos com a produção cientifica do ano
corrente são enviados para os docentes e pesquisadores, para que eles
executem a conferência e informem ao SBI/IFSC os trabalhos que não constam
dos relatórios.
Todas

as

publicações

recuperadas

são

cadastradas

no

Banco

Bibliográfico do IFSC - BBI e no Banco Bibliográfico da USP – DEDALUS e os
documentos impressos ou os arquivos eletrônicos são tratados e armazenados,
compondo assim o acervo da produção científica do IFSC.

3 DEDALUS E BBI
3.1 BANCO BIBLIOGRÁFICO DA USP - DEDALUS

�O Banco de Dados Bibliográficos da USP, inicialmente denominado
Mouseion e a partir de 1990 DEDALUS, começou a ser desenvolvido em 1985
com a finalidade de registrar as informações bibliográficas dos acervos das então
38 bibliotecas do Sistema Integrado de Bibliotecas - SIBi da USP, sendo a
Produção Científica um dos módulos previstos. O aplicativo foi desenvolvido por
profissionais do Centro de Computação Eletrônica – CCE da USP (sistema inhouse) e implantado em um sistema computacional Unisys A15 e apoiado em
banco de dados DMS II, da mesma empresa Unisys (antiga empresa Burroughs).
Em 1997, o DEDALUS foi implementado com o software Aleph (Automated
Library Expandable Program), desenvolvido na The Hebrew University, em
Jerusalém, Israel e comercializado pela empresa Ex Libris, em plataforma
computacional UNIX e com computadores da empresa DIGITAL (hoje COMPAQ).
Nesse mesmo ano foi inaugurada a SIBiNet – Rede de Serviços do SIBi/USP,
viabilizando a disponibilização do Banco à toda comunidade, através da interface
World Wide Web - WWW.
Paralelamente, foram desenvolvidas as seguintes providências:
a) ajuste do formato bibliográfico dos registros armazenados,
para formato internacional de intercâmbio (MARC); b)
customização do novo sistema e migração dos registros do
Banco DEDALUS, utilizando normas técnicas internacionais de
intercâmbio de dados bibliográficos; c) instalação do sistema
operacional UNIX e preparo da infra-estrutura de redes, com
modernos sistemas de comunicação (protocolos TCP/IP, Z39.50
etc.). (KRZYZANOWSKI, 1997, p. 172)

O DEDALUS, por ser o banco oficial da USP necessitava ser alimentado
embora apresentasse as seguintes restrições:
não permitia importação e nem exportação de dados pelas unidades;
não permitia o controle dos serviços de empréstimo;
não dispunha dos recursos que o SBI/IFSC necessitava para o
processamento da produção científica, por não possibilitar buscas e geração de
relatórios específicos, necessários para o tratamento, análise, disseminação e
estatísticas da produção.

�No ano de 2000 o Departamento Técnico do Sistema Integrado de
Bibliotecas da USP - DT/SIBi, responsável pelo gerenciamento do DEDALUS,
desenvolveu um aplicativo que possibilita às Bibliotecas gerar arquivos no formato
ISO 2709 dos seus registros, possibilitando a importação dos dados.

3.2 BANCO DE DADOS BIBLIOGRÁFICO DO IFSC – BBI
O processamento da produção científica dos docentes e pesquisadores do
IFSC de 1972 a 1986 era feito manualmente. Com a criação do PROCIENT,
desenvolvido em Clipper, a automação das rotinas permitiu buscas e emissão de
relatórios.
Os problemas de rede de comunicação de dados aliados às restrições do
próprio DEDALUS e somados à obsolescência do programa PROCIENT, foram
fatores determinantes para que as diretorias do IFSC e do SBI optassem por
desenvolver em 1992 o BBI e migrar os dados do PROCIENT. A manutenção dos
dois bancos de dados justifica-se pelos produtos obtidos no BBI e não
disponíveis, ainda, no DEDALUS.
Optou-se pela utilização do software CDS/ISIS e pelo desenvolvimento da
Metodologia IFSC, baseada na Metodologia LILACS do Centro Latino Americano
e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde - BIREME. Para atender às
necessidades

de

processamento

técnico

do

SBI/IFSC

e

visando

a

compatibilização de dados com o Banco Bibliográfico da USP - DEDALUS, foram
feitas algumas alterações que exigiram a redefinição da estrutura de dados,
índices, formatos de exibição, definição de relatórios, planilhas e padrão de
entrada de dados.
Inicialmente o BBI foi criado e implementado em microcomputadores,
visando à alimentação no VAX 6420 para possibilitar o acesso via Telnet através
das redes RENPAC, Internet, Bitnet, Hepnet/SPAN e USPNET.

�Com a desativação do computador VAX 6420, e com a criação de uma
rede interna do SBI/IFSC e, sobretudo, pensando em dotar o referido banco de
interface

gráfica

amigável,

decidiu-se

disponibilizar

o

BBI

através

do

serviço/protocolo WWW - World Wide Web. Para tanto, utilizou-se a interface iAH
que é uma aplicação desenvolvida em WWWisis e que possibilita a publicação de
bases de dados Microisis em ambiente WWW Cliente / Servidor (Internet ou
Intranet).
O SBI/IFSC desenvolveu um procedimento para a importação dos dados
cadastrados no DEDALUS, utilizando o aplicativo desenvolvido pelo DT/SIBi para
a obtenção dos registros desejados em arquivo ISO, importando-os para o BBI e
complementando

os

campos

existentes

somente

nesse

banco.

Esse

procedimento já permitiu minimizar o índice de retrabalho que vinha sendo feito,
mas nosso objetivo é, com esse estudo de compatibilização dos dados do BBI
com o DEDALUS, eliminar o módulo de produção do BBI.

O DT/SIBi já se

posicionou favorável à compatibilização dos bancos e à implementação de
relatórios que atendam as necessidades das Unidades.

4 PROPOSTA DE COMPATIBILIZAÇÃO
Quando da criação do BBI, foi efetuada a compatibilização da
Metodologia IFSC com o DEDALUS visando o intercâmbio das informações
bibliográficas e a minimização dos esforços de alimentação dos referidos bancos
em face da necessidade de se manter um banco de dados local.
Em virtude do emprego das novas tecnologias da informação e do
compromisso de atender as necessidades informacionais da Unidade, o SBI/IFSC
tem adotado novos procedimentos e implementado novos recursos no BBI
visando seu aprimoramento. No que se refere ao processamento da produção
científica, podemos citar:
o levantamento semanal no Web of Science utilizando estratégias de
buscas pré-definidas, cobrindo todos os docentes, discentes, pesquisadores e
funcionários do IFSC;

�inclusão de novos tipos de publicações, em conformidade com a
Tabela de Tipos de Documentos USP;
alteração de formatos de exibição em conformidade com as novas
Normas da ABNT;
criação de novos campos, podendo citar a indicação de periódicos
indexados no Web of Science e do fator de impacto, indicador publicado no ISI
Journal Citation Reports e internacionalmente reconhecido pela comunidade
científica;
a elaboração de novas estatísticas, visando fornecer parâmetros e
indicadores para o Instituto e seus departamentos, grupos de pesquisa e
docentes/pesquisadores definirem suas políticas de pesquisa.

4.1 ANÁLISE COMPARATIVA DOS DADOS
A Tabela 1 foi elaborada utilizando o Manual da Metodologia IFSC e o
Manual de Procedimento SIBi, nº 13, com o objetivo de facilitar a análise
comparativa entre os bancos de dados BBI e DEDALUS, considerando-se apenas
os campos referentes ao módulo produção científica.
Tabela 1: BBI X DEDALUS
Metodologia IFSC
100 Número SYSNO
110 LDR-lider DEDALUS
03 Localização
Subcampos:
a - Classificação de assunto
d - Classificação de autor
e - Número da edição
f - Identificação de volume
h - Ano de publicação
04 Base de Dados
07 Tombo
Subcampos:
a - número de tombo
g - identificação de exemplar
09 Unid./Dep./NG/CG
Subcampos:
a - Sigla da Unidade
b - Sigla do Departamento

MARC 21 DEDALUS
001 Número de Controle - SYSNO
LÍDER
948 Campo local para registro da coleção
$d - Localização (número de chamada ou outro) (O/NR)

BASE
948 Campo local para registro da coleção
$e - Número de tombo (O/NR)
Nota:
(o exemplar é digitado no $d - Localização)
100 Entrada principal – Nome pessoal
$5 Para o DEDALUS – Base de Produção (A/NR)
(*) autores externos a USP
(*) docentes inativos

�c - Nome do Grupo
g - Código do Grupo

10 Autor (Nível analítico)
16 Autor (Nível monográfico)
Subcampos:
a - Nome abreviado e invertido
10 Autor (Nível analítico)
16 Autor (Nível monográfico)
Subcampos:
e – Responsabilidade
10 Autor (Nível analítico)
16 Autor (Nível monográfico)
Subcampos:
i - (*) autores externos a USP (=$5)
(*) docentes inativos
(**) técnicos especializados da
USP

10 Autor (Nível analítico)
16 Autor (Nível monográfico)
Subcampos;
f - Número funcional
10 Autor (Nível analítico)
16 Autor (Nível monográfico)
Subcampos:
c - Nome Completo
10 Autor (Nível analítico)
16 Autor (Nível monográfico)
Subcampos:
t - Categoria
10 Autor (Nível analítico)
16 Autor (Nível monográfico)
Subcampos:
u - Número USP
10 Autor (Nível analítico)
16 Autor (Nível monográfico)
Subcampos:
v - et al
11 Autor (coletivo) (Nível analítico)
17 Autor (coletivo) (Nível
monográfico)
Subcampos:
a - Nome da instituição
11 Autor (coletivo) (Nível analítico)
17 Autor (coletivo) (Nível
monográfico)
Subcampos:
e – Responsabilidade

(**) técnicos especializados da USP
700 Entrada secundária – Nome pessoal
$5 Para o DEDALUS – Base de Produção (A/NR)
(*) autores externos a USP
(*) docentes inativos
(**) técnicos especializados da USP
946 Campo local para informações USP
$e - Sigla da Unidade-USP (O/NR)
$g - Sigla do Departamento-USP (O/NR)
100 Entrada principal – Nome pessoal
$a – Nome pessoal (completo e invertido)(O/NR)
700 Entrada secundária – Nome pessoal
$a – Nome pessoal (completo e invertido)(O/NR)
100 Entrada principal – Nome pessoal
$4 – Código da função do autor (OP/R)
700 Entrada secundária – Nome pessoal
$4 – Código da função do autor (OP/R)
100 Entrada principal – Nome pessoal
$5 Para o DEDALUS – Base de Produção (A/NR)
(*) autores externos a USP; (*) docentes inativos
(**) técnicos especializados da USP
700 Entrada secundária – Nome pessoal
$5 Para o DEDALUS – Base de Produção (A/NR)
(*) autores externos a USP
(*) docentes inativos
(**) técnicos especializados da USP
946 Campo local para informações USP
$d – Número funcional do autor USP (O/NR)

946 Campo local para informações USP
$z – Nome completo do autor USP

946 Campo local para informações USP
$k – Categoría alfa-numérica do autor USP (O/NR)

946 Campo local para informações USP
$b – Código pessoal do autor USP (Número USP)
(O/NR)
245 Título
$c Indicação de responsabilidade, etc. (A/NR)

110 Entrada principal – Nome corporativo
$a – Nome corporativo ou nome da jurisdição(O/NR)
710 Entrada secundária – Nome corporativo
$a – Nome corporativo ou nome da jurisdição(O/NR)
110 Entrada principal – Nome corporativo
$4 – Código da função do nome corporativo (OP/R)
710 Entrada secundária – Nome corporativo
$4 – Código da função do nome corporativo (OP/R)

�12 Título (Nível analítico)
Subcampos:
a – Título
b – Título do volume da série
monográfica
14 Páginas (Nível analítico)
18 Título (Nível monográfico)

20 Páginas (Nível monográfico)

21 Volume (Nível monográfico)

22 Série

30 Título (Nível série)
31 Volumes (Nível série)
32 Fascículo (Nível série)
33 Mês (Nível série)
34 Fator de Impacto (Nível série)
35 ISSN (Nível série)

37 Tipo Doc. USP
Subcampos:
a – Tipo do documento por extenso
USP
c – Código do tipo do documento
USP
l – Nacionalidade do documento
40 Idioma do Texto

41 Idioma do Resumo

45 Tipo Publ. Oficial SIBi
Prenchido para:
Apostila, etc (tabela SBI/IFSC)
53 Nome Evento

245 Título
$a – Título (O/NR)
$b – Subtítulo e outras informações sobre o título (A/NR)

300 Descrição física
$a Extensão (páginas, volumes)(O/R)
245 Título
$a – Título (O/NR)
$b – Subtítulo (A/NR)
300 Descrição física
$a Extensão (páginas, volumes)(O/R)
$b Outros detalhes físicos (A/NR)
300 Descrição física
$a Extensão (páginas, volumes)(O/R)
$b Outros detalhes físicos (A/NR)
440 Informação de Série/Entrada secundária - Título
$a Título (O/R)
$b Número da parte/seção da obra (A/R)
490 Informação de série
$a Informação de série (O/R)
$v Número de volume/indicação de sequência (A/R)
590 Nota local (Produção Científica)
$a Nota local (O/NR)
773 Entrada analítica
$t – Titulo (NR)
773 Entrada analítica
$h Descrição física (NR)
773 Entrada analítica
$h Descrição física (NR)
773 Entrada analítica
$h Descrição física (NR)
022 ISSN – International Standard Serial Number
$a - ISSN – International Standard Serial Number (NR)
510 Nota de citação/referência
$x - ISSN – International Standard Serial Number (A/NR)
945 Campo local para informações complementares
$b – Tipo de material – por extenso (O/NR)
$c – Tipo de material – código (O/NR)
$l – Identificação de publicação nacional ou internacional
(Produção Científica e Seriadas) (OP/NR)

41 Código de idioma
$a – Código do idioma do texto/trilha sonora ou título
diferente (NR)
41 Código do idioma
$b – Código do idioma do sumário ou resumo/outro título
ou subtítulo (NR)
945 Campo local para informações complementares
$b - Tipo de material - por extenso (O/NR)
$c - Tipo de material – código (O/NR)
111 Entrada Principal – Nome do Evento

�54 Data
(data de realização do evento)

56 Cidade
(cidade onde se realizou o evento)

570 Tipo Publicação

61 Notas

62 Editora

63 Edição
64 Data
(de publicação)
66 Cidade
(local de publicação)
67 País
(país da publicação)
69 ISBN
83 Resumo

84 Notas/Resenhas
(usada para tipo=07)
202 Ex. desaparecidos
Subcampos:
a - número de tombo
g - identificação de exemplar
203 Ex. col. ref.
Subcampos:
a - número de tombo
g - identificação de exemplar
204 Ex. conserto
Subcampos:
a - número de tombo
g - identificação de exemplar

$a Nome do evento ou jurisdição (O/NR)
711 Entrada Secundária – Nome do Evento
$a Nome do evento ou jurisdição (O/NR)
111 Entrada Principal – Nome do Evento
$d – data do evento (A/NR)
711 Entrada Secundária – Nome do Evento
$d – data do evento (A/NR)
111 Entrada Principal – Nome do Evento
$c – Local do evento (A/NR)
711 Entrada Secundária – Nome do Evento
$c – Local do evento (A/NR)
773 Entrada Analítica
$t - Título

500 Nota Geral
$a Nota Geral (O/NR)
590 Nota Local
$a Nota Local (O/NR)
260 Imprenta
$b – Nome do editor, distribuidor, etc. (A/R,para Seriados
O/R)
250 Edição
$a – Edição (O/NR)
260 Imprenta
$c – Data da publicação, distribuição, etc. (A/R, para
Seriados O/R)
260 Imprenta
$a – Local de publicação, distribuição, etc. (A/R, para
Seriados O/R)
44 Código do País da Empresa de Publicação/Produção
$a – Código do país da empresa publicadora/produtora
(R)
20 ISBN – International Standard Book Number
$a ISBN - International Standard Book Number (NR)
940 – Campo local para citação de resumo em inglês
$a – Resumo (O/NR)
520 – Nota de resumo
$a – Nota de resumo (O/NR)
580 Nota de Ligação Complexa de Entrada
$a - Nota de ligação complexa de entrada (O/NR)
948 Campo local para registro da coleção
$e - Número de tombo (O/NR)
Nota:
(o exemplar é digitado no $d - Localização)
948 Campo local para registro da coleção
$e - Número de tombo (O/NR)
Nota:
(o exemplar é digitado no $d - Localização)
948 Campo local para registro da coleção
$e - Número de tombo (O/NR)
Nota:
(o exemplar é digitado no $d - Localização)

�205 Ex. da consulta
Subcampos:
a - número de tombo
g - identificação de exemplar
890 Descr. Unidade

948 Campo local para registro da coleção
$e - Número de tombo (O/NR)
Nota:
(o exemplar é digitado no $d - Localização)
650 Assunto – Termo Tópico
$a – Termo tópico (O/NR)

Convenções tipográficas
A - Letra usada para indicar campo/subcampo requerido, se aplicável
O – Letra usada para indicar campo/subcampo obrigatório
OP – Letras usadas para indicar campo/subcampo opcional
NR - Letras usadas para indicar campo/subcampo não repetitivo
R - Letras usadas para indicar campo/subcampo repetitivo

4.2 RECURSOS DISPONÍVEIS NO BBI
4.2.1 Busca
Além das opções de busca por autor, título, assunto, fonte e todos os
campos, o BBI dispõe de prefixos que permitem refinar os resultados obtidos.

Tabela 2 - Prefixos para busca
Prefixo

Campo

Exemplo

Ação

bd=

base de dados

bd=mono

recupera os documentos da base de
Livros/Monografias

ca=

categoria do autor
(docente)

ca=ms-3

recupera os registros referentes à Produção
Científica de docentes que pertencem à
categoria MS-3

ce=

cidade do evento

ce=sao paulo

recupera todos os registros de eventos
realizados em São Paulo

cp=

cidade de publicação

cp=rio de janeiro recupera todos os registros referentes a
documentos publicados no Rio de Janeiro

de=

data do evento

de=1998

recupera todos os documentos de eventos
realizados em 1998

dp=

data de publicação

dp=1998

recupera todos os documentos existentes na
base de dados selecionada, publicados em
1998

dt=

departamento

dt=fcm

recupera todos os registros referentes à
Teses e à Produção Científica do
Departamento

gr=

grupo de pesquisa

gr=polimeros

recupera todos os registros referentes à
Produção Científica do Grupo de Pesquisa
cujo nome inclui a palavra Polímeros

na=

nacionalidade

na=internacional recupera todos os registros referentes à
Produção Científica Internacional (Títulos
indexados no Web of Science)

�na=nacional

recupera todos os registros referentes à
Produção Científica Nacional

nf=

número funcional

nf=026751

recupera todos os registros referentes à
Produção Científica do docente ou
funcionário cujo número funcional é 026751

nu=

número USPl

nu=16814

recupera todos os registros referentes à
Produção Científica do docente ou
funcionário cujo número USP é

or=

orientador

or=mascarenhas recupera todos os registros de dissertações
and or=yvonne
e/ou teses que possui Mascarenhas e
Yvonne no campo de orientador

un=

unidade

un=IFSC

recupera todos os documentos publicados
e/ou produzidos pelo IFSC

td=

tipo de documento

td=04

recupera todos os registros com o código do
tipo de publicação igual a 04 (artigo de
jornal).

4.2.2 Formatos de exibição e de impressão
O BBI prevê vários formatos de exibição e impressão, sendo que os
abaixo relacionados são os usados com mais freqüência:
REVISA: todos os campos, incluindo suas etiquetas
SBIREF: referência, tipo do documento, número do registro, número de
chamada
IFSC: formato literal contendo os dados bibliográficos, tipo do
documento, número do registro, número de chamada e assunto
PROSIM: referência e fator de impacto
PROEST: referência, tipo de documento, número do registro, número
de chamada, fator de impacto e, para cada autor, a indicação se o autor é
externo, aposentado ou funcionário; sigla do departamento; código do grupo e
categoria.

�4.2.3 Relatórios previstos
Em função dos índices previstos no BBI e dos recursos de busca do
CDS/ISIS é possível a elaboração de estratégias de busca que permitem a
recuperação das informações referentes à:
Produção do IFSC
Produção por Departamento
Produção por Grupo de Pesquisa
Produção Individual
Produção dos docentes/funcionários aposentados
Produção dos alunos e pesquisadores visitantes (externos)
Produção indexada no Web of Science
Produção por categoria de docente
Produção com fator de impacto do periódico onde o artigo é
publicado
A partir dos resultados dessas buscas, é possível a emissão dos
diferentes tipos de relatórios, em diversos formatos de exibição:
Ordem Alfabética Única de Autor;
Ordem Alfabética de Nome de Grupo de Pesquisa e Ordem Alfabética
de Autor;
Ordem de Tipo de Publicação, Nacionalidade e Alfabética de Autor;
Ordem cronológica de cadastramento (crescente de número de registro)
Além dos relatórios acima citados é possível a elaboração de qualquer
outro devido à flexibilidade do referido banco.

4.2.4 Estatísticas
O BBI através de seus recursos de busca, formatos de exibição e
relatórios específicos, viabiliza a elaboração de estatísticas que permitem
quantificar a produção científica referente ao IFSC e seus Departamentos, grupos
de pesquisas, individuais por autor. São considerados os tipos de documentos,
nacionalidade, documentos indexados no Web of Science e os
impacto.

com fator de

�4.3 SUGESTÕES DE COMPATIBILIZAÇÃO
a)

incluir novos campos
Nome do Grupo de Pesquisa a que o pesquisador é vinculado
Fator de Impacto

b)

criar novos formatos de exibição:

O DEDALUS, através do Aplicativo OPAC Versão 330.7 da Ex Libris,
disponibiliza, no momento, apenas os seguintes formatos:
Formatos de impressão: Resumido, Referência, MARC – número de
campo e Completo com Acervo:
Formatos de exibição: são os mesmos dos de impressão, acrescido
do MARC – nome de campo
O SBI/IFSC sugere que os formatos acima possam ser customizados
pelas bibliotecas ou que o DEDALUS disponibilize formatos similares aos
relacionados em 4.2.2.
c)

permitir emissão e elaboração

de novos tipos de relatórios

pelas Unidades;
O DEDALUS possibilita, através do Aplicativo OPAC Versão 330.7 da Ex
Libris, a elaboração de relatórios com ordenação crescente ou decrescente, em
até três níveis pelos campos de autor, título e ano.
Sugerimos que sejam implementadas as possibilidades de ordenação por
tipo de documento, nome do grupo de pesquisa e nacionalidade.
d)

incluir novos campos nos índices OPAC;

Os índices previstos na DEDALUS – Produção científica, através do
Aplicativo OPAC Versão 330.7 da Ex Libris, são:
Find (busca por palavras): Todos os campos, Título, Autor,
Assunto, Editora, Local, Tipo de Material, Nome da unidade, Nome do
Departamento, Controle duplicidade, Ano.

�Scan (busca por índices): Título, Assunto, Autor, Local, Editora,
Gênero/Forma.
Além dos índices previstos é necessário que sejam incluídos: Nome do
Grupo de Pesquisa a que o pesquisador é vinculado; Número funcional do autor
USP; Código pessoal do autor USP (Número USP); Código do tipo de documento;
Sigla do Departamento; Categoria do docente; Cidade de realização do evento;
Data de realização do evento; Número SYSNO; Número de tombo e ISSN.
e)

Estatística

Caso a compatibilização ocorra como sugerido acima, as elaborações de
estatísticas serão também viabilizadas uma vez que utilizam os recursos de
buscas e de relatórios.
f)

incluir produção científica de alunos e pesquisadores visitantes

publicadas sem a participação de docentes e/ou funcionários da USP;

5 CONCLUSÃO
O papel da Biblioteca é muito importante no processo de geração e
transferência de conhecimento e para isso precisa estar sempre atendendo à
demanda das necessidades de informação de seus usuários utilizando-se dos
recursos das novas tecnologias da Informação.
Esperamos que as análises e sugestões aqui apresentadas sirvam de
subsídio e estímulo para que o DT/SIBi implemente no DEDALUS os recursos
que o SBI/IFSC necessita para o efetivo controle da produção científica, sem a
necessidade de manutenção de uma base local, evitando o retrabalho que existe
atualmente, e agregando mais recursos e qualidade ao Banco Bibliográfico da
USP.

�REFERÊNCIAS

HILLS, P. J. The scholary communication process. In: WILLIAMS, M. E. (Ed.).
Annual reviews of information science and technology. Wahington: ASIS,
1983. v.18, p. 99-125.

KRZYZANOWSKI, R. F., IMPERATRIZ, I. M. M., ROSETTO, M. et al.
Implementação do Banco de Dados DEDALUS, do Sistema Integrado de
Bibliotecas da Universidade de São Paulo. Ci. Inf., May/Aug. 1997, vol.26,
no.2, p. 172.
MOURA, A. M. S. Acesso e recuperação da produção científica pela biblioteca
universitária: os anais de eventos. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS
UNIVERSITÁRIAS - SNBU 2002, 12., 2002, Recife. Anais... Disponível em:
&lt;http://www.sibi.ufrj.br/snbu/snbu2002/oralpdf/16.a.pdf&gt;. Acesso em: 5 jul. 2004.
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Sistema Integrado de Bibliotecas.
Departamento Técnico. MARC 21: manual para uso no DEDALUS (versão
preliminar). São Paulo, SIBi/USP, 2003.

∗

marilza@if.sc.usp.br
mhelena@if.sc.usp.br
∗∗∗
sibely@if.sc.usp.br
Serviço de Biblioteca e Informação - Instituto de Física de São Carlos – USP, Av. Trabalhador
SãoCarlense, 400 (16)3373-9779. 13560-970 São Carlos – SP – Brasil
∗∗

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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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                <text>Tema: Bibliotecas universitárias: (Re) Dimensão de bibliotecas universitárias: da gestão estratégica à inclusão social.</text>
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    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
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          <name>Title</name>
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              <text>Produção científica: compatibilização dos Bancos de Dados Dedalus e BBI. (Pôster)</text>
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              <text>Tognetti, Marilza A. R.; Di Francisco, Maria Helena; Ordonho, Sibely D. P. O. </text>
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              <text>A produção científica dos docentes e pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos - IFSC vem sendo cadastrada no Banco Bibliográfico do IFSC - BBI desde 1986. Desenvolvido em CDS/ISIS, o banco é composto por metadados que favorecem a recuperação das informações ali cadastradas em diferentes formatos, possibilitando o levantamento de dados para elaboração de estatísticas, tabelas e gráficos sobre a produção. A duplicidade com o DEDALUS - Módulo Produção, banco de dados bibliográfico oficial da USP, deve-se à algumas restrições de flexibilidade na extração de produtos que o DEDALUS possui se comparado com o BBI, que até o momento supre satisfatoriamente as necessidades de gerenciamento e disseminação de informações referentes à produção científica. O presente trabalho apresenta um estudo para a compatibilização dos bancos acima, objetivando evitar o retrabalho que é feito atualmente com a manutenção dos dois bancos.</text>
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