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                  <text>O

TABLET POR

INNOVATION FOR DIGITAL INCLUSION: THE UNIRIO´S PROJECT "A TABLET PER
STUDENT"

Resumo:

tablet por

tablet
coordenado pela Biblioteca Central da UNIRIO, disponibiliza estes dispositivos para
empréstimo aos alunos de sete cursos de graduação. O objetivo deste trabalho está focado em
analisar os hábitos de uso dos alunos da Escola de Biblioteconomia que realizam o
empréstimo, entender as suas dúvidas sobre o tablet e o processo do comodato, avaliando
assim, os resultados obtidos pelo projeto. Para a coleta de dados foi aplicado um questionário
online, de modo que os alunos pudessem responder perguntas inerentes ao uso e não uso do
dispositivo. As dificuldades constatadas, de acordo com este trabalho, se apresentam em três
eixos que devem ser observados: divulgação do projeto; informações sobre procedimentos de
empréstimo e devolução; e suporte durante o uso.
Palavras-chave: Acesso à informação. Letramento digital. Inclusão digital. Biblioteca
universitária. Tablet.
Abstract: This investigation discusses the digital inclusion provided by the project "One
tablet per student" for the undergraduate students of the Licentiate and Bachelor of Science
degree in Librarianship at the Federal University of the State of Rio de Janeiro. The project
"One tablet per student", coordinated by the Central Library of UNIRIO, provides these
devices for the loan to students of seven undergraduate courses. The objective of this work is
focused on analyzing the habits of the students of the School of Librarianship who make the
loan, understand their doubts about the tablet and the loan process, thus evaluating the results
obtained by the project. To collect data, an online questionnaire was applied so that students
could answer questions related to the use and non-use of the device. The difficulties observed,
according to this work, are presented in three areas that must be observed: dissemination of
the project; information on lending and return procedures; and support during use.
Keywords: Information Access. Digital literacy. Digital inclusion. University library. Tablet.
425

�1 INTRODUÇÃO
Com o surgimento de novos dispositivos tecnológicos e com o avanço das TICs, foi
possível a ampliação do acesso à informação, de forma rápida e em grande quantidade. O
acesso ao grande volume de informação disponível também requer capacitação do usuário
para lidar com esses meios, de forma que sejam capazes de identificar e manusear fontes
potenciais de informação de forma efetiva e eficaz, que saibam avaliar criticamente a
informação (ELOY, 2012).
A Biblioteca Central da UNIRIO iniciou em 2014 o empréstimo de tablets para
alunos do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação, através do projeto Um Tablet
por Aluno (UTA), projeto piloto para implantação em outros cursos. O empréstimo tem por
objetivo aumentar inclusão digital e acesso à informação pelos alunos da instituição. A partir
de então, o projeto se expandiu, inicialmente para os cursos de Licenciatura e Bacharelado
em Biblioteconomia em 2016 e, posteriormente para as graduações em Arquivologia,
Enfermagem, Ciências Políticas, Administração Pública e Direito.
O objetivo geral deste trabalho53 foi realizar uma pesquisa relativa à questões do
letramento digital dos alunos de Biblioteconomia da UNIRIO, referente ao uso de tablets
emprestados pela Biblioteca Central, através do projeto UTA, como uma primeira
aproximação para estender a pesquisa aos demais cursos. Os objetivos específicos são:
A. Examinar o que motiva os alunos a realizar ou não o empréstimo do tablet;
B. Avaliar o nivelamento do acesso tecnológico dos alunos de biblioteconomia;
C. Identificar quais atividades mais realizadas com o tablet para finalidades acadêmicas;
D. Levantar dificuldades de uso do dispositivo apresentada pelos alunos;
E. Revelar pontos positivos e negativos da iniciativa inovadora de empréstimo do
aparelho;
F. Identificar dúvidas mais frequentes dos alunos à respeito do aparelho e seu manuseio;
G. Verificar, através dos alunos, se as disciplinas fazem uso do dispositivo em suas aulas;
H. Realizar um levantamento do perfil desses alunos respondentes do questionário.
1.1 O

tablet
tablet

Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) em outubro de 2014, pelas
53

Este artigo é fruto de trabalho de conclusão de curso de Licenciatura em Biblioteconomia.

426

�professoras Simone Weitzel, Brisa Souza, Daniela Spudeit e Lidiane Carvalho. Este projeto
teve por destino os alunos a partir do segundo período da Escola de Biblioteconomia: cursos
bacharelado matutino, bacharelado noturno e licenciatura em Biblioteconomia. Segundo o
próprio projeto de Weitzel, 2014: O uso de tecnologias educacionais e dispositivos móveis,
tais como o uso de tablets, em sala de aula e em outras atividades acadêmicas contribuirá
efetivamente para aumentar o envolvimento
Dentre as expectativas para a implementação desse projeto, tem-se a contribuição para
o desenvolvimento de atividades apoiando o tripé de ensino, pesquisa e extensão. Também era
esperado facilitar a comunicação entre docentes e discentes na universidade, gerando uma
maior integração, para além de um maior foco nas aulas, para melhoria do ensino e maior
divulgação dos cursos. O projeto traça medidas para facilitar o acesso ao dispositivo pelos
estudantes, e desta forma o inclui-los no mundo digital. Propiciando esta inclusão
caminhamos para o desenvolvimento do letramento digital nos alunos que realizam o
empréstimo dos tablets na biblioteca.
1.2 O papel da biblioteca universitária no letramento digital
A biblioteca desde os tempos antigos é um local de acúmulo de informação. Com o
decorrer da Idade Média, esse papel de guarda da informação prossegue, só que neste
contexto se desenvolve dentro dos mosteiros e das escolas monásticas.
Com a invenção da prensa, por Joahannes Gutenberg em 1450, houve uma revolução
no que tange ao acesso aos livros, que antes fora privilégio de nobres e de grande posse da
igreja, agora estava mais acessível aos populares.
Desde então lidamos com o crescimento do número de materiais produzidos, desta
forma as bibliotecas sofreram mudanças na sua forma de armazenar e também na
disponibilização do acervo. Esses fatores mudam totalmente o cenário histórico da época,
onde a biblioteca tornava-se responsável por disponibilizar seus conteúdos e atender usuários
para acessibilizar seus conteúdos em formato físico. Essa problematização é exposta por
Burke:
A multiplicação dos livros criou imediatamente um problema para um grupo
profissional, o dos bibliotecários, embora seja óbvio que eles se tornaram ainda mais
indispensáveis. Portanto mais um dilema surge: atender o usuário e auxiliar sua
busca por universo que até então era desconhecido pela grande maioria da população
(BURKE, 2009, p. 176).

427

�Até os dias atuais, a biblioteca continua sendo o local de acesso à informação,
informação essa, que hoje é disponibilizada em diferentes formatos. O formato principal
atualmente é o livro em formato de códex, porém outro formato, em suporte digital, também
tem se revelado muito útil e necessário para os usuários da informação.
Seja qual for o suporte ou formato, a biblioteca deve sempre desenvolver as
capacidades do usuário para manusear o acervo. Formar um leitor letrado para lidar com
diferentes meios é uma potencialidade das bibliotecas, principalmente das bibliotecas
universitárias. Lück (2000) afirma que a biblioteca universitária é a instância que deve:
atender às necessidades de um grupo social ou da sociedade em geral, através da
administração do seu patrimônio informacional e do exercício de uma função educativa, ao
O domínio do letramento informacional é fundamental para um indivíduo na
sociedade atual. A definição para esse letramento pode ser encontrada em Gasque (2012), que
nto informacional corresponde ao processo de desenvolvimento de
competências para localizar, selecionar, acessar, organizar, usar informação e gerar
Embora o termo letramento informacional tenha surgido na década de 70 nos Estados
Unidos, somente na década passada se torna objeto de pesquisa no Brasil, trazido por
Caregnato, como afirma Campello (2009):
No que diz respeito ao Brasil, a produção bibliográfica sobre letramento
informacional encontra-se em estágio inicial. O termo e o conceito foram
introduzidos no país por Caregnato, em 2000, e vêm sendo, desde então, trabalhados
por diversos autores. (CAMPELLO, 2009, p. 35)

O letramento informacional é uma capacidade que engloba uma multiplicidade de
habilidades. Como afirma Leite e Botelho (2011), o conceito de letramentos múltiplos é ainda
complexo e ambíguo, pois, de acordo com as autoras, esse fenômeno envolve uma
diversidade de práticas de letramento que ocorrem nas mais variadas esferas da sociedade e,
também, a multiculturalidade, ou seja, diferentes culturas vivem as mesmas práticas de
letramento, mas de maneiras diferentes.
Como uma das vertentes de letramentos encontra-se o letramento digital, que devido à
sociedade da informação na qual estamos inseridos, se torna um assunto importante a ser
discutido. De acordo com SILVA, 2011 o letramento pode ser compreendido como "conjunto
de conhecimentos que permite às pessoas participarem nas práticas letradas mediadas por
428

�computadores e outros dispositivos eletrônicos no mundo contemporâneo". Desta forma o
letramento é caracterizado como atuante no processo de construção do conhecimento, pois o
usuário ao dominar a ferramenta pode realizar suas buscas através de dispositivos
tecnológicos, como computadores e celulares, por exemplo.
Araujo (2012) afirma que não basta somente que o sujeito tenha
sim que avance da mera utilização funcional para o patamar da interatividade. Assim formamse pessoas letradas digitalmente, que a partir do acesso às TIC'S podem também manuseá-las
de forma crítica.
Desta forma a capacidade de lidar com os instrumentos tecnológicos se faz mais
importante do que nunca. É necessária a formação de usuários críticos para facilitar a
construção de uma sociedade com pessoas mais atuantes e informadas, em especial
considerando que questões de cidadania estão em aberto na internet. Um exemplo disto é a
Lei de Acesso à Informação54 que regulamenta o direito constitucional às informações
públicas, que podem ser solicitadas por quaisquer pessoa, sem prévias justificativas para tal.
Para ter acesso aos dados disponibilizados pelos órgãos e acessar as informações é necessário
o acesso ao site da instituição, isto exige do cidadão um conhecimento prévio dos sítios de
internet.
A possibilidade de formar cidadãos letrados digitalmente em uma sociedade da
informação é fundamental para este exercer a sua cidadania de maneira plena. Oliveira e
colaboradores fazem uma importante afirmação no qual diz respeito à biblioteca e o acesso
dos usuários aos novos recursos:
Cada vez mais a biblioteca deve posicionar-se na ação de ir ao encontro dos seus
usuários, sem receios, buscando atender às suas necessidades e apresentando os
novos recursos de busca para o encontro das respostas. A biblioteca deve ir onde o
usuário está. (OLIVEIRA et al. 2012, p. 12)

Ir ao encontro da necessidade dos usuários é também ajudar neste processo de
aprendizado, a lidar com ferramentas digitais e saber utilizá-las de maneira crítica e
autônoma. Este é um grande desafio para as instituições e também um grande atrativo para os
usuários. A biblioteca universitária tem esse nicho de atuação para inovar e trazer aos seus
usuários mais recursos, desta forma dar suporte ao tripé de ensino, pesquisa e extensão que é
primordial na universidade.

54

BRASIL. Lei n. 12.527, de 3 de maio de 1996. Lei de Acesso à Informação. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12527.htm Acesso em 9 de jan. de 2018.

429

�2 METODOLOGIA
A pesquisa realizada descritiva foi baseada no trabalho de Manzato e Santos (2012)
para assim, realizarmos a coleta dos dados e seu registro de maneira ordenada para o estudo
propriamente dito. Também se caracteriza como estudo de caso do projeto UTA, para
examinar determinados aspectos do grupo de estudantes de biblioteconomia usuários do
tablet. Foi usado um questionário semiestruturado e com perguntas abertas e fechadas para
coleta de dados, disponibilizado em formato digital através da ferramenta Formulários
Google, com diversos recursos como: o uso de múltipla escolha, caixas de seleção, grade de
múltipla escolha, lista suspensa e a resposta aberta com um curto texto.
O uso de temáticas para a separação de perguntas foi realizado baseado em Günther
(2003) que orienta que os itens que tratam de uma mesma temática fiquem juntos e recebam
uma introdução que ajude o respondente a concentrar-se na temática a ser tratada. O autor
também orienta que deve-se estruturar as questões das mais gerais para as mais específicas, e
que não convém começar a interação por perguntas burocráticas. Essa abordagem visa
conseguir a atenção do respondente em potencial, pois desde o início percebe que trata de
assunto de seu interesse.
A lógica do questionário é apresentada na Figura 1, fluxograma que tem por objetivo
apresentar a sequência lógica das questões. As questões foram divididas por temáticas
definidas nos objetivos do trabalho, divididas por seções que tratam de assuntos específicos.
Os números se referem ao número da questão. As questões condicionantes se apresentam em
losangos.

430

�Figura 1 - Fluxograma da lógica sequencial com blocos identificados

Fonte: As autoras.

A seguir faremos a explicação de cada bloco temático e a intenção de cada grupo de
perguntas para compor o questionário.
O bloco 1 que trata do nível de acesso tecnológico se relaciona com o objetivo B deste
trabalho, com a intenção de examinar o nivelamento tecnológico dos alunos de
Biblioteconomia.
O bloco 2 que trata do motivo do não uso se relaciona com o objetivo A deste
trabalho, com a intenção de examinar o que motiva os alunos a realizarem ou não o
empréstimo do tablet.
O bloco 3 que trata do mapeamento do uso se relaciona com o objetivo C e G deste
trabalho, no intuito de identificar as atividades acadêmicas mais realizadas com o uso do
tablet e o uso destes aparelhos nas disciplinas do curso.
O bloco 4 trata das dificuldades de uso que se relacionam com os objetivos D e F
deste trabalho, com a finalidade de levantar dificuldades de uso e dúvidas mais frequentes
apresentadas pelos alunos.
O bloco 5 traz pontos positivos e negativos apontados pelos alunos à respeito do
aparelho, que se relaciona com o objetivo E deste trabalho.

431

�O bloco 6 realiza o levantamento do perfil desses alunos, que se relaciona com o
objetivo H deste trabalho, com a finalidade de levantar o perfil desses respondentes com
dados como: curso, idade e período.
3 RESULTADOS
O questionário foi respondido por 90 alunos de biblioteconomia55, do curso Matutino
e Noturno do Bacharelado e da Licenciatura. No período de resposta haviam 813 alunos
matriculados, o que indica que a taxa de resposta representa cerca de 11%.
A divulgação do questionário para os estudantes foi feita através do Facebook, em
dois grupos formados pela comunidade acadêmica de biblioteconomia da Unirio, que são
56

57

. Embora os grupos do Facebook

tenham como participantes também ex-alunos e professores, algumas questões incluídas no
formulário, como
participação de respondentes que não fossem alunos matriculados.
A seguir são apresentados os resultados encontrados, organizados por blocos, de
acordo com a lógica do fluxograma apresentado na metodologia (figura 1).
O Bloco 1, que trata do nível de acesso tecnológico, foi composto por duas perguntas.
A questão 1 foi para sabermos sobre qual o contato dos alunos com aparatos tecnológicos em
seu dia-a-dia. Os respondentes do questionário se dividem igualmente em três grupos: os que
utilizam com frequência dispositivos como smartphones, notebooks e computadores; os que
fazem uso moderado e os não utilizam tablets. Esses dados mostram que o contato com o
tablet ainda é um pouco limitado e não foi absorvido totalmente como um dispositivo aliado
na rotina dos alunos. A segunda questão foi para sabermos a quantidade de alunos que já
haviam realizado o empréstimo do tablet. Dos 90 respondentes, metade realizou o
empréstimo e outra metade não. Este é um número considerável, mostrando a relativa adesão
que o projeto obteve dos alunos de biblioteconomia da universidade.
Em seguida foi feita a correlação entre o empréstimo do tablet com a frequência de
uso desse tipo de equipamento. Observa-se que dos 45 respondentes que fizeram o
55

O questionário foi respondido no período de 02 a 12 de novembro de 2016.

56

Acesso em: dez de 2017.
57

em: dez de 2017.

/www.facebook.com/dlicenciandobiblio/&gt; Acesso

432

�empréstimo do tablet, 24% não o utilizam. Podemos concluir que o perfil de uso, tanto dos
que realizaram o empréstimo, quanto os que não o realizaram é parecido. Ou seja, os alunos
não fazem uso frequente do dispositivo, mesmo que tenham realizado o empréstimo. Desta
forma compreendemos que não houve a incorporação do tablet como um aliado em sua rotina
acadêmica.
O Bloco 2, relativo ao motivo do não uso, é composto por uma única pergunta, a
questão 3A, que foi para sabermos o motivo dos alunos não terem efetuado o empréstimo do
tablet na biblioteca. Dos 90 respondentes, metade deles nunca realizaram o empréstimo do
dispositivo. Assim, essa questão 3A foi disponibilizada somente aos 45 alunos que
responderam negativamente na questão anterior que procura saber os alunos que realizaram o
empréstimo ou não. A maioria afirma não ter realizado o empréstimo por já possuírem um
próprio (28,9% dos alunos). Logo depois, com 26,7% temos a opção de não uso como
tablet
pontos cruciais, um deles trata da falta de informação do aluno sobre o que fazer caso seja
roubado com o dispositivo em seu poder. E outra questão, que independe do ambiente da
universidade é a crescente violência urbana, que impede os alunos de realizarem um
empréstimo que poderia facilitar o seu dia a dia na universidade.
O mapeamento do uso, foco do Bloco 3, foi composto por quatro perguntas. A
questão 3 foi para sabermos o motivo dos alunos a terem realizado o empréstimo do
dispositivo. Dentre as opções encontramor incentivo de
questão pode ter mais de uma opção marcada pelo respondente. Com isso, consideramos o
total de respostas obtidas, independente de quantas opções foram marcadas de uma só vez. A
maioria dos respondentes 50,7%, mostra que usam para atividades acadêmicas, seguido de
16,4% de alunos fizeram o empréstimo por solicitação de seus professores. Portanto,
podemos afirmar que a maior motivação dos alunos a realizarem o empréstimo são para
atividades acadêmicas, atendendo a proposta do projeto.
A segunda pergunta desse bloco, a questão 4, foi para identificar a frequência das
atividades de cunho acadêmico realizadas com o tablet. Os resultados demonstram
desconhecimento ou falta de hábito com determinadas ferramentas facilitadoras para a
realização e planejamento de atividades da academia, que foram listadas na questão:
softwares para uso de mapas mentais, blocos de nota e agenda digital, lista de tarefas online
433

�entre outros. As ações que tiveram maior uso pelos estudantes foram para a leitura de textos e
busca no Google.
A terceira pergunta do bloco 3, a questão 5, foi para sabermos se o tablet é utilizado
em sala de aula pelos alunos. Dos 45 alunos respondentes, 55,6% responderam que sim, o
utilizam em sala de aula. Os alunos com resposta afirmativa foram direcionados para a
questão 6 para o desdobramento desse uso em aula. Os que responderam não, seguiram
diretamente para a pergunta 7.
A questão 6 foi para identificar em quais disciplinas o tablet é utilizado. Dentre as
disciplinas que o projeto UTA visava atender, as mais citadas pelos alunos foram Técnicas de
Recuperação e Disseminação de Informação (15 respostas), Fontes de informação (5
respostas) e Tecnologias da Informação e Processos de Automação (4 respostas).
Inesperadamente, a maioria dos respondentes marcaram que utilizavam o tablet em outras
disciplinas58, não destacadas no projeto piloto que justificava a disponibilização dos
dispositivos. Assim como destacado no projeto, essa incorporação do dispositivo em sala
pode propiciar aos professores de diversas disciplinas utilizar em suas aulas outros recursos
didáticos, de forma a integrar conteúdos e produzir uma aula mais dinâmica.
No bloco 4, as questões abordam as dificuldades de uso, e é composto por três
perguntas. A sétima questão tem por objetivo identificar o número de alunos que possuem
alguma dificuldade no manuseio do tablet, seja no seu sistema operacional, no acesso à
aplicativos ou a outras problemáticas. Sessenta por cento dos alunos afirmaram não terem
tido qualquer problema do tipo no uso do dispositivo, o que reflete certa familiaridade dos
usuários com o dispositivo.
A questão 8 foi para observar se há alguma dificuldade de uso na rede de internet Wifi institucional da Unirio, tentando medir a acessibilidade dos alunos. A maioria dos alunos
optou pelo número 3 numa escala de cinco para dificuldade para uso, ou seja, 37,8% dos
respondentes indicam uma facilidade intermediária no acesso. Somente 4,4% dos alunos tem
muita facilidade ao acesso, e 20% têm muita dificuldade na conexão à rede. Isso mostra que
são poucos os alunos que conseguem realizar o acesso ao Wi-fi sem dificuldades. Isso indica

58

As disciplinas que os 15 alunos citaram como as que utilizaram o tablet são as seguintes: Estudo de

Usuários, Redes e Sistemas de Informação, História dos Livros e das Bibliotecas II, Sentido e Forma da
Produção Artística, Inglês Instrumental, Teoria do Conhecimento, Representação Descritiva 1, 2 e 3,
Normalização Documentária, Introdução a Ciência da Informação, Sistemas de Organização do Conhecimento 1,
Organização do Conhecimento 2 e Introdução à Sociologia.

434

�também, a necessidade de um treinamento interno, ou um manual que oriente aos alunos
como realizar este acesso com o seu tablet.
Abordamos na questão 9 as dúvidas mais frequentes a respeito do uso do tablet
pelos alunos. Esta é uma opção em que os alunos podem marcar vários itens da lista, dos
quais m
físico no tablet
de anti-

ficação

dos acessórios do tablet
Wi-fi

Com base nestas

respostas, podemos observar que essas dificuldades poderiam ser sanadas com a elaboração
de orientações claras sobre o uso do tablet.
O bloco 5 traça as opiniões a respeito do empréstimo e é composto por duas
perguntas. A décima questão, foi uma pergunta aberta que questionava pontos positivos do
empréstimo do tablet na opinião dos respondentes. Para identificar os principais temas
abordados, tabulamos as respostas de acordo com a repetição de palavras chave inseridas nos
resultados. Os respondentes consideraram como principais pontos positivos: facilidade de
transporte, período extenso de empréstimo, inclusão digital, economia no uso de material
didático para o ambiente acadêmico e boa configuração do dispositivo. As colocações sobre
os pontos positivos do empréstimo refletem justamente as facilidades que o dispositivo
proporciona, a questão da facilidade de transporte, economia em material didático, o processo
de inclusão digital e a configuração do dispositivo. Um ponto positivo que é destacado, faz
parte da política da biblioteca a respeito do empréstimo, que o estabelece como um semestre
letivo. Isso garante ao aluno um semestre inteiro de uso tranquilo sem preocupação com
devolução atrasada no período de aulas.
A questão de número 11 trata do ponto oposto da questão anterior: quais seriam os
pontos negativos que os alunos poderiam indicar em relação ao tablet da biblioteca. Foram
selecionados os temas de destaque das respostas: limitações técnicas do dispositivo, uso do
Wi-fi da Unirio, burocracia para empréstimo e renovação presencial, dúvidas em relação a
danos e roubo e fragilidade do equipamento. Cabe destacar que quatro usuários responderam
que não há pontos negativos. São apontados pelos respondentes questões negativas como,
por exemplo: limitações técnicas do aparelho, o uso do Wi-fi institucional e a fragilidade do
aparelho. Referente à responsabilidade de uso, muitos alunos veem como ponto negativo ser
435

�responsabilizado por danos no dispositivo e também a falta de informações referente à danos
e roubo com o dispositivo. Um outro ponto negativo destacado foi o procedimento
burocrático que o aluno enfrenta para conseguir o empréstimo do tablet. O processo consiste
em: ir à biblioteca e pegar uma autorização para o empréstimo do tablet que deve ser assinada
pelo responsável pela Escola de Biblioteconomia, após levar o documento na escola e
devidamente assinado pelo responsável, o aluno retorna a biblioteca para assim poder realizar
o empréstimo de fato. A partir daí haverá o lançamento do empréstimo normalmente no
sistema, como um empréstimo de livros da biblioteca.
O bloco 6 é o último do questionário e tem a proposta de levantar o perfil dos
respondentes. Aqui temos três questões que nos ajudarão a entender: qual a idade do aluno,
qual o seu período letivo e também seu curso. A pergunta de número 12 tem a intenção de
identificar a faixa etária dos alunos respondentes do questionário, visando identificar se a
idade tem impacto sobre a decisão de fazer o empréstimo ou não. Na análise serão
considerados dois grupos, os que fizeram empréstimo e os que não fizeram.
As faixas etárias da maioria dos alunos que realizaram o empréstimo (28) e dos que
não realizaram o empréstimo (25) apresentam o mesmo perfil, de 19 a 24 anos e de 25 a 30
anos, indicando que este parâmetro parece não ser relevante para a decisão de requerer o
empréstimo.
A pergunta de número treze elucida o período que os respondentes estão cursando na
universidade, de um total de 90 respondentes 46 estão cursando até o sexto período. Esta
pergunta foi aplicada a todos os respondentes, independente da realização do empréstimo.
Levando em conta somente os que realizaram a cessão do tablet, (45 respondentes) a maioria
desses (77,7..ç%) está matriculado a partir do sétimo período o que nos permite inferir acerca
da falta de divulgação para os alunos dos períodos iniciais sobre o empréstimo do tablet.
A questão de número 14 identifica os cursos dos alunos que estão participando do
questionário. A maioria dos alunos que participaram do questionário são do curso de
bacharelado noturno com 48,9%. Logo em seguida, com 36,7% estão os alunos do curso
matutino e posteriormente os alunos da licenciatura com 14,4%. Esse perfil se alinha com o
número de alunos matriculados nos respectivos cursos. Considerando apenas os alunos que
realizaram o empréstimo, o curso de bacharelado noturno também segue com a maioria,
mantendo-se o mesmo perfil de distribuição.

436

�4 CONCLUSÃO
A análise do projeto gerou dados importantes para investigar questões referentes a
inclusão digital que está sendo proporcionada aos alunos. O projeto UTA é um importante
exemplo de inovação com as TICs para as bibliotecas universitárias. Lembrando da quinta Lei
as evoluções da sociedade vigente, que neste caso se aplica ao tablet.
Além de aplicar o projeto é importante apontar os resultados positivos e as melhorias
que podem ser implementadas, para que assim sirvam de exemplo para que outras bibliotecas
universitárias do Brasil possam implantar um serviço similar.
As dificuldades constatadas, de acordo com este trabalho, se apresentam em três eixos
que devem ser observados: divulgação do projeto; informações sobre procedimentos de
empréstimo e devolução; e suporte durante o uso.
É necessário investir em divulgação do tablet para empréstimo, principalmente para os
alunos de períodos iniciais, que ainda não tem uma rede de relacionamentos interna que o
informe dessa oportunidade. A divulgação do projeto é o primeiro eixo de melhorias para
serem implementadas. Os dados da pesquisa mostram que cerca de 20% não fez o empréstimo
por não saber do projeto. E o fato da maioria dos que realizaram o empréstimo ser do sétimo
período em diante, sugere que somente no final do curso tomam conhecimento do projeto.
Segundo dados dessa pesquisa, ainda é necessário fazer uma maior divulgação da
possibilidade de empréstimo, para que este possa ter um maior alcance. Para sugestões de
divulgação de baixo custo, sugere-se o uso das mídias sociais, publicação fixa no site da
biblioteca e em murais da própria Escola de Biblioteconomia. As possibilidades são muitas, e
devem ser utilizadas para que o projeto possa de fato alcançar todos os estudantes. Disseminar

divulgados, por isto, noticiar o empréstimo do tablet na biblioteca é essencial para que os
alunos tomem conhecimento desta nova possibilidade e possam fazer uso dele.
Outro fator de grande importância é o esclarecimento aos alunos sobre os
procedimentos para o empréstimo, para o uso e a devolução do dispositivo. A burocracia que
envolve a realização do empréstimo do tablet foi citada muitas vezes como um ponto negativo
pelos respondentes do questionário. Desta forma, poderia ser pensado uma forma de otimizar

437

�tablet, responsabilidades
do usuário com o aparelho e procedimentos em caso de sinistro, que são importantes para
guiar o usuário. Também é necessário algum suporte para dúvidas, que possa esclarecer
questionamentos do usuário no período que o dispositivo está em sua posse. Sejam relativas à
integridade física do aparelho, como de formas de otimizar o seu uso com a indicação de antívirus, aplicativos e etc. Estas questões do uso podem ser sanadas com a criação de um
manual, em formato físico ou digital, ou também um link de help ou FAQ (Dúvidas
Frequentes) no site da biblioteca.
O projeto piloto, conforme citado nos seus objetivos, visa a inclusão digital. No
entanto, vale ressaltar que disponibilizar os tablets é uma ação que possibilita a inclusão
digital, mas não caracteriza o aluno como digitalmente incluído. A inclusão digital vai além
de disponibilizar dispositivos tecnológicos, segundo Santos e Mattos (2009) também é
necessário trabalhar as competências digitais dos alunos. É necessário capacitar os usuários
para lidar com este novo instrumento de maneira crítica. Ou seja, quando os alunos recebem
os dispositivos, devem ter antes algum tipo de treinamento ou orientação para o seu uso
eficaz.
Espera-se, com esse trabalho, ter contribuído para a disseminação do projeto
fornecendo subsídios para a implantação em outras bibliotecas universitárias, de forma a
aumentar o potencial de inclusão digital dos alunos de graduação.

REFERÊNCIAS
ARAUJO, Rosana Sarita de. Letramento digital: Conceitos e pré-conceitos. In: SIMPÓSIO
HIPERTEXTO E TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO, 2., 2008, Recife. Anais... Recife:
UFPe, 2005, p. 1-12.
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              <text>Este trabalho discute a inclusão digital proporcionada pelo projeto ―Um tablet por aluno‖ para os graduandos dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Biblioteconomia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. O projeto ―Um tablet por aluno‖, coordenado pela Biblioteca Central da UNIRIO, disponibiliza estes dispositivos para empréstimo aos alunos de sete cursos de graduação. O objetivo deste trabalho está focado em analisar os hábitos de uso dos alunos da Escola de Biblioteconomia que realizam o empréstimo, entender as suas dúvidas sobre o tablet e o processo do comodato, avaliando assim, os resultados obtidos pelo projeto. Para a coleta de dados foi aplicado um questionário online, de modo que os alunos pudessem responder perguntas inerentes ao uso e não uso do dispositivo. As dificuldades constatadas, de acordo com este trabalho, se apresentam em três eixos que devem ser observados: divulgação do projeto; informações sobre procedimentos de empréstimo e devolução; e suporte durante o uso.</text>
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