<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item xmlns="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5" itemId="5471" public="1" featured="0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5 http://omeka.org/schemas/omeka-xml/v5/omeka-xml-5-0.xsd" uri="http://repositorio.febab.libertar.org/items/show/5471?output=omeka-xml" accessDate="2026-06-21T21:47:16-07:00">
  <fileContainer>
    <file fileId="4538">
      <src>http://repositorio.febab.libertar.org/files/original/47/5471/SNBU2006_232.pdf</src>
      <authentication>b42f44e1bef2835db744d8087ff74616</authentication>
      <elementSetContainer>
        <elementSet elementSetId="4">
          <name>PDF Text</name>
          <description/>
          <elementContainer>
            <element elementId="92">
              <name>Text</name>
              <description/>
              <elementTextContainer>
                <elementText elementTextId="59134">
                  <text>O CONSÓRCIO COMO FERRAMENTA DE IDENTIFICAÇÃO E APROVEITAMENTO
DAS MELHORES PRÁTICAS ENTRE CENTROS DE INFORMAÇÃO NA AMÉRICA
LATINA
Autoria: Dulcinéia Dilva Jacomini1
ddj@usp.br
Diretora Técnica
Serviço de Biblioteca e Documentação
Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade
Universidade de São Paulo
Av. Prof. Luciano Gualberto, 908
05508-900 São Paulo – SP
Brasil
http://www.fea.usp.br/biblioteca
Tânia Fraga2
tmafraga@ea.ufrgs.br
Bibliotecária-chefe
Escola de Administração da
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Rua Washington Luiz, 855
90010-460 Porto Alegre – RS
Brasil
http://biblioteca.ea.ufrgs.br

1. INTRODUÇÃO
A estratégia das organizações tradicionais até a década de noventa era a autosuficiência plena, com foco concentrado em garantia de fornecimento e domínio
completo do ciclo produtivo ou operativo. O conceito até então dominante era o da
rivalidade, em acordo com as condições até então existentes de produção em massa,
mercados oligopólicos, competição estrangeira quase inexistente, longo ciclo de vida
dos produtos, poucas inovações tecnológicas e menor custo de capital.
Entretanto, ao final dessa década, o fenômeno da globalização provocou mudanças
radicais. A economia, agora caracterizada por maior liberalização dos mercados,
começou a basear-se, de forma crescente, em conhecimento menos explícito, que não
1

Mestre em Ciência da Informação – ECA/USP; MBA Conhecimento, Tecnologia e Inovação – FIA/FEA/USP; Diretora do
Serviço de Biblioteca e Documentação – FEA/USP
2
Especialista em metodologia do Ensino Superior – IPA/RS; Bibliotecária-Chefe da Biblioteca da Escola de Administração da
UFRGS

�pode ser transferido simplesmente por meio de licenças ou compras. Simultaneamente,
a competição intensificava-se, e a posse de todos os recursos necessários não raro
passava a ser menos importante do que lhes ter o acesso. Os consumidores, por sua
vez, aumentaram suas exigências, requerendo contato mais estreito com as empresas,
que começaram a preocupar-se com a customização (TROCOLLI, 2003, p.182)
Por esses motivos, diferentes tipos de organizações passaram a ver na cooperação um
meio para se desenvolver com maior rapidez, talento e credibilidade. Assim, começaram
a compartilhar informações, tecnologia, compromissos, oportunidades, riscos e
objetivos, como também o sucesso organizacional em um determinado mercado
(MARQUEZ, 2003, p.15).
Segundo Nonaka e Takeuchi (1997, p.54), surgiu um novo paradigma de estratégia
empresarial, denominada abordagem baseada em recursos para ajudar as empresas a
competirem de forma mais eficaz no contexto de constante mudança e globalização da
década de 90. Essa nova abordagem vê competências, capacidades, habilidades e
ativos estratégicos como a fonte da vantagem competitiva sustentável para a empresa.
Desde então, as novas tecnologias e os novos conceitos de gestão organizacional têm
sido comumente evocados por especialistas para destacar a necessidade de as
organizações se prepararem para a formação de alianças estratégicas buscando
parcerias que possibilitem o compartilhamento de recursos e conhecimentos, que de
outra forma não poderiam obtê-los.
Klotzle (2003, p.33) considera que “o crescente aumento da popularidade desse novo
tipo de atividade é visto como mais uma prova da constante marcha da globalização,
principalmente pelo fato de um grande e crescente número desses acordos envolverem
empresas de, pelo menos, duas nacionalidades”.
Austin (2003, p.19), identifica o século XXI como o da era das alianças, na qual a
colaboração entre organizações sem fins lucrativos e as corporações aumentará em
freqüência e em importância estratégica. Para o autor, estas alianças não necessitam ter
planos estratégicos grandiosos. A paciência e a perseverança serão suficientes para o
alcance de resultados importantes a partir de começos modestos.

�Costa (2002, p.172) considera que algumas motivações básicas que levam entidades e
empresas a buscar associações são, geralmente, a convicção de que a operação em
rede é mais eficiente e mais flexível que a atuação individual; a atuação conjunta,
aproveitando as sinergias entre as empresas, pode gerar um algo mais para os clientes
e para as próprias empresas; há áreas distintas de complementaridade a serem
exploradas, tais como, de competências, de tecnologias, de métodos ou processos, de
cobertura do mercado ou do público-alvo e muitas outras; e as possibilidades de
aumentar o valor de mercado de ambas as instituições, pela percepção externa de que,
atuando em conjunto, elas têm maior “poder de fogo”, do que isoladamente.
Assim, observa-se que há vários exemplos de alianças: alianças com outras empresas
ou entidades que atuam em segmentos de mercado ou público-alvos complementares;
representação de marcas, serviços, produtos, franquias; alianças com clientes; alianças
com fornecedores; alianças com concorrentes; consórcios, associações, fusões,
incorporações, aquisições, terceirizações e quarteirizações.
Este processo vem ocorrendo nos mais diversos níveis: países formam blocos
estratégicos para sua inserção no mercado global; empresas de países diferentes se
unem em joint ventures, consórcios e outras formas de parceria para enfrentarem
concorrentes mais poderosos; universidades, empresas e governos se juntam para
obterem benefícios comuns e aumentarem sua inserção na sociedade; empresas de um
mesmo segmento se concentram em determinadas regiões – formando clusters e outras
formas de alianças que estão proliferando na medida em que crescem os desafios de
inserção num mercado cada vez mais competitivo (MARQUEZ, 2003, p.3).
Neste cenário, contata-se que as diversas formas de se criar alianças estratégicas,
possuem um mesmo princípio básico que é o de melhorar o processo interno das
organizações no que se refere a oferecer vantagens e continuar a existir. Essas
organizações focadas em resultados, criam, cada vez mais oportunidades para um
trabalho conjunto e, desse modo, novas possibilidades que favorecem o cumprimento
de suas respectivas missões.

�Estudo realizado pela Aliança Capoava1 e Imprensa Oficial do Estado de São Paulo
apontam as principais características das alianças estratégicas:
um compromisso de longo prazo
um elo baseado em participação e compartilhamento de capacidades, recursos,
bens
uma relação recíproca com uma estratégia compartilhada como ponto comum
um detalhamento das ações conjuntas e dos projetos comuns
cada parceiro preserva sua identidade e autonomia
Embora não tenha sido exaustiva, a análise da literatura para a elaboração deste
trabalho, aponta para um crescente interesse pelo tema alianças estratégicas. No que
diz respeito à definição conceitual, identifica-se uma enorme diversidade de significados
atribuídos ao assunto. As publicações selecionadas refletem a variedade de situações
existentes que vão desde uma relação de cooperação para a realização de um projeto,
até o mero aporte de recursos.
Assim, este trabalho não tem o objetivo específico de distinguir conceitualmente o termo
aliança estratégica, mas concentra-se, especialmente, na relação de aliança entre
bibliotecas universitárias por meio de uma das modalidades existentes que é a do
consórcio - tipo de aliança que envolve compromissos mútuos de cooperação e de
aprendizado em comum e visam gerar riquezas também para todos os parceiros, com
ganhos revertidos em benefícios sociais e econômicos, redução de custos e
investimentos.

2. CONSÓRCIOS COMO ALIANÇAS ESTRATÉGICAS: INTEGRANDO O TEÓRICO
E O PRÁTICO
Segundo Marquez (2003, p.47), nas universidades, o compartilhamento de inovações
tecnológicas, a partir do investimento em pesquisas científicas pode, rapidamente, trazer
resultados coletivos para setores públicos e privados da sociedade. Neste contexto, o
apoio documental e informacional das bibliotecas universitárias e de seus profissionais
1

Criada por Ashoka, AVINA, Ethos e GIFE em agosto de 2002, é dedicada a promover e estimular, no Brasil, a reflexão
sobre os modelos e os impactos das parcerias e alianças entre lideranças e organizações da sociedade civil e do setor

�torna-se fundamental, sendo o fator informação essencial à estratégia competitiva,
devendo, desta forma, ser criteriosamente gerenciado por bibliotecários capacitados e
especializados. Um fator indiscutível acerca da formação de alianças com universidades
é a garantia de um retorno satisfatório à sociedade, principalmente em termos de
qualidade e cientificidade dos resultados pela credibilidade conquistada por
universidades brasileiras e seus pesquisadores, principalmente as públicas.
Ainda segundo o autor (p. 43), as bibliotecas universitárias possuem importante papel na
formação de alianças, atuando como parceiras de empresas e pesquisadores, pois a
elas cabe o apoio e o suporte informacional, de localização, seleção, tratamento e
disponibilidade da informação que será vital em uma dada pesquisa, fazendo uso de
cooperação e troca de informações entre bibliotecas, também parceiras, que poderão
agilizar o trabalho dos pesquisadores, influenciando nas decisões referentes à estratégia
e à alocação de recursos no universo da pesquisa.
Vega (1999), entende que o desenvolvimento de atividades cooperativas entre
bibliotecas é uma das características mais atuais da Biblioteconomia. A cooperação
bibliotecária se manifesta de maneira especial nas bibliotecas universitárias, mais
voltadas ao intercâmbio de experiências e serviços.
Para Fonseca et al (2006) a informação é um fator estratégico para a competitividade,
nos diferentes setores organizacionais, cabendo aos seus gestores enfrentar o desafio
de aprimorar e/ou desenvolver novos serviços e produtos, ampliar mercados e,
conseqüentemente, aumentar seus lucros utilizando a informação nas suas diferentes
aplicações, como apoio à tomada de decisão; nas etapas de concepção e
desenvolvimento como fator de produção de produtos e/ou serviços com valor
agregado; insumo de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, processo que deve ser
apoiado integralmente por informações durante sua trajetória e/ou fator de gestão,
contribuindo para multiplicar a sinergia entre os indivíduos da organização.

empresarial.

�No estudo da Aliança Capoava e Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, as alianças
de sucesso são aquelas que podem ser identificadas pelos oito Is: são oito Eus que
criam bem-sucedidos Nós:
excelência Individual – todos os parceiros são fortes e têm algo de valor;
Importância – o relacionamento preenche objetivos estratégicos críticos para todos;
Interdependência – há uma complementaridade de ativos e habilidades de tal modo
que nenhum dos parceiros pode conseguir sozinho aquilo que todos conseguem por
meio da aliança;
Investimento – obedecendo a acordos, os parceiros investem um no outro como
forma de sinalizar o comprometimento de longo prazo;
Informação – a comunicação é razoavelmente aberta. Os parceiros compartilham as
informações necessárias ao funcionamento da aliança;
Integração – os parceiros, ao mesmo tempo professores e aprendizes, desenvolvem
não apenas formas compartilhadas de operação, mas também amplas ligações
entre muitas pessoas e em muitos níveis;
Institucionalização – a aliança é formalizada em uma complexa estrutura de apoio
que cobre desde os vínculos legais até os sociais e permite o compartilhamento de
valores;
Integridade – os parceiros comportam-se de modo mutuamente honroso para
justificar e aumentar a confiança mútua;
Em meio a esta onda de alianças, cabe aos gestores de bibliotecas universitárias
dotados de uma visão de longo prazo e transpondo as barreiras institucionais internas,
desenvolver alianças estratégicas, buscando nesta alternativa obter ganhos de eficiência
coletiva. Neste cenário, o consórcio entre bibliotecas universitárias representa um
modelo de gestão cooperativo interbibliotecas que tem como propósito integrar as
competências organizacionais essenciais para o trabalho em conjunto: liderança,
capacidade de articulação e negociação, geração de resultados, capacidade de
identificar recursos, competência e conhecimento técnico.
Do ponto de vista prático, o processo de formar alianças não é tarefa fácil para as
bibliotecas universitárias. A tradicional gestão burocrática predominante em grande parte
delas, deve ser substituída por refinados procedimentos de gestão, tais como:

�mudanças no sistema organizacional, adequação da cultura local e alinhamento de
competências pessoais e organizacionais.
No entanto, alguns fatores são motivadores e influentes na decisão por alianças
cooperativas:
as relações interpessoais - a prospecção de fornecedores e o intercâmbio de
informações sobre as especificidades e necessidades de produtos e serviços
contribuem para o desenvolvimento de soluções, qualidade das operações e no
alcance da eficiência. Neste aspecto, Mailhiot citado por Costa (2004), afirma que “a
produtividade de um grupo e sua eficiência estão estreitamente relacionadas não
somente com a competência de seus membros, mas sobretudo com a solidariedade
de suas relações interpessoais. Os autores são unânimes em reconhecer a grande
importância das “relações interpessoais” tanto para os indivíduos quanto para as
organizações, relativamente à produtividade, qualidade de vida no trabalho e efeito
sistêmico;
a harmonia do trabalho com profissionais de outras instituições nacionais e
internacionais - este fator pode ser considerado uma conseqüência do anterior,
uma vez que os benefícios percebidos das relações interpessoais refletem aspectos
tangíveis das atividades funcionais, bem como aspectos intangíveis passíveis de
avaliação pelos clientes. Logo, as expectativas das partes envolvidas se
complementam. Para Fischer (2002, p. 17) quando os grupos podem explicitar sobre
onde seus interesses divergem e convergem e desenvolver abordagens sistemáticas
para sustentar os interesses compartilhados e limitar conflitos de interesse, suas
chances aumentam para sustentar empreendimentos colaborativos de sucesso;
o contexto de decisão inter e intra organizacional - este fator reflete uma
concepção de relacionamento entre pessoas e organizações, na qual os
profissionais bibliotecários não atuam isoladamente e não centralizam em si todas as
responsabilidades e os papéis necessários ao desenvolvimento da aliança, mas
participam da tomada de decisão estratégica em conjunto com a alta administração
das instituições de ensino superior onde atuam;
o aumento da complexidade das atividades – o ambiente das bibliotecas
universitárias está se tornando cada vez mais complexo e instável, exigindo dos seus
profissionais o domínio de novas tecnologias e uma capacitação contínua. Assim,

�uma das condições favoráveis para a formação de alianças estratégicas é a de
encontrar bons parceiros que supram as habilidades complementares, conhecimento
técnico, bem como outras competências que, por diversos modos, podem auxiliar os
profissionais das bibliotecas a superar as complexidades crescentes das suas
atividades e a melhorar o resultado final dos seus produtos e serviços;
a transferência das melhores práticas – as alianças entre bibliotecas,
principalmente aquelas com organizações similares e conectadas entre si,
desenvolvem uma interação que influencia as práticas realizadas e os desempenhos
almejados. A variedade de interações conjuntas, seja em encontros pessoais ou
através do correio eletrônico, cria uma tendência natural para o compartilhamento de
conhecimentos e de outros recursos e, desse modo, torna-se um ambiente favorável
e um meio ideal para a difusão das experiências de sucesso e de capacitação das
pessoas envolvidas;
a criação de valor - elementos diferenciais como o trabalho e a aprendizagem
cooperativos, a troca de informação, a capacidade de comunicação, o
compartilhamento e a interação obrigam as bibliotecas e os seus profissionais a
atentar para a necessidade de se adequarem a um novo paradigma: o de agregar
valor e vantagens aos seus produtos e serviços, em sua trajetória de busca pela
qualidade. Assim, empreender ações para imaginar, construir e manter
relacionamentos e entender as melhores práticas tem papel importante na criação
de valor, tanto para os profissionais envolvidos na formação de alianças, quanto para
as bibliotecas universitárias onde atuam, pois resulta em soluções inovadoras para
todos os envolvidos.
O trabalho conjunto estabelecido nas alianças entre bibliotecas universitárias, resulta
comumente, em melhoria de processos e nos seguintes produtos e/ou serviços:
um catálogo coletivo que represente o acervo das bibliotecas do consórcio, a fim de
melhorar a eficácia da pesquisa em suas comunidades, com o aumento dos
recursos disponíveis;
o acesso da comunidade acadêmica aos bancos de dados bibliográficos existentes e
os empréstimos-entre-bibliotecas;
o estabelecimento de trabalhos cooperativos, melhorando os serviços existentes nas
bibliotecas e reduzindo os custos operacionais;

�a implementação de novas tecnologias de informação e comunicação aos serviços
biblioteconômicos;
potencialização das competências e habilidades informacionais e tecnológicas dos
profissionais bibliotecários.
Contudo, a reflexão teórica sobre o tema alianças entre-bibliotecas e os seus benefícios,
por se tratar de experiência recente no meio biblioteconômico, não se esgota nestes
itens apresentados, pois a cada nova experiência surgem novas questões norteadoras
para o desenvolvimento de parcerias de sucesso.
Em vista disso, o relato sobre o Consórcio entre os Centros de Informações LatinoAmericanos do CLADEA, pretende contribuir com mais dados sobre o assunto, e com
isso, valorizar e estimular a prática de alianças entre as bibliotecas universitárias.

3. HISTÓRICO CLADEA
O Conselho Latino-americano de Escolas de Administração - CLADEA - é uma
organização internacional que agrupa instituições de educação superior dedicadas ao
ensino e à pesquisa na área da administração pública e privada. Criado em 1967 em
Lima, Peru, reúne-se todo ano em local e data préviamente definidos. O Comitê Diretivo
é composto por diretores de Escolas de Administração, por um período de 2 anos, cujo
presidente atual é Jorge Talavera Traverso, Reitor da Universidad San Ignacio de Loyola
no Peru.
Atualmente, conta com mais de 120 membros, composto por escolas de negócios,
mantendo relações de intercâmbio com as principais redes acadêmicas de todo o
mundo, como AACSB International, EFMD, BALAS, OUI, ANPAD, AIB, Associação Von
Humboldt, entre outras.
Seus países membros são: Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil,
Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Estados Unidos, Equador, Espanha, França,
Holanda, Itália, México, Paraguai, Peru, Porto Rico. Republica Dominicana, Suíça,
Uruguai e Venezuela.

�No Brasil atualmente são membros do CLADEA a Associação Nacional de PósGraduação e Pesquisa em Administração(ANPAD), Universidade Federal do Rio de
Janeiro(UFRJ), Fundação Getulio Vargas EAESP/FGV, Universidade de São
Paulo(USP), Universidade Federal da Bahia(UFBA), Universidade Federal de Minas
Gerais(UFMG), Universidade de Santa Cruz do Sul(UNISC), Universidade de São Paulo
de Ribeirão Preto, Universidade do Vale do Itajaí(UNIVALI) e Universidade Federal do
Rio Grande do Sul(UFRGS).
Os objetivos do CLADEA são: contribuir na resolução dos problemas das sociedades
latino-americanas através do ensino, da pesquisa e da difusão dos conhecimentos e das
técnicas de administração; difundir entre as organizações sociais e econômicas da
América Latina a difusão da administração; desenvolver sistemas de cooperação a nível
internacional entre diretores e acadêmicos de distintos países e áreas de interesse,
promovendo a investigação, e o desenvolvimento de casos e apoio bibliográfico; apoiar
os Centros de Informação e Documentação desde o próprio centro de Documentação
do CLADEA; facilitar a comunicação entre os membros de instituições relacionadas com
a administração em cada país e internacionalmente; organizar seminários e eventos
internacionais que favoreçam o intercâmbio e a solução de problemas específicos na
América Latina.

4. SOBRE OS CENTROS DE INFORMAÇÕES LATINO-AMERICANOS DO CLADEA
Por iniciativa da bibliotecária Norma Cecília Alegre Castro, do Centro de Documentação
e Informação (CDI), da Escuela de Administração de Negócios (ESAN), na XXXVIII
Assembléia Anual do CONSELHO LATIONOAMERICANO DE ESCOLAS DE
ADMINISTRAÇÃO (CLADEA), ocorrida em Lima, Peru, de 22 a 24 de outubro de 2003,
reuniram-se representantes de bibliotecas das instituições associadas ao CLADEA da
Argentina, Brasil, Chile e Peru. Neste primeiro encontro, sob o tema “Gerencias: desafios
e novos paradigmas” foram apresentados dois projetos: 1. Metadatos en Negocios y
Economía. Norma Cecilia Alegre Castro. ESAN; 2. Proyecto de tesis digitalizadas.
Marcia Vargas de Sánchez León. Escuela de Postgrado Universidad San Ignacio de
Loyola. Na ocasião, foi lançada a proposta do estabelecimento de um consórcio entre as

�bibliotecas e centros de informação das escolas de administração associadas ao
CLADEA.
Em 2003, no Congresso Mundial sobre Bibliotecas e Informação - 70º Conferencia Geral
da IFLA, em Buenos Aires, ocorreu um novo Encontro no qual foram apresentados
relatos dos projetos anteriores e novos projetos. Estiveram presentes representantes
dos países: Argentina, Chile, Equador, México, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.
Propostas apresentadas:
Red

de

Centros

de

Información.

Proyectos asociativos. Modalidades y

requerimientos. Ángel Castaño. Instituto Universitario IDEA – Argentina;
Proyecto

de

Acceso

y

Transferencia

de

Información

entre

Bibliotecas

Latinoamericanas con vista al mundo. Fátima Canales Gómez. Centro de
Información Bibliotecario de la Escuela Superior Politécnica del Litoral - Equador;
Altamira. Grupo de Bibliotecas Académicas Peruanas. Milagros Morgan. Universidad
de Ciencias Aplicadas, UPC. - Lima;
Relato

I Reunión de Centros de Información Latinoamericanos de CLADEA.

Proyecto: Metadatos en Negocios y Economía. Norma Cecilia Alegre Castro. ESAN
– Lima;
Propuesta CLADEA Business Collection bajo la plataforma Ebrary. Marcia Vargas de
Sánchez León. Escuela de Postgrado Universidad San Ignacio de Loyola - Lima;
Asociatividad y Desarrollo de Estrategias de Sustentabilidad. Proyecto: Consorcio de
Unidades de Información de CLADEA. María Rosa di Risio. IDEA – Argentina.
A primeira reunião ocorrida em Lima e este Encontro, lograram consolidar o Consorcio
de Unidades de Informação do CLADEA e o desenvolvimento de projetos regionais.
Posteriormente, em 2005, aconteceu a II Reunião de Centros de Informação(CI) em
Santiago do Chile, durante a 40º Assembléia Anual do CLADEA, cujo tema foi "Inovação
e Gerência, o novo Gerente para este Milênio, Desafios de Unidades de Informação",
organizada pela Universidad San Ignacio de Loyola, a Escuela de Postgrado da
Universidad San Ignacio de Loyola, Universidad ESAN de Perú, IDEA de Argentina e
CLADEA na sede da Escuela de Negocios da Universidad de Chile. Nesta ocasião

�foram abordados os seguintes temas: gestão da informação, tecnologia e marketing de
serviços.
Representantes dos 11 Centros de Informação de instituições membros do CLADEA,
reunidos durante a 2º Reunião de Centros de Informação do CLADEA, definiram um
Programa de Trabalho para o biênio 2006-2007 e assinaram o Acordo Associativo do
Consórcio de Centros de Informação Latino-Americanos do CLADEA com os seguintes
objetivos:
estabelecer uma aliança estratégica com características próprias que beneficie as
comunidades acadêmicas das instituições vinculadas ao CLADEA;
criar um espaço de discussão e trabalho dos

representantes de unidades de

informação que participam do consorcio do CLADEA;
apresentar os trabalhos cooperativos que permitirão e facilitarão o desenvolvimento
e fortalecimento destes centros;
possibilitar a capacitação dos membros do consórcio através de cursos e palestras.
No consórcio, a esperada relação de benefícios mútuos incorpora não só as potenciais
competências das profissionais engajadas, mas agrega elementos complementares
para o sucesso dessa aliança: a colaboração, a troca de informação, a capacidade de
comunicação, o respeito às diferenças individuais e culturais, etc

5.

PERSPECTIVAS

E

DESAFIOS

DO

CONSÓRCIO

DE

CENTROS

DE

INFORMAÇÃO LATINO AMERICANOS DO CLADEA
Composto por destacadas bibliotecas nos países onde atuam, o Consórcio CLADEA
desenvolve uma perspectiva evolutiva e integrada sistêmicamente para a utilização dos
diversos serviços de informação, formando uma infra-estrutura de longo prazo com
vistas ao desenvolvimento de pessoas e de suas respectivas instituições na América
Latina.
Em linhas gerais, espera-se deste consórcio:
oportunidades frequentes de interação e colaboração para o trabalho e a
aprendizagem cooperativos. No processo de aprendizagem entre pares, o exercício

�da parceria é democrático, no sentido de que a riqueza das contribuições de cada
biblioteca está justamente no aporte de conhecimentos que pode trazer para o
consórcio. Neste sentido, faz-se necessário reconhecer que as bibliotecas
consorciadas são diferentes e, justamente por ser diferentes é que se potencializam
mutuamente;
O relacionamento entre os integrantes, no decorrer de um ano, já criou diversas
possibilidades de ganhos de conhecimentos, provenientes das experiências
desenvolvidas nas diversas bibliotecas ou das informações compartilhadas e
difundidas no âmbito das próprias bibliotecas;
melhorar os processos, produtos e serviços biblioteconômicos locais, a partir da
identificação das melhores práticas entre as colegas. A prática colaborativa permite
que se alcance um elevado nível de qualidade, uma vez que, inevitavelmente,
acontecerão “benchmarkings” expontâneos entre as bibliotecas integrantes do
consórcio;
reduzir custos -

a cooperação permite eliminar as assinaturas de publicações

periódicas de pouca circulação, com a possibilidade de ter sempre acesso a elas
noutras bibliotecas. Além disso, pode-se obter condições de privilégio na prospecção
e na seleção de fornecedores junto às demais bibliotecas do consórcio;
Reforçar o papel e a imagem da biblioteca – ao vincular-se a mais uma rede
cooperativa, a biblioteca distancia-se ainda mais, do antigo paradigma de
mantenedora de acervo para agregar-se como importante instrumento à política de
internacionalização da instituição;
Ao longo do tempo, espera-se dar rumos ainda mais inovadores ao consórcio, com a
criação de uma infra-estrutura colaborativa de partilha de informação e conhecimento
para atender a diversidade de situações e modalidades de interação e aprendizagem
entre as bibliotecas consorciadas.
No que se refere à gestão do consórcio, deve-se levar em conta que o trabalho conjunto,
em vista de sua crescente complexidade, pressupõe muitas vezes o rompimento com
estruturas hierárquicas tradicionais e o gerenciamento de questões ligadas às relações
de poder entre os parceiros, bem como de conflitos decorrentes das diferentes
nacionalidades e culturas envolvidas. Neste caso, para se obter uma convivência
harmônica, é necessário que os profissionais integrantes do consórcio estejam atentos

�às situações que possam gerar conflito e tenham flexibilidade para considerar os
elementos intangíveis que compõem a parceria, pois as principais características e os
atributos das alianças estão predominantemente voltados para o campo dos valores e
da ética.
Enfim, a aliança estratégica depende essencialmente da contínua geração de valor para
seus integrantes e do modo como interagem, isto é, ela deve ser considerada mais
como uma relação em desenvolvimento do que como um acordo associativo.
De um modo geral, os desafios a serem enfrentados pelo Consórcio CLADEA são os
mesmos identificados na literatura para organizações que visam lucro: respeito à
diversidade cultural; construção de consensos prévios quanto a expectativas, objetivos,
papéis, recursos, estratégias e critérios de avaliação, socialização das informações e
planejamento conjunto; assegurar a geração de valor para as instituições aliadas;
construir bases de confiança entre os parceiros.
É preciso considerar que cada aliança estabelecida tem sua própria história e
desenvolvimento. Aliado ao fato de ser uma prática recente e pouco freqüente entre
bibliotecas, deve ser modelada conforme suas especificidades e segundo as motivações
que a inicializaram. Neste caso, o desdobramento das suas etapas segue o ritmo de
desenvolvimento e implementação que é dado pelos seus integrantes.

6. CONCLUSÃO
Se por um lado, pode-se observar uma tendência para o aumento no número de
alianças entre bibliotecas universitárias, por outro o apontamento das expectativas e
obstáculos confirma o grande desafio que é o processo de formação, gestão,
planejamento, acompanhamento e avaliação das mesmas. Integradas neste processo,
sabe-se agora com maior precisão a dimensão desse desafio. Mesmo assim, continuase com metas ambiciosas, no sentido de aumentar o universo de interação entre as
bibliotecas. A experiência, até o presente momento, embora complexa, permite traçar,
com maior segurança e motivação, os caminhos e rotas a seguir.

�REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALIANÇAS e Parcerias: mapeamento das publicações brasileiras sobre alianças e
parcerias entre organizações da sociedade civil e empresas. São Paulo: Aliança
Capoava e Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2005
AUSTIN, James E. El desafio de la colaboración: como las organizaciones sin
fines de lucro y las empresas comerciales alcanzan el éxito mediante alianzas
estratégicas. Buenos Aires: Granica, 2003
COSTA, Eliezer Arantes da. Gestão estratégica. São Paulo: Saraiva, 2002.
COSTA, Wellington Soares da. Humanização, relacionamento interpessoal e
ética. Cadernos de Pesquisas em Administração, v.11, n. 1, p.17-21,
janeiro/março 2004.
FONSECA, Fábio et al. Ruptura de paradigmas biblioteconômicos,
autoformação e mercado de trabalho: estudo de caso. Disponível em
http://www.acbsc.org.br/revista/ojs/viewarticle.php?id=126&gt;
Acesso em 18.07.2006
FISCHER, Rosa Maria. O desafio da colaboração: práticas de responsabilidade
social entre empresas e terceiro setor. São Paulo: Editora Gente, 2002.
HERRERA, Felipe. ECIEL: uma comunidad acadêmica Latinoamericana. Rio de
Janeiro, S.n, 1977
KLOTZLE, Marcelo Cabus. O impacto da formação de alianças estratégicas no
valor de mercado e no desempenho econômico-financeiro das empresas.
Caderno de Pesquisas em Administração. São Paulo, v.10, n. 4, p.33-46,
out./dez. 2003
MARQUEZ, Rui César. Alianças estratégicas. Campinas: Editora Alínea, 2003
NONAKA, Ikujiro; TAKEUCHI, Hirotaka. Criação de conhecimento na empresa:
como as empresas japonesas geram a dinâmica da inovação. Rio de Janeiro:
Elsevier, 1997.
TROCOLLI, Irene Raguenet. Gestão de empresas em grupos estratégicos: os
blocos de relacionamentos estratégicos. Revista de Administração. São Paulo,
v.38, n.3, p.181-191, jul.-set. 2003
VEGA, José Antonio Merlo. La cooperación en las bibliotecas universitárias:
fundamentos y redes cooperativas. Boletín de la Asociación Andaluza de
Bibliotecários. Salamanca, n. 54, p.33-57, marzo 1999

�</text>
                </elementText>
              </elementTextContainer>
            </element>
          </elementContainer>
        </elementSet>
      </elementSetContainer>
    </file>
  </fileContainer>
  <collection collectionId="47">
    <elementSetContainer>
      <elementSet elementSetId="1">
        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
        <elementContainer>
          <element elementId="50">
            <name>Title</name>
            <description>A name given to the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51378">
                <text>SNBU - Edição: 14 - Ano: 2006 (UFBA - Salvador/BA)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="49">
            <name>Subject</name>
            <description>The topic of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51379">
                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="41">
            <name>Description</name>
            <description>An account of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51380">
                <text>Tema: Acesso livre à informação científica e bibliotecas universitárias.</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="39">
            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51381">
                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="45">
            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51382">
                <text>UFBA</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="40">
            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51383">
                <text>2006</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="44">
            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51384">
                <text>Português</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="51">
            <name>Type</name>
            <description>The nature or genre of the resource</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51385">
                <text>Evento</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
          <element elementId="38">
            <name>Coverage</name>
            <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51386">
                <text>Salvador (Bahia)</text>
              </elementText>
            </elementTextContainer>
          </element>
        </elementContainer>
      </elementSet>
    </elementSetContainer>
  </collection>
  <itemType itemTypeId="8">
    <name>Event</name>
    <description>A non-persistent, time-based occurrence. Metadata for an event provides descriptive information that is the basis for discovery of the purpose, location, duration, and responsible agents associated with an event. Examples include an exhibition, webcast, conference, workshop, open day, performance, battle, trial, wedding, tea party, conflagration.</description>
  </itemType>
  <elementSetContainer>
    <elementSet elementSetId="1">
      <name>Dublin Core</name>
      <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
      <elementContainer>
        <element elementId="50">
          <name>Title</name>
          <description>A name given to the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="59118">
              <text>O Consórcio como ferramenta de identificação e aproveitamento das melhores práticas entre centros de informação na América Latina.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="39">
          <name>Creator</name>
          <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="59119">
              <text>Jacomini, Dulcinéia Dilva; Fraga, Tânia</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="38">
          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="59120">
              <text>Salvador (Bahia)</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="45">
          <name>Publisher</name>
          <description>An entity responsible for making the resource available</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="59121">
              <text>UFBA</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="40">
          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="59122">
              <text>2006</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="51">
          <name>Type</name>
          <description>The nature or genre of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="59124">
              <text>Evento</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="41">
          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="59125">
              <text>Este trabalho não tem o objetivo específico de distinguir conceitualmente o termo aliança estratégica, mas concentra-se, especialmente, na relação de aliança entre bibliotecas universitárias por meio de uma das modalidades existentes que é a do consórcio - tipo de aliança que envolve compromissos mútuos de cooperação e de aprendizado em comum e visam gerar riquezas também para todos os parceiros, com ganhos revertidos em benefícios sociais e econômicos, redução de custos e investimentos.Por um lado, pode-se observar uma tendência para o aumento no número de alianças entre bibliotecas universitárias, por outro o apontamento das expectativas e obstáculos confirma o grande desafio que é o processo de formação, gestão, planejamento, acompanhamento e avaliação das mesmas. Integradas neste processo, sabe-se agora com maior precisão a dimensão desse desafio. Mesmo assim, continua-se com metas ambiciosas, no sentido de aumentar o universo de interação entre as  bibliotecas. A experiência, até o presente momento, embora complexa, permite traçar, com maior segurança e motivação, os caminhos e rotas a seguir.</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
        <element elementId="44">
          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
          <elementTextContainer>
            <elementText elementTextId="68973">
              <text>pt</text>
            </elementText>
          </elementTextContainer>
        </element>
      </elementContainer>
    </elementSet>
  </elementSetContainer>
</item>
