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                  <text>Eixo I

Inovação e Criação

POLÍTICA DE ACESSIBILIDADE NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO
TOCANTINS: ACESSIBILIDADE INFORMACIONAL NAS BIBLIOTECAS
INTEGRANTES DO SISTEMA
ACCESSIBILITY POLICY AT THE FEDERAL UNIVERSITY OF TOCANTINS:
INFORMATIONAL ACCESSIBILITY IN LIBRARIES THAT ARE PART OF THE SYSTEM

Resumo: O presente texto objetiva apresentar as ações que garantam a inserção e a
permanência das pessoas com deficiência na Universidade Federal do Tocantins, no contexto
da efetivação das políticas de inclusão voltadas ao ensino superior. Neste sentido, será dando
ênfase à acessibilidade informacional como uma condição para garantia de acesso ao
conhecimento, por meio das bibliotecas universitárias, que integram o Sistema de Bibliotecas.
A pesquisa trata-se de um estudo bibliográfico, que tem como base uma análise documental
das resoluções institucionais da Universidade, os decretos e as leis que tratam das pessoas
com deficiência. Por outro lado, situa as orientações dos órgãos de controle externo, que
através de fiscalização orientam o cumprimento e a obrigatoriedade por parte da instituição, o
desenvolvimento de ações políticas de acessibilidade que tem finalidade de atender
integralmente os requisitos legais e normativos estabelecidos pelo Ministério da Educação,
Ministério da Justiça e Tribunal de contas da União, que no rol de recomendações apontam a
acessibilidade informacional como umas condições para melhorar os indicadores de inclusão
no Ensino Superior.
Palavras-chave: Acessibilidade. Biblioteca Universitária. Pessoa com Deficiência. Ensino
Superior.
Abstract: The present text aims to present the actions that guarantee the insertion and
permanence of people with disabilities at the Federal University of Tocantins, in the context
of the implementation of inclusion policies directed at higher education. In this sense, it will
be emphasizing information accessibility as a condition to guarantee access to knowledge,
through the university libraries, which integrate the Library System. The research is a
bibliographical study, which is based on a documentary analysis of the University's
institutional resolutions, decrees and laws dealing with people with disabilities. On the other
hand, it establishes the guidelines of the external control bodies, which, through supervision,
guide the compliance and the obligation on the part of the institution, the development of
political actions of accessibility that has the purpose to fully meet the legal and normative
1063

�requirements established by the Ministry of Education, the Ministry of Justice and the Federal
Audit Court, which in the list of recommendations point to informational accessibility as
conditions for improving inclusion indicators in Higher Education.
Keywords: Accessibility. University Library. People with Disabilities. Higher Education.
1 INTRODUÇÃO
As bibliotecas universitárias, administrativamente, estão subordinadas as instituições
de Ensino Superior à qual pertence e da qual recebe insumos. Essas unidades administrativas
no âmbito dessas instituições compartilham objetivos comuns, formas de organização, e a
partir de suas finalidades, elas assumem o compromisso de contribuir com a socialização do
conhecimento científico em diferentes áreas. Além disso, contribuem para o processo
formativo dos indivíduos que passarão a atuar em diversos setores da sociedade.
Outro aspecto relacionado às bibliotecas universitárias no processo de gerenciamento e
organização do conhecimento, refere-se ao fato de não serem apenas espaços que registram e
divulgam a produção acadêmica Universitária. Pois, elas se constituem como locais onde os
pesquisadores possam buscar novos canais para geração de pesquisas a partir de uma
sistematização já disponível,
Para Stroparo (2014, p. 17), para que as bibliotecas universitárias cumpram seu papel,
são necessários que elas assumam alguns novos paradigmas, entre eles: modificar suas
estruturas, remodelar seus processos, implantar inovações tecnológicas e, sobretudo, atender
às necessidades, os interesses e às expectativas de seus alunos. Desta forma, as bibliotecas
universitárias devem apoiar os alunos na busca da informação, garantindo-lhes o direito ao
conhecimento com acessibilidade. Respeitando tais aspectos, as políticas e diretrizes das
bibliotecas universitárias se estiverem voltadas para a prática da valorização do ser humano e
garantindo o exercício dos direitos a informação, podem contribuir para que o conhecimento
seja mais acessível e democrático.
Nesta perspectiva, segundo Pupo e Santos (2001), as bibliotecas universitárias
enquanto agente mediador entre o conhecimento produzido e o usuário tem compromisso de
democratizar seus espaços, facilitando o acesso de qualquer sujeito, sem segregação ou
discriminação, pois, o direito à informação reflete também o exercício da cidadania. Desta
forma, as pessoas com deficiência no âmbito universitário têm colocado para a gestão
universitária e para as bibliotecas a necessidade de ambientes mais acessíveis, adaptados com
tecnologias assistivas, materiais de fácil acesso, e profissionais qualificados para atender as
1064

�demandas oriundas desses novos sujeitos presentes no interior das instituições de ensino
superior.
Para alcançar tais objetivos, os autores, em conformidade com a literatura
internacional e a nossa realidade, apontam que um ambiente de biblioteca acessível deve-se:
Realizar um censo, no campus, para identificar pessoas deficientes;
Incentivar que os alunos com necessidades especiais organizem-se em
grupos para buscar soluções a suas necessidades de informação;
Facilitar para os bibliotecários interessados discutirem e proporem ajuda; a
interação dos bibliotecários com usuários é facilitada por cursos específicos;
Implantação de uma base de dados local, dedicada aos assuntos da
deficiência, que reuna também os centros e núcleos de pesquisa e atendimento
existentes na Universidade, visando a interação e troca de informações. (PUPO E
SANTOS 2001, p. 4)

A partir dessas primeiras aproximações com a temática, o presente trabalho tem como
objetivo analisar os serviços implantados nas bibliotecas integrantes do Sistema de
Bibliotecas da Universidade Federal do Tocantins
Informacional

Sisbib/UFT, Setor de Acessibilidade

SAI, o qual se destina a oferecer um ambiente acessível às pessoas com

deficiência.
2 ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO
TOCANTINS
A Fundação Universidade Federal do Tocantins (UFT), instituída pela Lei 10.032, de
23 de outubro de 2000, vinculada ao Ministério da Educação é uma entidade publica
destinada à promoção do ensino, pesquisa e extensão, dotada de autonomia didáticocientífica, administrativa, de gestão financeira e patrimonial, embora tenha sido criada em
2000, a UFT iniciou suas atividades somente a partir de maio de 2003, com a posse dos
primeiros professores efetivos e a transferência dos cursos de graduação regulares da
Universidade do Tocantins, mantida pelo Estado do Tocantins. (UFT, 2010, p. 1)
A Universidade Federal do Tocantins tem uma estrutura multicampi, distribuídos de
norte a sul do Tocantins, possui 8 (oito) bibliotecas distribuídas nos 7 (sete) câmpus: Palmas,
Miracema do Tocantins, Porto Nacional, Tocantinópolis, Gurupi e Arraias. Em Araguaína, a
biblioteca é dividida em duas unidades: EMVZ (Medicina Veterinária e Zootecnia) e Unidade
de Licenciaturas, estas bibliotecas também integram o Sistema de Bibliotecas da UFT (UFT,
2017, p.1).
Em relação à gestão universitária das bibliotecas, a UFT criou a Diretoria do Sistema
de Bibliotecas - Sisbib UFT, vinculada a Vice-Reitoria, como órgãos complementares. O
1065

�Sisbib tem a função de coordenar e acompanhar as atividades desenvolvidas nas 08 (oito)
bibliotecas dos câmpus da UFT, tendo como objetivo principal a modernização, incluindo a
informatização das mesmas, interligando o sistema de bibliotecas da UFT.
Neste sentido, nos últimos anos foram desenvolvidas várias ações e atividades visando
alcançar os objetivos propostos. As bibliotecas dos câmpus da Universidade atendem aos 64
(sessenta e quatro) cursos de graduação licenciatura e bacharelado nas modalidades
presenciais e EAD, 17 (dezessete) programas de mestrados acadêmicos e 12 (doze) Mestrados
profissionais e 06 (seis) Programas de Doutorado oferecidos pela UFT, aos 1.031 membros
corpo docente e 854 membros do corpo técnico administrativo em educação e aos programas
de Pós-Graduação Stricto Sensu. A biblioteca tem como finalidade oferecer apoio aos
programas acadêmicos da UFT através de serviços e produtos que forneçam suportes
informacionais para o ensino, a pesquisa, extensão e gestão e recentemente o apoio à
acessibilidade da pessoa com deficiência. (UFT, 2017, p.1)
Para adequação a estes cenários também estarão sendo construídos novos prédios para
as bibliotecas dos câmpus de Araguaína Cimba e Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia,
Tocantinópolis, Miracema, Gurupi, Arraias e Porto Nacional. Estas construções foram
discutidas de forma participativa com os bibliotecários, partiu-se de um marco conceitual de
biblioteca, para a prestação de serviços e produtos informacionais, atendimento,
acondicionamento de acervo, áreas administrativas e sempre pensando num ambiente de
acessibilidade informacional e estrutural.
Além disso, a UFT com o objetivo de cumprir a legislação relacionada aos direitos da
pessoa com deficiência e os direitos humanos, tem buscado fortalecer sua política de inclusão,
adotando e desenvolvendo ações e programas que garantam acessibilidade, conhecimento e
autonomia aos diferentes sujeitos que compõem sua comunidade universitária. Isso porque
como instituição pública de ensino preocupa-se, não apenas com o ingresso do aluno aos seus
Cursos de Graduação e Pós-graduação, mas com a permanência, com aprendizagem, com o
acompanhamento psicossocial e assistência estudantil. Nesta perspectiva, a UFT é uma das
universidades da região norte, que adotou os principais programas voltados à assistência
estudantil e inclusão para o ensino superior, entres, o PROGRAMA INCLUIR

que teve

tem como objetivo apoiar a criação e a consolidação de núcleos de acessibilidade nas IFES
com apoio financeiro. O PROGRAMA VIVER SEM LIMITES (Plano Nacional das Pessoas
com Deficiência, Decreto Nº 7. 612, pensado para favorecer ações de integração e articulação
de políticas equitativas de educação, trabalho, saúde, acessibilidade e outras em acordo com a
1066

�Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, do qual o Estado
brasileiro é signatário.
Os programas citados favoreceram a criação do Programa de Acessibilidade e
Educação Inclusiva (PAEI/UFT), para apoiar as ações de inclusão em seus 7 (sete) Campus
universitários com a criação das Coordenações de Acessibilidade e Educação Inclusiva e
Acessibilidade Informacional.
O objetivo do PAEI articulado com o Sisbib é garantir equipes multidisciplinares para
atendimento em Língua Brasileira de Sinais, a elaboração de material didático-pedagógico em
Braille para as pessoas com deficiências visual, além de outras ações necessárias para
acompanhamento de acordo com deficiência apresentada pela comunidade universitária.
Por outro lado, além de buscar cumprir a legislação nacional sobre inclusão, a atuação
dos órgãos de controle externo também foram fundamentais para a UFT colocar em pauta a
necessidade de uma política de inclusão. Assim, tanto a criação do PAEI/UFT e os debates
sobre bibliotecas acessíveis foram influenciados pela atuação do Tribunal de Contas da União,
ACORDÃO Nº 55/2015-TCU-Plenário, que recomenda a Universidade Federal do Tocantins
que implemente uma série de adaptações em seus espaços para garantir acessibilidade em
diferentes frentes. O TCU
9.2.1, dos art. 17 a 20 da Lei 10.098/2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos
para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida,
e dá outras providências.
Art. 17. O Poder Público promoverá a eliminação de barreiras na
comunicação e estabelecerá mecanismos e alternativas técnicas que tornem
acessíveis os sistemas de comunicação e sinalização às pessoas portadoras de
deficiência sensorial e com dificuldade de comunicação, para garantir-lhes o direito
de acesso à informação, à comunicação, ao trabalho, à educação, ao transporte, à
cultura, ao esporte e ao lazer.
Art. 18. O Poder Público implementará a formação de profissionais
intérpretes de escrita em braile, linguagem de sinais e de guias-intérpretes, para
facilitar qualquer tipo de comunicação direta à pessoa portadora de deficiência
sensorial e com dificuldade de comunicação. Regulamento.
Art. 19. Os serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens adotarão
plano de medidas técnicas com o objetivo de permitir o uso da linguagem de sinais
ou outra subtitulação, para garantir o direito de acesso à informação às pessoas
portadoras de deficiência auditiva, na forma e nos prazos previstos em regulamento.

Outro aspecto, referente ao ACORDÃO Nº 55/2015-TCU-Plenário, refere-se a
recomendação 109, que justifica a necessidade de suporte técnico ou à produção de ajudas
técnicas para as pessoas com deficiência, responsabilizando o poder público como agente
fundamental para superação de barreiras de acessibilidade:
1067

�A fim de possibilitar às pessoas com deficiência viver de forma
independente e participar plenamente de todos os aspectos da vida, os Estados Partes
tomarão as medidas apropriadas para assegurar às pessoas com deficiência o acesso,
em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, ao meio físico, ao transporte,
à informação e comunicação, inclusive aos sistemas e tecnologias da informação e
comunicação, bem como a outros serviços e instalações abertos ao público ou de uso
público, tanto na zona urbana como na rural. Essas medidas, que incluirão a
(BRASIL, 2015)

3 O PROGRAMA DE ACESSIBILIDADE E EDUCAÇÃO INCLUSIVA. -PAEI E A
ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO NAS BIBLIOTECAS DO SISTEMA DE
BIBLIOTECA SISBIB/UFT
O PAEI/UFT integra a proposta do Ministério da Educação, no tocante à promoção e o
atendimento educacional especializado nas instituições de ensino superior, por meio da
criação e estruturação no âmbito da Universidade Federal do Tocantins, a orientação,
acompanhamento inclusivo, condições de acesso e alguns serviços especializados aos
estudantes e servidores da UFT.
Nesse cenário, o Sisbib/UFT como parte da política universitária tem apoiado a
implantação da Política Nacional de Inclusão na UFT em apoio ao PAEI, por meio do
atendimento especializado na área informacional. Dessa forma apoiar a Diretoria de
Acessibilidade e Educação Inclusiva na implementação do Programa de Inclusão e
Acessibilidade da UFT, o Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Tocantins
(Sisbib) teve seus funcionamentos regulamentados pela resolução n° 07/2015 e n° 14/2015,
aprovada no Consuni - Conselho Universitário da UFT. A resolução destaca a necessidade de
melhorar o atendimento especializado às pessoas com deficiência no âmbito da UFT.
Na referida resolução foi criada a Seção de Acessibilidade Informacional - SAI onde a
equipe de bibliotecários e servidores que atuam nas bibliotecas e de profissionais ligados à
questão da inclusão da UFT debateram a necessidade de as bibliotecas universitárias
tornarem-se mais inclusivas, para facilitar o acesso ao conhecimento e uso do acervo sem
barreiras. O art. 44 da resolução afirma que:

1068

�Art. 44. Compete à Seção de Acessibilidade Informacional

SAI a

prestação de serviços que atendam exclusivamente às demandas informacionais de
estudantes identificados por meio do laudo como com necessidades educativas
especiais:
I - atender aos usuários com deficiência visual, auditiva, paralisia cerebral,
dislexia, Síndrome de Irlem;
II - disponibilizar acervo especializado (Braille, digital acessível e falado);
III - adaptar materiais didáticos e pedagógicos (leitura e digitalização);
IV - emprestar equipamentos de tecnologia assistiva (lupa, CDs, DVDs,
notebooks, etc.);
V - disponibilizar computadores com software específicos para os usuários
(para acesso a estes serviços serão instalados scanners e os softwares;
VI - disponibilizar impressão (braile, texto em fontes maior para baixa
visão e copia ampliadas);
VII - promover eventos inclusivos em parceria com os cursos (UFT, 2017,
p.17).

As competências do SAI ao destacar a prestação de serviços informacionais com
acervo especializado em Braille, formato digital acessível ou falado estão plenamente
contemplados pela Tecnologia Assistiva Leitor Autônomo. Outra vantagem para os alunos
com deficiência visual é que finalmente poderão utilizar o serviço de empréstimos de livros
das bibliotecas, o que garante autonomia e acessibilidade, pois, no momento o conjunto do
acervo não conta com livros especializados em Braille nas bibliotecas do Sisbib.
O público alvo para apoio nas atividades acadêmicas são estudantes de graduação e
pós-graduação, professores e técnicos administrativos da Instituição com deficiência visual,
auditiva, paralisia cerebral, dislexia e demais deficiências que dificultem o acesso a acervo.
Este público é identificado e mapeado a partir do questionário socioeconômico preenchido no
ato da matrícula e comprovados por laudos.
Seguindo a orientação de Pupo e Santos (2001) para que a Universidade assuma e
efetue um censo para contabilizar e identificar as pessoas com e quais são suas necessidades
especiais, onde estão alocadas e quais suas reais necessidades de atendimento, realizamos
preliminarmente esse levantamento da demanda com apoio da Pró-Reitoria de Graduação
Prograd, conforme quadro abaixo:

1069

�Quadro de Dados de alunos com necessidades especiais mediante auto declaração
CAMPUS
Araguaína

DEFICIENCIA
Auditiva
Cegueira
Deficiência Física
Deficiência Intelectual
Portador de Baixa Visão
Visão subnormal ou Baixa visão

Total
6
1
30
4
1
6
48
Arraias
Auditiva
14
Deficiência Física
18
Deficiência Intelectual
1
Visão subnormal ou Baixa visão
19
52
Gurupi
Cegueira
1
Deficiência Física
7
Deficiências Múltiplas
6
Monoparesia
1
Visão subnormal ou Baixa visão
2
17
Miracema
Auditiva
1
Cegueira
2
Deficiência Física
6
Deficiência Intelectual
2
Deficiências Múltiplas
1
Mobilidade Reduzida, Permanente ou Temporária
2
Visão subnormal ou Baixa visão
4
18
Palmas
Auditiva
16
Cegueira
1
Deficiência Física
41
Deficiência Intelectual
3
Deficiências Múltiplas
15
Síndrome de Asperger
2
Visão subnormal ou Baixa visão
12
90
Porto Nacional
Auditiva
25
Cegueira
2
Deficiência Física
5
Deficiência Intelectual
2
Deficiências Múltiplas
1
Surdez
18
Surdo
2
55
Tocantinópolis
Cegueira
2
Deficiência Física
14
Visão subnormal ou Baixa visão
1
17
TOTAL 297
Fonte: Relatório SIE 16.11.31 - Contagem de Matriculas dezembro de 2107.

Segundo o quadro apresentado, a UFT apresenta uma realidade bastante diversa com a
permanência de alunos com deficiência em seus espaços, o que requer um ambiente acessível
1070

�e adequado com direito ao acesso às tecnologias assistivas, serviços e produtos
informacionais, que favoreçam autonomia e independência.
Considerando a realidade apresentada, a UFT no processo de implantação do SAI tem
como proposta: atender aos usuários com deficiência visual, auditiva, paralisia cerebral,
dislexia, entre outros; disponibilizar acervo especializado (Braille, digital acessível e falado);
adaptar materiais didáticos e pedagógicos (leitura, digitalização, formatação e correções,
pesquisas direcionadas a internet, bases de dados e instituições e parceiros); emprestar
equipamentos de tecnologia assistiva (lupa, CDs, DVDs, notebooks, leitor autônomo, linha
braille, etc.); disponibilizar de computadores (estação de trabalho) com softwares e outras
aplicações de leitura para pessoas com baixa visão; disponibilização de impressão (braile,
texto em fontes ampliadas para baixa visão).
Além desses objetivos, o SAI atenta para a necessidade de promover com o PAEI
eventos inclusivos em parceria com os cursos e a comunidade externa, buscando a interação
social do aluno com deficiência e conhecer mais de perto nossos usuários e suas demandas. A
realizar práticas culturais e sociais que incorpore a comunidade interna e externa.
O projeto do SAI é de natureza interdisciplinar e será implementado em parceria com
o Programa de Acessibilidade e Educação Inclusiva (PAEI/UFT), por meio da Diretoria de
Acessibilidade e Educação Inclusiva, Diretoria do Sistema de Bibliotecas e das bibliotecas
integrantes, dos cursos dos campus da Universidade, principalmente as licenciaturas, para
viabilizar o aproveitamento do espaço físico assegurando atendimento especializado de
qualidade aos membros da comunidade acadêmica e comunidade externa.
Com vários desdobramentos e ações, dentre estas destacamos:
Atendimento com recursos didáticos e pedagógicos aos usuários com deficiência
visual, auditiva, paralisia cerebral, dislexia, entre outros, por meio de acervo com
características de fonte, corpo, número de caracteres, entrelinhas, espaços entre
palavras e as letras, com cor do papel e da tinta, opacidade do papel e das ilustrações
que viabilizam sua utilização com autonomia por parte da pessoa com baixa visão;
Promoção de atividades de extensão e eventos inclusivos em parceria com os cursos e
a comunidade externa que terão como principal foco o aprimoramento dos serviços e
produtos informacionais ofertados pelo Setor de Acessibilidade Informacional nas
Bibliotecas da UFT, mediante contato e troca de experiência com os envolvidos,
facilitando a interação social do aluno com deficiência e conhecer mais de perto
nossos usuários e suas demandas.
1071

�Café com tato:
Aprimoramentos

dos

serviços

e

produtos

informacionais

ofertados

pede

Acessibilidade Informacional nas Bibliotecas da UFT, mediante contato e troca de
experiência com os envolvidos. Facilitar a interação social do aluno com deficiên
Participação na organização dos Seminários de Acessibilidade na Universidade:
Os projetos pilotos serão implantados em Tocantinópolis, Arraias e Miracema com a
inauguração das novas bibliotecas, em parceria com a Direção dos câmpus, cursos de
Pedagogia e Educação do Campo, em Arraias; Pedagogia, Educação do Campo e
Educação Física em Tocantinópolis e, Cursos de Psicologia, Pedagogia e Serviço
Social em Miracema, por meio da Diretoria de Acessibilidade e Educação Inclusiva e
Diretoria do Sistema de Bibliotecas.
4 TECNOLOGIA ASSISTIVA
Equipamentos serão disponibilizados de acordo com demanda da comunidade
abaixo.
Item
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
16

Descrição

Qtd.
Computador desktop
01
Teclado para baixa visão
01
Acionadores (mause estacionário de esfera, mause por toque, mause 01
óptico padrão adaptado com 01 ou 2 entradas para acionador)
Software Leitor de telas JAWS (Job Access Winth Speech)
01
Linha Braille de 40 e 80 celulas
01
Softawe OpenBook
01
Lupa Fixa
01
Leitor Autônomo
01
Scanner com OCR
01
Leitor Digital
01
Maquina de escrever Perkins Braille
01
Impressora Braille Viewplus
01
Televisão de 55 polegadas
01
Mesa Redonda para 4 lugares
04
Cadeira fixa com encosto e descanso de braço
15

1072

�5 RECURSOS HUMANOS
O SAI é um projeto de natureza interdisciplinar, cuja amplitude e complexidade
exigem a interação e integração de várias áreas de conhecimento como: da educação, da
ciência da computação, da psicologia, da assistência social e da pedagogia, essas áreas são
fundamentais para o atendimento educacional especializado, para a planificação e execução
de ações são necessários bibliotecários, pedagogo, bolsistas, estagiários voluntários e
pesquisadores que compõem o ambiente para atendimento aos usuários. Ainda buscará com
SAI/PAEI agregação de projetos de pesquisa e extensão, para efetivação de estudos de nível
superior em ambientes inclusivos de ensino e aprendizagem. Além disso, este projeto
pretende disseminar o uso de novas tecnologias assistivas como ferramentas de apoio à
aprendizagem e ao ensino, que sirvam de complemento ao processo de formação integral dos
alunos com deficiência na educação superior.
6 CONSIDERAÇÕES PARCIAIS/FINAIS
A construção de sistemas educacionais inclusivos requer novas formas de elaboração e
organização de políticas públicas de acessibilidade. Essas políticas devem contemplar a
pluralidade e a diversidade de sujeitos presentes na sociedade. Nesta lógica, as universidades
como instituições de ensino superior são fundamentais para contribuir com ambientes mais
inclusivos, na eliminação da segregação e desenvolvimento de ações e projetos pedagógicos
emancipatórios que devem ser compartilhados com toda a comunidade universitária.
Neste sentido, a UFT por meio de atividades de ensino, pesquisas, projetos de
extensão tem contribuído para que as políticas de inclusão seja realidade em todos os cursos
de graduação e pós-graduação. Considerando que inclusão pressupõe também acessibilidade
informacional, a criação do Programa de Acessibilidade e Inclusão

PAEI, o Sisbib/SAI , até

o momento configuram-se como setores fundamentais à comunidade universitária, pois,
ambos os setores assumiram o compromisso de tornar uma realidade na UFT, aplicabilidade
da legislação nacional sobre inclusão, e aquelas presentes na Convenção da ONU sobre os
Direitos das Pessoas com Deficiência, ratificada no Brasil como emenda constitucional, em
2008, demarca um grande avanço na defesa dos direitos humanos, ao afirmar o compromisso
do Estado em assegurar um sistema educacional inclusivo em todos os níveis.

1073

�Referência
BRASIL. Decreto Nº. 7.611, de 17 de novembro de 2011. Dispõe sobre a Educação
Especial, o Atendimento Educacional Especializado AEE e dá outras providências.
Brasília- DF, 2011. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato20112014/2011/decreto/d7611.htm. Acesso em: 10 out. 2017.
BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa
com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Brasília- DF, 2015. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm. Acesso em: 10 out.
2017.Deficiência). Brasília- DF, 2015.
BRASIL. Subsecretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
Comitê de Ajudas Técnicas. Tecnologia Assistiva. Brasília: CORDE, 2009. 138 p.
BRASIL. Tribunal de Contas da União. Acórdão nº 55/2015. Plenário. Relator: Ministro
Bruno
Dantas.
Sessão
de
21/01/2015.
Disponível
em:
&lt;
https://contas.tcu.gov.br/etcu/ObterDocumentoSisdoc?seAbrirDocNoBrowser=true&amp;codArqC
atalogado=8447164&amp;codPapelTramitavel=52433853&gt; . Acesso em : 21 jan. 2018
CANTORANI, José Roberto Herrera, PILATTI, Luiz Alberto. Acessibilidade na
Universidade Tecnológica Federal do Paraná: análise a partir de relatórios do Inep e do olhar
do gestor. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n. 57, p. 171-189, jul./set. 2015
ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Convenção sobre os direitos das pessoas com
deficiências. 2006. Disponível em: &lt;http://www.bengalalegal.com/convenção.php&gt;. Acesso
em: 09 jan. 2018.
PUPO, D. T.; BONILHA, F. F. G.; CARVALHO, S. H. R. Laboratório de acessibilidade:
criação, implantação e inclusão de pessoas com necessidades educacionais especiais na
biblioteca central da Unicamp. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS
UNIVERSITÁRIAS, SNBU, 13. 2004, Natal-RN. Anais... Natal: UFRN, 2004. Disponível
em: &lt; http://eurydice.nied.unicamp.br/portais/todosnos/nied/todosnos/artigoscientificos/lab.pdf.1.pdf&gt;. Acesso em: 18 de jan.2018
PUPO, E. J.; SANTOS, G. C. As novas tecnologias da informação: uma proposta de acesso e
atendimento a usuários com necessidades especiais em bibliotecas universitárias. In:
SEMINÁRIO ACESSIBILIDADE, TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E INCLUSÃO
DIGITAL, 1., 2001, São Paulo. Anais... São Paulo: USP, Faculdade de Saúde Pública, 2001.
Disponível em:&lt; http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=1208&amp;opt=1&gt;.
Acesso em: 25 jan. 2017
SILVEIRA, Júlia Gonçalves da. Biblioteca inclusiva? Repensando sobre barreiras de acesso
aos deficientes físicos e visuais no sistema de bibliotecas da UFMG e revendo trajetória
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em: 06 jan. 2018.
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universitárias: uma análise do Sistema de Bibliotecas (SiBi) da Universidade Federal do
Paraná (UFPR). 2014.263f. Dissertação (mestrado) Universidade Federal do Paraná, Setor
de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, Curitiba, 2014.
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Inclusiva, 2016. Relatório de acessibilidade da UFT 2016. Palmas, 2017.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS. Plano Institucional (PDI) da
Universidade Federal do Tocantins (UFT) 2011-2015. Palmas, 2010.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS. Plano Institucional (PDI) da
Universidade Federal do Tocantins (UFT) 2016-2021. Palmas, 2016.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS. Resolução n° 007/2015. Dispõe sobre o
Regimento Geral do Sistema de Bibliotecas (SISBIB) no âmbito da Universidade Federal do
Tocantins. Palmas/TO, 2015.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS. Resolução nº 03/2015. Dispõe sobre a
criação do Programa de Acessibilidade e Educação Inclusiva (PAEI/UFT) e sua estruturação
no âmbito da Universidade Federal do Tocantins. Palmas/TO, 2015.

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              <text>Oliveira, Edson de Sousa; Porto Junior, Francisco Gilson Rebouças; Amorim, Manoel Mendes</text>
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              <text>O presente texto objetiva apresentar as ações que garantam a inserção e a permanência das pessoas com deficiência na Universidade Federal do Tocantins, no contexto da efetivação das políticas de inclusão voltadas ao ensino superior. Neste sentido, será dando ênfase à acessibilidade informacional como uma condição para garantia de acesso ao conhecimento, por meio das bibliotecas universitárias, que integram o Sistema de Bibliotecas. A pesquisa trata-se de um estudo bibliográfico, que tem como base uma análise documental das resoluções institucionais da Universidade, os decretos e as leis que tratam das pessoas com deficiência. Por outro lado, situa as orientações dos órgãos de controle externo, que através de fiscalização orientam o cumprimento e a obrigatoriedade por parte da instituição, o desenvolvimento de ações políticas de acessibilidade que tem finalidade de atender integralmente os requisitos legais e normativos estabelecidos pelo Ministério da Educação, Ministério da Justiça e Tribunal de contas da União, que no rol de recomendações apontam a acessibilidade informacional como umas condições para melhorar os indicadores de inclusão no Ensino Superior.</text>
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