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O PORTAL.periodicos. DA CAPES E A PÓS-GRADUAÇÃO EM
ADMINISTRAÇÃO/TURISMO
Ana Maria Mattos*

RESUMO
As novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) facilitaram e
ampliaram o acesso à informação. Entre as novas TIC, a que causou maior
impacto foi a Internet. Esta ferramenta tecnológica democratizou o acesso ao
conhecimento. Nas universidades, as TIC foram incorporadas ao cotidiano do
ensino, da pesquisa e da extensão. Entre as mais importantes ferramentas de
pesquisa acadêmica brasileira na Internet está o Portal.periodicos. da
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). O
Portal possibilita a atualização científica e tecnológica em diversas áreas do
conhecimento, apresentando várias fontes de informação em texto completo. O
objetivo deste trabalho é mostrar como o uso do Portal tem contribuído para a
qualificação dos cursos de Pós-Graduação brasileiros em Administração/Turismo,
uma das 45 Áreas de Avaliação que tiveram seus resultados divulgados pela
CAPES. Para tal, utilizam-se as informações contidas nas Fichas de Avaliação de
cada um dos Programas de Pós-Graduação em Administração/Turismo utilizadas
pela CAPES para analisar os cursos, referente aos triênios 1998-2000 e 20012003. Três critérios de avaliação do programa são analisados: (a) atividades de
pesquisa, (b) teses e dissertações e (c) produção intelectual. Avalia-se, ainda, se
houve repercussão positiva no conceito final atingido pelos respectivos programas
nas avaliações realizadas.
Palavras-chave: Avaliação. Instituição de ensino superior. Pós-graduação.
Periódicos eletrônicos.

*

Bibliotecária Especialista em Gestão Universitária pelo PPGA/UFRGS. Atuou na Biblioteca
Central da UFRGS entre 1991 e 2004 como Bibliotecária Chefe do Núcleo de Aquisição de
Material Bibliográfico. Atualmente desempenha suas atividades na Biblioteca Setorial da Escola
de Administração da UFRGS. Rua Washington Luiz, 855 – térreo. Porto Alegre – RS – Brasil.
Fone: 0 xx 51 3316 3842. http://www.ea.ufrgs.br/home.asp. e-mail: ammattos@ea.ufrgs.br.

�2

1 O CENÁRIO
A nova interdependência eletrônica está
transformando o mundo em uma aldeia
global. Marshall McLuhan.

Há mais de quarenta anos, McLuhan (1962 apud LIMA, 2000, p. 14) já
previa que “[...] estávamos caminhando para uma aldeia global, tendo como base
o avanço da tecnologia na área do processamento da informação via eletrônica”.
A Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) “[...] é um complexo que
inclui computadores (hardware e software) e redes de comunicação públicas e
privadas, subprodutos da interpenetração das tecnologias de computação e
comunicação [...]” que facilitaram e ampliaram o acesso à informação e
revolucionam o mundo (OLIVEIRA, 1996, p. 35). Entre as novas TIC, está a
Internet. Esta ferramenta tecnológica, oriunda do período da guerra-fria,
democratizou o acesso ao conhecimento e à educação.
Em 1988 tanto

No Brasil, como no restante do mundo, o uso da Internet iniciou e
ganhou força no meio acadêmico. Desde 1988 algumas instituições de
ensino e pesquisa [...] começaram a estabelecer conexões com redes
internacionais. [...] A RNP [Rede Nacional de Pesquisa], um programa do
Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), apoiado pela Secretaria de
Política de Informática e Automação (SEPIN) e executado pelo CNPq,
[que] visa a apoiar e incentivar o uso educacional, acadêmico e social da
Internet. A implantação da sua primeira espinha dorsal (ou backbone),
em 1991, possibilitou a interligação das principais universidades e
centros de pesquisa do País e de algumas organizações nãogovernamentais. O backbone da RNP continua a se expandir e,
atualmente, conecta todas as capitais e, direta ou indiretamente, todas
as universidades e centros de pesquisa (CENDÓN, 2000, p. 279).

Com a Internet

Novos formatos e canais de comunicação se tornaram disponíveis,
expandindo de maneira nunca vista as possibilidades da comunicação e
eliminando barreiras geográficas. O fenômeno tem conseqüências
profundas na organização de centros de informação. Como jamais será
possível a qualquer centro possuir tudo o que interessa sobre um
assunto, chegou-se à conclusão que é melhor dirigir todos os esforços
no sentido de garantir acesso [...] (MUELLER, 2000a, p. 24).

�3

2 A CAPES, O PREÇO DOS PERIÓDICOS E AS TIC: NOVAS REALIDADES
O

Ministério

da

Educação

(MEC),

através

da

Coordenação

de

Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), por meio do Programa
de Apoio a Aquisição de Periódicos (PAAP), iniciado em 1994, subsidia as
assinaturas de periódicos estrangeiros para as Instituições de Ensino Superior
(IES), promovendo e garantindo o acesso da comunidade acadêmica brasileira à
produção científica e tecnológica internacional (DUTRA; LAPOLLI, 2004). Naquela
época, na sua maioria, os periódicos eram publicados na forma impressa. Entre
1994 e 1998 o repasse de recursos para manutenção do programa ficou em cerca
de US$ 22 milhões/ano. No contexto da crise econômica que gerou a
desvalorização

cambial

em

1999,

houve

uma

queda

significativa

nos

investimentos que caíram para US$ 13,5 milhões/ano, e, em 2000, apenas 35 IES
receberam recursos, totalizando cerca de US$ 12,5 milhões. No final da década
de 1990, as IES tiveram um corte de cerca de 70% nas assinaturas dos
periódicos estrangeiros (JURIC; MARTINS, 2004).
Paralelamente a isso, Mueller relata que:
[...] o custo de atualização de coleções está cada vez mais alto. Além do
aumento no número de títulos a serem assinados, o preço de cada
assinatura tem subido ao longo dos anos. [...] No mundo inteiro,
bibliotecas universitárias e de pesquisa, em maior ou menor grau, foram
obrigadas a diminuir o número de assinaturas e impedidas de assinar
títulos novos de possível interesse de seus usuários, desistindo de
manter completas e atualizadas as suas coleções. Houve uma mudança
de comportamento, facilitada pela tecnologia de comunicação, que
começava a possibilitar o acesso remoto a artigos com mais
eficiência (MUELLER, 2000b, p. 79, grifo nosso).

O mercado editorial começava a sofrer influência das TIC e se modificava.

O desenvolvimento muito rápido da Internet, em particular, dos serviços
disponíveis na rede desde 1994, modificaram profundamente o acesso à
informação. Pode-se dizer que estamos em um período de transição na
comunicação científica, passando de um sistema de publicação
tradicional, bastante rígido, para um sistema eletrônico de publicação
mais aberta, direta. Os dois sistemas conviveram, no início, de forma
quase independente, mas mostram sinais cada vez mais fortes de
convergência, com a crescente introdução de periódicos eletrônicos, que
conservam certas características dos periódicos tradicionais [...]
(MUELLER, 2000b, p. 81-82).

�4

Além da forma tradicional impressa, os principais periódicos passam
também a oferecer acesso on-line de seus textos completos. Surgia o periódico
eletrônico editado a intervalos regulares e distribuído na forma eletrônica ou
digital. Também surgem periódicos que são publicados somente em forma digital
(disquetes e CD-ROM). Com o advento da Internet, os periódicos técnicocientíficos armazenados na forma eletrônica podem ser consultados on-line.
Começam a aparecer empresas que criam enormes bases de dados e vendem
cópias de artigos ou permitem a importação (download) do arquivo que contenha
o artigo (CUNHA, 2001, p. 21).

3 NASCE O PORTAL.periodicos.CAPES
Considerando as restrições orçamentárias e o surgimento de novas
tecnologias, tornou-se necessário encontrar uma alternativa mais econômica e
racional para manter o PAAP.
Dutra e Lapolli relatam que:

Em 1999 [...] ocorreu forte articulação das IFES [Instituições Federais de
Ensino Superior] no sentido de viabilizar as aquisições de forma mais
econômica e eficiente. A partir desta perspectiva, considerando as
deficiências nas ações que vinham sendo desenvolvidas, associadas
aos desafios impostos por uma nova realidade levaram a CAPES a
promover amplo debate com representantes da comunidade acadêmica
e sociedade científica. Nas reuniões com a Associação Nacional de
Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior – ANDIFES, o
Fórum de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação – FOPROP e a
Comissão Brasileira de Bibliotecas Universitárias – CBBU, foram
definidas estratégias e linhas de ação do programa, que culminaram com
o estabelecimento de um consórcio nacional de acesso a periódicos
eletrônicos [...] (DUTRA; LAPOLLI, 2004, grifo nosso).

Assim, em novembro de 2000, a CAPES anuncia que irá reformular o
PAAP:
A partir de agora, a comunidade acadêmica de 71 IES brasileiras vão ter
acesso eletrônico integral ao conteúdo de periódicos internacionais por
meio de um portal na Internet. Essa é uma das reformulações do PAAP
da CAPES, anunciada hoje, 10 [...] Em vez de apoiar exclusivamente a
aquisição de periódicos impressos, por meio do repasse de
recursos, o programa passou a contar com novas linhas de ação
como forma de ampliar o acesso universalizado da comunidade
acadêmica à produção científica e tecnológica: o novo portal e o

�5

financiamento da montagem nas IES de ilhas de acesso ao portal.
(BRASIL, 2000, grifo nosso).

O acesso à informação científica e tecnológica mantido pelo PAAP passa
por uma revolução: a coleção de periódicos impressos na forma tradicional dá
espaço ao periódico eletrônico.
Na ocasião, o Portal beneficiou 550 mil professores e alunos de graduação
e pós-graduação com uma tecnologia que permitia a difusão e armazenamento da
informação de cerca de 1.500 títulos de periódicos. Portais dessa dimensão
existiam somente na China, Grã-Bretanha e Estados Unidos. (BRASIL, 2000).
Em 2004 o acervo de publicações científicas disponíveis no Portal
aumentou em 111% em comparação a 2003. No mesmo ano a CAPES iniciava
entendimentos com organizações latino-americanas visando a constituição de um
Portal de Periódicos do Mercosul para uma ação comum e fortalecimento das
condições de negociação dos países da região junto aos fornecedores e aos
editores (BRASIL, 2004a, 2004b).
Hoje, o PAAP beneficia mais de um milhão de alunos, professores,
pesquisadores e funcionários de 162 IES que podem acessar, transferir, copiar e
imprimir, em parte ou na íntegra, artigos de aproximadamente 9.400 periódicos
nacionais e internacionais, noventa bases de dados com referências e resumos
de todas as áreas do conhecimento, incluindo patentes. (BRASIL, c2005).
Atualmente o pesquisador tem acesso a texto integral de documentos de
seu interesse com maior rapidez e menor custo do que tinha há cerca de dez
anos, uma vez que a Internet, enquanto recurso educacional, disponibiliza dados
que se transformam em conhecimento (LIMA, 2000).

4 EFEITOS DO PORTAL NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO: UMA ANÁLISE
O

objetivo

deste

trabalho

é

analisar

como

o

uso

do

Portal.periodicos.CAPES contribuiu para a qualificação dos cursos de Pós-

�6

Graduação brasileiros em Administração/Turismo. Para tal, utilizou-se as
informações disponibilizadas pela CAPES referentes aos programas de pósgraduação, particularmente, as contidas nas Fichas de Avaliação de cada um
dos Programas de Pós-Graduação da Área de Avaliação Administração/Turismo,
utilizadas pela CAPES para analisar os cursos, referentes aos triênios 1998-2000
e 2001-2003.

4.1 METODOLOGIA E INTERPRETAÇÃO DOS DADOS
Analisaram-se os cursos de Pós-Graduação em Administração/Turismo,
que compõem uma das 45 Áreas de Avaliação que tiveram seus resultados
divulgados pela CAPES. Utilizaram-se as informações contidas nas Fichas de
Avaliação aplicadas, para analisar cada um dos cursos, nos triênios 1998-2000 e
2001-2003 desde que tivessem sido avaliados em ambos os triênios. Destacamse três critérios de avaliação: (a) Atividades de Pesquisa, (b) Teses e
Dissertações e (c) Produção Intelectual. Também se analisou se houve
repercussão positiva no conceito final atingido pelos respectivos programas.
Ao todo foram avaliados 35 cursos de pós-graduação entre mestrado
acadêmico e profissional, e doutorado, de 28 IES. Destes, 16 cursos de pósgraduação são ministrados por 12 IES privadas, e 19 cursos de pós-graduação
são ministrados por 16 IES públicas.
As 12 IES privadas analisadas foram: FGV/RJ, FGV/SP, FVC, IBMEC,
PUC/PR, PUC/RIO, PUC/SP, UCS, UNIFOR, UNISINOS, UNIVALI e UPM (ver
Quadro 1).

�7

RESULTADOS DA COMPARAÇÃO DA AVALIAÇÃO 2001 (TRIÊNIO 1998/2000) COM A AVALIAÇÃO 2004 (TRIÊNIO 2001/2003) - IES PRIVADAS

TRIÊNIO DA
AVALIAÇÃO

CONCEITO
IES

PROGRAMA

CURSO

III

VI

BOM

REGULAR

VII

TENDÊNCIA
DOMINANTE

CONCEITO

BOM

BOM

4

2001

FGV/RJ

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA

2004

FGV/RJ

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA

MUITO BOM

BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

5

2001

FGV/RJ

GESTÃO
EMPRESARIAL

GESTÃO
EMPRESARIAL

DEFICIENTE

REGULAR

DEFICIENTE

FRACO

2

2004

FGV/RJ

ADMINISTRAÇÃO

EXECUTIVO EM
GESTÃO
EMPRESARIAL

MUITO BOM

BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

5

2001

FGV/SP

ADMINISTRAÇÃO
DE EMPRESAS

ADMINISTRAÇÃO
DE EMPRESAS

BOM

REGULAR

REGULAR

BOM

4

2004

FGV/SP

ADMINISTRAÇÃO
DE EMPRESAS

ADMINISTRAÇÃO
DE EMPRESAS

BOM

BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

6

2004

FGV/SP

ADMINISTRAÇÃO
DE EMPRESAS

ADMINISTRAÇÃO
DE EMPRESAS

BOM

BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

5

2001

FGV/SP

ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA E
GOVERNO

ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA E
GOVERNO

MUITO BOM

REGULAR

REGULAR

BOM

4

2004

FGV/SP

ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA E
GOVERNO

ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA E
GOVERNO

MUITO BOM

REGULAR

BOM

BOM

4

2001

FVC

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS

BOM

NÃO APLICÁVEL

BOM

BOM

3

2004

FVC

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS

FRACO

REGULAR

DEFICIENTE

DEFICIENTE

1

2001

IBMEC

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

NÃO
APLICÁVEL

NÃO APLICÁVEL

REGULAR

REGULAR

3

2004

IBMEC

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

MUITO BOM

MUITO BOM

REGULAR

BOM

4

2001

PUC/PR

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

BOM

NÃO APLICÁVEL

DEFICIENTE

BOM

3

2004

PUC/PR

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

MUITO BOM

MUITO BOM

BOM

MUITO BOM

5

2001

PUC/RIO

ADMINISTRAÇÃO
DE EMPRESAS

ADMINISTRAÇÃO
DE EMPRESAS

BOM

REGULAR

BOM

BOM

4

2004

PUC/RIO

ADMINISTRAÇÃO
DE EMPRESAS

ADMINISTRAÇÃO
DE EMPRESAS

BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

5

2001

PUC/SP

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

REGULAR

BOM

REGULAR

REGULAR

3

2004

PUC/SP

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

REGULAR

MUITO BOM

BOM

BOM

4

2001

PUC/SP

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS E
ATUARIAIS

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS E
ATUARIAIS

REGULAR

BOM

REGULAR

REGULAR

3

2004

PUC/SP

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS E
ATUARIAIS

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS E
ATUARIAIS

BOM

BOM

BOM

BOM

4

2001

UCS

TURISMO

TURISMO

MUITO BOM

NÃO APLICÁVEL

REGULAR

REGULAR

3

2004

UCS

TURISMO

TURISMO

REGULAR

MUITO BOM

REGULAR

REGULAR

3

2001

UNIFOR

ADMINISTRAÇÃO
DE EMPRESAS

ADMINISTRAÇÃO
DE EMPRESAS

REGULAR

BOM

DEFICIENTE

REGULAR

3

2004

UNIFOR

ADMINISTRAÇÃO
DE EMPRESAS

ADMINISTRAÇÃO
DE EMPRESAS

REGULAR

MUITO BOM

REGULAR

FRACO

3

2001

UNISINOS

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

BOM

NÃO APLICÁVEL

BOM

BOM

3

2004

UNISINOS

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

BOM

MUITO BOM

BOM

BOM

4

2001

UNISINOS

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS

BOM

NÃO APLICÁVEL

REGULAR

REGULAR

3

2004

UNISINOS

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS

REGULAR

BOM

REGULAR

BOM

3

2001

UNIVALI

TURISMO E
HOTELARIA

TURISMO E
HOTELARIA

REGULAR

REGULAR

FRACO

REGULAR

3

2004

UNIVALI

TURISMO E
HOTELARIA

TURISMO E
HOTELARIA

REGULAR

BOM

REGULAR

REGULAR

3

2001

UPM

ADMINISTRAÇÃO
DE EMPRESAS

ADMINISTRAÇÃO
DE EMPRESAS

BOM

NÃO APLICÁVEL

MUITO BOM

BOM

4

2004

UPM

ADMINISTRAÇÃO
DE EMPRESAS

ADMINISTRAÇÃO
DE EMPRESAS

BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

5

Quadro 1 – Resumo dos resultados da comparação da Avaliação CAPES 2001 com a
Avaliação CAPES 2004 – IES PRIVADAS
Fonte: Adaptado pela autora (BRASIL, 2001, 2004).
Legenda: III - Atividade de Pesquisa; VI - Teses e Dissertações; VII - Produção Intelectual

�8

São 16 as IES públicas que obedecem ao critério estabelecido neste
ensaio: FJP, FURB, UEM, UERJ, UFBA, UFLA, UFMG, UFPB/JP, UFPE, UFPR,
UFRGS, UFRJ, UFRN, UFSC, UnB, e USP. Estas 16 Instituições de Ensino
Superior oferecem 19 cursos de pós-graduação em Administração/Turismo (ver
Quadro 2).
RESULTADOS DA COMPARAÇÃO DA AVALIAÇÃO 2001 (TRIÊNIO 1998/2000) COM A AVALIAÇÃO 2004 (TRIÊNIO 2001/2003) - IES PÚBLICAS

TRIÊNIO DA
AVALIAÇÃO

CONCEITO
IES

PROGRAMA

CURSO

FJP

ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA

ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA

REGULAR

REGULAR

2004

FJP

ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA

ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA

BOM

2001

FURB

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

FRACO

2004

FURB

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

BOM

MUITO BOM

REGULAR

BOM

3

2001

UEM

ADMINISTRAÇÃO UEM/UEL

ADMINISTRAÇÃO

DEFICIENTE

NÃO APLICÁVEL

DEFICIENTE

REGULAR

3

2004

UEM

ADMINISTRAÇÃO UEM/UEL

ADMINISTRAÇÃO

FRACO

MUITO BOM

FRACO

FRACO

3

UERJ

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS

BOM

REGULAR

DEFICIENTE

REGULAR

3

2004

UERJ

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS

REGULAR

REGULAR

DEFICIENTE

FRACO

2

2001

UFBA

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

MUITO BOM

BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

5

2004

UFBA

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

MUITO BOM

BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

5

2001

UFLA

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

MUITO BOM

BOM

BOM

BOM

4

2004

UFLA

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

BOM

MUITO BOM

BOM

BOM

4

2001

UFMG

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

MUITO BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

5

2004

UFMG

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

MUITO BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

5

2001

UFPB/J.P.

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

BOM

REGULAR

REGULAR

BOM

3

2004

UFPB/J.P.

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

REGULAR

FRACO

FRACO

FRACO

3

2001

2001

III

VI

VII

TENDÊNCIA
DOMINANTE

CONCEITO

FRACO

REGULAR

3

MUITO BOM

FRACO

FRACO

3

MUITO BOM

FRACO

REGULAR

3

2001

UFPE

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

BOM

REGULAR

BOM

BOM

4

2004

UFPE

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

5

2001

UFPR

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

MUITO BOM

MUITO BOM

BOM

MUITO BOM

5

2004

UFPR

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

MUITO BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

5

2001

UFRGS

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

MUITO BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

5

2004

UFRGS

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

MUITO BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

6

2001

UFRJ

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

MUITO BOM

REGULAR

MUITO BOM

MUITO BOM

5

2004

UFRJ

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

MUITO BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

5

UFRJ

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS

REGULAR

REGULAR

FRACO

REGULAR

3

2004

UFRJ

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS

REGULAR

REGULAR

REGULAR

REGULAR

3

2001

UFRN

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

DEFICIENTE

REGULAR

FRACO

REGULAR

3

2004

UFRN

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

BOM

BOM

REGULAR

BOM

4

2001

UFSC

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

REGULAR

REGULAR

FRACO

REGULAR

3

2004

UFSC

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

REGULAR

BOM

REGULAR

REGULAR

3

2001

2001

UNB

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

REGULAR

REGULAR

REGULAR

REGULAR

3

2004

UNB

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

MUITO BOM

MUITO BOM

BOM

BOM

4

UNB

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS

REGULAR

NÃO APLICÁVEL

REGULAR

REGULAR

3

UNB

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS

CIÊNCIAS
CONTÁBEIS

BOM

MUITO BOM

BOM

BOM

4

2001
2004

Continua...

�9

RESULTADOS DA COMPARAÇÃO DA AVALIAÇÃO 2001 (TRIÊNIO 1998/2000) COM A AVALIAÇÃO 2004 (TRIÊNIO 2001/2003) - IES PÚBLICAS
CONCEITO

TRIÊNIO DA
AVALIAÇÃO

IES

PROGRAMA

CURSO

III

VI

VII

TENDÊNCIA
DOMINANTE

CONCEITO

Continuação.
2001

USP

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

REGULAR

REGULAR

BOM

BOM

4

2004

USP

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

MUITO BOM

BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

6

USP

CONTROLADORIA E
CONTABILIDADE

CONTROLADORIA E
CONTABILIDADE

BOM

REGULAR

REGULAR

REGULAR

3

USP

CONTROLADORIA E
CONTABILIDADE

CONTROLADORIA E
CONTABILIDADE

MUITO BOM

BOM

MUITO BOM

MUITO BOM

5

2001
2004

Quadro 2 – Resumo dos resultados da comparação da Avaliação CAPES 2001 com a
Avaliação CAPES 2004 – IES PÚBLICAS
Fonte: Adaptado pela autora (BRASIL, 2001, 2004).
Legenda: III - Atividade de Pesquisa; VI - Teses e Dissertações; VII - Produção Intelectual

A seguir, na Tabela 1 apresenta-se o resumo das compilações dos dois
triênios das IES privadas estudadas.
Tabela 1 – Desempenho das avaliações das IES privadas
Atividades de Pesquisa
Avaliação
Nº

Melhorou

4

IES

%

Nº

25,00

FGV/RJ (2)
PUC/SP (1)
PUC/PR (1)

Manteve

8

50,00

FGV/SP (2)
PUC/RIO (1)
PUC/SP (1)
UNISINOS (1)
UNIFOR (1)
UNIVALI (1)
UPM (1)

Rebaixou

3

18,75

UNISINOS (1)
FVC (1)
UCS (1)

Não aplicável

1

6,25

Total

16

100,00

Teses e Dissertações
Avaliação

IBMEC (1)

IES

%

Nº

43,75

FGV/RJ (2)
FGV/SP (1)
PUC/RIO (1)
PUC/SP (1)
UNIFOR (1)
UNIVALI (1)

2

12,50

FGV/SP (1)
PUC/SP (1)

0

0,00

7

7

43,75

16

100,00

Produção Intelectual
Avaliação

UNISINOS (2)
FVC (1)
IBMEC (1)
UPM (1)
PUC/PR (1)
UCS (1)

IES

%

Nº

62,50

FGV/RJ (2)
FGV/SP (2)
PUC/RIO (1)
PUC/SP (2)
UNIFOR (1)
UNIVALI (1)
PUC/PR (1)

5

31,25

UNISINOS (2)
IBMEC (1)
UPM (1)
UCS (1)

1

6,25

FVC (1)

0

16

10

Conceito
Avaliação

IES

%

56,25

FGV/RJ (2)
PUC/RIO (1)
PUC/SP (2)
UNISINOS (1)
IBMEC (1)
UPM (1)
PUC/PR (1)

6

37,50

FGV/SP (2)
UNISINOS (1)
UNIFOR (1)
UNIVALI (1)
UCS (1)

1

6,25

FVC (1)

0,00

0

0,00

100,00

16

100,00

9

Fonte: Dados da pesquisa.

O critério Atividades de Pesquisa apresenta o seguinte resultado: 4
melhoraram o conceito (2 da FGV/RJ, 1 da PUC/SP, 1 da PUC/PR), 8 mantiveram
o mesmo conceito (2 da FGV/SP, 1 da PUC/RIO, 1 da PUC/SP, 1 da UNISINOS,
1 da UNIFOR, 1 da UNIVALI e 1 da UPM), 3 obtiveram conceito inferior ao
observado no primeiro triênio (1 da UNISINOS, 1 da FVC, 1 da UCS) e 1
apresenta o conceito como não aplicável (1 do IBEMC).

�10

No critério Teses e Dissertações, somente 7 IES e 9 cursos foram
analisados, já que na UNISINOS, FVC, IBMEC, UPM PUC/PR e UCS, na
avaliação do primeiro triênio (2001), este critério aparecia como não aplicável (os
cursos iniciaram em 2000). Os resultados observados foram de melhoria no
conceito para 7 cursos (2 da FGV/RJ, 1 da FGV/SP, 1 da PUC/RIO, 1 da
PUC/SP, 1 da UNIFOR e 1 da UNIVALI) e manutenção do conceito para 2 cursos
(1 da FGV/SP e 1 da PUC/SP).
No critério de avaliação Produção Intelectual, dos 16 cursos avaliados 10,
melhoraram seu conceito (2 da FGV/RJ, 2 da FGV/SP, 1 da PUC/RIO, 2 da
PUC/SP, 1 da UNIFOR, 1 da UNIVALI, e 1 da PUC/PR), 5 mantiveram o mesmo
conceito (2 da UNISINOS, 1 do IBMEC, 1 da UPM e 1 da UCS) e 1 obteve um
conceito desfavorável (1 da FVC) ao apresentado no triênio 2001.

O Conceito para estes 16 cursos foi de melhoria para 9 deles (2 da
FGV/RJ, 1 da PUC/RIO, 2 da PUC/SP, 1 da UNISINOS, 1 do IBMEC, 1 da UPM e
1 da PUC/PR), manutenção para 6 deles (2 da FGV/SP, 1 da UNISINOS, 1 da
UNIFOR, 1 da UNIVALI e 1 da UCS) e rebaixamento do conceito para 1 deles (FVC).

A seguir, na Tabela 2 apresenta-se o resumo das compilações dos dois
triênios das IES públicas estudadas.

�11

Tabela 2 – Desempenho das avaliações das IES públicas
Atividades de Pesquisa
Avaliação
Nº

Melhorou

8

Teses e Dissertações
Avaliação

IES

%

Nº

42,11

FJP (1)
FURB (1)
UEM (1)
UFRN (1)
UnB (2)
USP (2)

IES

%

Nº

7

36,84

FJP (1)
UERJ (1)
UFBA (1)
UFLA (1)
UFMG (1)
UFRGS (1)
UFRJ (1)

UFPB/JP (1)

1

5,26

UFPB/JP (1)

UEM (1)
UnB (1)

0
19

7

36,84

FURB (1)
UERJ (1)
UFBA (1)
UFMG (1)
UFPR (1)
UFRGS (1)
UFRJ (1)

1

5,26

Manteve

8

42,11

UFBA (1)
UFMG (1)
UFPE (1)
UFPR (1)
UFRGS (1)
UFRJ (2)
UFSC (1)

Rebaixou

3

15,79

UERJ (1)
UFLA (1)
UFPB/JP (1)

Não aplicável

0

0,00

2

10,53

Total

19

100,00

19

100,00

Nº

57,89

47,37

11

Conceito
Avaliação

IES

%
FURB (1)
UEM (1)
UFPE (1)
UFPR (1)
UFRJ (1)
UFRN (1)
UFSC (1)
UnB (2)
USP (2)

FJP (1)
UFLA (1)
UFPE (1)
UFRJ (1)
UFRN (1)
UFSC (1)
UnB (1)
USP (2)

9

Produção Intelectual
Avaliação

IES

%

36,84

UFPE (1)
UFRGS (1)
UFRN (1)
UnB (2)
USP (2)

11

57,89

FJP (1)
FURB (1)
UEM (1)
UFBA (1)
UFLA (1)
UFMG (1)
UFPB/JP (1)
UFPR (1)
UFRJ (2)
UFSC (1)

1

5,26

0,00

0

0,00

100,00

19

100,00

7

UERJ (1)

Fonte: Dados da pesquisa.

No critério de avaliação Atividades de Pesquisa, os 19 cursos de pósgraduação obtiveram o seguinte resultado: 8 melhoraram o conceito (1 da FJP, 1
da FURB, 1 da UEM, 1 da UFRN, 2 da UnB e 2 da USP), 8 mantiveram o mesmo
conceito (1 da UFBA, 1 da UFMG, 1 da UFPE, 1 da UFPR, 1 da UFRGS, 2 da
UFRJ e 1 da UFSC) e 3 obtiveram conceito inferior (UERJ, UFLA e UFPB/JP) ao
observado no primeiro triênio.

No critério Teses e Dissertações, somente 17 cursos foram analisados, já
que, na UEM e na UnB (Ciências Contábeis), na avaliação do primeiro triênio,
este critério aparecia como não aplicável (os cursos iniciaram em 2000). Os
resultados observados foram de melhoria no conceito para 9 cursos (1 da FJP, 1
da UFLA, 1 da UFPE, 1 da UFRJ, 1 da UFRN, 1 da UFSC, 1 da UnB e 2 da USP),
manutenção do conceito para 7 cursos (FURB, UERJ, UFBA, UFMG, UFPR,
UFRGS e UFRJ) e 1 curso (UFPB/JP) apresentou rebaixamento do conceito.

No critério de avaliação Produção Intelectual, dos 19 cursos avaliados, 11
melhoraram seu conceito (1 da FURB, 1 da UEM, 1 da UFPE, 1 da UFPR, 1 da

�12

UFRJ, 1 da UFRN, 1 da UFSC, 2 da UnB e 2 USP), 7 mantiveram o mesmo
conceito (FJP, UERJ, UFBA, UFLA, UFMG, UFRGS e UFRJ) e 1 rebaixou
(UFPB/JP) em relação ao conceito apresentado no triênio 2001.

O Conceito para estes 19 cursos foi de melhoria para 7 (1 da UFPE, 1 da
UFRGS, 1 da UFRN, 2 da UnB e 2 da USP), manutenção do conceito para 11 (1
da FJP, 1 da FURB, 1 da UEM, 1 da UFBA, 1 da UFLA, 1 da UFMG, 1 da
UFPB/JP, 1 da UFPR, 2 da UFRJ e 1 da UFSC)e rebaixamento do conceito para
1 deles (UERJ).

5 CONCLUSÃO

Na Tabela 3, compara-se o desempenho das avaliações feitas nas IES
públicas e nas IES privadas, nos critérios selecionados.
Tabela 3 – Resumo do desempenho das avaliações das IES públicas e privadas
Atividades de Pesquisa
Pub.
Melhorou

8

%
42,11

Priv.
4

Teses e Dissertações

%
25,00

Pub.

%

9

47,37

Priv.

Produção Intelectual
%

7

43,75

Pub.

%

11

57,90

Priv.

Conceito
%

Pub.

%

10

62,50

7

36,84

Priv.

%

9

56,25
37,50

Manteve

8

42,11

8

50,00

7

36,84

2

12,50

7

36,84

5

31,25

11

57,90

6

Rebaixou

3

15,78

3

18,75

1

5,26

0

0,00

1

5,26

1

6,25

1

5,26

1

6,25

Não aplicável

0

0,00

1

6,25

2

10,53

7

43,75

0

0,00

0

0,00

0

0,00

0

0,00

Total

19

100,00

16

100,00

19

100,00

16

100,00

19

100,00

16

100,00

19

100,00

16

100,00

Fonte: Dados da pesquisa.

Comparam-se as avaliações dos cursos de pós-graduação das IES
públicas e privadas, antes (2001) e após (2004) o acesso ao Portal CAPES, e
constatou-se que:

a) no critério de avaliação Atividades de Pesquisa, os cursos de pósgraduação das IES privadas apresentaram desempenho desfavorável em
relação aos cursos de pós-graduação das IES públicas;
b) no critério de avaliação Teses e Dissertações, apesar de não aplicável
a 9 cursos de pós-graduação (7 de IES privadas – UNISINOS, FVC,

�13

IBMEC, UPM, PUC/PR e UCS – e de IES 2 públicas – UEM e UnB),
percebeu-se uma melhora ou manutenção (somados estes indicadores
apresentam 84,21% do total) deste critério nos cursos de pós-graduação
das IES públicas. Nos cursos de pós-graduação das IES privadas, a
mesma soma representa 56,25% do total. A determinação do MEC, para
que as IES que oferecem cursos de pós-graduação disponibilizem, até o
fim do ano, na Internet todas as teses e dissertações defendidas a partir de
março de 2006 no Portal Domínio Público, mostra a importância da
melhora neste critério, uma vez que a produção científica nacional, a partir
dessa

data

deve

estar

facilmente

disponível

para

o

mundo

(DISSERTAÇÕES..., 2006).
c) o critério de avaliação Produção Intelectual, tanto nos cursos de pósgraduação das IES privadas quanto das IES públicas, tem um alto índice
de melhora e de manutenção (se somados estes indicadores chegam a
93,75% nos cursos de pós-graduação privados e 94,73% nos públicos) do
conceito, comparando o desempenho entre os dois triênios.
d) o Conceito, nos cursos de pós-graduação da IES privadas apresenta
uma melhora na avaliação superior a dos cursos de pós-graduação das
IES públicas. Se considerar a soma dos conceitos, melhorou e manteve (se
somados estes indicadores chegam a 93,75% nos cursos de pósgraduação privados e 94,73% nos cursos públicos) observa-se que a
maioria

das

IES

com

programas

de

pós-graduação

em

Administração/Turismo está qualificando seus cursos de pós-graduação.

Mas afinal, quais os efeitos do Portal.periodicos. no desempenho das
avaliações feitas pela CAPES em 2001 e 2004 nos cursos de pós-graduação em
Administração/Turismo? A análise dos dados, apesar da pequena amostra,
possibilitou constatar que o efeito do Portal, nos critérios de avaliação
selecionados, é positivo.

A criação do Portal parece ser decisiva para o incremento da qualidade,
produtividade e competitividade dos cursos de pós-graduação das IES. A

�14

praticidade da informação tecnológica disponível imediatamente após a sua
publicação e a possibilidade de comunicação instantânea das informações
científicas relevantes para o pesquisador, que pode acessar a página de qualquer
terminal ligado à Internet localizado nas IES, ou em terminais por elas
autorizados, torna o Portal uma ferramenta de pesquisa imprescindível. Sua
permanência e desenvolvimento mostra-se de suma importância para o
crescimento de todos os programas de pós-graduação, de pesquisa e de
graduação do País. Aliada a esta facilidade de acesso, obteve-se, ainda, a
redução significativa nos investimentos feito pela União na aquisição do material
bibliográfico e otimização dos recursos informacionais mantidos pelo PAAP,
permitindo uma equivalência de acesso ao periódico técnico-científico em todas
as regiões brasileiras.

REFERÊNCIAS

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SOCIAL. Site do MEC democratiza acesso a texto científico. 2000. Disponível
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Disponível em: http://www.mec.gov.br/acs/asp/noticias/noticiasId.asp?Id=6072.
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acompanhamento anual – Av. Trienal 2001. Disponível em:
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�15

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APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR. Avaliação:
acompanhamento anual - Av. Trienal 2004. Disponível em:
http://www.capes.gov.br/capes/portal/.Acesso em 11 abr. 2006.
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JURIC, Marco Túllio Azevedo; MARTINS, Maria de Fátima Moreira. A antecipação
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        <name>Dublin Core</name>
        <description>The Dublin Core metadata element set is common to all Omeka records, including items, files, and collections. For more information see, http://dublincore.org/documents/dces/.</description>
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                <text>SNBU - Edição: 14 - Ano: 2006 (UFBA - Salvador/BA)</text>
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                <text>Biblioteconomia&#13;
Documentação&#13;
Ciência da Informação&#13;
Bibliotecas Universitárias</text>
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            <description>An account of the resource</description>
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                <text>Tema: Acesso livre à informação científica e bibliotecas universitárias.</text>
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            <name>Creator</name>
            <description>An entity primarily responsible for making the resource</description>
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                <text>SNBU - Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias</text>
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            <name>Publisher</name>
            <description>An entity responsible for making the resource available</description>
            <elementTextContainer>
              <elementText elementTextId="51382">
                <text>UFBA</text>
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            <name>Date</name>
            <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <elementText elementTextId="51383">
                <text>2006</text>
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            <name>Language</name>
            <description>A language of the resource</description>
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                <text>Português</text>
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            <description>The nature or genre of the resource</description>
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          <name>Title</name>
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              <text>O Portal.periodicos da CAPES e a pós-graduação em administração/turismo.</text>
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          <name>Creator</name>
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              <text>Mattos, Ana Maria</text>
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          <name>Coverage</name>
          <description>The spatial or temporal topic of the resource, the spatial applicability of the resource, or the jurisdiction under which the resource is relevant</description>
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              <text>Salvador (Bahia)</text>
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          <name>Publisher</name>
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          <name>Date</name>
          <description>A point or period of time associated with an event in the lifecycle of the resource</description>
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              <text>2006</text>
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          <name>Type</name>
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          <name>Description</name>
          <description>An account of the resource</description>
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              <text>As novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) facilitaram e ampliaram o acesso à informação. Entre as novas TIC, a que causou maior impacto foi a Internet. Esta ferramenta tecnológica democratizou o acesso ao conhecimento. Nas universidades, as TIC foram incorporadas ao cotidiano do ensino, da pesquisa e da extensão. Entre as mais importantes ferramentas de pesquisa acadêmica brasileira na Internet está o Portal.periodicos. da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). O Portal possibilita a atualização científica e tecnológica em diversas áreas do conhecimento, apresentando várias fontes de informação em texto completo. O objetivo deste trabalho é mostrar como o uso do Portal tem contribuído para a qualificação dos cursos de Pós-Graduação brasileiros em Administração/ Turismo, uma das 45 Áreas de Avaliação que tiveram seus resultados divulgados pela cada um dos Programas de Pós-Graduação em Administração/Turismo utilizadas pela CAPES para analisar os cursos, referente aos triênios 1998-2000 e 2001-2003. Três critérios de avaliação do programa são analisados: (a) atividades de pesquisa, (b) teses e dissertações e (c) produção intelectual. Avalia-se, ainda, se houve repercussão positiva no conceito final atingido pelos respectivos programas nas avaliações realizadas.</text>
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          <name>Language</name>
          <description>A language of the resource</description>
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              <text>pt</text>
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