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                  <text>O CUSTO DO ACESSO À INFORMAÇÃO: POLÍTICAS PÚBLICAS,
FINANCIAMENTO DAS BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, PROJETOS E
PARCERIAS
Maria Elisa Americano do Sul Barcelos

measb@terra.com.br
Maria Lúcia Barcelos Martins Gomes

mlbmg@uol.com.br
Universidade Federal de Minas Gerais  Faculdade de Direito
Av. João Pinheiro n. 100  Centro
Belo Horizonte  MG  Brasil
Cep 30130-180

Resumo

É comum escutarmos que as bibliotecas universitárias não têm dinheiro, que o acervo
está defasado, que os computadores são lentos. Esse é um problema comum, que
algumas bibliotecas tentam sanar, cobrando pelos serviços, o que por si só não resolve.
As dificuldades financeiras das bibliotecas universitárias brasileiras, principalmente as
mantidas por órgãos públicos é uma realidade. Com o avanço das novas tecnologias, e a
informação sendo gerada em formatos diversos, estamos constantemente necessitando
trocar os equipamentos, que com pouco tempo de uso já se tornam obsoletos; a produção
técnico/científica e literária é cada vez maior, os usuários estão cada vez mais numerosos
e exigentes em suas necessidades informacionais. Para atender esta demanda, que
implica em aumentos de custos, é necessário que os Bibliotecários se tornem também,
captadores de recursos, procurando convênios com editoras e livrarias, elaborando e
apresentando projetos, procurando parcerias com empresas. Um instrumento de grande
valia, é a lei de incentivo à cultura, que permite as Bibliotecas captar recursos fora dos
órgãos públicos. Mostraremos os principais pontos de um projeto, indicaremos algumas
empresas e/ou órgãos que os apóiam.

�1 INTRODUÇÃO
A falta de verbas é um problema comum a grande maioria das Bibliotecas
Universitárias brasileiras, que necessitam atualização constante do acervo e dos
equipamentos, espaços diferenciados para projeção dos materiais especiais,
atualização constante dos técnicos e auxiliares, além das despesas normais de
todos os setores.
A informação é algo difícil de ser mensurado, e, portanto, difícil de ser cobrado. A
maioria das bibliotecas cobra de seus usuários por alguns serviços, mas este fato
está longe de cobrir todas as despesas geradas, para que o documento chegue ao
usuário.
A forma para minimizar estes problemas é a captação de recursos fora da
Instituição, que pode ser feita através de convênios com editoras e livrarias (que
pagam com livros, pelo espaço ou pelo serviço da biblioteca), e através de
projetos aprovados pela lei de incentivo à cultura.
A captação de recursos pode vir na forma de doações, que não exigem
contrapartida e nem retorno para o doador, ou na forma de patrocínio, onde é
exigida a contrapartida da Instituição e um retorno para o patrocinador.

2 POLÍTICAS PÚBLICAS
2.1 Lei de incentivo à cultura
Concebida em 1991 para incentivar investimentos culturais, a Lei Federal de
Incentivo à Cultura), ou Lei Rouanet, como também é conhecida, poder ser usada
por empresas e pessoas físicas que desejam financiar projetos culturais.
Através do Mecenato, que viabiliza benefícios fiscais para investidores que apóiam
projetos culturais sob forma de doação ou patrocínio, as bibliotecas podem

�procurar recursos com empresas ou pessoas físicas, que ao investir em projetos
culturais, terão isenção fiscal (desconto do imposto de renda) de até 100% (cem
porcento) do valor arrecadado. Além do incentivo fiscal elas terão oportunidade de
divulgar sua imagem institucional e sua marca, asssociando-as a projetos
culturais.
Para enviar seu projeto para aprovação, é necessário que possua a seguinte
documetação:
Do Proponente Pessoa Física:
- Currículo do proponente, com detalhamento das atividades culturais realizadas
nos últimos dois anos (relatando datas, local de realização, nome dos
participantes, matérias em jornais, revistas, cartazes, folderes, etc..).
- Cópia autenticada da Carteira de Identidade;
- Cópia autenticada do CPF

Do proponente pessoa jurídica:
- Relatório de atividades culturais da instituição nos últimos dois anos (relatando
datas, local de realização, nome dos participantes, matérias em jornais, revistas,
cartazes, folderes, etc..).
- Cópias autenticadas da:
- Carteira de Identidade e do CPF do dirigente da entidade.
- Estatuto, Regimento ou Contrato Social e posteriores alterações.
- Termo de posse do dirigente da instituição ou Ata de eleição da Diretoria.

Do projeto:
- Formulário padrão preenchido, incluindo termo de responsabilidade assinado
pelo proponente.
- Orçamento físico financeiro de acordo com modelo fornecido pelo Ministério da
Cultura.
- Plano Básico de Divulgação elaborado de acordo com o Manual de Identidade
Visual do Ministério da Cultura.

�- Plano de Distribuição de Produtos Culturais.
- Quando o projeto envolver a realização de cursos de formação e capacitação de
profissionais ou ensino das artes, é necessário, também, encaminhar o projeto
pedagógico, nome e currículo do coordenador pedagógico.

Para inscrever o projeto, acesse o site do Ministério da Cultura:
http://www.cultura.gov.br/apoio_a_projetos/lei_rouanet/index.php?p=1631&amp;more=1

2.2 Fundo Nacional de Cultura (FNC)
Criado para financiar projetos para preservação do patrimônio cultural e histórico
brasileiro, este fundo tem um limite, e não financia o projeto na íntegra (limite de
80% do total do projeto, que não deve ultrapassar o valor de 50.000 (cinqüenta
mil) UFIRs. O período de inscrições vai até maio para projetos a serem
financiados no 2o. semestre e até setembro para o 1o. semestre.

2.3 Parcerias Público Privadas
O governo tem incentivado os órgãos públicos a fazerem parcerias com
instituições privadas, a fim de realizar obras, principalmente de infra-estruturas.
Essa parceria é realizada através de um contrato de prestação de serviços de
médio e longo prazo (de 5 a 35 anos) firmado pela Administração Pública, e o
valor não pode ser inferior a vinte milhões de reais. Essas parcerias não financiam
a contratação de mão de obra, equipamentos ou execução de obra pública. Nesta
modalidade, o setor privado participa como empreendedor e o setor público como
concedente e remunerador parcial do serviço. (lei 11.079)

�3 CONVÊNIOS
As bibliotecas universitárias costumam ser um espaço por onde circulam grande
quantidade de pessoas, com nível intelectual elevado (alunos de graduação e pós,
professores, pesquisadores, estudiosos, etc.), e que são os clientes das editoras,
livrarias e distribuidores livreiros do país.
Em troca de espaço para divulgação e venda de seus produtos, estas empresas
doam livros para as bibliotecas. Isso pode ser feito de maneira informal, somente
através de conversa entre a Faculdade e/ou Universidade, ou, de maneira formal,
o que é o ideal, através de um contrato simples, onde é definido o período em que
esta exposição e venda será feito, e a quantidade de livros que a biblioteca
receberá.
Outro fator que pode beneficiar as bibliotecas, é o fato de que em todos os livros
publicados, é obrigatório a apresentação da ficha catalográfica, que é feita pelo
bibliotecário. Sendo assim, é interessante o contato com editoras e/ou autores de
obras na área atendida pela biblioteca, para que em troca deste serviço, seja
doado à biblioteca, pelo menos um exemplar do livro a ser publicado.
Os professores podem e devem incluir nos seus projetos despesas com material
bibliográfico, que após a conclusão do projeto, devem ficar sob a guarda da
biblioteca da Instituição a qual ele pertence. Cabe ao Bibliotecário lembrá-los da
importância desta inclusão.

3 ELABORAÇÃO DE PROJETOS
A começar pelo título, que deve ser um resumo indicativo do conteúdo, o projeto
tem que prender a atenção de quem vai examiná-lo, devendo ser claro, objetivo e
conter todas as exigências do financiador.

�Da qualidade do projeto, vai depender o sucesso da empreitada. Os concorrentes
são muitos e estão competindo pelas mesmas verbas.

3.1 Etapas da Elaboração
Os itens constantes de um projeto variam conforme a instituição financiadora, mas
alguns são básicos, e aparecem em todos os projetos, mudando às vezes o nome.
É importante lembrar que o projeto é temporário, e que por isso mesmo deve ter
um início (introdução) meio (descrição das diversas etapas) e fim (conclusão).
3.1.1 Introdução e Histórico
Na introdução deve-se apresentar um breve histórico da Instituição proponente
(incluindo aí a Biblioteca), bem como o tipo de público atendido por ela. Após este
breve histórico, deve-se introduzir ao projeto propriamente dito, apresentando de
maneira resumida, o que se pretende alcançar, e a maneira como fazer isto. Uma
introdução bem feita fará com que o avaliador tenha interesse em continuar a ler o
projeto.
A introdução não deve conter comentários pessoais e nem agradecimentos.
Em alguns projetos o histórico da instituição tem um valor muito grande, o que
justifica um item só para ele.
3.1.2 Objetivo Geral
Deve mostrar, em uma frase curta, o que se pretende com o projeto.
Exemplo: Adequar o acervo da Biblioteca às atuais exigências do MEC, dentro de
6 meses.

�3.1.3 Objetivos específicos
Deve mostrar em tópicos, os diversos objetivos a serem atingidos, para se chegar
ao objetivo geral.
Durante a execução do projeto, devem-se fazer avaliações rotineiras, a fim de
verificar se os objetivos estão sendo atingidos.
O objetivo, tanto o geral quanto o específico, representa uma ação, e como tal,
deve ser escrito através de verbos no infinitivo (ex. elaborar, executar, organizar,
criar, etc.) Ex
•

Fazer um levantamento da bibliografia básica de todas as disciplinas

•

Verificar quais os títulos e quantos exemplares a Biblioteca possui

•

Elaborar uma lista de sugestões para aquisição

•

Adquirir o material sugerido

3.1.4 Justificativa
Deve mostrar de maneira sucinta a importância do projeto, e sua repercussão no
público alvo. Deve-se mostrar o que existe de inovador no projeto, quem será
beneficiado com a execução dele e o impacto social.
3.1.5 Estratégias de ação
Deve mostrar em tópicos, todas as ações a serem executadas no projeto. Inclui
alguns objetivos específicos, porém, vai mais além. Ex.
•

Entrar em contato com as pessoas envolvidas no projeto

•

Analisar os dados coletados

•

Pesquisar o valor das obras a serem adquiridas

•

Conseguir a verba necessária para essa aquisição

•

Entrar em contato com as livrarias, editores e distribuidores

•

Verificar a cotação mais barata

�•

Adquirir o material

•

Inserir o material adquirido na base de dados da Biblioteca

•

Disponibilizar o material para o usuário

3.1.6 Cronograma
Deve relacionar cada uma das atividades a serem executadas, com o tempo
gasto para isto. Ex.
Tarefas
Entrar em contato
envolvidas no projeto

1.Mês 2.Mês 3.Mês 4.Mês
com

as

5.Mês

6.Mês

pessoas
x

Analisar os dados coletados
x
Pesquisar o valor das obras a serem
adquiridas
Conseguir a verba necessária para essa
aquisição
Entrar em contato com as livrarias, editores
e distribuidores

x
x

x
x
x

x

Verificar a cotação mais barata
Adquirir o material
Inserir o material adquirido na base de
dados da Biblioteca

x
x
x

x

Disponibilizar o material para o usuário

x

x

3.1.7 Orçamento
É uma das partes mais importantes do projeto. Nele deverão aparecer todos os
gastos envolvidos no projeto, não se esquecendo de mostrar a contrapartida da
Instituição (Faculdade e/ou Universidade que executará o projeto).
Na parte de recursos humanos, deve-se lembrar de colocar os gastos com os
encargos sociais.
Nos gastos com material, lembre-se de especificar todo e qualquer tipo de material
a ser utilizado no projeto (Ex. Se você pretende adquirir um computador, lembre-

�se de especificar todos os componentes de hardware necessários, além do tipo de
teclado e monitor. As impressoras não fazem parte do computador, e sem tinta e
papel, não adianta ter impressora).
Lembre-se que na maioria das vezes, somente uma parte do projeto é financiada
pelas empresas.
3.1.8 Conclusão
É o fechamento do trabalho. Nela você vai colocar o que é esperado ao término do
projeto, e os benefícios que a execução do mesmo trará. Como em qualquer
trabalho (monografias, teses dissertações, etc.), não cabe aqui nenhuma citação.

4 FORMAS PARA CAPTAÇÃO DE RECURSOS
Com o projeto em mãos, a Biblioteca deverá sair em busca de recursos, que
podem vir de empresas públicas ou privadas e de particulares.
A Biblioteca poderá ela mesma procurar quem esteja financiando projetos em sua
área, e adaptar o projeto ao formato e às exigências de quem vai financiar, ou
contratar empresas ou pessoas especializadas na captação de recursos para
financiamento dos projetos.
O Bibliotecário responsável pelo projeto deverá inscrever seu currículo no CNPq,
através do site http://lattes.cnpq.br/index.htm .
Algumas empresas valorizam o fato do apresentador do projeto ter no mínimo o
título de doutor, que seja conhecido em sua área de atuação, e que tenha
trabalhos publicados. Nas Universidades e/ou Faculdades, normalmente é
indicado um professor que preencha estas características para ser o apresentador
do trabalho.

�É importante que dentro de uma mesma instituição, não exista mais de um projeto
concorrendo a uma mesma seleção, pois normalmente as empresas financiam
apenas um projeto por instituição. Sendo assim, o ideal para as Universidades
e/ou Faculdades que possuam mais de uma Biblioteca, é que estas se reúnam e
elaborem um projeto único (Ex. Reunir todas as Bibliotecas que possuam obras
raras e/ou preciosas, para elaborar um projeto de restauração e preservação
deste material).
Através do site www.senado.gov.br , é possível acessar toda a legislação sobre o
assunto, o que ajuda na elaboração e execução do projeto.

5 EMPRESAS E INSTITUIÇÕES FINANCIADORAS DE PROJETOS CULTURAIS
•

BNDES  Financia principalmente projetos para acervos raros. O nível de
detalhamento do projeto é alto, paga pessoal, mas os encargos sociais
devem ficar por conta da instituição. http://www.bndes.gov.br/

•

Petrobrás  Financia projetos para bibliotecas em geral, sem especificar o
tipo de acervo ou documentos. A exigência de um produto final só aparece
no final do projeto, portanto, preste atenção na hora de preencher, para
fazer a previsão de recursos para produção e distribuição deste produto. É
aconselhável ter o projeto aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura, pois
para o recebimento da verba, o projeto tem que ter sido aprovado para
captação de recursos. É preenchido via Internet, e você só consegue
passar de um ítem para outro quando o anterior já estiver preenchido.
Começa a anunciar o projeto no final do ano. Por ser muito procurado, é
muito difícil conseguir preencher o formulário nos últimos dias de prazo.
www.petrobras.com.br

•

CAPES  Apóia cursos de pós-graduação. Os professores normalmente a
utiliza para financiamento de projetos, que podem incluir material

�bibliográfico, que deverá ser depositado na biblioteca da instituição.
www.capes.gov.br
•

Fundação Civita  Financia projetos na área de educação e cultura,
incluindo Bibliotecas. Não financia despesas de custeio e manutenção.
www.civita.org.br

•

Fundações de amparo a pesquisa : FAPEMIG, FAPESP, FAPERJ, etc.
São agências criadas para apoio a pesquisa, como cada uma dela tem
suas peculiaridades, para saber como propor projetos a estas agências,
deve-se entrar no site e verificar como proceder. Neste caso, geralmente os
professores (principalmente com titulação) tem mais facilidades para propor
os projetos.

•

CNPq  Financia projetos de pesquisa que contribuem para o aumento da
produção de conhecimento. Inclui no seu financiamento a formação de
recursos humanos. www.cnpq.br

6 CONCLUSÃO
O poder público, através da Lei de Incentivo à Cultura, viabiliza as empresas
privadas, ou mesmo a pessoas particulares, a investirem em projetos culturais, o
que tem se tornado uma grande fonte de recursos que podem ser aplicados em
diversos projetos.
È importante enxergar estas empresas como parceiras, que vão investir nas
Bibliotecas, mas que exigirão contrapartidas, que deverão ser cumpridas. Antes de
inscrever o projeto para concorrer a financiamentos, é essencial que se verifique
se a instituição terá condições de cumprir as exigências do edital.
Com as demandas crescentes por parte dos usuários, as bibliotecas estão tendo
que aprender a captar recursos externos, para conseguirem se manter atualizada
e com equipamentos que atendam as novas tecnologias. Sendo assim, é
importante que o bibliotecário seja não somente o executor das técnicas

�biblioteconômicas, mas principalmente, um planejador e empreendedor, capaz de
elaborar projetos e captar recursos externos, de forma a melhor atender ao cliente
de sua instituição.

7 BIBLIOGRAFIA
Brasil. Congresso Nacional. Lei 11.079. Brasília : Diário Oficial da União, 30 dez.
2004.
Brasil. Congresso Nacional. Lei 8.313. Brasília : Diário Oficial da União, 23 dez.
1991.
Brasil. Congresso Nacional. Lei 9.874. Brasília : Diário Oficial da União, 23 nov.
1999.
Moraes, Lourdes de Souza. Elaboração e apresentação de projetos para
implantação de serviços e captação de recursos. São Carlos : UFSC, 200?.
PARCERIAS público-privadas. www.planejamento.gov.br . Acessado em 28 de
julho de 2006

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Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
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          <description>An account of the resource</description>
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              <text>É comum escutarmos que as bibliotecas universitárias não têm dinheiro, que o acervo está defasado, que os computadores são lentos. Esse é um problema comum, que algumas bibliotecas tentam sanar, cobrando pelos serviços, o que por si só não resolve. As dificuldades financeiras das bibliotecas universitárias brasileiras, principalmente as mantidas por órgãos públicos é uma realidade. Com o avanço das novas tecnologias, e a informação sendo gerada em formatos diversos, estamos constantemente necessitando trocar os equipamentos, que com pouco tempo de uso já se tornam obsoletos; a produção técnico/científica e literária é cada vez maior, os usuários estão cada vez mais numerosos e exigentes em suas necessidades informacionais. Para atender esta demanda, que implica em aumentos de custos, é necessário que os Bibliotecários se tornem também, captadores de recursos, procurando convênios com editoras e livrarias, elaborando e apresentando projetos, procurando parcerias com empresas. Um instrumento de grande valia, é a lei de incentivo à cultura, que permite as Bibliotecas captar recursos fora dos órgãos públicos. Mostraremos os principais pontos de um projeto, indicaremos algumas empresas e/ou órgãos que os apóiam.</text>
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