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                  <text>IMPLANTAÇAO DA BIBLIOTECA NA COMUNIDADE DO BREJARU –
PALHOÇA/SC: RELATO DE EXPERIÊNCIA DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

Ivete Marisa Blatt∗

RESUMO
Relata a experiência de implantação e organização da biblioteca na comunidade
do Brejaru no município de Palhoça, estado de Santa Catarina. O programa de
Meio Aberto Brejaru proporciona atendimento de proteção e atenção a crianças e
adolescentes em situação de risco pessoal e social. Descreve também as
atividades desenvolvidas no projeto de extensão universitária da Faculdade
Estácio de Sá de Santa Catarina.
PALAVRAS CHAVES: Informação social. Cidadania. Extensão universitária.
Responsabilidade social.

1 INTRODUÇÃO

São inúmeros os problemas que enfrentam as crianças e adolescentes,
oriundos de populações carentes, com baixos níveis de escolaridade, a mercê das
atividades ilícitas ligados à venda e consumo de drogas. A pobreza é o principal
problema que afeta a sociedade nos dias de hoje. Sabemos que a educação, ou
seja, a falta dela é a principal causa da violência que assistimos no dia-a-dia.
A partir da consciência por parte da equipe de bibliotecários da Faculdade
Estácio de Sá de Santa Catarina – FESSC, da importância dos projetos sociais,
surge à inquietação. Por que não aliar a Biblioteca universitária a um trabalho
social? A biblioteca da FESSC juntamente com a coordenação do PTP - Programa
de Treinamento Profissional - apostaram neste projeto, inicialmente tímido, mas
com maneiras eficientes de influenciar na qualidade de vida destas crianças. São
pequenas ações que juntos modelam um perfil de programa social.

�Com esta iniciativa a Faculdade Estácio de Sá de Santa Catarina está
ampliando a sua missão social, facilitando a oportunidade de acesso e uso da
informação, aos cidadãos catarinenses, contribuindo assim para minimizar as
desigualdades sociais.

2 EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

A Extensão Universitária é um processo educativo, de conotação cultural,
artística e científica, que promove a integração da universidade com a sociedade,
através de atividades de ensino e pesquisa desenvolvidas no âmbito da academia.
A integração possibilita a reciprocidade das relações universidade e
sociedade, reconhecendo em ambas, possibilidades de aprendizagem e
desenvolvimento do saber popular e científico. Juntamente com o ensino e a
pesquisa, constituem-se nos pilares da Universidade brasileira, cujas atividades
são consideradas indissociáveis, segundo a Lei das Diretrizes e Bases da
Educação – LDB.
Tem-se hoje como princípio que, para a formação do Profissional Cidadão é
imprescindível sua efetiva interação com a Sociedade, seja para se situar
historicamente, para se identificar culturalmente ou para referenciar sua formação
com os problemas que um dia terá de enfrentar.
Segundo o Ministério da Educação, no seu Plano Nacional de Extensão
1999-2001 a EXTENSÃO, é entendida como:
prática acadêmica que interliga a Universidade nas suas atividades
de ensino e de pesquisa, com as demandas da maioria da
população, possibilita a formação do profissional cidadão e se
credencia, cada vez mais, junto à sociedade como espaço
privilegiado de produção do conhecimento significativo para a
superação das desigualdades sociais existentes. É importante
consolidar a prática da EXTENSÃO, possibilitando a constante

�busca do equilíbrio entre as demandas socialmente exigidas e as
inovações
que
surgem
do
trabalho
acadêmico.
http://www.mec.gov.br/Sesu/planonaex.shtm

Uma atuação de impacto e transformadora da universidade demanda que a
abordagem dos problemas, da comunidade seja feita segundo uma visão
abrangente

da

realidade

social

na

qual

está

inserida,

relacionando

a

particularidade desses problemas à complexidade das relações socioeconômicas
e políticas. Não deve ser substitutiva à responsabilidade de ação dos gestores de
políticas públicas e das organizações sociais, mas parceira e contratual. Deve
atuar de forma deliberada e planejada, segundo linhas programáticas estratégicas,
representadas por programas de extensão que nucleiem projetos e outras ações
(cursos, eventos, prestação de serviços, elaboração e difusão de produtos), de
forma

interdisciplinar,

interprofissional

e

interinstitucional,

integrados

aos

programas de formação e de pesquisa (CORREA, 2003).
Inserida no seu tempo e espaço, a extensão universitária, em sua
indissociabilidade com o ensino e a pesquisa, poderá contribuir e participar
significativamente em processos de desenvolvimento regional e nacional, de
construção das políticas públicas, do sistema social, dos direitos humanos, da
democracia, da vida e da paz. Para Duarte (2004, p.2) a “extensão universitária é
uma forma de exercício do ensino e da pesquisa e não outra função da
Universidade”.

3 COMUNIDADE DO BREJARU

O “Programa de apoio sócio-educativo em meio aberto Brejaru”, vinculado a
associação “AÇÃO SOCIAL PAROQUIAL PONTE DO IMAROIM” criado em
fevereiro de 2000, tem por objetivo atender estas crianças em caráter sócioeducativo, oferecendo atividades de acompanhamento pedagógico, reforço
escolar, oficinas de arte e capoeira, como também alguns cursos de iniciação

�profissional tais como: introdução à informática, iniciação musical, pintura,
cerâmica, e outros.
A implantação da Biblioteca em 2002 resultou da iniciativa de professores e
bibliotecários da Faculdade Estácio de Sá de Santa Catarina e da coordenadora
do projeto na comunidade, que solicitou a implantação da referida biblioteca.
Contamos também com o trabalho voluntário de quatro estagiários do curso
de graduação em Biblioteconomia da Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC, como parte do programa de estagio curricular supervisionado
apresentado como Trabalho de Conclusão de Curso, ampliado como um projeto
de extensão universitária da universidade Estácio de Sá de Santa Catarina.
Foi neste sentido que a Ação Social do Meio Aberto Brejaru em conjunto
com a Faculdade Estácio de Sá de Santa Catarina, firmaram um convênio, como
objetivo principal de proporcionar às crianças da comunidade do Brejaru, o acesso
à informação, ao saber, a cultura e ao lazer.

4 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

Neste projeto foram desenvolvidas inúmeras atividades envolvendo desde a
aquisição de material e seu tratamento técnico até as atividades específicas
visando o incentivo da leitura e o apoio como reforço escolar.

4.1 CAMPANHA DE DOAÇÕES
Neste período foi realizado uma campanha de doação de livros e outros
materiais de interesse, mobilizando professores, funcionários e alunos da
Faculdade Estácio de Sá de Santa Catarina.

�Foram arrecadados em torno de 2000 livros, inúmeros GIBIS, fitas de vídeo,
fitas K-7 e uma infinidade de brinquedos tais como: quebra-cabeça, lego, jogos,
brinquedos educativos, fantoches e brinquedos em geral.

4.2 POLÍTICA DE SELEÇÃO

Sabe-se que em uma campanha de doações de livros, se por um lado
apresenta benefícios, permitindo a formação de um acervo bibliográfico sem
custos, por outro lado acarreta riscos de receber inúmeros materiais que não
poderão ser incorporados ao acervo devido às condições físicas do material,
assuntos sem interesse, ou ainda por razões de atualidade do material. Neste
etapa, o material foi selecionado a partir da definição de uma Política, estabelecida
pela equipe responsável pelo projeto, em conjunto com os estagiários do
programa.

4.3 GIBITECA

Recebemos uma grande quantidade de GIBIS e percebemos que este tipo
de material desperta um grande interesse por parte das crianças, o que justificou a
criação de setor denominado GIBITECA. As histórias em quadrinhos são
consideradas atraentes, pois os desenhos, tornam uma leitura mais amena e
descontraída.

�Figura 1 – Foto da Gibiteca

4.4 BRINQUEDOTECA
Foram arrecadados inúmeros brinquedos educativos, jogos e brinquedos
em geral o que levou a criação da Brinquedoteca. Disponibilizamos almofadas,
tapetes, mesas adequadas com o objetivo de criar um ambiente aconchegante,
um espaço alegre, colorido, diferente, e assim, proporcionar às crianças, um
espaço para brincar livremente, soltar sua imaginação, sem medo de ser punida
ou cobrada. Neste local a criança tem a oportunidade de experimentar e conhecer,
explorar e manipular objetos, vivendo assim experiências diferentes e que planeja
a forma para convidar a criança a brincar e a interagir com os brinquedos e o
grupo.
Além de contribuir no conhecimento, autonomia, e iniciativa da criança, a
brinquedoteca vem resgatar o direito à infância. Ajuda a fazer com que a criança

�desenvolva a criatividade tão ameaçada pela tecnologia educacional de massa. A
livre manipulação dos mais variados objetos e materiais dá a criança à
possibilidade de ir passando aos poucos, de uma fase de conhecimento motor e
sensorial à outra mais abstrata, além de começar a perceber relações, causas e
conseqüências. Ajuda a criança a desvincular o brinquedo do seu aspecto de
posse e consumo, despertando o sentido de responsabilidade e o respeito à
propriedade coletiva, preparando para a vida em sociedade.

Figura 2 – Foto da Brinquedoteca

5 TRATAMENTO TÉCNICO
Na implantação de uma biblioteca como esta, precisamos buscar sempre a
simplificação e a clareza, para deixar visível a todos os usuários como ela
funciona e como está organizada.

�5.1 REGISTRO
Após a seleção do material recebido por doação, procedeu-se o registro do
acervo em uma ficha. Nesta ficha foram anotados os dados tais como: número de
registro, autor, título, local, editora, edição, ano de publicação e número de
páginas.

5.2 CLASSIFICAÇÃO
Foi adotado o sistema de cores, onde cada classe e/ou assunto recebeu
uma cor específica. A cor correspondente foi colocada em forma de tarja acima da
etiqueta do número de chamada. Nas laterais e na parte frontal das estantes
foram colocadas placas sinalizadoras indicando cores/assuntos dos livros ali
organizados, tornando-se funcional e convidativa.

Figura 3 – Esquema de classificação do acervo utilizando cores

5.3 PREPARO PARA CIRCULAÇÃO
A preparação do material para empréstimo consistiu na colagem do bolso,
colocação do cartão da assinatura, a papeleta da devolução e confecção da
etiqueta de lombada, e o cartão de identificação de usuário.

�6 MÓVEIS
Foram arrecadados juntos às instituições públicas e privadas e pessoas
físicas, algumas mesas, estantes, cadeiras, enfim, o material necessário para
organizar o acervo.

7 CONSIDERAÇÕES FINAIS
O maior desafio de um trabalho social e promover a melhoria de qualidade
de vida dos beneficiados. Independente de sua abrangência, do volume de
recursos envolvidos e da forma como são conduzidas as iniciativas, percebemos
que um programa social é um processo permanente, de longo prazo, que não faz
diferença entre grandes, médias ou pequenas empresas.
Responsabilidade social não é exclusivamente do governo, também é da
sociedade, do empresário, e do cidadão em geral. E por que não das Bibliotecas e
dos Bibliotecários?
Nossa missão como Bibliotecários é facilitar aos indivíduos o acesso à
informação e possibilitar, desta forma o desejo de aprender e discutir, a formação
do conhecimento. Desta forma nossa missão como agentes de transformação
social é plenamente realizada.
Para nós bibliotecários por meio da implantação deste projeto, ficou
confirmada a importância do acesso à informação, ao saber, a cultura e ao lazer.
O benefício para as crianças e adolescentes que freqüentam este
programa, pode ser atribuído à facilidade de disporem de instrumentos que
auxiliam nas atividades escolares, na inicialização profissional e na sua inclusão
na sociedade, e principalmente, pela oportunidade de despertar e incentivar o
interesse pela Leitura, por meio dos livros, revistas e outras fontes de informação,
disponíveis naquele espaço.

�Além da implantação da Biblioteca, outras atividades estão sendo
planejadas para que aumente a atuação do projeto.

REFERÊNCIAS

CORRÊA Edison José. Extensão universitária, política institucional e inclusão
social. Disponível em: &lt;http:www.uniso.br/extensão/download/ArtigoExtens%E3o.doc.&gt; Acesso em 12 de julho de 2004.
DUARTE, Júlio César. Extensão Universitária: função própria ou filosofia de
ação da Universidade? Flash UCG, 11 jul. 2004. Disponível em:
&lt;http://www.ucg.br/flash/artigos/ExtensaoUniversitaria.htm&gt; Acesso em 11 de
julho de 2004.
MELO NETO, Francisco Paulo de;FROES, César. Responsabilidade social &amp;
cidadania empresarial: administração do terceiro setor. Rio de Janeiro:
Qualitymark,1999.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. SITE. http://www.mec.gov.br/Sesu/planonaex.shtm

∗

Bibliotecária. Faculdade Estácio de Sá – São José – Santa Catarina. e-mail: ivete@sc.estacio.br

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
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