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��TERCEIRO CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCIPIENTAÇÃO

A profissão^de bibliotecario-documentarlsta
Situação e perspectivas no Brasil
Dor
Esmeralda Maria de Áragao

V. so

Curitiba
1961

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st e m
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lí

�C.D.U. 023 í 002 (81)

Tema III-- Profissão de Bibllotecario-Documentarista

A PROFISSÃO DE BIBLIOTECARIOuDOGUlffilITARISTA
SITUAÇÃO E PERSPECTIVAS
NO BRASIL

\ \

POR
Esmeralda Maria de Aragão

Sinopse

A profissão de Bibliotecário-Documentarista em quase todos

os

*
/A
paises do mundo e especialmente no Brasil, esta ainda na dependencia de fato res comuns, desde a sua formaçao através Escolas de Biblioteconomia incorporadas as Universidades, ate um melhor planejamento e organizaçao dos serviços pa
ra bibliotecas que se pretende criarj legislação especifica para assegurar

uma

regulamentação dos cursos e currículos das Escolasj legislação para regulamentaçao da profissão e seu exercicio no paisj entresamento necessário entre Esco
Ias e Associações de Classe para a elaboração e desenvolvimento de planos putGl
citarios visando atrair a opinião publica e os orgaos governamentais para o tia
/
M
balho do bibliotecario-documentarista, atrações da carreira e vantagens do exBj
^
00
cicio da profissão.

iV
As Escolas de Biblioteconomia no Brasil., incorporação

%
as

Universidades e criaçao de novas escolas.
As perspectivas futuras a respeito da formação profissional s
o planejamento da Escola de Biblioteconomia e Documentação da Universidade
Bahia}

da

a Universidade de Brasília e a Faculdade de Biblioteconomia como facul

dade de basej

os projetos em tramite na Gamara Federalj

trabalho

da

^
M
jujito as Associaçoes de Classe e aos poderes executivo e legislativo,,

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F5BAB

�2 -

pequenas salas de suas Prefeituras acervos Inadequados, fora do interesse corram
da população, denominando-os pomposamente de "bibliotecas".

A mentalidade colo

nial brasileira esta, de fato, mi;iito arraigada no espírito da nossa gente,do m
A
modo geral e especialmente entre os homens de governo,

/
A idéia de se criar

e

instalar xjma biblioteca não pressupõe, as mais das vezes um estudo e planejamen
to necessário a sua existencia e atuaçao na comunidade, Uma previsão, para que
e para quem vai ser criado o serviço não entra na cogitação dos planos, Quem vai
dirigir e orienta-lo? Na maioria das vezes, pessoas sem a necessaria forraaçao
profissional,
O fato e,que, não existindo um planejamento racional normali zando e estruturando a instalaçao de bibliotecas em todo territorio pátrio, imrpedindo as demagógicas instalações de serviços improvisados, nao se atentou bem
para a falta de profissionais que possam cobrir todas as necessidades adminis trativas dos mesmos,

Ainda ha falta, sobretudo, de uma mentalidade biblioteco-

A
A
,
nomica, capaz de entender da necessidade de se incrementar a existencxa de

no-

vas escolas, dando-lhes amparo legal, prestigio e influencia para solucionar os
problemas atinentes a criação, instalação e desenvolvimento das bibliotecas.
ê
P
M
A
Se e verdade que ha perspectivas de modificaçao desse programa
pela atuação da classe, através as associações e escolas de biblioteconomia, na
luta pela aprovação de dois projetos de leis em tramite na Gamara Federal, ha
que se insistir, com veemência, junto a todos os governantes brasileiros,

para

a solução do problema,
A
,
^
A avassaladora torrente evolutiva de todas as esferas cientifl
cas e técnicas que impulsionam a vida brasileira, esta a exigir e reclamar nao
/
A
^
SO para o interior, onde se deseja instalar cassas poderosas "agencias educativas", como centros denamizadores de toda a cultura, plasmadores da mentalidade
•^ •
X. ' •
nacional, mas, especialmente, nos grandes centros, onde as cxencias e tecnxcas
se desenvolvem, na busca incessante de novos processos,
Uma especial atenção ha que se dispensar para o aumento quantitativo e qualitativo desses profissionais Bibliotecarios-Dociimentaristas, re^
ponsaveis pelo êxito da informação e docvimentação no Brasil,

cm

1

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�- 3 Providencias a serem encaminhadas em forma de recomendações, por este Congre&amp;so; campanha para criaçao de novas escolas Incorporadas as Universidades; campanha para aprovação dos dois

projetoá de lei em tramite na Gamara Federal;re

comendações as Associações e Escolas para elaboração de planos publicitários em
torno da formação profissional do Bibliotecario-Documentarista e exercício da
profissão no paxs«,

AS BIBLIOTECAS E OS BIBLIOTECÁRIOS NO BRASIL

Face à complexidade de problemas que envolvem a instalação e or
ganizaçao de bibliotecas publicas de carater popular, serviços técnicos especia
lizados para os vários setores da vida nacional, a falta de pessoal categorizado, profissionalmente capacitado, constitui um dos mais sérios problemas, quiçá
A
/
o mais grave, dada a urgente e imperiosa necessidade de se levar, a todas as a^
M
A
reas do imenso territorio brasileiro a dinamizaçao dos serviços biblioteconomicos.
O Instituto Nacional do Livro em recente publicaçao apresentou
um levantamento de 7.000 bibliotecas brasileiras em todo territorio nacional, sa
lientando, na parte introdutória o seu organizador, Dr, Hélio Gomes Machado,

a

triste revelação de que, em realidade, vim milheiro apenas dessas bibliotecas me
recem a denominaçao específica, acrescentando ainda que "a evolução ideal das li
bliotecas existentes esta, na dependência, tao somente, da formaçao de técnicos
capacitados, profissionais comuns, apenas, nos centros mais adiantados do pais".
(1)
Cumprindo uma daquelas condições primordiais de cultura dos tem
pos coloniais, governantes brasileiros ainda ha que se preocupam em feundr

(l) Guia d-tó

cm

1

2

3

em

Brosiloiraso- 3-^ odição,. Rio do Janeiro. .195í'.

5

6

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�A PROFISolo DE BIBLIOTEGÍRIOuPOCUMENTARISTA
Sua formação

A profissão de bibliotecario-documentarista, a par

da

crescente imposição social para a criaçao de serviços modernamente aparelhados que respondem a toda sorte de indagações feitas pelo homem de cien
cia ou mesmo pelo homem comum, no afan de inteirar^se pelo que realizou e
realiza o seu semelhante nos quatros cantos do globo, apresenta aspectos
/
comuns a quase todos os paises.
Recentes informes publicados pela UI'IESCO em seu "Boletín
para Ias Bibliotecas" relatam a situação em diversos países da Europa

e

da Ásia, reportando-se, de um modo geral, a afiimativa de que a escassez
de profissionais bibliotecario&amp;-documentaristas e o fator responsável pe
mê
A
Io nao funcionamento de melhores serviços biblioteconomicos.
Revela-se também que a formaçao de tais profissionais e
feita através Escolas de Bibliotoconatnia e os currículos das mesmas
riam, assim como a duraçao dos cursos que vao de 2 a 4 anos.

va-

A tenden -

cia mais acentuada e aconseUhada pelos "experts" e de se incorporar

as

Escolas as Universidades, com o planejamento de programas e métodos de en
sino semelhantes aos ministrados por escolas superiores para médicos, ad
vogados, engenheiros e outras profissões liberais.
Em seu trabalho sobre a formação profissional do biblio
tecario Feriam E-nton salienta que, entre os vários fatores, para se con
seguir uma boa formação profissional de bibliotecário, devemos observar:
a) criação de Escolas de Biblioteconomia com objetivos definidos; b) ela
boração de planos de estudo e métodos de ensinoj c) seleção do corpo
professores; d) seleção e recrutamento dos estudantes; e) empi^go

de

para

os diplomados e estudantes»(*)No desenvolvimento destes pontos Danton al^
de a problemas outros que estão estreitamente relacionados aos mesmos.

(«) IJa Escolí^ de Biblioteconomia e Documentação da Bahia os estudantes
realizam estagio gratuito de 200hs e recebem gratificação pelas horas
excedentes do estagio, A partir da 2^ serie os alunos ja podem ser indi
cados para trabalhar em bibliotecas com a supervisão de um professor da
Escola»
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�A
^
quais sejam, a situaçao econoniica e financeira, horário de funcionamento das es
colas, atividades desenvolvidas pelos estudantes, material didático apropriado
e pesquisas bibliográficas.

Argumenta principalmente sobre a importância de que

as Escolas estejam nas Universidades como qualquer

outra de ensino superior, ci

tando o informe de Co C, VJilliamson, "Training for Library Service", que

deu

%
maior impulso a tese.
Marietta Daniels em seu informe "Estúdios y Goncimientos en Aç
M
*
cion" focaliza os serviços e organizações das bibliotecas na America Latina, si
tuando a formação técnica do bibliotecário observa: "El poder contar con bibliotecários y bibliografos debidamente preparados, es tan importante para Ia creación y mantenimiento de Ias bibliotecas y servidos de informacion, como Io es
para Ias escuelas contar con maestros o para los hospitales con médicos", Tam bem Carlos Victor Penna em seu dociimentado trabalho "Bosquejo de un piàn de es/
A
tinrulo y desarrollo de los servidos bibliotecários" assim nos fala sobre a

e-

xistência de bons serviços em relação com a preparação profissional do bibliote
cário: "Para disponer de un buen servicio en el campo de Ias bibliotecas se

re

qiiiere, además de los recursos materiales, de una administracion bibliotecária
basada en princípios válidos

para Ias condiciones dei pais y personal capaz de

poner en fimcionamiento tal administracion«

Por tal motivo, en el planeamiento

que nos ocupa, el factor personal es de fundamental importancia".
A preparaçao profissional do bibliotecário atinge, em

nossos

dias, aspectos de tamanha importancia em todo o mundo civilizado que ja nao

se

compreende entregar a organizaçao e direção de serviços biblioteconomicos senão
a profissionais ojae hajam realizado uma boa formação em Escola de Biblioteconomia, Por seu turno, a evolução das técnicas biblioteconomicas fez surgir o bino
mio: bibliotecáxio-docujiientarista« As Escolas do Biblioteconomia passaram a

se

denominar Escolas de Biblioteconomia e Dotrijnentaçao, rnoluindo nos seus currícu
los as técnicas documentais, capacitando, assim, 03 seus alunos a realizarem nas
bibliotecas ou nos chamados "Centros de Docninentaçao", o trabalho que a investi
gação e a técnica cientifica, artistica e literaria estão a exigir para a conse
cução dos seus empreendimentos» Tal vem sendo a atenção dispensada aos serviços

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lí

�da documentação que uma pequena corrente cogitou dissociar a documentação da bi
blioteconomia, Esta tentativa porem, não surtiu o efeito desejado, pois, e fora
de duvida que a documentação não passa da evolução natural da biblioteconomia,
Esta e a opinião da maioria dos bibliotecarios-documentaristas em todo o mundo,
A bibliotecária paulista Maria Luiza Monteiro da Giinha apresen
tou, a 26^ Gonferencia Geral da Federação Internacional de Documentação, eficiente trabalho sobre o assunto^ ao qual acrescentou um questionário realizado com
vários bibliotecários de renome internacional(2)•

Na conclusão desse trabalho

esboça a opinião acimai acrescentando, com referencia a situação

da America

tina e especialmente do Brasil, os principais pontos pelos quais estamos em van
tagem para com outros países no que concerne a formaçao de documentaristas, salientando a fase de transiçao que atravessamos, e estudos ja realizados por gini
pos de bibliotecários brasileiros diplomados pelas Escolas de Biblioteconomia e
Documentação do país,
Estas, a par de virem reformando seus currículos com o acresci
P
A
^
mo de novas técnicas e disciplinas de integraçao cultural, vem estudando também
a possibilidade de criarem cursos de pos-graduaçao visando formar especialistas.
Vejamos as Escolas de Biblioteconomia no Brasil.

AS ESCOLAS DE BIBLIOTECONOMIA E DOGUI^NTAGÃO
NO BRASIL

Achamr-se em funcionamento no Brasil varias Escolas e Cursos de
Biblioteconomia assim enumerados: Rio de Janeiro (Est, da Guanabara), os cursos
da Biblioteca Nacional e Escola de Biblioteconomia e Documentação do Instituto
Santa Ursula; S, Paulo, a Escola de Biblioteconomia anexa a Escola de Sociologia
e Política, o Curso de Biblioteconomia da Faculdade Sedes Sapientiae e a Escola
\
A
de Biblioteconomia de Campinas, anexa a Faculdade de Filosofiaj Porto Alegre, o

(2) Maria Luiza Monteiro da Cunha. Formação profissional - documentaristas
bibliotecários.

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�- 7 ê
P
Curso dado pelo Departamento do Serviço Publicoj Santa Catarinai Parana, a Esco
Ia de BiblioteconoEiia do Pajrana; Belo Horizonte, o Curso de Biblioteconomia patrocinado pelo Instituto Nacional do Livroj Pemambuco, Curso de Bibliotecono %
mia anexo a Universidade do Recifej finalmente a Escola de Biblioteconomia e do
cumentaçao da Universidade da Bahia, Ate o momento, so a Escola da Bahia e a do
Instituto Santa Ursula, no Rio de Janeiro, tem a denominação de Escola de Bibli
oteconomia e Documentação, Todavia, porem, as demais Escolas e Cursos ja estão
providenciando a reestruturação de seus currículos, sendo a Documentação mate na basica de formaçao técnica em todos eles, de acordo com as ultimas recomen
dações aprovadas

no 2S Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação

realizado em Salvador, em julho de 1959 (3). Outra recomendação também aprovada
naquele conclave diz respeito a duraçao dos cursos para um mínimo de 4- anos

e

incorporação das Escolas as Universidades,

da

Ate o momento, apenas a Escola

Bahia ja atende a essas duas recomendações isto ej curso com duraçao de 4 anos
e incorporação a Universidade (4),
A par da aprovação dessas importantes recomendações do 2^ Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, duas outras, de capital im
portancia também foram aprovadas a respeito da legislaçao do ensino da Bibliote
M
0*
*é
P
f
conomia e Documentação e da regulamentação da profissão e seu exercício no pais
(5),

Apesar das

recomendações, a situação continua a mesma, decorrido 1 ano e

meio da realização do Congresso,
De referencia ao que ficou estabelecido pela Comissão designada pelo Ministério da Educação e Cultura, para estudar a padronizaçao dos curri
culos, os mesmos terão duraçao minima de 4 anos e matérias basicas de formaçao
P
P
M
«w
técnica obrigatoria tais como; classificação, catalogaçao, organizaçao de bibld
A
*
—
otecas, referencia, bibliografia, documentação, historia e seleção de livros,
P
P
m»
Alem dessas matérias outras de integraçao cultural devem ser ministradas.

(3) Abner Lellis Corroa Vicentini - A documentação no Brasil,
(4.) Op, cit.
(5) Op, cit.

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�Sugere-se a inclusão da Psicologia Social, Psicologia das Relações Humanas e Publicas e Publicidade, como de importancia primordial

para

A
^
que se de ao estudante do biblioteconomia e docirmentaçao melhor preparo psicologico para saber lidar com o publico naé suas variadas e complexas parcelas
individuais representadas pelos freqüentadores da biblioteca» Nao se compreent
de que possa existir um bom bibliotecário som a necessaria formação psicológica e, especialmente, desconhecendo as normas e princípios estabelecidos para o
trato formal e informal com o publico. Saber informar nao e suficiente para o
tipo de serviço que a biblioteca deve prestar: e imprescindível gostar de in f Omare
A Administração Cientifica, a Literatura em suas varias epo ^
m
f
cas e idiomas, o estudo das linguas, as introduções aos diversos campos artisticos, técnicos e científicos, sao indispensáveis também a boa; formação dos Bi
bliotecarios-Documentaristas, como "back ground" cultural para o desempenho de
suas funções.

A - REGULAl'4:ti:NTACÃ0 DA PROFISSÃO

O Projeto de lei nS 4-«770/5Ö que regula a profissão de Bibliotecario-Docvimentarista no Brasil, ainda tramita morosamente na Assembleia Legislativa Federal, apesar da vigilante assistência que lhe tem sido dispensada
pela íEBAB ( Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários) e outras
associaçoes regionais, através ofícios e pedidos pessoais aos deputados

para

sua aprovação. Acreditamos que há necessidade de se fixar, neste Congresso, uma campanha mais intensa para o Sxitö final de tais providências
Sem uma lei que regulamente a profissão o seu exercício no pa
f
P
m
is, nao se poderá evitar as nomeaçoes improvisadas ou indiscriminadas que ainda proliferam entre nós, fruto de uma incompreensão das necessidades do bons
serviços funcionando em lugar de serviços deficientes, mal dirigidos e orientados, por pessoas sem gabarito e formação profissional.

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�Fol flagrante a injustiça feita à classe através a Lei 3, 780
de 12-7-60, excluindo o bibliotecário da categoria de N.U, relegando-o a umapo
siçao nao so injusta como ilegal, pois, de ha muito a Biblioteca Nacional

vem

registrando seus diplomas na Divisão do Ensino Superior do Ministério da Educa
gão e Cultura e a Escolä da Bahia desde 1955, quando acertou convênio com a Universidade da Bahia, Tal situação vem motivando protestos da imprensa brasilei
ra através seus mais categorizados comentaristas do Rio

e

Sao Paulo e esta a

A
^
^
exigir de nossa parte providencias mais energicas, através a FEBAB e junto

^
a

A
^
#
Gamara Federal, Senado da Republica ou proprio Presidente para que nos seja re
conhecido este direito«
Una medida aconselhável e de certo modo alicerçante, seria que
os Estados da União, a exemplo de que se fez na Bahia, regulamentassem o exercício da profissão de bibliotecário como o fez a Lei 675 do 25-11-1954» a qual
estraturou o pessoal de ILU» no Estado, incluindo o bibliotecário,
A batalha em assegurar para a profissão de bibliotecario-docu
mentarista no Brasil legislaçao especifica para o ensino, reformando-o para ga
rantir uma melhor formaçao profissional e a conquista da regulamentação,

tera

que ser feita agora pela FEBAB, criada como uma das mais importantes resoluções
do 29 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação (6)« A FEBAB nas^
ceu sob a invspiração das mais sentidas reivindicações da classe, como um impera
tivo mesmo de nossas próprias necessidades para o estabelecimento de melhor orientaçao e coordenaçao das atividades, através orgao centralizador, com atribuições de defesa e incentivo ao desenvolvimento da profissão.
Dada a Secretaria provisoria da mesma a S, Paulo, idealizador
do projeto, e que oferecia lealmente maiores possibilidades para o inicio das
atividades, verificamos então o acordo daqr.ola decisão, especialmente com a apresentacão do trabalho desenvolvido durante o primeiro ano, levado ao Conselho

(6) Laura Garcia Moreno Russo e Rodolfo Rocha Jr, - Federação das Associaçoes
de Bibliotecários,

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lí

�Deliberativo e Assembléia dos Delegados da mesma, en suas reiiniões do julho

do

ano passado, no Rio de Janeiro, por ocasião da 26â Conferencia Geral da Federaçao Internacional de Documentação, Deveria ser eleita naquela oportunidade, pela Assembléia dos Delegados, a primeira Diretoria, achando porem, a maioria dos
delegados presentes, mais conveniente a transferencia da eleição e posse para o
A
novo encontro da classe neste 3^ Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Docu
mentação que ora se realiza nesta cidade de Curitibao
Esperamos que, neste Congresso, sejam finalmente eleitos

os

primeiros dirigentes deste importante orgão federativo da classe, responsável,
a esta altura, pelos trabalhos de organização e coordenação das suas

ativida-

A
des em todo o pais.

COLABORAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES COM AS ESCOLAS DE
BIBLIOTECONOMIA

Faz-se mister agora que as associações de classe regionais realizem nos seus Estados um trabalho de colaboração com as Escolas de Biblioteco
^
ß
nomia a fiia de que se estabeleça a elaboraçao de planos publicitários atraindo
as atenções das elites e do poder publico para o trabalho que realiza o biblio
tecario.
Compete às Associações o papel de defensores mais ativos e vi
gilantes ao aproveitamento de pessoal e estimulo a criaçac de serviços, e espe
cialmente unir os componentes da classe para as discussões de planos

e ativi^

dades,
S
'
%
M
Por sua vez, cabe as Escolas o fornecer as Associaçoes as pos
sibilidades para a elaboraçao de projetos, o toda sorte de informaçao técnica
que so

estabelecimento de fcnnação profissional pode e deve dispensar

aos

integrantes da profissão, a braços, muita vez, com problemas administrativos de
interesse da comunidade, e ate mesmo de ordem puramente tecnicao

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llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|llll|
]_4
]_5
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lí

�- 11 -

Esta tarefa, realizada assim em perfeita comiinhâo de idéias e
propositos, visa objetivos definidos e concrétos: tornar a profissão prestigi/
MM
/
ada, impondo-se no conceito publico como profissão tao importante e necessaria
^
M
como o soem ser as demais profxssoes, ditas liberais®
M
A
^ M
M
A
A uniao desses dois orgaos de formaçao e defesa ds classe daß
ra possibilidade a que acorram a ela jovens interessados pelas perspectivas apontadas, através m bom trabalho publicitário.

Alem disso, como profissão no

/
A
va, ha que incentivar um maior labor intelectual por parte de professores e es
peciallstas para

a organizagao de trabalhos didáticos sobre as varias tecnl -

cas aplicadas, pesquisas bibliográficas de toda ordemo Fomentar, enfim, uma cul
tura mais ampla, com a realização de conferências e congressos nacionais e regionais para que se faça o intercâmbio e troca de experiências entre profissionais de outros pontos do país e mesmo de interessados e colaboradores de ou tras profissões« A aproximação com profissionais e entidades de classes

das

demais profissoes liberais e técnicas e trabalho que esta na orbita das associ
ações de classe,

PERSPECTIVAS FUTURAS

Nao se poderá afirmar, sem incorrer na falta de veracidade de
dados, que a situação da profissão de Bibliotecario-Documentarist-a no Brasil
seja, de um modo geral, excelente, ou menos satisfatória^ A realxdade porem ,
deixa-nos antever, niun futuro próximo, perspectivas bastante
\
MM
to a sua formaçao e atuaçao em nosso ambiente sociale

promissoras quan

Com relação à existência de planos para a formaçao de profissionais e aparelhamento das escolas, temos a salientar o que vem de ser recentemente elaborado pela Escola de Biblioteconomia e Documentação da Universidade da Bahia, Dentro em pouco sera construidOj no Parque Universitário da Uni -

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�/
w
versidade, ao Canela, um prédio onde serão instalados a Escola de Bibliotecono»«;.
mia e o Serviço Central de Informaçoes Bibliográficas atendendo,de modo satisfa
*
\
/
torxo e mesmo excelente, as necessidades de nossas escolass funcionamento empre
dios proprios e integrados na Universidade o Mo planejamento, incluiu-se ainda a
A
/
possibilidade do darem, alunos e professores tempo integral, cursos de pos-graduação, etCj (7)o
Ainda na Bahia em 1957 a Escola de Biblioteconomia e DocTomen
taçao projetou, a pedido do então prefeito da Cidade do Salvador, Dr. Hello Machado, a Bibliot-eca Publica Municipal de Salvador© O projeto foi elaborado apos
estudos da densidade populacional da Cidade do Salvador, estabelecendo os Io i*
«W
A
cais, bairros e suburbios, onde deverão ser instaladas as bibliotecas da rede ,
maneira de distribuição do serviço, admissão de pessoal, orçamento para execu^
çao do projeto, etc,
No ano de i960, foi solicitada a mesma Escola a necessaria o
rientaçao para o levantamento da planta da Biblioteca Publica de Feira de San•
^
• j- j.
tana, prospera cidade do interior bahiano. Neste caso fox o proprio arquiteto
encarregado do projeto de constnaçao, quem se dirigiu difetamente a Escola

a

qual lhe colocou em mãos todos os dados necessarioso
A elaboração de projetos dessa natureza, por parte das Escolas de Biblioteconomia do pais, vai ao encontro da opinião de diversas autorid^
des biblioteoonomicas internacionais que aconselham m perfeito entrosamento en
tre as autoridades, arquitetos, construtores, etco e bibliotecários, em planeja
mentos desta naturezas
De grande importancia para a formação profissional do biblio
tecario-docTiiaentarigta, e, sem duvida, o projeto que ven de ser apresentado

a

Gamara Federal criando na Universidade de Brasília, e, como faculdade base,

a

Faculdade de Biblioteconomia« Diretamente ligada a ela esta a Biblioteca Central

(7) Planejamento e organização em anexo.

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�- 13 -

servindo de labóratorlo para as t)rátlcas dos alunos, como a da Bahia.
A Universidade de Brasilia estabelecera normas completamente revolucionárias para o ensino superior no país, sendo importante observar
que o estudante não ingressará, terminando o curso securdario, imediatamente nas
escolas de formaçao profissional, permanecendo algum tempo nos "Institutos Cen
trais", dedicando-se a pesquisa em todo os campos do conhecimento hxiniano« Pode
rao continuar se dedicando a pesquisa aqueles bem dotados e tomarem-so especi
alistas em setores fundamentais.

O conjunto dos Institutos Centrais será um

estagio intermediário de onde poderão sair e ingressar nas faculdades do form
gão profissional (8).
Para o ensino da Biblioteconomia e Documentação a mais nova
Universidade brasileijxi abrirá amplas possibilidades aos inte-rossados, pois os
Institutos Centrais de certo poderão encaminhar e alicerçar para as técnicas M
blioteconomicas grande núraero dos seus pesquisadores, dando oportunidade a que
aiomente, em progressão horizontal, os especialistas no assunto ou mesmo os encaminham para a formaçao profissional através a Escola de Biblioteconomia.

Os

M
*
alunos para todos os cursos serão recrutados nos vários Estados mediante seleçao para bolsas da estudo* Uma oportxinidado se abrira assim, para os inúmeros
valores existentes em todo o país, muitos dos quais, pesquisadores inatos, mas
impedidos de realizarem uma formaçao universitária

por falta de recursos

fi-

nanceiros ou existência de escolas de ensino superior nos seus estados,
A
Como Vemos, a mentalidade biblioteconomica brasileira encaP
A
minha-se para estabelecer, através de planos racionais e em consonância com

o

que vem sendo discutido e aprovado nos congressos e reuniões periódicas da cks

&lt;

se, as providências mais acertadas para a formação profissional do bibliotecario-docunentarista. Resta facilitar os cursos de pos-graduaçao para os egressos
das escolas que desejem uma especialização em qualquer setor.

Jf

)

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(8) Mundo Universitário - Universidade de Brasilia« In CAPES, nö 94? setembre
i960.

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Nao será por acaso uma própria imposição social esta de for
mar especialistas dentro de cada profissão?
A programação de congressos e reuniões da classe desde 1954
quando teve lugar em Recife o primeiro conclave nacional, vem modificando sensi
velmente a formação profissional do Bibliotecário,
Em julho de 1959, realizamos em Salvador o 2^ Congresso Bra
sileiro de Biblioteconomia e Documentação e, apenas decorrido 1 ano e meio, novamente nos reunimos nesta cidade de Curitiba para um 3^ Congresso, De permeio
a estes três importantes conclaves da classe, em três outras oportunidades di^
cutimos problemas de interesse profissional, quando, por ocasião das Reuniões
A
/
Anuais da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, tivemos os simpo sios de biblioteconomia, bibliografia e documentação, apresentação e divulgação
do trabalho científico, em 1957, 1958, e 1959, no Rio de Janeiro, São Paulo

e

Bahia, respectivamente,
Ainda em julho de i960, a Federação Internacional de Documentação realizou no Rio de Janeiro, por iniciativa do IBBD, a 26^ Conferência
Internacional, comparecendo grande numero de bibliotecários brasileiros que ti
veram oportunidade de manter contactos com notáveis autoridades internacionais
em biblioteconomia e documentação, acompanhando as discussões em plenário

dos

problemas então suscitados, Puderam, desse modo, confrontar o desenvolvimento
A
da experiencia brasileira na maioria dos temas e os colegas visitantes por sua
vez, observaram, nao so no Rio de Janeiro, através o IBBD, mas em outros cen tros do pais, o trabalho que vimos realizando no setor de biblioteconomia e do
cumentação,
Na realização periódica dêssoB congressop, revela-se o bi bliotecário brasileiro ccm aquele espírito que assinala Ortega y Casset: "El li
bliotecário debe ser un hombre de mente jovon, inquieto, dinâmico, siempre dis
puesto a aceptar ideas nuevaSo Un espirito progressista Io anima y Io convence

�/
p
de que ante todo esta al servido de Ia comunidad y que ya no tlene razon

de

ser ese sentimiento egoísta de querer vivlr y gozar para sl, para satisfaccion
e Interes personal, los llbros que Io acompanam en su tarea dlarla" (9)•
A criação de novas escolas de Biblioteconomia e Documenta ao

no pais. Integradas nas Universidades brasileiras, estimulara a Instalaçao

de modernos serviços blblloteconomloos entregando-os a direção de pessoal com petente e profissionalmente habilitado, Novas perspectivas se apresentarão

en-

M
^
mm/
/
tao ao exercido da profissão e, nao sera absurdo prever para o nosso pais

uma

situação mais positiva como líder realmente que o e da Biblioteconomia e Docu mentação na America do Sul e quiçá de toda America Latina.

CONCLUSÕES

A profissão de blbllotecárlo-documentarista, no Brasil, está na dependência de fatores comims a outros

países, mas apresenta caracterís-

ticas próprias, a saber:
a) necessidade de incorporação de todas as Escolas de Bibüi
oteconomia as Universidades brasilelrasj
mé
f
'
^
b) padronizaçao dos currículos com matérias basicas e ou
tras tantas de Integraçao cultural indispensáveis

como

"back ground" cultural para o exercido de tais funçoesj
«
M
Pm
c)criaçao de cursos de pos-graduaçaoj
d) aprovação do projeto de lei que padivaniza os currículos
e determina um mínimo de 4 anos para os cursos de Escolas de Biblioteconomia e Documentaçaoj

(9) J. Ortega y Gasset - Mission dei Bibliotecário,

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e) aprovação do projeto de lei ns 4*770 que regulamenta a profl.^
sao de bibliotecario-documentarlsta e seu exercício no paisj
f) providencias cabíveis e necessárias para, na Lei nS 3.780 de
12-7-1960, incluir os Bibliotecários-Documontarisiias entre os profissionais de
N. U.j
g) conseguir, através das Associações da Classe, dos demais Estados, leis semelhantes a Lei do Estado da Bahia, nS 675 de 25-11-1954-» que

re-

conhece o bibliotecário como profissional de N.U.j
h) a eleição da Diretoria da FEBAB para que haja um melhor

en-

trosamento e colaboração entre as Associações Federadas nos trabalhos de reivindicaçoes da classe em todo o pais.
A
f
A
Alem dog itens acima mencionados, que consideramos do importancia vital para o desenvolvimento da formaçao dos bibliotecarios-documentaristas
brasileiros, achamos indispensável um maior e melhor ontrosamento entre as Escolas e as Associações da classe, principalmente na organizaçao de planos publici*tários que atraiam as atenções das elites e do poder público para a carreira, suas
atividades, vantagens do exercício da profissão, como profissão nova intensaraente recrutada para serviços nos diversos setores da vida publica e privada do pais.
Perspectivas futuras da profissão no Brasil - Abrem excelentes
perspectivas: a Escola de Biblioteconomia e Documentação da Universidade da Bahi^
instalada em prédio propi-io, no Parque Universitário em conjunto com o Seiviço
Central de Informações Bibliográficas| a Universidade de Brasilia em bases revolucionárias e a Faculdade de Biblioteconomia como faculdade base; a ativa participaçao da classe em congressos e reuniões periódicas, estabelecendo novas recoM
A
^
mendaçoes de interesse profissional e técnico.
M
A
No empenho em dar solução e desenvolvimento a todos esses assun
tos, percebe-se que a profissão de bibliotecario-documentarista, no Brasil, enca
minha-se para situar o nosso pais como lider da Biblioteconomia, nao so na Ameri

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A
^
ca do Sul, nas en toda Amorica Latina,

hecomendacSes

Encaminhamos a discussão e aprovaçao do Plenário, as seguintes
re comendaçõe s:
1 - Referendar as recomendações do 2^ Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e
Documentação realizado em julho de 1959, em Salvador, Bahia, a respeito da ne cessidade de incorporação de todas as Escolas de Biblioteconomia e Documentação
as Universidades brasileiras.
Enviar a todas as Universidades brasileiras Nfemorial com as se
guintes considerações: a) importancia que se vem dispensando aos trabalhos bi blioteconomicos em todo o mundo para a idealização de trabalhos tecnicos-científicosj b) a criação da Faculdade de Biblioteconomia como faculdade de base na U
niversidade de Brasília; c) necessidade de que hajam bons serviços funcionando
niima Universidade e em toda a comunidade onde ela se situaj d) que tais send. ços precisam ser entregues a profissionais competentes e com boa formação uni versitariaj e) que as Universidades brasileiras que possuem Escolas de Bibliote
conomia estão fadadas a realizar melhores trabalhos no campo da especialização
te cnica-cientifica.
2 - Recomendar, de acordo ainda com outra recomendação aprovada no 22 Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, a seguinte proposição:
Que as Escolas de Biblioteconomia e Documentação formem profissionais oomum
mínimo de

anos,

3 - Recomendar a todas as Associações da Classe que mantenham entendimentos

cem

A
*
^
os representantes de seus Estados, na Gamara Federal, através oficios ou pessoalmente, para a aprovação mais rápida dos 2 projetos de lei sobre a Regulamenta
ção

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da Profissão e do ensino, respectivamente.

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�4 - Recomendai' a FE3AB e demais Associações da Classe que enviem Memoriais

ao

Presidente da Republica, a G^ara dos Deputados e ao Senado, reivindicandà para
o bibliotecário o N.U, o que, injustamente lhe negou a Lei 3,780 de 12-7-1960,
5 - Que este Congresso telegrafe imediatamente ao Presidente da República, a As
sembleia Legislativa Federal e ao Senado sobre o assunto do item anterior,

ou

seja: Inclusão dos Bibliotecários entre os profissionais N,U,

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1 - BAHIA, Leis, decretos, etc.

Lei ns 675 de 25-11-1954,

reestrutura o pes

soai de N.U, e dá outras providências. Diário Oficial 7-12-195A.
2 - BRASIL, Instituto Nacional do Livro. Guia das bibliotecas brasileiras. 3- £
dição. Rio de Janeiro, 1955» p. 131,
3 - CARVALHO, Felisbela Liberato de Matos - Fortriação profissional do bibliotec^
rio, in IBBD - boletip irifnrmativo»

Rio de Janeiro, v, 3, n,5/6, p, 319

-325.
-

Planejamento apresentado ao Reitor Edgar Santos para construção

e

instalação da Escola de Biblioteconomia o Documentação e do Serviço Central

de

Informações Bibliográficas da Universidade da Bahia, 1960,
5 - CUNHA, Maria Luiza Monteiro da - A formação profissional - Documentalistas
e Bibliotecários, in 26^ Conferencia Geral da Federação Internacional de
Documentação. Rio de Janeiro, julho, i960,
6 - DANIELS, Marietta - Estúdios y conocimientos en accion, Washington, Union
Panamericana, 1958, 81p,ilus,
7 - DAiJTON, J, Periam - La forraacion profcsional dei bibliotecário. UNESCO, 195!^
I04.P,
8 - HATTORI, Kintaro - La formación de bibliotecários en el Japon, in Boletin
de Ia Unesco para Ias bibliotecas» v. 13? n.l, 1959, p. 13-14«
9 - KENl^DY, R, F. - Las bibliotecas públicas y Ia formacioh de los bibliotecários en Ia Union Sudafricana. in Boletin de Ia UNESCO para Ias bibliotecas. V. 9, n, 7, 1955, p. 120-122.
10 - MUNDO UNIVERSITÁRIO - Universidade de Brasília, in CAPES - Boletim Infor »
mativo da Campanha de Pessoal de Nível Superior« n. 94, setembro,

I96O

p. 16h-23.

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�- 20 -

11 - ORTEGA y Gassetj, Jose - Mission dei bibliotecário, in 2^ Gongi-esso Internacional

de bibliotecas y bibliografia.

Madrid-Barcelona, 1935# p# 79.

12 - PENNA, Carlos Victor - Bosquejo de un Plan de Estimulo y Desarrollo de los
Serviçios Bibliotecários, in Boletin de Ia Asociacion Colombiana de Bibliotecários. Bogotá, Colombia, v.3j n,3, julio-septiembre, 1959, p. 73-85.
13 - REDMÜND, Da A« - Formacion de bibliotecários en Ceilan. in Boletin de Ia UNESCO para Ias bibliotecas, v. 12, n, 10, 1958, p. 230-231.
14. - RUSSO, Laura Garcia Moreno e Rocha, Rodolfo (Jr^ -

Federação das Associa-

çoes Brasileiras de Bibliotecários, in 2S Congresso Brasileiro de Blblioteconom.a e Documentação. Salvador, Bahia, julho, 1959.
15 - VICEWTINI, Abner Lollis Corrêa - A dociimentagão no Brasil, in 2S Congresso
Brasileiro de Biblioteconomia e Docunentacao. Salvador, Bahia, julho,
1959 c

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�PLANEJAMENTO PARA CONSTRUÇÃO DO
PRÉDIO FARA A ESCOLA DE BIBLIOTECONOMIA E DOCIMSNTAGÃO E O
SERVIÇO CENTRAL DE INFORMAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS
DA UNIVERSIDADE DA BAHIA

Diretoria«

1 sala

Secretaria

"

"

ESCOLA E

Relagões Publicas e Publicidade,,,.,

"

"

S.C,I.B,

Serviços de Administração,,,..,.,

,3 salas

Auditório c/capacidade p/l50 pessoas,
Almoxa rifado

1 sala

Area p/exposiçao de cartazes, etc

"

"

Pequeno apart, p/zelador do prédio.

5 salas de aula (capacidade p/trinta alunos cada sala)
1 sala p/ a Biblioteca de uso dos alunos (cerca de 1.000 livros)
1 sala p/o Diretorio Acadêmico
ESCOLA

1 cantina
1 sala p/os professores
1 sala p/os arquivos
Sanitários

a) Deposito (em forma de torre) p/ receber os livros dispostos
classificados por assunto, prevendo um crescimento em 20 aS.C.I.B.
b) 5 salas p/os serviços técnicos de seleção, catalogaçao, pi«
M
«w
A
paraçao, distribuição, permuta, etc, do material bibliogra-

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�fico(no mesmo pavimento e próximas da area destinada aos catálogos de uso externo).
N '
'
c) area para os catalogos
d) 4 salas destinadas aos serviços de pesquisas bibliográficas, informações, e intercâmbio e traduções
e) 4 salas para os serviços de publicações, distribuição e controle,
redação e revisão, mecanografia e impressão, (prever área livre
p/ o desenvolvimento deste último serviço)
f) 4 salas para os serviços de foto-docunentação
g) area p/ os laboratórios (fotografia, preparo de foto-cópias, die
positivos, otc» e restauração de documentos)
h) 1 sala (grande) p/ as obras de referencia que será também sala de
leitura, com cnpacidade p/50 leitores,
i) 1 ídem onde ficarão os periódicos de consulta (index, abstracts,
etc«) do ano em curso o do ano anterior e que sera também sala
de leitura com capacidade p/ 30 leitores,
j) 1 pequena sala para as raridades bibliográficas
k) 6 reservados destinados aos pesquisadores, onde ficarão reservados o material em estudo, com aparelho para leitura de

mlcrofil

mes, etc,
1) 1 sala destinada as reuniões do "staff",
m) sanitários.

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    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
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              <text>A profissão de bibliotecário-documentarista: situação e perspectivas no Brasil</text>
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              <text>Aragão, Esmeralda Maria de</text>
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