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                  <text>O AUTO-ARQUIVAMENTO EM BIBLIOTECAS DIGITAIS DE TESES E
DISSERTAÇÕES

SANDRA MANZANO DE ALMEIDA

smanzano@marilia.unesp.br

Endereço:
Unesp- Coordenadoria Geral de Bibliotecas
Av. Vicente Ferreira, 1278
Bairro Cascata
17515-901 Marília – SP
Brasil

�Resumo
As universidades, além de produzir o conhecimento, fomentar o ensino e a pesquisa,
devem possibilitar meios eficazes para que as comunidades acadêmicas possam
disponibilizar sua produção científica. As Bibliotecas Digitais vêm beneficiar os
pesquisadores, bibliotecários e outros usuários, no armazenamento, recuperação e
acesso à informação eletrônica, proporcionando versatilidade e comodidade ao usuário na
recuperação da informação em tempo real, sem condicionamento a um ambiente físico. O
auto-arquivamento tem sido uma nova opção para submissão da produção científica nas
bases de dados das bibliotecas digitais de teses e dissertações com conteúdo em texto
completo.
Palavras-chave: Bibliotecas digitais de teses e dissertações; auto-arquivamento

INTRODUÇÃO

Os avanços tecnológicos da informação e comunicação trouxeram inúmeras
mudanças no processo de disseminação da produção científica os quais
facilitaram a introdução e disponibilização de conteúdos informacionais em
formato digital, como teses e dissertações produzidas nas universidades
brasileiras.

A crescente produção científica, no meio acadêmico, o número de alunos
existentes e ingressantes nos curso de pós-graduação, a importância que as
universidades desempenham no cenário nacional e internacional contribuem para
que as Bibliotecas Digitais venham assumir a responsabilidade em difundir e
disseminar essa produção, em consonância com as modernas tecnologias de
transferência do conhecimento.

Os produtores do conhecimento científico são os agentes fornecedores do
material que deverá ser disponibilizado digitalmente pelas bibliotecas digitais de
teses e dissertações. O auto-arquivamento tem sido uma nova opção para
submissão da produção científica nas bases de dados das bibliotecas digitais de
teses e dissertações.

�Esse artigo aborda a utilização do auto-arquivamento como forma de submissão
da produção científica nas bibliotecas digitais de teses e dissertações da USP e
UFSCar, e dar uma visão do funcionamento das bibliotecas digitais de teses e
dissertações da Unicamp e Unesp que adotaram a tecnologia do software livre e
arquivos abertos Nou-Rau.

REFERENCIAL TEÓRICO

As Bibliotecas Digitais vem beneficiar os pesquisadores, bibliotecários e outros
usuários em relação ao armazenamento, recuperação e acesso à informação
eletrônica, a qual deve estar disponível em tempo real, e independente da
localização dos interessados que procuram cada vez mais o acesso on-line ás
fontes de informação.

As competências que se exigem de um autor/pesquisador para manusear,
acessar, lidar com as informações contidas em documentos digitais/eletrônicos,
são diferentes das que se exigiam em uma era de informação tradicional.

À medida que se intensificam essas mudanças, aumentam as responsabilidades
das universidades que coordenam as bibliotecas digitais de teses e dissertações,
na formação contínua da comunidade acadêmica, para que se familiarizem com o
ambiente eletrônico/digital e com o processo de auto-arquivamento.

Diante das novas tecnologias, algumas normas e padrões devem ser adotados
para que as Bibliotecas digitais tenham bom funcionamento, e possam integrar
com bases de dados de outras bibliotecas digitais de teses e dissertações de
maior alcance, de âmbito nacional e internacional.

De acordo com Vicentini (2004) a integração e interoperabilidade entre os
recursos de informação em ciência e tecnologia envolvem um aporte intenso em
termos de tecnologias de informação e comunicação, protocolos e padronização.

�Não é o software em si que define a possibilidade de interoperabilidade entre os
OPACs, mas a utilização de padrões internacionais de catalogação (MARC 21 e
Dublin Core) e de protocolos de transferências de dados (Z39-50 e OAI-PMH).
(UMPIERRE et al., 2005)

Segundo Triska; Café (2001), o auto-arquivamento refere-se ao direito de o
próprio autor enviar o seu texto para publicação sem intermédio de terceiros.
Interoperabilidade é a capacidade de um sistema de se comunicar com outro
sistema. Para um sistema ser considerado interoperacionalizado é muito
importante que ele trabalhe com padrões abertos. Seja um sistema de portal, hoje
em dia se caminha cada vez mais para a criação de padrões para sistemas.

A interoperabilidade envolve alguns aspectos tais como:
O conjunto mínimo de metadados, tipo de arquitetura subjacente do
sistema, abertura para a criação de serviços de bibliotecas digitais de
terceiros, integração com o mecanismo de comunicação já existente no
meio científico, possibilidade de uso em contextos interdisciplinares e
contribuição para criação de um sistema de medida de uso e de citação.
(TRISKA; CAFÉ, 2001)

A falta de padrões para disponibilização e pesquisa de informações científicas na
Internet, levou à criação do Open Archives Initiative - OAI (Iniciativa dos Arquivos
Abertos) e ao desenvolvimento de um protocolo com o intuito de oferecer
simplicidade e eficiência na tarefa de unificar as consultas a bases de dados
científicas/acadêmicas.

Anteriormente a OAI, o usuário/autor escrevia seus documentos (artigos, teses,
etc), enviava-os para uma revisão e aguardava a sua publicação. Após a
publicação, para acessá-lo era necessário dirigir-se à biblioteca e localizá-lo. Com
a nova tecnologia proporcionada pela OAI, o próprio autor pode imediatamente,
depositar o arquivo em uma base de dados e o documento torna-se disponível
quase imediatamente para consulta pela comunidade.

�Os autores quer como produtores, quer como consumidores de informação são os
mais interessados e beneficiados da tecnologia do auto-arquivamento, um hábito
difícil de ser interiorizado por muitos pesquisadores. (RODRIGUES, 2004)

O Instituto Brasileiro de Ciência e Tecnologia - IBICT com objeto de oferecer
alternativas de implantação de BDTD as Universidades e Institutos de Ensino vem
acompanhar a criação de serviços dessa natureza junto à comunidade científica
brasileira

promovendo

a

disponibilização

de

tecnologia

voltada

à

interoperabilidade e a coleta automática de dados, estimulando dessa forma o
registro das teses e dissertações em meio eletrônico.

Biblioteca Digital da Universidade de São Paulo

A Universidade de São Paulo (USP) implantou em junho de 2001 a sua Biblioteca
Digital de Teses e Dissertações, com o objetivo de facilitar o acesso à sua
produção intelectual.

A Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP

encontra-se armazenada no Portal do Conhecimento da USP, desenvolvido para
abrigar diversas bibliotecas digitais da Universidade.

De acordo com Vicentini (2004) participou do projeto piloto 10 programas de pósgraduação, com características distintas a fim de se avaliar os pontos de
dificuldades para as diferentes áreas do conhecimento. Foi dado um treinamento
aos funcionários das bibliotecas, seções de pós-graduação e dos centros de
informática envolvidos no projeto, e somente, após o treinamento passaram a
inserir as teses no sistema, testando os procedimentos definidos.
Segundo Masiero et al. (2001), a submissão é feita pelos alunos no site de
trabalho. Nesse site, os alunos encontram instruções para submeterem as teses /
dissertações e são guiados pelo sistema durante o processo de submissão.

�Quando o aluno submete a tese à Biblioteca Digital os metadados referentes à
banca examinadora, data da defesa, orientador e título são replicados dos
sistemas institucionais para o site de trabalho. O aluno complementa informações
tais como o resumo e o abstract. Quando a versão impressa e a versão digital
estão disponíveis, a biblioteca da Unidade completa com o número de tombo e
classificação. A Biblioteca Digital gera então um registro bibliográfico no padrão
MARC, que é automaticamente inserido no DEDALUS.

Nesse momento as teses/dissertações ainda não estão disponibilizadas no site, de
acordo com Masiero et al. (2001), é necessário que os funcionários da pósgraduação gerem senhas para os alunos, insiram e confiram os dados. Os
bibliotecários inserem e conferem os dados bibliográficos, conferem os arquivos
submetidos e liberam a tese para consulta em http://www.teses.usp.br, se não
houver restrição do autor. O sistema gera automaticamente mensagens para os
autores e orientadores dizendo que o trabalho foi submetido ou que foi liberado
para consulta.

Vicentini (2004) destaca que a parte principal do processo da Biblioteca Digital da
USP está centrada no aluno/autor, responsável pela redação da tese/dissertação,
geração do documento digital e sua conversão para o formato PDF e permissão
através da autorização de cópias e submissão à Biblioteca Digital. As bibliotecas
cabem o trabalho de conferência do documento digital, e a pós-graduação, a
geração de senhas para a submissão e a conferência de dados da versão digital.

Desenvolver mecanismos de publicação eletrônica e digital para a comunidade
acadêmica brasileira, aumentando sua visibilidade, torna-se uma questão
essencial para o desenvolvimento e maturidade da pesquisa científica brasileira,
além de que o conhecimento disponibilizado em rede democratiza o acesso à
informação e ao conhecimento.

�Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFSCar

A Universidade Federal de São Carlos iniciou sua Biblioteca Digital de Teses e
Dissertações em agosto de 2004. Segundo Castro et al. (2005) a BDTD-UFSCar,
teve o cuidado de integrar a sua base de dados com bibliotecas digitais de maior
alcance, BDTD/IBICT e, NDLTD - Networked Digital Library of Theses and
Dissertations.

Para que a integração fosse possível, a base de dados da BDTD-UFSCar teve
que ser modelada segundo os padrões, nesse caso, o metadados escolhido foi
“Padrão Brasileiro de Metadados de Teses e Dissertações (mtd-br)”. (CASTR0 et
al., 2005).

A BDTD-UFSCar passou por duas experiências no processo de implantação de
sua BDTD, em relação ao arquivamento das teses e dissertações. No primeiro
momento, o processo envolvia o secretário de pós-graduação, o aluno e o
bibliotecário, e o segundo, somente o bibliotecário e o aluno. Este último tem a
vantagem de ser muito mais rápido e enxuto.

No primeiro processo, o secretário de pós-graduação, insere no sistema alguns
dados sobre a dissertação / tese a ser depositada, criando uma conta para que o
autor possa acessar o sistema. O autor recebe um aviso via e-mail sobre sua
conta e acessa o sistema para conferir os dados inseridos pelo secretário de pósgraduação e para complementar os dados que faltam sobre a tese ou dissertação.
O autor completa sua parte e reenvia sua tese via sistema para o secretário de
pós-graduação. O secretário, por sua vez, confere os dados inseridos pelo aluno e
encaminha a tese ou dissertação para o bibliotecário responsável. O bibliotecário
confere os dados novamente e finaliza o depósito da tese ou dissertação.

Afirma Castro (2005) que a grande vantagem nesse processo é a confiabilidade
dos dados depositados, pois estes passam por sucessivos processos de

�conferência por pessoas diferentes. O problema detectado foi em relação a
funcionários, devido a constantes aposentadorias e não reposição desses cargos
houve um acúmulo natural de trabalho sobre os funcionários que restaram. Além
disso, alguns alunos demoravam em completar sua parte, o que obrigava o
secretário a ter que verificar com o aluno qual era o motivo do atraso.

Todos esses problemas levaram o processo a ficar muito lento. Surgindo, um
outro processo, o atual, envolvendo biblioteca e aluno. O aluno vem retirar a ficha
catalográfica na Biblioteca Comunitária da UFSCar para anexar à sua tese ou
dissertação, o bibliotecário e o aluno, preenche todos os dados do sistema e já
finaliza o processo de submissão na BDTD. (CASTRO et al., 2005)

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da Unicamp

A Biblioteca Digital da UNICAMP começou a ser delineada em meados de 2001. A
Universidade já contava com Projetos isolados, resultado de esforços das
Bibliotecas do Instituto de Física, Instituto de Química e da Faculdade de
Educação, que já estavam dispondo suas teses e dissertações em texto completo
na Internet. A partir dessas iniciativas a Biblioteca Central, decidiu reunir toda a
produção acadêmica em texto completo, criando a Biblioteca Digital da Unicamp.

A adoção da tecnologia do software livre e arquivos abertos, acompanhando a
tendência da comunidade cientifica, na criação de bibliotecas digitais ou
repositórios institucionais que sejam acessíveis a qualquer pessoa, através de
mecanismos de divulgação que sejam dinâmicos e que tenham flexibilidade, baixo
custo, devem ser ações estratégicas na implementação de Bibliotecas Digitais.
Segundo Vicentini et al. (2005):
O Nou-Rau foi planejado para possibilitar a criação de repositórios
digitais, para acesso através da Internet, com o objetivo de
armazenamento e obtenção de documentos, provendo acesso controlado
e mecanismos para busca. O sistema recebe documentos digitais em
diversos formatos, converte-os para texto e, em seguida, indexa-os com
o software htdig, que é também usado para fazer consulta à base de
dados. O htdig, quando consultado, retorna para uma página onde os

�documentos são analisados em relação à sua relevância quanto às
palavras-chave fornecidas.

Para o cadastramento de um documento no sistema Nou-Rau, é necessário
fornecer informações que serão utilizadas para gerar um índice do sistema, como
nome do autor, palavras-chave, descrição do documento. O índice criado pelo
htdig é composto por esta página de informações e do texto completo do
documento digital. (VICENTINI et al, 2005)

A UNICAMP em uma parceria com a UNESP, através da CGB – Coordenadoria
Geral de Bibliotecas, que também utiliza o NOU-RAU para o gerenciamento da
Biblioteca Digital C@thedra, a partir da instalação e inicio da publicação das teses
e

outros

documentos,

a

equipe

responsável

iniciou

um

trabalho

de

desenvolvimento de um serviço de DSI – Disseminação Seletiva da Informação
automático, que estará sendo agregado ao NOU-RAU, estabelecendo maior
interatividade com os usuários e comunidade científica.

A política adotada para a submissão das teses/dissertações na Biblioteca Digital
da a Unicamp, foi definida como sendo de responsabilidade da Universidade, ou
seja, a Biblioteca Central é quem faz a inserção das teses/dissertações na base
da biblioteca digital. No entanto, afirma Vicentini (2004) pretende-se, a partir do
momento em que a Biblioteca Digital esteja consolidada, a descentralização da
etapa de submissão dos documentos para os autores.

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da Unesp
A criação do Portal da Biblioteca Digital da Unesp vem para solidificar e reunir o
vasto conteúdo das 30 bibliotecas depositárias da produção científica da Unesp
em um único Portal (FUJITA et al., 2004).
O projeto da Biblioteca Digital da Unesp foi dividido em duas fases: na primeira
fase, estão sendo disponibilizadas as teses e dissertações que foram defendidas a
partir de 2001, e que estão em arquivo eletrônico; na segunda fase serão

�disponibilizadas, de forma gradativa, as teses e dissertações impressas
defendidas até o ano de 2000.

A Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da Unesp, denominada C@thedra
teve seu início em maio de 2003, reúne a produção científica da Universidade,
possibilitando e facilitando o acesso ao texto completo deste material, de forma
gratuita, disponibilizando on-line as teses produzidas pela Unesp, utilizando o
software livre Nou-Rau desenvolvido pelo Instituto Vale do Futuro em parceria com
o Centro de Computação da Unicamp.

A Coordenadoria Geral de Bibliotecas da Unesp - CGB é responsável pela
disponibilização,

com

acesso

UNESP(http://www.biblioteca.unesp.br),

no

Portal

de

Bibliotecas

da

ou por meio do Banco de Dados

Bibliográficos ATHENA, que serve como ferramenta de busca.

Segundo Bastos (2005):
A organização da interface da BDTD da Unesp é feita por tópicos e
subtópicos que representam um assunto específico e agrupam
documentos relacionados. Os tópicos foram estruturados seguindo a
tabela das Áreas de Conhecimento – código CAPES. O usuário pode
selecionar a área de interesse. Após a escolha, há exibição de uma tela
com a lista dos títulos das teses/dissertações em ordem alfabética,
juntamente com as opções para visualização e download do arquivo.
Como cada título possui um link, o usuário pode selecionar a publicação
e visualizar a descrição física da mesma, bem como fazer seu download.

Todas as teses e dissertações para serem incluídas no site da Biblioteca Digital de
Teses e Dissertações precisam estar catalogadas no Banco de Dados
Bibliográfico da Unesp – ATHENA. Com isso as entradas de autor, assunto, título
seguem a padronização do Banco de Dados Bibliográfico que posteriormente
recebem um link para a BDTD, visando ao acesso em texto completo. (BASTOS,
2005)

�Figura 1: Fluxo resumido da disponibilização das tese/dissertações na Biblioteca Digital de Teses e
Dissertações C@thedra

1. O autor entrega na pósgraduação cópia da tese ou
dissertação em (pdf), juntamente
com a autorização para
disponibilização na BDTD. A PG
envia o arquivo eletrônico para a
Biblioteca da Unidade em que autor
defendeu sua tese/ dissertação

2. A Biblioteca recebe o
arquivo eletrônico com o
texto completo da tese
ou dissertação, faz a
catalogação no Aleph, e
envia para a CGB o
arquivo eletrônico.

4. Prepara a página em HTML e
disponibiliza no site da
Biblioteca Digital de Teses e
dissertações - CAthedra

3. A CGB faz o
arquivamento
da tese ou
dissertação na
base de dados
C@thedra

Apesar do Sistema Nou-Rau oferecer facilidades para que os próprios autores
submetam suas teses / dissertações, o processo de publicação dos documentos
digitais na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações- C@thedra ficou sob
responsabilidade da Coordenadoria Geral de Bibliotecas - CGB. Conforme Fujita
(2005) a Biblioteca Digital C@thedra não provê mecanismo de auto-inserção dos
trabalhos científicos produzidos na universidade, por isso, as teses e dissertações
não são geradas em ambiente eletrônico para a inserção direta.

No momento, a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da Unesp – C@thedra
está fazendo alguns ajustes, segundo os padrões exigidos pelo IBICT, para poder
integrar a BDTD / IBICT.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Para se obter êxito no processo de auto-arquivamento é necessário que haja
integração entre a pós-graduação, biblioteca e autor, além da conscientização

�sobre a necessidade de formação contínua e gradual da comunidade acadêmica
para que se familiarizem com o ambiente eletrônico/digital, e conseqüentemente
com o auto-arquivamento. Para que as Bibliotecas digitais de teses e dissertações
sejam adequadamente operacionalizadas as Instituições responsáveis devem
oferecer treinamentos à comunidade acadêmica envolvida nesse processo,
visando otimizar o uso dos recursos das bibliotecas digitais.

THE SELF-ARCHIVING IN DIGITAL LIBRARIES OF THESES AND DISSERTATIONS
Abstract
The universities, besides producing knowledge, fomenting education and research must
make possible efficient ways to the academic communities make available its scientific
production. The Digital Libraries come to benefit researchers, librarians and other users, in
the storage, recovery and access to the electronic information, providing versatility and
comfort to the user in the recovery of the information in real time, without conditioning to a
physical environment. The self-archiving has been a new option for submission of the
scientific production in databases of the digital libraries of theses and dissertations with in
full text.
Keywords: Digital libraries of theses and dissertations; self-archiving

REFERÊNCIAS
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científica.
Ci.Inf.
v.3
n.3
jun/02.
Disponível
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http://www.dgz.org.br/jun02/Art_04.htm . Acesso em: 26 jun. 2006.
CASTRO, R. O; BIAJIZ, M.; MORAES, L. S. A experiência de implantação da
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações na Universidade Federal de São Carlos.
Disponível em: http://bibliotecas-cruesp.usp.br/3sibd/docs/castro235.pdf . Acesso
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http://www.informacaoesociedade.ufpb.br/pdf/IS1520504.pdf . Acesso em: 25 abr.
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�FUJITA, M. S. L. et al. Implantação da Biblioteca Digital de Teses e Dissertações
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identidade acadêmica. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS
UNIVERSITÁRIAS, 13., 2004, Natal. Anais... Natal, 2004. 1 CD-ROM.
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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <text>As universidades, além de produzir o conhecimento, fomentar o ensino e a pesquisa, devem possibilitar meios eficazes para que as comunidades acadêmicas possam disponibilizar sua produção científica. As Bibliotecas Digitais vêm beneficiar os pesquisadores, bibliotecários e outros usuários, no armazenamento, recuperação e acesso à informação eletrônica, proporcionando versatilidade e comodidade ao usuário na recuperação da informação em tempo real, sem condicionamento a um ambiente físico. O auto-arquivamento tem sido uma nova opção para submissão da produção científica nas bases de dados das bibliotecas digitais de teses e dissertações com conteúdo em texto completo.</text>
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