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                  <text>LIDERANÇA :ALTERNATIVAS PARA BILBIOTECAS
Ligia Scrivano Paixão
Diretora do Sistema de Bibliotecas e Coordenadora do
Curso de Biblioteconomia
da Universidade Santa Úrsula
Rua Marques de Abrantes. 119 apto. 104 - Flamengo
Rio de Janeiro Brasil
22230-060
tel 0XX21-2552-0982
cel 21-9961-3342
LPAIXAO@BR.INTER.NET
lpaixao@usu.br

�RESUMO
Descreve a importância da liderança em sistemas de informação. Analisa as
características positivas de um líder face à nova realidade do mercado de
trabalho. Apresenta os pontos positivos a serem observados nessa nova postura
profissional.

1. HISTÓRICO

�Desde o início da sociedade, a biblioteca tem sido uma das responsáveis pela
organização da informação, tornando-se uma "acumuladora de conhecimento",
não necessariamente uma disseminadora. Com as novas tecnologias de apoio e
com a mudança de postura do bibliotecário, podemos verificar que houve avanço
nessa disseminação.
No caso da tecnologia, tivemos como principal
acontecimento o advento da Internet eliminando barreiras geográficas e de tempo,
tornando o mundo globalizado.
Apesar dessas facilidades, podemos dizer que na Internet ainda predomina o
caos informacional, pois, conforme Carvalho &amp; Kaniski (2000, p. 37), "é ilusório
defender que a aplicação das tecnologias da informação elimina a necessidade
da organização do conhecimento". Para que exista essa organização, deve-se
estabelecer parcerias entre instituições para que haja acesso à informação útil de
maneira rápida e eficiente.
Quanto à postura do bibliotecário, este já não é mais visto como simples
guardador de livros, mas sim como gerente e administrador, tanto de pessoas
como do conhecimento. Portanto, deve ser uma pessoa ágil e dinâmica, com uma
visão moderna de gestão e organização.
"Enfim, as bibliotecas saíram, ou devem sair, da postura de armazenadoras de
informação para assumir uma postura centrada no processo de comunicação, o
que significa abandonar a filosofia de posse e investir na filosofia de acesso. Esse
investimento envolve o compartilhamento de recursos informacionais, o trabalho
em rede, minimizando pontos deficitários e eliminando barreiras. Nesse sentido,
as tecnologias da informação representam a possibilidade mais concreta para
expandir a cooperação interinstitucional e com isso ampliar e diversificar os
pontos de acesso à informação" (Carvalho &amp; Kaniski, 2000, p. 37).
Para isso, é necessário que existam pessoas capacitadas para atender às
necessidades da instituição e dos clientes, o que deve considerar a questão da
gestão de pessoas, incluindo aí a liderança, o trabalho em equipe com pessoas
motivadas e a capacitação de recursos humanos.
2. GESTÃO DE PESSOAS
A busca constante por processo de gestão de pessoas faz parte da organização
que visa cada vez mais à satisfação de seus funcionários para que, motivados,
executem suas tarefas com eficácia.

Para Chiavenato (1994), existe uma grande diferença entre gerenciar pessoas e
gerenciar com pessoas. No primeiro caso, as pessoas são o objeto da gerência,
são guiadas e controladas para alcançar determinados objetivos. No segundo
caso, as mesmas são o sujeito ativo da gerência, são elas que guiam e controlam

�para atingir os objetivos da organização e os objetivos pessoais.
Gerenciar pessoas ou a gestão de pessoas é a preocupação de muitas
organizações para que seus objetivos sejam atingidos, de preferência com a
participação de um grupo eficaz e motivado liderado por um gestor que possa ter
os seguintes desafios estratégicos nesta atividade, segundo Fisher &amp;
Albuquerque (2001, p. 16):
• "atrair, capacitar e reter talentos;
• gerir competências;
• gerir conhecimento;
• formar novo perfil do profissional demandado pelo setor;
• gerir novas relações trabalhistas;
• manter motivação/clima organizacional;
• desenvolver uma cultura gerencial voltada para a excelência;
• RH reconhecido como contributivo para o negócio;
• RH reconhecido como estratégico;
• conciliar redução de custo e desempenho humano de qualidade;
• equilíbrio com qualidade de vida no trabalho;
• descentralizar gestão de RH".
2.1. COMPETÊNCIAS REQUERIDAS
È "uma capacidade específica de executar a ação em um nível de habilidade que
seja suficiente para alcançar o efeito desejado" (Rhinesmith, 1993, apud Vergara,
2000, p. 38).
Segundo Vergara (2000), mentalidade não é competência. A competência se
estabelece a partir de uma mentalidade transformada em comportamento, assim
como característica não é competência. Uma pessoa pode ser sensível para lidar
com diferenças individuais, mas não usar essa sensibilidade no trabalho em
equipe. Essa sensibilidade transforma-se em competência gerencial quando o
gestor a usa para conhecer a si e o que está ao seu redor, bem como para criar,
desenvolver e manter as equipes de trabalho direcionadas a atingir os mesmos
objetivos.
Para o processo de desenvolvimento de gestores, Rhinesmith1 (1993, apud
Vergara, 2000) propõe as seguintes competências:
• Mentalidade: o profissional deve ter uma constante adaptação ao novo,
verificando as dificuldades e tranformando-as em oportunidades. Estar aberto a si
próprio e a novas propostas do grupo, mudando a direção e conduta quando
necessário para melhor desempenho da instituição e do trabalho em equipe.

• Características pessoais:
Conhecimento: amplo e profundo dos aspectos técnicos para que possa
contribuir de maneira efetiva para o bom andamento do processo competitivo.

�Flexibilidade: habilidade necessária de lidar com mudanças rápidas permitindo
melhor liderança com os processos.
Sensibilidade: estar sensível às diferenças individuais apresentadas no grupo.
Para tanto, é necessário estar ligado ao processo – não só emocionalmente
equilibrado, mas também predisposto a receber outros pontos de vista,
questionando, quando necessário, suposições, valores e convicções.
Julgamento: estar apto a lidar com incertezas cada vez mais presentes nas
decisões gerenciais.
Reflexão: estar sempre predisposto a um aprendizado contínuo que lhe permitirá
refletir sobre os problemas apresentados no grupo ou na organização.
Para Rhinesmith (1993, apud Vergara, 2000, p. 38), as competências a seguir
completam as mencionadas anteriormente:
• gestão de competitividade: capacidade de colher informações em uma base
global e aplicá-las;
• gestão da complexidade: capacidade de lidar com vários interesses
concorrentes, contradições e conflitos;
• gestão de adaptabilidade: estar flexível e aberto para mudanças;
• gestão de equipes: capacidade de lidar com as diversas habilidades funcionais
em níveis diferenciados de experiência e diversas origens culturais;
• gestão da incerteza: capacidade de lidar com mudanças contínuas. Para evitar
que o gestor tenha uma sensação de impotência, é necessário que se prepare
para a mudança, e não contra ela;
• gestão do aprendizado: capacidade do conhecimento/aprendizado próprio,
bem como facilitar o conhecimento/aprendizado dos outros.
Para Katz2 (1974, apud Vergara, 2000, p. 39), existem três tipos de habilidades
nas empresas: as técnicas, as humanas e as conceituais, que variam à medida
que se encaminham entre os níveis supervisão, intermediária e alta direção.
Quando se passa do nível inferior para o superior, há aumento nas habilidades
conceituais, em detrimento das habilidades técnicas.
Com a contínua mudança e complexidade ocorridas nas organizações e a forma
como os gestores têm de atuar, ficam cada vez mais evidentes as diferenças entre
os momentos e os espaços em que as diversas competências se fazem
necessárias.

Vergara (2000, p. 97) registra as seguintes capacidades requeridas para o gestor:
• compartilhar visão, missão, objetivos, metas, estruturas, tecnologias e
estratégias;
• ter habilidade na busca de clarificação de problemas;
• ser criativo;
• fazer da informação sua ferramenta de trabalho;
• ter iniciativa, comprometimento, ousadia;

�• visualizar o sucesso;
• construir formas de auto-aprendizado;
• conhecer seus pontos fortes e os fracos;
• ouvir e ser ouvido;
• reconhecer que todo o mundo tem alguma coisa com que pode contribuir;
• viabilizar a comunicação;
• pensar globalmente e agir localmente;
• reconhecer o trabalho das pessoas;
• ter energia radiante;
• ser ético.
Nos casos dos sistemas de informação, a capacidade de "fazer da informação sua
ferramenta de trabalho" é o fator principal da existência desses sistemas, nos
quais as bibliotecas estão inseridas.
Todas as outras capacidades se encaixam com os sistemas de informação, por
ser muito abrangente a área de atuação nos diversos segmentos do mercado e da
sociedade.
O gestor de pessoas nos sistemas de informação tende a lidar com as atitudes
individuais e com as de grupo, fazendo com que todos desempenhem bem o seu
papel para atingir o objetivo final, que é a satisfação das necessidades
informacionais dos clientes.
3. LIDERANÇA
O gerente é a mola propulsora responsável pela sobrevivência e sucesso, ou não,
de uma organização.
A excelência empresarial está intimamente ligada à excelência gerencial. Para o
sucesso empresarial, as principais determinantes são visão, dedicação e
integridade do gerente, e as principais habilidades e ferramentas gerenciais se
resumem basicamente em liderança.
O indivíduo é único e ímpar e se destaca na equipe de trabalho por suas
diferenças; e, para desenvolver um bom trabalho em equipe, é necessário haver
uma liderança.
Segundo Chiavenato (1994, p. 137), liderança é "uma influência interpessoal
exercida em uma dada situação e dirigida através do processo de comunicação
humana, para consecução de um ou mais objetivos" e pode ser dividida em:
• liderança como influência: uma pessoa pode influenciar outra em função do
relacionamento existente entre elas;
• liderança que ocorre em determinada situação: ocorre em dada estrutura social
decorrente da atribuição de autoridade para a tomada de decisão;
• liderança dirigida pelo processo de comunicação humana, capacidade de induzir
o grupo a cumprir as obrigações atribuídas a cada um com zelo e correção;
• liderança visando à concepção de um ou de diversos objetivos específicos: o
líder como meio para atribuir seus objetivos ou necessidades.
Portanto, a liderança não deve ser confundida com direção ou gerência, que deve

�ser conduzida por um bom líder que nem sempre ocupa o papel de diretor ou
gerente dentro de uma organização. O líder deve estar presente em todos os
níveis hierárquicos e em todas as áreas de atuação.
3.1. ESTILOS DE LIDERANÇA
Segundo Belluzzo (2002), a liderança divide-se em autocrática, democrática e
liberal.
Em relação ao exposto, podemos dizer que o líder deve:
• focar nos objetivos a serem alcançados;
• orientar para a ação;
• ter confiança em si próprio e no grupo;
• ter habilidade para lidar e conviver com pessoas, fazer as coisas com e por meio
das pessoas;
• ser criativo e inovador;
• ser flexível, estar aberto a mudanças;
• tomar decisões (pensar e agir diante de uma situação);
• desenvolver altos padrões de desempenho e avaliação, buscando excelência,
eficiência, eficácia, produtividade e qualidade.
3.2. DESENVOLVIMENTO DE UM LÍDER
Os aspectos principais do desenvolvimento de um líder são:
Fortalecer o pensar para compreender os fenômenos do mundo
Fortalecer o sentir para julgar com certeza o que é justo
Fortalecer o querer para interferir com coragem na vida
É importante enfatizar que esses três pontos tem a ver com um caminho
consciente de auto-educação. do auto-desenvolvimento e da auto-condução
a partir da própria essência de cada um.

3.3. OBSTÁCULOS INTERNOS
Os nossos obstáculos internos são:
os nossos medos
a falta de coragem para se interiorizar
o apego (à idéias, conceitos e facilidades)
a dependência de outros, da tecnologia dentre outros.
3.4. OBSTÁCULOS EXTERNOS

�Os nossos obstáculos externos são:
A constante solicitação a que estamos submetidos no dia-a-dia
A pressão das circunstâncias
A pressão do tempo
Excesso de stress
Excesso de informações
4. O LÍDER COM A ALMA DA EQUIPE
O empreendedor vai além do gerenciamento e:
Focaliza as pessoas em primeiro lugar.
Desenha, implementa, acompanha e avalia planos.
Organiza, prevê, facilita, cria condições favoráveis e confortável para a sua
equipe.
Como administrador intervém apenas de maneira indireta no trabalho.
Atua como líder educacional e influencia comportamentos profissionais.
Está em contato permanente com o seu pessoal – apóia, incentiva e inspira
Estimula a criatividade, mas ao mesmo tempo estabelece padrões,
confronta, corrige, capacita
5. EQUIPES DE TRABALHO
Montar uma equipe de trabalho nem sempre é fácil. Elencamos a seguir os erros
mais comuns no trabalho de equipe (VAMOS tentar [...], 2002, p. 112):

• metas superdimensionadas;
• composição equivocada;
• liderança ditatorial;
• falta de motivação;
• reuniões improdutivas;
• subjetividade na avaliação;
• sensação de injustiça.
Para obter sucesso na formação de equipes, é necessário haver a ideologia como
fator de coesão e atração entre os indivíduos, pois, assim, os grupos se motivam
para atingir os mesmos ideais.
A percepção é outra fonte importante para a formação de uma equipe. Não basta
apenas a convivência física, é necessário que as pessoas estejam organizadas
para atingir os mesmos objetivos. A equipe é definida como tal se cada um de
seus membros se identifica como pertencente à mesma identidade social

�(Maximiano, 1986).
Em relação aos pontos importantes no trabalho em equipe, Vergara (2000, p. 166)
relaciona:
• "consciência do propósito;
• explicitação de balizamentos;
• comunicação aberta;
• feedback contínuo;
• compartilhamento de informações;
• negociação;
• humildade intelectual;
• comportamento ético".
Nas bibliotecas, ou sistemas de informação, cada setor e cada pessoa têm sua
tarefa para executar e funcionam como uma engrenagem onde nenhuma peça
pode falhar.
O trabalho em equipe terá bons resultados se todos tiverem a visão do sistema, e
não apenas do setor onde é desenvolvido determinado tipo de tarefa.
6. MOTIVAÇÃO
Segundo Maitland (2002, p. 7), motivação "é a força ou o impulso que leva os
indivíduos a agir de uma forma específica".
É necessário que o gestor de pessoas exerça o papel de motivador, fazendo com
que as tarefas sejam desempenhadas com eficiência, eficácia e prazer.
Hartman &amp; Horman (1990, apud Vergara, 2002, p. 66) mencionam os seguintes
elementos como sendo significativos no trabalho:

• "promoção da aprendizagem e do desenvolvimento social nas atividades da
sociedade;
• oportunidade de proporcionar às pessoas um papel social nas atividades da
sociedade;
• promoção, na pessoa, da sensação de estar contribuindo, de pertencer, de ser
apreciado, o que permite desenvolver sua auto-estima;
• oportunidade de produzir bens e serviços desejados pela sociedade;
• promoção e satisfação".
É importante ser um bom líder, e para isso é necessário saber exatamente aonde
se quer chegar, como chegar e quando chegar. Juntamente com uma liderança
bem exercida, o trabalho em equipe possui um papel importante na motivação.
Deve-se empregar diversas táticas de forma que todos trabalhem em conjunto,
buscando o êxito. Essas equipes são motivadas pelas pessoas que têm em volta

�de si, e deve-se considerar a satisfação dentro do trabalho avaliando os
funcionários e suas atribuições.
7. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Podemos fazer as seguintes considerações:
• para uma forte equipe de trabalho, é necessário um bom líder;
• para um bom trabalho em equipe, é necessário ter uma visão do sistema com
um todo;
• é necessário que existam condições ambientais e profissionais para a motivação
de pessoal.
Os sistemas de informação estão inseridos no contexto organizacional no qual o
gestor de pessoas deve estabelecer parâmetros para que o trabalho em equipe
seja desenvolvido de acordo com os desafios que estão presentes no dia-a-dia de
trabalho dos bibliotecários, profissionais tão fundamentais para este processo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BELLUZZO, R. C. B. Liderança &amp; formação e desenvolvimento de equipes. São
Paulo : USP, SIBi, 2002. Apostila.
CARVALHO, I. C. L.; KANISKI, A. L. A sociedade do conhecimento e o acesso à
informação: para que e para quem? Ciência da Informação, Brasília, v. 29, n. 3, p.
33-39, set./dez. 2000.
CHIAVENATO, I. Gerenciando pessoas. 2. ed. São Paulo : Makron Books, 1994.
MAITLAND, I. Como motivar pessoas. São Paulo : Nobel, 2002.
MAXIMIANO, A. C. A. Gerência de trabalho de equipe. São Paulo : Pioneira, 1986.
PAIXÂO, Ligi. Liderança : ambiência em bibliotecas. artigo publicado no site
www.libertas.org.br (abril 2005)
VERGARA, S. C. Gestão de pessoas. 2. ed. São Paulo : Atlas, 2000.
VAMOS tentar outra vez: mais um método para dar fôlego novo ao velho trabalho
em grupo. Veja, São Paulo, n. 1742, p. 112, mar. 2002.

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              <text>Descreve a importância da liderança em sistemas de informação. Analisa as características positivas de um líder face à nova realidade do mercado de trabalho. Apresenta os pontos positivos a serem observados nessa nova postura profissional.</text>
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