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                  <text>SISTEMA DE AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS DA UFRGS:
FONTE DE INDICADORES PARA AVALIAÇÃO
Janise Silva Borges da Costa1, Caterina Groposo Pavão1, Zaida Horowitz4,
Jussara Issa Musse3, Zita Prates de Oliveira1, Beatriz Helena Pires de Souza
Cestari1, Carla Metzler Saatkamp2, Denise Ramires Machado1
1

Bibliotecária, Comissão de Automação, UFRGS, Porto Alegre, RS
Técnica de Tecnologia da Informação, Comissão de Automação, UFRGS, Porto Alegre, RS
3
Engenheira, Diretora do CPD, UFRGS, Porto Alegre, RS
4
Analista de Tecnologia da Informação, Comissão de Automação, UFRGS, Porto Alegre, RS
2

Resumo
Aborda o uso da base SABi, catálogo on-line das bibliotecas da UFRGS, como fonte para
obtenção de indicadores de produtividade dos docentes, utilizados como subsídio para a
tomada de decisão, planejamento e gestão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
mais especificamente no processo de avaliação institucional, através dos dados de
produção intelectual, empregados como um dos parâmetros para compor o índice
departamental utilizado no processo de alocação de vagas docentes na Universidade.
Palavras-chave: Avaliação institucional; Indicadores de produtividade; Produção intelectual;
Sistema de automação; Vagas docentes.

Abstract
The paper deals with the use of the SABi database, UFRGS libraries online catalog, as a
source of faculty productivity indicators that help planning, management and decision making
at the Universidade Federal do Rio Grande do Sul. More specifically it shows how it is used
to recover the intellectual production data that is one of the parameters that make up the
department index used to allocate faculty positions in the University.
Keywords: Institutional evaluation; Productivity indicators; Intelectual production; Automation
system; Faculty allocation.

1 Introdução
A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), através do seu
Sistema de Bibliotecas (SBU), tem priorizado, ao longo dos anos, a coleta, registro e
disseminação da produção intelectual institucional (PI) no SABi, Sistema de
Automação de Bibliotecas, base de dados que reúne os registros bibliográficos dos
acervos das 33 unidades que integram o SBU.

�O trabalho sistemático das equipes neste sentido tem fortalecido e
consolidado o SABi como instrumento de controle da PI. Seu uso vem subsidiando a
Administração Central na identificação dos indicadores de produtividade, os quais
possibilitam dimensionar resultados mediante produtos acadêmicos disponibilizados
à sociedade, e nos processos de tomada de decisão, planejamento e gestão, no
qual se insere a avaliação, com ênfase para o processo de alocação de vagas
docentes.

2 Revisão de literatura
O levantamento e a análise das fontes de consulta utilizadas para
fundamentar este trabalho abrangeram os tópicos abaixo descritos.
2.1 Avaliação institucional na UFRGS
Muitas iniciativas têm sido realizadas na UFRGS, desde 1994, no sentido da
avaliação institucional: avaliação interna, avaliação externa (avaliação de cursos,
Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes - ENADE, CAPES e Provão),
avaliação nacional (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES
e Sistema de Avaliação da Educação Superior do MEC, até 2004) e outras
avaliações (creche, extensão, gratificação de estímulo à docência, gratificação de
incentivo à docência, avaliação docente e alocação de vagas docentes).
O processo teve início com a avaliação dos cursos de graduação, dentro do
Programa de Avaliação Institucional da UFRGS (PAIUFRGS), em consonância com
o Programa de Avaliação Institucional das Universidades Brasileiras (PAIUB) e vem
abrangendo as várias áreas da Universidade - graduação, pós-graduação, pesquisa,
extensão e gestão - num processo contínuo e permanente.
Em 1998 foi instaurado o Conselho de Avaliação Institucional (CAVI),
integrado por representantes das diversas áreas do conhecimento, com experiência
em avaliação, o qual foi o embrião da institucionalização da avaliação na UFRGS,
resultando na criação, em 2000, da Secretaria de Avaliação Institucional (SAI),
responsável pela coordenação e articulação das ações de avaliação desenvolvidas
na Universidade.

�A avaliação, pela própria definição que carrega, “verificação que objetiva
determinar a competência, o progresso, etc. de um profissional, aluno, etc.”
(HOUAISS; VILLAR; FRANCO, 2001, p. 353) de um modo geral, é vista com certa
resistência, no entanto, é um subsídio fundamental para o planejamento e a gestão
institucional.
Este trabalho aborda, sucintamente, a questão da produção intelectual para
composição do índice departamental no processo de alocação de vagas docentes,
normatizado pela Decisão nº 118/2001 do Conselho Universitário, que institui o
Banco de Vagas de Docente Não Titular da UFRGS e as normas para a destinação
dessas vagas, amplamente discutida e aprovada pelos conselhos superiores da
Universidade. O processo que gera os índices de PI é realizado anualmente,
conforme previsto na respectiva Decisão.
Além da produção intelectual, os procedimentos adotados para alocação das
vagas docentes englobam a coleta e sistematização de informações referentes às
horas docentes na graduação e na pós-graduação, à capacidade docente, às
atividades de ensino e de extensão dos docentes dos departamentos da
Universidade. Estas informações são obtidas dos vários bancos de dados da
Universidade, promovendo a integração dos mesmos; das atualizações e correções
nos dados feitas pelos departamentos; das homologações da PI feitas pela SAI; das
apropriações dos casos omissos e excepcionalidades e das modificações solicitadas
pela Comissão Especial do CONSUN, conforme os critérios estabelecidos pela
Decisão nº 118/2001 e respectivas modificações constantes nas Decisões nº
164/2002, 225/2003, 275/2004, 270/2005 e 024/2009 e complementadas pelas
Decisões nº 066/2005 e 040/2010. (UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE
DO SUL, CONSELHO UNIVERSITÁRIO, 2001).
A Pró-Reitoria de Graduação coordena este processo, que é desenvolvido
junto com as demais pró-reitorias acadêmicas, visto que abrange todas as áreas de
atuação da Universidade.

2.2 Indicadores de produção científica
Os indicadores podem ser entendidos como dados estatísticos usados para

�compreender melhor a produção científica e tecnológica de uma determinada
instituição pública ou privada. A construção e o uso de indicadores são estudados
por várias áreas do conhecimento, sendo usados tanto para o planejamento e a
execução de políticas, para avaliar se as ações que estão sendo tomadas em
relação às pesquisas científicas estão de acordo com o planejado nos programas de
pesquisa e desenvolvimento, como também para que a comunidade científica
conheça melhor o sistema no qual está inserida.
Quando se fala em indicadores de produtividade, na maioria dos estudos,
existe uma grande preocupação em identificar quais são os indicadores mais
apropriados, se os que informam a quantidade de publicações produzidas por uma
determinada área ou grupo ou se os que indicam os trabalhos que proporcionaram
as maiores contribuições para a ciência, de forma mais barata e com um grande
grau de objetividade. Isso levanta o questionamento de quais os indicadores mais
apropriados, os quantitativos ou os qualitativos.
A utilização de técnicas quantitativas caracteriza-se, segundo Baptista (1999)
pela adoção de uma estratégia modelada nas ciências naturais e baseadas em
observações empíricas para explicitar fatos e fazer previsões e buscam a
objetividade através de uma lógica formal com neutralidade no processo de
investigação. Os pressupostos qualitativos são contrários ao modelo experimental.
Adotam métodos e técnicas próprias, deixam a verificação das regularidades para se
dedicarem à análise dos significados que os indivíduos dão às suas ações, no
espaço que constroem as suas vidas e suas relações.
Devido à dificuldade em julgar a qualidade científica, onde o principal
problema é definir o que é qualidade e reconhecer univocamente suas
características, os indicadores de quantidade têm sido os mais utilizados devido à
facilidade com que podem ser coletados, mensurados e avaliados, podendo
proporcionar uma base objetiva para o planejamento das atividades em C&amp;T.
Para quantificar os resultados científicos são utilizados os indicadores
bibliométricos como medidas baseadas na contagem de publicações. Barba (2003)
identifica o número de publicações como o indicador mais simples e o primeiro
indicador bibliométrico empregado como tal. O autor argumenta que quanto mais
publicações, mais resultados científicos foram obtidos nas pesquisas pressupondo

�que todas as publicações são equiparavelmente portadoras do que é valioso para a
ciência.
Os indicadores de produção científica são construídos pela contagem do
número de publicações por tipo de documento (livros, artigos, relatórios, etc.), por
instituição, área de conhecimento, país, etc. O indicador básico é o número de
publicações, que procura refletir características da produção ou do esforço
empreendido, mas não mede a qualidade das publicações. O indicador de
produtividade congrega mecanismos especiais de análise de dados e varia conforme
o tipo de metodologia adotada pelo pesquisador que trabalha com estudos
bibliométricos. (MUGNAINI; CARVALHO; CAMPANATTI-OSTIZ, 2006).
Para os críticos do sistema de contagem de publicações, o valor de uma
determinada publicação para a ciência pode ser muito superior que o de uma
centena de publicações, então, contar publicações seria ignorar seu conteúdo,
confundindo quantidade com qualidade. A dificuldade no uso desse indicador é
identificar a representatividade dos documentos científicos no que diz respeito à
contribuição para a ciência, pois nem toda publicação tem necessariamente
conteúdo científico ao mesmo tempo em que nem toda descoberta científica aparece
em publicações formais. Outro aspecto relevante é a motivação para publicar que
muitas vezes não está relacionada aos ideais científicos, mas sim ligado a pressões
sociais, políticas, institucionais, etc.
Apesar das críticas, o método de contagem de publicações tem sido utilizado
com o argumento de que mesmo que não seja uma medida perfeita da produção
científica contribui para uma boa aproximação estimativa.
Para Viotti e Macedo (2003) as razões para usar indicadores para medir a
produtividade em C&amp;T podem ser de natureza variada, entre elas destacam-se as
científicas, as políticas ou as pragmáticas.
As razões científicas estão vinculadas a fatores que influenciam a direção e a
velocidade do processo de expansão do conhecimento científico e que determinam
os processos de inovação, difusão e absorção de tecnologias.
As razões políticas podem auxiliar na implementação de políticas mais
eficientes que permitam acompanhá-las, avaliá-las e aperfeiçoá-las, monitorar a
capacidade tecnológica de uma instituição, avaliar se os resultados obtidos

�correspondem aos investimentos, avaliar a performance de grupos de pesquisa,
identificar áreas mais promissoras e fundamentar debates sobre políticas já
estabelecidas.
As razões pragmáticas dizem respeito ao monitoramento de tendências e
perspectivas em C&amp;T, identificando competências e oportunidades, fundamentam as
decisões de investimentos e avaliam o impacto.
Pelos motivos expostos acima e por acreditar que medir o desempenho
científico e tecnológico através da contagem de publicações é uma forma clara e
transparente que permite à Universidade avaliar o volume da produção científica e
tecnológica do seu corpo docente e técnico, este trabalho relata como esse processo
ocorre na UFRGS.

3 Produção intelectual na base SABi
O controle bibliográfico da PI na UFRGS remonta aos anos 1970, quando
foram realizados os primeiros esforços de automação de serviços bibliotecários na
Universidade.
A automação do processo de catalogação no SBU teve início em 1975 e a
coleta de PI restringia-se a teses e dissertações. A partir de 1989, com a implantação
do SABi, a coleta e registro de PI passou a ser realizada de forma contínua e
sistemática.
Com o objetivo de uniformizar e padronizar a entrada de dados da PI e
utilizando a estrutura de campos, subcampos e indicadores proposta pelo MARC,
criou-se o campo 909 para controle da produção científica, técnica, artística e
administrativa da UFRGS. Foram também elaborados documentos auxiliares
(glossário e tabelas de códigos) a serem utilizados no preenchimento deste e outros
campos, visando a tornar mais completa a descrição bibliográfica e o acesso ao
texto completo de um documento de produção intelectual na UFRGS. (OLIVEIRA et
al., 2004). O uso deste campo é obrigatório para documentos produzidos por
integrantes do corpo docente, técnico-administrativo e discente, desde que
orientados por docentes da Universidade, e para documentos produzidos pela
UFRGS. Inclui Unidade/Departamento/Órgão, Tipo de produção, Programa/Curso de
pós-graduação, Curso de especialização, Curso de graduação, Curso de ensino

�profissional e Órgão financiador.
Os tipos de produção registrados na base SABi, atualmente, contemplam 47
categorizações, para os quais foram criados códigos, conforme a necessidade de
identificá-los

e

contabilizá-los

separadamente,

manifestada

pelo

SBU,

pesquisadores e órgãos da Administração Central da Universidade. Nem todos, no
entanto, pontuam no processo de alocação de vagas docentes.
A coleta da PI pelas bibliotecas e seu registro no SABi são prioridade no SBU.
O trabalho sistemático das equipes neste sentido tem fortalecido e consolidado o
SABi como instrumento de controle da PI e vem subsidiando a Administração
Central na identificação dos indicadores de produtividade, os quais possibilitam
dimensionar resultados mediante produtos acadêmicos produzidos no âmbito da
Universidade.
De um total de 746.380 registros na base SABi, 201.856 correspondem a
registros de PI, que equivalem a 27%1. A Tabela 1 apresenta a evolução da inclusão
de registros de PI nos últimos cinco anos.
Tabela 1 - Relação total de registros X registros PI na base SABi, 2005-2009
2005
2006
2007
2008
Registros
bibliográficos
Total na base
532.376 570.075 616.308 673.383
Somente de PI
130.461 146.427 160.400 178.675
Fonte: Sistema de Automação de Bibliotecas da UFRGS.

2009
728.115
194.187

Percentual médio de
crescimento anual
8%
10,5%

Em virtude da ampla divulgação do processo de alocação de vagas docentes
na Universidade e das chamadas feitas aos Departamentos, aliada à sua
importância para ampliação do quadro de docentes dos Departamentos, tem havido
um incremento significativo na inclusão de registros na base.
A base SABi é a fonte dos dados de PI para fins de determinação do índice
departamental neste processo. O referido índice é atribuído considerando-se o
período de quatro semestres correspondentes aos dois anos civis imediatamente
anteriores ao de sua realização. Todas as publicações passíveis de serem
pontuadas são julgadas pela autoria do trabalho, pelo tipo de publicação e pela fonte
de divulgação. A atribuição da pontuação denominada Equivalentes-hora docente
1

Dados obtidos em 28/06/2010.

�por tipo de Produção Intelectual e Artística concluída no semestre segue as normas
estabelecidas pelas Decisões do Conselho Universitário nº 101 e nº 118, ambas de
2001.
Os dados relativos à PI que estão no SABi, são transferidos diariamente para
o BD Biblioteca, um banco de dados relacional SqlServer. Estes dados são
compartilhados com vários sistemas da Universidade, tais como: Avaliação
institucional, Progressão docente, Vagas docentes, entre outros.
Como o elo de ligação dos dados do SABi com o banco de dados Institucional
(BD Institucional) é feito através do nome pessoal, foram desenvolvidas rotinas
específicas para tratamento deste dado no SABi, com o objetivo de identificar
univocamente cada nome pessoal através de seu código de identificação.
Para o processo de vagas docentes foi definido um modelo de dados que
contemplasse as informações da PI do SABi, juntamente com dados relevantes de
outros bancos da Universidade, resultando no BD Ativdoc. Para isto foi desenvolvido
um sistema que seleciona somente os registros de PI com data de publicação no
período desejado, com os tipos de produção pertinentes e que possuam pelo menos
um autor com carga horária positiva no biênio em questão do BD Biblioteca.
Também é feito acesso ao BD Institucional onde constam as informações acerca da
lotação e situação funcional de cada autor.

BD SABi

BD
Institucional

BD Biblioteca

BD Ativdoc

Índice
departamental

Figura 1 - Fluxo dos dados para o processo de alocação de vagas docentes.

�A pontuação é dada para cada departamento envolvido na PI, e não por autor.
Isto significa que se a PI possui mais de um autor, o total de equivalentes-hora
docentes serão computadas somente uma vez para cada departamento onde estão
lotados os docentes autores.
Existem diferentes critérios para a definição da pontuação em função dos
diferentes tipos de produção. Para autoria de capítulo de livro, por exemplo, cada
departamento envolvido recebe o equivalente-hora docente igual a 60, até o limite de
150 equivalentes-hora docentes para um mesmo livro. Para artigos de periódicos, a
pontuação é atribuída em função da classificação do periódico no sistema Qualis da
Capes. Para isso são identificados todos os periódicos, a partir dos artigos, e é feito
um batimento com a tabela disponibilizada no site da Capes. Os periódicos
inexistentes na tabela são analisados por uma Comissão interna da SAI que define a
pontuação. Essa Comissão analisa também todos os casos omissos ou que
suscitam dúvidas.
Os registros de PI analisados e que recebem pontuação são apresentados na
Tabela 2.
Tabela 2 - Equivalentes-hora docente por tipo de produção intelectual e artística concluída no
semestre (1)
Continua
Nº
Tipo de produção
Equivalentes-hora docente
1 Autoria de Tese de Doutorado defendida e aprovada
100
2 Autoria de Dissertação de Mestrado defendida e aprovada
50
3 Autoria de Livro didático, técnico-científico ou artístico,
150
publicado por editora com conselho editorial
4 Autoria de Capítulo de livro (2),(3)
60
5 Autoria de Tradução de Livro técnico-científico ou artístico
100
publicado por editora com conselho editorial (2).
6 Autoria de Tradução de Capítulo de Livro (2),(4)
30
7 Autoria de Artigo publicado em periódico científico
especializado (5) indexado:
Qualis A
150
Qualis B
100
Qualis C
75
40
8 Autoria de Trabalho completo publicado em anais de evento
científico-acadêmico
9 Autoria de Artigo publicado em periódico não indexado ou
20
Qualis local (6)
20
10 Autoria de Artigo de divulgação científica, tecnológica ou
artística publicado (2)
11 Autoria de texto de apresentação em catálogos artísticos (2)
20

�Nº
Tipo de produção
Equivalentes-hora docente
15
12 Autoria de trabalho apresentado em congresso, publicado sob
forma de resumo
150
13 Autoria de Produção artística em música, artes visuais, artes
cênicas, cinema, áudio e vídeo, literatura, reconhecida (2),(7)
14 Autoria de Software, produto tecnológico, processo ou técnica
150
gerada, com patente obtida (8)
15 Produção de Mapas Cartográficos, Projetos Paisagísticos,
60
Urbanísticos ou Arquitetônicos e Softwares (2),(9)
Fonte: Decisão nº 270/2005-CONSUN.
1) Contabilizado por trabalho registrado no SBU.
2) Com parecer de avaliação e aprovação do Conselho da Unidade e homologado pelo órgão de
avaliação institucional da UFRGS.
3) Até o limite de 150 equivalentes-hora docentes para uma mesma produção.
4) Até o limite de 100 equivalentes-hora docentes por produção com aprovação do Conselho da
Unidade, e homologação do órgão de avaliação institucional da UFRGS.
5) Para um mesmo periódico com diferentes valores do Qualis (A, B ou C), classificado como
nacional ou internacional, em diferentes áreas da CAPES, será computado o maior valor.
6) O periódico não indexado deverá ser avaliado e aprovado pelo Conselho da Unidade, bem como
homologado pelo órgão de avaliação institucional da UFRGS.
7) Produção de obra artística (Musical)** - 1. Estréias de programas musicais. 2. Estréia de obra. 3.
Participação em evento ou projeto de projeção nacional ou internacional com comissão de
seleção (programas musicais ou obras), seja em recitais, concertos de orquestras ou em CD. 4.
Autoria de CD com selo (com programa solo ou de câmara, como regente ou com composições),
lançado no período. 5. Participação como músico integrante de orquestra em caráter solístico ou
como spalla de naipe (por temporada). 6. Direção artística. Produção de Obra Artística (Artes
Dramática)** 1. Estréia de espetáculo teatral. 2. Participação em espetáculo teatral com comissão
de seleção. Produção de Obra Artística (Artes Visuais)** 1. Exposição individual de Desenho,
Gravura, Escultura, Objeto, Instalação, Cerâmica, Pintura, Vídeo, Obra Digital, Fotografia,
Multimídia e Performance. 2. Participação em exposição coletiva com comissão de seleção ou
curadoria.
8) Obtido/depositado no INPI ou instituição nacional ou estrangeira conveniada com o mesmo.
9) Até o limite de 60 equivalentes-hora docentes para uma mesma produção com aprovação do
Conselho da Unidade, e homologação do órgão de avaliação institucional da UFRGS.

A pontuação foi determinada por representantes das várias áreas do
conhecimento. As peculiaridades de cada área são consideradas no processo de
geração dos índices departamentais: os 93 departamentos de ensino da
Universidade são divididos em oito grupos, correspondentes a grandes áreas do
conhecimento. Para cada grupo são gerados os dados de média e desvio padrão
que definem os indicadores de ocupação da capacidade docente de cada
departamento, ou seja, o paralelo é estabelecido dentro da área específica.

�5 Resultados
O Índice de Atividades de Produção Intelectual do Departamento é um dos
indicadores de aproveitamento da capacidade docente instalada em cada
departamento,

sendo

instrumento

de

habilitação

e

de

classificação

dos

departamentos com vistas ao processo de alocação de vagas docentes.
Este índice, após a apreciação dos resultados da coleta e sistematização das
informações, é disponibilizado no Portal da UFRGS, por Órgão/Departamento, com
várias opções de consulta. Os dados relativos à PI aparecem classificados por tipo
de produção, contendo os dados de autor, título, identificação do registro no SABi e
o número de horas proporcionais (equivalentes-hora) para avaliação e aprovação do
Conselho da Unidade e homologação por Comissão designada para este fim.
Cabe à Secretaria de Avaliação Institucional, através da Comissão de
Avaliação da Produção Intelectual, integrada pela secretária e assessora técnica da
SAI, pelo Pró-Reitor de Pesquisa, pela Diretora da Biblioteca Central e pelo
coordenador executivo do Comitê PAIUFRGS, homologar a produção intelectual da
Universidade, com vistas ao processo de alocação de vagas docentes. A
homologação é efetivada de acordo com a documentação preparada pelos
Departamentos das Unidades Universitárias que, submetidas às cláusulas da
Decisão nº 118/2001, recebem sua devida cota de vagas docentes. O Centro de
Processamento de Dados participa em todas as etapas do processo, que
compreende a geração dos dados, a realização dos cálculos para determinação do
índice departamental e a sua divulgação.

6 Considerações finais
O uso do SABi como fonte de informações de PI, integrado a diversas
ferramentas e sistemas, tem incentivado a comunidade universitária a entregar,
regularmente, suas produções nas respectivas bibliotecas para o devido registro na
base de dados. No que concerne às equipes das bibliotecas, salienta-se a
necessidade e importância da consistência dos registros na base, principalmente no
que diz respeito à atribuição da autoria e classificação correta do tipo de produção,
conforme as políticas e procedimentos do SBU relativos ao registro da PI da

�UFRGS, a fim de conferir confiabilidade ao produto final.
Devido ao êxito da metodologia adotada para o processo de alocação de
vagas docentes, as atividades de produção intelectual extraídas do SABi atualmente
fazem parte, também, das normas para progressão funcional de docentes para a
classe de professor associado da carreira de magistério superior por avaliação de
desempenho acadêmico.

7 Referências
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ciencia. Madrid: Trea, 2003. 287 p.
BAPTISTA, D. M. T. O debate sobre o uso de técnicas qualitativas e quantitativas de
pesquisa. In: MARTINELLI, M. L. (Org.). Pesquisa qualitativa: um instigante desafio. São
Paulo: Veras, 1999. p. 31-39.
HOUAISS, A.; VILLAR, M. de S; FRANCO, F. M. de M. Dicionário Houaiss da língua
portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. 2922 p.
MUGNAINI, R.; CARVALHO, T. de; CAMPANATTI-OSTIZ, H. Indicadores de produção
científica: uma discussão conceitual. In: POBLACIÓN, D. A.; WITTER, G. P.; SILVA, J. F. M.
da (Org.). Comunicação &amp; produção científica: contexto, indicadores e avaliação. São
Paulo: Angellara: 2006. p. 315-340.
OLIVEIRA, Z. P. de et al. O uso do campo MARC 9XX para controle bibliográfico
institucional. Ciência da informação, Brasília, v. 33, n. 2, p. 179-186, maio/ago. 2004.
Disponível em: &lt;http://www.scielo.br/pdf/ci/v33n2/a19v33n2.pdf&gt;. Acesso em: 16 mar. 2010.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Conselho Universitário. Decisão nº
118, de 17 de agosto de 2001. Institui o Banco de Vagas de Docente Não Titular da
UFRGS e as Normas para a destinação dessas vagas. Disponível em:
&lt;http://www.ufrgs.br/consun/leis/dec118-01.htm&gt;. Acesso em 18 mar. 2010.
VIOTTI, E. B.; MACEDO, M. de M. Indicadores de ciência, tecnologia e inovação no Brasil:
uma introdução. In: _____ (Org.). Indicadores de ciência, tecnologia e inovação no
Brasil. Campinas: Editora da Unicamp, 2003. p. 45-87.

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                <text>SNBU - Edição: 16 - Ano: 2010 (UFRJ - Rio de Janeiro/RJ)</text>
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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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              <text>Sistema de automação de bibliotecas da UFRGS: fonte de indicadores para avaliação.</text>
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              <text>Aborda o uso da base SABi, catálogo on-line das bibliotecas da UFRGS, como fonte para obtenção de indicadores de produtividade dos docentes, utilizados como subsídio para a tomada de decisão, planejamento e gestão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mais especificamente no processo de avaliação institucional, através dos dados de produção intelectual, empregados como um dos parâmetros para compor o índice departamental utilizado no processo de alocação de vagas docentes na Universidade.</text>
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