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                  <text>PROJETO MEMÓRIA INTELECTUAL DO BIBLIOTECÁRIO MINEIRO
Maria Elisa Americano do Sul Barcelos
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)  Faculdade de Direito
Associação dos Bibliotecários de Minas Gerais (ABMG)
Brasil
measbar@yahoo.com.br
bib@direito.ufmg.br
Resumo
Uma grande quantidade de trabalhos apresentados em eventos da área de
Biblioteconomia e Ciência da Informação, por Bibliotecários que atuam no
Estado de Minas Gerais, encontram-se dispersos, e muitas vezes perdidos.
Verificamos ao longo do tempo que, o Bibliotecário, acostumado a organizar a
memória de instituições e pessoas, até hoje, não se preocupou em organizar
sua memória intelectual. Baseado nesta questão surgiu a idéia de tentar
reunir em uma Biblioteca digital, estes escritos, tendo a Biblioteca
Universitária da UFMG como projeto piloto. Talvez, outros Estados resolvam
fazer o mesmo, e num futuro teremos a Memória Técnica dos Bibliotecários
Brasileiros.

�1 INTRODUÇÃO

Os Bibliotecários estão acostumados a organizar e disseminar a memória
intelectual de pessoas, atividades, e entidades, reunindo as obras de um
determinado escritor, pesquisador ou de uma instituição, mas nunca se
preocuparam em reunir os trabalhos escritos por eles e apresentados em
congressos, seminários, workshops, encontros, jornadas, etc.

Há muitos anos que o Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação (CBBD) e o Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias
(SNBU), para citar somente os dois maiores eventos da nossa profissão, fora
outros mais novos, mas com grande aceitação, acontecem. Neles os
Bibliotecários apresentam seus trabalhos, e nem sempre eles são publicados
nos anais, acabando por se perderem no tempo. Os eventos locais ou
regionais, na maioria das vezes, não confeccionavam seus anais, por falta de
patrocínio.

Assim, verificamos que os trabalhos estão se perdendo no tempo, e com isso,
a memória do profissional Bibliotecário também acaba por se perder.

Pensando nisso, surgiu o projeto para recuperar todos os trabalhos
apresentados nestes eventos, e montar uma Biblioteca digital de trabalhos de
Bibliotecários que atuam no Estado de Minas Gerais.

Como a UFMG é a instituição com maior número de Bibliotecários no Estado,
tendo grupos de estudos que geram vários documentos, além de promover
seminários internos e externos, a proposta é que este projeto seja iniciado
com a memória intelectual desta instituição, que servirá de modelo para o
projeto mais amplo, que é a Memória Intelectual do Bibliotecário Mineiro.
Este projeto pode servir de modelo para que outras Bibliotecas Universitárias
façam o mesmo, fornecendo um panorama da atuação deste segmento
profissional.

�A opção por elaborarmos a Biblioteca digital com a memória do Bibliotecário
que atua no Estado de Minas Gerais, contendo trabalhos apresentados em
Congressos, Seminários, Encontros e outros eventos similares, deixando de
lado teses e dissertações, foi devida ao fato de já existir uma Biblioteca Digital
para este tipo de material. Ficam de fora as monografias e projetos
apresentados em cursos de especialização, que poderão ser incluídas em
uma outra etapa, pois grande parte deles acabam virando trabalhos, que são
apresentados nos eventos da área.

Para que esse projeto siga em frente, é indispensável contar com a
colaboração das Bibliotecas Universitárias, Cursos de Biblioteconomia,
Bibliotecas Públicas e Órgãos de Classe (Associação, Conselho e Sindicato).

2 OBJETIVO GERAL

Organizar a Memória Intelectual dos Bibliotecários que atuam ou atuaram no
Estado de Minas Gerais.

3 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

•

Montar uma Biblioteca digital de trabalhos de Bibliotecários que atuam
ou atuaram no Estado de Minas Gerais.

•

Recuperar o máximo possível de trabalhos dos Bibliotecários que
atuam ou atuaram no Estado de Minas Gerais;

•

Organizar a informação conseguida;

•

Catalogar

e

indexar

as

obras,

de

acordo

com

as

regras

biblioteconômicas;
•

Criar ferramentas de busca, para recuperação da informação contida
na Biblioteca Digital.

�4 JUSTIFICATIVA

Este é um projeto inovador, já que não temos notícias que esta iniciativa já
tenha sido tomada em algum outro lugar no Brasil. O que vemos são
Bibliotecários que atuam na profissão, e que foram reunindo ao longo tempo,
documentos diversos em formatos diversos, que viram uma Biblioteca, mas
sem a preocupação de organizar a memória intelectual do Bibliotecário.
Enfatizamos que estas Bibliotecas, normalmente, são excelentes fontes de
pesquisa, inclusive históricas, mas elas não constituem a memória técnica do
Bibliotecário.

Sabemos da existência de trabalhos que acabam se perdendo, pois
emprestamos para alguém, que empresta para um terceiro, e no final, já não
conseguimos mais localiza-los, e com isso acabamos perdendo também um
pouco da nossa história, que precisa ser resgatada.

Por vezes nos vemos a volta com algum assunto, onde necessitamos traçar a
evolução do mesmo, e a dificuldade em conseguir anais de Congressos mais
antigos é bem grande.

Este projeto poderá ser o início de outro ainda maior. Apoiado pelas
Associações, Conselhos e Sindicatos dos Bibliotecários, outros Estados
poderiam fazer o mesmo, e assim teríamos a Memória Intelectual dos
Bibliotecários brasileiros.

5 ESTRATÉGIAS DE AÇÃO

•

Fazer um levantamento junto aos Bibliotecários da UFMG (incluindo os
que já se aposentaram e os que pediram demissão do cargo), de todos
os trabalhos escritos por eles;

•

Enviar e-mail, principalmente através das listas de discussões, ao
maior número possível de Bibliotecários, para que estes nos enviem ou
o trabalho na íntegra, ou uma referência de onde ele foi publicado;

�•

Divulgar o projeto nos locais onde há maior número de Bibliotecários
trabalhando;

•

Digitar ou digitalizar os trabalhos que não se encontram em meio
eletrônico;

•

Organizar os trabalhos por época, por instituição e pelo evento no qual
eles foram apresentados.

•

Os

trabalhos

deverão

ser

enviados

para

o

e-mail

measbar@yahoo.com.br ou abmg@abmg.org.br , bib@direito.ufmg.br
ou ainda para o endereço da ABMG (Rua Guajajaras 410, sala 608.
Cento  Belo Horizonte, MG Cep 30.180-100)

5.1 Biblioteca Digital, Virtual e Eletrônica

Existe na literatura, referência a quatro tipos de Bibliotecas cuja definição se
assemelham muito: a polimídia, a eletrônica, a digital e a virtual, sendo que os
dois últimos termos são os mais utilizados. Alguns autores não fazem
distinção entre estes, e para outros a diferença é sutil.

A Biblioteca Virtual está mais relacionada com os meios de acesso, que
devem utilizar a tecnologia da internet, para processar e disponibilizar os
recursos informacionais, e ela só existe em meio virtual.

A Biblioteca Digital é aquela que só existe nos diversos meios digitais. Todo
documento impresso deve ser digitalizado para fazer parte desta Biblioteca.
Segundo York,
As bibliotecas digitais são organizações que fornecem os recursos,
incluindo

pessoal especializado

oferecer acesso

para

selecionar,

estruturar,

intelectual, traduzir, distribuir, preservar a

integridade, e garantir a permanência das coleções digitais, de tal
forma que elas estejam disponíveis para uma ou várias
comunidades.

�A Biblioteca Eletrônica, termo menos utilizado, mas que mais se adequa ao
nosso objetivo, implica na utilização das ferramentas dos computadores, para
disponibilizar não só o texto integral, mas também índices de buscas. Essa
Biblioteca pode existir paralelamente a Biblioteca tradicional, ou seja, seu
acervo, mesmo estando em meio eletrônico, pode continuar existindo também
em papel. Sua principal diferença da Biblioteca digital, é que ela disponibiliza
em meios eletrônicos, não só o conteúdo do acervo, mas também os
catálogos e serviços prestados pela Biblioteca.

A Biblioteca Polimídia, segundo Marchiori (1977) seriam instituições que
armazenam informação utilizando uma extensa e variada gama de mídias.

Verificamos que o termo Biblioteca Digital vem sendo constantemente usado
para bibliotecas com características de Biblioteca Eletrônica, já que a grande
maioria das chamadas Biblioteca Digital possuem ferramentas de busca,
características da Biblioteca Eletrônica, e que isto vem se tornando uma
tendência na literatura da área, motivo pelo qual, resolvemos denominar a
Biblioteca a ser criada, de Biblioteca Digital.

5.2 Criação da Biblioteca Digital

O primeiro passo seria a criação de uma Biblioteca Digital. Para isso é
necessário o apoio de uma instituição, que seria encarregada de coletar,
armazenar, organizar e divulgar estes trabalhos. Inicialmente, isto seria feito
pela BU/UFMG, e posteriormente, pela ABMG, que através de sua Diretoria,
tentará conseguir patrocínios para a implantação deste projeto, sendo
também encarregada de selecionar as empresas e pessoal que irão dar vida
à Memória Intelectual do Bibliotecário Mineiro.

Entre os softwares existentes, temos o Greenstone, que pode ser utilizado por
computadores que utilizam os sistemas operacionais Linux, Mac OS, ou
Windows, possui ferramentas de busca e é gratuito, podendo ser encontrado
no seguinte endereço: http://www.greenstone.org/cgi-bin/library.

�O público alvo desta Biblioteca seria os Bibliotecários e pessoas interessadas
no tipo de informação nela contida.

Deverá ser confeccionado um índice de assunto dos documentos nela
contidos, para facilitar a busca e recuperação da informação nela contida.

A escolha deste formato para colecionar os trabalhos, apesar de um custo
inicial mais elevado, no final nos permite economizar com espaço destinado a
consulta dos mesmos e com pessoal para atendimento ao usuário. Além
desta economia, a Biblioteca Digital tem a vantagem de democratizar a
informação e torná-la acessível a uma quantidade maior de pessoas.

Através da Biblioteca Digital, estaremos cumprindo nosso papel de preservar
a memória intelectual do Bibliotecário, e ao mesmo tempo estaremos
garantindo aos interessados, o acesso a informação, independentemente de
onde ele esteja.

5.3 Divulgação

A divulgação é essencial para a efetivação deste projeto, pois é indispensável
que a grande maioria dos Bibliotecários tome conhecimento do mesmo, para
enviarem os trabalhos que possuem.

Essa divulgação deverá ser feita em eventos da área; através de e-mail; com
chamadas no Boletim e no site do CRB-6; no site e comunicados da ABMG e
do Sindicato de Bibliotecários de Minas Gerais; em conversas com outros
Bibliotecários; com chamadas nas correspondências enviadas pelos Órgãos
de Classe; em comunicados emitidos pelas Escolas de Biblioteconomia
localizadas no Estado, pelas Diretorias das Bibliotecas Universitárias e
Bibliotecas Públicas localizadas em Minas Gerais, etc.

�Poderemos solicitar aos órgãos de Classe de outros Estados, que nos auxilie
nesta divulgação, para podermos abranger também os Bibliotecários que
apresentaram trabalhos enquanto trabalhavam em Minas Gerais, e que hoje
residem em outros locais.

5.4 Fase de pesquisa

Esta fase consiste em conseguir anais dos congressos e outras publicações,
para procurar neles os trabalhos publicados pelos Bibliotecários que atuam na
UFMG, e posteriormente, no Estado de Minas Gerais.

Neste momento, também procuraremos saber o nome dos Bibliotecários,
título dos trabalhos e em qual evento eles foram apresentados.

É interessante fazer um levantamento junto à Associação de Bibliotecários de
Minas Gerais (ABMG), Conselho Regional de Biblioteconomia  6a. Região
(CRB-6) e Biblioteca Universitária da Universidade Federal De Minas Gerais
(BU/UFMG), de todos os eventos realizados por estas Instituições, afim de se
obter mais dados para saber quais os trabalhos foram apresentados e quem
os apresentou.

5.5 Alimentação da Biblioteca Digital

É nesta etapa que a visualização do projeto se inicia. À medida que vamos
conseguindo os trabalhos, temos que inseri-los dentro do formato eletrônico
escolhido, e vários destes, que foram escritos e apresentados antes da
popularização do computador, deverão ser digitados ou digitalizados, para
podermos incluí-los na Biblioteca Digital.

È provável que encontremos também trabalhos que, apesar de se
encontrarem em meios eletrônicos, estão em formatos não compatíveis com
os atuais equipamentos, e, dependendo da quantidade em que forem

�encontrados, será necessário a contratação de empresa especializada na
conversão destes documentos.

5.6 Organização dos trabalhos

Esta organização se dará por ano de apresentação, dentro de cada ano elas
estarão ordenadas pela instituição a qual o autor pertencia na época de sua
apresentação, e finalmente, pelo evento em que foi apresentada. Assim, será
possível visualizar ao mesmo tempo, os eventos onde houve maior
participação de Bibliotecários atuantes em nosso Estado, e as Instituições que
mais produziram.

O assunto será recuperado através do índice, a ser elaborado por uma equipe
de bibliotecários, que deverá escolher a ferramenta mais adequada a este tipo
de trabalho (Thesauro, lista de cabeçalho de assuntos, etc.).

5.7 Centralização dos Trabalhos

Para facilitar ao máximo a aquisição destes trabalhos, eles poderão ser
reunidos nas instituições onde houver maior concentração de autores, ou
enviados individualmente para a sede da ABMG, que centralizará todos os
trabalhos, e se encarregará de entregá-los à empresa contratada.

6 PREVISÃO DE DURAÇÃO DO PROJETO

Inicialmente, pensamos em 2 anos, para conseguirmos montar a Biblioteca
Digital, mas este projeto deve ter continuidade, para que novos trabalhos que
forem apresentados, e outros trabalhos que forem encontrados, possam
continuar a alimentar essa base, ampliando seu conteúdo, e proporcionando
uma vasta bibliografia aos interessados em escrever novos trabalhos.

�7 CRONOGRAMA

Mês/ atividade
Divulgação do projeto
Procura dos trabalhos
Escolha do software
Catalog. e indexação dos trabalhos
Entrada de dados
Digitação de trabalhos
Digitalização dos trabalhos
Manutenção

2.
1.mês Mês
x
x
x
x
x
x
x

4o.
3o. mês mês
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x

5.mês em
diante
x
x
x
x
x
x

8 ORÇAMENTO
•

Salários dos Bibliotecários

•

Salários dos auxiliares

•

Encargos sociais do pessoal contratado

•

Aquisição de material de consumo (lápis, caneta, borracha, papel, tinta
para impressora)

•

Aquisição de equipamento

•

Aquisição de software

9 RECURSOS HUMANOS

•

Bibliotecários para organizar o material

•

Programadores

•

Digitadores

•

Auxiliares

10 RECURSOS MATEIRAIS

•

Matérial de escritório (papel, caneta, lápis, borracha, etc.)

•

Computador

�•

Impressora

•

Scaner

•

Fax

•

Estantes

11 CONCLUSÃO

É necessário que todos os Bibliotecários se disponham a colaborar com este
projeto, pois dependemos desta colaboração, para conseguirmos cópias dos
trabalhos que possuem, mesmo que escrito por outro Bibliotecário.

Os Bibliotecários terão neste projeto, a chance de mostrar a sua Instituição e
aos seus pares, toda a produção feita por eles e até montar também, a
Memória Intelectual dos Bibliotecários da Instituição.

Tendo em vista que, para serem aprovados para apresentação nos eventos,
os trabalhos passam antes por uma seleção, será possível mostrar sua
competência profissional, e utilizá-la como ferramenta de negociação para
futuros acordos que beneficiem a Biblioteca e/ou ao Bibliotecário.

Com a Memória Intelectual do Bibliotecário Mineiro, será possível saber os
Bibliotecários que desenvolvem projetos e quem está trabalhando em uma
determinada linha de pesquisa, facilitando o intercâmbio entre nossos
profissionais.

Com este projeto, vai ser possível resgatar grande parte dos trabalhos
intelectuais dos Bibliotecários que atuam ou atuaram em nosso Estado, e
principalmente, o mesmo tendo continuidade, evitaremos que no futuro outros
trabalhos se percam.

Acima de tudo, a Biblioteca Digital irá disponibilizar a informação para um
número bem maior de pessoas, que necessitarão apenas de um computador
conectado a internet, para acessar o trabalho desejado, gerando uma

�economia de tempo e dinheiro, já que não será necessário o deslocamento
até um determinado local para ter acesso ao documento na íntegra.

12 REFERÊNCIAS

BAX, Marcelo. A hora e a vez das bibliotecas digitais. Boletim informativo da
UFMG. Belo Horizonte, ano 27, n.1323. p.2

GREENSTONE digital library software. Disponível em:
&lt;http://www.greenstone.org/cgi-bin/library&gt;. Acesso em 22 de
março de 2006.

MARCHIORI, Patrícia Zeni. Ciberteca ou Biblioteca virtual : uma perspectiva
de recursos de informação. Ciência da Informação, Brasília, v.26, n.2, p. 115124, mai/ago. 1977.

OHIRA, Maria de Lourdes Blatt, PRADO, Noêmia Schoffen.
BIBLIOTECAS virtuais e digitais: análise de artigos de periódicos
brasileiros. Ciência da Informação. Brasília, v. 31, n. 1, p.61-74,
jan./abr., 2002.

YORK, Victoria. A biblioteca digital : recursos e projetos. Disponível em:
&lt;http://www.cgi.br/gt/gtbv/yorkatibict/sld001&gt;. Acesso em 22 de março de
2006.

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              <text>Uma grande quantidade de trabalhos apresentados em eventos da área de Biblioteconomia e Ciência da Informação, por Bibliotecários que atuam no Estado de Minas Gerais, encontram-se dispersos, e muitas vezes perdidos. Verificamos ao longo do tempo que, o Bibliotecário, acostumado a organizar a memória de instituições e pessoas, até hoje, não se preocupou em organizar sua memória intelectual. Baseado nesta questão surgiu a idéia de tentar reunir em uma Biblioteca digital, estes escritos, tendo a Biblioteca Universitária da UFMG como projeto piloto. Talvez, outros Estados resolvam fazer o mesmo, e num futuro teremos a Memória Técnica dos Bibliotecários Brasileiros.</text>
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